quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Dia de grandes ídolos

O que há em comum entre Jackson do Nascimento, Thiago Cocito e Paulo Leminski? Além de serem grandes atleticanos, todos nasceram no dia 24 de agosto.
O Furacão bem que poderia presenteá-los com duas vitórias nesta semana.
Já o Blog da Baixada os homenageia assim, modestamente, relembrando um pouco das histórias destes nobres rubro-negros:
SR. ATLÉTICO
Nunca o vi jogar, mas os feitos dos grandes ídolos sobrevivem a tudo - inclusive ao tempo. Jackson do Nascimento nasceu no mesmo ano em que o Atlético surgiu e quis o destino que seus caminhos se cruzassem alguns anos mais à frente. "O Atlético nasceu para me esperar", disse ele certa vez, em entrevista à Furacao.com.
Jackson é um dos maiores jogadores da história do Atlético, capitão do time de 1949, considerado até hoje a melhor formação do futebol paranaense de todos os tempos. Chegou ao clube logo aos 15 anos, afastou-se por conta de uma doença e retornoui em 1942, como juvenil. Profissionalizou-se em 1944 e jogou até 1949, quando foi um dos principais nomes do escrete que deu origem ao apelido de Furacão. Depois de uma passagem pelo futebol paulista, voltou a vestir a camisa rubro-negra e foi o principal artilheiro do Paranaense de 53, com 21 gols. Encerrou a carreira profissional em 54. Mas, apesar de pendurar as chuteiras, continuou sempre atleticano e pode sempre ser visto acompanhando os jogos no camarote do clube na Baixada. "Tem duas coisas que eu não admito em minha vida: mexer com a minha moral e falar mal do Atlético".
Ao grande Jackson do Nascimento, os nossos votos de felicidade e longa vida.

SR. RAÇA
Thiago Cocito, por sua vez, é um ídolo da nova geração. E conseguiiu uma façanha: conquistou uma legião de fãs mesmo não sendo um atacante artilheiro ou um meia de técnica apurada; conseguiu admiradores por conta da raça e da dedicação com que sempre vestiu a camisa rubro-negra. É o Rei do Chambão: com ele não havia bola perdida e nem adversário que não pudesse ser marcado.
Cocito continua sendo unanimidade entre os torcedores atleticanos quando o assunto é determinação, raça e dedicação. Em duas passagens pelo Atlético, fez parte de uma "geração de ouro" e conquistou nada menos do que oito títulos: Seletiva para a Libertadores de 99; Copa Paraná de 2000, cinco Campeonatos Paranaenses (1998, 2000, 2001, 2002 e 2005) e o Campeonato Brasileiro de 2001. Único jogador que atuou nas três edições da Copa Libertadores em que o Atlético esteve presente. Tal currículo me fez elegê-lo para a mninha seleção do Melhor Atlético de Todos os Tempos.
Momento inesquecível de sua carreira? Elejo dois: o tijolaço que enfiou na gaveta dos coxas naquele 4 a 1 pela Seletiva da Libertadores e a inesquecível partida contra o Santos de Robinho pela Libertadores de 2005, na Baixada. Cenas inesquecíveis que estarão sempre coladas na retina deste atleticano.
Ao grande Thiago Cocito, os nossos votos de felicidade e longa vida.

O GRANDE POETA

O Poeta Maldito de Curitiba só poderia ser atleticano. Um atleticano nobre. Um lorde, que chegou a homenagear os coxas pela conquista de seu título brasileiro sem qualquer ponta de rancor no coração.Filho de pai polaco e mãe negra, é dono de uma extensa e relevante obra. Gostava mesmo era dos poemas curtos, breves, cortantes. Haicais.
Paulo Leminski ostentava no peito um coração rubro-negro.
Morreu em 7 de junho de 1989, em consequência do agravamento de uma cirrose hepática.
Mas deixou para nós, pobres mortais, uma diversidade fantástica de livros, poemas, músicas. Esses, imortais.
Sua paixão pelo Furacão era na medida certa. "Não fosse isto e era menos / Não fosse tanto e era quase".
Ao grande Paulo Leminski, o nosso muito obrigado.

5 comentários:

Rubro-negro Bocaiuva disse...

Parabéns a todos esses ídolos pelo aniversário e por tudo que fez pelo furacão.

E temos outro ídolo que não marcou nenhum gol e não fez nenhuma defesa mas é um grande Atleticano (nos dois sentidos hehehe...) que esta passando por um momento complicado e desejo que você se recupere o mais rapido possivel.

Bolinha pode contar que toda a nação rubro-negra está com você!

CAVEIRAHHH DE TOLEDO-PR disse...

Todos grandes ídolos.

Mas hoje o dia é de rezar por Bolinha.

Muito novo para partir...

Bolinha tem muito pique a dar ainda.

Vários técnicos, presidentes e jogadores passaram e Bolinha sempre continuou. E ídolo.

Espero e rezo para que saia desta. Bolinha tem ainda um livro a escrever de tudo o que já vivenciou no Atlético.

Força Bolinha!

Milene Szaikowski disse...

Guerrilheiro, o capitão do Furacão era o Nilo Biazetto!

Parabéns aos grandes atleticanos que aniversariam hoje, Jackson, Cocito e ao meu irmão Marlon que privilegiado nasceu no mesmo dia de outros grandes atleticanos.

Abraços,
Mylla

GUERRILHEIRO DA BAIXADA disse...

Opa, valeu Mylla e parabens ao Marlon

Luiz Andrade disse...

3 imortais.