segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O ano do Furacão


O vídeo acima foi sugerido pela Mylla, do Círculo de História Atleticana. Mostra como era a cidade de Curitiba na metade do século XX, em 1949. Os primeiros arranha-céus começaram a aparecer em meio a prédios históricos. O futebol já atraía uma parcela significativa dos curitibanos e o Atletiba se consolidava como clássico maior do estado do Paraná. No final do breve documentário, cenas de um clássico na Baixada, no ano em que o Atlético transformou-se em Furacão.
Conforme conta a própria Mylla, o vídeo mostra Nilo Biazetto, com sua maestria na zaga. E um golaço do Rubro-Negro, cujo autor ela não conseguiu identificar (e nem eu). Também aparece um lance do grande Cireno em alta velocidade.
Naquele ano, relembra a mentora e anfitriã do Círculo, o Atlético não tomou conhecimento dos coxas. No Torneio Início, vitória por 1 x 0. No Paranaense, vitórias por 5 x 1, no Couto, e 3 x 2, na Baixada. Também vencemos por 3 x 1 na II Taça Cidade de Curitiba. Mas, segundo a Mylla, o filme não mostra nenhuma dessas partidas, mas sim um amistoso que acabou em 5 x 3 para o Furacão.
Vale a pena assistir, até o final.

6 comentários:

esou disse...

Que relíquia de documentário! É do tempo dos bondes e charangas. hehehe!
Com certeza dessa alegria que sugere a cidade que lhe valeu o slogan Cidade Sorriso. Lindo em todos os sentidos...

Victor disse...

Hahaha maneríssimo o documentário, ver que coxarada já era freguês, e a massa rubro-negra já dando sinais de ser a maior do estado.

Anônimo disse...

ESPETACULAR... o que mais invejo deste tempo é a educação com que as pessoas se tratavam.

Anônimo disse...

Muito interessante! Porque o narrador refere-se a nós como os pó de arroz?

Anônimo disse...

"Particularmente pelo gracioso elemento feminino" foi ótima. heheehe

Anônimo disse...

Porque era a única torcida em que se faziam saquinhos de cal e se jogava para cima (não sei se na entrada dos atletas ou se quando saia gol).
Poderia ter relação também ao cartola e a representatividade do CAP na elite da época.
Titio Enéas