segunda-feira, 28 de março de 2011

Raridades de colar no vidro - 2

Enquanto nada muda pelos lados da Baixada -- aparentemente, pelo menos -- volto com mais uma leva de decalques raros do Furacão, saga iniciada AQUI. Desta vez, dois auto-colantes de "movimentos".

O primeiro representa um grupo nascido lá pelo início dos anos 70, capitaneado por Valmor Zimmerman e que contava também com Salmir Lobato, Valdo Zanette e Celso Gusso. Entre outros feitos, foi através da Retaguarda que Valmor trouxe Mário Celso Petraglia para dentro do Atlético. Peça raríssima.


Na sequência, outro artigo importante dos 87 anos do Rubro-Negro. O adesivo abaixo começou a circular pelas arquibancadas gélidas do Pinheirão, entre 1992 e 93. Acabou como um dos símbolos do retorno dos atleticanos à Terra Prometida, encampado pelo então presidente José Carlos Farinhaque e realizado em 1994.


Valeu pelo manto


Dois golzinhos com a ajuda da cobra banguela e só.

O fato de pela primeira vez desde que voltou, Geninho escalar cada jogador em sua posição era um alento pra quem se dispôs a encarar a tempestade que se anunciava e ir à Baixada. A reaparição da camisa com as listras horizontais também. No fim das contas, valeu só pelo novo antigo manto.

Infelizmente, como já virou costume este ano, fomos mais uma vez submetidos à 90 minutos de intensa tortura!

Parodiando a horrorosa Legião Urbana, digo que "mudaram as posições... e nada mudou". A zaga permaneceu insegura, especialmente após a saída de Manoel, contundido, no intervalo. Embora seja o nosso melhor (ou único) lateral-direito, Diniz seguiu enroscado nos lances ofensivos. Alê, a lástima de sempre. E tanto Róbston quanto Kléberson não ajudaram em nada.

Mais à frente, Baier segue abaixo do que pode render, assim como Mádson (será a night?). Lucas fez apenas o golzinho que se espera dele e lutou como sempre. Já Guerrón viveu mais uma noite de personagem folclórico.

Assim, só conseguimos bater o último colocado do Estadual com uma baita camaradagem. No primeiro gol, o jaqueta 4 deu condição pra Lucas aproveitar o lançamento certeiro do Velhinho. Enquanto no segundo, Adaílton fez o chamado salseiro e concluiu com tamanha categoria que fiquei esperançoso com o futuro do gurizão.

Bem diferente analiso a situação do Geninho. Já se foram 9 jogos com o eterno campeão de 2001 na batuta e seguimos empacado, vencendo milagrosamente adversários absolutamente ridículos. E o Adílson Batista acompanhando o show de horrores na Baixada...

Só restou mesmo curtir o Furacão trajado -- na minha opinião, muy elegantemente -- com as velhas listras horizontais. Temos uma história maravilhosa e foi muito legal vê-la recuperada e valorizada. Mandou bem a Umbro (exceto pelo preço, quase 180 mangos). Sobre os detratores, do manto, tudo bem não gostar da reedição, mas insistir no papo de "cópia do Flamengo" é coisa de quem não tem amor no coração.

Mais um traje de gala rubro-negro.

•••

Troféu
ZIQUITA
Adaílton.

Troféu
TIÃO MACALÉ
Róbston, Gabriel, Diniz, Alê. A turma de sempre.

sábado, 26 de março de 2011

87 anos: o grande artilheiro

Barcímio Sicupira Junior, em foto dos anos 70, em frente ao prédio administrativo da antiga Baixada. Maior artilheiro dos 87 anos de história do Clube Atlético Paranaense, com 154 gols marcados.
Sicupa é parte da nossa história.

87 anos: para nunca esquecer

Campanha da torcida atleticana no fim dos anos 60. Mas que vale pra sempre.

87 anos: recordar é viver

Soy loco por ti!

O mítico Ziquita

Colorindo o Pinga-Mijo

O carrasco Dirceu.

Torcida inigualável.

A clássica bandeira preta dos Fanáticos.

Povão agitando as bandeiras! Bons tempos.

O velho símbolo de concreto. Foi jogado no lixo, hoje está com os Fanáticos.

Furacão é rock pauleira!

Mar de bandeiras rubro-negras

Saudade do Polaco!

Agnaldo fazendo explodir o velho Caldeirão do Diabo.

A dupla infernal abrindo o caminho para o título Brasileiro.

O esquadrão que nos deu o apelido de Furacão. Eterno!

Entrada da velha Baixada; início década de 90.
Os Fanáticos chegando num Pinheirão que não tinha teto, não tinha nada; 1986.

Coxarada sempre aprontando. Que triste!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Dia do Atlético

Hoje não é apenas o aniversário de 87 anos do clube mais amado do Paraná. É também, oficialmente, o Dia Estadual do Clube Atlético Paranaense (clique na imagem para ampliar).
Comemore, torcedor. Vista a camisa rubro-negra. Pendure sua bandeira na janela. Afinal, você é um privilegiado.
Parabéns a todos os atleticanos!


Oh meu Furacão!

quinta-feira, 24 de março de 2011

A gata da camisa listrada

Cotas de tevê! Conclusão da Baixada! O time é fraco! Eleições! Meus amigos, são tantas as preocupações neste início de ano que até o mais sossegado dos atleticanos deve estar à beira de um ataque de nervos. Assim, pensando na saúde da rapaziada, desencavei outra pérola de tempos idos.

E nada mais eficiente para levantar o moral do que uma gata trajada em nosso manto sagrado. Que tal então uma morenaça, na flor da idade, olhos verdes, juba selvagem, enjaulada num malicioso biquíni asa-delta? Se o Guerrón ver, periga ter gol acrobático todo jogo!

Como vocês poderão confirmar na matéria abaixo (publicada na revista Placar lá no final dos anos 80), a moça se chama Michelle Hernandes Mausbach. Tornou-se musa rubro-negra por ocasião da mudança da camisa de listras horizontais para verticais. Confesso que saí na captura dela pela rede, mas, lamentavelmente, nenhum resultado. Como estará hoje em dia a "gata da camisa listrada"?

Da camisa, não precisaria falar nada. Um modelo Campeã safra ouro. Cores fortes, gola preta, sem patrocínio sujando o layout e, que coisa linda, com o CAP grande explodindo no peito. Sem dúvida, mudamos para muito melhor, mesmo achando o modelo antigo lindíssimo (empenharei com gosto meu dinheirinho na reedição dos 87 anos que será lançada pela Umbro).


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Eu nem deveria, mas deixo um recado para a turma que sempre encontra defeito em tudo. No caso da Michelle, sei não. Ou o cara não é chegado ou tem mesmo um trauma profundo dos anos 80 -- tudo bem, foi um período meio sinistro, mas fica frio.

E quando se trata da alteração da nossa camisa, sempre tem alguns para maltratar o passado com aquela conversa chata de que era "cópia da do Flamengo". Nem sei se foi o caso, mas, se rolou mesmo a inspiração, qual o problema? Está de parabéns eterno o responsável pela sacada, assim como a fera que sugeriu o novo conceito.

Relaxem, não caiam na onda dos invejosos e da coxarada.

Vergonha global: TV aberta só trasmitirá um jogo do CAP no Brasileiro

Da Gazeta do Povo:
Fiel ao Clube dos 13 na briga en­­volvendo os direitos de transmissão do Campeonato Bra­sileiro no triênio 2012/13/14, o Atlético coincidentemente será o time com me­­nor exposição na tevê aberta neste ano. A tabela do primeiro turno da Sé­­rie A aponta a transmissão de apenas uma partida.

Além do Atlético, São Paulo e Atlético-MG não se mostraram in­­teressados até agora em negociar individualmente com a Globo, atual detentora dos direitos. Eles seguem ao lado do C13 e da Rede TV!, vencedora da licitação aberta pela entidade.

Em comparação com 2010, o São Paulo, que lidera o bloco, terá três partidas a menos transmitidas – 8 contra 5. Para efeito de comparação, os rivais paulistas Corin­thians e Palmeiras terão, respectivamente, 16 e 12. Já o Galo mineiro aparecerá na tevê aberta apenas 3 vezes. O Internacional, que admitiu abrir negociações separadas, mas havia começado ao lado do C13, terá 4 jogos televisionados.

O único jogo do Furacão na grade de transmissões é contra o Co­­rinthians, na Arena da Bai­­xada. Ou seja, por ser em casa, os curitibanos não verão o Rubro-Negro em ação pela tevê aberta em ne­­nhuma oportunidade no primeiro turno do Nacional.

O rival Coritiba, um dos primeiros a fechar com a Globo, terá sete jogos com sinal aberto, sendo quatro vezes para Curitiba e outras três apenas para as demais praças. É a quinta equipe de toda a Série A que mais aparecerá. Mais do que o Coxa, apenas Corinthians, Pal­­mei­ras, Fla­­men­­go e Vasco.

O jornalista e especialista em gestão e marketing esportivo Erich Beting diz que não há como afirmar se tratar de uma retaliação por parte da Globo, mas concorda que os “fiéis” ao Clube dos 13 saíram perdendo. “É complicado dizer que esses times foram punidos, mas obviamente é estranho essa diminuição da exposição”, diz Beting. “Porém vale lembrar que isso é só para o primeiro turno. Se estiverem bem no campeonato, vão ter mais jogos transmitidos”, pondera.

Para ele, a menor visibilidade deve prejudicar o Atlético. Afinal, quan­­to menos o time é exposto, me­­nos espaço tem os patrocinadores. “Eles não têm um retorno de visibilidade. Em futuras negociações, isso pode espantar investidores”, analisa.

A Gazeta do Povo tentou contato com o presidente atleticano, Marcos Malucelli, e com o vice de finanças do Furacão, Enio For­­nea, para comentarem o as­­sun­­to, mas os dirigentes não atenderam às ligações da reportagem. Desde a saída de Paulo César Ve­­rardi no fim do ano passado, ninguém ocupa a diretoria de mar­­keting do clube. Por meio da assessoria de im­­prensa, o Atlé­­ti­­co informou que não vai se ma­­nifestar sobre o tema enquanto as negociações relacionadas aos direitos de transmissão estiverem em andamento.

Por um triz

Da Furacao.com:

O Atlético venceu o Roma por 3 a 2 em Apucarana e chegou à terceira posição do segundo turno do Paranaense, cinco ponto atrás do líder Coritiba. Guerrón e Paulo Baier, duas vezes, marcaram os gols do Furacão.

O primeiro tempo em Apucarana foi muito ruim. Dalton fez sua estreia pelo Furacão fazendo o trio defensivo junto com Manoel e Flávio. A única grande chance do primeiro tempo surgiu logo aos sete minutos. Após bola cruzada, Nieto furou e a bola sobrou para Guerrón. O equatoriano, com um lindo voleio, marcou para o Furacão. O jogo permaneceu equilibrado durante a primeira etapa e o Furacão manteve a vantagem parcial.

O time voltou o mesmo para o segundo tempo. Aos 20 minutos, Madson foi agarrado dentro da área e o árbitro Edivaldo Elias da Silva, após indicar que marcaria a falta fora da área, assinalou penalidade para o Furacão. Paulo Baier cobrou e marcou o segundo gol do Atlético na partida. Aos 25 minutos, um lance poderia definir uma reviravolta na partida. Flávio, que havia levado um cartão amarelo aos sete segundos de jogo, levou o segundo amarelo e foi expulso. Geninho realizou uma substituição que posteriormente se mostrou equivocada: tirou Madson e colocou Gabriel.

Sem poder de marcação no meio, o Furacão deu espaços para o Roma criar e tentar melhor sorte na partida. E aos 30 minutos, mesmo com três zagueiros, Warley recebeu livre e chutou para diminuir o placar. E dois minutos depois, o Roma empatou o jogo, com Alex de cabeça. Geninho tirou Guerrón e colocou Adailton para jogar junto com Nieto no ataque. O Roma passou a pressionar o Atlético para tentar a virada heróica. Porém, o Furacão tem Paulo Baier. O capitão não realizou uma boa partida, mas foi novamente decisivo. Aos 43 minutos, cobrou falta com perfeição e marcou o gol da vitória atleticana em Apucarana.

O Atlético voltará a campo no próximo domingo, quando receberá o lanterna Cascavel na Arena da Baixada.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Atrás do prejuízo

O campeonato segue e o furacão entra em campo hoje, com transmissão pela RPC. Veja detalhes na matéria da Furacao.com:

O técnico Geninho convocou para o jogo de hoje, às 21h50, em Apucarana, diante do Roma, um total de dezenove atletas, sendo que um dos relacionados deverá ser cortado. O recém contratado arqueiro Edson ganha uma chance para a reserva do goleiro Renan Rocha. Até então a revelação Santos vinha ocupando o cargo de segundo goleiro.

Com a entrada do zagueiro Dalton no time titular, Gabriel fica como opção. Na suplência não haverá laterais, eis que Héracles ainda está entregue ao departamento médico e os também pratas-da-casa Edgar e Raul não tendem a ser aproveitados. Após cumprir suspensão pelo terceiro amarelo, o volante Alê deverá compor o banco de reservas, ao lado de Claiton.

Talvez a maior surpresa no grupo escolhido pelo técnico Geninho seja a ausência do volante Kleberson, que ultimamente não vem apresentando um bom futebol. De outro lado, o armador Branquinho volta a surgir como alternativa, já que também estava à disposição no jogo contra o Operário de Ponta Grossa, mas não foi aproveitado.
Por fim, com a lesão do atacante Lucas, o único avante no banco de reservas será Adaílton.

Confira o grupo que já está no Norte do Paraná:

GOLEIROS: Renan Rocha e Edson
ZAGUEIROS: Manoel, Dalton, Flávio e Gabriel
LATERIAS: Wagner Diniz e Paulinho
VOLANTES: Robston, Alê, Vitor e Claiton
MEIAS: Paulo Baier, Branquinho, Jenison
ATACANTES: Guerrón, Nieto, Madson e Adaílton

domingo, 20 de março de 2011

Começar de novo

Manoel, um dos melhores zagueiros do país na temporada passada, improvisado na lateral.
Branquinho, um dos melhores meias do Brasileirão passado, sequer relacionado para o banco.
Jogadores que não são titulares em times medianos são contratados como solução.
Atacante reserva em um time rebaixado, recém-contratado, é a arma do técnico para tentar virar um jogo contra o Operário de Ponta Grossa, em casa.
O presidente afirma à imprensa que o plantel não atende às necessidades e que há jogadores que não estão à altura do Atlético. Plantel que ele formou e jogadores que recém-contratou.
A torcida revoltada bradando contra quem merece e até contra quem não merece.
Tá tudo muito errado, meus amigos.
Não é só pela má campanha no Paranaense - já vi piores. Mas nunca me preocupei tanto com a decadência técnica e tática e falta de perspectivas, principalmente pensando no resto do ano que temos pela frente, com um dificílimo Brasileirão no caminho e competições importantes como Copa do Brasil e Sul-Americana.
É hora de parar e começar tudo de novo.
Já que bolaram um segundo Réveillon em Curitiba, que 2011 inicie agora para o Furacão.
Dispensas terão que ser feitas e o investimento, alto. Melhor entregar o clube à próxima gestão endividado do que na segunda divisão.
Essas últimas contratações, todas ridículas, devem ser revistas. Pague-se a multa recisória e mostrem a todos o caminho da roça.
O tempo de Bolicenho no clube já deu. Não é só pra dar uma satisfação à torcida. Não é só por ele ser paranista. É porque o time, sob sua "gerença", tá uma naba.
Gosto muito do Geninho mas, infelizmente, a hora de contatar Adilson Batista é agora, enquanto está aí, dando sopa. Se a escolha for ficar com o atual treinador, por favor: dêem a ele um elenco de verdade para trabalhar, com bons titulares e reservas à altura.
Ah, sim, o elenco.
Dos que estão aí, poucos são os que deveriam ficar. Principalmente essa leva de emprestados.
No gol, Renan Rocha já conquistou a posição. Se for pra trazer algum outro, que seja bem mais experiente e com história pra contar. Trazer reserva do Atlético-GO pra encher a prateleira é brincadeira.
Laterais: precisamos de dois, um para cada ala.
Na zaga, Manoel é o único que pode ser titular, mas desde que contratem um xerifão para jogar a seu lado. Gabriel e Rafael Santos podem ser reservas úteis. Dalton seria esse cara pra jogar ao lado de Manél? Não sei. Mas duvido muito.
Volante. Precisamos contratar um urgentemente para assumir a 5. Vítor e o garoto Deivid ficam como opções. Alê, nem isso. Robston, talvez. Cedo ainda para avaliá-lo.
Como segundo cabeça-de-área, Kleberson e Claiton podem se revezar. E mesmo o próprio Deivid.
Na meia, Paulo Baier pode ter a seu lado Branquinho ou Mádson - um dos dois como titular e o outro na reserva. Eu começaria com o Branquinho: Mádson seria uma ótima arma no banco durante o Brasileirão. Lembrando que em junho termina o empréstimo do Marcinho ao Al-Ahli. Mas não tenho a mínima ideia de como está o futebol dele atualmente.
E no ataque... por enquanto o que temos é Nieto e Guerrón. E Lucas no banco. É preciso pelo menos mais uma contratação de peso para o setor, mandando embora as nabas que estão aí fazendo número.
O pior é que meu temor não se restringe ao time. Mas nem vou falar agora sobre minhas preocupações nas áreas administrativa, marketing e negócios, porque é hora de focar no futebol e salvar o ano.
Mas tem muito mais coisa fora de ordem no Clube Atlético Paranaense.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Camisa comemorativa terá listras horizontais

A Umbro lançará um modelo de uniforme em homenagem aos 87 anos do Clube Atlético Paranaense, comemorados no próximo dia 26 de março. Com listras horizontais, a camisa comemorativa será lançada na próxima semana e vai ser utilizada em partida oficial apenas uma vez: no próximo domingo, contra o Cascavel, na Baixada.
Um detalhezinho você já pode conferir aqui no blog: o símbolo do CAP cercado por listras douradas com a inscrição "87 anos".

Raridades de colar no vidro

Enquanto aguardamos o retorno do Atlético ao gramado, amanhã, diante do Operário, é tempo de voltar ao passado. Abaixo, adesivos de mais de 30 anos, artigos raríssimos, diretamente do baú do incrível Aderbal. Peças da Era do "auto-colante" que, certamente, fizeram o furor da molecada atleticana.

Destaque para o emblema d'os Cardeais, grupo de elite que dava suporte à diretoria lá pela década de 70 -- hoje a moda é atrapalhar. A parceria do Trétis com o tigrão da Esso também é um espetáculo! E que tal tirar onda pregando no vidro do Passatão "Atlético 1ª classe no Nacional"? Por fim, uma sentença inquestionável: "Rubro-Negro de verdade mostra a sua força".

Clique nas imagens para ampliar.





quinta-feira, 17 de março de 2011

Cabezazo


Rei do cabezazo: Nieto marcou dois contra o Paulista.
Alguns jogadores têm mesmo uma estrela.
Quando entram no time, deixam sua marca de tal forma que impõem a titularidade naturalmente.
Federico Nieto, o argentino, está colecionando uma constelação.
Nas últimas sete partidas que disputou, marcou sete gols.
Gringo bom da porra!
E nem sequer disputou todos estes jogos como titular - em vários deles participou apenas durante um período.
Nesta quarta-feira, a noite foi dele novamente.
Guardou duas bolas nas redes do Paulista, em Jundiaí, e garantiu ao Furacão a vaga nas oitavas-de-final da Copa do Brasil sem mesmo precisar disputar o jogo de volta.
Dois golaços de cabeça. Cabezazo certeiro: a especialidade do gringo.
E, quem diria.
O Trétis, aquele mesmo que sofreu para passar da primeira fase da Copa do Brasil contra o Rio Branco do Acre, voltou classificado do interior paulista.
Se o time não fez uma partida primorosa tecnicamente, ao menos comportou-se bem com uma defesa mais compacta, jogando firme e com seriedade.
E, o que é mais importante, o resultado trouxe alívio e tranquilidade.
E deixou algumas lições a Geninho.
Entre elas, a de que Nieto não pode mais sair do time.
E nem o Renan Rocha.
•••
Agora, o Atlético aguarda o vencedor do confronto entre Bahia e Paysandu para saber quem será seu próximo adversário.
Desde 2007 o CAP não chega às quartas.
Desta vez, vai!

Troféu
ZIQUITA
Federico Nieto.

Troféu
TIÃO MACALÉ
Noite feliz, hoje ninguém leva!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Máquina rubro-negra

Carrão com o qual o atleticano Lico Kaesemodel vai disputar a temporada 2011 da Stock Car.
Para ler mais, clique aqui.

Dia de Copa

Escolha um boteco para ir logo após o serviço. às 19h30, o Furacão volta a campo pela Copa do Brasil. Agora contra o Paulista, em Jundiaí, na partida "de ida".
Confira os convocados de Geninho:
Goleiros: Renan Rocha e Santos
Zagueiros: Manoel, Gabriel, Flávio Boaventura e Bruno Costa
Laterais: Wagner Diniz e Paulinho
Volantes: Claiton, Kleberson, Robston, Alê, Vitor
Meias: Paulo Baier e Jenison
Atacantes: Nieto, Madson, Guerrón e Marcelo

terça-feira, 15 de março de 2011

O caminho do CAP no Brasileirão

Causou certa polêmica a decisão da CBF de marcar os clássicos para a última rodada do Brasileirão.
Mas a medida é ótima, eu acho.
Quase todos os times chegam ao final do campeonato disputando alguma coisa, seja título, Libertadores, Sula ou a fuga do rebaixamento.
Clássicos com clubes nessas situações serão certamente emocionantes ao extremo.
O primeiro Atletiba será no Pinga Mijo. O segudo, na última rodada do returno, terá mando do Atlético. Mas não será na Baixada, que estará em obras.
O CAP faz nove jogos em casa no primeiro turno e dez no segundo.
Confira a tabela:
Primeiro turno

22/05 - Atlético Mineiro x Atlético - Arena do Jacaré
29/05 - Atlético x Grêmio - Arena da Baixada
05/06 - Palmeiras x Atlético - Pacaembu
12/06 - Atlético x Flamengo - Arena da Baixada
19/06 - Figueirense x Atlético - Orlando Scarpelli
26/06 - Atlético x Bahia - Arena da Baixada
29/06 - Fluminense x Atlético - Engenhão
06/07 - Internacional x Atlético - Beira-Rio
10/07 - Atlético x Avaí - Arena da Baixada
17/07 - Vasco x Atlético - São Januário
24/07 - Atlético x Botafogo - Arena da Baixada
27/07 - Ceará x Atlético - Presidente Vargas
31/07 - Atlético x Santos - Arena da Baixada
03/08 - Atlético Goianiense x Atlético - Serra Dourada
07/08 - Atlético x Corinthians - Arena da Baixada
14/08 - São Paulo x Atlético - Morumbi
17/08 - Atlético x Cruzeiro - Arena da Baixada
21/08 - Atlético x América - Arena da Baixada
28/08 - Coritiba x Atlético - Couto Pereira
Segundo turno

31/08 - Atlético x Atlético Mineiro - Arena da Baixada
04/09 - Grêmio x Atlético - Olímpico
07/09 - Atlético x Palmeiras - Arena da Baixada
11/09 - Flamengo x Atlético - Engenhão
18/09 - Atlético x Figueirense - Arena da Baixada
21/09 - Bahia x Atlético - Pituaçu
25/09 - Atlético x Fluminense - Arena da Baixada
02/10 - Atlético x Internacional - Arena da Baixada
09/10 - Avaí x Atlético - Ressacada
12/10 - Atlético x Vasco - Arena da Baixada
16/10 - Botafogo x Atlético - Engenhão
23/10 - Atlético x Ceará - Arena da Baixada
30/10 - Santos x Atlético - Vila Belmiro
06/11 - Atlético x Atlético Goianiense - Arena da Baixada
13/11 - Corinthians x Atlético - Pacaembu
16/11 - Atlético x São Paulo - Arena da Baixada
20/11 - Cruzeiro x Atlético - Arena do Jacaré
27/11 - América x Atlético - Arena do Jacaré
04/12 - Atlético x Coritiba - Arena da Baixada

domingo, 13 de março de 2011

Goleada e alento

O Atlético conseguiu sua segunda vitória consecutiva fora de casa nesse Campeonato Paranaense e se mantém na luta pelo título do primeiro turno. E foi por goleada: 4 a 2 sobre o Iraty.
Embora o placar não diga muita coisa.
O time só jogou bola no segundo tempo. Na primeira etapa, sequer ameaçou o time local.
Depois da bronca de Geninho no vestiário, aí sim o time parece ter acordado.
E marcou com Madson, Nieto, Guerrón e Paulinho.
Se o Rubro-Negro não foi brilhante, uma goleada nos dá ao menos um alento.
Afinal, Paulo Baier volta ao time e Madson comprovou ser um jogador que pode surpreender. Além disso, o gringo Nieto voltou de uma contusão e marcou o seu logo de cara - esse não pode mais sair do time.
O grande problema continua sendo mesmo a zaga.
Alê e Gabriel ainda não demonstraram ter cacife pra ser titulares do Furacão.
Por outro lado, a grande surpresa do domingão foi a estreia do goleiro Renan Rocha. Seguro, fez boas defesas e demonstrou um handicap positivo: faz bem feito o be-a-bá; não é espalhafatoso em defesas fáceis apenas pra dar a impressão de ser melhor do que realmente é. Enfim, parece que temos goleiro. Aliás, parece que já tínhamos goleiro, mas ninguém sabia...
Troféu
ZIQUITA
Renan Rocha.

Troféu
MACALÉ
Alê.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Só bagrinho...

O Atlético acaba de anunciar em seu site oficial a rescisão de contrato dos jogadores Silvio, Wescley, Henan e González. E basta dizer que a maioria deles nem titular era para sentirmos o impacto da atitude da diretoria: nenhum. Como de costume, estourou nos bagrinhos. Só espero que o clube esteja pensando em medidas muito mais contundentes para ontem, e não esteja pensando que a torcida vá se impressionar com essa fumacinha.

Assim, reforço o que disse no post anterior...

Quando teremos um goleiro? Diante do Iraty, vamos de João Carlos? Ou vamos queimar o Santos que, até agora, tem no currículo apenas uma boa participação na Copa São Paulo? Imagino que na Baixada todos devem saber (ou não) que destaque em futebol de base credencia pouco ou quase nada um jogador para o profissional. É no time de cima que o cara mostra mesmo se é quente ou se, como é muito comum, é bom só em bate-bola de recreio. Renan e Rodolfo, que teve somente um brilhareco no Paraná na Segundona, também não servem para a nossa meta no momento.

O que será feito de Manoel e Rafael Santos, dois dos piores jogadores da equipe? Muito mais do que Wescley, Henan e González, e junto com o Silvio, estes dois sim têm sido um problema gravíssimo para o Rubro-Negro. A partir de agora, jogarão alguma coisa? Não falo em dispensa, claro. Mas do jeito que está não dá para ficar.

Lateral-direito, virá algum? Sim, pois já tivemos Marcos Pimentel com a 2 que um dia o , monstro Djalma Santos vestiu -- morro de saudades até das feras Odemílson, o Minotauro, e Luizinho Netto, o carrasco da coxarada, sem esquecer do Alessandro. E o Wágner Diniz, coitado, não deve ser nada fácil cuidar de trigêmeos.

Alê vai seguir como titular?

E, pelas barbas do profeta, o Geninho vai fazer o óbvio? Goleiro de goleiro, lateral jogando de lateral, zagueiro na zaga, volante e meias no meio-de-campo, atacantes no ataque? Não é possível que além do Leandro Niehues (técnico de futebol de botão, jogo de computador e videogame), o rodado Eugênio também não saiba que, quando o time está uma merda, não se inventa.

Por fim, talvez o maior importante, vamos contratar com mais critério? Ou Valmor e Malucelli vão seguir na onda dos reforços com passagens por Avaí, Marília, Santos e outros times pelos quais o Ocimar Bolicenho passou? Aliás, já passou da hora do Ocimar se explicar. No mínimo.

Se não dá para trazer agora, afinal, temos somente uma semana para o término das inscrições no Estadual, que os reforços venham para o Brasileiro. É melhor dar baixa no Regional e não repetir pelo resto da temporada.

Até quando?

Meus amigos...

Creio ser inútil comentar o jogo em si. Infelizmente, não vimos nada de novo, exceto pelo verdadeiro salseiro armado pelo Geninho no segundo tempo. Da metade para o final, acho que só o goleiro Silvio atuou em sua posição de origem. Atacantes de laterais, meia de atacante, segundo volante de primeiro, zagueiro de centroavante. E pior foi ver o treinador assumir o esquema "bumba-meu-boi" como única alternativa para tentar bater a ridícula formação do Timãozinho. Será que é tão complicado fazer o óbvio?

Enfim, já falei demais...

O importante é saber o seguinte...

Até quando ficaremos sem goleiro? Pelo jeito, ninguém sabe dessa lá pelos lados do CT do Caju, mas a camisa 1 não se dá pra moleque - ainda mais para um destrambelhado como o Silvio, responsável por uma das atuações mais desastrosas de um guarda-metas com o manto rubro-negro ontem à noite, na Baixada. O Neto foi apenas uma gratíssima exceção. E com a grana da negociação dele já deveríamos ter contratado um guapo acima de qualquer suspeita. Quem? Não sei.

Até quando ficaremos sem um zagueiro confiável? Rafael Santos e Manoel já deixaram claro que precisam de alguém do lado para cobrir as cagadas que eles fazem. Aliás, reparem numa coisa: todo gol contra nós está lá o Manoel envolvido. Ontem ele tomou um popular "já vai" humilhante no tento dos caras. E o Gabriel, com toda aquela pujança física, só sendo craque, algo que ele não é.

Até quando ficaremos sem um primeiro volante? Temos só o Alê. Ou seja, não temos nada. E aí vem o problema de contar com técnicos de segunda linha, como foi o caso do Sérgio Soares: ele indica atletas de segunda linha. O Vítor também não é a solução.

De segundos volantes, meias e atacantes temos elenco para, pelo menos, não fazer feio. No mais, sou a favor de instalarmos uma placa na frente da Arena sinalizando: "estamos tantos dias sem demitir o Leandro Niehues". Sério, ninguém da diretoria se tocou ainda?

domingo, 6 de março de 2011

Carnavais atleticanos

Carnaval, desengano
Deixei a dor em casa me esperando
E brinquei e gritei e fui vestido de rei
Quarta-feira sempre desce o pano
Chico Buarque

O carnaval curitibano, hoje, é moribundo. Alguns clubes ainda mantêm matinês e um ou dois bailes noturnos. O desfile de escolas de samba tem um bloco de terceira idade e outro evangélico. Por outro lado, a cidade torna-se uma maravilha para os enfastiados deste bombardeio de sambas-enredo e pagodes de gosto duvidoso - saudades de Jamelão.
Mas nem sempre foi assim. Na capital paranaense, os salões "bombavam" de sábado até a madrugada de quarta-feira de cinzas. E no Atlético não era diferente, como mostrou a Gazeta do Povo. Na década de 50, o clube convocava a população pelos jornais:

Ao que parece, o clube interrompeu por alguns anos as comemorações momescas. Que, conta a Furacão.com, foram retomadas na década de 70, graças ao empenho do Esquadrão da Torcida Atleticana (ETA):
"Em 1973, iniciou-se um ciclo de grandes carnavais do Atlético. O então presidente Lauro Rego Barros foi instado a romper o contrato com a companhia Café do Paraná, que ocupava o ginásio da Baixada para o depósito de sacas de café. Com a saída da empresa, o ginásio foi transformado em um grande salão de festas. Vale destacar que os bailes eram administrados e gerenciados pelos torcedores, que com isto puderam colaborar com o clube, deixando em dia várias contas como as de água, luz e telefone, além de restabelecer o crédito em lojas de materiais desportivos. O carnaval se repetiu ainda por alguns anos, com enorme afluência de público e se tornando um dos maiores e mais importantes de Curitiba".
Hoje em dia, não tem nada mais disso. Sem bailes ou festejos nas ruas, com a tigrada toda viajando e a cidade numa calmaria , o negócio é ir à Baixada para ver mesmo um bom jogo de bola. Depois, quem sabe um cineminha sem fila, um passeio pela cidade, um bom restaurante. Até andar de carro pela Marechal Deodoro - outrora "passarela do samba" da capital - deserta se transforma num ato prazeroso.

Ah, e para aqueles que acham que sou ruim da cabeça ou doente do pé: durante o feriadão a Jukebox aí ao lado vai tocar somente sambas e marchinhas históricos de compositores como Adoniran, Cartola, Braguinha e Nelson Cavaquinho.

sábado, 5 de março de 2011

Vitória na estreia do 2º turno

Da Furacao.com:
O Atlético venceu o Arapongas por 2 a 0 gols de Guerrón e Paulo Baier, em Paranavaí, no estádio Waldemiro Wagner pois o estádio dos Pássaros, em Arapongas, foi interditado pela Federação Paranaense de Futebol na última terça-feira.

O primeiro tempo teve a rigor quatro lances de perigo, três a favor do Atlético e um a favor do Arapongas.

Aos 20 minutos Guerrón bateu forte de fora da área, o goleiro rebateu, mas ninguém aproveitou o rebate. Aos 23 minutos Guerrón chegou a driblar o goleiro, mas chutou a bola fraco demais e o zagueiro tirou a possibilidade de abertura do placar.

Aos 37 minutos Heverton deixou Guerrón na cara do goleiro Danilo, mas este travou o chute do equatoriano evitando o gol atleticano. Para finalizar a primeira etapa, Wellington chutou de fora da área e a bola passou perto do gol de Silvio.

Um gol no começo e outro no fim

O segundo tempo nem bem começou e Guerrón recebeu bela bola de Paulo Baier e tocou na saída do goleiro Danilo e abriu o placar em favor do Atlético, aos 5 minutos do segundo tempo.

Como não poderia ser diferente, o Arapongas foi para cima do Furacão e logo após gol teve algumas oportunidades de empatar o jogo. O Rubro-Negro recuou muito e tentou explorar os contra ataques, mas só obteve sucesso no final da partida.

O Arapongas chegou a marcar o seu gol aos 27 minutos da segunda etapa, mas o árbitro marcou impedimento e invalidando o gol de Gustavo.

O time do interior insistiu até o final, mas não conseguiu empatar o jogo. Aos 43 minutos, o lateral esquerda Paulinho recebeu o seu segundo cartão amarelo e consequentemente o cartão vermelho, deixando o time com um jogador a menos até o final da partida.

Mesmo com um jogador a menos o Atlético ainda conseguiu marcar seu segundo gol com o capitão Paulo Baier de pênalti, anotado aos 48 minutos do segundo tempo. O lance que originou o pênalti aconteceu de um lançamento do próprio Baier para Wagner Diniz, que tinha entrado no intervalo no lugar de Heverton, ele entrou na área e foi derrubado por Alexandre.

O próximo jogo do Atlético será na próxima quinta-feira, na Arena da Baixada, contra o Corinthians Paranaense.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Miss, boi gordo, Pinheirão, escanteios e a conquista do Torneio Início de 1987



Enquanto aguardamos a estreia do Furacão no 2º turno do Estadual, amanhã, diante do Arapongas, é tempo de curtir mais um video clássico, oferecimento da Guerrilha Produções, graças ao baú do fantástico rubro-negro Aderbal.

Atlético campeão do Torneio Início de 1987 - o antigo e mítico festival da bola que abria a disputa do Campeonato Paranaense. Alguns destaques:

- Na semifinal, o gol de Wilson. Depois de ser nocauteado com uma legítima voadora lateral, o garoto ressuscita, invade a área e marca com extrema categoria para o Furacão.

- Concurso de Miss Futebol Paranaense, com as candidatas corajosamente trajadas em maiôs em pleno Pinheirão.

- O sorteio de um boi para a galera que foi ao estádio. Detalhe: o boi também se fez presente, mas não acompanhou as contendas, guardado numa cela de madeira no local onde ficava o antigo placar do estádio. Ao final, o ganhador não se manifestou.

- Taça conquistada pelo Furacão por um escanteio a mais que o brioso e hoje falecido Apucarana.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Seguindo em frente

Na Copa do Brasil, o que vale é seguir adiante.
Noite fria na Baixada e o Atlético fez o suficiente para vencer o modesto Rio Branco do Acre e se classificar para a segunda fase da Copa do Brasil.
Digo apenas o suficiente porque o futebol desfilado no gramado da Baixada não foi, digamos, excepcional.
Mas se lembrarmos que o time campeão brasileiro de 2001 sofreu o diabo para passar da 1ª fase diante do Treze da Paraíba, e que em 2008 fomos eliminados logo de cara pelo Corinthians de Alagoas, convenhamos: a classificação é pra ser comemorada.
Comemoremos também os dois gols de Lucas e o do Guerrão. Ambos precisavam marcar. Essa era a hora.
E também a segunda vitória consecutiva do invicto Geninho. Tá certo que foram duas partidas contra dois "Rios Brancos" diferentes, mas foram duas vitórias.
O fato é que seguimos em frente, que é o que importa neste torneio.
Que venha, agora, o Paulista de Jundiaí.

quarta-feira, 2 de março de 2011

O agradecimento de Falcão

Da coluna de Paulo Roberto Falcão desta terça, no jornal Zero Hora:
"Estou voltando de férias e neste reencontro com os leitores de Zero Hora gostaria de fazer um esclarecimento. Durante o período em que estive afastado dos comentários, recebi algumas propostas para voltar a trabalhar como treinador. Uma delas realmente mexeu comigo: a do Atlético Paranaense. Fui tratado com tanto carinho, generosidade e honestidade pelo presidente do Conselho Administrativo do clube, Marcos Malucelli, que quase voltei para o túnel. Faltou pouco. Meu contrato com a Globo prevê essa possibilidade".
Te cuida, Geninho!

No ritmo do Soda



Se o Furacão estiver no embalo do Madson, boto fé que atropelaremos o Rio Branco do Acre, pela Copa do Brasil. Saca a ginga e a malícia do pequenote, também conhecido como O Soda.

terça-feira, 1 de março de 2011

O temido El Paranaense



Enquanto vamos tentando arrumar a casa, com a chegada do Geninho, seguimos com mais uma pérola, esta bem mais recente, disponibilizada na rede pela Guerrilha Produções. Os gols da terceira partida do Atlético na Libertadores de 2000, um retumbante 3 a 1 sobre o Nacional no clássico estádio Centenário, em Montevideu, no Uruguai.

A imagem não é das melhores, mas vale a oportunidade de rever a primeira aparição do quarteto mágico em campo, com Kelly, autor de dois gols, Gabiru, Kléber e Lucas, responsável pelo terceiro tento, ao mandar um torpedo que até hoje chacoalha o barbante uruguaio. Depois do três triunfos seguidos na disputa, todos passaram a temer o estreante "El Paranaense".

De quebra, como foi gostoso ouvir, pela primeira vez, Luciano do Valle explodindo o gurgumilo ao gritar: "É gooooooooool do Brasiiiil!!!! Do Atléééticoo!".