Nei reza no gramado da Baixada antes da partida contra o Botafogo. E a sombra dele ainda toma a forma de um tridente, em pleno Caldeirão. Foto de Marisa Melo, enviada ao blog pelo Raitani(Clique para ampliar)
O Blog da Nadja Mauad informa que o Atlético quer renovar com o guerreiro Nei por mais três anos. Uma primeira conversa entre a diretoria e os empresários do jogador ocorreu nesta tarde, mas as partes ainda não chegaram a um acerto.
“Foi uma conversa muito produtiva, mas ficamos de sentar de novo. Acredito que tem tudo para dar certo para os dois lados. Se fosse por hoje, eu diria que tem 60, 70% de chance de eu ficar aqui”, disse o lateral-direito Nei à jornalista. Nei preferiu não entrar em detalhes sobre o que falta para ele assinar sua renovação com o Furacão.“Negociação sempre é complicada. O que é bom para um lado, não é bom para o outro. Tem que ver sempre os dois lados. Por exemplo, se você for perguntar para o Atlético o que falta, o clube vai dizer que é o Nei dizer sim. Eu quero ficar, mas tenho que pensar na minha família. Nesses três anos nunca tirei o pé em nenhuma jogada, só quero ser valorizado como todo atleta”. O jogador também fez questão de esclarecer alguns boatos de que ele estaria pedindo um alto salário para ficar na Baixada. “Nunca reclamei de salário. Mas agora não sou mais uma promessa. Não estou pedindo 100, 80 mil, nada disso. Não estou pedindo nada fora do normal”. Ainda egundo o Blog da Nadja, a dupla Gre-Nal demonstrou interesse pelo lateral. Mas Nei disse que ele nunca abriu negociações com nenhum clube. “O Inter e o Grêmio já procuraram o Atlético, mas eu não quis conversar com ninguém. Estou esperando o Atlético bater o martelo”. O lateral-direito aproveitou para manifestar novamente o seu carinho pela torcida. “Hoje eu defendo o Rubro-Negro, essa torcida, é só neles que eu penso. Nunca escondi todo meu carinho, meu amor pelo Atlético. Se o clube me der condições fico aqui para sempre”. Para finalizar, Nei admitiu à jornalista que prefere jogar na lateral e que não quer mais ser utilizado como zagueiro. “Eu joguei como zagueiro para ajudar o Atlético quando o professor me pediu. Mas eu não quero jogar ali. Apesar de muita gente falar o contrário, acho que isso está me prejuficando. Prefiro ficar no banco, mas na minha posição. Sei que posso ajudar o clube lá”. Curioso. Pra mim, Nei se destacou mesmo, este ano, jogando como líbero. Posição na qual seria titular em qualquer time, não só do Brasil como da Europa. Seja como for, o polivalente Nei será uma peça importante para a próxima temporada. Tomara que cheguem logo a um acordo.
E você, acha que a diretoria deve renovar com Nei? Opine!
(I) “O atleticano que não foi ver o jogo na Baixada, é um pobre coitado.”(II) “A torcida do Atlético não merece sofrer todo o ano.”(III) “A marca do centenário, depois de frustrar a torcida com a perda do estadual, iludi-la com o engodo do novo estádio, ser incapaz de trazer Cláudia Leitte para cantar o seu hino, pode ser a queda para a segunda divisão.”As três são da lavra de Augusto Mafuz.
Meus amigos. Que domingo. Estamos salvos. E saiu tudo como esperávamos, tanto do lado de cá quanto do lado de lá.
Mas vamos falar do lado de cá, que é o que nos interessa.
A fantástica e fanática torcida atleticana fez sua parte, lotou a Baixada e deu show para carioca ver. Mas, por incrível que pareça, o time não correspondia. Pouco chegava ao ataque. Pouco e sem qualidade. Pior: no radinho, ouvia que Fluminense e os coxas saíam na frente. Até que alguém decidiu resolver a parada. E só podia ser ele: Paulo Baier. Deixou Wallyson livre, na cara do gol, como quem diz: toma, faz que é tua piá! Wally fez. No segundo tempo, antes que os botafoguenses esboçassem uma reação, ele foi lá e definiu o placar. Paulo Baier, de cabeça, Furacão 2 a 0. A essa altura, os coxas já tomavam uma surra em BH. E o Caldeirão do Diabo explodiu em vermelho e preto. Como eu havia dito, com esse povão unido ninguém ganha na Baixada. O Atlético venceu e deixou o mico na mão de três timecos que existem por aí. Porque time grande, meu amigo... time grande não cai.
Agora, é pensar em 2010. Para que o sofrimento passe bem longe da Baixada.
Mas isso é tema para os próximos posts. Ainda temos uma partida a fazer, e disputamos uma vaga na Sulamericana.
Hoje, é só curtição. E lá vou eu assistir aos mesas redondas da vida.
•••Troféu ZIQUITA Paulo Baier já é hous concours. Prêmio hoje vai para Márcio Azevedo, o guerreiro Nei e Rhodolfo. Jogaram muito. Nei ainda merece 10 estrelinhas extras, porque quando o narrador da Arena anunciou que os coxas estavam perdendo de quatro ele comemorou pacas.
Troféu TIÃO MACALÉ Wilson Cesar Seleme. Parece choro, mas não é. O pênalti que o cara deixou de marcar em cima do Valencia foi absurdo. Nojeeeeeento!
Último jogo do ano na Baixada. Uma linda festa programada. Não dá pra perder. É hora de cantar o tempo todo. E levantar no Caldeirão do Diabo aquela fervura que apavora os adversários. Precisamos de uma vitória hoje, mais que nunca. Concentração, foco e raça! Pra cima deles, Furacão!
“Eu estava jogando. O barulho da torcida era tão ensurdecedor que eu não conseguia conversar com o Alan Bahia sobre o posicionamento em campo. A torcida fazia um eco enorme no campo. Poucas vezes vi festas como aquela. Contra o Botafogo não pode ser diferente. Peço ao torcedor para ter paciência se o gol não sair logo no início. É normal, pois será um jogo de muita marcação”.
Alberto, lateral-direito, atualmente afastado do elenco principal. Mas, sobretudo, um grande atleticano. E que esta festa ensurdecedora se repita amanhã, contra o Botafogo.
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PS: Escrevi este post antes de saber que Alberto anunciou, neste sábado, a sua despedida do Furacão. Seu contrato termina agora em dezembro e não será renovado. Amanhã, antes da partida contra o Botafogo, ele dará uma coletiva se despedirá da torcida no gramado da Baixada. Sua última passagem pelo Atlético não foi das mais felizes. Contusões seguidas o impediram de ter uma sequência boa de partidas. No começo do ano, acabou afastado do time junto com alguns outros atletas do elenco. Mas, por todo o seu passado e identificação com o clube, Alberto Valentim do Carmo Neto, um grande rubro-negro, merece ser homenageado por toda a Nação atleticana.
A Furacao.com botou no ar um puta guia de botecos onde os atleticanos podem acompanhar os jogos do Furacão. É só escolher a cidade desejada e o sistema mostra o mapa e os botecos disponíveis. Clique e o mapa te leva até lá e fornece o endereço. Sensacional. Pra acessar o guia, clique aqui.
Mano Brown é rubro-negro. O rapper, vocalista do grupo Racionais MC's, vestiu ontem a camisa do Furacão para ir assistir à pré-estreia do documentário Entre a Luz e a Sombra, da cineasta Luciana Burlamaqui. A foto dele com a camisa rubro-negra estampa a coluna desta sexta-feira da jornalista Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo.
Brown tem 39 anos e é um dos principais expoentes do rap e do hip hop no Brasil. As músicas dos Racionais MC´s têm como temática questões sociais e da realidade dos moradores das periferias das grandes cidades. Apesar do sucesso comercial que o grupo atingiu, o rapper continua morando no bairro Capão Redondo, em São Paulo, e se nega a conceder entrevistas para veículos da grande mídia.
Como dizem os racionais... mulheres vulgares, uma noite e nada mais...
Domingo, todas as correntes de atleticanos estarão centradas em torno de um só objetivo: a vitória.
Com esse povão unido, ninguém segura o Furacão. Na Baixada você não vai assistir a um espetáculo, você faz parte dele. Prepare o seu espírito e a sua garganta. Domingo é o dia.
“Vamos, Furacão! Viemos pra vencer!” A música da torcida atleticana será uma espécie de lema para o Atlético neste domingo, contra o Botafogo, na Arena da Baixada. Precisando da vitória para afastar definitivamente qualquer risco de rebaixamento, a duas rodadas do fim do Campeonato Brasileiro, o Atlético tem na força e no apoio da torcida os principais diferenciais para vencer o Botafogo e conquistar uma vaga na elite do futebol nacional na próxima temporada. Sabendo disso, time e torcida desde o início da semana estão se mobilizando para o jogo decisivo. O clube criou uma “Agenda Positiva” para focar todo o elenco na partida decisiva. Já a torcida promete fazer a sua parte, mais uma vez, com espetáculo e uma grande festa na Baixada. A festa já está programada e tem ingredientes para se tornar inesquecível. Papel picado, fumaça rubro-negra, bandeiras e bexigas ajudarão a criar um clima ainda mais vermelho e preto nas arquibancadas da Baixada. A organização da festa está por conta das Torcidas organizadas do clube, com o apoio da Comissão de Festas. Quem quiser ajudar financeiramente com a festa, a comissão pede uma ajuda especial. As doações podem ser feitas por depósito bancário. Os dados podem ser obtidos pelo e-mail: comissaocap@hotmail.com. Vamos lá, colabore! Participe! E no domingo, solte o grito! Vamos empurrar o Furacão!
Em março do próximo ano o Atlético dará início à primeira das duas etapas previstas para a conclusão da Arena da Baixada no padrão-Fifa, com todas as exigências previstas pela entidade para a realização de jogos da Copa do Mundo no estádio. A definição do calendário para as obras segue o cronograma estipulado pela própria Fifa para a construção e reformas das praças que sediarão os jogos da Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Na Arena, estão previstas obras divididas em duas etapas: o fechamento da reta oposta, com a construção do anel superior do setor Brasílio Itiberê, e a cobertura total de toda a área de arquibancadas. Em entrevista ao site Copa2014, o arquiteto responsável pela obra, Carlos Arcos, do escritório Carlos Arcos Arquitetura, de Curitiba, informa que a Arena da Baixada já está semi-pronta no padrão-Copa, restando apenas 30% de ajustes para atender a todas as demandas da Fifa para um jogo de Copa do Mundo. Para completar essas exigências, as obras no estádio atleticano estão orçadas em R$ 138 milhões. A primeira etapa da construção, que terá início em março de 2010, segue o prazo limite estipulado pela Fifa e irá acrescentar 11 mil lugares ao estádio, somando-se aos 30 mil já existentes. Arcos explica que a estrutura será de um edifício, “com três pavimentos que duplicarão os quase 60 mil m2 de área construída”. O arquiteto revela, ainda, que durante essa etapa das obras o estádio continuará em funcionamento, abrigando jogos do Atlético Paranaense. A previsão é que esta etapa dure um ano, com a construção de estruturas para vestiários, camarotes e instalações de mídia, tudo no padrão exigido pela Fifa. Interdição - Terminada essa etapa, o estádio precisará ficar fechado por um ano, para a última etapa da construção: a cobertura da área das arquibancadas. “Dois arcos metálicos de 220 metros servirão de suporte à cobertura, criando um grande vão livre. As quatro extremidades serão apoiadas sobre colunas localizadas atrás dos gols”, diz Carlos Arcos. O arquiteto diz que um escritório alemão, Schlaich Bergermann Und Partner (SBP), é o responsável pelos cálculos estruturais de toda essa estrutura. Ele explica que o fechamento será feito com placas metálicas presas aos arcos e apoiadas nas fachadas laterais do estádio.Outra característica da nova Arena para a Copa é a aproximação, ainda maior, da torcida com o campo de jogo. Para isso, haverá a retirada completa do fosso, que separa o campo das arquibancadas, possibilitando a construção de mais três fileiras de arquibancadas. “A arquibancada ficará a seis metros do gramado, limite mínimo permitido pela Fifa. Transformaremos o fosso em reservatório de água da chuva, captada pela cobertura, que será usada para a irrigação do campo e águas secundárias, como em sanitários e limpeza de certas áreas”, revela Arcos.Clique aqui e confira a entrevista completa de Carlos Arcos ao portal Copa2014.
Sem Manoel, Alex Mineiro e possivelmente Rafael Miranda, o delegado tá quebrando a cuca pra definir o time que vai encarar a decisão de domingo.
Fosse ele, repetiria a fórmula de 3 zagueiros, usando o Nei na sobra. O polivalente carequinha, alíás, fez grandes partidas jogando nesta posição. Um verdadeiro aríate.
E sem inventar com Alex Sandro na cabeça-de-área, por favor.
Um bom escrete pra começar a partida seria Galatto; Rhodolfo, Bruno Costa e Nei; Wesley, Valencia, Rafael Miranda (Chico), Paulo Baier e Marcio Azevedo; Marcinho e Marcelo.
No ataque, sai a dupla doblevê e entra a dupla MMs. Não tem como tirar Marcinho do time e Marcelo, nas poucas oportunidades que teve, já mostrou ser mais efetivo que Wallyson.
As paquitas procuraram um estádio decente para comemorar o cem-ter-nada. E acharam: uma escolinha do CAP.
Pra fechar com "chave de ouro" a comemoração do cem-ter-nada, os coxinhas fizeram um amistoso de masters contra o Operário de Ponta Grossa. E, para abrigar evento de tal monta, procuraram um estádio melhorzinho quer o Pinga-Mijo, é óbvio. Encontraram um bastante aconchegante. Eu diria que não teria melhor local para comemorarem o cem-ter-nada: uma escolinha de futebol do Clube Atlético Paranaense. Será que, um século depois, conseguiram aprender alguma coisa?
No ano passado, contra o Flamengo, povão lotou a Baixada e empurrou o Furacao para a Vitória.
Quem não se lembra da última rodada do Brasileirão do ano passado? Na Baixada, o Atlético precisava vencer o Flamengo para se safar do rebaixamento. A torcida lotou o estádio, empurrou o time e tudo terminou numa grande festa. Agora estamos na penúltima rodada, mas a situação é bem semelhante. Encaramos outro time carioca e precisamos da vitória para nos livrar. E, para ajudar a torcida a infernizar ainda mais os botafoguenses, um grupo de abnegados está leiloando seis camisas autografadas por jogadores do CAP através da comunidade do Atlético no Orkut. O objetivo é arrecadar recursos para promover uma inesquecível festa no domingo, contra o alvinegro de Niterói. As camisas foram doadas pelo goleiro Neto, o volante Valencia, o meia Paulo Baier e os atacantes Marcinho, Patrick e Alex Mineiro. Todas são oficiais, tamanho G. Os lances devem ser dados na comunidade Atlético Paranaense - Furacão no orkut ou pelo e-mail zonagole@gmail.com, que também recebe dúvidas e sugestões com relação ao leilão. Festa à parte, é hora de apoio total, meus amigos. Como sempre. Piscas, foguetes e bandeiras rubro-negras tremulando pelo Joaquim Américo vão deixar o cenário ainda mais bonito. Mas a pressão tem que ser mesmo é no gogó da ema! É a hora de infernizar o adversário e mostrar o que é o Caldeirão do Diabo.
A Fortuna (sorte, ou qualquer outra qualidade que fuja do domínio humano) é uma deusa caprichosa e sorri somente para os destemidos. Alguns dos pensamentos do “Velho Nick” devem ser relidos de tempos em tempos pelo Príncipe, pelo chefe enfim, por aquele que governa, lidera e administra um grupo. Pena que pejorativamente dizer que algo ou alguém é maquiavélico é como se fosse algo ruim, quando não necessariamente o é. Esse time do Atlético é muito bonzinho. É um time sem ousadia, logo a Fortuna não lhe sorri. Além do Cruzeiro, Coritiba, Palmeiras, São Paulo e Internacional nos tiraram pontos fazendo gols nos minutos finais ou já no acréscimo, quando temos uma equipe incapaz de virar uma partida devido a fragilidade tanto técnica como psicológica. Não temos a ousadia necessária para um drible, para um arremate surpreendente, para uma jogada mais incisiva. Não temos ousadia desde a direção, repetindo os mesmos erros de seus antecessores, nem a ousadia em averiguar que nosso problema desde o começo foi no ataque, hoje o pior do campeonato e queria que a solução viesse com Eduardo, Zulu, Brasão ou Tiuí. Precisa urgentemente o Atlético se levar um pouco mais a sério, levar o jogo até seu final a sério, não desistir nunca e buscar sempre. Precisa o time ousar mais, em casa se impor, porque se temos a boa marca de 10 jogos invictos em casa, empatamos a metade deles, o que é péssimo! Aliás, ouvi um bom comentário (fato raro) no Mesa Redonda de ontem a noite, que nada adianta Lopes colocar mais atacantes se eles não são efetivos; ele tem que colocar é o time no ataque! Mais uma vez caberá ao torcedor atleticano fazer sua parte, já que novamente nem direção nem atletas fizeram a deles, e empurrar esse time para dentro do Botafogo e fazer exatamente aquilo que qualquer time que necessita do resultado tem feito: uma blitz sobre o adversário até sair o gol, como o próprio Botafogo diante do São Paulo, como o Fluminense fez ontem diante do Sport e semana passada contra nós e o Santos sobre o rebaixável coxa. Insistência, força, batendo e martelando até conseguir e depois ousadia, nada de ficar se defendendo ou colocando volantes para segurar o resultado, pois sequer isso fazemos com competência. Domingo não tem conversa, é ousadia, é garra, é raça, mas o time também tem que apresentar credenciais mínimas de qualidade para sair com a vitória, até porque não faltou vontade diante do bom Cruzeiro sábado. Ninguém vai aprender a jogar faltando duas rodadas, mas indo para cima, sendo incisivo, mostrando aquela vontade de vencer em casa diante de um adversário direto na luta (mais uma vez) contra o rebaixamento, farão deste time mais um daqueles que escapou, mesmo com dificuldades do inferno que é a segundona. Caberia única e exclusivamente ao Atlético fugir dessa situação, mas outra vez somos nós torcedores que teremos que assumir essa bronca. De outra forma, a Fortuna não irá nos sorrir.
Situaçãozinha ridícula essa, de chegar na penúltima rodada do campeonato e novamente recorrer à calculadora para fazer contas.
Na teoria, qualquer cálculo agora seria precipitado e desnecessário. Afinal, basta uma simples vitória contra o Botafogo para eliminar qualquer chance de rebaixamento. Porque, daí, o próprio Botafogo não nos passaria mais, mesmo se perdêssemos a última partida para o Barueri. Mas, como nessa hora é bom botar as barbas de molho e ficar atento a qualquer cenário, vamos lá. Cenário 1: O Atlético ganha as duas partidas que faltam Termina em 10º ou em 11º e garante fácil uma vaga na Sula. Cenário 2: O Atlético ganha uma partida e empata outra Não cai, e depende de resultados para ficar em 13º e pegar uma Sula. Cenário 3: O Atlético ganha uma partida e perde outra Não cai, mas tampouco pega a Sula. Fica ali em 15º, 16º... Cenário 4: O Atlético empata as duas partidas Só cai se os coxas vencerem o Cruzeiro fora e perderem em casa para o Fluminense, na última rodada, e o Botafogo vencer o Palmeiras. Mais provável que o Atlético não caia. Cenário 5: O Atlético empata uma e perde outra Estes resultados podem criar uma situação inusitada. Caso na próxima rodada os coxas percam para o Cruzeiro e o Fluminense vença o Vitória, o que é bem plausível, na última rodada o Atlético só cai se houver empate entre coxas e Fluminense no Couto Pereira e se o Botafogo não perder para o Palmeiras, no Engenhão. E, ainda assim, vai depender do saldo de gols. Mas é arriscado que estes times façam um jogo de comadre visando o empate para ferrar com o CAP, porque na última rodada todas as partidas são no mesmo horário e, se o Atlético conseguir empatar lá em Barueri, são os coxas que vão pra fita. Ou seja, os coxas terão de jogar pra ganhar e, se ganharem, o Atlético escapa. Se perderem, o Atlético também escapa. Já se os coxas arrancarem um empate contra o Cruzeiro, a coisa muda um pouco de figura na última rodada: o Atlético vai precisar de uma vitória dos coxas sobre o Fluminense. Detalhe é que, novamente, eles não poderão entregar o jogo porque sabem que, se o Atlético conseguir porventura arrancar um bom resultado lá em Presidente Prudente, quem se ferra são as paquitas. Agora, se os coxas vencerem o Cruzeiro no Mineirão, daí não correm mais risco e é óbvio que entregarão o jogo para o Fluminense na última rodada... Cenário 6: Atlético perde os dois jogos Caixão e vela preta... Sai pra lá! Mesmo assim, ainda pode se safar se os coxas perderem os dois jogos por maior diferença de gols... Ou se o Fluminense não conseguir ganhar um jogo sequer. Como se vê, o cenário não é nada confortável mas o Atlético tem que ser muito medíocre para cair. Melhor se garantir desde já, contra o Botafogo - porque fora de casa nós já sabemos como o time se comporta (embora a partida contra o Barueri seja em território neutro)... Força total domingo que vem! União e concentração! De novo!
Com os resultados deste domingo já praticamente consumados, aumenta a responsabilidade de todos os Atleticanos para o próximo fim de semana. Contra o Botafogo vamos lotar a Baixada, vamos reviver aqueles tempos de muita paixão em que éramos imbatíveis com a galera enlouquecida nas arquibancadas de tijolinhos a vista. Não dá mais tempo de criticar, de cornetear. Se você, amigo leitor, tem críticas contra algum jogador, membro da comissão técnica ou dirigente, guarde para outra oportunidade. Não há espaço para divisões. Temos que jogar junto com o time e isso bastará. Atleticano de verdade não faz o jogo do inimigo, não briga contra si próprio nos momentos de decisão. União é a palavra. Vamos mostrar a força da nossa torcida e superar os obstáculos, sejam quais forem, no grito, na raça, na paixão. Se você, amigo leitor, quiser me escrever mensagens com críticas ou cornetagens, esqueça, não perca seu tempo e não gaste suas energias. Só lerei e responderei mensagens de apoio irrestrito, incondicional, afinal estamos todos no mesmo barco. É domingo que vem. Ou vai, ou racha. E que vai, vai. Em tempo: Nosso membro do fórum do Furacao.com, "Fernandocap", lembra que é importante que todo o sócio que por algum motivo não possa ir incentivar o time no domingo, ou tiver "smart cards" ociosos, que empreste ao amigo, vizinho, parente, mais fanático que tiver tido a oportunidade de conhecer. O jogo já começou!
É, meus amigos, com as vitórias de Florminense e Botafogo a água bateu na bunda de vez. Agora, não há escapatória: é ganhar ou ganhar do Botafogo, no próximo domingo, na Baixada. União total. E ponto final.
Foi assim contra São Paulo, Palmeiras, Inter, coxas, e agora contra o Cruzeiro. Levar um gol no finalzinho e deixar escapar um bom resultado é de doer. Hoje principalmente. A vitória livraria de vez o Furacão. Agora, mais um "jogo do ano", desta vez contra o Botafogo. E desta vez é "o" jogo do ano mesmo. Logo posto mais sobre o empate contra o Cruzeiro.
Pra variar, o Furacão dependerá da torcida e da Baixada para se safar. E a luta para se manter na primeira divisão começa sábado, na Arena, contra o Cruzeiro. Depois, serão apenas mais dois adversários: Botafogo, em casa, e Barueri, fora. Atlético x Cruzeiro é um clássico nacional. Já decidiram uma Copa Sul-Minas e uma Seletiva da Libertadores. Além de um vasto histórico de grandes jogos. E, no domingo, o Rubro-Negro pode manter um tabu que já dura cinco partidas. A última vitória da Raposa na Baixada aconteceu em 2003. De lá para cá, foram cinco jogos, com três vitórias do Rubro-Negro e dois empates. Fácil, não é. Destas três vitórias, aliás, duas foram sofridíssimas. Quem não se lembra do espetacular 5 a 4 de 2005, quando até o Schumacher fez o seu gol? E a do ano passado, então - aquele 1 a 0 magro que deu início à arrancada final do Furacão? Tranquilo mesmo, só em 2004: 3 a 1.
Em 2005, um dos melhores jogos do campeonato: 5 a 4 para o Furacão. No ano passado, vitória suada deu início ao sprint final do Atlético. Este ano, no primeiro turno, 2 a 0 para o Furacão, em pleno Mineirão.
Mas no geral, mesmo em Curitiba, trata-se de um duelo bastante equilibrado. Já foram dez encontros na Arena. Quatro vitórias rubro-negras, três vitórias celestes, e três empates. Portanto, meus amigos, prepare-se para sábado. Será um dia de emoções. Dia de lotar a Baixada e empurrar o Furacão.
A equipe de Juniores do Atlético Paranaense está fora do Campeonato Estadual. No segundo jogo da semifinal da competição, na Arena, o Furacão perdeu no tempo normal para o Coritiba por 1 a 0. Nos pênaltis, o rubro-negro perdeu duas cobranças contra uma do rival e acabou derrotado por 4 a 3.
O Furacão recebe o Coritiba nesta quarta-feira, às 16h, na Arena da Baixada, pela semifinal do Campeonato Paranaense de Juniores. Somente a torcida atleticana poderá comparecer. Para ter acesso ao estádio, é necessário apresentar três apostas da Timemania, do concurso 91, com o Atlético Paranaense marcado como clube do coração. O torcedor poderá comprar os bilhetes da Timemania na entrada da Arena, na hora do jogo. O Atletiba é válido pela segunda partida da semifinal. No jogo de ida, no CT da Graciosa, o Furacão venceu o rival por 2 a 1. Portanto, se vencer ou empatar, o Rubro-Negro garante a classificação. Se perdeu por um gol de diferença, a decisão vai para os pênaltis. O Coxa precisa vencer por 2 ou mais gols para se classificar. Se o Atlético passar pelo time alviverde, decide o título contra o Corinthians Paranaense ou o Engenheiro Beltrão. Atlético no Paranaense de Juniores Na primeira fase do Campeonato Paranaense de Juniores, o Furacão terminou como líder no grupo A e, na 2ª fase, em primeiro no grupo F. Nas quartas-de-final, o Rubro-Negro eliminou o Iraty após uma vitória (3x1, fora) e um empate (0x0, em casa). Ao todo, o Atlético venceu 14 partidas, empatou 2 e perdeu 3; marcou 46 e sofreu 13 gols.
Um amigo do blog está cursando uma Pós-Graduação em Gestão Profissional do Futebol e prepara um trabalho sobre gestão dos sócios torcedores. Para concluir o projeto, ele precisa saber: 1) Quanto, afinal, o torcedor está disposto a pagar para ser sócio de seu clube e ver seu time disputando títulos? 2) Além disso, que outras contra-prestações o sócio espera do Clube como sócio? Por isso, o Blog da Baixada dá uma forcinha e quer saber a opinião da galera.
Então, vamos lá! Dê sua opinião na enquete abaixo:
Meus amigos, um apagão que atingiu Curitiba me impediu de assistir a boa parte do segundo tempo do jogo. Àquela altura, já perdíamos por 2 a 0 para o Fluminense. Também, pudera: o Atlético já entrou apagadão no Maracanã. Um apagão previsto, diga-se. Porque time que entra em campo com trocentos zagueiros e volantes, com pseudo-atacantes e com apenas um jogador que bote a redonda no chão é um time que você já sabe que tem poucas chances de ter êxito.
E foi isso o que aconteceu. Quando soube da escalação, já me preparei para o pior. Já sabia que o Atlético chamaria o Fluminense pra cima e não teria qualidade para contra-atacar. E não deu outra: o time fez um primeiro tempo medíocre, onde Paulo Baier sozinho tentava armar uma ou outra jogada, mas imperavam os chutões da zaga e, lá na frente, Wallyson e Wesley não conseguiam segurá-la. Piorou quando Rafael Miranda, contundido, deu lugar para o pouco ambicioso Renan Foguinho. E no intervalo o Rubro-Negro já voltou para o vestiário perdendo por 1 a 0, gol de Fred. E é impressionante como Marcinho, que já foi tão criticado pela torcida, faz falta para atuar ao lado de Baier e botar um pouco de ordem no coreto. A situação só melhorou no segundo tempo, quando entraram Alex Mineiro no lugar do zagueiro Éverton e, mais tarde, o jovem atacante Marcelo - no lugar justamente de Renan, que só esteve em campo para fazer número. O Furacão já era melhor em campo quando a zaga deu mole para Conca, que deixou Maicon na cara de Galtto para ampliar o marcador. Marcelo marcou seu primeiro gol como profissional e descontou para o Atlético. Tarde demais. O placar final, 2 a 1 para o Fluminense, acabou sendo justo pela péssima atuação do Rubro-Negro no primeiro tempo. E deixou o Furacão numa situação incômoda, embora aparentemente confortável. A distância para o Fluminense - primeiro time na zona de rebaixamento - é de quatro pontos. E o Botafogo ainda está entre os dois. O calvário continua, e as duas próximas partidas na Baixada, contra Cruzeiro e Botafogo, serão fundamentais. Principalmente contra o alvinegro carioca. São dois jogos para lotar a Baixada e ajudar o Furacão a afastar de vez qualquer chance de uruca.
Troféu ZIQUITA
Paulo Baier e Manoel.
Troféu TIÃO MACALÉ
Pro delegado Antônio Lopes, que botou em campo um time extremamente retrancado, e para a Dupla Doblevê: Wesley e Wallyson. Dois atacantes que raramente marcam gols não podem jogar juntos. O primeiro já mostrou ser útil no meio-campo e inoperante no ataque; o segundo... bem, o segundo vocês já sabem.
O zagueiro Vinicius marcou, de cabeça, o gol da vitória do Furacãozinho.
Jogando na casa do adversário, o Furacãozinho venceu o primeiro Atletiba válido pela semifinal do Campeonato Paranaense Sub-20. O placar de 2 a 1 dá ao Rubro-Negro a vantagem de jogar em casa na busca da vaga para a final da competição. Os gols vieram no segundo tempo. O primeiro foi do Furacão, marcado por Éderson, o "artilheiro de Pentecostes" - um toque sutil, que encobriu o goleiro coxinha. Os donos da casa empataram em seguida, com Marcos Paulo. Mas aos 25 minutos, após escanteio cobrado por Harrison, o zagueiro Vinicius subiu mais alto do que toda a zaga coxinha para marcar o gol que sacramentou a vitória atleticana. Detalhe interessante é que este foi o primeiro Atletiba com o técnico Marquinhos Santos dirigindo o time de lá. Em julho, ele repentinamente pediu demissão do CAP para ir treinar os coxinhas. Será que já se arrependeu??? O site oficial do CAP informa que o jogo de volta será quarta-feira, na Baixada. O horário e o valor dos ingressos ainda não foram divulgados. Tomara que seja no final da tarde, depois do expediente. E em troca de apostas na Timemania. Atletibinha na Baixada é sempre bom programa.
Ausente por algumas rodadas devido a uma contusão, o lateral Márcio Azevedo volta a ser relacionado pelo técnico Antônio Loper e pode encarar o Fluminense, amanhã, no Maracanã. O atacante Marcelo, ex-junuir, também está na lista. Confira a relação dos convocados:
Goleiros: Galatto e Neto Zagueiros: Bruno Costa, Everton, Manoel e Rhodolfo Laterais: Alex Sandro, Nei, Márcio Azevedo e Raul Volantes: Rafael Miranda, Renan e Valencia Meias: Netinho, Paulo Baier e Wesley Atacantes: Alex Mineiro, Marcelo, Patrick, Rodrigo Tiuí e Wallyson
Renato Sozzi com o ex-presidente do CAP José Carlos Farinhaque, em frente ao tobogã da
antiga Baixada - também conhecido como "Farinhacão": esse tem muita história pra contar.
Por e-mail, recebo a notícia: em seu próximo encontro, o Círculo de História Atleticana contará a história da Torcida Organizada Os Fanáticos. O convidado especial do evento será o Renato Sozzi, que dirigiu a TOF por 14 anos seguidos. Grande figura. Também estará presente, é claro, o grande professor Heriberto Ivan Machado, o guardião da memória atleticana.
Foto de 1991, quando os Fanáticos tomavam conta da Baixada abandonada. O símbolo de concreto atualmente está guardado na sede da TOF.
Pra quem quiser um aperitivo do que será esse encontro, há uma série de textos escritos por Renato num antigo site de torcedores, o RubroNegro.Net. Lá ele conta como foi a história da torcida, ano a ano, de 1977 a 1998. O site está desativado e não é atualizado há anos, mas todo o arquivo permanece lá. Sozzi foi presidente da torcida em tempo de vacas magras. Sem sede própria, com caixa vazio e um tormento para levar material e os torcedores até o Pinheirão em dias de jogos. A diretoria ia na Kid 2 (uma kombi caindo aos pedaços), o restante se espremia na carroceria do caminhão que levava os instrumentos e as bandeiras. Quem não cabia, ia a pé mesmo. Por outro lado, eram anos bons. A sede ficava em território sagrado: o próprio Joaquim Américo, logo na entrada do estádio, numa salinha anexa ao ginásio. Na verdade, os Fanáticos tomaram conta da velha Baixada por anos a fio. Eram eles quem cortavam a grama, davam uma retocada na pintura. Até tomaram conta do bar do ginásio, por algum tempo. Em troca, as peladas da torcida eram ali mesmo, no solo sagrado do Caldeirão, todo sábado à tarde. Seguidas sempre de uma linguiçada assada num latão velho, debaixo da cobertura das sociais. Anos incríveis, meus amigos. E ninguém melhor do que o Renato para contar essas histórias.
Em 1987, o desafio era fazer festa num longínquo Pinheirão, que ainda não tinha cobertura nem a mínima infra-estrutura.
O encontro será realizado na próxima quinta-feira, dia 19, das 19 às 22 horas, na Artha (Rua Mateus Leme, 2823 - São Lourenço). Para participar, é preciso confirmar a presença pelo e-mail circuloatleticano@yahoo.com.br até dia 18. A inscrição é gratuita, mas as vagas são limitadas.
Será sepultado às 11 horas deste sábado, no Cemitério Municipal, um grande atleticano: João Carlos Farracha de Castro, médico e ex-diretor do Furacão. Farracha teve destacada atuação em prol do Atlético Paranaense. Participou de momentos importantes da história do clube, como a festa da célebre conquista do título paranaense de 1970, o movimento de volta à Baixada nos anos 90 e várias iniciativas para arrecadação de fundos. E teve importância não só na história do clube, mas também da torcida. Foi um dos grandes colaboradores dos Fanáticos nos tempos mais difíceis da torcida, sempre disposto a ajudar com condução para o longínquo Pinheirão, compra de materiais e até mesmo no fornecimento de chopp pra moçada. Perguntem a José Carlos Belotto ou a Renato Sozzi, presidentes da TOF nos anos 90, e eles dirão o que Farracha representou para a torcida. No clube, foi também um dos pioneiros a adotar ações de marketing. "O Dr. João Carlos Farracha de Castro foi talvez o primeiro diretor de marketing do Atlético. Foi um dos líderes do retorno do Atlético à Baixada, organizou churrascos de mobilização e arrecadação de fundos para reconstrução, lançando as campanhas Baixada Já, Tô Voltando Pra Baixada, Consules Mirins, promoveu no marketing com um sonho dos conselheiros, a mudança das listas horizontais para as verticais na camisa rubro-negra, inaugurou a botique no antigo Ginásio com apoio de atleticanos, apoiou a instalação da escola de futsal no Atlético", lembra o também ex-diretor Mozart Heitor França, amigo próximo de Farracha. Parafraseando a Milla, do Círculo de História Atleticana, o céu ficou mais rubro-negro.
A TV Furacão do site oficial do CAP está publicando esta semana uma série de vídeos muito legais sobre o trabalho nas escolas e categorias de base do Atlético. Confira:
A partida entre Fluminense e Atlético, domingo, no maracanã, será marcada por ações para ajudar no tratamento de saúde do ex-atacante Washington, que brilhou com as camisas atleticana e do tricolor carioca em sua carreira no futebol. O Fluminense irá instalar diversas urnas no estádio, para a doação de dinheiro pelos torcedores durante a partida. A ação foi batizada como “Washington Day” e contará com a participação de Assis, que formou com Washington o famoso Casal 20, que brilhou no Furacão e no Fluminense. Drama Há quase três anos anos, Washington luta contra os efeitos da Esclerose Lateral Amiotrófica, uma doença degenerativa, ainda sem cura, que atinge as células do sistema nervoso central e prejudica os movimentos, a fala e o sistema respiratório. A Furacao.com conclama a torcida atleticana que estará presente domingo no maracanã a participar da iniciativa e ajudar o ex-ídolo do Furacão neste momento delicado.
A Federação Paranaense de Futebol realizou nesta quinta-feira o Arbitral para o Estadual 2010. Na briga pelo bicampeonato Paranaense, o Atlético estreia na competição no dia 17 de janeiro, contra o Toledo, no estádio 14 de Dezembro. A partida será às 16 horas e terá transmissão ao vivo pela RPC. Já o clássico Atletiba está marcado para a 11ª rodada do Paranaense, no dia 7 de março, na Arena da Baixada, às 18h30. E o jogo entre o Furacão e o Paraná, pela 7ª rodada, acontece dia 7 de fevereiro, na Vila Capanema. Confira a tabela completa dos jogos do Atlético no Paranaense 2010:
17/01 - Toledo x Atlético 20/01 - Atlético x Operário 23/01 - Atlético x Serrano 27/01 - Cascavel x Atlético 30/01 - Atlético x Corinthians 03/02 - Atlético x Cianorte 07/02 - Paraná x Atlético 18/02 - Atlético x Engenheiro Beltrão 21/02 - Nacional x Atlético 27/02 - Rio Branco x Atlético 07/03 - Atlético x Coritiba 14/03 - Iraty x Atlético 21/03 - Atlético x Paranavaí
A equipe de Juniores do Atlético Paranaense garantiu vaga na semifinal do Campeonato Estadual da categoria. No segundo jogo das quartas-de-final da competição, o Furacão empatou com o Iraty em 0 a 0, nesta tarde de quarta-feira, no CT do Caju. O adversário atleticano será o Coritiba, que venceu o Rio Branco nos pênaltis. O jogo foi de muita marcação e o adversário, que precisava da vitória, partiu para o ataque. No primeiro tempo, o time do Iraty teve mais posse de bola e volume de jogo, porém, não conseguiu levar perigo a meta do goleiro Santos. As principais jogadas foram de bolas jogadas na área, mas o arqueiro atleticano mostrou muita segurança. Cada equipe teve uma grande chance. O Furacão, aos 15 minutos. O atacante Éderson recebeu bola na área, fintou o zagueiro e chutou no canto, boa defesa do goleiro adversário. O time do Iraty assustou aos 42 minutos, após boa troca de passes, o zagueiro Bruno travou de carrinho dentro da pequena área. No segundo tempo, o adversário tentou manter a pressão e o Rubro-Negro, que teve excelente atuação defensiva, apostou nos contra-ataques. E por duas vezes, o Furacão quase marcou. Aos 18 minutos, em uma jogada de muita velocidade, o atacante Éderson tocou para o meia Harrison, que chutou para bonita defesa do goleiro, com os pés. E aos 48 minutos, após jogada individual, Harrison chutou da entrada da área e novamente o arqueiro fez linda defesa. O Atlético Paranaense jogou com Santos, Vinicius, Bruno e André; Edgar, Danilo, Bileu (Rafael Rueda), Harrison e Heracles; Éderson (Lucas Sotero) e Dennis (Bruno Furlan).
É bastante óbvio que durante o horário de verão as partidas das 16 horas, com o sol a pino das 15 horas, castigam os atletas. Mas precisou o técnico do Palmeiras, Muricy Ramalho, meter a boca ao vivo na Globo após o jogo de domingo retrasado contra o Corinthians em Presidente Prudente, debaixo de calor escaldante, para a CBF tomar alguma atitude. E, é claro, para a Globo - que na verdade é quem determina os horários das partidas - concordar. Afinal, melhor mexer na grade de programação do que correr o risco de tomar outro esporro ao vivo, como o de Muricy. Após acordo com a emissora, a Confederação anunciou hoje que as partidas originalmente programadas para as 16 horas passam para as 17 horas e as marcadas para as 18h30 passam para as 19h30. Assim, a partida entre Furacão e Fluminense, no domingo, será as 19h30, no Maracanã. Bem como o jogo do sábado seguinte, contra o Cruzeiro, na Baixada, também será neste horário. Também, com este calor... Agora, só falta liberar a cerveja. Se liga, CBF!
Meus amigos... com a volta do calor cresce a vontade de tomar uma berinha gelada. Por isso, vale à pena dar um replay aqui neste post de agosto do ano passado. Até porque, como vimos recentemente, as confusões dentro e fora dos estádios continuam rolando solta em ritmo alucinante. Aí vai:
Nos EUA, vendedores de cervejas nos estádios têm associação e até site.
Minha vida de torcedor sempre foi acompanhada da velha e boa cervejinha. Na Baixada, sempre geladíssima e com a possibilidade de se escolher entre tantas marcas, nos bares da praça de alimentação. Clara ou escura. Bock ou malzbier. Bohemia, Skol ou a velha e boa Caracu. Nem sempre foi assim. Lembro-me dos tempos de vacas magras, quando o Atlético jogava no Pinheirão inacabado, onde vendiam, sabe Deus porquê, o precioso líquido em saquinhos plásticos com canudinhos! Nunca vi na vida coisa mais sem sentido, os caras não eram capazes de fornecer sequer um copo plástico ao consumidor, a cerveja vinha num saco! E, geralmente, ainda vinha quente. Mas o povo, sem escolha, mandava ver assim mesmo. Afinal, futebol combina com cerveja, não é mesmo? Combinava. Hoje, pela última vez em competições organizadas pela CBF, haverá venda de cerveja na Baixada. O clube e os lojistas da Arena tiveram que sucumbir à nova determinação da Confederação, que, para passar uma imagem politicamente correta à opinião pública, resolveu proibir a venda de bebida alcoólica nos estádios de futebol de todo o país. Mais um factóide ridículo que criaram nesse país de Deus. Engraçado é que, em países civilizados, se alguém apronta, estando bêbado ou não, vai preso e é punido. Arrumou briga, é detido. Arremessou algo no campo? É detido. Aqui, a saída encontrada foi proibir todo mundo de tomar sequer uma latinha de cerveja e ponto final. Mas é claro, temos que dar o exemplo para estes países atrasados, como os Estados Unidos, não é mesmo? Lá, nos EUA, cumpre-se a lei: aprontou, vai em cana. Mas respeita-se também o direito de quem quer vender e de quem quer consumir uma cervejinha honestamente. Aliás, alguns vendedores de cervejas nos estádios por lá são famosíssimos, e têm até um site (www.beervendors.com). Quem não lembra daquele tio do sorvete dos estádios aqui de Curitiba, aquele do "Chocolate, côco e mangaaaaaa"? Pois é, lá existem vários figuraças como esse, que vendem cerveja pra galera sedenta. Existe até um concurso pra ver quem é "o mais rápido no gatilho" e serve a Bud em menor tempo para o torcedor-freguês. Quer conhecer alguns deles? Aí estão: O mais rápido no gatilho:
O gritão:
Dose dupla:
Ice COOOOOLD Beeeeeeeeeeeeeeeeer (o "chocolate, côco e mangaaa" deles):
Figurão cantor dos Yankees:
Ópera beer:
É... quem sabe um dia a gente possa voltar a beber nossa cerveja em paz, sem incomodar nem ser incomodado. Como no primeiro mundo.
A torcida segue dando baile nos rivais na Timemania e, a poucas semanas do final do ano, praticamente assegurou o Atlético entre os 20 primeiros que receberão a maior fatia da arrecadação no ano que vem. Veja o resultado do último concurso e o acumulado do ano:
Marcinho comemora com Baier o primeiro gol do Furacão.
Meus amigos, o Atlético voltou a jogar bem, venceu o Goiás, adversário perigoso, e deu mais um bico na chance de rebaixamento. Matematicamente o Furacão ainda não está livre, mas abriu sete pontos da ZR e agora bastam, nas minhas contas, 3 pontos em 4 partidas restantes.Foi mesmo uma bela apresentação, daquelas que fazem a torcida jogar junto com o time. O rubro-negro foi coeso, e esteve bem em todos os setores - do goleiro ao ataque. No primeiro tempo, Paulo Baier - sempre Paulo Baier - serviu com maestria a Marcinho na área, que inteligentemente deu um toque sutil por detrás do zagueiro e do goleiro, matando a ambos e abrindo o placar.
No segundo, Wallyson tabelou com Rafael Miranda e marcou mais um para o Furacão. Dois a zero, vitória consolidada, foi só botar o Goiás na roda. No geral, a rodada foi boa para o Atlético. Afinal, três dos times da zona temida perderam (Sport, Náutico e Santo André). Apenas o Fluminense venceu, e é justamente contra o ascendente e empolgado tricolor carioca que o Rubro-Negro joga agora. Fácil não vai ser: a partir de agora, o time das Laranjeiras vai receber ajuda de tudo quanto a jeito. Podem se preparar para uma batalha no Maraca. Mas que seria bom demais vencer, afastar de vez as chances matemáticas de rebaixamento e, principalmente, mandar o Fluminense para o lugar que merece, ah isso seria.
Troféu
ZIQUITA Manoel, um gigante, o Anjo Negro. Jogou demais. Não perdeu nenhuma bola. Nenhuma! Botou no chinelo os perigosos atacantes esmeraldinos. E para Paulo Baier e Marcinho, que jogaram muito. Menções honrosas para Valencia, Rafel Miranda, Nei e Galatto.
Troféu TIÃO MACALÉ Antes de ir para a Baixada, estava assistindo a Atlético-MG x Flamengo. Evandro atropelou o jogador flamenguista no meio-de-campo. O árbitro marcou a falta e mostrou o amarelo para o meia do Galo. Na Arena, no primeiro tempo, Tiuí ultrapassou o zagueiro do Goiás na velocidade e foi atropelado, já dentro da área. Lance idêntico. Pênalti claro. Mas o juiz Sálvio Spinola Fagundes Filho nada marcou. Além disso, amarrou demais o jogo, marcou faltas em demasia e foi conivente com o jogo violento esmeraldino. Por isso tudo, leva o Macalé. Nojento!
Leio no site oficial do CAP que o time junor do Furacão venceu ontem o Iraty por 3 a 1, fora de casa, pelas quartas-de-final do Paranaense sub-20, e está agora a um passo da semifinal. Os gols do Rubro foram marcados pelo meia Harrison, o lateral-esquerdo Heracles e o atacante Dennis.
Mas o que me chamou a atenção mesmo é a ausência de Marcelo no time, que jogou com Santos, Edgar, Vinicius, André e Heracles; Danilo, Bileu (Diogo), Matheus e Harrison (Rafael Rueda); Éderson (Bruno Furlan) e Dennis. Por onde anda o atacante que brilhou na Copa SP e é uma das grandes promessas do Furacão?
Jorge Preá, Lima, Eduardo, Zulu, Patrick, Wallyson e Alex Mineiro. Esses são atacantes que foram apostas do Atlético na temporada 2009 e não agradaram. Rodrigo Tiuí, dono da camisa 9 na partida de hoje, contra o Goiás, não quer ver seu nome incluído na relação.
Pela primeira vez como titular do Furacão, Tiuí ganha a oportunidade do técnico Antônio Lopes no momento em que o ataque atleticano tem a segunda pior média de gols do Brasileiro. Em 33 jogos, apenas 36 bolas na rede. No quesito, apenas o Santo André está atrás (com 35).
“Fico chateado porque os atacantes daqui têm qualidade. Falta de trabalho não é. É falta de sorte. Espero entrar e poder ajudar marcando gols”, comenta o jogador.
Com característica mais de movimentação do que de ficar fixo na área, Tiuí terá a parceria de Wesley na linha de frente. A ideia é fazer muitas trocas de posições para confundir a defesa rival.
“O Lopes pediu para ajudarmos bastante na marcação. Se movimentar muito, fazer revezamentos e ter a posse da bola”, lista. (RL)
Eles não eram muitos, mas deram um belo exemplo. E mostraram que no futebol ainda há espaço para a rivalidade sadia, sem ignorância e sem violência. Cerca de 100 torcedores de Atlético, Coritiba e Paraná participaram hoje da Caminhada pela Paz, no Centro de Curitiba. Além de mostrar que é possível manter a camaradagem, o grupo tambem cobrou das autoridades o cumprimento de leis já existentes contra a violência no futebol. Um exemplo é o artigo 39 do Estatuto do Torcedor, que prevê registro de ocorrência e punição a quem provocar distúrbios em estádios e no raio de 5 quilômetros do campo. Como também a instauração de Juizados Especiais para cuidar especificamente de crimes em praças esportivas e pela cidade relacionados a partidas de futebol. Confira algumas fotos da caminhada publicadas pelo blog Espaço Atlético:
O técnico Antônio Lopes relacionou 21 jogadores para o jogo do Furacão contra o Goiás, neste domingo, às 18h30, na Arena, pela 34ª rodada do Brasileirão.
O zagueiro Rhodolfo, recuperado de lesão no ombro, e o volante Valencia, que cumpriu suspensão diante do Avaí, estão à disposição e enfrentam o time goiano. Já o lateral-esquerdo Márcio Azevedo, que fez o último jogo há um mês, e o volante Chico, que foi desfalque nas duas últimas partidas, realizam trabalhos físicos específicos e seguem de fora.
Confira a lista dos convocados: Goleiros: Galatto e Neto Zagueiros: Bruno Costa, Manoel, Ronaldo e Rhodolfo Laterais: Alex Sandro, Nei e Raul Volantes: Rafael Miranda, Renan e Valencia Meias: Gabriel Pimba, Marcinho, Netinho, Paulo Baier e Wesley Atacantes: Alex Mineiro, Patrick, Rodrigo Tiuí e Wallyson
Logo após o acidente com o torcedor atleticano João Vianna, ocorrido no último dia 25/10 após o clássico Atletiba, torcedores dos três times da capital resolveram trabalhar em conjunto para dar um basta na violência dentro e fora dos nossos estádios de futebol.
A ideia inicial era fazer uma passeata que passasse pelos três estádios da capital (Arena da Baixada, Durival Britto e Silva e Couto Pereira), porém, após uma conversa com a Polícia Militar e com a Diretran, a organizadora da passeata, Camila Lopes Ferreira, resolveu em conjunto com os órgãos estatais diminuir este percurso e fazer a manifestação pelas ruas centrais da nossa cidade.
Portanto, a Campanha pela Paz irá acontecer amanhã (sábado), dia 07/11, com concentração às 10h na Praça Santos Andrade, em frente à Universidade Federal do Paraná. A passeata seguira por toda a Rua XV de Novembro e terá seu término previsto para o meio-dia na Praça Osório.
Segundo a organizadora da Campanha pela Paz, Camila Ferreira, o principal objetivo desta campanha é cobrar do Governo do Estado do Paraná uma ajuda para a Polícia Militar que há mais de 10 anos está com o seu efetivo defasado.
De acordo com Camila, em dias de clássicos a Polícia Militar não tem efetivo suficiente para fazer a segurança da população da nossa cidade. Além disso, incidentes ou acidentes como o que vitimou o jovem torcedor atleticano João Henrique Vianna poderiam ser evitados.
As pessoas que estiverem participando da passeata ou passeando pela Rua XV de Novembro e apoiarem a ideia poderão ainda participar do abaixo-assinado, feito pela organização da Campanha pela Paz e que será encaminhado posteriormente para os nossos governantes.
Quem quiser obter mais informações sobre a Campanha da Paz e sobre a manifestação que será realizada neste sábado, o telefone para contato da organizadora do evento, Camila Ferreira, é 9643-0627.
Hegemonia, esta é a palavra. O Clube Atlético Paranaense faturou, pela décima vez consecutiva, o prêmio Top of Mind Paraná, da Revista Amanhã - o mais tradicional ranking dos nomes mais lembrados do estado em várias categorias. A informação foi publicada hoje pela Gazeta do Povo. O estudo completo já está na última edição da revista, mas ainda não está disponível no site da publicação. Para definir as marcas que não saem da cabeça dos paranaenses, o Instituto Bonilha realizou mil entrevistas nas 10 mesorregiões do estado, conforme delimitação do IBGE. O universo da pesquisa foi constituído por pessoas de ambos os sexos, com idade entre 16 e 69 anos, de todas as classes sociais. Assim que conseguirmos o estudo completo, publicamos maiores detalhes.
Para conferir a lista das marcas mais lembradas do estado, clique aqui.
A cinco rodadas do fim do Campeonato Brasileiro, a situação do Atlético não chega a ser crítica, mas é preocupante. O time, que não vence a três rodadas na competição, ocupa a 15ª colocação, a cinco pontos do Santo André, que hoje abre a relação das quatro últimas equipes na tabela de classificação. O sinal de alerta se acendeu e mais uma vez, você, torcedor atleticano, pode fazer a diferença. Fazer a diferença de um time comum para um time imbatível. Fazer a diferença de um time que mais perdeu na competição (foram 15 derrotas, 11 vitórias e 7 empates) se acostumar com a rotina de vitórias. Fazer a diferença de um time que às vezes parece descompromissado, sem tanta dedicação nas jogadas, para um time com brios, vontade, raça, dedicação – que sempre foram características do Atlético Paranaense. Chegou, mais uma vez, a hora de reforçarmos o time e na base do grito, do incentivo, da torcida... mudar a trajetória atleticana no Campeonato Brasileiro. Domingo, contra o Goiás, temos a primeira das cinco batalhas que nos aguardam até o fim do Campeonato Brasileiro. São cinco decisões. Se elas não valem título (e já faz um bom tempo que o Furacão não briga por um título nacional) essas decisões valem a honra, a dignidade, o desejo de que ao menos o clube permaneça na elite do futebol nacional, entre os melhores clubes do futebol brasileiro. Por isso, mais do que nunca é hora de deixarmos críticas, descontentamentos, diferenças de lado. Não importa se você é oposição ou situação. Não importa se você concorda ou não com este ou aquele jogador em campo. Não importa se você é favorável ou contra à comissão técnica. Não importa se você é Malucelli, Petraglia, ou oposição. O que está em jogo, agora, é o nosso nome: Clube Atlético Paranaense! O que está em jogo é a nossa tradição. Em campo não entram bandeiras ideológicas ou da preferência individual de cada um, mas sim a camisa atleticana – que deve sempre ser vestida com amor, por todos nós! O Atlético precisa de todos nós. Por isso, cada um de nós, seja jogadores, comissão técnica, diretoria ou torcedores devemos mais do que nunca dar o nosso melhor, a nossa inteira dedicação, raça, amor e trabalho para o melhor do nosso Atlético. Faltam cinco jogos, cinco decisões. Vamos, Furacão!
O Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná sepultou nesta quinta-feira (5) aquela que deve ser a penúltima tentativa dos clubes de futebol paranaense acabarem com o supermando. Por 5 votos a 4, os auditores rejeitaram a ação que pedia a nulidade do artigo 9º do regulamento do Campeonato Paranaense, que por sua redação mal feita dá ao time mais bem classificado na primeira fase do estadual o direito de mandar as sete partidas decisivas da fase final em seu estádio.
Na opinião da maioria dos auditores votantes, a matéria sequer deveria ter sido julgada nesta noite. Isso porque a tese defendida pelo advogado Luiz Carlos de Souza, que representava 13 clubes da Série Ouro e Divisão de Acesso (Iguaçu, Paranavaí, Cascavel, Foz do Iguaçu, Leão do Vale - Cianorte, Londrina, Nacional, Operário, Paraná, Rio Branco, Corinthians-PR, Serrano e Toledo), segundo os auditores, já havia sido julgada anteriormente, no começo do ano, no próprio TJD e também no STJD como recurso.
A entidade máxima da Justiça Desportiva determinou que fosse mantida a integralidade da interpretação do artigo 9º, ou seja, a manutenção do supermando. Como não se contesta e nem se julga teses que já têm sentença das esferas superiores, o auditor Sérgio Sinhori (que foi quem levantou a questão) “não conheceu a ação”. Antes dele, o relator do processo Alessandro Fernandes e o auditor Paulo Gradella haviam votado o processo como improcedente.
Depois de Sinhori o ex-presidente do TJD, Otácilo Sacerdote também votou pela improcedência. Os auditores Peterson Morosko e Lis Bedin aceitaram a denúncia, deixando o “placar” em 3 a 2 para o supermando. A explanação de Davis Bruel veio a seguir e roubou a cena. Seus argumentos de que o TJD não poderia julgar o caso, pois o STJD já tinha feito isso, convenceram outros três auditores a abandonarem a tese de julgar o processo improcedente para torná-lo sem validade, assim como defendeu Sérgio Sinhori. O placar ficou, portanto, 5 a 2. Vinícius Borba decidiu acatar a denúncia e o presidente do TJD, Ivan Bonilha, após longa explanação, também aceitou o pedido de anulação.
Por maioria dos votos, o TJD decidiu não acatar o pedido de anulação do artigo 9º.
Supermando em 2010
Para o presidente do TJD, Ivan Bonilha, hoje o supermando segue vivo. “Com essa decisão obtida por maioria dos votos, a liminar expedida sobre o assunto fica caçada e o regulamento, tal qual foi feito lá em 2008, seja mantido. E com o supermando. Agora cabe ao STJD julgar o recurso, isso, claro, se ele for protocolado pela parte interessada. Foi uma bela discussão, com todos se manifestando e expondo suas ideias”.
Segundo o advogado Luiz Carlos de Castro, que representou os 13 clubes requerentes, a derrota não abalou muito, pois o TJD concordou com alguns de seus argumentos. Para ele, a prova de que houve erro material na formulação do regulamento foi consentida por todos. “Sentimos que não fomos desprestigiados, pois uma das nossas teses teve a concordância de todos. Na votação a gente realmente achava que poderia vencer. Não fomos felizes”.
Agora os requerentes da ação negada nesta quinta pelo TJD vão discutir se entram ou não com o recurso no STJD. “Devemos nos reunir com os clubes que representamos para ouvir os dirigentes. Hoje meu pensamento é recorrer, mas vamos aguardar esses encontros”, explicou, completando que também estuda alguma medida que busca a unanimidade dos clubes, fato que segundo ele teria mais simpatia do STJD.
O recurso, contudo, corre o risco de nao ser julgado a tempo. Isso porque o arbitral da competição esta marcado para o próximo dia 12 e a tabela deve ser divulgada impreterívelmente até o dia 17 de novembro. Isso porque o Estatuto do Torcedor prevê que a tabela seja divulgada com no mínimo 60 dias de antecedência ao início da competição, marcada para começar dia 17 de janeiro de 2010.
O meia Paulo Baier participou normalmente do treino do Rubro-Negro nesta quinta-feira, no CT do Caju. O jogador de 35 anos, que tinha sido poupado tanto do treinamento de terça quanto do de quarta-feira porque sentia dores musculares, enfrenta o Goiás no próximo domingo. O capitão atleticano já disputou 26 partidas desde que chegou ao Furacão, no dia 4 de junho. Com a camisa rubro-negra, ele balançou as redes adversárias sete vezes e deu seis passes que resultaram em gols. O jogo entre o Furacão e time goiano, válido pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, acontece no domingo, às 18h30, na Arena da Baixada.
Muito já foi falado do problema ofensivo atleticano, mas pouco foi feito até o momento para concretamente dar ao Furacão um ataque digno daquele cuja história eternizou Jackson & Cireno, Sicupira & Nilson Borges, Washington & Assis, Oséas & Paulo Rink, Lucas & Kléber e este com Alex Mineiro. A bola da vez parece estar com Rodrigo Bonifácio da Rocha, o Rodrigo Tiuí. Criado nas categorias de base do Fluminense, o atacante de 23 anos já rodou pelo Noroeste de Bauru, Santos e Sporting (POR) antes de aportar na Baixada, em 21 de setembro deste ano. Ele estreou somente aos 26 minutos da segunda etapa na vitória por 3 a 0 diante do Santo André, no último dia 18 de outubro. Nos treinamentos da semana, o treinador Antonio Lopes colocou Tiuí no comando do ataque e o jogador correspondeu. No treino coletivo de terça, o atacante marcou os 3 gols dos titulares e se manteve no time principal, tanto nos treinos táticos de ontem como na movimentação feita na manhã desta quinta-feira. Com apenas 36 gols marcados em 33 partidas, o Atlético está somente à frente do Santo André nos gols pró, este com 35. O desempenho ofensivo do Furacão já está devendo desde 2007, último ano em que o clube fez mais de 100 gols na temporada. De lá para cá, e não coincidentemente com o clube fazendo péssimas campanhas, o Furacão marcou 98 gols em 2008, e até o momento não mais que 95 gols somando-se todas as partidas do ano. Tiuí ainda não marcou pelo Atlético, que tem como artilheiro o afastado Rafael Moura com 19 tentos marcados. O meia avançado Marcinho fez 15 tentos e o atacante Wallyson marcou 9 gols até o momento.
E aí, Tiuí pode ser a solução para o ataque Rubro-Negro? Palpite!
No saguão principal do CT, busto homenageia Caju, a Majestade do Arco.
Muito tem se falado sobre a vinda da seleção brasileira para se preparar no CT do Caju para a Copa de 2010.
Nas matérias de jornais, sites e rádios pouco se lembrou, entretanto, do pai da matéria: Mario Celso Petraglia - mentor, idealizador e empreendedor do melhor centro de treinamentos do país. Provavelmente, ele já previa há uns 10 anos que isso, mais cedo mais tarde, fosse acontecer. Aliás, sempre pensou na frente dos demais dirigentes. De todos eles. E esta escolha da CBF não deixa de ser um reconhecimento a isso tudo. Bem que Petraglia poderia ter sido chamado para ciceronear a delegação da Confederação e apresentar o recinto aos visitantes. Seria justo. E seria também uma boa oportunidade para aparar as arestas e unir forças em prol do clube. A vinda da seleça não deixa também de ser mais uma homenagem para o eterno Caju. No ano que vem, quando o país todo se perguntar por que este é o nome do CT, terão de conhecer a grande história da Majestade do Arco.
O CT do Caju, do Atlético, irá concentrar a Seleção Brasileira na primeira etapa de trabalhos para a Copa da África. Acostumados a coisas pequenas, comovemo-nos diante de fatos, que aparentemente de rotina, se tornam grandiosos como este. O fato, no entanto não deve ser encerrado simplesmente com a sua exaltação. Isso é simples, irá render elogios, massagear o interior rubro-negro e ser uma diferença de ocasião. Mas não só isso. É bem mais. O Atlético não ofereceu, nem a CBF foi atraída por um apelo político. O Caju foi escolhido porque superou todos os outros visitados, em especial o do Galo e do Cruzeiro, em Belo Horizonte. Para Jorginho, a cabeça de Dunga, há que se pesquisar se no mundo tem um centro de treinamentos similar ao Caju. A importância do fato está na representação viva da grandeza do Atlético. Não é coisa do coração, nem repente passional, mas reconhecimento material de uma entidade (CBF), que é fria e indiferente, porque assim deve ser, aos clubes. Essa grandeza não se faz no campo, embora as conquistas lhe imprimam traços finais; não se faz só unindo fatos históricos eventuais. Se faz com realizações de riscos, com coragem, sem ter desconfiança em seu povo. O Caju foi escolhido pela Seleção Brasileira para iniciar a sua trajetória da Copa da África, em 2010. A Arena da Baixada foi a escolhida para a Copa de 2014. O Atlético, definitivamente, vai ter que mudar de vida. Vai ter que assumir definitivamente a sua grandeza. Os estranhos já a reconheceram.
O levantamento surpreende até o mais otimista dos atleticanos: pela previsão, o Atlético vence todas as cinco partidas restantes e termina a competição em 8º lugar, com 55 pontos. Confira as apostas do site:
34ª rodada
35ª rodada
36ª rodada
37ª rodada
38ª rodada
COR 1 x 1 STO
SAO 1 x 0 VIT
COR 1 x 0 NAU
COR 1 x 0 FLA
SAO 1 x 0 SPO
SAN 1 x 0 NAU
PAL 1 x 0 SPO
SAN 1 x 0 CTA
PAL 1 x 0 CAM
SAN 1 x 0 CRU
BAR 0 x 1 INT
BAR 0 x 1 BOT
STO 0 x 1 AVA
STO 1 x 0 NAU
BAR 0 x 1 CAP
CAP 1 x 0 GOI
CTA 1 x 0 CAM
CAP 1 x 0 CRU
CAP 1 x 0 BOT
CTA 1 x 0 FLU
GRE 1 x 0 SAO
INT 1 x 0 SAN
GRE 1 x 0 PAL
GRE 0 x 1 BAR
INT 1 x 0 STO
FLU 0 x 1 PAL
FLU 0 x 1 CAP
FLA 1 x 0 GOI
FLU 1 x 0 VIT
FLA 1 x 0 GRE
VIT 1 x 0 AVA
GOI 1 x 0 STO
VIT 0 x 1 BAR
GOI 0 x 1 SAO
VIT 1 x 0 GOI
SPO 1 x 0 CRU
NAU 0 x 1 FLA
SPO 1 x 0 FLU
SPT 1 x 1 INT
NAU 0 x 1 AVA
CAM 1 x 0 FLA
CRU 1 x 0 GRE
CAM 1 x 0 INT
CRU 1 x 0 CTA
CAM 0 x 1 COR
BOT 1 x 0 CTA
AVA 1 x 1 COR
BOT 1 x 0 SAO
AVA 1 x 1 SAN
BOT 1 x 0 PAL
Exagero?
Claro. A realidade de cada partida pode ser bem diferente do que sugere o seu retrospecto histórico.
Na minha simulação, por exemplo, o Atlético somará mais sete pontos, fechando o campeonato com 47. Lógico, é uma previsão conservadora. Mas, creio, mais realista. Acredito que o Furacão deve vencer Goiás e Cruzeiro, e empata com o Botafogo - todas essas partidas na Baixada. A partida contra o Fluminense é um caso à parte. Se o tricolor das Laranjeiras vencer o Palmeiras na próxima rodada, partirá com tudo para cima do Rubro-Negro. E não falo apenas de jogadores e torcida. Porque aí, meus amigos, esse time receberá ajuda tanto do céu quanto do inferno; de roupeiros, massagistas, pais de santo, de toda a "mídia" do eixo e, principalmente, de árbitros e bandeirinhas. Agora, se o Palmeiras der um banho de água fria na reação carioca já neste domingo, daí eu acho que o Atlético pode ir ao Maraca para jogar a última pá de cal sobre a vergonha do Brasil. E, assim, somar mais do que os 47 pontos e ainda se garantir na Sulamericana.
E você? Quantos pontos acha que o Atlético fará nestas cinco últimas rodadas? Opine!
O Centro de Treinamentos Alfredo Gottardi, de propriedade do Atlético Paranaense, será usado pela seleção brasileira nos preparativos da equipe para a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. A informação foi dada há pouco pelo técnico Dunga, o auxiliar Jorginho e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira.
O trio esteve na manhã desta segunda-feira no CT do Atlético, conhecendo de perto toda a infra-estrutura atleticana.
A ideia da comissão técnica da seleção é ficar em Curitiba, nas dependências do CT do Caju, entre 5 a 7 dias antes do embarque para a África do Sul, para a realização de exames médicos e fase de adaptação do time que disputará o Mundial de 2010.
"Pesou o clima de Curitiba e é claro, a estrutura do Atlético Paranaense. Se daqui algum tempo todos os clubes não oferecerem essa estrutura ficarão para trás", disse o técnico Dunga ao explicar os motivos da escolha por Curitiba e do CT do Atlético Paranaense para os preparativos da seleção rumo à Copa 2010.
Atlético x Goiás é um dos duelos mais equilibrados do país. Ambos fazem parte do seleto grupo de 8 times que nunca foram rebaixados na "era dos pontos corridos", desde 2002. Segundo as precisas estatísticas da Furacao.com, em 30 partidas foram 9 empates, 10 vitórias rubro-negras e 11 esmeraldinas. Destas, cada time venceu 8 jogando em seus domínios. A vantagem se dá nos jogos na casa do adversário: o Goiás conseguiu vencer três em Curitiba, e o Atlético apenas dois em Goiânia.
De 2002 para cá, foram 15 partidas. Sete delas na Baixada. E, pasmem: o Furacão venceu três, perdeu outras três e houve um empate.
Ou seja, é sempre uma parada dura. Ainda mais sob o comando de Hélio dos Anjos. Lembro-me de um duelo em 2001, quando o mesmo técnico de agora treinava o Periquito. E deu um trabalho tremendo para o time que viria a ser campeão brasileiro meses mais tarde.
Em 2001, comandado pelo mesmo Hélio dos Anjos de agora, o Goiás deu trabalho.Klebão e Souza resolveram a parada.
No ano passado, duas goleadas: o Atlético meteu 5 a 0 aqui, mas os goianos deram o troco lá (4 a 0). Não foi a primeira vez que o Rubro-Negro goleou o adversário na Baixada. Em 2004, o jogo acabou em 6 a 0.
No ano passado, goleada por 5 a 0. Alan Bahia marcou dois.Reparem no pênalti bizarro cometido pelo zagueir0.
Este ano, no primeiro turno, 3 a 0 para os verdes. Um passeio. Agora é nossa vez de dar o troco. Portanto, meu amigo, domingo é dia de jogão na Baixada. E jogo decisivo. O que era para ser uma partidinha sem muitas pretensões, para cumprir tabela, acabou virando o jogo do ano. É dia de empurrar o Furacão e chutar de vez o fantasma do rebaixamento, que mais uma vez insiste em rondar as esquinas do Água Verde.
Eu subi a serra hoje mesmo. Já o Atlético ficou parado aí, num bar na beira da estrada.
Amigos, decidi pegar a estrada hoje mesmo e já estou de volta a Curitiba. Melhor subir a serra numa boa, aproveitando a brisa noturna, do que deixar para o último dia do feriado, com estrada lotada e calor dos infernos.
Já o Atlético parece que está deixando pra subir a serra somente no último jogo do campeonato. Estacionou e ficou apenas olhando os outros avançarem. Jogou as últimas partidas meio na maciota, descompromissado. Só que, nessa de ficar dando bobeira, já foi ultrapassado por um, após 12 rodadas ocupando a 14ª colocação, e vê os demais chegarem mais perto. Agora, chega de moleza. A distância para os retardatários já não é mais tão confortável. E, como é sabido, na reta final do campeonato o aproveitamento dos clubes que estão tentando fugir da zona do rebaixamento cresce espantosamente. Portanto, é hora de mudar de atitude, jogar de verdade e encarar cada partida como se fosse uma final de campeonato. Até eliminar, matematicamente, qualquer risco. Começando domingo, na Baixada, contra o Goiás. Nos últimos dois meses, desde 2 de agosto, foram oito jogos no Caldeirão. Cinco vitórias (Fluminense, Barueri, São Paulo, Sport, Santo André) e três empates (Flamengo, Grêmio e Santos). Um bom aproveitamento, até. Mas empates já não servem mais. Em casa, só a vitória interessa. É o mínimo que estes jogadores devem fazer para retribuir à torcida, que esteve em massa na Baixada durante todo o campeonato. E que, apesar de todo o apoio, presenciou derrotas vexatórias contra Vitória, Náutico, Atlético Mineiro, Avaí. E alguns empates bem sem-vergonhas. É o mínimo que podem fazer por nós. É o que se espera.
A imagem mostra como ficará, por dentro, a Baixada completa: destaque na Bienal.
O projeto da Arena da Baixada será um dos principais destaques da exposição "Cidades e Arenas da Copa - Brasil 2014", que acontecerá dentro da 8ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (8ª BIA), evento que começa hoje no pavilhão do Parque do Ibirapuera. O projeto do arquiteto Carlos Arcos ocupará um painel expositivo próprio, mostrando as imagens de como ficará o estádio, em ilustrações, perspectivas, plantas e cortes. Os planos urbanísticos da cidade de Curitiba também terão destaque no espaço. A Bienal é o principal evento ligado à arquitetura na América Latina e deve receber, até o dia 6 de dezembro, cerca de 200 mil visitantes.Serviço: 8ª Bienal Internacional da Arquitetura Data: 31 de outubro a 6 de dezembro Horário: Terças a quintas, das 12h00 às 22h00; sextas a domingos, das 10hoo às 22h00. Preço: R$ 12,00. Entrada gratuita às terças-feiras.
Interrrompi meu feriadão na praia para achar uma lan house e registrar no blog o que todos vocês já sabem a esta altura: o Atlético não jogou nada e perdeu do Avaí por 2 a 0. De novo. Aliás, o que esperar de um time que perde seis pontos para Avaí, Náutico e Vitória no mesmo campeonato? Nada, a não ser uma fantástica e desesperada fuga da zona de rebaixamento. Nem tão emocionante, este ano, porque há alguns times que conseguem ser bem piores. O calvário continua. Próxima parada: Domingo, na Baixada, contra o Goiás.
pessoas se espremeram nas arquibancadas do estádio Couto Pereira para assistir a Atlético x Flamengo, pela semifinal do Campeonato Brasileiro de 1983. Este foi o público total - pagantes, foram 65.491. É o recorde em estádios paranaenses e nunca mais será batido.
Nélio manda a coxarada calar a boca após o seu gol na segunda partida da decisão do Campeonato Estadual de 1998, no Pinheirão. É por essas e outras que os azeitonas são tão magoados.
Roubômetro do Brasileirão
- 2 PONTOS 18/05: São Paulo x Atlético - Pênalti não marcado para o Furacão e um gol impedido do SPFC, aos 43 minutos do segundo tempo, que tirou a vitória do Rubro-Negro. Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio e Marrubson Melo (bandeira)