domingo, 25 de setembro de 2011

Árbitro erra, gera revolta da torcida e desperta PM despreparada

Do blog do Mauro Cezar Pereira, comentarista da ESPN Brasil:

O Atlético Paranaense vencia o Fluminense por 1 a 0 na Arena da Baixada, quando o árbitro Wagner Reway marcou pênalti de Manoel em Lanzini, aos 46 minutos da etapa final. Segundos antes, o argentino havia se atirado na área. Uma nova tentativa instantes depois bastou para que conseguisse seu claro objetivo,
cavar uma penalidade máxima para salvar seu time da derrota.

Algo que se repete com apavorante frequência no futebol brasileiro. Reflexo evidente das péssimas arbgitragens, da moda do cai-cai apoiado por setores da mídia e do corporativismo daqueles que apitavam e agora "analisam" a atuação dos colegas. E entre os modismos há o do politicamente correto, que condena o torcedor que não se comporta no estádio como se fosse beata na missa.

A revolta dos atleticanos foi mais do que compreensível. O time luta contra o rebaixamento e os três pontos eram de enorme importância. Dois deles foram retirados da conta do Furacão após a terrível intervenção do apito no andamento da partida com a equivocadíssima marcação do pênalti. Foi daqueles resultados difíceis de engolir, ainda mais nas circunstâncias.

Exigir que aquelas pessoas apaixonadas pelo seu time enfiem o rabo entre as pernas e voltem para casa sem qualquer manifestação é pedir demais. Torcedor não tem o direito de bater em ninguém, de invadir treinos, de depredar o clube, o estádio, mas ainda pode protestar, seja contra dirigentes, jogadores, técnicos, adversários e arbitragem, ora. Cabe a quem faz a segurança impedir excessos.

Mas não é assim que costuma agir a polícia. Já disse e escrevi antes que acho a presença de policiais fazendo a segurança dentro dos estádios muito questionável. Se o espetáculo e privado, lá dentro a segurança também deveria ser particular, como nos shows que acontecem nos mesmos locais das pelejas. Mas a partir do momento que a PM se dispõe a fazer tal trabalho, que o faça direito.

Torcedor com raiva do juiz, na maioria dos casos, não vai além dos palavrões, do desabafo revoltado e, no caso de sábado, a meu ver com inteira razão. Os que fazem a segurança estão ali para não permitir que passem dos limites e prender quem for além atirando algo, tentando agredir ou mesmo atacando alguém. E o cidadão que paga ingresso não é bandido, até que se prove o contrário.

A polícia se posicionou no campo de jogo, voltada para a arquibancada. Do outro lado da grade os atleticanos xingavam a arbitragem. Impossível entender a postura de policiais que exibiram armas pesadas para a torcida, provocando correria em meio às cadeiras. Qual a necessidade daquilo? Por que mandar as pessoas embora aos empurrões? Com quem eles acham que estão lidando?

A televisão exibiu tudo. Um show de excessos, demonstrações de força desproporcional, desnecessária, como se torcedores fossem bandidos num motim, presos numa rebelião, elementos de alta periculosidade. Isso quando na verdade eram apenas rubro-negros querendo mostrar sua revolta ao responsável por começar tudo aquilo. Cenas muito piores do que os palavrões dirigidos ao árbitro.

E em meio às imagens da TV, uma cena que praticamente encerrou o pífio espetáculo militar. Dois policiais olham em tom desafiador para torcedores. A câmera está fechada neles, E daí? Isso não os inibe, nem impede um deles de disparar palavrões. Olham para quem está na arquibancada em postura que vai além da arrogância. Me senti vendo um daqueles filmes da Segunda Guerra.

O futebol não precisa disso, não precisa dessa gente que apita mal e muito menos dos que são valentes diante de torcedores que só querem desabafar após um erro que estragou o fim de semana deles. Por favor, guardem toda essa valentia para os marginais. Torcedor de futebol é apenas o cara mais importante desse negócio todo. Os bandidos são outros.

PS: se você acha que foi pênalti, que o árbitro acertou, ok. Mas entenda que isso é o menos importante e não é a discussão que o post acima propõe. O debate aqui é outro, interessa a todas a torcidas, a todos que vão aos estádios. Basta ler e entender, não é tão difícil.

Agonia sem fim

Da Furacao.com:

O Atlético deixou mais uma vez a vitória escapar. O empate pelo placar de 1 a 1 mantém o time comandado por Antônio Lopes em situação delicada. São apenas 24 pontos em 26 jogos disputados. Restam apenas 12 rodadas para o Furacão se recuperar e evitar a tragédia do rebaixamento para a Série B.

Um primeiro tempo morno, onde as duas equipes pouco produziram. As melhores chances do Atlético estiveram nos pés do meia Cleber Santana. A primeira, aos quatro minutos de jogo, o atleta rubro-negro bateu por cima do gol adversário. Porém, o principal lance protagonizado por Santana foi aos 30 minutos. Após Wagner Diniz ser derrubado por Edinho na grande área e o árbitro assinalar a penalidade, Cleber bateu mal, no meio do gol, facilitando a defesa de Diego Cavalieri. No lance final da primeira etapa o Furacão chegou a marcar um gol, mas este foi corretamente anulado.

Para a parte final da partida, Lopes manteve o time, porém o futebol apático do primeiro tempo seguiu, tanto que Morro García foi sacado aos 13 minutos, vaiado pelo torcedor. Pablo entrou e tentou dar um pouco mais de movimentação no setor ofensivo. Tanto que o garoto participou da jogada do gol atleticano, quatro minutos depois. A bola sobrou para Baier, que tentou jogada com Guerrón. A zaga afastou mal e Cleber Santana lançou o capitão rubro-negro, que bateu no contrapé de Cavalieri.

Porém, a alegria da vantagem no placar deu lugar às lambanças do árbitro Wagner Reway. Aos 24 minutos o mato-grossense expulsou o zagueiro atleticano Rafael Santos. Com um jogador a menos, Lopes colocou o time ainda mais na defensiva, sacando Guerrón e Paulo Baier para as entradas de Fabrício e Wendel, respectivamente. Após minar o time atleticano com várias faltas em favor do time carioca, Reway deu cinco minutos de acréscimos. Aos 47 o árbitro marcou pênalti de Manoel em cima do meia Lanzini. Na cobrança o atacante Fred empatou o jogo e deu números finais ao placar.

Para tentar se reencontrar com as vitórias, o Atlético encara na próxima rodada o Internacional de Porto Alegre. O jogo será no domingo, dia 02 de outubro, às 16 horas, na Arena da Baixada.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Tô contigo, Guerrão!

Na entrada para o gramado e durante o hino nacional no jogo com o Bahia, fiquei comovido com a reação do Guerrón, quando por duas vezes ele cerrou os punhos e fechou os olhos, certamente imaginando o que poderia fazer para tirar o Furacão da pior.

Não deu. Hoje temos outra chance, contra o Fluminense. Enquanto existir possibilidade, eu não vou desistir.

Quem vem comigo?

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Gérson, não nos decepcione!

Gérson é o rapaz que está estatelado no chão após o gol do carrasco Dirceu

Meus amigos...

O post é meio atrasado, mas a ocasião pede. Hoje à noite, o Atlético será julgado pelo STJD em função da papagaiada cometida pelo Alfredo Ibiapina no jogo com o Palmeiras. Na ânsia de mostrar serviço pra torcida, o diretor de futebol pisou o gramado no intervalo e meteu o dedo na cara do árbitro safado Marcelo de Lima Henrique.

E não é que teve gente que foi aos microfones pedir punição idêntica à sofrida pelos coxas em 2009, naquele que foi o maior episódio de violência da história do futebol do Paraná? Sim, perda de 10 mandos de campo!

Pois foi com profunda tristeza que recebi o aviso de que o responsável pelo disparate foi Gérson Dall'Stella. Sim, logo ele, um dos grandes ídolos da torcida rubro-negra!

Dizem que o mesmo voltou atrás no comentário infeliz. Não importa. É bom pra dar um toque em quem deixa a paixão prevalecer sobre a razão (e são muitos na nossa crônica esportiva, atleticanos inclusive).

Afinal, convenhamos, vale uma multa para o Ibiapina e só. Mais do que isso é revigorar a paranóia delirante de tempos atrás, quando atirar um copo ao gramado era motivo para interdição.

Voltando, para quem não faça a menor ideia de quem seja o Gérson, ele foi goleiro do Coritiba durante o final e o início dos anos 90 (época "gloriosa" do clube) e hoje é comentarista da rádio 91 Rock.

Mas o que interessa é a participação do supracitado, absolutamente fundamental, num dos lances mais fantásticos de todos os tempos, o segundo gol atleticano da decisão do Paranaense de 1990, tento que nos valeu o título daquela temporada.

Recordemos...

Tudo começou com o nosso lateral-direito Odemílson "The Minotaur" Beltrame, o Rei do Overlapping, lançando a bola na área inimiga em cobrança de lateral (perdíamos por 2 a 1 e o empate nos bastava). A partir daí, o estigma de time d'alma bundeira se abateu sobre os coxas novamente.

Após uma intervenção alviverde que manteve o porco sobrevoando o agito, GÉRSON SE PRECIPITA ao evadir-se da meta. Estava aberto o caminho para Berg tornar-se mito. Eis que o zagueiro deles mete o cocuruto e a esfera encobre, MANSAMENTE, o arqueiro verde-e-branco.

Antes, logo no início, o carrasco Dirceu já havia aplicado uma cabeçada com ganas de Mike Tyson que mandou Gérson para a lona. Fim de jogo, 2 a 2 e, para quem quiser conferir, o troféu está lá no CT do Caju.

Toda essa saga vocês podem curtir no teipe abaixo:



segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Velhos problemas, novo tropeço

Da Furacao.com:

Falhas na defesa, falta de criatividade no meio-campo e sem poder de finalização no ataque. Desde o começo do ano a torcida atleticana sabe quais são os problemas da equipe, que se repetem a cada rodada das competições disputadas pela equipe. Hoje eles voltaram a aparecer.

Em uma tarde ensolarada e com mais um bom público na Arena, o Atlético voltou a decepcionar, jogou mal e empatou por 0 a 0 com o Figueirense, mantendo não só o tabu de nunca ter vencido a equipe catarinense em jogos oficiais no Caldeirão, mas também a crise de estar na zona do rebaixamento.

A partida começou com o Atlético errando muito no seu setor ofensivo, fazendo com que o setor defensivo ficasse sobrecarregado, visto que a posse de bola ficou toda com o Figueirense. Após algumas boas oportunidades perdidas pelo adversário, que trocava passes com muita facilidade na intermediárea ofensiva, chegando sempre próximos à área do Atlético, a partida caiu.

Ambas as equipes passaram a errar muitos passes, apelando para as ligações diretas da defesa para o ataque, e as tentativas de ataque não surtiam efeito. Rodriguinho e Adaílton, a dupla titular do ataque rubro-negro, não conseguiram levar perigo ao goleiro Wilson, restando ao Furacão a alternativa dos chutes de longa distância e das bolas paradas, que não foram bem aproveitados.

Para o segundo tempo uma novidade na equipe, com o retorno de Paulo Baier aos gramados após longo tempo de inatividade. O meio-campista deu um novo gás a equipe, criando boas oportunidades com lançamentos precisos, mas não foi suficiente. Com isso, o técnico Antônio Lopes chamou para o jogo outro jogador que voltava de contusão, o atacante argentino Federico Nieto, para dar maior força ofensiva à equipe.

O Atlético pressionou, tentou e martelou durante aproximadamente dez minutos, tendo oportunidades de gol com Madson, Cleber Santana e uma com Nieto, que errou o chute após belo corta luz de Paulo Baier, mas não conseguiu marcar. Kleberson também foi para o jogo, mas logo após sua entrada Madson se contundiu. O atleta continuou em campo, porém, apenas para manter onze jogadores já que não tinha condições de jogo.

A partida foi se arrastando, o Figueirense encaixando bons contra-ataques, mas nenhuma equipe teve a competência de mandar a bola para o fundo das redes. Pouco antes dos 48 minutos o árbitro trinou seu apito, e vais e gritos de "Timinho" ecoaram pelo estádio.

Agora o Atlético vai em busca da recuperação no confronto direto com o Bahia, em Salvador, na próxima quarta-feira.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A força do Atlético está em todos nós

Ótima a iniciativa da direção do Atlético, que reuniu presidentes e ex-presidentes do clube numa carta de apoio ao time pela recuperação no Campeonato Brasileiro. Com o título “A força do Atlético está em todos nós”, o documento reúne assinaturas do presidente do Conselho Administrativo do CAP, Marcos Malucelli, e do presidente do Conselho Deliberativo, Gláucio Geara, além de ex-presidentes em outras gestões: Marcus Coelho, Mario Celso Petraglia, Ademir Adur, Nelson Fanaya, Hussen Zraik, José Carlos Farinhaque, Valmor Zimermann, Lauro Rego Barros, Luiz Gonzaga da Motta Ribeiro e José Pacheco Netto. Confira aíntegra do documento, publicado no site oficial do CAP:

"A história nos ensinou - a todos os atleticanos e atleticanas - que nossa trajetória sempre será de luta e determinação, com o nosso sangue forte e guerreiro , de quem tem raça e não teme a própria morte.

Está no nosso hino, é o nosso lema, é a nossa lei. E com esse espírito, toda a nação atleticana sabe que não é próprio do Atlético desistir antes de tentar, antes de lutar bravamente para conquistar seu objetivo.

Essa é a essência do atleticano , transformar querer em poder, numa trajetória que reúne numa mesma sintonia: amor, paixão, vontade, garra e força. Perfil nosso e do nosso Atlético.

Já vivemos momentos difíceis no passado, alguns muito, mas muito mais difíceis do que o atual.

Algumas vezes, críticos e adversários declararam que a nossa situação era irreversível. E contrariando toda e qualquer expectativa, o Atlético superou obstáculos, todas as vezes.

Nunca desistimos, pois nunca faltou ao Atlético a luta movida por esta imensa paixão que temos lá dentro do nosso coração.

Por isso, precisamos todos acreditar e apoiar esta campanha de recuperação neste disputado e competitivo Campeonato Brasileiro.

Temos elenco, temos comissão técnica, temos infraestrutura, temos torcida e, principalmente, temos um foco : manter o Atlético Paranaense na elite do futebol nacional. Com os grandes clubes. Onde sempre estivemos.

Nunca, nestes 87 anos de história, tivemos um clube tão sólido e estruturado como temos agora. Mas não só isso, temos uma alma. A poderosa alma rubro-negra da vitória.

E a vitória é a nossa determinação principal nos próximos jogos que temos pelo Brasileiro.

Nosso elenco atleticano é de qualidade e é guerreiro. Tanto que já provou isso contra adversários fortíssimos, na Arena e fora dela. Já demonstramos nossa força e que a camisa rubro-negra só se veste por amor.

Nunca foi da tradição do nosso querido Atlético Paranaense desistir antecipadamente e a nossa história de superação estimula a todos dentro do clube a lutar.

O Atlético precisa da força da nossa união.


O brado forte nos faz avançar e derrotar quem quer que seja, com o coro poderoso de milhares de vozes rubro-negras , que ecoam a muitos quilômetros de distância do nosso Caldeirão.

Não interessa a política. Não interessa o passado, nem eventuais dificuldades.

Não importa quem você é. Da galera da curva, da reta, da arquibancada superior ou inferior, das torcidas organizadas ou do radinho. O que importa é que somos uma única nação.

E quando defendemos o Atlético Paranaense não há lado, nem há questões e interesses pessoais.

O Atlético está acima disso tudo.

Defendemos o nosso Atlético em todos os momentos, porque o queremos cada vez mais forte e vencedor.

Já temos o clube com as melhores finanças do Brasil, com a mais moderna Arena e um CT exemplar. Breve teremos o Joaquim Américo concluído nos modernos padrões FIFA e a Copa do Mundo em nossa casa.

E temos ainda a mais poderosa força, que é a nossa torcida.

Unida, ela é fortíssima ao ponto de fazer estremecer os adversários. Todos nos respeitam, na Arena e fora dela.

Não podemos ser derrotados por nós mesmos. Se delicado é o momento, certo é o nosso poder de reação, que está concentrado numa enorme corrente positiva de união e de apoio ao nosso time.

Unidos - atletas, comissão técnica, funcionários, presidentes, ex-presidentes, conselheiros, diretores e torcedores - somos muito mais poderosos .

Com todo o orgulho que temos, de ser atleticanos.

Ontem, hoje, amanhã e sempre!

Na bola, no peito e na raça!

Juntos, somos imbatíveis.

Juntos, somos o Furacão.

Pois a camisa rubro-negra só se veste por amor !

Saudações rubro-negras!

Curitiba, 16 de setembro de 2011.

Marcos Malucelli
Presidente Conselho Administrativo
Gestão 2008-2011

Gláucio Geara
Presidente Conselho Deliberativo
Gestão 2008-2011

Marcus Coelho
Gestão 2001

Mario Celso Petraglia
Gestão 1995-1997 | 2002-2003

Ademir Adur
Gestão 1997-1998 | 2000

Nelson Fanaya
Gestão 1999

Hussen Zraik
Gestão 1994-1995

José Carlos Farinhaque
Gestão 1990-1993

Valmor Zimermann
Gestão 1984-1985 | 1988-1989

Lauro Rego Barros
Gestão 1972-1973

Luiz Gonzaga da Motta Ribeiro
Gestão 1967

José Pacheco Netto
Gestão 1963-1964"

Só para os cascudos

Quem não embarcar no camburão do Lopes, bom atleticano não é.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Momentos de inspiração

Enquanto o escrete rubro-negro segue enfurnado no CT do Caju, o Blog da Baixada indica alguns filmes para a rapaziada curtir os momentos de folga dos treinamentos. Mas nada de peças homoeróticas como 300 de Esparta pra invocar toda aquela besteirada de “time de guerreiros”. Abaixo, películas realmente inspiradoras.

Rocky 3

Após a derrota de Apollo Creed para o soviético Ivan Drago, os Estados Unidos se vêem ameaçados de rebaixamento da condição de nação número 1 do boxe mundial. É quando o Garanhão Italiano volta aos ringues, diante de um adversário aparentemente invencível.


O Poderoso Chefão

Os narcóticos invadem Nova York e ameaçam o poder dos Corleone no mundo paralelo da máfia italiana. Ante um futuro sinistro, e contando ainda com a morte de Don Vito, o caçula Michael é alçado ao posto principal da famiglia com a missão de evitar o rebaixamento.


The Warriors

Cyrus, líder de uma gangue proeminente de Nova York, é assassinado durante uma convenção de grupos marginais no Bronx. A culpa recai, injustamente, sobre os Warriors, de Coney Island. Uma perseguição se inicia e eles se lançam na fuga para evitar o rebaixamento.


ET, o extraterrestre

Conta a história de Elliot, um menino que encontra um alienígena. Uma grande amizade nasce entre eles, e o garoto acaba envolvido na luta para salvar ET do rebaixamento, em virtude das investidas do governo americano, que tenta capturar a criatura para fins de estudos científicos.



Desejo de Matar

Paul Kersey é um arquiteto que tem a esposa assassinada e a filha estuprada. Para evitar o rebaixamento da sociedade americana, degenerada pela bandidagem, o pacífico Kersey acaba assumindo a persona de um misterioso e frio vingador urbano.

O cronograma

Do Blog do Zé Beto:

Mario Celso Petraglia disse hoje, em entrevista gravada para o programa “Entrevista Coletiva”, da TV Band Curitiba, que vai ao ar domingo às 07h30, que as obras do estádio Joaquim Américo começam em outubro e terminam em dezembro de 2012. A festa da inauguração acontecerá nos dias 26 a 29 de março de 2013, ou seja, aproveitando os aniversários do clube e da cidade. Este calendário leva em consideração a possibilidade de ali serem realizados jogos da Copa das Confederações. O Atlético vai jogar em seu campo até o dia 4 de dezembro deste ano, quando enfrenta o Coritiba. No ano que vem provavelmente vai utilizar o estádio Couto Pereira – isso se Petraglia for eleito presidente no final do ano.

Vida de Torcedor, por Cristovão Tezza

Se disputasse um campeonato entre os maiores escritores vivos do Brasil, Cristóvão Tezza seria, sem exagero, um G4. Um livro como "O filho eterno", de 2008, tornou-se um clássico instantâneo e rendeu-lhe vários prêmios nacionais e internacionais. Além de uma justa homenagem da diretoria do Furacão, antes de um jogo contra o Vitória, já que o Atlético é, ao lado dele e de seu filho Felipe, protagonista da história. Há algum tempo, Tezza assina uma crônica na Gazeta do Povo às terças-feiras. Além de falar de temas mundanos como a vida, a morte, a literatura e a política, lá o grande escriba sempre se dedica a seu assunto preferido: o Clube Atlético Paranaense. Nos enche de orgulho - este nome da primeira divisão de nossas letras, enquanto encara os perrengues de seu trampo vive, como todos nós, pensando o tempo todo no Trétis. Ele também acredita na nossa recuperação no campeonato. Confiram, os que ainda não leram, a última coluna deste guerrilheiro:
Vida de Torcedor
Como já estou me tornando um velho ranzinza, cada vez mais gosto menos de sair de casa. Penso em recusar convites só pelo prazer de ficar no sofá da sala, colando figurinhas no álbum doCampeonato Brasileiro e lendo o caderno de esportes, pensando todos os dias numa solução milagrosa para o Atlético não cair para a série B. Meu filho Felipe sempre tem soluções mágicas, que ele propõe do nada estalando os dedos: “E que tal se a gente contratasse o Ronaldinho Gaúcho? Ideia boa?” Tudo em nome de uma imaginária irmandade rubro-negra, que reuniria o nosso Atlético cheio de glórias, o goianense, o Sport de Recife, o Flamengo, o Milan da Itália e, pegando uma carona, até o Internacional, que tem camisa vermelha. Bem, se jogando o que joga o Ronaldinho não está conseguindo dar jeito no Flamengo, não sei como ele se sairia por aqui. Mas não desanimo o Felipe, e garanto com fé: “Fique tranquilo que a gente vai conseguir com o nosso plantel mesmo!"

A partida contra o Palmeiras eu não vi, engarrafado na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Havia tanta gente que às três da tarde tiveram de fechar o estacionamento. Mais tarde, faltou água e o sistema de cartão de crédito caiu. Diziam os especialistas que, pela primeira vez, montar um estande na Bienal deu lucro de fato, com aquelas filas imensas diante dos caixas. Eu esperava o pior. Para o Atlético, é claro, que andava meio pessimista, não para a Bienal. Participei de um ótimo café literário com Adriana Lisboa e Luiz Ruffato, falando justamente sobre “vida de escritor”, e por um ato falho quase me referi à vida de torcedor. Bem, vida de escritor, para mim, tem sido pular de um hotel para outro. E quando finalmente saí da Bienal para jantar, mal aproveitei o badejo grelhado, remoendo-me sobre como andaria a partida – não transmitiam o jogo no restaurante.
No hotel, soube do empate e fiquei tranquilo. Grandes esperanças. Se o time levou um gol e reagiu, e levou outro e reagiu de novo, não está morto. E com um jogador a menos. A recuperação do Atlético – sonho com uma manchete futura – será o fato mais sensacional do ano. Já estou com a crônica prontinha na minha cabeça, mas não escrevo agora para não dar azar. Dali fui a São Paulo, onde participei de um evento chamado muito a propósito “Encontros de Inter­­rogação”, debatendo produção literária contemporânea. E participei de uma série de entrevistas sobre personagens brasileiros, comentando o vampiro de Curitiba, o imortal Nelsinho de Dalton Trevisan.
De novo em casa, tive a alegria de ver a vitória do Atlético, em que Guerrón renasceu das cinzas e, mesmo com um a mais e uma pressão sem fim, o Flamengo só conseguiu um gol ajeitado com a mão. A vida continua: esta semana tem uma grande Semana Literária na Santos Andrade, com Feira de Livros e encontros com escritores de manhã e à noite. E, domingo, enfrentamos o Figueirense.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Isto é Atlético!


Meus amigos, vocês manjam aquele documentário clássico chamado "Isto é Pelé"? Pois a vitória do Trétis ontem, 2 a 1 contra o Flamengo, valeria outro filme, batizado na mesma onda: "Isto é Atlético".

Sempre foi assim. Sempre será. Quando todos os artifícios parecem esgotados, eis que Marcelo Araxá se lança ao solo, chifra a bola, estufa a tanga da coxarada e torna-se imortal: O TATU ARTILHEIRO DA BAIXADA.

Será que agora deu para entender?

Estamos ainda muito longe do objetivo final, claro. O caminho é dificílimo. E não fomos bem no Rio de Janeiro. Muito atrás, com pouca articulação no meio, Rodriguinho e Adaílton péssimos, e um fim de jogo sofrido sem nenhum atacante em campo!

Mas mostramos o principal: VONTADE. E, para o momento, isso é quase tudo o que precisamos.

Gana personificada por Guerrón. Não fosse pelo equatoriano e os quatro pontos das últimas duas rodadas não teriam vindo. E, pelas entrevistas que tem dado, El Dinamita parece mesmo profundamente comprometido com a causa atleticana.

Torço muito para que ele dê certo no Furacão, mesmo considerando as muitas vaciladas que o mesmo já deu. Guerrón, ou melhor, Guerrão, é talhado para ser um ídolo genuinamente atleticano: um black capaz de golos fantásticos e, na mesma medida, sempre metido nas mais loucas (e irritantes) aventuras.

Recuperação que é mérito do Pato Velho, responsável por salvar o lépido avante da marginalidade. E que coisa linda foi ver o Alemãozinho chorando em campo após ter marcado seu primeiro gol como profissional.

Mudando um pouco o prumo, volto ao post "O Atlético não é para os fracos" e fico a pensar como estão os popôzinhos de veludo após a vitória épica de ontem. Querem voltar para o barco do Furacão? Pretendem abraçar a campanha para vencermos o Figueirense no próximo domingo?

Pois que fiquem nadando no sofá de casa, pra ver se o esforço apaga a vergonha da deserção no momento em que o clube mais precisa de seu torcedor.

E, repito: RUBRO-NEGRO É QUEM TEM RAÇA, E NÃO TEME A PRÓPRIA MORTE.

No domingo, enquanto eu estarei apoiando o Atlético, quero ver todo mundo que já tinha desistido (com 15 rodadas de antecedência!) passeando no Parque Barigui, comendo pipoca na Praça Osório, enfurnado num dos muitos shoppings da capital do meu Paranã. Levem as vibrações negativas de vocês para bem longe do Estádio Joaquim Américo.

Finalmente, ainda falando para os que insistem em gorar o Atlético, parem com esse papo de "jogadores mercenários". Ora, ora, quanta ingenuidade, hein? Sem delongas, o mercenarismo no futebol existe desde a invenção da bola, ok?

E vocês querem gols? Então toma...


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Uma chance a menos

Povão se revoltou com a safadeza do árbitro Marcelo de Lima Henrique, aquele larápio.
(Foto Franklin de Freitas - Bem Paraná)
Da Furacao.com:
O Atlético empatou por 2 a 2 com o Palmeiras na Arena da Baixada. Guerrón e Marcinho marcaram os gols do Furacão.


O Furacão começou a partida com um time bem diferente do que vinha jogando. A partida começou equilibrada, mas logo aos oito minutos o Palmeiras saiu na frente. Ninguém marcou Kléber, que cruzou para Henrique marcar de cabeça. O time rubro-negro pressionou para buscar o empate e conseguiu aos 34 minutos. Em cobrança de escanteio, Guerrón de cabeça empatou a partida.

Logo após o gol do Furacão, apareceu um integrante de destaque na partida: o árbitro carioca Marcelo de Lima Henrique. Com um longo histórico de lances que prejudicaram o Atlético, o árbitro mostrou amarelo para o capitão Cléber. Devido à péssima arbitragem, Cléber aplaudiu ironicamente e recebeu em seguida o cartão vermelho. O primeiro tempo acabou em empate por 1 a 1.

Antonio Lopes não realizou alterações no intervalo. Com um jogador a mais, o Palmeiras começou o segundo tempo pressionando o Atlético. O Palmeiras chegou aos segundo gol aos sete minutos. Na cobrança de escanteio, Renan Rocha deu rebote e Fernandão marcou.

O jogo não parecia ter outro resultado senão a vitória palmeirense. Mas na base da raça, o Furacão chegou ao empate aos 25 minutos. Guerrón, que teve grande atuação, recebeu lançamento e foi parado pelo goleiro Marcos. Em lance claro para expulsão do goleiro, o árbitro preferiu advertir o goleiro apenas com cartão amarelo. Marcinho cobrou e converteu. Marcelo de Lima Henrique continuou irritando a torcida atleticana com inversão de faltas até o fim da partida. Sem grandes chances de gol para ambas as equipes, o jogo terminou empatado em 2 a 2.

O Atlético voltará a jogar no próximo domingo contra o Flamengo, em Macaé.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O Atlético não é para os fracos

Força, Furacão! O povão está contigo!
Nos últimos dias, especialmente após a derrota atordoante para o Grêmio, vejo vários atleticanos por aí largando mão. "Entreguei os bétes", "não vou mais", "não acredito", são algumas das frases reclamadas pela rapaziada.

Beleza, eu sei. São muitos os motivos para sentir o golpe. Do jeito que a coisa tá, o futuro parece sinistro.

Mas... PERAÍ!

Quer dizer então que, depois de tudo o que já vivemos em mais de 87 anos de história, tem gente pulando do barco com 17 partidas por vir?

Pra essa turminha leite com pêra, bundinha de veludo, torcedor de pay-per-view, pra vocês que ficam dando chilique em rede social ou apavorando em comentário de blog com o popôzinho sentado na frente do computador, digo o seguinte...

O TRÉTIS NUNCA FOI PARA OS FRACOS.

Pergunto... vocês cantaram o hino no Atletiba da Páscoa de 1995? Foram nos sapecas sobre o Cascavel e o Paraná em 1993? O que sentiram quando o Berg pôs os Coxas em vantagem, em 1990? E na expulsão do Alan Bahia em 2005, contra o Santos, na Libertadores? Quando o Fluminense abriu o placar em 2001, temeram pelo pior?

Eu estou muito enganado ou o nosso hino versa "RUBRO-NEGRO É QUEM TEM RAÇA/ E NÃO TEME A PRÓPRIA MORTE"?

Assim sendo, se alguns auto-intitulados "atleticanos" pretendem ficar em casa com medo da chuvinha... que fiquem! E, de preferência, não voltem jamais. Não farão falta. Nunca fizeram. São mesmo poucos os que sempre acompanharam o Rubro-Negro. Nas dificuldades, tempos de Pinheirão à noite, lembro do rosto da maioria.

E não estou falando só do jogo do Palmeiras. A corrente pra frente, pelo menos da minha parte, vale para todos os confrontos que virão. Se a vitória insistir em não vir amanhã, vamos em frente! E assim será, mesmo que o pior aconteça. Se você acha que os jogadores não estão fazendo a parte deles, FAÇA A SUA!

Viva Julio Pepicelli! Viva Alex Lopes! Viva Cocito! Viva Reginaldo Cachorrão! Viva Deivid! Viva Adriano Gabiru! Viva Gustavo! Viva Marcão! Viva Valdir! Viva Zanetti! Viva Déti! Eles NUNCA deixaram o Furacão sozinho na enrascada.

Obs para os mais "fracos de mentalidade": Não se trata de um "post político". Não me interessa quem é o presidente, o diretor, o técnico, ou até mesmo os jogadores. Também não fecho os olhos para os problemas que, infelizmente, são muitos. O assunto em questão é o ATLÉTICO. E só.

A Era Fransérgio

A reincidência lembra a de certas doenças venéreas. O sujeito crente que sanou o problema, à base de ingestão pesada de antibióticos. Porém, basta uma noite de gandaia para baixar a imunidade e então reaparecerem as oportunistas e desagradáveis surpresas. Assim também é Fransérgio. Tal qual os gonococos e as “cristas de galo". Entra técnico e sai técnico no Caju – neste ano já foram seis– todos tem um primeiro momento de deslumbramento com o nosso coringa ( ou mico?).

Dá até pra imaginar a cena. O novo professor assume, dá entrevista prometendo mudança, coloca o agasalho e o boné do CAP e vai ministrar o primeiro trabalho. O preparador físico da vez coloca o grupo para correr. Os olhos do professor logo recaem sobre aquele piazão, alto, trotando no fim da fila. “Quem é aquele compridão ali?”, o professor pergunta. Súbito, a cagada está feita. Na próxima quarta ou domingo estará lá o Fransérgio em campo. Geralmente é jogo decisivo. Arrisco a dizer que nos últimos dois anos foi o jogador que mais jogou o Atletiba. O resultado é esse que todos sabemos.

O que nós torcedores também sabemos é que Fransérgio vai mal no meio campo, pois não tem vibração, nem técnica para jogar ali. Vai terrivelmente mal na defesa de três zagueiros pois é lento e ingênuo para jogar na zaga. E agora virou folclore depois que o gaúcho usou-o no ataque (o que se deu mais para justificar o golpe que RG veio nos aplicar). Um colega de arquibancada fez a observação tragicômica: “No ataque ele foi melhor pois praticamente não pegou na bola e, portanto, não comprometeu”.

Não que eu queira eleger o piá como o culpado pela caos e anarquia do Atlético nestes últimos tempos. Pobre Fransérgio, também uma vitima, como todos nós. Se a coisa tivesse bem organizada no velho Furacão, quero crer, ele já estaria emprestado ao Criciúma ou ao Americana, encarando um banco de reservas. E daqui alguns anos apareceria com destaque num time do interior do Paraná. E até seria bem capaz de fazer um gol contra nós, como outros meia-bocas engordados no Caju já fizeram. O que não dá mais pra aceitar é que ele apareça jogando sempre como aconteceu domingo e sempre na cena do crime. Pois é no trote sonso de Fransérgio que seguimos na desabalada carreira em direção ao buraco. Saudades da gonorréia.

domingo, 4 de setembro de 2011

Ultrajante

Da Furacao.com:
Perdido em campo e com uma defesa completamente desentrosada, o Atlético não conseguiu segurar o Grêmio, em Porto Alegre, na reestreia do treinador Antonio Lopes e foi goleado por 4 a 0, com os gols gremistas marcados por Escudero e André Lima (três vezes). Com a 11ª derrota neste Brasileirão, o Furacão segue na 19ª posição, com 18 pontos, cada vez mais afundado na zona de rebaixamento.

Adotando o esquema 3-5-2, com o volante Fransergio fazendo o papel de terceiro zagueiro, o treinador Antonio Lopes tentou montar um Atlético bem postado defensivamente, mas sofreu com a falta de entrosamento do setor. Sem criatividade no meio de campo, o rubro-negro não conseguia manter a posse de bola, dando muitos espaços para o Grêmio chegar com perigo no gol de Renan Rocha. Aos 19 minutos, após um ataque equivocado, o Furacão deu o contra-ataque para os gaúchos, que não perderam a oportunidade balançaram a rede atleticana com o meia Escudero.

Após a abertura do placar, o Grêmio se acomodou na partida e abriu espaços para os avanços atleticanos. Mesmo com a posse de bola, o Atlético não levava perigo para o tricolor gaúcho, sofrendo muito com a falta de inspiração dos homens do meio de campo. Sem muito esforço, atacando como e quando quis, o Grêmio chegou ao segundo gol aos 32 minutos, com o atacante André Lima aproveitando uma boa troca de passes e mais uma bobeira da defesa atleticana.

Mesmo precisando desesperadamente da vitória, o Furacão chegava pouco ao gol do goleiro Victor, levando pouco perigo para o arqueiro gaúcho. Sem correr riscos, o Grêmio apenas segurou a partida, tocando pacientemente a bola e esperando a apito final do árbitro Sálvio Spínola Fagundes Filho.

Segundo tempo: goleada consumada

Com o atacante Edgar no lugar do meia Madson, o Atlético voltou para a segunda etapa mais organizado taticamente, tocando a bola com mais tranquilidade e velocidade. Mesmo com o domínio inicial, o rubro-negro continuava sem força ofensiva e, consequentemente, não conseguia arrematar contra a meta do goleiro tricolor.

Assim como no primeiro tempo, o Grêmio só administrava a partida quando, aos 15 minutos, aproveitou uma bola espirrada pela defesa atleticana para marcar o terceiro gol do jogo, mais uma vez com o atacante André Lima. No desespero e perdendo por 3 x 0, o treinador Antonio Lopes tirou o lateral Wagner Diniz e colocou o atacante equatoriano Guerrón. A alteração surtiu efeito contrário e em sua primeira participação no jogo, aos 21 minutos, o equatoriano cometeu um pênalti no atacante André Lima, que cobrou e balançou a rede atleticana pela quarta vez.

Com a goleada definida, a equipe gaúcha segurou o jogo, administrando o placar sem correr riscos. Tentando arrumar os problemas no meio de campo, Antonio Lopes tirou o meia Marcinho, aos 33 minutos, e colocou o volante Wendel. Já o Grêmio seguia dono da partida, trocando passes com tranquilidade até o final do jogo.

Com a derrota em Porto Alegre, o Furacão completa quatro jogos sem vitórias, segue na zona de rebaixamento e na próxima quarta-feira, dia 07 de setembro, tentará a recuperação na partida contra o Palmeiras, na Arena.
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A derrota para o Grêmio neste domingo foi humilhante e ultrajante. Assim com o foi ultrajante ver pela TV alguns jogadores do Atlético deixarem o gramado com um sorriso no rosto e cumprimentando os gaymistas aos abraços. Tem neguinho precisando tomar vergonha na cara! Sequer respeitam o sentimento da torcida. E agora que se desdobrem em dez, porque o Atlético tem que vencer todas as nove partidas que fará na Baixada neste segundo turno, e ainda beliscar alguns pontinhos fora, pra se safar do rebaixamento.
Senão, do jeito que a coisa está, o calvário este ano talvez nem dure até a última rodada...

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Tá nas mãos do Delega!




Antônio Lopes de volta à Baixada para substituir Renato Gaúcho, com o seu meião por cima do training, boné e óculos com visão âmbar. Quem quiser pular do barco, que pule. Eu não tenho dúvida nenhuma. Vou até o fim com o Delega. E que São Ziquita nos ilumine!

Abaixo, alguns posts sobre o Pato Velho, um dos personagens preferidos da casa:

O homem que revelou o Delegado

Sob as graças do Delega
Fulminante

Valeu, Delega!

Desalmado

Vislumbrávamos, os atleticanos, o início do returno como um renascimento. Já era hora de esquecer o que passou e recomeçar. Afinal, sob a batuta de Renato Gaúcho o desempenho no Brasileirão não era dos piores. E, afinal de contas, nos últimos anos o segundo turno sempre representou a renascença do Furacão.
Pobres de nós. Pobres coitados. Incorrigíveis otimistas e esperançosos. Mal sabíamos que a maldição do primeiro turno ainda rondava a Baixada.
Estranhamente, o time entrou em campo contra as galinhas mineiras sem qualquer ímpeto. Sem graça. Sem charme. Sem vontade. Sem vida. Galinhas pretas malditas; galinhas de macumba. Desgraçadas que nos tiraram seis preciosos pontos neste campeonato sofrido.
Derrotas são sempre lamentadas, independente de qual colocação o time esteja. Mas ver o Atlético jogar como um time-zumbi, dentro do próprio Caldeirão, isso sim é dolorido.
Não derramo uma lágrima por esta derrota - mais uma, dentre tantas desta minha vida de atleticano.
Mas sofro por ter visto um time sem alma. E muito antes de chegar a meia-noite.


Bruxa maldita, larga a Caveira!