segunda-feira, 30 de maio de 2011

Lições

Meus amigos... que zica!

Quando não é a diretoria, quando não é o Pezão, vai lá um zagueirão nosso e mete pra dentro do barbante. Vale inscrever no Guiness Book: "dois gols contra bizarros em dois meses e 14 dias". Primeiro foi o Bruno Costa, contra o Paranavaí, pelo Paranaense. Desta vez, o Rafael Santos foi lá e fez uma camaradagem com o fraquíssimo Grêmio.

Será que agora deu para entender que NÃO SE ATRASA BOLA PARA O GOLEIRO NA DIREÇÃO DO GOL???

Sim, porque pelo jeito a primeira lição passou batida. Aliás, lembro que na época o site do Atlético omitiou a papagaiada do Costa no compacto do jogo. Dá nisso. Para se combater a dificuldade, é preciso admitir a existência dela.

A propósito, espero que o Adilson também tenha deixado a partida cheio de lições. Entre elas, que o time que terminou o embate é a nossa escalação ideal, apenas com a troca do folclórico Guerron por Adaílton.

Nada mais do que o óbvio ululante!

Qualquer coisa fora disso eu já vou dando baixa no Pezão. O que seria uma decepção tremenda. Vocês lembram bem, como saudamos com entusiasmo a contratação dele aqui no blog. Ídolo como jogador, técnico de primeira linha.

Mas tantos têm sido os equívocos por parte da comissão técnica que podemos até livrar a cara da diretoria do fracasso na largada. Erros e mais erros foram cometidos, mas hoje temos um elenco pelo menos razoável. Há peças para a montagem de um time decente. No entanto...

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Compromisso no domingo

Meus amigos, a segunda parte do post Guia Reginaldo Cachorrão de Camisas Retrôs do Atlético já tá na mão. Fica para a semana que vem. Tratemos do jogo do Grêmio, assunto bem mais urgente.

Jogo domingo, às 16 horas, dia e horário clássicos do futebol. Não há motivos para não ir. A competição está apenas começando e, pelo jeito, o Pezão parece estar se convencendo do óbvio: em casa, não há outra alternativa que não atuar com dois atacantes.

É o que diz a matéria da Furacão.com reproduzida abaixo:

"Mesmo ainda não definindo o time titular que enfrenta o Grêmio domingo, na Arena da Baixada, o técnico Adilson Batista deu pistas sobre a equipe que estará em campo frente ao tricolor gaúcho.

No treino realizado na manhã desta sexta-feira, no CT do Caju, o ataque atleticano foi formado por Adaílton e Guerrón. Paulinho foi mantido na lateral-esquerda e o meio foi formado por Deivid, Marcelo Oliveira, Cleber Santana e Paulo Baier.

O volante Paulo Roberto torceu o tornozelo durante o treinamento realizado na quarta-feira e é desfalque para a partida. Sendo assim, a provável escalação da equipe rubro-negra deve ser composta por: Renan Rocha, Rômulo, Manoel, Rafael Santos, Paulinho Deivid, Marcelo Oliveira, Cleber Santana, Paulo Baier, Guerrón e Adaílton".

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Guia de Camisas Retrôs do Atlético

Meus amigos...

A situação anda tão braba que nós acabamos deixando de lado o nosso querido Trétis. Devemos reclamar, claro, mas sem esquecer de celebrar o amor pelo clube. Sempre!

Assim sendo, para renovarmos o espírito e, tomara, afastar a nhaca, o Blog da Baixada orgulhosamente apresenta o Guia Reginaldo Cachorrão de Camisas Retrôs do Atlético.

Você deve estar se perguntando: "qual a relação do Reginaldo com o tema?". Nenhuma. Trata-se apenas de uma homenagem ao saudoso beque que, entre muitas outras qualidades, era "driblado mas não deixava cruzar".

Virou sensação recuperar e trajar as peitas que num passado recente eram limpavam o chão, aqueciam os animaizinhos de estimação ou "agraciavam" o moleque da empregada.

Quem guardou as originais, mesmo foras de moda, mandou muito bem. E quem perdeu, tem a chance de pimpar o visual com os relançamentos.

Iniciemos o tratado pelas peças lançadas no seio do clube, a maioria produzida pela Umbro. De uma forma geral, experiências bem-sucedidas, exceto por algum detalhe capaz de incomodar apenas os puristas. Num próximo post, tratarei das camisas, digamos, extra-oficiais.

Aniversário de 80 anos

Veio ao mundo por conta do aniversário de 80 anos do Trétis, em 2004. Lançada em uma belíssima caixa temática, acompanhada de uma camisa toda preta (aquela com duas faixas vermelhas cortando, no sentido vertical, o símbolo bordado no peito). É uma homenagem aos mantos da década de 40, com menção especial, claro, ao Furacão de 49.

Detalhe para o símbolo da Umbro, também à moda antiga, e para os cordões na gola. O único defeito é o número 10 na frente, uma exigência moderna dos bobalhões da Fifa.

Lembro que deixei para adquirir depois e quase fiquei sem. Por sorte, São Ziquita atendeu minhas orações e eu encontrei o produto numa loja do Mueller. Hoje, só na mão dos colecionadores.

1983

Não sei ao certo quando a peça foi lançada. Artigo de primeiríssima linha, feito em algodão, memória do timaço de Assis e Washington, o célebre Casal 20. Há três ressalvas. A primeira quanto ao símbolo, um pouco menor que o original. Outra é a ausência do número no costado, algo que camisa de jogo não pode prescindir. E, por fim, a inscrição 1982 nas costas, quando o certo é um ano depois.

Quem não comprou, como eu, pode encontrar nas melhores lojar virtuais por mais ou menos 100 cru-crus, como na Só Futebol Brasil. Na Arena Store não achei.

Título de 88

Camisa produzida para o aniversário de 85 anos do Atlético, em 2009. É uma homenagem ao excepcional título de 1988, de Carlinhos Sabiá, Fiodermundo Marolla Júnior, Adílson Batista, Manguinha, entre outros ícones, como o ponta-sarará Serginho Mico.

Ao contrário das citadas anteriormente, esta caprichou nos detalhes. Até o tecido é parecido com o algodão pesado da época, capaz de emagrecer até o mais porpeta dos jogadores num dia de sol. O CAP ficou caprichado também, assim como o número nas costas, no estilo original.

É possível encontrá-la na loja dentro da Arena.

Ziquita

Taí uma das melhores ideias de todos os tempos: um manto para homenagear São Ziquita. Lançada em 2009, surgiu pela primeira vez na comemoração do título estadual.

Não vou me ater aos detalhes comparativos com a original, pois desta feita é mais uma releitura do que uma réplica. Mesmo assim, há o requinte de imitar o tecido estilo crochê utilizado lá em 1978, ano em que o negrão parrudo e trombador fez tudo ficar infinito.

Se você vacilou e não dispõe da armadura de São Ziquita, agora só no hostil e desalmado mercado paralelo.

87 anos

Novamente, uma peita com ares de anos 40. É o mais recente lançamento, por conta do aniversário de 87 anos. E como no caso anterior, tem somente inspiração retrô. O detalhe dourado bordado em torno do símbolo dá um grau na peça, assim como o CAP em relevo. Outro destaque é a gola, caprichadíssima.

À venda nas melhores casas do ramo.

Furacão de 1949

Incluo esta entre as oficiais por ser um produto licenciado pelo Rubro-Negro. Dentre as homenagens ao nababesco time de Jackson e Cireno, talvez seja a réplica mais fiel. A lamentar a ausência do número nas costas.

Produto de primeira qualidade, produzido pela Liga Retrô e vendido no site da marca por 109 cru-crus. Também está disponível nas loja da Arena. Não possuo, mas um dia possuirei.

Mix da antiga


O Rafa Rosado lembrou nos comentários e taí acima uma peça que faltou. Na minha avaliação, trata-se de um mix de referências de antigamente. Listras grossas na horizontal e, o mais legal, o escudo antigo do Atlético bordado, exclusividade do modelo

É mais uma camisa de passeio do que de jogo, mas tem o seu valor. É possível encontrá-la no site Só Futebol Brasil, por 139 cru-crus.


Obs: caso alguma peça tenha sido esquecida, lembre nos comentários!

Obs: obrigado Rafa Rosado e Mylla pelos reparos no post.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Lista de dispensa II

Sérgio Soares, Leandro Niehues, Geninho e Adílson Batista. Quatro técnicos em 2011. Se não bastasse, alcançamos agora a segunda lista de dispensa da temporada. Deixam o Furacão o goleiro Edson; os zagueiros Gabriel, Hugo Alcântara, Flávio e Dalton; os meias Gabriel Pimba e Jenison; o volante Guilherme Batata e o lateral-esquerda Héracles. Sobrou até para os pratas-da-casa.

Mais um atestado de incompetência assinado pela diretoria. Afinal, para a maioria dos jogadores acima listados é óbvio o motivo da demissão. O difícil mesmo, para os dirigentes, será responder a seguinte pergunta: por que vieram?

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Peçanha manda a real

Nosso chapa e colaborador Peçanha que por conta de uma longa viagem de negócios andava sumido, mandou-nos um e-mail hoje de manhã. Assustado com o que viu no sábado, o Peça que é meio doidão e desbocado fez uma análise que desancou tudo mundo que apita algo no Furacão. Não concordo com algumas coisas e acho que ainda é momento de as coisas se acertarem por bem. Porém, não dá pra tirar a razão dele em alguns pontos. Fala aí Peçanha:

“Guerrilheiro, você sabe como a coisa se desenrola: o ponta esquerda começa a beber demais, o goleiro reserva não fala com o titular, as divididas começam a machucar nos recreativos, alguém do meio de campo fala para a imprensa que “todo mundo tem que correr”. O diretor de futebol tem então um momento de iluminação: “O ambiente não está bom, é preciso unir o grupo”. Desde os anos noventa virou moda ter um psicológo de plantão para estas inevitáveis crises no futebol. Sem esquecer as churrascadas para lavar a roupa suja.


Porém no caso do nosso Atlético, meu povão rubro-negro, a situação não é tão simples assim.


Não são os boleiros que precisam de ajuda. Parece que todo mundo que exerce cargo de chefia no clube tá mal resolvido na lama e na cabeça .Se dependesse de mim, pajelança e eletrochoque nesta moçada.



A começar pelo presidente que parece um primo punheteiro que eu tenho. Fica horas no banheiro com a playboy nova naquele vai e vém, mas nunca goza. Ele não decide, não toma partido, não caga e não desocupa a moita. Levamos fumo atrás de fumo? Faz parte. A Copa não vai ser aqui? Melhor. O Bolicenho fica/ o Bolicenho sai? Tanto faz. Ele evidentemente não sabe bem o que quer e por isso não tem ideia de como irá conseguir, já que nem imagina como seria. Como diz o outro “quem procura o que não perdeu quando acha não reconhece”. Me parece que o nosso presida tá necessitado de um descarrego ou como se diz hoje em dia “ele precisa se espiritualizar” .Onde é que anda o pai Gerônimo?



Depois tem o caso da nova diretoria de futebol. O nosso ex-ídolo e atual poker star Paulo Rink, sempre com o ar blasée dos que tão pouco se fudendo se a mula está mancando. Parece que ele está sempre pensando algo como “foda-se, qualquer coisa eu pego minha mochila e meu ray-ban e vou pra Vegas onde sou amigo do rei de copas”. Então, eis que vem a boca de cena o nosso ilustre Alfredo Ibiapina. (Quem?????) Dele só sabemos que milita no ramo da segurança privada, um emergente setor da economia atual calcado em aguns pilares como grampos e arapongagem, truculência, paramilitarismo e paranóia. Chegou falando em título. Evidentemente, um delírio aventureiro que soou como uma piada sem graça, uma mentira de politico de baixo clero. Vou mandar comprar no norte uma garrafada- daquelas que trazem o cabra de volta para a real - para a dupla que, convenhamos, não começou bem. Isso sem falar no marketing que nós faz passar vergonha, nem no Carlinhos Neves o preparador físico fantasma.



A situação mais grave é o distúrbio psicótico esquizofrênico tripolar do Adilson Pezão. Se o Brasil fosse um país sério, os paramédicos teriam pego o Adilson depois da entrevista em Minas em que ele justificou a escrota e apática derrota e levado ele para um “lugar mais calmo, para você descansar, é para o teu bem...”



Quem diria que o zagueirão, raçudo, elegante e boa pinta que foi nosso grande ídolo, teria se transformado numa figura ranzina, avarenta, equivocada – sofrendo do fígado como um personagem de Dickens. Vejam só o que ele falou: “Se eu tivesse entrado com o Branquinho, o Mádson ou o Adaílton ( em tese, nossos jogadores mais técnicos e habilidosso) teria sido pior e teríamos levado de seis”. Na boa, se voce acha mesmo isso Pezão, pega o radinho da Clube e sai dessa vida meu filho. Porra , vai embora então.



Me parece que o problema é mais sério e envolve as sinapses cerebrais, vidas passadas e inveja do pênis de seu auxiliar. Num tempo de posse de bola, toques rápidos, resgate do futebol bem jogado , Adílson é obcecado por volantes. Talvez seja a saudade dos tempos de zagueirão, quando ele convivia e se relacionava com vários volantes de todas as cores e taqmanhos ali na cercania da meia lua. Só sei que a inaceitável escalação de sábado ( no Atletiba já foi uma estupidez) e a arrogante e violenta defesa de seus equívocos são sintomas claros que algo vai mal na cabeça do Pezão. Neste pouco tempo na casa ele tem unido o pior do insano mundo do Mário Sérgio, do apatia babaca do Sérgio Soares e das invenciones despropositadas do Carpa.



Os jogadores admitiram que não entenderam o que ele quer. É evidente que ele está louco , mergulhado em um mundo paralelo, ouvindo vozes murmurantes que dizem “volantes ocupam o espaço”, “não deixa chutar”, “coloca o Fransérgio”. Li não sei aonde que o choque elétrico voltou a ser respeitado como tratamento eficaz para distúrbios nervosos. Talvez um pouco de amperagem fizesse bem para o Pezão – já que é triste imaginar como ele ficaria usando um tarja preta destes que deixam o caboclo murcho, com um risinho idiota e falando coisas desconexas. Talvez o caso fosse achar uma psicóloga gostosa para ele poder conversar e tentar se entender melhor. De repente até comer a profissional lhe fizesse retomar o gosto pela vida e pelas coisa simples como o lateral na lateral, dois armadores e dois atacantes. A alegria de sai de um jogo de bola bola com seus parceiros dizendo “ porra , ganhamo destes cars”. Por que humildade para assumir as suas várias cagadas até aqui parece que ele não tem. Será que estou exagerando compadre ou tá todo mundo louco mesmo?”

Começou mal

A festa do Brasileirão começou com o sinal amarelo aceso para o Furacão, já quase querendo passar pro vermelho. Sinceramente, não acreditava numa vitória em Minas Gerais. Mas tampouco imaginava uma derrota da forma como aconteceu.
Em campo, o velho Atlético com sua velha mania de jogar recuado fora de casa.
Um convite aos gols adversários.
E mais um início frustrante de Brasileirão, com o é de praxe.
Agora é vencer o Gaymio no domingo, pra que outra crise de início de campeonato não se instale pelas bandas da Baixada.

sábado, 21 de maio de 2011

A festa começa hoje

Brasileirão é sinônimo de Baixada lotada e muitas vitórias.
É, moçada.Esqueçamo-nos dos fiascos no Paranaense e na Copa do Brasil.
Pois o Furacão começa a disputar hoje a competição mais tesão do país: o Brasileirão 2011.
Na qual o Atlético foi um dos grandes destaques na última década.
Além de ter sido campeão em 2001 e vice em 2004, é o clube com a sétima melhor média na era dos pontos corridos, iniciada em 2003. Deste então, é também um dos únicos sete fodões que nunca caiu nem uma vez sequer para a segundona - os "reis" dos pontos corridos.
Na Furacao.com você pode saber tudo sobre os 20 clubes que disputam a competição.
Hoje o adversário é o Atlético-MG, que terá os desfalques de Guilherme Santos, Renan Oliveira e Mancini.
Já o Rubro-Negro terá a estreia certa do volante Cleber Santana.
Boa sorte ao Furacão e que uma ótima campanha se inicie nesta tarde!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Ajeitando a cozinha

Com as contratações de Cléber Santana, do lateral-esquerdo Marcelo Oliveira e do zagueiro Fabrício, o Atlético pode ajeitar novamente a cozinha, já que a zaga foi o grande destaque do time no Brasileirão do ano passado e com as saídas de Chico e Rhodolfo deixou muito a desejar em 2011. Três boas contratações. O último a acertar foi o zagueiro do Cruzeiro, que era pretendido também pelo Fluminense. Veja na reportagem da Furacao.com:
O zagueiro Fabrício, que já estava acertado com o Fluminense e já tinha até realizado exames no Rio de Janeiro, vai jogar o Campeonato Brasileiro no Atlético. Isto porque o clube mineiro já estava apalavrado com o Furacão e devido à boa relação existente entre ambos, a negociação com o Tricolor carioca acabou não se concretizando.
Segundo o empresário do jogador, Reinaldo Pitta, o Cruzeiro acabou não se entendendo com o Fluminense, o que prejudicou o acerto. O clube carioca tinha ido diretamente no empresário e no próprio jogador, enquanto o Cruzeiro acertava o empréstimo com o Furacão. Vendo as chances do negócio não acontecer, o Atlético cobrou uma posição da Raposa, que prontamente concretizou o negócio, já que as diretorias tem um bom relacionamento para intercâmbio de jogadores. O último que desembarcou na Raposa foi o atacante Wallyson.

O diretor de futebol do Atlético, Alfredo Ibiapina, confirmou a negociação com o zagueiro. Fabrício irá receber cerca de R$ 55 mil do clube paranaense e seu contrato irá até o dia 31 de dezembro deste ano, com prioridade de compra para o Furacão.

Fabrício chega nesta quinta-feira a Curitiba, onde relizará exames médicos e será apresentado de forma oficial. O jogador irá acompanhado do também empresário Rodrigo Pitta.

Ficha técnica

Nome completo: Fabrício Silva Dornellas
Data de nascimento: 20/2/1990
Local de nascimento: Rio de Janeiro (RJ)
Posição: zagueiro
Altura: 1,88m
Peso: 82 kg
Clubes: Flamengo-RJ (2008), Paraná-PR (2008), Hoffenheim-ALE (2009), Palmeiras-SP (2010) e Cruzeiro-MG (2011)

terça-feira, 17 de maio de 2011

Na Vila

Partes da Baixada podem ir para a Vila Capanema durante as obras na Baixada. A informação é da coluna de Augusto Mafuz desta terça-feira:
"Já encaminhada a conclusão da Arena da Baixada (o anúncio será após a reunião do dia 30 de maio em Brasília), já se sabe o destino das suas cobertura, cadeiras e da grama: Estádio Durival de Brito e Silva, a Vila Capanema, onde o Atlético mandará por dois anos os seus jogos.

Vem aí a Arena da Vila!"

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O novo manto

O Atlético lançou hoje à noite a nova coleção de uniformes para o Brasileiro 2011. À primeira vista, gostei do resultado. Sem nenhuma mudança radical, camisas que já conhecíamos em outras versões.

Achei especialmente bonita a número 2, que eu pensava ser uma nova releitura do manto que consagrou o Ziquita, mas a Mylla alertou que a verdadeira inspiração é uma camisa de 1975. A número 1, vendo por foto, me pareceu simples demais. Mas pode ser apenas uma impressão.

Destaque também para a inscrição "E a camisa rubro-negra só se veste por amor", que já havia aparecido na peita do aniversário de 86 anos. Por mim, pode virar item obrigatório! A única coisa que eu não curti foi o símbolo nos meiões, muito grande, parece material de camelô.


Obs: trocamos a foto do velho e bom Baier com sua pancinha para uma infinitamente melhor.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Otimismo eterno

Já falei por aqui... o atleticano é um eterno otimista. Acreditar até o fim sempre fez parte da nossa identidade, mesmo diante das missões mais complicadas. Então como não crer numa classificação hoje à noite, diante do Vasco, uma equipe tão comum como a nossa? Eu boto fé!

Não teremos Adaílton, uma lástima. Depois do jogo da semana passada, depositava nele as fichas para quebrarmos a nhaca maldita de São Januário. Mas tudo bem, vamos com o que temos. Guerrón, Branquinho, Madson, não importa, é a camisa rubro-negra, aquela que só se veste por amor, que estará em campo.

E se não bastasse, gosto do trabalho do Pezão, apesar das invenções do confronto de ida. Ele tem comprometimento de sobra, garantia de que luta não faltará.

O espírito é esse e São Ziquita estará conosco!

Obs: voltarei ao tema, mas já adianto... VALEU, LUCAS!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Futuro

Dentre tantas situações lastimáveis ocorridas este ano, como por exemplo ter quatro treinadores no comando do time apenas durante os três meses de campeonato paranaense, e tantas contratações bisonhas de cabeças-de-bagre sem condições de vestir a camisa do CAP, eis que as últimas notícias mostram que o fundo do poço ainda não chegou.
Mas está próximo.
Num absurdo administrativo jamais visto, o Atlético está totalmente sem comando no departamento de futebol.
Primeiro saiu Ocimar Bolicenho. Depois, numa só sentada, Valmor Zimmermann e Ademir Adur.
Bem, podemos pensar: "mas se as coisas estavam indo tão mal era por culpa deles mesmo, então essa mudança era mais do que necessária".
Bem, se for assim então essa mudança já teria que ter sido feita há muito tempo.
Mas, pior: as coisas estão sendo tão mal conduzidas no Furacão que a diretoria sequer tem uma noção de quem são as pessoas que podem ocupar estes postos no clube.
Isso a poucas semanas da estreia no Brasileirão.
Pior ainda: não há a menor expectativa de que a simples mudança de nomes mude a filosofia impetrada no futebol atleticano.
Não há mais Norte. Sequer temos olheiros. Bons tempos que buscávamos novas revelações Brasil afora - Gabiru, Cocito, Lucas, Kleber, Gustavo, só pra citar alguns. O último nesse nível, que eu me lembre, foi Wallyson. Hoje, contratam por DVD. E por empréstimo.
Tomara que Adílson Batista tenha controle do grupo e blinde o elenco destas desastrosas trapalhadas dos cartolas.
E nós que nos preparemos, porque nosso futuro parece ser bastante doloroso este ano.
Porque, há pouco mais de uma semana da estreia no Brasileirão, além de não termos um elenco à altura também não temos uma direção à altura.
Não queria entrar nesta polêmica questão política pela qual o clube passa, mas de nada adianbta apenas ficar chorando pelos ataques oposicionistas, sejam justos ou não. A melhor forma de baixar a bola da oposição é fazendo um trabalho competente e vencedor, ponto.
Isso sem falar no impasse sonre as obras na Baixada.
O que será de nós neste restante de 2011?
Só Deus sabe.
Haja novena.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Empate amargo

Da Furacao.com:
O Atlético empatou em 2 a 2 com o Vasco da Gama, no primeiro jogo válido pelas quartas de final da Copa do Brasil. Os gols do Atlético foram anotados por Guerrón e Paulo Baier, de pênalti, enquanto Alecsandro e Diego Souza marcaram pra o Vasco.

No primeiro tempo, o Vasco aproveitou-se da fragilidade do meio-campo atleticano e apostou no contra ataque como a sua principal arma. Com grandes dificuldades para encaixar o jogo, o técnico Adilson Batista escalou o time com três volantes (Deivid, Paulo Roberto e Robston) e, mesmo assim, foi o Vasco quem teve as melhores chances de marcar na primeira etapa.

A melhor chance do Atlético aconteceu no início da partida quando Guerrón demorou demais para chutar e foi travado pelo zagueiro vascaíno. O Vasco marcou seu gol quando o atacante Éder Luis recebeu na frente do marcador, entrou na área e chutou forte. A bola beijou a trave e sobrou limpa para Alecsandro abrir o marcador para o time cruz maltino.

Dois tempos distintos

O Atlético voltou modificado do intervalo. Branquinho entrou no lugar de Robston e deu um ânimo diferente ao time. Foram dos seus pés que saíram as principais jogadas do Atlético no segundo tempo da partida.

Aos sete minutos Guerrón completou de cabeça e empatou o jogo para o Rubro-Negro, após confusão dentro da área do Vasco. Apoiado por mais de 17 mil torcedores, o Atlético tentou, mas sem muito sucesso, pressionar o Vasco, mas foi o time carioca que marcou novamente aos 28 minutos, quando Diego Souza pegou o rebote da defesa atleticana e chutou no ângulo de Renan Rocha.

O Atlético saiu novamente em busca do empate e, aos 42 minutos, Branquinho foi derrubado na área e o juiz Wilton Pereira Sampaio marcou pênalti. Paulo Baier cobrou e converteu selando o empate do Furacão.

Agora o técnico Adilson Batista terá uma semana para trabalhar a equipe para o jogo da volta em São Januário, onde o Atlético busca uma vitória simples ou um empate acima de três gols para se classificar.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Polaco Anfíbio

Voltamos com o segundo tempo do aquecimento para o jogaço de hoje à noite, frente ao Vasco, na Baixada. Desta vez, uma vitória rubro-negra, para insipirar a rapaziada e, de quebra, tranquilizar os supersticiosos. Video disponibilizado na rede pelo usuário cachorraoctba.

Avançamos somente quatro anos em relação ao post anterior. 1996. Pouco tempo, muita diferença! Naquele Brasileiro, o escrete atleticano era de alta categoria. Tanto que segue na ponta da língua -- sobe o hino do Furacão...

Ricardo Pinto; Alberto, Jorge Luiz, Andrei ou Reginaldo e Branco; Alex Lopes, Nowak, Piekarski e Jean Carlo; Oséas e Paulo Rink. Craques no campo, craque no banco: Evaristo de Macedo.

Não fosse um maldito terceiro cartão amarelo arranjado para o Oséinha lá em Minas Gerais e teríamos ido muito além do primeiro round dos playoffs, quando fomos desclassificados pelo Galo.

Voltemos ao tema. Lembro como se fosse hoje. Restavam alguns minutos para às 16 horas e eu me encontrava refugiado dentro do carro na Rua Brigadeiro Franco, do outro lado da praça Afonso Botelho. O mundo caía lá fora.

Ouvia no rádio se a peleja com o Vasco aconteceria ou não. Parecia pouquíssimo provável, tamanho era aguaceiro. Eis que Remy Tissot anuncia a subida do Atlético para o campo do jogo. Devidamente paramentado, parti.

Atravessei a praça e, vencida a rampa da entrada, pude avistar um mar de guarda-chuvas, especialmente na reta da Brasílio Itiberê. Enquanto que, na curva dos Fanáticos, a turma gelava o lombo bonito.

Lamentavelmente, o gramado mostrava-se sem a menor condição para o rolamento da bola. Cenário preocupante para uma equipe que precisava da vitória, contra um adversário de respeito comandado pelo tinhoso Edmundo.

Mas tudo se resolveu graças ao Polaco Anfíbio...

O Polaco batalhando pela pelota no charco do Joaquim Américo.
Piekarski fora contratado pelo Rubro-Negro com panca de meia extra-classe -- seria o equilíbrio perfeito com o parceiro Nowak, um volante cheio de disposição. Cartaz comprovado nas duas partidas anteriores, diante de Flamengo e Grêmio.

A grata surpresa foi vê-lo esbanjar a mesma finesse num verdadeiro lamaçal, tornando-se peça fundamental para o triunfo por 2 a 1. Mal comparando, a performance do camisa 8 foi como se ele tivesse faturado uma corrida off-road guiando um Rolls-Royce.

E, claro, contamos ainda com a dupla de ataque mais pop da história do Trétis. Oséas marcou o primeiro -- reparem no segundo de aflição do bom baiano antes do arremate, na filmagem por trás da meta. E Paulo Rink anotou um golaço. Após amansar o neném no peito, chutou na gaveta.

Que a raça e a categoria da turma de 96 nos acompanhe logo mais!

Alberto no Círculo

Um dos maiores laterais-direitos da história do CAP, Alberto será o convidado do próximo Círculo de História Atleticana, que já vai para sua 19ª edição.
Será na quinta-feira, das 19 às 22 horas, no 4º andar da Baixada (entrada pela R. Buenos Aires, 1260).
Para participar do encontro é indispensável a confirmação de presença por e-mail (circuloatleticano@yahoo.com.br) até esta quarta (04/05), véspera do encontro. Somente será permitida a entrada das pessoas que tiverem confirmado a presença por e-mail.

As vagas são limitadas e não há custo para participação.

Detalhe importantíssimo: o evento terá apoio do Prajá Comes e Bebes.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Aquecimento para o jogão

Meus amigos...

Semana importantíssima para o Trétis. O pega com o Vasco na quarta-feira será um jogão, não tenho dúvidas. Baixada lotada, mobilização total vidando uma classificação inédita à semifinal da Copa do Brasil.

Assim sendo, nada melhor do que contar com uma nova aparição do já consagrado Guerrilha Produções, um oferecimento deste blog em parceria com o Aderbal, dono do baú mais psicodélico da vida atleticana. De quebra, cultura atleticana é um bom refresco para dias turbulentos...



Trataremos, brevemente, de um encontro com a turma do Vaixcão no longínquo ano de 1992. Jogo em dia de semana, à noite, no Pinheirão. E vocês estão ligados que voltar para casa após uma peleja nas condições previamente apresentadas era sentir-se na pele do Kurt Russel em "Fuga de Nova York".

No round em questão fomos derrotados por 2 a 0. E aí, certamente, alguns pensarão: "post meio bad vibe, hein?". Relaxem, pois a publicação de amanhã trará um sentimento recompensador.

Vale diante das inúmeras curiosidades. Pra começar, é a chance de vermos uma atuação típica do saudoso Gilmar Mullets in the Sky, com defesas arrojadas e uma papagaiada no final.

E que tal ter a oportunidade de conferir a estreia no Furacão de Paulo Rink e Andrade? Mais tarde reconhecido como o Tanque Rubro-Negro, o eterno parceiro de Oséas era apenas um moleque, cria da casa, recém-saído do serviço militar.

Já o ex-craque do Flamengo vivia situação oposta, já nos estertores da gloriosa carreira, mas ainda praticanto o futebol aveludado característico.

Mas tem mais, sempre tem...

Ressurge em cores vivas o zagueiro Caçula, sendo expulso, claro, por conta de um tacle no avante cruz-maltino. Para a piazada que acompanha blog, o referido atleta formou ao lado de Biluca a parelha defensiva mais estrambólica de nossa história.

Era tempo também em que podíamos apreciar as bandeiras adversárias "tremulejando", algo que a rivalidade imbecil moderna afastou dos estádios.

Por fim, diante do revés, nada como um bom protesto, condizente com a paixão pelo clube, gritando "burro" para o nosso comandante Geraldo Damasceno e "queremos time". Destaque para um autêntico trio parada-dura empoleirado na geral, capitaneado pelo Furtão, de camisa da Fanáticos cortada e um vistoso shorts azul, amarelo e rosa.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O dia mais feliz na vida de Osama Bin Laden

Que torre gêmeas, que nada. Bin Laden foi feliz mesmo ao comemorar, ao lado do não menos famoso Jacaré, o título Brasileiro do Furacão.

domingo, 1 de maio de 2011

Um campeonato, quatro treinadores

Da Furacao.com:
O Campeonato Paranaense acabou para o Furacão na tarde deste sábado. A partida contra o Rio Branco, em Paranaguá, foi a 22° e última do time no campeonato. Ao longo desses quase quatro meses de Estadual, a equipe viveu bons e maus momentos, mas no fim ficou apenas com o vice-campeonato.

Dos 66 pontos possíveis, o Furacão conquistou 46: foram 15 vitórias, seis derrotas e um empate. Com esse restrospecto o Rubro-Negro terminou o campeonato com 69,6% de aproveitamento. A campanha é pior que a do último título Estadual, em 2009, que foi de 71,4%, porém é melhor que a do vice-campeonato de 2010, que foi de 68,3%.
Técnicos
Além do péssimo comportamento defensivo, o número de treinadores que passaram pelo Furacão durante o Campeonato Paranaense pode ser considerado como um dos destaques negativos do rubro-negro na competição estadual. Em pouco mais de quatro meses de campeonato, o Atlético foi comandado por quatro treinadores, Sérgio Soares, Leandro Niehues, Geninho e Adilson Batista.

Analisando os números, o melhor retrospecto foi alcançado pelo treinador Geninho, com 79,1% de aproveitamento (6V–1E–1D). Na sequência, aparecem Leandro Niehues e Adilson Batista empatados com 75% (3V–1D). O pior retrospecto ficou para Sérgio Soares, que perdeu três jogos e venceu outros três, atingindo 50% de aproveitamento.