domingo, 31 de janeiro de 2010

Um novo gringo para o ataque

Toledo chega amanhã a Curitiba.
A notícia vazou e circulou rapidamente ontem. O Atlético está trazendo mais um gringo para o ataque. Trata-se do argentino Javier Toledo, de 23 anos, revelado pelo Chacarita Juniors e que estava atuando pelo Al Ahli, dos Emirados Árabes.
Pelo currículo e pela idade, parece ser uma contratação bem melhor que a do Serna, por exemplo.
Será um bom reforço para a temporada.
Mas, me pergunto se não era melhor trazer um meia do que outro atacante. Já temos pelo menos 7 homens de frente no elenco. Enquanto no meio-de-campo é esse Deus-nos-acuda quando o Paulo Baier não pode jogar.
Javier é benvindo. Mas pro Brasileirão o Atlético vai ter que trazer mais um bom meia, ah isso vai.

Melhorzinho

Meus amigos, ontem passei a maior parte do jogo na Baixada assim como entrei: com sono.
Embora Alan Bahia tenha aberto o placar logo aos 4 minutos com um golaço, o restante do primeiro tempo foi um tanto quanto, digamos, sem emoção. Exceto por uma bomba de Alex Sandro defendida espetacularmente pelo goleiro do Jota, foram poucas chances de ampliar o marcador.
No segundo tempo, embora o Malutrombelli já estivesse com um jogador a menos, o jogo seguiu truncado.
Mas sem dúvida o time melhorou com a entrada de Raul no lugar de Gerônimo. Aliás, se as opções são essas então Raul é titular e pronto. Melhor deixá-lo ter uma sequência do que ficar improvisando.
Bem, voltemos ao jogo.
Finalmente despertei quando Antônio Lopes colocou em campo o Tartá. Não que Alex Sandro estivesse mal na partida, longe disso. Mas o Tartá entrou em campo abusado e, feito um capetinha, partiu pra cima do time adversário. E levou consigo o Atlético todo. Uma mudança de atitude no futebol burocrático de toquinhos para o lado que o Furacão estava praticando.

E o Rubro-Negro começou a pressionar, a atacar e a ameaçar a meta do goleiro Colombo, que com grandes defesas conseguiu manter o placar em 1 a 0 por mais algum tempo. Até cometer pênalti em Serna (que havia entrado no lugar de Marcelo) e ter de encarar a cobrança do melhor cobrador de pênalti do mundo, Alan Bahia. E o Negrinho do Pastoreio da Baixada foi lá em conferiu, sem paradinha: 2 a 0.
Alan não só marcou os dois gols da partida como foi um dos melhores em campo, ao lado do Márcio Azevedo e do Alex Sandro. Redimindo-se, assim, da má partida que fez em Cascavel.
A estréia do colombiano Serna também merece registro. Em sua primeira participação, apresentou ser cartão de visitas: uma matada de bola horrorosa, meio com a coxa e meio com a barriga, deixando a pelota escapulir e sair pela linha de fundo. Depois, até que teve certa malícia ao cavar a falta dentro da área. Resumindo: jogou pouco, mas já mostrou ser meio grossão de bola. No estilão, lembra o Finazzi.
Bem, o jogo acabou e voltei pra casa para terminar meu sábado com a mesma preguiça de quando acordei. Tanto é que só escrevi este post hoje, domingo. Aliás, bom domingão a todos!
Troféu
ZIQUITA
Manoel, Marcio Azevedo, Alex Sandro e, principalmente, A-lan Baeeeea! Boa também a participação do Tartá, no pouco tempo em que jogou.

Troféu
TIÃO MACALÉ
Pro time do J. Malutrom, que demonstrou uma canalhice coletiva, a mando do técnico Lio Evaristo, quando o Atlético colocou a bola para fora de campo propositalmente para que um jogador recebesse tratamento médico e, ao invés de devolver a bola para o Furacão na cobrança do lateral, como sugerem as normas do fair-play, acionou o ataque rapidamente para pegar desprevenida a zaga do Furacão. Um time desses, que ostenta a bandeira do estado de São Paulo no peito, deve ou não deve sumir do mapa?

sábado, 30 de janeiro de 2010

E lá vamos nós de novo

E, pra variar, vamos nós novamente num sábado à noite pra Baixada, já que a Federação e a TV continuam achando que este é um bom horário para partidas de futebol. A preguiça de sair de casa é enorme, mas vamos lá ver como o Furacão se sai diante do time do Paraná Banco, Malutrom, Jotinha, Coríntia ou qualquer nome desses que você escolher.
Fato é que a equipe do Barigui sempre incomoda, geralmente é um time bem montado e organizado taticamente.
Ano passado, por exemplo, o Jota venceu o Rubro-Negro de virada, em plena Baixada. E acabou com o vice-campeonato. Neste ano, repete a boa campanha: são vice-lideres, com 10 pontos em 4 rodadas - o dobro do Atlético.
Enfim, não esperem nenhuma moleza. Será o jogo mais difícil do ano até agora, com certeza.
Quanto ao time, parece que sobrou pro Chico.
Antônio Lopes desistiu de improvisar e vai colocar Gerônimo na lateral-direita. E Manoel volta à zaga, onde é seu lugar. Mas Alex Sandro, que até ano passado era ala esquerda e chegou a fazer papel de volante, continuará como meia-avançado ao lado de Netinho.
O escrete é esse, meus amigos: Neto; Gerônimo, Manoel, Rhodolfo e Márcio Azevedo; Valencia, Alan Bahia Alex Sandro e Netinho; Marcelo e Bruno Mineiro.
Vamos ver no que dá.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Gringos liberados

Finalmente os colombianos Jorge Serna (atacante) e Samuel Vanegas (zagueiro) tiveram seus nomes publicados no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF nesta quinta-feira e estão à disposição do treinador Antônio Lopes já para este final de semana.
Se vão representar uma solução pra esta lerdeza do time, só o tempo dirá.
Segundo os setoristas que cobrem o clube, Vanegas tem treinado melhor do que Serna.
Mas prefiro vê-los atuando para opinar.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Feio

O regulamento do Campeonato Paranaense premia quem vai melhor na primeira fase. Com pontos extras e até o supermando.
Pois é.
Já estamos quase na metade do turno e o Atlético não passa da mera 7ª colocação. Apenas 5 pontos em 4 jogos.
Ficou difícil.
Os coxinhas de segunda já somam 12 pontos, 7 à frente.
Vai ser difícil tirar essa diferença em seis rodadas.
Principalmente pelo futebolzinho medíocre que apresentou há pouco, contra o Cascavel. Conseguindo a proeza de participar do primeiro 0 a 0 da competição.
Que jogo feio!
Me impressiona como é que um time pode fazer uma partida tão boa como foi a de quarta, contra o Serrano, e na seguinte mostrar um futebol sem-vergonha.
E eu não entendo que doença é essa que afeta a cabeça de treinadores de futebol. Dois deles já tinham experimentado colocar o Manoel na lateral-direita. Ambos fracassaram, e quase queimaram de vez o jogador, que hoje é um dos melhores zagueiros do Brasil. E não é que o delega foi lá e repetiu a brincadeira?
Bão, nem vou colocar premiação hoje porque ninguém mereceu Ziquita e faltaria espaço para o Macalé.
Então, votem e comentem à vontade!

O freezer já tá cheio. Que venha o jogo!

Meus amigos, hoje é dia de ver o Furacão pela TV. E, como hoje não vou sair de casa, já enchi o freezer de beras pra gelar.
Quanto ao jogo?
Bem. Antônio Lopes, assim como nós, parece ter perdido a paciência com Wallyson. E colocará Marcelo, autor de um golaço contra o Serrano, como titular no ataque ao lado de Bruno Mineiro. Por outro lado, quem entra no time é Alex Sandro, que terminou muito bem a temporada de 2009.
Com isso, o delegado vai mudar o esquema do 3-5-2 para o 4-4-2. E o time que inicia a partida de logo mais (21h50) é esse: Neto; Manoel, Rhodolfo, Chico e Márcio Azevedo; Valencia, Alan Bahia, Alex Sandro e Netinho; Marcelo e Bruno Mineiro. Ou seja, teremos um trio canhoto na meia-cancha: Marcio Azevedo, Netinho e Alex Sandro.
A simples troca de Wally por Alex me agrada.
Mas desagrada o deslocamento de Manoel para a lateral-direita.
Geninho e Waldemar Lemos já tentaram isso no começo do Brasileirão do ano passado e quase queimaram o grande Carcaça, um dos melhores zagueiros em atividade atualmente.
Por isso, se por um lado o time no papel está bem escalado, por outro o esquema, espero, não deve ser bem um 4-4-2. Prefiro crer que Manoel, Rhodolfo e Chico vão compor a zaga, enquanto Márcio, Valencia, Alan Bahia, Alex Sandro e Netinho ocupem o meio de campo.
De qualquer forma, espero que o Atlético despache a cobra e se aproxime dos líderes.
E faça valer o investimento da caixa de cerva recém-adquirida.

A cara do Atlético

Alan Bahia é recordista em número de jogos pelo Furacão.
Da Gazeta do Povo:

Foram necessárias apenas duas partidas para que Alan Bahia voltasse a cair nas graças da torcida do Atlético. Após um ano defendendo o Vissel Kobe, do Japão, a goleada de 8 a 0 sobre o Serrano, na terceira rodada do Campeonato Paranaense, e os dois gols anotados pelo volante facilitaram um pouco o caminho, mas o grande segredo está mesmo na história do jogador com o Rubro-Negro.

Hoje, diante do Cascavel, às 21h45, o volante, menos ansioso, colocará à prova novamente essa empatia com os atleticanos. “A volta foi emocionante, foi como jogar pela primeira vez no profissional. O que a torcida faz por você não tem preço, é uma sensação única. Mas tem de sempre procurar fazer o melhor”, disse.

Pode-se dizer que Alan Bahia é patrimônio do Furacão. Chegou em 2001, ainda menino, e depois de nove anos, entra para a seleta lista de recordistas. Único jogador a chegar à marca de 311 jogos com a camisa do Atlético (somando-se oficiais e amistosos, de acordo com levantamento do site Furacao.com). O que se torna uma façanha no futebol brasileiro atual.

“É uma marca que me deixa muito feliz. Poucos jogadores conseguem chegar a esse número. E é muito bom poder voltar e continuar no Atlético, que é minha casa”, disse Alan Bahia.

E toda esta identificação é transformada em credibilidade junto à torcida e ao próprio grupo, que tem no capitão Alan Bahia um exemplo e uma referência quando ele está em campo. E ele retribuiu em orientações e conversas com os jogadores, em especial os mais novos.

“A experiência sempre ajuda. E ainda mais saindo do Brasil você vê coisas diferentes. É bom poder dar esta tranquilidade ao grupo, que é jovem e bom. Assim eles têm mais confiança e estamos aqui para passar isso”.

O meia Netinho endossa as palavras do companheiro e enaltece a facilidade que o elenco tem com o retorno de Alan Bahia nos jogos. Não só pela experiência, mas pela qualidade no toque de bola. “O Alan facilita bastante o jogo para mim. Ele faz a bola chegar fácil, não costuma dar chutão. É um jogador que sabe fazer o jogo no toque de bola. Além da experiência dele. Para mim o jogo muda muito com a entrada do Alan”, acrescentou Netinho.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

A visão de Verardi

Da Gazeta do Povo:
O Atlético quer voltar a disputar títulos nacionais e internacionais. Desde 2005, quando foi vice-campeão da Libertadores, o clube deixou de figurar como um time em ascensão no cenário brasileiro e sul-americano, regredindo alguns degraus em cinco anos. Embora o discurso de voltar ao topo não seja recente, a diretoria trabalha para viabilizar isso de maneira real. Para tanto, reforçou os bastidores com o executivo Paulo César Verardi, que assumiu há duas semanas o comando do marketing e da comunicação do Furacão.

Em entrevista à Gazeta do Povo, o dirigente falou sobre a posição remunerada que está assumindo no clube, e sobre mais um desafio na carreira, que conta com passagens por grandes empresas como Ford, Coca-Cola e Umbro, além de uma experiência no comando da mesma área do Grêmio.

“Fui convidado pelo presidente Marcos Malucelli e fechamos um acordo muito rapidamente, principalmente por dois aspectos: a relação que eu já mantinha com o clube, como então dirigente da Umbro, e pela admiração que já tinha pelo Atlético. Diria que, há um bom tempo, sou um atleticano de coração e isso pesa. Tenho experiência no segmento futebol, comercial de marketing, e essas três coisas combinadas foram fundamentais”, revelou Verardi.

Ao trazer um especialista para o clube, a diretoria do Rubro-Negro quer otimizar as finanças do clube, e a “ousadia” em ter um executivo no setor só não é maior do que as metas a curto, médio e longo prazo. “Meus objetivos fundamentais são o fortalecimento da marca Atlético e o aumento do poderio econômico do clube. Fundamentalmente é isso. A frase é simples de ser dita, porém se desenrolar em uma série de metas de ordem econômica”, explicou.

A Gazeta selecionou os principais trechos do longo papo com o dirigente atleticano, os quais o internauta pode acompanhar a seguir.

Patrocínios

“Estamos assumindo todas as sondagens e negociações sobre isso. O Atlético tem um patrimônio grande e valioso. As nossas ações também passam pelo “naming rights” da Arena, do CT do Caju e do patrocínio de camisa. Temos perspectivas boas, estamos tentando agregar todas as possibilidades e a ideia é formalizar alguns destes acordos o mais breve possível. São negociações vultuosas, demandam um certo período de tempo, e no momento em que os contratos estiverem firmados iremos divulgar com a maior rapidez possível. Não falamos em prazos para fechamento dessas situações, não seríamos honestos e francos se fizéssemos isso”.

Mercado e poderio econômico

“Não só o nosso segmento futebol, mas outros também enfrentaram um período de crise, e isso afetou o mercado como um todo. Já a partir do segundo semestre, em virtude da recuperação econômica, a estabilidade do Brasil foi boa para nós. A proximidade da Copa do Mundo também ajuda, dá mais visibilidade ao futebol. Vejas estas grandes marcas, como Flamengo e Corinthians, que conseguiram fechar contratos por somas importantes, até com fornecedores de material esportivo. Obviamente o Atlético está dentro de um patamar diferente, mas compatível com duas coisas: peso em termos de torcida, e a riqueza patrimonial muito significativa. Tudo isso tem que ser colocado na mesa no momento de negociar, darmos um valor alto, já que as duas combinações nos levarão a contratos que aumentem o nosso poderio econômico.

Por coerência, estamos usando o futebol mineiro e gaúcho como referência nesta busca por parceiros. Cada produto, porém, terá variação maior ou menor do que estes dois centros. O nosso naming rights, por exemplo, vale muito mais do que em Minas, já que lá nem Cruzeiro, nem Atlético-MG, possuem estádio próprio”.

Sócio-torcedor

“Temos uma prioridade absoluta nesse projeto de sucesso que o Atlético já possui. Além da adesão e fidelização, buscamos dar qualidade ao serviço prestado ao nosso sócio. Esta é uma receita perene ao clube, temos torcedores apaixonados e que adoram vir à Arena, ser bem atendidos, com um bom serviço. Esta é uma das prioridades do nosso departamento, vamos trabalhar muito esta questão do relacionamento. Sobre o crescimento da massa de sócios, temos de fato uma questão física a ser equacionada, algo que está sendo tratado pelo Conselho Administrativo, mas acredito que possamos ter novidades em breve. E aproveitando o espaço, gostaria de dizer aos torcedores que ainda não são sócios de que temos algumas cadeiras disponíveis, são poucas, mas elas estão disponíveis e a torcida pode nos procurar para ficar com uma delas”.

Excursões e parcerias

“Exceto em anos como este, é praticamente impossível pensar em excursionar para fora do país. Esse ano é viável e eu diria que temos pessoas atentas a isso, nas áreas de relações internacionais e marketing. Além do aspecto técnico, econômico e de receita, essa ida a outros países auxilia na prospecção de eventuais patrocinadores, a questão da globalização da marca é fundamental e estamos atentos. Não é apenas levar a marca do Atlético a outros lugares do mundo, mas sim buscar até novos torcedores, expandir as nossas fronteiras. Interessaria muito, por exemplo, ir à China, um país em franca expansão e com um número absurdo de consumidores ávidos por futebol. O Atlético poderia até representar um ícone de modernidade nesse processo”. (N. do R.: O Furacão negocia uma parceria com o futebol chinês, e um clube do país asiático pode vir para um período de treinamentos no CT do Caju ainda em 2010).

domingo, 24 de janeiro de 2010

Pra não perder a conta

Reveja os gols de ontem na Baixada. O do Marcio Azevedo, o do Marcelo e o do Furlan foram três golaços!


Eis tudo, mesmo!

O povão sorriu novamente

Alan Bahia fez um partidaço e marcou dois gols...
Bruno Mineiro fez outros dois...
O delegado gostou do que viu...
E o povão rubro-negro voltou a sorrir!
(Fotos Franklin de Freitas)
Meus amigos, guardem as cornetas no baú.
Hoje ninguém pode reclamar do Furacão. Tá certo que foi contra o Serrano de Prudentópolis, mas 8 a 0 não é todo dia que se vê.
Imagino o tamanho da bronca que a rapaziada deve ter tomado do delegado Antônio Lopes depois da derrota para o Operário. Porque o que este time correu hoje não foi brincadeira.
E mais: marcando a saída de bola do (frágil) adversário sob pressão, praticamente anulando suas jogadas e, de quebra, roubando a bola várias e várias vezes. Mesmo no segundo tempo, quando já estava 4 a 0 e esperava-se que o Rubro-Negro relaxasse um pouco, a gana foi a mesma, até o final da partida.
A zaga deu alguns sustos, mas Manoel foi o gigante de sempre, seguro, firme e tranquilo. Contra um time fraco, os volantes se sobressaíram. Valencia foi um leão e Alan Bahia além de ajudar na marcação foi à frente, anotando os dois primeiros gols do Atlético. Dentre os alas, Márcio Azevedo fez uma de suas melhores partidas pelo Furacão, senão a melhor. Netinho irretocável: fez 3 assistências e marcou um gol, de pênalti. Na frente, enquanto Wallyson decepcionou novamente, Bruno Mineiro e Marcelo confirmaram que devem ser os titulares. E o jovem Bruno Furlan, que disputou a última Copa São Paulo de Juniores, ainda marcou um golaço.
Embora não se possa tomar esta partida como base, diante da mediocridade do Serrano, ao menos foi uma jornada pra fazer o povão sorrir novamente. E que, esperamos, sirva para que o Atlético engrene de vez no campeonato.
Troféu
ZIQUITA
Manoel, Márcio Azevedo, Alan Bahia e Netinho.

Troféu
TIÃO MACALÉ
Hoje ninguém foi nojeeeeeeeento.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Apesar de tudo, hoje vai!

Como eu já disse, jogo às oito e meia da noite de sábado, e ainda por cima com ameaça de chuva, é de lascar. Isso é hora de assistir a um filminho alugado esparramado no sofá. Ou então de um cineminha.
Mas, sei lá, os caras parece que gostam de ferrar com a gente.
Não bastassem as partidas de quarta-feira às 10 da noite, inventaram mais essa moda ainda.
Sou do tempo de jogo no sabadão às 4 da tarde.
Sim, podem dizer estou virando um velho chato.
É verdade mesmo.
Mas, mesmo assim, nesse horário medonho, com esse tempo deprimente e ainda puto da vida com a derrota ridícula da última partida, rumarei à Baixada ao anoitecer.
Pra ver se, com Valencia voltando ao time, Bruno Mineiro começando a partida no ataque, e mais a invenção do delegado em colocar Marcelo como lateral, finalmente o Atlético fará uma boa partida neste grande Campeonato Paranaense.
Ah. O jogo é contra o glorioso Serrano, de Prudentópolis.

Sobre contratações

Pelos comentários nos posts abaixo, a galera ficou revoltada com o desmentido de Bolicenho sobre a contratação do atacante Pedrão. Mas tem o seguinte: a notícia em momento algum partiu de alguém de dentro do CAP. Foi uma especulação do jornal, e a gente embarcou. Aliás, Bolicenho já tinha dito, havia alguns dias, que o Atlético encerrou, por ora, as contratações.
E também não adianta trazer 500 negos pra jogar o Paranaense. O time é esse, os titulares aos poucos começam a entrar no time e pro campeonato estadual é o que temos.
Logo o Bruno Mineiro desanda a fazer gols, o zagueirão colombiano põe ordem na cozinha e fica tudo certo.
O único drama continuará sendo... achar alguém para substituir Paulo Baier à altura nas próximas 3 semanas.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Bolicenho desmente vinda de Pedrão

Ouvido pela Gazeta do Povo, o diretor de futebol do CAP, Ocimar Bolicenho, negou que Pedrão esteja a caminho do clube. Bolicenho afirmou que Pedrão está entre as várias ofertas que o clube recebe. “Ele foi um jogador que nos foi oferecido. Recebemos de 25 a 40 ofertas por dia. A gente recebe todas as ofertas e analisa com carinho, passando para a comissão técnica. Mas não estamos negociando com ele”, explicou.

Pelo jeito, o negócio a partir de agora é se virar com o que temos mesmo.

Pedrão é solução?

O atacante Pedrão, ex-Barueri, está negociando com o Atlético. A informação é da Gazeta do Povo:
Pedrão
poderá estar de malas prontas para o Atlético Paranaense. O atacante de 31 anos e 1,75m de altura revelou, nesta sexta-feira (22), estar negociando sua transferência para o Furacão. Ele joga no Al Shabab dos Emirados Árabes Unidos e marcou 13 gols no atual clube em menos de 20 partidas disputadas.
Cristiano Florêncio da Silva, nascido em Jaboticabal, interior de São Paulo, no dia 5 de maio de 1978, ficou conhecido por fazer mais de 130 gols pelo Barueri em cinco anos de clube. “Graças a Deus, sempre fiz gol. Se eu for para o Atlético, eu quero fazer mais. O que sempre assustou os outros clubes era que no Barueri meu salário não era tão baixo. Vim aqui [para os Emirados Árabes] por causa do dinheiro, mas tenho saudades do Brasil. O pessoal se assusta pela idade, mas o que importa é o que o jogador faz dentro de campo”, disse Pedrão.
Perguntado sobre o técnico Antônio Lopes e a quantidade de jogadores de ataque que brigariam por posição no Atlético, Pedrão teceu elogios e se mostrou empolgado. “As informações que eu tenho do Lopes é que ele é muito gente boa. Clube grande tem que ter muitos jogadores para a disputa ficar saudável. A concorrência tem que ser grande mesmo”, concluiu.

Enfim, Moura se vai

O Goiás anunciou nesta manhã a contratação de Rafael Moura, que tem contrato com o CAP mas estava afastado do elenco principal há quase um ano.
Não sejamos ingratos: o He-Man nos livrou do rebaixamento em 2008 e merece um "muito obrigado".
Fora isso... é bom mesmo que se vá, pois não teria mais espaço por aqui.
Só me preocupa não termos ninguém melhor que ele no elenco.
O negócio é torcer para que Bruno Mineiro engrene.

Limites

Por Augusto Mafuz:
Há um agravante na derrota do Atlético para o Operário, na Baixada: seu único jogador lúcido, que no jogo, gerou esperança de uma ou outra jogada foi Alan Bahia.
Esse fato dá a exata noção dos equívocos de avaliação da comissão técnica, em especial, do treinador Antonio Lopes.
Não estranhe, o leitor, o que vou escrever: com um pouco mais de condição física, no Atlético atual, Alan Bahia escolhe a camisa. Não é contradição, não se trata de incoerência. É uma verdade.
Por isso pergunto: Bahia sendo insubstituível é bom ou é ruim? É um progresso, uma estagnação ou um retrocesso? A verdade é que o saldo da incapacidade de gerenciamento do futebol até janeiro de 2009 vai sendo usado como se fosse o meio de formar um grande time.
Eu teimo em acreditar que a diretoria do Atlético está se enganando com a idéia de que é um progresso escalar sete ou oito jogadores vindos recentemente da base. Certa vez, Paulo Cesar Carpegiani me convenceu, de que é impossível uma renovação em massa.
Lembrou que no futebol brasileiro só ocorreu uma vez: o Flamengo da geração de Zico, e assim mesmo, porque tinha dois super craques em Leandro e Junior, dois craques em Adílio e Andrade, e um gênio em Zico.
Quero dizer que não me impressionam os fracassos do Atlético neste campeonato. Absolutamente normais, diante da circunstância que era e é preciso alterar toda a legião daquele saldo que desde 2005 faz força para levar o clube para a segunda divisão.
Mas não espera tamanho erro de avaliação para dar o mínimo de preparo ao time nesse inicio de temporada. O que assusta, é que a falta de preparo (sob qualquer ponto de vista, inclusive tático), soma-se à inexperiência e o risco de tentar soluções, mesmo como reposição, com um jogador como Kaio.
Há tempo para se alcançar os objetivos, não há dúvida.
Mas é preciso corrigir esses erros que parecem inerentes ao inicio de temporada, mas que em se tratando de Atlético são bem antigos.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Uma ajudinha para o Edimar

O Edimar (no centro da foto), esse figuraça colunista do blog Espaço Atlético, está pedindo a ajuda da torcida atleticana para poder comprar um novo motor para sua cadeira motorizada, já que o antigo "deu pau".
O blog começou a arrecadar as colaborações na semana passada, e os atleticanos já doaram R$ 420, que foram entregues pelo Cadu (na foto à direita), do Espaço Atlético, antes da partida contra o Operário. O motor novinho em folha custa R$ 900. Faltam, portanto, mais 480 pratas.
Quem quiser ajudar, basta depositar qualquer quantia para:

Carlos Eduardo Ribeiro Cury Filho

CPF: 028.578.619-90
Banco do Brasil
Agência: 4444-x,
C/C: 191919-9
Após fazer o depósito, favor enviar um email com seus dados para: caducury19@terra.com.br.

Horripilante

E não é que o inofensivo Pluft de Ponta Grossa assombrou o Rubro-Negro?
O reencontro com a Baixada após as férias acabou com gosto de dejà vu: o Atlético continua tropeçando nas próprias pernas e sucumbindo dentro do próprio Caldeirão.
Isso não vem de hoje.
Passamos boa parte do Brasileirão sofrendo e vendo o time se dar mal em pleno Joaquim Américo. No Paranaense passado, quase botaram o "supermando" por água abaixo, ao perder em casa para o Malutrom e os coxas.
E foi o que voltamos a presenciar nesta noite.
O Operário jogou certinho, arrumadinho. Nada que fosse um obstáculo se o Atlético tivesse mostrado pelo menos um pouquinho de futebol.
Mas o que os jogadores apresentaram foi quase nada.
Três chutes a gol em 90 minutos. Um do Wallyson, na trave; um do Netinho, que resultou em gol; e um do Marcelo, em jogada individual.
E mais nada.
Bem, com Chico, Renan, Patrick, Raul, Rhodolfo e Waaaaaaaaaaaaalyson, todos juntos como titulares... vocês já viram esse filme. Não, não são todos pernas-de-pau. Mas botar todos juntos, assim, é queimá-los todos de uma só vez.
Pior mesmo é ver o Clube Atlético Paranaense jogar em casa, contra um adversário que há mais de uma década não sabe o que é uma primeira divisão, formado com três zagueiros e dois volantes.
Parece que estávamos enfrentando o Milan.
E, pior ainda, recuar e sofrer dois gols.
O Fantasma e sua simpática torcida voltaram para os Campos Gerais felizes da vida.
E com razão: ganharam porque buscaram a vitória.
Já o Atlético... Bem, o Atlético deixa evidente a cada partida que não tem elenco suficiente para uma boa temporada. Pode até ter um time razoavelmente competitivo, isso quando todos os considerados "titulares" estiverem em plenas condições físicas e clínicas.
Porque, se faltar um, vai continuar a se assombrar com qualquer fantasminha. Principalmente quando esse "um" for o maestro Paulo Baier.

Troféu
ZIQUITA
Neto, Manoel e Marcelo.

Troféu
TIÃO MACALÉ
Escolha o seu!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

As escolhas de Lopes

Após um ano, Alan Bahia volta a jogar esta noite pelo Furacão.


“O lado bom eu ainda não vi, só o ruim.” A frase é de Antônio Lo­­pes, em referência à contusão de Pau­­lo Baier, principal jogador do Atlético desde o ano passado, que, machucado (estiramento muscular na coxa esquerda), ficará afastado do time por pelo menos quatro semanas.

A vida sem Baier começa hoje, na partida contra o Operário, às 19h30, na Baixada. Sem um nome no elenco com as mesmas características do armador, Lopes optou por uma solução híbrida na tentativa de encontrar o “lado bom”.

Alan Bahia reaparece no Ru­­bro-Negro após uma temporada no Vissel Kobe, do Japão. Será ele o responsável por liderar a equipe, herdando a braçadeira de capitão.

“Ele é um líder. Marca bem, tem experiência e movimentação, principalmente pelo lado direito do campo”, explica o treinador.

Lopes interrompeu algumas vezes o treinamento de ontem, na Arena. A ordem era para que Alan Bahia ocupasse o setor normalmente usado por Baier, do centro para a direita do meio de campo.

“Ele tem chegada, um bom chute de fora da área. Enquanto tiver fôlego, vai nos ajudar com certeza”, ressalta.

Mas Alan Bahia, apesar das ca­­racterísticas ofensivas, é volante de origem. Um marcador na es­­sência. É aí que entra o segundo personagem convocado para tentar amenizar a ausência de Baier – nas cinco vezes em que o meia não atuou em 2009, o Furacão conquistou apenas um ponto (6%). Índice que sobe para 56% com o camisa 10 em campo.

A missão sobrou para Netinho, outro velho conhecido da torcida. “Não é fácil substituir um craque como o Paulo”, argumenta ele, que estreou na tarefa no segundo tempo do jogo com o Toledo (1 a 1), na estreia do Atlético no Esta­dual, domingo.

A receptividade, porém, não deverá ser a mesma. Se Alan Bahia é considerado ídolo, Netinho já perdeu a conta de quantas vezes saiu de campo vaiado – o jogador foi a última opção em enquete no site da Gazeta do Povo para saber quem o torcedor queria ver no lugar de Baier.

“Já vivi tantas coisas aqui dentro... Sei que alguns têm um pouco menos de paciência, mas não te­­mo. Preciso acertar o primeiro o passe, conquistarmos a primeira vitória para ganhar confiança. Assim fica mais fácil”, diz ele, apostando no fato de novamente poder atuar na armação. “Fiquei quase dois anos na ala esquerda. Iniciar no meio, na minha, ajuda. É a oportunidade que eu queria”, emenda.

Por via das dúvidas, Lopes mantém uma carta na manga. Kaio, de 22 anos, também regresso do Oriente (Cerezo Osaka), ficará pela primeira vez no banco de reservas. É a alternativa caso Alan Bahia e Netinho sucumbam à pressão de “ser” Paulo Baier.

Dia de rever a Baixada. E os amigos

O povão tá loco pra reencontrar a Baixada.
É hoje. É hoje é o dia de matar a saudade da Baixada e dos camaradas de arquibancada. Ontem já havia um razoável movimento no Espaço Sócio Furacão do pessoal que queria se associar ou acertar seus pagamentos. Não teremos lotação, mas com certeza muitos atleticanos estarão lá para ver como é que está o Furacão neste começo de temporada.
Então, nos vemos lá!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Atlético tem mudanças na diretoria

O Atlético anunciou nesta terça algumas mudanças em sua estrutura administrativa. Renato Requião, que ocupava desde 2007 o cargo de assessor da diretoria, é o novo superintendente do clube.
Já a diretoria de Marketing será ocupada por Paulo César Verardi, executivo com passagens por multinacionais como Coca-Cola, Ford e Umbros, além de clubes como o Grêmio (RS). Ele responderá pelas áreas de marketing, comunicação, assessoria de imprensa e comercialização.
Nelson Fanaya, que estava no marketing do Furacão desde que assumiu a nova diretoria, está deixando o clube. Já Roberto Karam continuará no clube, no cargo de assessor da diretoria.
Há muito o que se fazer no marketing do Rubro-Negro.
Tomara que Verardi tenha boas ideias e leve à frente bons projetos.

Quem substituirá Baier?

Começo do ano com a bruxa solta no Furacão. Depois da nova contusão de Alex Mineiro, agora foi a vez de Paulo Baier. Os exames confirmaram um estiramento de grau dois para três no músculo adutor da coxa esquerda e o Maestro Soberano fica fora do time por pelo menos um mês...
A questão agora é quem o substituirá.
Contra o Toledo, foi Netinho. Mas mais parece que o Atlético ficou com 10 em campo. De imediato, Kaio e Tartá surgem como opções.
Por outro lado, segundo a Gazeta do Povo, Alan Bahia e Valencia devem retomar os treinamentos com bola nesta semana e podem até ser relacionados para o jogo contra o Operário, quarta, na Baixada.
Os dois, com muito mais tarimba do que Renan e Chico, serão benvindos. Principalmente Alan, que pode jogar um pouco mais solto, chegando à frente de vez em quando.
O jornal informa ainda que otécnico Antônio Lopes também cogita promover a estreia do atacante Bruno Mineiro, no lugar de Patrick.
O setor defensivo não deve sofrer mudanças.
Com isso, a lógica diz que o time para encarar o Fantasma deve ser formado por Neto, Raul, Rhodolfo, Manoel, Bruno Costa e Marcio Azevedo; Valencia (Chico), Alan Bahia e Tartá (Kaio); Wallyson e Bruno Mineiro.
A não ser que Lopes queira fazer uma daquelas suas experiências de começo de temporada, colocando, por exemplo, o atacante Marcelo na lateral-direita.
Quem sabe.
  • E você, quem colocaria no time para substituir Paulo Baier? Netinho, Kaio, Tartá ou Gabriel Pimba? Palpite!

domingo, 17 de janeiro de 2010

Uma largada meia-boca

Jogando sob o forte calor do oeste paranaense, o Atlético estreou de forma tímida no campeonato paranaense. Abaixo das expectativas. E acabou apenas empatando com o Toledo, em 1 a 1.
Embora tenha perdido alguns gols feitos, que fariam da vitória o placar mais justo para o rubro-negro.
Ainda no primeiro tempo, quando o placar estava 1 a 0 para o CAP - um belo gol de Raul -, Wallyson, sozinho frente ao goleiro, perdeu um gol feito. Pouco mais tarde, Paulo Baier perdeu um pênalti.
A partida de estreia no Paranaense serviu para deixar claro que o Atlético precisa apressar a ida de alguns titulares para o time. Principalmente no ataque.
E, para piorar, o maestro Paulo Baier sentiu uma fisgada na virilha e não pôde concluir a partida. Deixou o campo lesionado, e pode desfalcar o Furacão por no mínimo duas semanas. Preocupante, pela falta de opções para substituí-lo.
Com certeza fará falta na próxima partida, quarta-feira, na Baixada, contra o Operário de Ponta Grossa.
Troféu
ZIQUITA
Raul, que além do gol teve uma boa participação, ajudando o meio-campo, Neto, que esteve bastante seguro nas poucas vezes em que foi exigido, e o gigante Manoel.

Troféu
TIÃO MACALÉ
Wallyson, pois atacante que se preze não pode perder o gol que ele perdeu, e Rhodolfo. Patrick, Renan e Fransérgio também se esforçaram para ganhar a láurea...

Pra matar a saudade

Furacão tentará repetir a conquista de 2009 e levantar a taça novamente.
Chega de férias. O Atlético estreia hoje em mais um Campeonato Paranaense, com a missão de conquistar o bicampeonato - o terceiro em toda sua história.
De início, o Furacão vai para a competição com um time recheado de pratas da casa. Dos convocados para enfrentar o Toledo neste domingo, nada menos do que 16 são jogadores da base, formados no CT do Caju.
Vale lembrar que o técnico Antônio Lopes ainda não conta com os três colombianos, Alan Bahia, Tartá, Alex e Bruno Mineiro. Com isso, a provável escalação do CAP para a partida de logo mais: Neto; Manoel, Rhodolfo e Bruno Costa; Raul, Renan, Chico, Paulo Baier e Márcio Azevedo; Wallyson e Patrick.
E é bom buscar a vitória desde o primeiro jogo: o "supermando" foi mantido para a segunda fase da competição, por isso, quem ficar em primeiro nesta fase terá um caminhão de vantagens.
É isso. Às 16h50, vamos matar a saudade de ver o Furacão em campo. A partida terá transmissão para todo o estado pela RPC.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Galatto acerta com o Lovech

O site oficial do CAP confirmou, na noite de ontem, que foi fechado o negócio para o empréstimo do goleiro Galatto ao Litex Lovech, da Bulgária. O contrato com o clube búlgaro, líder do campeonato do País, será de empréstimo de um ano. Como renovou com o CAP até o fim de 2012, Galatto ainda pode retornar ao Furacão após o período na Europa.
Com isso, abre-se uma chance para os jovens goleitros da casa.
Neto, que jogou as últimas partidas do Brasileirão, começa o Paranaense como titular, amanhã, contra o Toledo. E, pelo que já demonstrou, tem tudo para se firmar como o camisa 1 do Furacão.

Alex quer voltar em duas semanas

Da Gazeta do Povo:
Logo após ser submetido a uma artroscopia no tornozelo esquerdo, nesta sexta-feira (15), para a retirada de um "corpo livre" intra-articular, Alex Mineiro conversou por telefone com a reportagem da Gazeta do Povo. De acordo com o médico do Atlético, Edílson Thiele, a operação foi bem sucedida, tanto que o jogador de 34 anos já inicia o processo de recuperação neste sábado no CT do Caju. Confira o bate-papo com Alex Mineiro, antes do atacante receber alta do hospital, em Curitiba:
Como você está sentindo após a operação?

Estou bem. Tranquilo, pronto para treinar amanhã.
Você já começa a treinar amanhã (sábado)?

Sim. Amanhã estou no CT do Caju. (O jogador passa o telefone ao médico Edílson Thiele que explica como será o processo de recuperação)
Thiele: Ele começará na piscina e fisioterapia. Em duas semanas deve voltar aos treinos com o Antônio Lopes(técnico do Atlético). O chamado “corpo livre” não é percebido facilmente. As pessoas podem ter, mas não sabem. No caso do Alex, descobrimos porque ele reclamou de dores no local.
Está animado para recomeçar a pré-temporada?

Sim. Estava muito bem nos treinos. Fazendo uma das melhores pré-temporadas da minha carreira.
Você sofreu com lesões na temporada passada e teve esse problema agora. Temeu pelo fim da carreira?

Não, de jeito nenhum. Estou bem melhor fisicamente agora, me sinto novo, renovado. Pude fazer um trabalho que não tinha feito ano passado. Quero ajudar e fazer gols pelo Atlético nessa temporada. Em duas semanas estou de volta.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Adjetivos

Por Augusto Mafuz:
O adjetivo “Mineiro”, é uma marca que deve ser exclusiva de Alex. Na história do Atlético a marca de Alex é tão forte, e deve ser tão protegida, que deixou de ser um adjetivo para incorpora-se ao próprio nome. Alex Mineiro,nessa história, é nome e sobrenome.

Se um outro jogador, por coincidência, acabou sendo identificado por “Mineiro”, e se chega para jogar no Furacão, sugere-se que mude. E será para o seu próprio bem para não carregar uma identificação, que pode levar a comparações de fatos históricos.

Explico, assim, o tratamento que irei dar à Bruno, que ganhou um certo prestigio de goleador no futebol brasileiro, identificado por “Mineiro”.

Perguntam-me se é bom jogador.

O Atlético não precisa de um bom jogador no ataque. Precisa é de um fazedor de gols. E aí contra fatos não há argumentos: Bruno, jogando pelo América Mineiro, contra as defesas rústicas e violentas da 3.ª Divisão, foi o artilheiro. Depois, em nove jogos fez sete pelo Náutico. Há quem garanta que se chegasse antes aos Aflitos, quem iria cair era o Atlético, e não o Náutico.

Bom, sem dúvida, é esse meia Tartá, que Lopes pediu para trazer do Fluminense. Fora a de Paulo Baier, como meia, irá escolher a camisa.

Sei, respondo a velha convenção: se é bom assim, porque não ficou no Fluminense.

Responda ai, Cuca, seu ex-treinador: mal acostumado pelo tratamento desigual nas Laranjeiras, imaginou-se o maior do mundo. Precisa sair do Rio de Janeiro, ir para um clube com estrutura e respeito a hierarquia, e uma cidade diferente. Só existe um, o Atlético Paranaense, em Curitiba.

E, a última pergunta: e Marcinho indo embora?

Pelo montão de dólares que vem, e porque logo ficaria livre, já foi tarde.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

A frase

Quero chegar como mineirinho, humilde, quietinho e fazer o que eu sei, que são gols.
Do atacante Bruno Mineiro, anunciado oficialmente nesta quinta-feira como reforço do Furacão. O contrato é de três anos e o Atlético terá 100% dos direitos federaticos e 50% dos direitos econômicos do jogador.

Marcinho vai para a Arábia

O meia Marcinho não jogará pelo Atlético nas próximas duas temporadas. Pela manhã, o site da Fifa já anunciou a ida do jogador para o Al Ahli, da Arábia Saudita. "Estou feliz em integrar o Al Ahli por se tratar de um grande clube, com uma grande torcida. Espero dar o meu melhor e ajudar o time", teria dito Marcinho.
No começo da tarde, o site oficial do CAP confirmou a transação: o jogador renovou seu vínculo com o Rubro-Negro até o final de 2012 e foi emprestado por um ano e meio ao Al-Ahli.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Parece que, agora, Bruno Mineiro vem mesmo

Da Gazeta do Povo:

Fim da novela. Atlético e América-MG chegaram a um acordo para a cessão do atacante Bruno Mineiro ao Furacão. O acerto foi fechado no fim da tarde desta quarta-feira e o jogador de 26 anos falou com exclusividade à Gazeta do Povo sobre o fim do imbróglio. Segundo o avante, a alegria pelo acerto é grande e o momento é de chegar e entrar no ritmo dos demais atletas do elenco o quanto antes.

“Futebol é desse jeito, proposta vai, vem, e os clubes estudam até encaixar. Falei muito com o Alex (Mineiro) sobre o clube, o próprio Irênio me disse que a estrutura é excelente, que poderia ir tranquilo, de olho fechado. Teve a proposta do Santos também, mas optei pelo Atlético por isso, pela tranquilidade para poder desenvolver o meu futebol”, disse Bruno Mineiro, por telefone.

O Furacão aceitou pagar um valor (algo na casa dos R$ 250 mil) à vista ao América-MG, cedendo também um percentual de 10% ao time mineiro em uma futura transação. Não haverá assim a cessão de algum jogador do Atlético ao Coelho. “Aceitamos todas as condições do América-MG, agora só aguardamos os trâmites burocráticos”, comentou o diretor de futebol do Rubro-Negro, Ocimar Bolicenho.

Bruno Mineiro espera desembarcar em Curitiba até sexta-feira. Logo de início, promete esbanjar uma condição física próxima do ideal, como já informou ao técnico Antônio Lopes. “O professor Lopes é um excelente treinador, conversei com ele hoje e falei a ele como eu estava. Estou fazendo pré-temporada com o América-MG há duas semanas, joguei hoje mesmo em um amistoso e fiz gol, ganhamos por 3 a 0. Meu preparo está próximo dos 100%, mas sempre tem algo a melhorar. Tem a documentação também, mas quero pegar ritmo logo e me soltar, conhecer os companheiros”, destacou.

Após todos os trâmites e exames médicos, Bruno Mineiro deve assinar contrato por três anos com o Furacão, com a possibilidade de renovar por mais um. Ao torcedor atleticano, o atacante manda um recado. “Sei o que representa o Atlético, já joguei pelo Londrina e sei o tamanho do clube. Vou jogar o meu futebol, como ‘mineirinho’, e chego com sede de gol, quero fazer o máximo de gols com a camisa do Atlético e ser artilheiro aí”, concluiu o atacante.

Depois de Bruno Mineiro e Tartá, outro que fechou nesta quarta-feira com o clube, o Furacão fecha o seu elenco para o início do Campeonato Paranaense.

  • Gostou da contratação? Este elenco está bom para disputar o Paranaense? Opine!

Tartá vem; Willian vai

O Atlético anunciou hoje a contratação, por empréstimo, do jovem meia Tartá, do Fluminense. Segundo o site oficial do CAP, por indicação do técnico Antônio Lopes.
Vem sem valor estipulado pelos direitos federativos, assim como ocorreu com Wesley.
No tricolor carioca não seria aproveitado pelo técnico Cuca. O vi atuar em algumas oportunidades, principalmente pela Libertadores de 2008, e acho que pode ser útil para compor o grupo - assim como Wesley o foi.
Mas, da mesma forma, já sabemos de antemão que se ele fizer uma boa temporada pode ser requisitado de volta, como aconteceu com o santista.
Por outro lado, o site oficial do Figueirense anunciou a contratação do atacante Willian, que estava emprestado ao Vila Nova.
O site dos catarinas não informa se foi por empréstimo ou se o Figueira "comprou o passe". No site do CAP não há nenhuma informação sobre a negociação.
  • E aí, o que achou? Comente!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Oldoni em Portugal

Mal voltou do Atlético-MG, o atacante Pedro Oldoni já foi novamente emprestado. Desta vez, vai jogar no futebol português - mais precisamente no Nacional da Ilha da Madeira. No time profissional do Furacão ele jogou de 2006 a 2008, tendo marcado 31 gols com a camisa rubro-negra. Sendo que, em todo este período, raras vezes foi titular.
Por mim, até poderia compor o elenco. Melhor do que Zulu, Brasão, Tiuí juntos, com certeza.
Que tenha sorte em terras luzitanas.

Torcida única

Em enquete realizada pelo site oficial do CAP, a torcida está se mostrando favorável a clássicos com torcida única no Campeonato Paranaense. Parece que o pessoal já tá mesmo com o saco cheio de conflitos, quebra-quebras e polícia truculenta.
Veja o resultado, até agora:
Como deve ser a distribuição das torcidas nos clássicos estaduais?
Como está. 10% para os visitantes
3074 Votos (34.2 %)
5 % para os visitantes
1098 Votos (12.22 %)
Torcida única
4816 Votos (53.58 %)

Aprovaram o embuste

Antes de viajar para os Estados Unidos, o prefeito Beto Richa deixou um presentinho de grego para os torcedores de Curitiba. Ele sancionou ontem a medonha lei municipal, de autoria de três vereadores "experts" no assunto, que exige a identificação de torcedores no ato da compra do ingresso.
A partir de abril, quando a lei entra em vigor, prepare-se para se encarar filas ainda maiores do que já enfrenta habitualmente para entrar num estádio de futebol.
Tudo porque, como eu já disse aqui no blog, a busca dos políticos oportunistas por holofotes não tem limites. E, como sempre acontece logo após alguma tragédia no futebol, aproveitando-se da confusão na partida entre Coritiba e Fluminense três vereadores de Curitiba inventaram esta uma medida supimpa do cadastramento.
A ideia do cadastro, por si só, não é de todo estapafúrdia; faz até certo sentido, pois facilita todavida na hora de procurar posteriormente por algum envolvido em confusão.
Mas a forma como as coisas são aprovadas por aqui, a toque de caixa, sem discussão alguma com a sociedade, sem se observar previamente qual é o cenário real, sem a apresentação de algum único estudo que traga dados importantes, sem porcaria nenhuma... isso sim, torna a ideia estapafúrdia.
O projeto dos vereadores Juliano Borghetti, Roberto Aciolli e Tico Kuzma prevê que os torcedores serão cadastrados no ato da compra dos ingressos, mediante a apresentação de um documento oficial de identidade e a informação de seu respectivo endereço. Não será permitida a venda de ingressos a pessoas que não forem cadastradas. Os torcedores integrantes de Torcidas Organizadas serão cadastrados mediante documento oficial de identidade, comprovante de endereço, certidão de antecedentes criminais e biometria.
Pela lei, os estádios de futebol terão que ter monitoramento por imagem das catracas e instalação de equipamentos de gravação fotográfica do rosto, a fim de identificar os torcedores e relacioná-los com o ingresso adquirido. As informações gravadas deverão ser preservadas pelo prazo de 30 (trinta) dias , a fim de instruírem eventual inquérito policial, administrativo ou ação judicial.
O problema principal, repito, está no que a lei não prevê:
1)
Num clube como o Atlético, 90% dos lugares no estádio são exclusivos dos sócios, que já são cadastrados previamente pelo clube e inclusive têm cadeira própria na Baixada, com nome escrito e tudo o mais. Esses torcedores também terão que ser cadastrados novamente a cada partida? Se a resposta é sim, então vos digo: essa lei é idiota.
2)
Como vão identificar, na hora da venda do ingresso, ali na bilheteria, no sufoco, com 500 negos na fila pra comprar uma entrada, se o cidadão é de torcida organizada, pra pedir a ele uma pá de documentos, até atestado de antecedentes criminais? Perguntando gentilmente "por favor senhor, o senhor é sócio de alguma torcida organizada?". Ou todo mundo que estiver vestindo uma camisa da organizada (tenho uma velha de guerra da Fanáticos que gosto de usar vez em quando) vai ser fichado como sócio de torcida, mesmo sem sê-lo? Bizarro. Qualquer que seja a resposta, vos digo: essa lei é idiota.
3)
Se um parente ou colega que mora em outro estado quiser vir assistir a um jogo e pedir que eu compre ingresso pra ele, como faço para cadastrá-lo, sem ter sua identidade e comprovante de endereço aqui? Poderei comprar, apenas informando o nome da pessoa, endereço e o número do RG? Se sim, essa lei é uma falácia, porque posso inventar um monte de nomes e RGs; se não, essa lei também é idiota, porque agora é que nenhum torcedor de outra cidade poderá vir mesmo a um jogo dos times daqui. Por exemplo. Tenho uma amiga que levou no final do ano passado dois amigos norte-americanos, que estavam de férias por aqui, assistir a um jogo na Baixada. Se esta lei idiota estivesse em vigor, os gringos não poderiam ir ao estádio. Nenhum deles trouxe a conta de luz na mochila...
4)
A lei vale apenas para curitibanos ou vale também para as torcidas de outros estados que vêm aos nossos estádios? Deve valer, não é? Então me digam: como acompanhar a venda de ingressos que o Corinthians solicita pra vender lá em São Paulo diretamente para os Gaviões? Ou pra torcida do Palmeiras? Ou para os gaúchos? E como identificá-los aqui? E os que forem de organizadas, trarão na mala seus atestados de antecedentes criminais? Bullshit!
5)
A lei diz que os estádios terão de ter monitoramento por imagem das catracas e instalar equipamentos de gravação fotográfica do rosto, a fim de identificar os torcedores e relacioná-los com o ingresso adquirido. Pombas, quanto tempo vai levar pra fotografar todo mundo que passar pelas catracas? Num jogo para 30 mil pessoas, por exemplo? Que leve um minuto para cada torcedor: são 30 mil minutos! 5oo horas! Isso sendo otimista. Digamos que haja 50 catracas no estádio. São 10 horas pra entrar todo mundo. A conta não fecha. Fizeram algum estudo nesse sentido? Imagine num jogo de domingo às 16 horas. Sendo que todo mundo almoça com a família pelo menos até as 14 horas; 14h30; 15 talvez. Hoje já é uma confusão pra entrar no estádio todos ao mesmo tempo, calcule com registro fotográfico e comparação com o endereço e o escambau. Ou então numa daquelas partidas às 19h30. Sendo que 99% das pessoas saem do trabalho às 18 horas. No que é que isso vai dar? Em merda, é claro.
Engraçado. Se estamos falando no bem-estar e na segurança do torcedor, porque é que político algum jamais se manifestou contra as partidas que começam às 21h50 e terminam por volta de meia-noite, quando quase não há mais transporte público disponível e os torcedores que em sua maioria trabalham cedo no dia seguinte ficam mais facilmente à mercê de assaltos? Sobre isso, nenhum político abre a boca.
O combate à violência nos estádios é assunto sério e que precisa realmente de medidas que efetivamente diminuam conflitos. E não de embustes, como já foi a proibição da venda de cerveja.
E é o que parece ser esse projeto de três vereadores que juntos não devem ter pisado mais do que meia dúzia de vezes num um estádio de futebol. Burocratas provincianos e aproveitadores que querem burocratizar também o nosso futeba.

Galatto desiste da Bulgária

Da Gazeta do Povo:
Galatto
vai permanecer no Atlético na temporada 2010. Após conversar com a família, o goleiro desistiu da proposta de empréstimo por uma temporada para o Litex Lovech, da Bulgária. De acordo com o diretor de futebol do Rubro-Negro, Ocimar Bolicenho, o negócio foi finalizado entre os clubes com êxito, porém o titular do Furacão no Brasileiro 2009 achou melhor não “se aventurar” neste momento.
“Ele(Galatto) consultou a família e concluiu que uma mudança radical não seria o ideal neste momento”, garante o dirigente, por telefone, à
Gazeta do Povo.
Com a permanência, Bolicenho disse que Galatto brigará em igualdade de condições pela titularidade. As sombras para o goleiro revelado pelo
Grêmio são Neto, Renan Rocha e João Carlos, revelados nas categorias de base do clube. Apesar da desistência, o diretor avisa que não está descartada a saída do goleiro durante a temporada.
“Se vier uma boa proposta, que agrade clube e jogador, nós vamos analisar em conjunto com cuidado”, finaliza.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Malucelli prevê um bom 2010

A Gazeta do Povo desta segunda publica uma entrevista com o presidente Marcos Malucelli. Ele fala sobre reforços, patrocínios, Copa do Mundo, e diz que o Furacão deve fechar o balanço de 2009 no azul. Confira a reportagem:
•••
Marcos Malucelli começou a entrevista meio arredio, com respostas curtas. Preferiu não se aprofundar sobre temas como contratações, dispensas e o projeto rubro-negro para 2010. O dirigente, porém, se soltou quando questionado sobre as finanças do Atlético. Está feliz com a (grande) possibilidade de ter fechado 2009, o primeiro ano de sua gestão, no azul. Depois de inúmeras tentativas, o presidente do Furacão conversou na quinta-feira, por telefone, com a Gazeta do Povo.

A torcida está ansiosa por reforços. No fim do ano passado o clube anunciou os colombianos Vanegas e Serna, mas parou por aí. Vem mais gente, presidente?

Sim. O (Antônio) Lopes nos pede ainda mais um atacante. E um meia. Fala-se muito na chegada do Bruno Mineiro, centroavante do América-MG... Sou eu quem vem negociando com o América, mas está muito difícil. Por outro lado comenta-se as saídas do Márcio Azevedo (Roma) e do Manoel (Palmeiras), por intermédio da Traffic. Tivemos realmente uma oferta pelo Márcio, mas recusamos. Vender por pouca coisa e enfraquecer o time não vale à pena.

E em relação ao Manoel?

Não tem proposta e não vamos aceitar proposta nenhuma pelo Manoel. O Atlético atingiu um estágio que não precisa de outro clube brasileiro para chegar ao mercado europeu.

O que esperar do Atlético em 2010?

Será muito melhor do que 2009, pode ter certeza. O Lopes falou em conquistar a Copa do Brasil... É um dos objetivos, sem dúvida. Mas queremos também o bicampeonato paranaense.

Existe uma certa expectativa em relação ao orçamento do Atlético para 2010. Como estão as finanças do clube?

Possivelmente tenhamos fechado 2009 superavitário. Conseguimos enxugar muita coisa. Só que uma coisa é o exercício de 2009, outra a situação do clube no geral. Houve um salto, sem dúvida. Se entramos em 2009 com R$ 18 milhões de déficit, agora caminhamos para o superávit. Mas, repito: não significa que zeramos tudo.

O senhor falou em enxugar despesas, quais?

Diminuímos a quantidade de jogadores, emprestando diversos atletas. Fizemos também ajustes administrativos, deixando de pagar juros. Isso nos permite dizer que em 2010 haverá um investimento maior. Como no caso desses dois colombianos. Trouxemos um jogador campeão de Libertadores (pelo Once Caldas, em 2004) e que há 20 dias foi campeão de seu país (Vanegas). Não é fácil.

Quanto foi investido na contratação do Vanegas e do Serna?

Não posso revelar nesse momento.

Esses investimentos levam em conta o provável novo patrocinador que o clube deve anunciar nos próximos dias?

Estamos avançando bem, fechando um patrocínio master (principal). Mas quando você pensa que as negociações estão concluídas, voltam a estaca zero. Por isso não dá para antecipar absolutamente nada, sob pena de não poder se cumprir.

A negociação é com a Ambev, que já patrocina o clube na Copa São Paulo?

Com a Ambev o acordo é pequeno, somente para a Copa São Paulo.

Mas o acordo pode ser estendido?

Faz parte. A Ambev é um dos envolvidos (Hypermarcas e Hipercard também estariam interessados). Patrocina a seleção, e como a seleção vai ficar aqui em maio (treinando no CT do Caju)... Estamos caminhando para alguma coisa.

Então existe a possibilidade de a Ambev ser o patrocinador master?

Estou no trânsito e não quero ser multado. Se for multado, vou mandar aí para você.

Alguma novidade em relação ao término da Arena para a Copa?

Tivemos ainda hoje (quinta-feira) uma reunião com o prefeito, estamos evoluindo nas conversas.

Que tipo de evolução?

Trazendo terceiros para nos ajudar. Teremos uma reunião em Brasília para ver o que virá do PAC da Mobilidade. Vamos mostrar o estágio do nosso estádio para que não precisemos iniciar nada em março, pedir um prazo mais adiante para o início da obra.

Então a construção não deve começar neste ano?

A obra não precisa iniciar agora. No início de 2011 está bom. O prazo para a conclusão do estádio não chega a dois anos.

E de onde virá o dinheiro, já que o clube não quer contrair empréstimos?

Está vindo aí uma isenção de impostos por parte do governo federal sobre materiais de construção. Só aí teremos uma diminuição de 20 a 25%. Se não precisarmos mudar a cobertura do estádio, o custo cai para algo em torno de R$ 90 milhões. Aí tudo fica mais fácil.

A prefeitura de Curitiba e o governo do estado podem ajudar de que forma nisso?

Colaborando na busca de investidores.

Mas existe alguma negociação em andamento?

Já... (sem revelar detalhes)

Volta pra casa

O time junior do Furacão foi eliminado da Copa São Paulo e retorna para Curitiba. O Furacãozinho ficou em segundo lugar no grupo, com 6 pontos - perdendo a liderança para o remo pelo número de gols marcados. E não conseguiu se classificar entre os melhores segundos lugares dos grupos.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Um time "flex"

Sem moleza: o grupo atleticano treinou normalmente neste domingo.
Do UOL:

O técnico do Atlético-PR, Antônio Lopes, não deverá escalar um time titular nos primeiros jogos do Campeonato Paranaense, que começa no próximo fim de semana. Enquanto durar o período de treinamentos da pré-temporada, até o próximo dia 30, o grupo será dividido em dois: um irá para os jogos e outro permanecerá treinando fisicamente.

Segundo o preparador físico Riva Carli, os critérios para a escolha de quem joga são sempre de Antônio Lopes, mas os grupos serão flexíveis e deverá ocorrer uma alternância entre os que jogam e os que permanecem treinando.

"Não é apenas o atleta que está melhor fisicamente que vai participar dos jogos. Temos que analisar bem tudo que envolve o jogador. E a escalação do time dependerá sempre do Antônio Lopes", declara o preparador.

A definição do time titular só deverá ocorrer após o dia 30, quando o elenco encerra o período de concentração. A rotina dos jogadores atleticanos tem sido dura, desde a apresentação, no último dia 4. Eles têm enfrentado até três períodos de treinamentos, com início às 6h30.

Estas sessões mais intensas de treinos (compostas de musculação, trabalho físico de campo e treino com bola) devem durar até a próxima terça-feira, dia 12, quando uma parte do elenco passa a se preparar para a estreia no Paranaense, domingo que vem, contra o Toledo.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Vitória na Copinha

Com um gol do atacante Bruno Furlan, o Atlético venceu o Paulínia pela terceira rodada da primeira fase da Copa são Paulo de Juniores, agora há pouco, em Paulínia.
Agora, o Furacão chegou a seis pontos ganhos, com duas vitórias e uma derrota.
Para garantir a classificação como primeiro lugar do grupo, o Atlético torce para que o Remo não vença o Al Hilal (a equipe paraense tem 3 pontos e pode também chegar a 6, mas tem maior número de gols marcados).
Caso o Remo vença, o Atlético ainda pode se classificar também entre os melhores segundos colocados.

Um caminhão de lembranças

Pouco mais de um mês após a "Batalha das Coxinhas"...


Flagra feito ontem pela manhã pelo Marcio Reszko, leitor do blog. O caminhão de lembranças foi visto no Bairro Alto, sentido Pinhais. Decerto procurando por algum lixão.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Galatto pode deixar o CAP

A Gazeta do Povo informa que o goleiro Galatto pode deixar o Furacão. Ontem o clube recebeu uma proposta de empréstimo por uma temporada do Litex Lovech, da Primeira Divisão da Bulgária. O diretor de futebol Ocimar Bolicenho disse o negócio pode ser fechado ainda nesta sexta-feira. “A proposta chegou ontem (quinta) e tem tudo para dar certo”, disse o dirigente atleticano.
Segundo o blog da jornalista Nadja Mauad, quem está intermediando a negociação é um dos representates do departamento internacional do clube, Paulo Rink.
Com saída de Galatto, três pratas da casa vão disputar a posição: Neto, João Carlos e Renan Rocha.