quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Desfalques pesam e Furacão perde para o São Paulo

Da Furacao.com:
Rhodolfo, Elder Granja, Paulo Baier, Branquinho e Maikon Leite. A base que o Atlético montou durante todo o Campeonato Brasileiro ficou de fora da partida desta noite contra o São Paulo, na Arena Barueri. Machucado, o quinteto não teve condições de entrar em campo. Adicione a essa lista Wagner Diniz, que por questões contratuais, também não atuou. Rafael Santos, Deivid, Netinho e Claiton foram os principais substitutos, mas não conseguiram brecar o forte ataque adversário que acabou fazendo dois a um. A história do jogo a gente começa a contar agora.


O primeiro tempo foi de alto nível. Um jogo aberto - com as maiores chances do São Paulo. Mesmo assim, quem começou assustando foi o Furacão. Logo aos dois minutos, Bruno Mineiro aproveitou um rebote que bateu na trave e mandou para as redes. Com o atacante impedido, o gol foi anulado.

Mais bem postado, o São Paulo aproveitou para abrir o placar com Ricardo Oliveira. Ele tabelou com Dagoberto e saiu na cara de Neto, que não pôde fazer nada.

O rubro-negro paranaense não sentiu o gol e passou a marcar mais forte no campo defensivo. Aos 26 minutos foi a vez do Atlético marcar. Em uma bola atravessada na defesa do São Paulo, Guerrón antecipou-se a Miranda, roubou a bola e entrou na área. O equatoriano bateu forte no canto direito de Rogério Ceni.

A partir daí o jogo ficou mais truncado, com poucas oportunidades das duas equipes.

Azar

O Atlético voltou para a segunda etapa sem nenhuma substituição. O São Paulo partiu para cima e fez uma blitz em cima de Neto. Aos seis minutos, Deivid fez uma falta desnecessária após perder o tempo da bola e recebeu o terceiro cartão amarelo. Na cobrança, Dagoberto colocou na cabeça de Miranda - livre de marcação - que apenas desviou para as redes.

O Furacão só voltou a assustar o gol do São Paulo aos 21 minutos com Paulinho. Depois de tabelar com Chico, o lateral bateu de perna direita e exigiu uma ótima defesa de Rogério Ceni.

O técnico Sérgio Soares fez duas substituições, mas as entradas de Marcelo e Nieto no lugar de Deivid e Guerrón pouco surtiram efeito e o Atlético chegou apenas em escanteios perto do gol do São Paulo. O tricolor ainda teve pelo menos mais três oportunidades para ampliar o marcador

Com o resultado o Atlético foi ultrapassado pelo tricolor e agora precisa vencer o Palmeiras, na próxima quarta-feira, na Arena da Baixada.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Desfalques e improvisos

O lateral-direita Élder Granja e o meia Paulo Baier estão fora da partida desta quinta contra o São Paulo, ambos vetados pelo Departamento Médico. O outro lateral, Wagner Diniz, também não joga devido a uma cláusula em seu contrato de empréstimo do time paulista para o Furacão.
Ou seja, sem os dois jogadores de ofício no elenco, o técnico Sérgio Soares terá de emprovisar: o volante Deivid deve atuar na ala direita.
E, para o lugar do maestro, Netinho deve reaparecer na equipe.
Com isso, o time que começa a partida no Morumbi deve ser formado por Neto; Deivid, Manoel, Rhodolfo e Paulinho; Chico, Vitor, Branquinho, Netinho; Guerrón e Bruno Mineiro.
Com um agravante: o técnico Paulo Cesar Carpegiani, que trocou o Furacão pelos bambis, conhece este elenco decor e sabe de suas deficiências - principalmente desfalcado em dois setores importantes.
Sabe também que há poucas opções no banco de reservas atleticano, principalmente no ataque.
Uma vitória no Morumbi, nesta quinta, exigirá muita superação.

Onaireves verde

Setembro de 1992. Uma certa noite, um jantar numa residência de luxo em Brasília entrou para a história - e também para o folclore - política brasileiro. O então deputado federal Onaireves Nilo Rolim de Moura reuniu parlamentares aliados e a imprensa para anunciar seu apoio e dos demais políticos convidados ao então presidente Fernando Collor de Mello, que enfrentava um inédito processo de impeachment no Congresso. Dois dias depois, na famosa sessão da Câmara na qual o afastamento de Collor foi decidido pelos deputados, a surpresa: Onaireves vota a favor do impeachment, no caso mais famoso de trairagem política da história da República.
Quase 20 anos depois, e guardadas as devidas proporções, é claro, um episódio faz reviver a história.
Outubro de 2010, a Câmara Municipal de Curitiba analisa o o projeto de lei que autoriza o uso do potencial construtivo do município para garantir a realização da Copa do Mundo de 2o14 na cidade. Dia 24, o vereador verde - em todos os sentidos - Aladim Luciano declara ao jornal Gazeta do Povo, em reportagem publicada no dia 25: “Temos de ver que Curitiba e o estado todo vão ganhar com a Copa de 2014. Tem essa polêmica toda de pressão clubística, mas falo como vereador. Técnicos e autoridades envolvidos garantem que não há dinheiro público na parada [conclusão do estádio] e está tudo dentro da lei. Sendo assim, vou aprovar tranquilamente” (Ouça o áudio aqui). Dois dias depois, Aladim sai da lâmpada e vota contra o projeto - além dele, apenas Jair Cezar votou contra; a proposta teve a aprovação de 26 vereadores.
Hoje, Aladim Luciano deve estar ainda mais verde. Mas de vergonha.

Sábio provérbio

"A língua é o chicote da bunda". Este é um ditado popular bastante antigo - certamente você desde moleque ouve sua avó proferi-lo. Realmente: quem fala demais ou defende com absoluta convicção e veemência uma ideia esdrúxula deve arcar com as consequências depois.
Um exemplo.
Vocês se lembram da "campanha" que a coxarada fez desde 2007 pela Copa em Curitiba? Taí:
Fizeram o impossível pra tentar melar a vinda do Mundial para a capital paranaense, zombaram do assunto, desdenharam e, agora que o Atlético conseguiu de vez viabilizar a Copa aqui, e com ela um porrilhão de reais em investimentos para a cidade, vêm falar em isonomia.
Soa a galhofa.
Tarde demais, coxarada.
Floripa não terá Copa, mas a bela capital catarinense fica logo ali.
Mas corram, porque as reservas para julho de 2014 já estão quase esgotando!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

26 a 2

Da Gazeta do Povo:
A Câmara Municipal de Curitiba aprovou nesta terça-feira (26) dois projetos de lei considerados vitais para a realização da Copa do Mundo de 2014 na capital paranaense. O Potencial Construtivo, que possibilitará ao Atlético receber R$ 90 milhões para a conclusão do estádio Joaquim Américo, a Arena da Baixada, passou pelo crivo dos vereadores por 26 votos a 2. A lei de isenção do ISS (Imposto Sobre Serviços), que beneficiará a Fifa e é condição para a escolha de uma cidade-sede do Mundial, foi aprovada por unanimidade.
"O Potencial Construtivo criado hoje (terça), com muita responsabilidade pelos vereadores, permite que o Atlético vá até o mercado e capte dinheiro para a conclusão da Arena", comemorou Luiz de Carvalho, assessor da prefeitura para assuntos da Copa, em entrevista ao telejornal Paraná TV, da RPCTV.
"Houve muito bom senso dos vereadores. Como eu sempre disse: não é o estádio do Atlético que está sendo concluído, é o estádio da cidade de Curitiba para receber a Copa", declarou o presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, Gláucio Geara, que acompanhou a sessão.
Das nove emendas apresentadas ao Potencial Construtivo, quatro foram rejeitadas - todas elas estavam fora do acordo entre as bancadas, e, como os governistas têm maioria na Câmara, conseguiram barrá-las. Quatro outras alterações na proposta do ISS foram aprovadas.
Curiosamente, os dois únicos votos contra a proposta do Potencial Construtivo foram dos vereadores Jair Cézar (PSDB) e Aladim Luciano (PV), que fazem parte da base de apoio do governo.
"Não sou contra a Copa, mas contra a maneira como se está fazendo. O crédito não vai voltar ao município, está sendo transferido a terceiros não havendo ressarcimento", criticou Cézar, em entrevista à Rádio CBN.
O vereador Pedro Paulo (PT), líder da oposição, discursou antes da votação e explicou o motivo pelo qual seu grupo apoiou o projeto.
"Vamos votar de maneira favorável porque o interesse público justifica a aprovação do projeto", reiterou, à CBN.
Pessuti faz apelo à deputados

O governador Orlando Pessuti, assim como fez na última segunda-feira com vereadores, se reuniu nesta terça com deputados em um almoço no Palácio das Araucárias para pedir agilidade na votação de matérias relativas à Copa do Mundo em Curitiba.
O apelo à Assembleia foi focado na aprovação da liberação do Fundo de Desenvolvimento Estadual (FDE), que servirá de empréstimo à construtora que fará a reforma da Arena, além da isenção de impostos estaduais à Fifa, pontos cruciais para que o Mundial possa ser realizado na capital do estado.
"Não é questão de governo, é algo que precisa ser feito", disse Pessuti. Antes de ir para o plenário, a Comissão de Constituição e Justiça da casa precisa aprovar a constitucionalidade dos projetos de lei.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Copa 2014: vereadores devem aprovar nesta terça a lei do potencial construtivo

O lobby e o chororô da coxarada, de novo, deu em nada. Leia a matéria da Gazeta do Povo:
Os vereadores de Curitiba votam nesta terça-feira (26), a partir das 9 horas, as duas leis que precisam ser aprovadas em âmbito municipal para a realização da
Copa de 2014 na cidade. O potencial construtivo especial e a isenção do Imposto Sobre Serviços (ISS), esta exigida pela Fifa, devem passar sem sustos.
Na manhã desta segunda (25), os 38 vereadores foram convidados para um almoço com o governador Orlando Pessuti no Palácio das Araucárias e 24 compareceram. Apesar de estar na véspera da apreciação de projetos tão importantes, Pessuti não deu importância para o risco de o encontro ser visto como lobby para a votação.
“Encarado como pressão ou não, eu não estou preocupado. Estou apenas fazendo um apelo e pedindo para que ajudem Curitiba e o Paraná a cumprirem o Caderno de Encargos da Fifa. Precisamos estar em condições de receber a Copa”, alerta Pessuti, que seguindo a mesma política de “apelo”, recebe hoje os deputados estaduais, responsáveis pela liberação do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE) do estado para a engenharia financeira do Mundial.
Mesmo com a preocupação do governador, conforme a reportagem apurou, não há riscos dos projetos serem barrados pelos vereadores. Com maioria absoluta na Câmara, a bancada de apoio ao prefeito Luciano Ducci (que está viajando e foi representado pelo presidente da casa legislativa, João Cláudio Derosso) crê até na aprovação por unanimidade, apesar da oposição estar impondo algumas emendas.
“O Pessuti já estava querendo este encontro há vários dias. Mas só agora foi possível. É coincidência ter sido na véspera da votação”, argumenta o vereador Mário Celso Cunha (PSB), líder do prefeito. “Foi apenas um reforço [o encontro]. Já estamos discutindo isso na Câmara até com audiências públicas. Não estou encarando como pressão alguma”, opinou o vereador Serginho do Posto (PSDB), relator da Comissão de Justiça da casa, por onde os projetos já passaram.
Até mesmo legisladores antes reticentes ao plano, agora renderam-se ao discurso em prol dos benefícios deixados para Curitiba – calcula-se R$ 1,2 bilhão de investimentos federais diretos na cidade com a vinda do Mundial.
“Temos de ver que Curitiba e o estado todo vão ganhar com a Copa de 2014. Tem essa polêmica toda de pressão clubística, mas falo como vereador. Técnicos e autoridades envolvidos garantem que não há dinheiro público na parada [conclusão do estádio] e está tudo dentro da lei. Sendo assim, vou aprovar tranquilamente”, assegura o vereador Aladim Luciano (PV), ex-jogador de Coritiba e Atlético.
“Recebi cerca de 10 mil e-mails contra [o potencial construtivo para a Copa na Arena da Baixada], mas creio que 90% influenciados por serem coxas-brancas”, pondera Aladim.
As votações desta terça ocorrerão em primeiro turno, mas precisam apenas da metade mais um dos votos para serem definidas.

O atleticano-maracatu


A TV Furacão entrevistou Tiago, o atleticano do Recife que veio a Curitiba para assistir, pela primeira vez, a uma partida na Baixada. Ele conta que seu pai, torcedor do Sport, não acreditou na sua escolha clubística. "Meu filho, isso aí é time do Sul". Mas, e daí? Tiago curtiu mesmo é o Furacão e decidiu acompanhar adotar o Atlético, mesmo vivendo na terra do Maracatu, como time do coração. E promete voltar mais vezes.

A frase

Se Seneme tinha o direito legal de interpretar como faltosa a intenção de Gonzáles sobre Tartá, no pênalti que conduziu o Fluminense ao empate, não tinha o direito de não marcar o pênalti que Dieguinho cometeu contra Guerrón. Seria bem mais fácil, por que não era caso de interpretação, mas simplesmente de aplicação pura e seca da lei.
Augusto Mafuz, em sua coluna de hoje.

domingo, 24 de outubro de 2010

Que vacilo

Mesmo sem ângulo, Wagner Diniz marcou o segundo gol do Atlético: time deixou escapar vitória no final.
Quando chega aos 40 do segundo tempo e o time está ganhando, não tem desculpa para um resultado que não seja a vitória.
Muitos atleticanos estão reclamando da arbitragem do sr. Wilson Luiz Seneme. Pudera, o árbitro só causou celeuma em campo. E deixou de marcar um pênalti claríssimo sobre o Guerrón, quando o jogo estava 1 a 0 para o Furacão.
Mas não boto somente na conta deste senhor o empate em casa, diante do Fluminense.
Pois se houve um autor para a titubeada nos instantes finals, quando a partida estava ganha, este chama-se Bruno Mineiro.
E não apenas por ter sido figura decorativa no ataque.
Mas principalmente por permitir o gol de empate daquele time sem caráter - aquele que já comemorou com champanhe decisões do tapetão.
Os melhores momentos da TV talvez não mostrem o lance desde o seu início.
Mas tudo começou quando os defensores do Fluminense partiram para o campo de ataque. E ali, no círculo central, passaram por Bruno como quem passa por um cone. Combate zero. Mas, peraí: o time ganhando o jogo aos 42 do segundo tempo e o cara não é capaz de oferecer combate na intermediária? Não tem a manha de fazer uma falta, mesmo que seja pra tomar um amarelinho, e ainda segurar a bola, reclamar com o juiz, fazer uma graça e segurar o jogo ali na meia-cancha? Bruno não foi. E os defensores que passaram por ele com quem passa por uma criança carregaram a bola até o ataque, no lance que originou o pênalti sobre Tartá.
Bruno conta com a paciência da torcida há muito tempo. Até porque, mesmo fazendo poucos gols, ainda é o artilheiro do time este ano. Mas mesmo que a fase ande braba, mesmo que a bola não entre, nada justifica deixar o adversário carregar a bola daquele jeito naquela altura do jogo.
Um tremendo vacilo.
Mas o Atlético ainda está ali, a um pontinho do G4 e a seis do G3.
O pulso ainda pulsa, mesmo o time jogando sem ataque.
E uma vitória fora de casa, contra os bambinos do Carpa traíra, pode significar um novo impulso rumo à Libertadores.

Troféu
ZIQUITA
Neto, Paulo Baier e Wagner Diniz

Troféu
TIÃO MACALÉ
Bruno Mineiro e Wilson Luiz Seneme, o rei da celeuma.

Fanáticos, 33

Alguns dos primeiros integrantes e fundadores d'Os Fanáticos, em frente ao velho ginásio...

... o "Templo da Caveira", num tempo em que os Fanáticos eram os guardiões de uma Baixada abandonada. Essa segunda foto é de 1991, e o símbolo de concreto, hoje uma relíquia, está atualmente guardado na sede da TOF.

... enquanto era preciso se deslocar até o Pinheirão para fazer a festa nos jogos do Furacão.
Quando conheci os Fanáticos, no final dos 80, início dos 90, as coisas não eram nada fáceis.
Tempo de vacas magras. Mesmo.
Sem sede própria, com caixa vazio e tendo que atravessar a cidade para levar material e os torcedores até o Pinheirão em dias de jogos. A diretoria ia na Kid 2 (uma kombi caindo aos pedaços, hoje restaurada), o restante se espremia na carroceria do caminhão que levava os instrumentos e as bandeiras. Quem não cabia, ia a pé mesmo. Um tormento. Mas todos se divertiam.
Por outro lado, eram anos bons. A sede ficava em território sagrado: o próprio Joaquim Américo, logo na entrada do estádio, numa salinha anexa ao ginásio. Na verdade, os Fanáticos tomaram conta da velha Baixada por anos a fio. Eram eles quem cortavam a grama, davam uma retocada na pintura. Até tomaram conta do bar do ginásio, por algum tempo. Em troca, as peladas da torcida eram ali mesmo, no solo sagrado do Caldeirão, todo sábado à tarde. Seguidas sempre de uma linguiçada assada num latão velho, debaixo da cobertura das sociais. Tive oportunidade de passar ali alguns dos sábados mais bacanas de minha adolescência.
Conheci ali Renato Sozzi e José Carlos Belotto, presidentes da torcida por anos a fio.
Dois abnegados.
Hoje a situação é bem diferente.
Julião, que também viveu esta época na torcida, preside hoje uma quase corporação. Com sede própria e dinheiro entrando em caixa, a questão financeira não mais um problema. Agora, o duro mesmo é cuidar de tanta gente que é da Fanáticos. Além daqueles que compram a camisa e se dizem integrantes. Uma multidão.
Os problemas hoje são outros e a sociedade está de olho gordo sobre as TOs.
O desafio é continuar a fazer uma festa de arrepiar no estádio, mas coibir a violência. Dar brilho ao espetáculo mas respeitando aqueles que só querem estar ali para ver uma partida tranquilamente.
Um grande desafio, diga-se.
Torcemos para que a Fanáticos consiga superá-lo e siga a fazer uma das festas mais encantadoras dos estádios de futebol do país.
Assim seja.
A começar por hoje, contra o Fluminense.

sábado, 23 de outubro de 2010

Um reforço do Recife

Tiago, o recifense que se descobriu atleticano aos 13 anos, assistirá sa primeira partida
ao vivo na Baixada graças a uma vaquinha virtual. E trará sua inseparável bandeira.

A escolha do time de futebol tem muitas vezes razões bem claras e óbvias. Por exemplo, a questão hereditária. Tradição familiar. Até porque, desde o nascimento, pais e avós se encarregam de pilhar o guri ou a guria para que seja mais um torcedor de seu time do coração, para que possam ir juntos aos jogos no futuro, etc. Tem também o aspecto histórico-geográfico. Como muitos no norte paranaense, por exemplo, que são totalmente influenciados pelos times paulistas. Até pelo grande número de imigrantes de São Paulo que se estabeleceram e povoaram a região. Ou os gaúchos, no oeste.
Mas há também escolhas que a própria razão desconhece.
Daquelas paixões que você descobre assim, num átimo.
Vê o time em campo, a cor do uniforme, um belo gol, uma torcida bonita na arquibancada, mesmo que pela TV, e de cara se descobre - e se declara - um torcedor. Como se já tivesse nascido assim.
Essas escolhas são mais raras, mas acontecem.
Como aconteceu com o Tiago.
O garoto que mora lá no Recife, em Pernambuco, a mais de três mil quilômetros do estádio Joaquim Américo Guimarães.
Aos 13 anos, ele se descobriu atleticano.
E hoje frequenta todos os jogos do Furacão na capital pernambucana, seja no Arrudão, na Ilha do Retiro ou nos Aflitos.
E, nessas ocasiões mais do que especiais, sempre vai acompanhado de sua bandeira com o escudo do Clube Atlético Paranense cercado por seu nome. Bandeira que ele mesmo mandou fazer.
Tiago só não teve o prazer, ainda, de ver o Furacão em campo em plena Baixada. Só pôde sentir pela TV as vibrações que emanam do Caldeirão do Diabo em plena efervescência.
Angústia que terminará neste domingo.
Os atleticanos que participam do Orkut resolveram dar uma força ao longínquo rubro-negro e trazê-lo até Curitiba para ver seu time de coração ao vivo e a cores. Para tal, foi iniciada em setembro por iniciativa do atleticano Rafael Machado Guimarães uma vaquinha virtual para arrecadar a grana da passagem e do ingresso.
A expectativa era conseguir arrecadar o valor total até o final deste Brasileirão, mas nem foi preciso esperar tanto.
A grana já foi arrecadada, a passagem e o ingresso já foram comprados e Tiago estará na Baixada amanhã, na decisiva partida contra o Fluminense.
Mais uma voz que se juntará à multidão de apaixonados atleticanos empurrando o Furacão para mais uma vitória.
Benvindo a Curitiba, Tiago!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O melhor Atlético x Fluminense da história

Um aperitivo para domingo. Atlético x Fluminense, semifinal do Brasileirão de 2001:

Em prol da criançada

Enviado pela assessoria de imprensa do CAP:
Já pensou em ver seu filho brincar o dia inteiro, ajudar os mais necessitados e ainda ganhar produtos oficiais do Furacão por isso? É o que vai acontecer neste sábado (23/10), no Festival do Dia das Crianças, organizado pelas Escolas de Formação de Talentos do Clube Atlético Paranaense, na sede Top Sports, em Curitiba. Durante o dia, meninos e meninas de 6 a 15 anos de idade vão ter a chance de mostrar a habilidade em campo nos mini-torneios de futebol, que vão valer medalhas a cada participante. Também vão receber prêmios pela solidariedade. Bolas, luvas, caneleiras e até uma camisa oficial do CAP autografada vão ser entregues àqueles que levarem a maior quantidade de donativos: brinquedos e chuteiras usadas, que serão distribuídos a crianças carentes de instituições da cidade e projetos sociais idealizados pelas Escolas do Furacão.

O Festival vai ser aberto não só aos alunos das Escolas do CAP, como também a todos os seus amigos e familiares que gostam de futebol e queiram entrar na brincadeira. A confraternização começa logo pela manhã, e vai durar o dia inteiro. A partir das 9 horas, começam as partidas das equipes sub-13 e sub-15. No início da tarde, às 13 horas, é a vez de a garotada das categorias sub-09 e sub-11 dominarem o gramado. Já para os meninos das categorias mamadeira kids e sub-07, as atividades começam às 14 horas. À disposição desses jovens atletas, três campos de futebol suíço e um campo com medidas oficiais. Com base em festivais anteriores, cerca de 600 participantes são aguardados na Top Sports.

O passaporte para as atividades custa 5 reais por participante, e as inscrições serão feitas durante o evento. Em caso de chuva, o Festival poderá ser transferido para outra data.

Serviço

A Escola do CAP, sede Top Sports, fica na Rua Carolina Castelli, 1000 - Novo Mundo. Curitiba-PR. Para mais informações, o clube coloca à disposição dos interessados os seguintes contatos:

Departamento de escolas de Futebol: (41) 2105-5512 – Rudy Marsiglio.

E-mail: coordenacao.escolas@atleticopr.com.br

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Apoio total

Nos ultimos anos, o final de outubro representava o início de uma fantástica mobilização por parte da torcida atleticana. O objetivo era um só: tirar o Furacão da zona de rebaixamento e manter o time na primeira divisão - lugar dos grandes.
Chegamos em outubro de 2010 e novamente o povão se mobiliza.
Desta vez, por uma causa bem diferente: levar o Rubro-Negro de volta à Libertadores da América.
A mesma concentração de esforços, mas por uma causa bem mais feliz e promissora.
E que começa no domingo, horas antes da partida contra o Fluminense, com uma grande carreata no trajeto do time entre o CT do Caju e a Baixada. A concentração dos atleticanos será a partir de 13 horas, no portão do Centro de Treinamentos, no bairro Umbará. De lá, os torcedores sairão junto com o ônibus do clube, invadindo as ruas de Curitiba com as cores atleticanas. Assim que o ônibus rubro-negro passar pelo portão do CT com destino à Arena, por volta das 14 horas, dezenas de carros seguirão atrás, formando uma carreatarubro-negra.
Os torcedores que não puderem se deslocar até o CT do Caju também estão convidados a participar da recepção aos jogadores assim que o ônibus adentrar ao estádio, cuja concentração será na Rua Coronel Dulcídio.
Depois, na hora do jogo, outra festa para recepcionar os jogadores: é a 17ª edição do Mosaico Furacão, o pioneiro. Serão cerca de oito mil painéis nos setores Getúlio Vargas Superior e Inferior, formando uma mensagem de apoio ao time. E desta vez com uma novidade: o Mosaico será patrocinado pela Coca-Cola e os painéis serão feitos de papel, como os utilizados na Europa, e cada torcedor poderá levar o seu para casa como lembrança após a partida.
Vai ser um domingão daqueles.
Prepare sua garganta!
* Com informações da Furacao.com

The guy

O Atlético e o Rei

Neste sábado, Pelé completa 70 anos. O Atlético teve o Rei como adversário em três oportunidades. E diante do maior jogador de todos os tempos, podemos dizer que o Furacão obteve retrospecto razoável.

Vencemos uma e perdemos duas. Mas podemos nos orgulhar de termos sofrido apenas um gol do Negrão. Graças a Wanderley, Gainete, Hermes, Gibi, Alfredo, Júlio, Di e Ladinho, a rapaziada que segurou as pontas da nossa defensiva.

O primeiro encontro deixou Curitiba frenética -- normal, em se tratando do Santos dos anos 60/70. O que dizer então da presença de Pelé na cidade meses depois da conquista do memorável tricampeonato no México? De quebra, os paulistas trouxeram o capita Carlos Alberto e Clodoaldo, outros bambas da seleção.

Agora, peraí! Naquele ano, o Rubro-Negro também ostentava um esquadrão. Entre outros, formavam o nosso escrete Alfredo, o herdeiro de Caju; Julio, o Deus da Raça; a bigodeira atômica Barcímio Sicupira; comandados por Djalma Santos, o Extra-Classe. Com um detalhe, ou melhor, uma arma secreta que fez toda a diferença.

Envergando a Rubro-Negra, Dorval. Ele mesmo. Aquele que formou ao lado de Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe a linha de frente mais sinistra desde o Big Bang. Íntimo dos oponentes, foi ele o marcador do gol da vitória atleticana, naquela tarde inesquecível no então Belford Duarte: 1 a 0, pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa.

O Trétis de 70. Dorval é o primeiro à esquerda, agachado

Três anos depois, em 73, mais dois compromissos com o Camisa 10. E aí, nada de boas lembranças. Em novembro, os santistas sapecaram 2 a 0 na Vila Belmiro. Pelé ficou só na vontade. Dois meses mais tarde, tivemos a chance de revanche.

Disputar três partidas e não ser vazado pelo Rei seria demais. Mas foi por pouco. Restavam apenas cinco minutos para o encerramento do embate, novamente no Belford Duarte. Placar zerado. Eis que entramos para a contagem dos 1000 gols.

O Rei antes de marcar contra o Furacão.

O bandeirinha apontou tiro de meta. Porém, o estrela Arnaldo Cézar Coelho inventou uma providencial falta lateral para os forasteiros. Lançamento na zona do agrião, Ladinho não desviou o suficiente e a bola procurou Pelé. Livre, a Majestade aprumou o penteado clássico nela e fim de papo: 1 a 0 para o Peixe.

EM NOME DOS ATLETICANOS... PARABÉNS, PELÉ!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Chances de classificação

Quem faz a chance de classificação somos nós mesmos.
Dos percentuais estimativos, só acredito em um: 0% de chance de ser rebaixado.
Pra classificar à Libertadores não importam muito os prognósticos matemáticos; tem é que somar pontos.
Começando por domingo, contra o Fluminense.
A partir de agora, são 8 decisões de título.
E é com esse espírito que vamos a campo.

Com o rei

O jogo era do Atlético, mas o pequeno mascote rubro-negro entrou em campo de mão dada com um jogador do rival. Também pudera, tratava-se nada menos do que Pelé, o Rei do Futebol. A foto é hoje uma relíquia, e o próprio Pelé ficou com uma cópia., segundo a interessante matéria publicada pela Gazeta do Povo. Um pedacinho de Atlético Paranaense na caixa de lembranças do Rei.
Tobias de Macedo, aos dois anos, entra no gramado do Alto da Glória com Pelé...

...Hoje o rubro-negro guarda com carinho a história ao lado do ídolo.
(fotos Gazeta do Povo)

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Subindo na Timemania

A torcida rubro-negra fez bonito e deixou o CAP na 15ª colocação no último concurso da Timemania. Confira a matéria da Furacao.com:
O Atlético recebeu 10.236 votos como “time do coração” no concurso nº 150 da Timemania, sorteado no último sábado, ficando com a 15ª posição.

Percentualmente foram 1,51% das apostas na Timemania (a média rubro-negra é de 1,25%), o que explica a 15ª posição, atrás apenas dos fundadores do clube dos 13 e Fortaleza.

Furacão segue na 18ª colocação no acumulado do ano com 552.253 votos, mas amplia distância para ABC (19º com 539.371) e Avaí (20º com 537.614), bem como se aproxima do Ceará (17º com 608.710).

O Coritiba recebeu apenas 7.768 votos, foi o 24º do concurso e segue em 21º no acumulado do ano com 515.827 escolhas.

Vale lembrar que apenas os 20 primeiros receberão os maiores valores repassados da loteria aos Clubes.

Ontem, nos jornais...

Clique para ampliar.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

G3 e meio

A Conmebol voltou atrás e devolveu uma vaga brasileira para a Taça Libertadores de 2011. Dessa forma, os quatro primeiros colocados do campeonato nacional disputarão a competição no ano que vem. Ou seja, hoje o Furacão, mesmo na sexta colocação, estaria classificado para a competição - já que Santos e Inter, que estão à sua frente, já têm vaga garantida.
Mas não é assim tão simples, e nem dá pra comemorar antecipadamente. Pois se um time brasileiro vencer a Sulamericana, que está em andamento, este ficará com a vaga. Palmeiras, Atlético-MG, Avaí e Goiás estão na disputa e, convenhamos, não será nenhuma surpresa de um desses for o campeão. O "G4" fica em aberto até o final da Sula. Uma espécie de "G3 e meio".
Por isso, o melhor mesmo é não se fiar nesta quarta vaga e manter o foco onde estava antes da decisão da confederação: buscar a classificação entre os três melhores do Brasileirão.
O Corinthians, terceiro colocado, está apenas quatro pontos na frente.
Faltam apenas oito rodadas e agora é na base da raça e do coração. É vencer ou vencer. Se há desfalques, contusões, suspensões, tudo isso tem que ser superado. É partir pra cima do adversário, ganhar os pontos e secar os adversários.
Mirar o G3. Se der, deu. Se não der, quem sabe ainda beliscamos uma vaga no G4. Se houver G4.

Descubra quem são os craques (II)

Mais um quiz pro pessoal se divertir e quebrar a cabeça. Desta vez com figurinhas tiradas dos álbuns de 1988, 1989, 1991 e 1993.
Você sabe quem são todos esses jogadores? Vamos lá, palpite!
1988

1989
1993

1991


domingo, 17 de outubro de 2010

Com as graças de um pé-quente

Branquinho, o craque da 11, abriu o placar para o Furacão.
O Atlético ganhou mais uma e segue firma na luta por uma vaga na Libertadores. Quem diria, é uma das melhores campanhas do Furacão em Brasileirões. Com uma diferença: quando esteve entre os primeiros, como em 1983, 2001, 2004, sempre o fez com times arrasadores, que além de pontuar submetiam os adversários a goleadas e humilhações supremas. Já neste ano as vitórias, todas elas, são como a de ontem contra o Goiás: sofridas, difíceis, árduas.
Sofrimento que termina em alívio no apito final do senhor juiz.
Branquinho foi novamente excepcional: é o principal jogador do rubro-negro na temporada. Abriu o placar com um golaço, após uma jogadaça do Chico.
Mas no segundo tempo, quando o Esmeraldino pressionava em busca do empate, brilhou a estrela de um iluminado pé-quente da Baixada: Claiton, o Predador, entrou no lugar do maestro Baier e usou de toda a sua malandragem na jogada que resultou no segundo gol. Primeiro, enquanto a zaga do Goiás ainda se recompunha, saiu correndo na marotagem para receber sozinho a bola na cobrança do lateral; depois, invadiu a área pela direita mantendo, com o braço, o zagueiro afastado da bola; e, por último, executando um cruzamento-balão que tirou o goleiro da jogada e encontrou a cabeça de González, que ampliou o marcador e aliviou a galera.
Claiton, segundo as estatísticas precisas da Furacao.com, que nunca perdeu jogando na Baixada com a camisa rubro-negra: em 17 partidas com ele em campo, foram 15 vitórias e apenas 2 empates.
Claro, após mais de um ano afastado Claiton não fez muito mais do que isso. Mas essa jogada foi fundamental, até porque o Goiás ainda marcou um gol, com Rafael Moura. E, não fosse a malandragem do Predador, o Atlético poderia ter amargado outro empate em casa, o que sepultaria de vez quaisquer chances de ir à Libertadores.
Com a vitória, o Atlético ficou a apenas 3 pontos do terceiro colocado, o Corinthians - mas o time paulista ainda joga neste domingo.
Independente do resultado do jogo dos gambás, a próxima partida, novamente na Baixada, é uma verdadeira final de campeonato para o Furacão. O adversário é o Fluminense, vice-líder da competição. Com uma vitória, o Atlético pode ficar a apenas 3 pontos do tricolor carioca e, de coadjuvante, passar a ser protagonista na luta pela vaga nesta reta final de Brasileirão.
Domingo é dia de Caldeirão lotado, moçada!
Troféu
ZIQUITA
Rhodolfo, Branquinho e Guerrón.
Troféu
TIÃO MACALÉ
Mithyuê.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Quem são eles: as respostas

Nem Pirata, nem Roberto Cavalo, muito menos Leomar ou Pateta. Muitos chegaram bem perto, mas só o Tutty acertou os nomes de todos os 12 guerreiros do passado.
E eu já estava me esquecendo de publicar as respostas do quiz. Lá vão elas:

1976
1 - Gerson Andreotti (volante) - Além do Furacão, jogou pelo Fluminense e pelo América-SP, entre outros. Atualmente é treinador. Mais aqui.
2 -
Buião (atacante) - No dia 2 de setembro de 1973, em Fortaleza (CE), marcou contra o Ceará o primeiro gol do Clube Atlético Paranaense num Campeonato Brasileiro. Atualmente é dono de uma empresa de ônibus, a "Viação Buião". Mais aqui.
3 -
Tião Marçal (atacante) - Começou a carreira no Campo Grande (RJ), onde o Atlético foi buscá-lo. Depois, defendeu o Colorado, Cruzeiro (onde foi campeão mineiro em 1977) e pelo menos mais uma dúzia de times. Encerrou a carreira no Cruzeiro FC - não o de Minas, mas de Cruzeiro, no Vale da Paraíba (SP). Mais aqui.
1977
4 - Altevir (goleiro) - Defendeu o Rubro-Negro entre 1972 e 1977 e chegou a ficar 1.066 minutos sem tomar gol. Atualmente treina times da Suburbana curitibana. Mais aqui.
5 - Katinha (atacante) - Tinha 11 anos quando começou nas categorias de base do Furacão. Foi subindo de categoria até chegar ao profissional, onde ficou conhecido pela velocidade e pelos cruzamentos certeiros. Depois ainda defendeu Avaí e Vasco. Mais aqui.
6 - Bira Lopes (meia atacante). Contratado junto ao Grêmio, clube que o revelou, defendeu o CAP de 1973 a 1978. Defendeu também a seleção paranaense, em 78 - sim, na época existiam seleções estaduais. Depois, ficou por muito tempo no Avaí. Atualmente, mora em Florianópolis. Mas sempre visita Curitiba, onde é visto frequentando botequins pés-sujo no centro da capital paranaense. Mais aqui.
1991

7 - André (meia atacante) - O popular Andrezinho era o cérebro daquele time que começou arrasador o Brasileirão de 1991, ao lado de Valdir, Odemílson, Ratinho, Tico, Carlinhos Sabiá, Éder Aleixo e por aí vai. Participou também daquela famosa excursão à Suíça, onde oAtlético faturou a Cup Schutzi - mais conhecida como "Torneio de Wintherthur". Mais aqui e aqui.
8 - Tico (atacante) - Veio para o Atlético após a diretoria comprar uma "jogada pronta" do Matsubara, o tradicional time revelador de talentos de Cambará, junto com o lateral Jorge Luís e o ponta-direita Ratinho. Para cada gol marcado perdia uns outros 10 feitos, o que despertou um certo sentimento de ódio por parte da torcida.
9 - Luis Carlos Martins (meia armador) - Meia de sucesso no Internacional-RS, veio para o Atlético já no final de sua carreira. Mas desempenhou um bom papel.
1992
10 - Biluca (zagueiro) - Folclórico. Formou, junto com Caçula, uma das piores duplas de zaga da história do Atlético. Mais aqui.
11 - Roberson (volante/zagueiro) - Também conhecido como Foguinho, o curitibano do Guabirotuba veio para o Atlético depois de defender Pinheiros e Coritiba. De muito vigor físico mas pouquíssima técnica, teve uma passagem, digamos, discreta pelo Furacão. Como demonstrava muita raça, mesmo assim conquistou fãs. Mais aqui.
12 - Ozias (atacante) - Veio do União São João, contratado após boas temporadas no time de Araras, e também entrou para o folclore atleticano. Morreu em trágico acidente automobilístico.
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Logo vem mais um quiz pro pessoal se divertir!