quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Paulo na torcida

Deixo a minha homenagem ao Paulo, grande rubro-negro, presidente do fã-clube do Charrão, aquele que não viu o terceiro gol contra o Flamengo, em 1989, pois estava atrás de uma placa de publicidade, se protegendo da tempestade no Pinheirão.

Pauleta, como também era chamado, tinha uma camisa do Furacão, do tempo em que as listras ainda eram horizontais, mantida com muito carinho. Jogava muita bola, com um excelente pé esquerdo, titularíssimo do Independente FC, rival do "time dos padres" da Igreja Coração de Maria, no Rebouças.

No Independente jogavam também Nery (goleiro), Casinha (depois atuou no Atlético), Parrulha, Spencer, Tadeu (Ferroviário, Grêmio Oeste de Guarapuava), Ademir, Clóvis, Sabuga e o craque Billy Zanon (Água Verde). Nos "padres", Joel, Paulinho Bley, Cao, Mazalli, os irmãos Mauro e Mário (da sorveteria da esquina da Alferes Poli com a Engenheiro Rebouças) e outros amigos.

No apito, muitas vezes, o esquelético Vitamina (que só chutava de bico e descalço). Época dos padres Rici, Bonella e Caun. Bons tempos em que o campo da igreja ficava cheio nos domingos de manhã (depois da missa), para assistir um futebol, que revelou muita gente.

Saudades.

Onde quer que o Paulo esteja, está na torcida pelo Trétis.

2 comentários:

Prof@no disse...

sob o clima de finados então, não tem como colocar uma do Coronel aí?

Luiz Andrade disse...

Infelizmente os únicos mortos que podem nos ajudar, são os que entram em campo.