segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A imagem

Se a imagem da semana passada foi Paulo Baier cabisbaixo entrando no vestiário do Germando Krüger após a derrota para o Operário, a desta semana é o mesmo Baier, guerreiro, aplicando um voleio na gorducha e comandando o time que venceu o Roma por 4 a 2. A foto é de Joka Madruga.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Os gols vieram

Baier e Lucas voltaram a balançar as redes...
...e o povão voltou a sorrir.
(Fotos: Franklin de Freitas)


Da Furacao.com:
O clima era tenso na Baixada: mesmo antes da partida os torcedores já faziam coro pedindo raça. Mas, desta vez, o Atlético não complicou o jogo e goleou o Roma de Apucarana, por 4 a 2. Os gols do Rubro-Negro foram marcados por Paulo Baier, duas vezes, Mádson e Lucas.

O Atlético começou pressionando e, com um inspirado Paulo Baier na armação, criou boas oportunidadees. Pelo lado esquerdo, Paulinho chegou duas vezes na linha de fundo com condições para marcar, mas faltou precisão no penúltimo passe. Lucas também quase balançou as redes mas a cabeçada forte passou à esquerda do gol adversário.
O gol só foi sair dos pés do maestro. Marcos Pimentel recebeu na direita e cortou para o meio; deu um belo passe de perna esquerda e encontrou Baier livre na área; o capitão chutou mas a bola desviou no braço do defensor do Roma: pênalti apontado pelo auxiliar e confirmado pelo árbtiro. Na cobrança, o camisa 10 atleticano chutou de um lado e o goleiro caiu de outro.
Depois do gol, o ímpeto atleticano diminuiu aos poucos e o Roma ganhou terreno, apesar de não conseguir criar chances claras de gol. Sem tanta marcação no meio de campo, o Atlético ao menos manteve-se criando oportunidades na frente, mas Mádson, Lucas e Franségio não aproveitaram suas chances.
Susto e gols no segundo tempo
O segundo tempo começou com um susto para a torcida atleticana. Logo no primeiro minuto, Robenval subiu entre três zagueiros do Atlético e cabeceou no ângulo de João Carlos para empatar o jogo. Entretanto, nem deu tempo da torcida do Atlético ficar apreensiva e dois minutos depois, Mádson colocou o Furacão novamente na frente. Lucas acreditou no lance e roubou a bola, Guerron recebeu e inverteu para o baixinho Mádson chutar cruzado.

O terceiro gol nasceu de mais uma marcação eficiente do setor ofensivo. Desta vez, foi Paulo Baier quem roubou a bola e assistiu Lucas, que virou o corpo e bateu, de chapa, no canto de Spada: 3 a 1. O capitão voltou a brilhar com um passe milimétrico para Wescley, que foi derrubado por Spada. Na cobrança de pênalti, Baier marcou seu segundo gol no jogo.

Com a vantagem no placar, o Atlético administrou o jogo de forma tranquila, mas sofreu o segundo gol depois de Fransérgio cometer pênalti e Lira marcar.

Sob pressão

Da Furacao.com:
O ano não começou como o esperado pela torcida atleticana. Com a contratação de reforços para a temporada 2011, a expectativa era da formação de um time ainda mais forte do que aquele que foi quinto colocado no Brasileirão. Por enquanto, isso não se confirmou.

O Rubro-Negro fez jogos sofríveis. Começou muito mal as quatro partidas do ano. Em todas elas, sofreu o primeiro gol e teve de lutar muito para reverter o marcador. Conseguiu duas viradas, mas amargou duas derrotas que acenderam o sinal de alerta na Arena da Baixada.

O argumento de que o time ainda está em pré-temporada e os jogadores estão longe da forma física ideal não é inteiramente aceito pela torcida. Outros times brasileiros também enfrentam as mesmas condições, mas vêm acumulando vitórias. E sob qualquer circunstância é injustificável o Atlético ocupar a sétima colocação do Campeonato Paranaense de futebol.

Por isso, a partida deste domingo contra o Roma, de Apucarana, terá características especiais. Além de vencer, o Atlético precisa convencer. Em primeiro lugar, não mostrar a mesma desatenção dos jogos passados. Depois, apresentar um futebol digno de um dos maiores clubes do país. Isso é o mínimo que o torcedor que estará mais uma vez na Arena da Baixada espera.

O técnico Sérgio Soares depende de uma atuação destacada da equipe para se manter no cargo. As críticas ao seu trabalho vêm aumentando na medida em que o time vem jogando mal e cometendo falhas graves. Apesar de ter sido prestigiado pela diretoria, é certo que no futebol nenhum técnico resiste a uma série de maus resultados e ainda sem apresentar perspectiva de melhora.

O time

Manoel e Ivan González estão fora do jogo. Eles foram expulsos na partida contra o Operário e pagarão uma multa pelo prejuízo causado ao clube.

Gabriel, ex-zagueiro do Paraná, fará sua primeira partida como titular do Atlético. No meio-campo, Fransérgio treinou como titular na sexta-feira, mas Madson se recuperou da amigdalite e pode voltar ao time. Com isso, Branquinho pode perder a vaga.

A provável escalação é: João Carlos; Marcos Pimentel, Gabriel, Rafael Santos e Paulinho; Alê, Branquinho (Fransérgio), Madson e Paulo Baier; Guerrón e Lucas.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A imagem

Paulo Baier entra no túnel de acesso ao vestiário do Germano Krüger após a derrota para o Operário. Foto de Joka Madruga.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Desafio

O Bolinha todo mundo sabe quem é. Quero saber é quem reconhece o resto do timaço.
Como neste janeiro, que vai indo mais ligeiro do que soldo de milico, nosso Furacão está meio caído, este Guerrilheiro promove mais um interessante Quiz da história da bizarrice rubro-negra. Desta vez o desafio traz uma grande novidade: aquele que por primeiro acertar o nome de todos os atletas perfilados na foto ganhará um belo prêmio: um voucher que dá direito a três cervejas e uma porção de amendoim no bar da Tia Lili.
Se ninguém acertar todos os nomes (até porque a imagem concentra uma fauna variada de espécies raras), leva aquele que acertar o maior número de "craques".
Concorrem as respostas enviadas até o dia 2 de fevereiro - Dia de Iemanjá - por e-mail, twitter ou comments no post.
Ah. A foto é da festa de apresentação do elenco no fatídico e importante ano de 1995.
Sintam-se desafiados!

Mudança de atitude

Ano passado, começamos o campeonato estadual perdendo para o Operário de Ponta Grossa em plena Baixada. Um ano depois, o Fantasma volta a derrotar o Furacão, desta vez no Germano Krueger.
Segunda derrota em quatro partidas, e que deixa o Atlético em situação difícil para a conquista do turno. Um assombro.
A diferença para o péssimo começo do ano passado é que, naquela ocasião, o time estava recheado de jovens promessas como Renan, Patrick, Raul, Rhodolfo e Walyson. Ontem, estava em campo um elenco experiente, que terminou em quinto lugar no Brasileirão.
Mas que mostrou um futebol amador; sucumbiu à forte marcação, não conseguiu levar perigo à meta adversária e ainda perdeu a cabeça, tendo dois jogadores expulsos.
Um time que parece não ter a mínima organização tática, apesar de jogar junto desde o ano passado. E que não consegue surpreender: é extremamente previsível.
Me parece que a sorte de Sérgio Soares chegou ao fim.
Antes mesmo do que eu imaginava.
O primeiro turno do Paranaense parece que já foi para o buraco. Se continuar jogando assim, o Atlético tem bala para conquistar o segundo turno e avançar na Copa do Brasil?
É preciso mudar. Não os jogadores, porque o elenco é esse que aí está, e é um elenco bom, mas de atitude.
Enquanto ainda é tempo.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Justiça feita

Finalmente um técnico da seleção brasileira convoca Jadson.
Jogador que já merecia estar lá há anos, desde os tempos de Furacão, que o revelou para o mundo.
Lembra-se do que ele fazia vestindo a camisa rubro-negra? Não? Então refresque a memória:

Atlético 5 x 2 São Caetano

Corinthians 0 x 5 Atlético

Recordar é viver

Entrada da velha Baixada; início década de 90.
Os Fanáticos chegando num Pinheirão que não tinha teto, não tinha nada; 1986.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Assim como o Lucas, estamos de volta

O camisa 9 comemora seu primeiro gol no retorno à Baixada: esperança de uma boa temporada.
Olá amigos! O bloig ficou sem atualização por alguns dias devido a problemas técnicos. Mas estamos de volta. Assim como o Lucas, que voltou com tudo para a Baixada. Marcou um gol na inauguração da Arena, em 1999, e agora marcou dois em sua reestreia no estádio contra o Iraty - gols que garantiram a vitória ao rubro-negro.
E dois belos gols: o primeiro, numa cabeçada consciente e precisa; o outro, num potente e certeiro chute de fora da área.
O povão atleticano anda meio ressabiado com ex-ídolos que voltam pro clube depois de algum tempo, já que alguns não conseguiram sucesso em seu retorno.
Lucas, ao que tudo indica, deve trilhar outro caminho: ele ainda é "o Lucas" de sempre.
* Já passou da hora de falar do jogo de sábado, mas o troféu Ziquita vai, logicamente, para Lucas e também para Guerrón e Madson. Já o Macalé ficou nas mãos do João Carlos, que saiu catando borboleta no lance que resultou no gol do Iraty. Ele ainda terá outras oportunidades de mostrar que pode ser o camisa 1 do CAP. Mas precisa agarrá-las: o futebol não perdoa falhas de goleiros.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Clube fará ações de marketing pelo interior

Da assessoria de imprensa do CAP:
Detentor da maior torcida de futebol de um clube do Paraná, o Atlético lança neste ano uma ação de marketing que visa aproximar o relacionamento do clube com os atleticanos que moram fora de Curitiba. Com o slogan “Atlético, Paranaense igual a você”, o clube pretende otimizar as viagens pelo interior do estado durante o Campeonato Paranaense e executar ações de relacionamento com os torcedores de fora da capital. O objetivo é duplo: aproximar o clube dos torcedores que moram nessas localidades, além de criar uma empatia e buscar o aumento no número de torcedores do CAP por todo o Paraná.

Segundo o instituto Paraná Pesquisas, o Atlético Paranaense é o clube da capital com maior torcida ou simpatia entre a população do estado. Na pesquisa divulgada no final do ano passado, entre os paranaenses que torcem ou simpatizam pelos clubes da capital, 25% se dizem atleticanos, enquanto o Coritiba tem a preferência de 15% e o Paraná Clube de 7%. Pela pesquisa, o CAP tem a preferência da torcida em todas as regiões do estado, o que, para o Departamento de Marketing do clube, reforça o conceito de um clube essencialmente paranaense.

“Temos uma expressiva massa torcedora em todos os cantos do Paraná. O Atlético não é o time da moda, é o time do coração dos paranaenses. Com esse projeto queremos não apenas ter a maior torcida, mas um relacionamento próximo com os atleticanos de todas as regiões do estado. Para isso, vamos integrar os compromissos do time profissional do CAP no Campeonato Paranaense e criar um grande canal de comunicação e relacionamento do clube com a torcida atleticana. É a nossa maneira de valorizar este torcedor e mostrar o quanto o Atlético se engrandece ao ser o clube da população paranaense”, destaca Henrique Gaede, do Conselho Administrativo do CAP.

O projeto
“Atlético, Paranaense igual a você” irá percorrer todas as cidades em que o Atlético jogar no interior do estado, seguindo o cronograma de jogos do clube no Estadual.
Entre as ações haverá tarde de autógrafos com atletas, agente secreto nas ruas e pontos turísticos, entrega de kits do projeto Baby CAP nas principais maternidades do interior, visitas dos mascotes do clube, além de ações envolvendo as Escolas de Futebol do Atlético na região e as Embaixadas Furacão do interior do Paraná.

Ação de Marketing
O projeto “Atlético, Paranaense igual a você” integra a campanha “Nossa força é a sua paixão”, lançada pelo clube no ano passado. O conceito da campanha reúne o mote da paixão atleticana, incluindo também uma perspectiva de juventude, modernismo e raça, características típicas da torcida atleticana e da própria forma de gestão do clube. O projeto visa atingir principalmente os públicos infantil e feminino, segmentos em que a torcida atleticana vem crescendo expressivamente nos últimos ano
Cronograma - “Atlético, Paranaense igual a você”
25.01 – Ponta Grossa
01.02 – Cascavel
12.02 – Paranavaí
05.03 – Arapongas
12.03 – Irati
23.03 – Apucarana
09.04 – Cianorte
30.04 - Paranaguá

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Sofrida, a primeira vitória

Da Furacao.com:

O Furacão bateu o Corinthians Paranaense por 2 a 1 na tarde desta quarta-feira, no Ecoestádio Janguito Malucelli e conseguiu os três primeiros pontos no Campeonato Estadual de 2011. Entretanto, o jogo foi difícil e o Atlético passou a maior parte da partida com o placar desfavorável.

A partida começou equilibrada, com ambas as equipes se estudando. Aos oito minutos, Baier mandou um cruzamento certeiro na cabeça de Lucas, que perdeu o tempo de bola e uma ótima oportunidade para abrir o placar. Na sequência, quem perdeu uma boa chance foi o Corinthians Paranaense, com o zagueiro Élton, ex-atleta do Furacão, desperdiçando uma boa chance de tirar o zero do placar.

Aos 17 minutos, o equatoriano Guerrón recebeu em boas condições, mas cruzou fraco, facilitando as ações para o goleiro adversário. 11 minutos mais tarde, Paulinho foi preciso ao travar Adriano Gabiru e impedir o gol da equipe adversária. Aos 35, em um contra-ataque bem executado, Tiago, que também já passou pelo Atlético, chutou cruzado, João Carlos bateu roupa e Adriano Gabiru abriu o placar para o Corinthians Paranaense. O Furacão respondeu um minuto mais tarde, com Lucas arrematando com perigo contra a meta adversária.

Atrás no placar, o Atlético partiu para cima. Aos 38 minutos, Wagner Diniz acertou o travessão. Antes do intervalo, Guerrón recebeu cara a cara com o goleiro Walter, mas finalizou muito mal, desperdiçando uma grande oportunidade de igualar a partida.

Em desvantagem no placar, o Atlético retornou do intervalo disposto a empatar a partida o quanto antes. Aos quatro, Madson perdeu o gol quando estava dentro da pequena área a concluiu mal. O Furacão era soberano em campo e acuava o adversário, mas não conseguia colocar a bola para o fundo das redes.

Aos 14 minutos, em uma boa articulação, Madson recebeu a bola em condições legais na cara do gol, mas o bandeira marcou impedimento de maneira equivocada. Em uma outra boa investida, o baixinho atleticano arriscou de fora da área, para mais uma boa defesa de Walter.

A partida começou a mudar para os lados do Rubro-Negro paranaense quando Henan entrou em campo, substituindo Branquinho, aos 24 minutos. Logo no seu cartão de visitas, o atacante - vindo do interior de São Paulo - cabeceou para uma linda defesa do goleiro do Corinthians.

De tanto insistir o Atlético igualou o marcador aos 33 minutos. Henan apostou na jogada e chutou torto, mas a bola desviou e finalmente venceu Walter. Dois minutos mais tarde, Guerrón fez uma boa jogada e cruzou para Madson colocar o Furacão em vantagem na partida. Nos minutos restantes, o Furacão se fechou na defesa e garantiu a primeira vitória no Estadual de 2011.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Gabiru eterno

A foto acima é o momento mais importante da história do Atlético. Na vibração do Gabiru com o pênalti marcado aos 45 minutos do 2º tempo contra o São Caetano -- convertido em seguida por Alex Mineiro -- tivemos a certeza da conquista de nosso primeiro título brasileiro.

Hoje nos reencontraremos com este camisa 8 tão glorioso quanto o velho Barcímio, no confronto com o horroroso Corinthians-PR. E mesmo que ele esteja do outro lado novamente, não nos resta dizer outra coisa: obrigado, Gabiru!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Fiasco também na Copinha

Meus amigos, 2011 começou de uma forma bem diferente do que esperávamos.
Derrota na estreia do Paranaense e derrota para os coxinhas na Copa São Paulo de Juniores.
Reprisando o que aconteceu na Taça BH, o Furacãozinho saiu na frente, recuou demais, permitiu o empate e perdeu a vaga nos pênaltis.
A partida de ontem foi de indignar mais ainda do que a estreia dos profissionais.
Nada justifica um time jogar tão bem um tempo e depois deixar o adversário dominar as ações por completo.
E essa gurizada também precisa aprender a cobrar pênaltis hein!
Mas nem tudo é terra arrasada.
O Furacãozinho foi eliminado de forma invicta. Foram quatro vitórias e um empate (esse contra os coxinhas).
E apresentou alguns jogadores que logo despontarão no time profissional.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Fiasco na estreia

Da Furacao.com:
Reencontro com a torcida após um mês, estreia de alguns reforços, jogo de abertura do calendário 2011, tempo bom e domingo de sol na capital paranaense. Ingredientes que fizeram mais de 10 mil atleticanos irem até a Baixada para ver a estreia do Atlético na temporada.

E o Atlético surpreendeu. Não da maneira como os torcedores esperavam, mas sim negativamente. Apático, sem nenhum ritmo de jogo, abusando de falhas individuais e com uma arbitragem polêmica de Héber Roberto Lopes, o Furacão perdeu para o Arapongas pelo placar de 2 a 1 na tarde desde domingo, na Arena.

O volante Alê e o meia Madson, um dos principais reforços para este ano, começaram na formação titular. No gol João Carlos assumiu a meta atleticana com a saída de Neto e o zagueiro Rafael Santos formou a dupla de zaga com Manoel, suprindo a ausência de Rhodolfo. O restante do time foi o mesmo que terminou 2010.

O início da partida começou morno, com muitos erros de passes das duas equipes e as melhores chances aparecendo em cobranças de escanteio. Pelo lado do Atlético, em três oportunidades, o volante Alê ganhou da zaga do time do interior, porém as cabeçadas foram para fora.

O Arapongas veio a Curitiba disposto a explorar a deficiência física e a falta de ritmo de jogo do Furacão e se deu bem. Aos 26 minutos, Manoel saiu jogando mal e perdeu a bola, que sobrou limpa para o atacante Val Ceará tocar embaixo do goleiro João Carlos. Arapongas 1 a 0.

O Atlético nem bem se recuperou do primeiro golpe e sete minutos depois voltou a ir à lona novamente. Aos 33 minutos Welington cobrou falta de longe e acertou a gaveta de João Carlos, que mais uma vez nada pode fazer. Atônitos, os atleticanos não acreditavam no que viam e os visitantes já estavam com 2 a 0 no placar.

Com a desvantagem, o técnico Sérgio Soares colocou o meia Branquinho no lugar do volante Deivid ainda no primeiro tempo. A alteração não surtiu efeito e os times foram para os vestiários com o placar inalterado.
No retorno para o segundo tempo, Ivan González entrou no lugar de Guerrón, que não foi bem na primeira etapa, mas quem teve a primeira chance de gol foi o Arapongas, com Douglas chutando para fora.

Na base da pressão, mas sem qualquer organização, o Furacão tentava de todas as maneiras chegar ao gol adversário, mas esbarrou na disciplina tática do time montado pelo técnico Lio Evaristo (ex-Atlético). O goleiro Danilo teve bastante trabalho, principalmente aos 9 minutos, quando defendeu uma cabeçada certeira de Branquinho no canto direito.

De tanto insistir, o gol atleticano saiu aos 34 minutos da etapa final. Paulinho cobrou falta pela esquerda e acertou o canto do goleiro. A bola ainda bateu na trave antes de entrar. Foi o primeiro gol de falta marcado pelo jogador com a camisa do Atlético.

Nos minutos finais o Furacão foi só pressão, mas a nítida falta de preparo físico, aliada a arbitragem "folclórica" de Héber Roberto Lopes, que deixou de dar faltas claras a favor do Furacão, enquanto qualquer esbarrão era marcado a favor do Arapongas, minaram qualquer chance de reação e empate.

O próximo compromisso do Atlético é na quarta-feira, às 16h30, quando o time irá até o Ecoestádio tentar a reabilitação na competição contra o Corinthians Paranaense, em partida válida pela segunda rodada do Campeonato Paranaense.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Clube renova com Umbro e Philco

Em 2011, camisa do Atlético segue com as marcas Umbro e Philco.

Da Furacao.com:
O Atlético acertou a renovação do contrato com a fornecedora de material esportivo Umbro até 2014. O acerto foi divulgado pela Gazeta do Povo e confirmado pela Umbro à Furacao.com via Twitter.

De acordo com a empresa, para celebrar a renovação do contrato a Umbro está preparando "uma surpresa para a torcida".

Atlético e Umbro têm uma das parcerias mais antigas do futebol brasileiro. O clube passou a utilizar uniformes produzidos pela empresa em 1997, em substituição a Rhumell. Dos clubes da Série A, apenas o Fluminense mantém o fornecedor de material esportivo há mais tempo que o Atlético: o contrato com a Adidas foi iniciado em 1996.

Ao longo de mais de uma década houve mudanças significativas nas duas instituições, mas a parceria se manteve mesmo com a mudança de diretoria do Atlético e a aquisição da Umbro pela Nike, em 2007.

No ano passado, o ex-diretor da Umbro no Brasil, Paulo César Verardi, assumiu o comando do departamento de marketing do Atlético. Também a saída dele para o Grêmio não impediu a renovação do vínculo com o Furacão. O contrato vem sendo renovado sucessivamente ao longo dos anos, sempre com duração de três anos.
Além de renovar o contrato com a fornecedora de material esportivo Umbro, o Atlético também acertou a permanência do patrocinador master de seu uniforme. A Philco renovou o contrato com o Furacão até o final de 2011.

"Para o Atlético é um orgulho e um privilégio ter pelo terceiro ano seguido a Philco, que é uma marca referência no mercado, como parceira do clube. Nosso interesse é promover parcerias duradouras e que acarretam benefícios para ambas as partes", afirmou o conselheiro Henrique Gaede, responsável por supervisionar o setor de marketing do clube.

A Philco chegou ao Atlético no Campeonato Brasileiro de 2009, inicialmente num contrato que previa a exibição de sua marca por apenas dois jogos (contra Palmeiras e Corinthians). Logo em seguida, em julho, acabou renovando até o final do Brasileirão, mas não estendendo o vínculo para o ano seguinte.

No início de 2010, o Atlético jogou com camisas exibindo o "Sócio Furacão" e até uma mensagem de apoio aos chilenos. A parceria com a Philco foi retomada apenas em maio e durou até o final do Brasileirão. Um estudo divulgado pela Trevisan Gestão do Esporte revelou que o Atlético foi o clube que mais alavancou investimento de seus patrocinadores no Brasileirão 2010.

Desta vez, clube e empresa decidiram renovar o contrato já no início da temporada. O Atlético não divulgou os valores do patrocínio. No ano passado, segundo a Trevisan, Philco e HDI pagaram R$ 4 milhões ao Furacão, um valor bem abaixo do que receberam clubes do eixo Rio-São Paulo-Rio Grande do Sul-Minas Gerais.

The Flash da Baixada

Da Gazeta do Povo:
Entrevista com Madson, meia-atacante do Atlético:

Você é o The Flash, o super-herói do Furacão no Paranaense. Quais os seus superpoderes?

Acho que é a velocidade mesmo, posso estar em vários lugares do campo, como o The Flash. Gosto de chegar na área e chutar também, pego bem na bola.

Está preparado para lidar com a expectativa da torcida, já que você chega como o grande reforço do Atlético para a temporada?

Sem dúvida. É gostoso chegar com o apoio de todo mundo, torcedores, clube e comissão técnica. Estou bem tranquilo e espero mostrar o meu futebol. Quero ter um ano muito bom.

Está ansioso para estrear na Baixada?

Claro. Espero que a torcida continue com a pressão sobre o adversário. Sempre que joguei contra, pelo Vasco e pelo Santos, comentava que era muito difícil vencer, que o Atlético crescia dentro de casa.

Como está a sua adaptação?

A cidade ainda eu conheço pouco. No clube estou me sentindo em casa, mas é muito grande aqui [CT do Caju], acabo me perdendo. A estrutura é ótima, fora do normal, todos falavam mas eu fiquei surpreso mesmo assim.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Recepções com a marca do Trétis

A apresentação de Ronaldinho Gaúcho no Flamengo me fez lembrar algumas contratações do Atlético que mereceram recepções especiais da torcida. Nenhuma delas comparável à chegada do dentuço, marcada pela maior presença de papagaios de pirata, baba-ovos e desocupados que o Brasil já viu. Apesar disso, todas muito especiais...

Éder Aleixo - 1991
Dias antes a Tribuna estampou uma manchete sensacional: "Atlético contrata o míssil". Na capa, o meia ex-seleção brasileira chutava um Patriot, teleguiado preferido do Bush pai. A notícia cresceu, ganhou corpo e percorreu bares e esquinas até a convocação oficial do presidente José Carlos Farinhaque para a galera comparecer ao Afonso Pena.

No saguão do velho aeroporto, a rapaziada aguardava ansiosa o desembarque do responsável pelo chute mais ignorante do país. Eis que ele surge revelando uma simpatia incomum -- embora a eterna expressão de filha da puta estivesse lá. De bate-pronto, Éder despiu a flanelada e envergou a rubro-negra mais bonita: Adidas. Delírio.

Para receber a canhotinha selecionado para a Copa de 82, o Furacão destacou o Ford Del Rey do Airton Galina, com relógio digital no teto, retrovisores elétricos e proteção para a vista verde degradê no para-brisa. Farinhaque era o carona, de sapato branco. No retorno à Curitiba, a banheira de luxo assumiu a dianteira de uma interminável carreata.

Ainda na Avenida das Torres, o craque perguntou: "O Gilberto Costa está aí com vocês?". Resposta negativa. "Que bom, ele é chato pra caralho. O cara não para de falar". Cheio de má intenção, soltou outra: "Me falaram que tem muita mulher bonita aqui, presidente. Mas diz que é bom tomar cuidado". A afirmativa detonou uma interrogação geral no Del Rey até hoje não elucidada.

Chegando ao encontro da Engenheiro Rebouças com a Buenos Aires, na saudosa sede das janelas de vidro com o escudo do clube, era tempo de assinar o contrato. Jogo de cena, claro. Éder meteu a firma numa folha de papel toda rabiscada. Explosão de alegria, estancada por uma pedido inusitado. "Sabe presidente, na altura da minha carreira, talvez seja melhor eu ficar treinando falta e escanteio, ao invés de correr todo dia, fazer coletivo, essas coisas. É melhor pra todo mundo".

A partir daí, vimos um Éder irregular vestindo a camisa do Furacão, mas de categoria ainda intacta. Foi ele o nosso 10 na arrancada extraordinária daquele ano, no estilo ônibus espacial Challenger, quando decolamos firme com três vitórias implacáveis (sobre Flamengo, Grêmio e Fluminense) para, em seguida, explodirmos também espetacularmente.

Como última recordação, ficou um pênalti desperdiçado contra o Botafogo, com um petardo que balança a trave do Pinheirão até hoje.

Kita - 1990
O anúncio da vinda do Barba que fez furor no Rio Grande do Sul movimentou os atleticanos. O cara tinha faro de gol inquestionável, e nós nos ressentíamos de um 9 presença desde a partida do mítico Manguinha. Sendo assim, todos os caminhos levavam ao Afonso Pena para celebrar mais uma contratação com o selo José Carlos Farinhaque.

Por obra do destino, um amigo pintou mais cedo no aeroporto -- bem antes dos Fanáticos estacionarem o caminhão com batuques e bandeiras. E para decepção absoluta dele, que ficara entusiasmadíssimo com a negociação, nosso homem-gol acabou flagrado, muy tranquijo, incinerando um cigarro no saguão. Possivelmente, sacado de uma pochete que, pela pujança, deveria guardar todos os pertences pessoais do atacante, além de um par de chuteiras.

Apreensão sobre o futuro do Trétis, e a saúde pulmonar do jogador, só dissipada quando a recepção finalmente foi deflagrada. Graças ao múque do Mala, Kita foi alçado aos céus e ruidosamente saudado pelo povão, trajando uma genérica da Adidas fabricada pela Jumper.

Tudo enquadrado na foto que vocês podem curtir abaixo. Destaque para o tiozão com o piazote no ombro. Para abrir sorriso tão sincero, ele só pode ter visto em Kita a reencarnação crespa de Cristo.
Clique para vê-la maior.


segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O novo número 1

Da Gazeta do Povo:


O Atlético-PR intensifica nesta segunda-feira os trabalhos técnicos e táticos para definir os dez titulares que restam ser confirmados para o começo do Campeonato Paranaense, no próximo domingo. Apenas o camisa 1 já está definido: João Carlos, que herdou a vaga após a transferência de Neto para a Fiorentina. Quem confirmou isso foi o preparador de goleiros do Furacão, Marco Aurélio Tedeschi.

- Ele ficou na fila de espera por um bom tempo, voltou ao clube, nas partidas que jogou foi muito bem e agora é dada a oportunidade. É o goleiro titular - garantiu, lembrando que o reserva não está definido. Santos e Renan Rocha, este último voltando de um empréstimo ao Vitória, disputam a posição.

Empolgado com a titularidade, João Carlos contou que estava um pouco ansioso desde o fim da última temporada, quando soube e começou a torcer pela negociação do seu antecessor.

- Até para o Neto se dar bem e eu ter a minha oportunidade. Não é questão de lesão ou algo ruim - argumentou. - Fico muito feliz que a diretoria e o Tedeschi estão me passando confiança. Não estão falando de contratar outro goleiro. Isso me deixa ainda mais motivado.

Com 22 anos e 1,91m, o jogador natural de Paranavaí viveu uma experiência curiosa na carreira. Desde 2003 no Rubro-Negro, ele sempre foi titular nas categorias de base, com Neto na reserva. Porém, em 2009, João Carlos foi emprestado ao Ipatinga para disputar a Série B e, quando voltou, o companheiro já era o dono da camisa 1.

A sorte de João Carlos em 2010 foram as duas convocações do titular para a Seleção Brasileira, além da expulsão logo na primeira rodada do Brasileiro, o que deu chance ao então reserva de mostrar serviço. Com ele no gol, foram dois empates, uma derrota e uma vitória. Partidas que deram a certeza à comissão técnica de que ele poderia ser titular.

- Já teve algumas oportunidades e a meu ver se saiu muito bem. Estamos agora preparando-o para o Paranaense. Mas tanto eu como a comissão técnica temos total confiança - garantiu Tedeschi. - Acreditamos no potencial do João, um garoto que já tem cinco convocações para a seleção [de base]. Esperamos que rapidamente ele possa demonstrar sua qualidade - complementou.

Para o goleiro, é a hora corresponder como titular. Quanto a ter um futuro parecido ao de Neto, ele evita pensar no assunto.

- Ganhar a posição é muito dificil, mas se firmar é complicado. Espero corresponder à expectativa e depois vamos ver o que acontece - desconversou.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

No fim das contas, Manoel ficou

Manoel voltou das férias e se reapresentou ao clube normalmente, junto com o elenco.
No fim, tudo não passou apenas de especulação.
Muito por parte de uma reportagem irresponsável, mentirosa e sem a devida checagem publicada pelo portal Terra Esportes. Um portaleco de segunda categoria, diga-se.
Mas que foi fomentada também pelo empresário do jogador, que falou demais a algumas rádios.
No fim do ano passado, o empresário do Branquinho também já tinha falado um monte de bobagem à imprensa.
Parece que esses empresários e procuradores de jogadores não conseguem segurar suas longas e afiadas línguas quando vêem um microfone pela frente.
E acabam por colocar as torcidas contra os próprios jogadores que eles representam.
Que estes dois episódios sirvam de lição.
E que Manoel tenha mais uma ótima temporada pela frente com a camisa rubro-negra.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Neto é negociado com a Fiorentina

Da Furacao.com:
O goleiro Neto foi negociado com a Fiorentina e não faz mais parte do elenco do Atlético. O jogador foi procurado por representantes do clube italiano e ficou "balançado" com a proposta. Nesta terça-feira, ele se reuniu com dirigentes do Atlético e informou sua decisão de deixar o clube. Segundo informações, o goleiro nem mesmo aceitou discutir um aumento salarial para permanecer jogando no Atlético, já que sua vontade era de atuar na Itália.

Segundo o pai de Neto revelou à Gazeta do Povo, o jogador receberá cerca de cinco vezes mais o que recebe atualmente. “O Atlético nunca pensou em negociá-lo tão cedo. Realmente esta proposta pegou todo mundo desprevenido”, afirmou Norberto Murara Filho.

O procurador de Neto, o ex-goleiro do Vasco Zeljko Tadic, conversou com dirigentes do Atlético na terça-feira. Ao final da reunião, ficou claro que o jogador não tinha interesse em continuar jogando no Furacão.

Ainda nesta terça, o Atlético enviou um fax à Fiorentina fazendo uma contraproposta à oferta inicial dos italianos. Ainda não há informações oficiais sobre os valores da transação, mas se especula que a Fiorentina pagaria 3,5 milhões de euros por 75% dos direitos econômicos de Neto. Assim, o Atlético ainda manteria 25% do jogador em caso de uma futura negociação, além do mecanismo de solidariedade da FIFA pela formação do atleta.

Na manhã desta quarta-feira, Neto foi ao CT do Caju para recolher os seus pertences e se despedir dos funcionários e jogadores.

Carreira

Neto tornou-se titular do Atlético na temporada de 2010, após ser revelado nas categorias de formação do clube. No Furacão desde os 13 anos, o goleiro estreou pelo Rubro-Negro em 2009. No ano passado, além da titularidade, garantiu convocações para a seleção brasileira comandada por Mano Menezes.

Pensata

A Fiorentina quer Neto.
Neto quer sair.
Três milhões e meio de euros por um goleiro é grana pacas. Praticamente o mesmo valor pelo qual o Internacional vendeu o goleiro campeão do mundo, Renan, ao Valencia.
E o CAP, como clube revelador, ainda leva um percentual sobre futuras negociações.
Quem se opõe à venda de Neto?
Eu não.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Clube desmente notícias sobre Manoel; Neto pode estar de saída

Da Furacao.com e da Gazeta do Povo Online:
Tudo começou com uma nota do portal Terra em que se divulgou a insatisfação do zagueiro Manoel com seu salário no Atlético e seu interesse em se transferir para outro clube.

A nota alega que o atleta inclusive poderia acionar judicialmente o Atlético, por atraso no recolhimento do FGTS. Além disso, ventilou-se uma possível aquisição de 50% dos direitos econômicos de Manoel por um consórcio de investidores.

Prontamente, o site oficial do Atlético rechaçou tal hipótese, informando que o fundo de garantia de todos os jogadores vinculados ao Furacão, dentro os quais obviamente Manoel, estava sendo religiosamente pago.

Intrigado com a notícia de que haveria uma proposta para tirar Manoel do Atlético, Ocimar Bolicenho, superintendente de futebol do Rubro-Negro, buscou esclarecimentos junto aos possíveis interessados. “Entrei em contato com o Grupo Sonda, através do senhor Guilherme Miranda, e do BMG, através do senhor Hissa Moysés, e os dois negaram qualquer união entre os fundos de investimento para a aquisição de Manoel e desmentiram o interesse no atleta”, disse Bolicenho ao site oficial.

Além de Corinthians, o colorado gaúcho também poderia ser um destino da revelação rubro-negra. Contudo, o site da ESPN veiculou que não foi confirmada intenção do Internacional contar com o futebol de Manoel. "Não chegamos nem a cogitar. É um bom jogador, tem técnica, mas não há nenhuma cogitação em torno de seu nome", declarou Roberto Siegmann, vice-presidente de futebol do Internacional.

Para esta quinta-feira está agendada uma reunião entre Neco Cirne, procurador de Manoel, e a diretoria atleticana, a fim de discutir uma valorização de Manoel, que vai desde um aumento salarial, até a apresentação de propostas envolvendo a venda do jogador.
Neto
Por outro lado, o goleiro Neto pode ser a próxima baixa do Furacão. A Fiorentina, da Itália, ofereceu 3,5 milhões de euros para contratar o jovem arqueiro de 21 anos.

De acordo com o pai do atleta, Norberto Murara Filho, que também é ex-goleiro, a oferta do exterior mexeu com o camisa 1 atleticano. “A proposta de fora é cinco, seis vezes maior do que ele ganha no Atlético. Não é porque ele quer sair do clube, que ele não goste do Atlético. As condições da negociação fazem com que ele tenha interesse de aceitar. É questão financeira, balança o jogador, não tem como”, argumentou.

A proposta italiana foi feita logo após o fim do Brasileiro e a negociação não evoluiu no último mês. Por isso, Neto e seu procurador Zeljko Tadic vieram para Curitiba ontem para resolver a situação com o Furacão. A intenção do encontro seria definir a negociação ou um aumento salarial para o atleta. Porém até o fechamento desta edição o Atlético não confirmava se a reunião tinha realmente ocorrido.