sexta-feira, 29 de junho de 2012

Luto

O Blog da Baixada decreta luto oficial pela morte de um dos maiores atleticanos da história, um dos personagens preferidos da casa. 

Geraldo Damasceno, o grande Geraldino, encarnou durante mais de 60 anos a representação dos ideias atleticanos que movem a nossa vida neste mundo confuso.






Seo Geraldino passou por todas as funções no Furacao. Chegou em 1957, como jogador e no ano seguinte, conquistou o Paranaense, seu único título como jogador pelo Rubro-Negro num time que tinha Taíco, Tocafundo e Boluca e a baixada era um lindo e ensolarado  campo cercado de Araucárias. 

Como treinador comandou o grande esquadrão de 1982, no histórico e arrebatador título estadual conquistado no massacre de 4x 1 no Colorado, afastando um fantasma de 12 anos sem título com uma formação que no fundo é um poema alexandrino de versos perfeitos, meu eterno time de botão: Roberto, Ariovaldo, Bianchi, Jair Gonçalves e Sérgio Moura; Jorge luís, Lino e Nivaldo; Capitão, Washignton e Assis.  

Foi também o segundo técnico que mais vezes comandou o Atlético na história do Brasileiro, com 55 partidas em 1976 e 1992.Em 2004, quando dos 80 anos do Furacão, Geraldino declarou o seu amor pelo clube em entrevista ao site Furacão.com. 


“Não tive tristezas durante a minha passagem pelo Atlético ou, se tive, foram coisas momentâneas. Mas é claro que tive muitas alegrias. O Atlético sempre cresceu muito em função do amor de sua torcida (chora). Só isso explica o crescimento do Atlético, o amor que as pessoas têm, coisa que só Deus poderia explicar.”


 
Geraldino nos deixou na madrugada desta sexta-feira (29).

Seu sangue rubro negro permanece fervendo na veia de seu filho Marcelo “Disney” Damasceno, atleticano em todas as horas até o fim do mundo e bamba da bateria dos Fanáticos.

Se eu tiver como vou hoje a tarde ao Cemitério Jardim da Saudade, que fica na Av. Maringá, nº 3.300, em Pinhais, onde o corpo do velho mestre será velado .a outra homenagem possível, é ir até Paranaguá amanhã, na paz, para empurrar o nosso Furacão para uma necessária vitória.


                                                               R.I. P . seo Geraldino.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Jorginho Cantinflas

Quando jogava na Portuguesa, no século passado, era chamado de Jorginho "Cantinflas".

Os mais jovens não sabem de quem se trata.

Com toda razão.

Mario Moreno foi uma estrela do cinema mundial do fim dos anos 40 (anos Caju) até os 70 ( anos Ziquita).

Conhecido como Cantinflas, foi ator, diretor e pica grossa do cinema mexicano.

Equivalente a Totó na Itália, Mazzaropi (ou Didi Mocó) no Brasil, Trinity e  Bambino ( EUA & Itália).

Ele é o bom malandro, talentoso, carismático e gente boa.


Vejam-no vídeo abaixo, dobrando o cartola incauto e precipitado.

Precisará fazer isso por aqui.

E pelo visto já fez a leitura certa do elenco, pedindo ao menos, sete reforços.

Na inquebrantável fé rubro-negra, seja bem vindo Jorginho.

Depois do Carrasco, só o Cantinflas.

"Tu que estivestes com a escória, nos encontra num momento perturbado que um cara como você (profissional do futebol) pode ajudar a resolver".


Meu conselho atleticanada,

Meu povo, 

Minha família e alegria de viver;

Vamos resolver as diferença na conversa,

Vamos subir com o Cantinflas (nem que seja na cagada),

Vamos nos divertir, pelo menos por este sábado, indo ver o jogo em Paranaguá.

Até lá, prometo,  faço um guia da trip.

Vamos conversar depois, em cima da vitória e dos planos pro futuro.

Sem escrotizar o nosso Trétis,

Ele que em tamanho natural já é (e sempre foi) gigante.

E sempre vai ser.

Estamos todos juntos, porra.

Bem vindo Cantinflas.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Uma estranha realidade


De Cristovão Tezza, na Gazeta do Povo
Toda a minha formação foi racionalizante. Adolescente, em vez de O senhor dos anéis e Harry Potter, fantasias transcendentes dominadas pela magia, eu devorava Júlio Verne e Conan Doyle, autores cujo objeto era a chamada “realidade” (que hoje só se coloca entre aspas, como se ela não existisse) e cujo modo de reconhecimento de mundo era, digamos assim, a razão cartesiana. Conan Doyle (1859-1930) acreditava em espíritos e chegou a participar com fé daquelas mesas que chamam almas, é verdade, mas em nenhuma página seu Sherlock Holmes aceitou algum agente sobrenatural – lutava sempre para desmistificá-los e comprovar que tudo pode ser demonstrado pela percepção lógica dos fatos. É o caso engraçado de um personagem mais inteligente que o autor; não por acaso, todos lemos hoje as histórias de Sherlock Holmes, que são fontes inesgotáveis de imaginação, mas as de Conan Doyle, pai do Sherlock, ninguém mais lê.
Quando eu já era quase adulto, na virada dos anos 60 para os 70, vivi um surto de irracionalismo redentor, que era o espírito do tempo, em todas as áreas, da filosofia à política. Havia quem achasse que um foco guerrilheiro derrubaria o governo e quem achasse que a fumaça da cannabis abriria as portas da percepção. Eu até tentei me irracionalizar, lendo Uma estranha realidade, de Carlos Castañeda, e O céu e o inferno, de Aldous Huxley – o primeiro era a versão popular, o segundo a erudita, da crença de que mascar mescalina, uma substância alucinógena, nos transformava em pessoas superiores. O tempo passou, felizmente os primeiros foram para a política e os segundos para a igreja, e eu virei professor, ao longo daqueles anos sem graça e sem luzes. Quisera ter novamente um lampejo irracional!
Pois ele veio na forma do futebol. Estranha realidade, céu e inferno. Pouco a pouco, fui encontrando na perdição do jogo um sentido para a vida. O campo, as quatro linhas, o gramado, os 90 minutos divididos em dois mundos passaram a ser a minha mesa verde, onde passo os anos depositando fichas como o jogador de Dostoiévski. Um tiro de escanteio bem cobrado, na cabeça do atacante – saudades do Washington! –, é um alexandrino perfeito com cesura na sexta sílaba! Houve um instante, há um século, em que Kleberson chutou do meio do campo, pegou um goleiro distraído e empatou já no juízo final, um empate de soa­­rem as trombetas no céu! São fragmentos de felicidade que vou costurando no rosário do meu sofrimento. Toda a racionalidade de uma vida inteira vira pó: o respeitável professor revela o pior da alma diante de uma derrota no Ceará. Até meu filho, assustado com o monstro caseiro que se revela a cada lance do jogo, implora: “Pai, vai ler livro na sala que eu vejo o jogo pra você!”
Mal acaba a partida, abro sôfrego o jornal: quando será a próxima? Não sei por que sou torcedor.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Um conselho ao conselheiro

Em entrevistas à imprensa, o presidente os Tribunal de Contas, o "conselheiro" Fernando Guimarães, andou explicitando o seu "temor" de que o Atlético não pague sua parte da conta nas obras da Bauixada e dê um calote no governo. O temor do "doutor" Fernando, é na verdade, mais que uma suposição. Ao declarar isso publicamente, o nobre conselheiro levanta uma suspeita sobre a idoneidade de uma instituição quase centenária, e que goza de muito mais prestígio dentre os paranaenses do que o próprio órgão que ele comanda. Órgão que, aliás, nada fez, em toda a história do estado, algo de realmente importante para evitar desvios de recursos públicos nos três poderes do Estado, muito menos para punir os responsáveis por tais atos. 

Como bem lembrou Augusto Mafuz em sua coluna destfa quarta-feira, o Atlético já construiu e reconstruiu a Baixada por várias vezes, sempre com seus parcos recursos e o suor de sua enorme torcida. Só por este fato, uma pessoa ocupando a posição que ele ocupa não poderia levantar uma suspeita como essa, justamente agora. Mas, para alguns homens públicos, os holofotes parecem ser mais importantes: o que vale é aparecer. 

Ao nobre conselheiro Fernando Guimarães, fica um modesto conselho: trabalhe mais, fale menos.

* * *

Vale à pena também reproduzir a coluna de Augusto Mafuz sobre o assunto:

Temor

O doutor Fernando Guimarães, presidente do Tribunal de Contas do Paraná, declarou pela Gazeta do Povo, que na construção da Baixada “teme que o Atlético dê o calote no governo”.

A principal diferença do doutor Guimarães é ser um funcionário de carreira da instituição. Chegou a conselheiro pela exceção do critério de escolha, em que a regra é a indicação pelo casuísmo político. Mas ao colocar em dúvida o comportamento do Atlético, o doutor Guimarães sai do tecnicismo e escorrega para o populismo. Deixa de ser funcionário para adotar um discurso político.

O que o leva a desconfiar do Atlético? Os atleticanos construíram três vezes a Baixada. Quando a receberam em doação, o “Farinhacão” e depois a Arena. Pela época em que cada obra foi realizada, exigiu-se proporcionalmente o mesmo sacrifício dos atleticanos, que está se exigindo agora. E não há nenhuma notícia na história das obras de que o Atlético tenha dado o calote em alguém.

Nem tese poderia dar publicidade a esse temor. Ocorre que o dinheiro que vai construir a Baixada vem por empréstimo, em que o clube sendo único tomador pelo repasse da Paraná Fomento tem que garantir. O próprio contrato irá prever que o bem construído é uma das garantias.

Fiscalizar e prevenir estão na esfera de competência do Tribunal de Contas, sem dúvida, por orientação do Supremo Tribunal Federal. Mas o que ele não pode é, sob esse pretexto, colocar em dúvida o comportamento do clube de maior torcida do Paraná. 

***

  • Se você também não concorda com um conselheiro do TC levantar suspeitas sobre o Atlético e gostaria de fazer uma reclamação formal, CLIQUE AQUI para entrar em contato com a ouvidoria do órgão.

domingo, 10 de junho de 2012

O senhor da razão

Mais uma derrota para um time bizarro deste nosso Brasilzão de Deus e a enxurrada de críticas aparece.

Distingo-as.

É óbvio que um time do porte do Atlético não poder perder para o CRB sem ser criticado. Uma derrota como essa expõe todas as deficiências. No caso, do próprio time e de seu treinador. E acende desde já o alerta: se não melhorar, não sobe. 

Mas já começam, também, a aparecer críticas à gestão do clube. Algumas justas; outras com clara conotação de revanche política.

Isso não ajuda em nada. Só tumultua o ambiente e atrapalha o clube.

Dizem que Mário Celso Petraglia não está nem aí para o time. E que só quer saber "do dinheiro da Copa". Por aí afora.

Bobagem.

Escárnio.

Petraglia sabe que o sucesso desta gestão atual depende de dois pontos apenas: subir para a série A e entregar a Baixada completa.

Não, senhores, ele não quer que o time tome um pau atrás de outro; tampouco gosta de ser enxovalhado por conta disso.

Um time do porte do Furacão sempre estará exposto às críticas. Sempre.

Como atleticano, só prego o seguinte: tolerância e união.

Porque a intolerância, meus caros, já deu no saco. Assim como aconteceu na gestão Malucelli. Queiram ou não, gostem ou não, quem está lá é porque foi eleito pelos atleticanos e vai representar o clube por pelo menos três anos. Não adianta espernear. Tratar a direção do clube com desrespeito é, de certa forma, tratar o próprio clube assim. A oposição cega e burra já ajudou o time a cair para a Série B. Agora, pode ajudar a não subir.
 
No meu ponto de vista, Petraglia e sua diretoria têm no mínimo mais um ano para ser avaliados com algum grau de justiça.

Até lá, se o Atlético subir para a série A novamente e ainda por cima ele inaugurar a Arena como projetada, estes críticos de agora terão de rever seus conceitos - e, alguns, deverão até mesmo se submeter a um pedido público de desculpas. 

Caso contrário, Petraglia é quem será obrigado a isso.

O tempo, meus caros, é o senhor da razão.

E não são tuitadas revoltadas que vão mudar isso. De nenhum dos lados.

* * * 

Sobre o time, vamos às críticas.

Não pude assistir à derrota contra os alagoanos, mas por tudo o que li e ouvi me parece óbvio que o Carrasco não tem ideia do que está fazendo com os jogadores que tem no elenco.

A questão é: se sair, quem vem?

A partida contra o Goiás, sábado em Paranaguá, será decisiva para o Atlético e também para Carrasco.

O treinador não resistirà a mais uma derrota.

E nem nós...

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Holzmann fala sobre a Copa e a Arena...



...e dá um nó na tal do Fachinello. O rapazote da Transamerda ficou querendo defender a tese de que, porque há corrupção no país, então o país não pode receber Copa, nem Olimípiada, nem festa de São João, nem porra nenhuma. É muita burrice só para um ser humano. E são esses aí que estão na mídia. "Formadores de opinião". E tem quem acredite no que esta gente fala. 

Mas, voltemos ao assunto. Boas respostas do Mauro, sobre a Copa e a Arena. Ouçam e analisem.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Por um litoral (ainda) mais rubro-negro

A Furacao.com informa que o Atlético ainda tentará, junto à CBF, disputar a Série B em algum estádio de Curitiba enquanto a Baixada estiver fechada para as obras da Copa.

O Plano B, porém, já é conhecido: o estádio Gigante do Itiberê, em Paranaguá - também conhecido como 'Caranguejão'.

Óbvio que mandar os jogos na capital seria muito melhor, para a torcida, sócio, para o próprio time.
Mas, se não for possível, Paranaguá é a escolha mais acertada.

A prefeitura da simpática cidade litorânea já comemora a oportunidade de recepcionar o Furacão. 

Para os atleticanos, uma viagem de apenas 40 minutos separam a Baixada do Caranguejão. Sem contar que Paranaguá oferece uma série de atrativos - peixes e camarão à fartura, com e botecos e restaurantes acolhedores e preços honestos.

Espera-se, logicamente, que a diretoria  ofereça também transporte seguro para aqueles sócios que não possam ir com veículo próprio.

Além do mais, é uma oportunidade única de aumentar ainda mais a presença rubro-negra no litoral paranaense.

O último grande levantamento da Paraná Pesquisas comprova a hegemonia atleticana nas cidades litorâneas - somos a maior em Morretes, Guaratuba e Matinhos. Curiosamente, em Paranaguá a preferência é por times de fora - ainda assim, o Atlético é o time paranaense com maior número de torcedores do estado. Veja: 




Torcida atleticana é a maior do litoral (clique para ampliar)

Infelizmente a pesquisa não abordou os habitantes de Antonina - tradicional reduto atleticano, onde a maioria absoluta torce para o Furacão.

Ainda assim, a hegemonia é comprovada e a disputa de um campeonato por aquelas bandas é uma oportunidade de ouro de amealhar ainda mais torcedores. E, porque não, até mesmo de sócios.

Se a escolha por Paranaguá se confirmar, espera-se que o Marketing entre em ação e que se taraia para o estádio, além dos sócios-Furacão, esses torcedores de Paranaguá, Antonina, Matinhos, Guaratuba, Morretes.

Imaginem o Rubro-Negro disputando a vaga na Série A, ou mesmo o título da Série B, e mobilizando a Nação Atleticana de todo o Litoral paranaense? E comemorando a conquista com uma enorme carreata Paranaguá-Curitiba, como ocorreu nos festejos do título estadual de 1970?

A mesquinhez de brôxas e parasitas ainda vai acabar rendedendo bons frutos ao Atlético.

Aumentar ainda mais a diferença entre o gigantismo de nossa torcida e a pequenez sovina de ambos os rivais será apenas um deles.

Que assim seja!



Leia mais:

sábado, 2 de junho de 2012

Seo Baier ainda resolve. E solta o verbo

Lembram-se da Baierdependência?

Pois é, ainda não nos livramos.

Afinal, mesmo com 37 o homem joga muito. E resolve. Como resolveu ontem, com dois gols - um deles, o popular golaço.

E ainda por cima soltou o verbo pra cima da "imprensa canalha", como diria Roberto Requião. "Tem pessoas que às vezes nunca jogaram bola acha que lá em cima é mais fácil comentar. Eu tenho uma história, e aqui dentro do Atlético também. Tem que respeitar. Estou com 37 anos, não falto a um treino, me dedico ao máximo. Precisa ter um pouquinho mais de respeito. Principalmente esse senhor, esse tal de Fernando Gomes", desabafou.

Claro que Paulo Baier não vai ser decisivo em todas as partidas. Nem mesmo vai jogar todas, por conta de questões físicas. Mas será importantíssimo tê-lo no elenco.

Baier é ídolo, minha gente. Queiram ou não.

E vai encerrar sua carreira levando o Atlético de volta à Série A - quiçá co oo título da segundona.
Título, aliás, que é justamente o que falta para ele marcar sua passagem pelo Furacão.
Baier só tem uma mácula nestes anos rubro-negros: o mau desempenho em Atletibas. Nunca conseguiu se destacar no clássico - apesar de ter marcado um golaço de falta este ano, na derrota pelo segundo turno do estadual.

Mas é a vida.

E este ano, afinal de contas, nem teremos mais Atletibas.

Sigamos em frente.

Com a vitória de ontem frente ao Baru-eu-ri o Tréris chegou aos seis pontos, ocupando momentaneamente a quarta colocação da Série B. O próximo desafio será o CRB, no estádio Rei Pelé, no dia 9.

Muito provavelmente, sem o maestro Baier.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Com a pança cheia é mais fácil pensar

O Atlético entregou ontem ao Tribunal de Contas, junto com a Prefeitura e o governo do estado, o termo aditivo da Copa do Mundo de 2014 para as obras na Baixada.

Segundo jornais de hoje, o presidente do TC, Fernando Guimarães, quer saber mais detalhes sobre as desapropriações da meia dúzia de imóveis ao redor do estádio. Quer saber qual será a contrapartida do clube ao poder público.

Bem, creio que deve ser uma pergunta de fácil resposta, tanto da parte do CAP quando do governo municipal. A contrapartida já deve estar acertada - e me parece que é a utilizadção das dependências do estádio para atividades com jovens de escolas municipais, por um período não menor do que 20 anos. Uma oportunidade que essa molecada jamais teria na vida - não fosse isso, teriam que se contentar somente com as escolas públicas caindo aos pedaços que temos aí pela periferia.

Adelante.

Os mesmos jornais informam hoje que o mesmo Tribunal de Contas ratificou a decisão de seu presidente  de pagar R$ 630 por mês de auxílio-alimentação aos integrantes da cúpula da próopria instituição. Têm direito ao benefício os sete conselheiros, cinco auditores que os substituem e oito procuradores do Ministério Público junto ao TC - todos com salários suntuosos, na ordem dos 20 mil reais. Detalhe é que o benefício não será estendido para todo o funcionalismo do TC. A barnabezada que se vire com seu ordenadinho.
 
Mas vamos lá. Nós, cidadãos e contribuintes, também queremos saber o que será feito com a porra do NOSSO dinheiro. Então, talvez o sr. Fernando Guimarães possa me responder: qual será a contrapartida a sociedade desse "benefício" que custará R$ 150 mil por ano aos cofres públicos?

Desde já respondo.

Se os nobres conselheiros pensarem melhor de pança cheia, e passarem a tomar as decisões corretas e de forma rápida, evitando polemizar só para aparecer na mídia, já será um bom começo.

É ou não é?