domingo, 10 de abril de 2011

Valeu pela vitória

Importante estrear com vitória. E Adílson Batista estreou ganhando. Como conta a Furacao.com:
O Atlético não fez uma grande partida, mas jogou o suficiente para vencer o Cianorte por 1 a 0 e seguir com oportunidades no Campeonato Paranaense.

Logo aos oito segundos, Adaílton roubou a bola do zagueiro adversário e bateu para grande defesa do goleiro do Cianorte. Entretanto, após o início avassalador, o jogou ficou morno, com ambas as equipes produzindo pouco.

Aos 18 minutos, Valdir apareceu livre na cara de Renan Rocha, que no reflexo fez uma grande defesa, evitando a inauguração do placar. No minuto seguinte, Baier cobrou escanteio e Guérron subiu livre para marcar o gol do Furacão na partida.

A equipe da casa sentiu o baque e o Atlético passou a controlar a partida. Na sequência, Wagner Diniz apareceu livre no contra-ataque, mas displicente, desperdiçou a chance de ampliar o placar.

O treinador da equipe local mudou o esquema de jogo, tirando um zagueiro para a entrada de um atacante e a substituição teve efeito imediato. Aos 30 minutos, Marquinhos chutou com perigo de fora da área, mas sem acertar o alvo.

Aos 40 minutos, bobeada da defesa atleticana. Tiago Santos finalizou livre, da entrada da pequena área, mas para fora.

Marasmo no segundo tempo

Na segunda etapa, o Furacão voltou com uma postura mais cautelosa, jogando pelo resultado. Mesmo assim teve boas oportunidades para ampliar. Logo aos três minutos, Baier cobrou falta na barreira e Guérron pegou o rebote, para ótima defesa de Marcelo.

A equipe da casa defendeu aos 10 minutos, com Marquinhos batendo cruzado, para bela defesa de Renan Rocha. A resposta atleticana foi no lance seguinte, com Kleberson batendo rasteiro de fora, para grande intervenção de Marcelo.

Acuado, o Atlético permitia que o Cianorte trocasse passes na frente da defesa e pouco saia no contra ataque. Aos 34 minutos, Robston bateu de fora, para mais uma boa defesa de Marcelo.

Nitidamente controlando a partida, o Atlético apenas tocava a bola de lado, aguardando o apito final. Mesmo assim, conseguiu envolver a defesa do Cianorte e marcou o segundo gol com Rafael Santos, mas erroneamente o bandeira marcou impedimento.

O Furacão volta a campo na próxima quarta-feira, contra o Bahia, às 21h50, pela Copa do Brasil.


Troféu
ZIQUITA
Renan Rocha, um paredão, e Kleberson.
Troféu
MACALÉ
Dalton - foi uma verdadeira avenida para os adversários.

15 comentários:

Aparecido José disse...

Se não foi um primor de apresentação valeu pelo esforço, achei o time aguerrido, até o Robston que antes havia criticado nesse jogo apareceu mais, fez bons desarmes e saiu pro jogo. Tomara que seja o inicio de boas apresentações mantendo regularidades.

Rogerio Otto disse...

O jogo foi ruim mas credito pro Pézão que iniciou com vítoria. Daria o macalé também pro Baier que anda sem criatividade e so rodando com a bola no meio campo.

No mais, conseguir uma vitória na Bahia pra dar moral pro grupo.

Srn

RodrigoM disse...

concordo com o Rogerio, Baier nao jogou nada, sabemos que ele joga muito, mas tbem sabemos da idade dele... ta na hora do capitao saber que ele nao eh super homem pedir pra sair quando nao estiver aguentando...

Luiz Andrade disse...

VISÃO DO JOGO SEGUNDO ALGUNS...

"O treinador passou a partida inteira na área técnica berrando com o time, inclusive muitos palavrões".

Adilson: disciplinador cobra a postura tática esperada, dos atletas.
Geninho: prova cabal que o time está perdido taticamente, tenta cosnertar durante o jogo o que não treinou na semana.

"Após cobrar os jogadores aos berro, o treinador os substituiu, insatisfeito com o rendimento apresentado".
Adilson: disciplinador, com visão de jogo exige rendimento dos jogadores, demonstrando que não tolerará péssimas atuações.
Geninho: perdido desperdiçou o tempo dos treinos e escalou de maneira completamente equivocada.

"O jogador foi improvisado na lateral direita, Robston continuou como titular".
Adílson: estudioso do futebol, técnico moderno, extraí o máximo dos atletas dentro das exigências atuais do futebol.
Geninho: completamente perdido, suas invenções beiram o desespero, insiste inexplicavelmente com alguns jogadores que apresentam baixo rendimento.

Luiz Andrade disse...

"O time entrou com 3 volantes, Paulo Baier isolado na armação e terminou com Guerron como único atacante".
Adilson: "é impossível para um treinador remendar um time que tem qualidade reduzida, mas jogou com mais leveza (by Mafuz)".
Geninho: ao Atlético falta qualidade, que Geninho é incapaz de compensá-la com um projeto de jogo.(by Mafuz).

Flávio Jacobsen disse...

Vou fazer uma moqueca com leite de coco e azeite de dendê pro jogo de quarta. Agora é que são elas. Daí quero ver.

Eloi disse...

Gostaria que esta diretoria que é devagar demais, contratasse dois laterais de qualidade, que não sejam reservas em outros clubes, aí eu acho que nós embalamos!!!

CAVEIRAHHH DE TOLEDO-PR disse...

Segundo o lancenet Cleber Santana está perto de acertar.

http://www.lancenet.com.br/sao-paulo/Cleber-Santana-deixar-Paulo-Atletico-PR_0_460754126.html

Lembro desse cara quando jogava pelo Sport e acabou com a gente em um jogo pela Copa do Brasil em plena Arena e de um gol antológico que fez no Santiago Bernabéu quando jogava pelo Mallorca.

Bom meio-campo com excelente toque de bola.

O problema é o salário dele e os bambis pagaram muito por ele para tirar ele da espanha.

Flávio Jacobsen disse...

Rede grobo. funk! Acabou de dar no uol.

ftmaestrelli disse...

Parabéns Adilson Batista, ja começou bem, porém falta sacar do time o fraco Robston ou o limitado Rosbton assim que seja, não tem lugar no time.
Sera uma peça para entrar no segundo tempo em um jogo pesado, tumultuado onde ninguem prioriza a qualidade tecnica.

Adilon por a piazada da categoria pra jogar, essa é a solução e nãoa dianta dar tiro no pé com esses gladiadores pesados sem qualidade tecnica!

Ricardo disse...

Luiz Andrade, não entendi... Vc está defendendo o Geninho e criticando o Pezão?

O time ainda não está arrumado, claro. Mas já deu pra ver uma grande diferença entre o time de Geninho e o de Pezão. Todos correndo bem mais, e com postura tática bem mais definida.

Agora com Pezão temos um rumo. Com Geninho era um bumba meu boi e seja o que deus quiser.

Só que o elenco é o mesmo.

E o tal do Dalton é mais uma contratação furada da diretoria. Precisamos de um zagueiro pronto. Não de uma aposta.

Luiz Andrade disse...

Ricardo, estou defendendo o Geninho, mas sem criticar o Adílson.
Apenas ironizei que a ocorrência de situações semelhantes, resultam em análises completamente diferentes, fruto da parcialidade de mafuzistas e petraglistas.

Isso não quer dizer que o Geninho não devesse ou pudesse ser criticado, mas algumas cobranças que tinha contra si, eram absolutamente irracionais, fruto do ódio e não se repetirão contra o Adílson, que não tem nada com isso diga-se de passagem.

Não foram 1 nem 2 comentários que li que apontavam o fato de o Geninho passar a partida inteira "berrando" com o time, como prova de que ele estava "perdido". Ora, esse é o comportamento de qualquer treinador cujo time está mal.

Agora, como um passe de mágica, o improviso do Deivid na lateral, ou de qualquer outro jogador em qualquer posição será fruto da falta de opções do elenco, e por aí vai...

Luiz Andrade disse...

E resumo, se o Geninho houvesse entrado com a mesma escalação e feito as mesmas substituições, choveriam críticas, pelo Baier ser o único armador, retranca contra time pequeno, tentando segurar o resultado magro, blá, blá blá...

Luiz Andrade disse...

E o Mafuz é o ícone deste tipo de comportamento. Ele chegou a escrever que o Pierre "seria um bom refoço se não fosse indicação do Geninho".

Geca disse...

O Mafuz é um abobado. Igual o finado Pajé. Falam um monte de bosta e depois se esquecem quando são contrariados pela realidade.

módafãquers!