sexta-feira, 31 de julho de 2009

Os preferidos

Resultado da enquete feita pela Furacao.com:

Quem você gostaria de ver treinando o Atlético?
Vagner Mancini 2090 25.6%
Leão 1605 19.7%
Cuca 1491 18.3%
Nelsinho Baptista 1481 18.2%
Outro 631 7.7%
Antonio Lopes 627 7.7%
Péricles Chamusca 155 1.9%
Sérgio Guedes 76 0.9%

Mais essa: Alex Mineiro e Wallyson fora do jogo

Agora não falta acontecer mais nada. Os atacantes Alex Mineiro e Wallyson sentiram lesões no treino desta manhã comandado pelo preparador físico e técnico interino Riva Carli.

Segundo a Gazeta do Povo Online, o departamento médico já vetou Alex Mineiro, com uma contratura na coxa direita. Com isso, Marcinho será deslocado do meio para o ataque do Rubro-Negro.

Já Wallyson deixou o treino com dores no tornozelo esquerdo e é bem provável que também fique de fora. Patrick deve ser seu subsituto.

O sistema defensivo também será totalmente modificado. Sem Chico, lesionado; Rafael Santos e Manoel, suspensos, e Antônio Carlos, afastado, o lateral-direito Nei será improvisado na zaga para encarar o Fluminense, domingo, em Londrina.

Cuca ou Mancini

Da Gazeta do Povo:

Cuca ou Vágner Mancini. Um dos dois será o novo técnico do Atlético. A definição não deve passar do início da tarde de hoje, quando a delegação rubro-negra segue de ônibus para Londrina, onde enfrenta o Fluminense, do­­mingo, no Estádio do Café, cumprindo perda de mando. Após tentar Emerson Leão e receber não como resposta (por problemas particulares só deve voltar ao futebol em 2010), a cúpula da Baixada não desistiu de ter um treinador com prestígio e passagem por grandes equipes.

“Eu não quero fazer apostas. Prefiro a experiência nesse mo­­mento”, disse o presidente Mar­­cos Malucelli.

Os dois nomes favoritos para substituir Waldemar Lemos possuem empecilhos que impediram o acerto ontem, como pretendia a diretoria. Mancini quer trazer uma comissão técnica inteira para o CT do Caju. Fábio Mello, empresário do técnico, confirmou o convite atleticano, mas descartou que o acerto esteja próximo.

Já Cuca, demitido pelo Fla­­mengo na semana passada, afirmou que inicialmente preferia descansar e esfriar a cabeça após oito desgastantes meses na Gávea. No entanto, depois da ne­­gativa de Leão, a direção rubro-negra intensificou a pressão para convencer o curitibano a ficar na cidade – também tem sondagens do exterior.

O novo comandante terá de administrar um elenco que tem cinco jogadores afastados pela diretoria a partir de hoje. O lateral-direito Alberto, o zagueiro Antônio Carlos, o volante Zé Antônio, o meia Netinho e o atacante Rafael Moura estão fora das próximas rodadas do Bra­­sileiro.

Nenhum deles tem prazo para voltar. Oficialmente, por problemas de condicionamento físico. No início da noite de on­­tem, a reportagem telefonou para Netinho e Rafael Moura com a intenção de repercutir o assunto. Ambos alegaram que não haviam sido avisados sobre a decisão da diretoria.

“Chegamos de viagem, treinei e só vi que não estou relacionado (para o jogo com o Flu­­minense). Mas não fui informado sobre isso (afastamento)”, alegou o He-Man. “Só pos­­so dar uma posição quando souber de algo”, afirmou Ne­­t­­inho.

Retornando de uma operação no púbis, Netinho tem participado dos treinos, mas ainda não tem condição de jogo. Na entrevista coletiva em que se despediu do Fura­­cão (após a derrota para o Goiás, na quarta-feira), Wal­­demar Lemos foi questionado sobre um desentendimento com o meia.

“Tive um problema particular, mais a contusão e o Wal­­demar me auxiliou. Não houve nenhum tipo de problema”, negou o jogador.

No entanto, ainda em Goiâ­­nia, o diretor de futebol Ocimar Bolicenho falou em providências quanto ao grupo de jogadores. Nos bastidores, comenta-se que há problemas de relacionamento no plantel.

“Estamos afastando esses jogadores por questões físicas. Queremos que fiquem apri­­mo­­rando esta parte para me­­lhorar a parte técnica”, disse o presidente Marcos Ma­­lucelli, em entrevista à Rádio Tran­­samérica, negando que há também motivos disciplinares.

O preparador físico Riva Carli comanda os trabalhos de hoje pela manhã e também dirige a equipe frente ao Flu.

Hora de falar e hora de calar

Li na Furacao.com as várias notícias acerca das entrevistas que o presidente Marcos Malucelli deu a algumas emissoras de rádio no final da tarde.
Malucelli e sua diretoria sempre levantaram a bandeira da transparência.
Mas tudo tem um limite, e não se pode confundir transparência com imprudência.
Há assuntos internos do clube e mesmo opiniões pessoais que não devem ser levadas a público.
Algumas questões, é claro, principalmente envolvendo cifras, devem ser repassadas aos conselheiros e, outras, até mesmo aos sócios.
Mas não é tudo que se expõe na mídia.
Como por exemplo as opiniões de Malucelli sobre a Copa.
Às vezes uma declaração de alguns minutos numa rádio pode pôr por terra anos de trabalho árduo nos bastidores.
Malucelli também deveria ser avisado de que qualquer ação precisa primeiro ser executada para depois ser anunciada à imprensa.
Como por exemplo o afastamento de cinco jogadores do grupo principal. Pois, no mesmo instante em que anunciava que Alberto, Antonio Carlos, Netinho, Zé Antônio e atacante Rafael Moura passariam a treinar em separado, o próprio site oficial do CAP estampava que Netinho "está ansioso com o retorno aos gramados". Os jogadores sequer haviam sido informados da decisão. O foram pela imprensa. Se os cinco devem mesmo ser afastados, isso é uma outra história. Mas que isso seja feito da maneira certa.
O momento do Atlético requer menos palavreado e mais trabalho.

Claiton fora por três a quatro meses. É mole?

Meus amigos, uma notícia ruim puxa a outra. Claiton rompeu o Tendão de Aquiles durante os treinamentos desta quinta-feira e ficará afastado por três a quatro meses, na expectativa do dr. Edílson Thiele. A informação está no site oficial do CAP.
A presença do Predador nos dava uma esperança que a meia-cancha do Atlético fosse arrumada, mas principalmente de que finalmente houvesse um líder em campo, cuja vibração contaminasse os demais jogadores.
Dava.
O Atlético não pode esperar por Claiton até novembro ou dezembro.
É preciso que se busque uma outra alternativa, com urgência.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

A lipo tá na moda...

- Vai uma aí, Marcinho?

Reação na Timemania

Da Furacao.com:
A torcida atleticana mais uma vez dá mostras de comprometimento com o clube.

Apesar dos resultados ruins dentro de campo, a torcida colocou o Atlético na melhor colocação do clube nos sorteios da Timemania: 14º lugar da semana, atrás apenas dos clubes formadores originais do clube dos 13, quais sejam os antigamente chamados “grandes” de Rio, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, somado ao Bahia.

Com 13.172 escolhas como “time do coração”, o que representou 1,77% de todas as apostas efetuadas no concurso nº 74, o Atlético diminuiu em mais de 2.500 votos a diferença do Ceará (18º da semana com 10.523 escolhas) e ampliou em mais de 2.000 votos a diferença para o Coritiba (17º com 10.912 votos).

No acumulado do ano o Atlético segue em 18º lugar, agora com 427.731 votos, bastante próximo do Ceará, 17º colocado com 431.792. O Coritiba segue na 19ª posição com 418.902 escolhas.
Eta povão atleticano, tão forte e tão sofrido!

S.O.S.

Meus amigos, me recuso a comentar detalhes técnicos da hecatombe de Goiânia. Não foi a pior derrota neste Brasileirão, mas o principal problema nem foi o placar de 3 a 0. Vexatória mesmo foi a falta de atitude de um time que enfrentou o Goiás como se fosse um Itumbiara. Lastimável.
E, como já era esperado, Waldemar Lemos caiu mesmo.
Pena que não levou consigo o amigo Ocimar Bolicenho.
Não sei quem vem. O nome mais cotado é o de Leão. Seja quem for, terá que ter pulso firme para aguentar a cobrança. A pressão será terrível: nem mesmo uma vitória na próxima rodada tira o Atlético da zona do rebaixamento. O aproveitamento sob o novo comando terá que ser muito alto para que o time chegue a uma situação minimamente confortável. Espero que consiga, porque será ridículo se o Furacão tiver que partir para um quarto treinador durante o mesmo campeonato.
Proeza como essa, nem mesmo no Itumbiara.
  • Quem é que pode nos socorrer neste momento? Leão é o nome certo? Palpite!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Novo técnico à vista?

A partida contra o Goiás nem foi iniciada, mas já se especula que, seja qual for o resultado, o Furacão volta do Centro-Oeste com um novo treinador.
E repórteres das rádios curitibanas já dão como certo o nome de Leão, informa a Furacao.com.
É esperar para ver.
  • E aí, o que você acha? Palpite!

Figurante bem-sucedido

Aproveitando que o Atlético há alguns anos transformou-se num "figurante bem-sucedido" no Brasileirão, e como o povão já tá sacudo de tanta trapalhada, fica a homenagem do blog ao grande Mussum, que foi dessa pra melhor há 15 anos:

Atlético x Fluminense será mesmo em Londrina

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) não acatou o recurso do Atlético e a perda de mando de uma partida, punição para o arremesso de bombas no Atletiba, foi mantido. Com isso, a partida entre Atlético e Fluminense, domingo, que deveria ser realizada na Baixada, acontecerá mesmo no estádio do Café, em Londrina, às 16 horas.

terça-feira, 28 de julho de 2009

"Perdeu 3, 4, não há treinador que resista"

Entrevista publicada hoje pela Gazeta do Povo com o presidente Marcos Malucelli:
Claiton, Alex Mineiro e o grupo atual bastam para evitar o rebaixamento?

Em princípio basta. Só o resultado em campo que vai nos dizer se estamos certos ou não. Achávamos que bastava com o que tinha. São dois reforços de peso. Se não, va­­mos buscar mais soluções.

Há tempo para isso?

No ano passado estávamos em pior situação em setembro. Então podemos melhorar a classificação e também inscrever jogadores.

Após a 3.ª rodada, em entrevista à Gazeta do Povo, o senhor disse que passadas 13 rodadas dava para ter uma ideia do que o time iria disputar na competição. O que o Atlético vai disputar?

Prevalece o mesmo que falei naquela oportunidade. Atingida uma terça parte do campeonato se estivéssemos ainda ano grupo de perigo, a situação seria perigosa. E foi o que ocorreu. Estamos na zona de rebaixamento. Os clubes que lutarão para não cair são os que estão na zona em que estamos ou próxima dela. A situação não é boa mesmo. Não fujo desta realidade.

Onde o senhor acha que errou?

O resultado é dentro de campo. Se você monta um time que acha ser capaz e não ganha jogos você errou nesta montagem. A expectativa era que não fosse assim. Temos tempo para sair dessa zona, mas a verdade é que chegamos num limite de tolerância para tanto. Precisamos melhorar mesmo.

O dinheiro das vendas de Michel Bastos e Cristian será usado para trazer novos reforços?

Não são vendas à vista e nem temos como usar esse dinheiro de imediato. São vendas que envolvem clubes terceiros. Temos de ainda brigar por esse dinheiro, fazendo com que esses clubes cumpram o contrato. O Cristian dependemos do Corinthians honrar o que está no contrato com eles pagando a terça parte do valor (cerca de 6 milhões de euros). Segundo o presidente do Corinthians (Andrés Sanchez) vão receber em três parcelas. Uma no ato e duas anuais. Nós ficaremos sujeitos a isso. Não temos nem cópia do contrato que ainda não nos foi fornecido. E quanto ao Michel Bastos, precisamos que o Lille cumpra também o contrato. Também não sei as condições em que vai ser pago.

Goleiros e zagueiros estão na lista de possíveis contratados daqui pra frente?

Não. Só se for extremamente necessário e principalmente se sair algum jogador dessa faixa defensiva.

O Atlético tem condições nesse momento de contratar mais alguém ou manter os salários em dia?

Os salários estão absolutamente em dia e acabamos de trazer dois reforços com muito esforço. Não temos problema, o Atlético seguirá em frente ainda que com déficit que todo clube tem.

O senhor está satisfeito com o trabalho do Waldemar Lemos?

Em nove partidas são três vitórias, dois empates e quatro derrotas. Não é um trabalho que deixe qualquer clube alegre. Mas não debito isso exclusivamente a ele. O time é escalado por ele e perde, ganha ou empata. Na média não é bom. Ele não tem nem 50% de aproveitamento (são 40,7%).

Então ele pode cair?

Todo treinador corre risco. Não só no Brasil. Veja o Felipão no Chelsea. Se não houver resultado o próprio treinador sai, como ocorreu com o Geninho. Gostaria que contratássemos o treinador em janeiro, ele fizesse a pré-temporada e ficasse o ano todo. Mas nem sempre é possível. Não posso dizer que a vida do Waldemar será eterna aqui e tão pouco que o contrato será cumprido até dezembro. De nossa parte, por enquanto ele está no cargo, mas isso tudo depende de vitórias. Não adianta eu ser o diferente. Perdeu duas, três, quatro, não há treinador que resista. O próprio treinador pede para ir embora.

Ainda considera certa a decisão de ter mantido a base quase rebaixada no ano passado?

Sim. Esse time mantido foi o mesmo do Paranaense, bem ou mal o campeão. Terminamos dez pontos na frente do vice (somando as duas fases). Tínhamos a expectativa também dos juniores para o Brasileiro, mas já deu para ver que não estão prontos para serem titulares.

A diretoria foi enganada pelo Paranaense e a expectativa nos ga­­rotos foi excessiva?

O Paranaense não enganou. Todos sabemos que o nível técnico do Es­­tadual é inferior. Os estaduais de modo geral são ruins. Mas nós também não tínhamos naquele mo­­­mento condições de fazer mais in­­vestimentos dos que foram feitos.

Meninos da base entrando agora, risco de queimá-los?

Não serão queimados. Os protegeremos e teremos o maior interesse em preservá-los. Eles ainda que não tenham ido bem, não foram de todo mal e não são culpados por qualquer derrota. A verdade que esses jogos são um aprendizado para eles. Soma para quando voltarem daqui um tempo mais canchados e experientes. Mas não vamos crucificar nenhum deles. Nenhum dos meninos foi culpado por qualquer ponto perdido.

Está cumprindo a política de in­­vestir mais em chuteiras de qualidade e menos em tijolos, prometida durante a campanha?

Não tenho dúvida. Disputamos a Copa São Paulo e fomos vice-campeões e com o mesmo time júnior fomos campeões da Copa Tribuna e estamos nas quartas-de-final da Copa Belo Horizonte. No infantil, primeira fase do Estadual terminamos em primeiro. No juvenil, temos onze pontos de vantagem para o segundo colocado e na Copa Promissão ficamos em terceiro. Isso tudo é investimento em chuteira, no futuro do Atlético. Investimento em chuteira não é só Alex Mineiro, Claiton e Paulo Baier. É, também, pegar aqueles vice-campeões da Copa São Paulo e renovar contrato por cinco anos como fizemos. Só saem se pagarem a multa e não corremos o risco de perdê-los como outros clubes perdem. Investir em chuteira é ter sete da Copa São Paulo já no elenco profissional. Ao todo são 17 jogadores revelados em casa no time. Não se equivoquem, investir em chuteira não é só contratar profissionais. E, em tijolo, estamos complementando o anel inferior da Brasílio Itiberê até agosto. Não estamos nos enchendo de dívidas com jogadores caros, como creio que alguns queiram. Estamos investindo na base e isso também é chuteira.

O Waldemar cobrou da diretoria uma ação quanto a supostos erros de arbitragem, algo que jo­­gadores já haviam pedido após o empate com o Palmeiras. Será to­­mada alguma atitude?

Não gosto disso de ficar reclamando de árbitro. Que não deu cartão, que deu para um e não deu para outro. O outro clube certamente também reclama. Cada um puxa para sua sardinha e isso é uma grande bobagem. O time tem é que jogar e superar isso. A não ser em casos escandalosos. E nesses casos a própria comissão de arbitragem tem punido os árbitros. Temos é que ganhar em campo. Não vi nenhum jogo que não ganhamos por não ter um pênalti marcado. Mesmo contra o Coritiba os dois lances reclamados são duvidosos.

Algo novo na negociação do Rafael Santos com o Bologna?

Não houve evolução. Estamos aguardando a resposta do Bologna quanto a contra-proposta que foi para eles. Se eles acertarem conosco liberamos para falar com o jogador. É a única proposta que temos formalizada.

Atlético pode jogar em Londrina

Da Furacao.com:
Caso o Atlético não possa jogar na Arena da Baixada no próximo domingo, contra o Fluminense, devido à punição do STJD de perda de um mando de campo pelos incidentes no clássico Atletiba, o clube deve mandar a partida no estádio do Café, em Londrina. A informação foi divulgada na noite desta segunda-feira, no site oficial do Rubro-Negro.


Segundo a direção atleticana, o clube fez diversas consultas para definir o palco da partida. A preferência por Londrina se deu pois o estádio do Café apresenta os requisitos necessários para jogos da Série A do Campeonato Brasileiro e pela cidade estar a mais de 100 km de distância da capital paranaense (exigência do STJD). Outro fator favorável é o fato de o Atlético contar com o apoio da prefeitura local, que incentivou o Furacão a jogar no Norte do estado.

Cabe ressaltar que o Rubro-Negro entrou com um recurso no Pleno do STJD pedindo a redução da pena. O recurso deve ser votado nesta terça-feira. Leia a notícia publicada na Furacao.com sobre o assunto: Atlético entra com recurso contra decisão do STJD.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Comentários liberados

Moderar os comentários é um saco. Mas pude filtrar uma dúzia de mensagens ignorantes, poupando a todos de um imenso besteirol. Bem, a pedidos estamos liberando novamente os comments. Vamos ver como se comportam os internautas.

O Predador está de volta

Claiton beija a camisa rubro-negra após vitória no Atletiba, em reverência
ao clube e à torcida:
o Predador tornou-se um símbolo da Raça Atleticana.

Ele chegou por aqui em 2007 desacreditado. E com o time em frangalhos, amargando as últimas colocações do Campeonato Brasileiro. Nunca foi craque. Mas deu a volta por cima, firmou-se como titular e tornou-se o símbolo da raça rubro- negra dentro de campo. E, não menos importante: se o técnico é passivo, ele é o líder dentro de campo, exigindo garra dos jogadores até o último minuto de jogo e chamando o povão para participar do jogo.
Em entrevista à Gazeta do Povo, Claiton rejeita o rótulo de “salvador da pátria”, mas acredita que o time pode reagir no Brasileirão. “Com sinceridade, bom não é. Futebol é coletivo, e não sou nenhum herói. Mas sei que posso ajudar muito essa equipe”. “Era para ter voltado antes, Criei uma identificação grande aqui é só olhar o que ocorreu quando eu entrei em campo, o calor da torcida, o valor que eles me dão. Além disso, acredito muito nesse grupo. Não vejo a hora de jogar. A equipe é boa e acho que está faltando alguma coisinha apenas. Tem tudo para dar certo. Tenho certeza de que vamos dar a volta por cima.”
A torcida, porém, ainda terá de esperar pelo menos mais uma semana para ver Claiton poder atuar - a janela para transferências internacionais só se abre em agosto.
De qualquer maneira, o Predador que seja bem-vindo. Mostre pra rapaziada como se veste a camisa rubro-negra com raça!

domingo, 26 de julho de 2009

Molezinha

Próxima rodada: quarta-feira, contra o Goiás, no Serra Dourada. Goiás que venceu o líder Atlético-MG hoje em pleno Mineirão e subiu para a 5ª colocação no campeonato.
Durma-se com um barulho desses.

Nus

O Pensador, de Auguste Rodin: escultura retrata Dante, nu,
diante dos Portões do Inferno. Assim segue o Atlético, despido,
às portas da última colocação do campeonato.
Enganei-me: o Atlético não é um time de pijama. Nem de roupa alguma. O Atlético está despido. Descamisado. Nu, com a mão no bolso. A camiseta rubro-negra jogada na sarjeta. E, com ela, toda a tradição de 85 anos que fez do Furacão o time da raça, um time onde a camisa se vestia por amor. E também uma tradição mais recente, de um time imbatível em sua casa, onde, empurrado pela torcida, apavorava os adversários com jogadas de velocidade e um ataque mortal. Um time temido.
Foi-se o tempo. O Atlético virou um sparring dentro da própria Baixada. O que se viu na tarde deste sábado foi um filme repetido, onde um time medíocre em campo foi goleado para os catarinas do Avaí. Um time que é humilhado em casa com a mesma desenvoltura com que apanha fora.
Até achei que a formação anunciada por Waldemar Lemos era uma boa para começar o jogo. Enganei-me de novo: com o gramado molhado e um meio-campo que mal conseguia reter a bola, somado ao sistema defensivo formado por dois jogadores menores de idade (Alex Sandro e Manoel) e outro totalmente sem condições (Alberto), o Atlético tomou dois gols ainda no primeiro tempo e sequer ameaçou a meta adversária.
Mas pior mesmo foram as alterações feitas pelo Waldemar no intervalo. Se alguém entendeu, me explique. Porque eu não entendi.
E ainda cometeu a proeza de deixar o Paulo Baier no banco.
Falta-nos um goleiro seguro. Falta-nos um xerifão na zaga. Falta-nos um meia daqueles que resolvam a parada. Falta-nos um técnico de verdade.
O Atlético, meus amigos, está despido e largado na sarjeta. Nu, com a mão no bolso.
•••
PS: Devido ao grande número de mensagens chulas e ofensivas, sem falar na coxarada infiltrada, o blog adotará temporariamente o sistema de mediação. Portanto, a partir de agora seus comentários não serão mais publicados de imediato - precisarão primeiro ser liberados por um de nossos mediadores.

sábado, 25 de julho de 2009

Dia de reencontrar Alex Mineiro Paranaense

Alex: 75 gols pelo Atlético, 50 deles na Baixada. (Foto Jonathan Campos - Gazeta do Povo)
A principal esperança do Atlético para evitar a luta contra o rebaixamento no Brasileiro estará em campo com a camisa 9, hoje, diante do Avaí, às 18h30, na Arena. Alex Mineiro inicia sua quarta passagem pelo Fu­­racão sabendo do ingrato desafio, mas aposta na sua história no clube e na identificação com a torcida para voltar a brilhar. “Acho que ‘Alex Mineiro Paranaense’ fica bem para mim”, brinca.

Em 146 partidas pelo Rubro-Negro, o atacante marcou 75 gols. Algumas atuações inesquecíveis que representaram até o título do Brasileiro, em 2001. No entanto, agora, o próprio jogador sabe que sua contratação tem um objetivo bem mais mo­­desto: fugir da queda à Segunda Divisão.

Aos 34 anos, experiência não falta para o artilheiro assumir a responsabilidade de liderar a re-ação atleticana. Após um primeiro semestre ruim no Grêmio, ele conta com o carinho da torcida local para deslanchar.

“Agora é superação. Essa é a palavra ideal para essa partida. Todo mundo sabe que o momento é difícil e se o torcedor não estiver com a gente fica pior ainda. Então o que a gente pede é que nos incentivem durante os 90 minutos”, diz o ídolo.

Como de costume na Baixada, o apoio da arquibancada deve ser incondicional. Mesmo queseja para um time vencedor de apenas três dos 13 jogos que fez no Nacional, 17.º colocado com 12 pon­­tos e dono do assustador retrospecto de nenhum gol marcado nos últimos três jogos.

“Às vezes, acontece isso de o time não fazer gol, mas de uma hora para outra saem dois ou três”, minimiza o ídolo, responsável por apenas uma bola na rede em seis jogos pelo Grêmio na competição. “Há jogadores capacitados para melhorar muito essa campanha”, assegura.

O estádio atleticano, aliás, é um palco em que Alex sabe bem dar o seu show. Ele é o vice-artilheiro da praça esportiva de dez anos de idade. Foram 50 gols. Os últimos em 2007, na sua mais re­­cente passagem pelo clube. Desde então, só atuou na casa rubro-negra como adversário. E não marcou, na vitória do Pal-meiras por 2 a 1, em agosto de 2008, pelo Brasileiro.

“O frio na barriga será o mesmo. Faz duas noites que não durmo direito. Fico só sonhando com o momento em que vou en­­trar em campo”, revela ele, sa­­bendo que intensificou os treinamentos no CT do Caju ontem e na quinta, após ter ficado quatro dias sem atividades em Porto Alegre.

Frente a um adversário que venceu os três últimos jogos, os atleticanos sabem que terão de jogar muito mais do que apresentaram ante Santo André, Coritiba e Santos. Na nova dupla de ataque – Wallyson e Alex Mi­­neiro – estão cravadas as apostas.

“Como jogava quase sempre no mesmo horário, ainda não vi ele (Wally) jogando. Mas pela movimentação no treino já vi que tem muita velocidade e ha­­bilidade. Vamos fazer uma boa dupla”, avisa Alex.

Com contrato até o fim de 2010, o herói da maior conquista do Atlético quer dar continuidade à sua bonita história no time para encerrar a carreira ao fim do vínculo.

* * * * * *

Atlético: Vinícius; Alberto, Manoel, Rafael Santos e Alex Sandro; Valencia, Rafael Miranda, Marcinho e Wesley; Alex Mineiro e Wallyson. Técnico: Waldemar Lemos

Avaí: Eduardo Martini; Augusto, Rafael e Emerson; Luiz Ricardo, Marcus Winícius, Léo Gago, Marquinhos, Muriqui e Eltinho; William. Técnico: Silas

Estádio: Arena da Baixada. Horário: 18h30. Árbitro: Péricles Bassols Cortez (RJ). Auxs.: Marco Aurélio dos Santos Pessanha (RJ) e Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Vitória dos idiotas

E não é que os idiotas conseguiram? O Atlético e os coxas perderam um mando de campo cada um devido à troca de gentilezas entre os babacas no último Atletiba. E quem paga o pato sou eu, é você que lê este blog, é o sócio-Furacão que frequenta a Baixada e nem uma cervejinha sequer pode tomar.
Ambos os clubes vão recorrer da decisão do STJD, mas acho difícil que revertam a perda de mando. De certa forma, é até bom que não revertam. Os coxas, porque já não é a primeira vez que fazem isso na Baixada. São reincidentes e, se não forem punidos, vão se achar no direito de continuar fazendo.
E mesmo para o Atlético, porque parece que só assim para eliminar de vez o problema. Foi só na base da punição e da posterior fiscalização por parte da torcida que pararam de jogar copos, papéis ou qualquer outra coisa dentro do campo. Que a torcida novamente se una, identifique e denuncie se alguém fizer uma asneira dessas novamente.
Vale lembrar também que 50% dessa punição pode ser debitada na conta do TJD paranaense, que após o Atletiba do Campeonato Paranaense na Baixada recebeu diversas denúncias sobre as bombas que os coxas arremessaram, sem tomar qualquer atitude cabível.
Onde jogar?

E se o Atlético não conseguir reverter a decisão, onde deve mandar seu jogo? Pelo regulamento, precisa ser a 100 quilômetros de sua sede. Tenho duas sugestões: o Germano Kruger, em Ponta Grossa, ou a Arena Joinville.
O presidente Marcos Malucelli já garantiu que os sócios terão acesso liberado - pelo menos até esgotar a carga de ingressos disponíveis.
E você, qual estádio prefere?

Linha direta

O Atlético anunciou hoje que devolveu o atacante Eduardo ao Atlético Mineiro.
O Atlético Mineiro anunciou hoje que emprestou o atacante Eduardo ao Sport.
Posso estar enganado, mas pelo pouco que pude ver do jogador, o único que saiu perdendo foi o Leão pernambucano.
Tomara que eu não queime a língua.

Tá todo mundo louco

O Atlético Mineiro devolveu Júlio César para o Furacão.
O Furacão devolveu Eduardo para o Atlético Mineiro.
Vá entender.

Cinco mudanças contra o Avaí. Alex estreia

Além dos três desfalques certos - Rhodolfo, Nei e Márcio Azevedo, suspensos -, o técnico Waldemar Lemos promoveu mais duas alterações no time que treionou hoje cedo: Wesley no lugar de Paulo Baier e Alex Mineiro no lugar de Rafael Moura. Na lateral direita quem treinou foi o Alberto; na zaga o Manoel e, na lateral esquerda, o Alex Sandro.
Um time mais rápido, e com atletas mais experientes como opção no banco.
Me gusta.

Furacãozinho segue fazendo bonito

Se os profissas não vão lá essas coisas, a molecada dos juniores continuam fazendo bonito.
Depois de conquistar o vice-campeonato da Copa São Paulo e o título da Copa Tribuna, o Furacãozinho ficou em 1º lugar do grupo na Taça Belo Horizonte, tradicional competição da categoria. E ainda por cima vencendo os anfitriões do Atlético-MG, com gols de Willian e Marcelo.
É incrível o aproveitamento desta nova geração sob o comando de Marquinhos Santos.
E é preciso ter sensibilidade para saber usar essa garotada nos profissionais, pois talento para brilhar muitos deles têm.
Como, por exemplo, os dois artilheiros desta quinta - Marcelo e Willian, que já acabaram com o jogo na Copa SP.
Botando essa molecada para jogar na boa entre os profissionais, teremos com toda certeza uma geração brilhante pela frente.
Mas primeiro é preciso ajeitar o time.
Não dá é pra queimar os garotos na fogueira.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Síndrome do pijama

Mais uma derrota fora de casa, com o time novamente criando pouco; quase nada.
Será que apenas a entrada de Alex Mineiro será suficiente para mudar a cara deste time?
Saberemos no sábado, após a partida contra o Avaí.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Cadeiras da Baixada terão nova fixação

O Atlético vai trocar a forma de fixação das atuais cadeiras da Baixada para que fiquem alinhadas com as novas, que serão colocadas no setor Brasílio Itiberê. Segundo informa o site oficial do clube, o novo modelo dá mais conforto ao torcedor, com mais espaço para as pernas. Parte do setor Buenos Aires Inferior, próximo à boca de acesso 100, já está sem as cadeiras até a próxima semana para a troca. A previsão é de que até o dia 30 de julho as cadeiras já estarão instaladas novamente, em seu novo suporte.
Cadeiras da Buenos Aires já estão sendo retiradas.
O novo suporte das cadeiras as deixará mais altas.

Queda na Timemania

Pela segunda semana seguida o Atlético teve um desempenho ruim na Timemania, ficando atrás dos coxas. No acumulado do ano, o Furacão ainda na frente. Mas é preciso apostar mais para manter a colocação. Para conferir as apostas do último concurso, clique aqui. Para ver o acumulado do ano, clique aqui.

CAP enfrenta o Santos buscando a recuperação

Da Furacao.com:
O Atlético enfrenta nesta quarta-feira, 21h, na Vila Belmiro, o Santos pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Peixe tem várias mudanças, a começar pelo comando da equipe. O técnico Vanderlei Luxemburgo substitui o interino Serginho Chulapa, que ocupava o lugar de Vágner Mancini.

No Atlético, a única alteração em relação ao time que empatou com o Coritiba é a entrada do volante Rafael Miranda no lugar de Chico, machucado. O atacante Wesley, por força contratual, e o zagueiro Antonio Carlos, machucado, permanecem de fora.

Portanto, o time rubro-negro deve ter Vinícius; Nei, Rhodolfo, Rafael Santos e Márcio Azevedo; Valencia, Rafael Miranda, Paulo Baier e Marcinho; Wallyson e Rafael Moura.

Santos modificado e renovado

O Santos não vence há três partidas e tem mudanças em todos os setores para o jogo contra o Furacão. No gol, Fábio Costa segue lesionado. Douglas, que era o goleiro titular até a última rodada, foi barrado por Luxemburgo. Com isso, o jovem Felipe, da 21 anos, assume a posição de titular.

Na defesa, a mais vazada da competição - ao lado da do Náutico - com 26 gols sofridos em 12 jogos, Fabão cumpriu suspensão contra o São Paulo e volta a formar a dupla de zaga com Domingos.

No meio, Luxa testou o Peixe com três volantes - Roberto Brum, Rodrigo Souto e Germano - e depois com Paulo Henrique Lima, Madson e Neymar. Se optar pela formação mais ofensiva, Brum fica na reserva. Outra alternativa seria a entrada de Robson.

No ataque, o ex-atleticano Kléber Pereira tem uma inflamação no ligamento lateral do joelho direito. O substituto deve ser Roni, que fez o gol do Santos na última partida.

O Santos é o 13° colocado no Brasileirão. O Peixe tem 14 pontos em 12 jogos, fez 24 e sofreu 26 gols. Como mandante, o time paulista tem duas vitórias, dois empates e uma derrota. O Atlético é o 15° com 12 pontos. Longe da Arena, o Furacão conquistou uma vitória, teve um empate e sofreu três derrotas.

Alex quer encerrar a carreira no Atlético. E quer Kleber junto

Assista à entrevista de Alex Mineiro.
Em sua apresentação na tarde de hoje na Baixada, Alex revelou que o Atlético será o último clube de sua carreira. Quando vai parar, não sabe exatamente - provavelmente em 2010. Mas mostrou-se empolgado com a possibilidade de repetir, no ano da despedida, a dupla de ataque campeã brasileira de 2001, junto com Kleber Pereira. Disse que inclusive já conversou uma vez com o Incendiário sobre a possibilidade, e que este também demonstrou interesse. O presidente Malucelli apenas sorriu. Por enquanto, é apenas uma possibilidade distante, mas que seria uma ação fantástica dos dirigentes, isso não há dúvida. São os dois maiores artilheiros da Arena. Junta, a dupla marcou 115 gols na Baixada. E ambos têm bala na agulha para mais alguns anos de bola.
tá dito...

Quando o presidente não quiser mais renovar meu contrato, eu prefiro parar.

A gente (Alex e Kleber) sempre comenta sobre essa possibilidade de um dia voltar e encerrar a carreira aqui, jogando juntos. Seria maravilhoso, tanto pra mim quanto pra ele, por tudo o que nós conseguimos com a camisa do Atlético.

Vim para fazer os gols que sempre fiz pelo Atlético enquanto estive aqui. Sou um Alex Mineiro mais experiente do que das outras passagens, mas espero marcar tanto quanto já marquei antes. Estes recordes servem de estímulo para trabalhar forte.

O Atlético tem tudo para disputar os primeiros lugares na tabela agora. Vim para ajudar e estou muito feliz por estar de volta.
  • E aí? Gostaria de ver Alex Mineiro e Kleber juntos novamente no Furacão? Palpite!

Não podemos todos os dias ser românticos

Por Augusto Mafuz:
Há quem censure o treinador Waldemar Lemos, em razão da postura defensiva que o time vem adotando. Como todos, em especial aqueles da minha geração, não gosto de ver um time atrás. Jogar assim, mais do que preocupação, pode revelar medo.
Mas, no caso do Atlético de Lemos, pergunto: há outro jeito de jogar? Expor um time, que é inseguro na função de marcar e frágil na de defender, não seria, aí sim, equivocado?
É princípio elementar de ordem tática, que só é possível projetar-se com normalidade ao ataque, mesmo sendo à base de contra-ataque, se houver retenção de bola, que é ainda a única forma de esperar pela aproximação de quem está atrás. É impossível isso com Rafael Moura no ataque, a inconsciência dos passes despropositados dos zagueiros, e agora, infelizmente, de Paulo Baier.
Hoje, em Santos, o Atlético não terá Alex Mineiro. Mas, a partir de sábado, contra o Avaí, o terá. Assim, haverá quem vai dar o comando técnico e emocional para o time em campo, repercutindo diretamente em Wallyson e Wesley. E quando Claiton jogar, aí sim, todas as gerações poderão exigir de Lemos um Atlético ofensivo.
Na vida, não podemos todos os dias ser românticos.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Atlético identifica torcedor envolvido em confusão

Da Gazeta do Povo:
O Atlético tem intensificado os trabalhos para tentar identificar os torcedores que participaram do tumulto no Atletiba. Usando as imagens das câmeras de vigilância do estádio, o clube conseguiu identificar um dos baderneiros. “Já identificamos um torcedor e temos feito o encaminhamento normal, ou seja, registrando o boletim de ocorrências e procurando saber se ele é sócio do clube”, disse o presidente do Atlético, Marcos Malucelli, à Gazeta do Povo.

Segundo o dirigente, se for sócio o torcedor pode sofrer punições administrativas. “Se for comprovado que ele é sócio, vamos encaminhar o caso para o conselho deliberativo, que tem a prerrogativa de avaliar o caso e determinar a penalidade prevista no estatuto”.

Apesar da identificação, Malucelli se mostrou pessimista em relação ao reconhecimento de novos baderneiros. “É complicado. O artefato lançado neste e em outros casos é muito pequeno e outros torcedores se aglomeram para tentar esconder o autor do arremesso. É como jogar um lápis. A câmera dificilmente consegue flagrar o momento em que ele é jogado”.

Denúncia é feita ao STJD

A procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva ofereceu denúncia nesta terça-feira (21) contra Atlético e Coritiba pelo tumulto ocorrido nas arquibancadas da Arena da Baixada no último domingo (19). O árbitro Wilson Luiz Seneme relatou o arremesso de rojões feito pelas duas torcidas e os clubes correm o risco de perderem mandos de campo, além de receberem pesadas multas.

Segundo informações do site Justiça Desportiva, o julgamento da Quarta Comissão Disciplinar do STJD teria sido marcado para sexta-feira, mas o dia mencionado na pauta foi 27 de julho. A reportagem entrou em contato com o procurador-geral do STJD, Paulo Schimitt e com advogados dos dois clubes envolvidos, mas ninguém soube informar com precisão a data do julgamento.

Leia mais aqui.

Um dia cheio de novidades

Acabo de acessar a Furacao.com, nossa pequena bíblia atleticana na web, para ver se o grande ídolo Alex Mineiro já havia aportado no sagrado solo da baixada.
Parece que ainda não - voos atrasados, para variar.
Em compensação, li um monte de novidades sobre o Rubro-Negro:
1) O Predador Claiton se apresenta sexta-feira no CT do Caju;
2) Michel Bastos renderá 3,2 milhões de euros ao Atlético;
3) Cristian, que estava no Corinthians, renderá outros 2 milhões de euros ao CAP;
4) O zagueiro Rafael Santos deve mesmo ser emprestado ao Bologna, da Itália;
5) Chico não enfrenta o Santos e será substituído por Rafael Miranda.
  • Assunto não falta. Comentem!

Organizadas dizem ter alertado polícia

Da Gazeta do Povo:

Três dias antes do clássico, a Polícia Militar foi avisada do risco de acontecer uma “guerra de bombas” no Atletiba. O alerta partiu da cúpula das duas principais organizadas ligadas a Atlético e Coritiba, com base em confronto similar ocorrido no clássico do octogonal final do Paranaense.

“Sempre tem esse tipo de alerta. Pedimos para que seja feita uma revista criteriosa”, explica Juliano Rodrigues, vice da Fa­­­náticos. “Avisamos que isso poderia ocorrer”, reforça Luiz Fer­nando Corrêa, presidente da Im­­pério Alviverde. Os dois, contudo, disseram não ter como evitar o confronto, pois os artefatos não teriam sido arremessados por integrantes das facções.

A PM, porém, divide a responsabilidade. Chefe do Po­­licia­­men­­to da Capital, o Coronel Jor­ge Cos­­ta Filho explica que não existe condição para fazer um pente-fino rigoroso. “Demoraria mais de seis horas”, afirma, pe­­dindo o monitoramento dos clubes e dos próprios fãs.

Costa Filho acredita que a possibilidade de punição por parte do STJD deve conscientizar os vândalos. “Pararam de atirar ob­­jetos no gramado depois que os times perderam mando de jo­­gos”, diz.

•••

Chefe do policiamento da capita,l Jorge Costa Filho defende a atuação da corporação:

Como os torcedores con­seguiram passar pela revista com bombas?

A revista é complicada. As meninas entram com bombas no meio dos seios, na bolsa. E os homens colam com fita crepe nas costas, na virilha... É impossível uma revista minuciosa.

A PM não tem como identificar quem arremessa esses objetos?

Eles fazem um bolinho, não dá para saber quem atirou. É preciso que os próprios torcedores assumam a responsabilidade e identifiquem quem está estragando o espetáculo.

A PM não tem como identificar, então?

Os torcedores é que precisam apontar quem são.

Por que a polícia não interveio para tentar conter o tumulto?

Primeiro, porque não saberíamos quem arremessou a bomba. E não iríamos sair prendendo, surrando e agredindo um ou dois. O confusão se transformaria em uma guerra cam­pal entre polícia e torcida. A Jus­tiça Desportiva agora vai fazer valer o que es­tá na lei (perda no mando de jogos). Os clubes vão pagar a conta.

O comportamento da polícia irá mudar nos próximos jogos?

É muito complicado. A segurança estava boa, o policiamento tranquilo. O arremesso da bomba fugiu da nossa responsabilidade.

•••

Nota do Blog: As críticas à PM não se resumem à revista na entrada, mas à absurda inoperância dos policiais quando foram lançadas a primeira, a segunda, a terceira, a quarta bombas - todas, enfim. Nenhum policial tomou qualquer atitude. É claro que se forem colocados PMs e/ou seguranças entre os torcedores, e não apenas em um cordão de isolamento, os vândalos que arremssam as bombas podem ser identificados. Quanto à participação da torcida na identificação, a observação é válida. Hoje ninguém mais joga um papel sequer para dentro de campo, porque logo é localizado pela torcida e entregue aos seguranças. Por que não fazer o mesmo com quem joga bombas?

Para subir no ranking dos artilheiros rubro-negros

Atualmente nono maior goleador do Furacão, com 74 gols, Alex Mineiro tem grandes chances de subir pelo menos duas posições o ranking. Com mais sete bolas na rede, ele supera Guará (76) e Paulo Rink (80). Os seis primeiros são: Sicupira, 157; Jackson, 140; Kléber Pereira, 124; Marreco, 115; Cireno, 114; Válter, 106.

O que vem por aí

É da TV Furacão a compilação de gols do Alex Mineiro na sua última passagem pelo CAP, em 2007. E, de lambuja, um golaço na final de 2001 contra o São Caetano:

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Eles também são responsáveis pelas bombas nos estádios

Ivan Bonilha, presidente do TJD/PR: nem aí para as denúncias de bombas nos estádios.
Evidente que os culpados pelo arremesso de bombas nas arquibancadas são, em primeiro lugar, os próprios imbecis que entram com tais artefatos nos estádios. E, depois, a polícia que assiste a tudo impávida, sem tomar qualquer atitude - e que, quando resolve reagir, o faz desmedidamente, atacando a todos os torcedores que estejam por perto, tenham culpa ou não.
Mas não menos responsáveis são as autoridades que fazem vistas grossas e ouvidos moucos para o problema.
Este é o caso o procurador-geral do TJD/PR, Ramon de Medeiros Nogueira.
E do presidente do TJD/PR, Ivan Bonilha.
Quando a coxarada arremessou uma dúzia de bombas na torcida do Atlético, pelo Campeonato Paranaense, diversos torcedores denunciaram o fato a ambos, por e-mail.
O e-mail que mandei, por exemplo, sequer foi respondido por nenhuma das duas autoridades ligadas à nossa Federação Paranaense de Futebol, já tão desgastada e sem credibilidade.
Nenhum dos dois, da mesma forma, tomou qualquer medida sobre o ocorrido. Sequer denunciaram o Coritiba ao tribunal.
Se o clube tivesse sido punido daquela vez, certamente seria bem menor a chance de que a idiotice acontecesse novamente.
Mas, infelizmente, nenhuma atitude foi tomada na ocasião.
O rol dos denunciados deveria conter também os srs. Ramon e Ivan. Pois ambos são corresponsáveis pela manutenção da violência nos estádios de futebol.

Na súmula

“Durante o intervalo da partida houve um tumulto nas arquibancadas onde dividiam-se as torcidas com cordão de isolamento composto por policiais e seguranças. Durante o tumulto foram arremessadas bombas por ambas as torcidas uma contra a outra”.
Foi desta forma que o árbitro que apitou o Atletiba, Wilson Luiz Seleme, relatou a troca de gentilezas entre imbecis de ambas as torcidas no intervalo do jogo. Àquela altura, a coxarada já havia arremessado umas 5 bombas. Se o jaguara que estava do lado de cá da trincheira não tivesse retribuído, provavelmente apenas os coxinhas espíritos-de-porco seriam denunciados. Burro demais.
Pior que ambos os clubes são reincidentes. O Atlético foi citado na súmula na partida contra o Corinthians e os coxas na partida contra o Inter pela Copa do Brasil.
Vale lembrar também que no Atletiba do Campeonato Paranaense na Baixada a coxarada arremessou pelo menos 10 bombas na torcida do Atlético, e nenhuma medida foi tomada, apesar dos atleticanos terem relatado o fato ao presidente e ao procurador-geral do TJD.
Mas, voltando à torcida do CAP.
Será que só com o Atlético perdendo mando de campo esse tipo de coisa vai acabar na Baixada?

Vá ter essa sorte

Pode até ser mera coincidência, mas isso sempre acontece com o Atlético. Novamente, o adversário vem todo motivadão pela estreia de um técnico novo. Desta vez é o Santos, com Luxemburgo já falando em Libertadores.
O pior é que, podem notar: não tenho nenhum dado em mãos, mas em 90% dos casos o time vence na estreia de novo treinero. Até nós vencemos fora de casa - contra o Sport!
Vá ter essa sorte.
Se não quiser engrossas essa estatística, o time atleticano terá que jogar na quarta-feira muito mais do que jogou no Atletiba.

Obra que segue


As fotos tiradas durante o Atletiba de ontem mostram o muro detrás da nova arquibancada, que já está sendo levantado, além dos novos vidros que separarão a arquibancada do campo de jogo.

Medidas antibomba

Bem, volto a dar meus pitacos sobre a guerra de bombas na divisa entre as torcidas.
Primeiro, lembro que sou a favor de clássicos com torcida única, para o desgosto de saudosistas que ainda preferem ver "a festa das duas torcidas no estádio", a despeito das barbaridades que acontecem campeonato após campeonato, dentro e fora dos locais de jogo. OK, a torcida que ficasse de fora certamente se reuniria em algum canto para assitir à partida, e os já populares "comandos" certamente ainda continuariam, mesmo que em menor proporção, a barbarizar nos terminais de ônibus e redondezas. Bem, mesmo assim: o policiamento no estádio não precisaria ser tão grande, liberando mais efetivo para atuar em pontos diversos da cidade.
Mas, como a cartolada ainda torce o nariz pra essa ideia, vamos a outras.
Primeiro, tem que melhorar muito a revista na entrada do estádio.
Depois, é preciso aumentar a área de isolamento entre as duas torcidas, de maneira que seja mais difícil de jogar qualquer objeto para o outro lado. Nem que, em nome da segurança, seja preciso vender menos ingressos para os visitantes. Ontem, por exemplo, havia bastante espaço vago na torcida dos coxas. Poderiam tê-los isolados um pouco mais para adiante.
Por fim, é mais do que evidente de que não adianta ficar um cordão de PMs de um lado e um cordão de seguranças de outro, ambos estáticos, olhando o circo pegar fogo sem tomar atitude alguma. É preciso colocar policiais ou seguranças no meio daquela turma agitadora das divisas. No dia em que prenderem de imediato o primeiro imbecil que jogar uma bomba, ou qualquer outro objeto, certamente os demais otários pensarão duas vezes antes de fazer o mesmo. Ontem foi incrível como os coxas arremessaram uma meia dúzia de bombas para o lado atleticano, sem qualquer atitude por parte de policiais ou seguranças. Até que algum bobalhão resolveu revidar.
Será quer isso tudo é tão difícil de se implantar?
Isolamento estreito, deixando as torcidas próximas, facilita o arremesso de objetos.
Câmeras de TV filmam as bombas jogadas pelos coxas no campo de jogo.

Originais demais

Há mais de um ano a torcida do Atlético usa máscaras de proteção quando tem jogo no Pinga-Mijo
, estádio também conhecido como "Tremendão" ou "Poço do Fedor Eterno".
Agora, depois que diversas torcidas já copiaram a ideia, foi a vez dos coxinhas.
Mas será que essas paquitas nunca farão algo realmente original?
Pelo menos agora eles já estão protegidos para frequentar o próprio estádio - aquele mesmo, que tem os banheiros mais fétidos do país, segundo levantamento do Sinaenco.

A imagem do clássico

Na foto, o carrinho salvador de Rhodolfo, que com o goleiro Vinícius já batido tirou quase de dentro do gol a bola que abriria o placar para os coxas. Belo flagrante do fotógrafo Rodolfo Buher, da Gazeta do Povo.

domingo, 19 de julho de 2009

De volta ao lar

A imagem que entrou para a história: Alex salta sobre o goleiro Silvio Luís,
batido, após marcar o gol do título brasileiro de 2001.
(Clique para ampliar)
A novela acabou com final feliz. O site oficial do CAP informa que Alex Mineiro já é do Furacão para o restante da temporada. Os presidentes Marcos Malucelli e Duda Kroeff finalizaram a negociação nesta noite e, amanhã de manhã, o diretor de futebol do Atlético, Ocimar Bolicenho, viaja a Porto Alegre para assinatura do contrato, pagamento e concretização da negociação. No retorno à Curitiba, Ocimar já estará acompanhado do matador.
Alex já marcou 75 gols pelo Furacão e está entre os 10 maiores artilheiros do clube em todos os tempos. Destes, 50 foram marcados na nova Arena da Baixada, score que o coloca como segundo maior goleador do estádio, atrás apenas de Kléber Pereira – que marcou até hoje 65 gols na Arena.
Seja bem-vindo, Alex. O Atlético, mais do que nunca, precisa de você.
  • E aí, Alex pode ajudar a dar um jeito neste time? Comente!

Eles não aprendem!

Bem que a faixa avisou: os porcos gripados quebraram cadeiras na Baixada.
A porcarada não aprende mesmo: voltaram a quebrar as cadeiras da Baixada.
Como informa a Furacao.com:

Não bastassem os arremessos de bombas, a torcida coxa branca mais uma vez quebrou cadeiras do setor visitante da Arena da Baixada. Desacostumados a freqüentar estádios modernos e confortáveis, os torcedores visitantes quebraram ao menos nove cadeiras, sem qualquer interferência policial.

Sinalizadores também foram arremessados pela torcida visitante no campo de jogo.

Vale lembrar, essa não é a primeira vez que o torcedor alviverde danifica o estádio atleticano, seja quebrando cadeiras, bares e mesmo banheiros do setor visitante.

Quando a zaga funciona, o ataque falha

Meus amigos, o clássico deste domingo na Baixada foi bem fraquinho, mas o Atlético fez um primeiro tempo bom contra os coxas. Melhor do que eu esperava, confesso. Conseguiu neutralizar as principais peças do time verde e ainda chegou ao ataque com alguma desenvoltura. Mas sem eficiência alguma.
No segundo tempo, apagão total: o time que voltou do intervalo parecia outro, deu espaço aos coxas e até o Edinanci conseguiu chutar algumas bolas de fora da área. O rubro-negro deu mole geral, e foi sorte não ter levado um gol. Até a entrada de Rafael Miranda no ligar de Chico. pensei: pronto, lá vem mais uma substituiçãodo tipo "seis por meia dúzia". Não foi. Rafael Miranda deu uma outra dinâmica ao Furacão, que novamente conseguiu sair da defesa para o ataque sem os famosos e já tradicionais chutões.
Agora, pergunto: o quer acontece que, justamente no dia em que o setor defensivo vai bem e comete poucas falhas, o time não cria nada?
O quarteto de ataque Marcinho, Paulo Baier, Wallyson e Rafael Moura esteve muito aquém do esperado.
Daí, fica difícil marcar um gol.
Troféu
ZIQUITA
Quem diria, para Rhodolfo e Vinícius.
Troféu
TIÃO MACALÉ
Wallyson-Marcinho-Baier-Rafael Moura.

sábado, 18 de julho de 2009

Treinando pro clássico

Domingo é dia de Atletiba na Baixada. Então desde já vá treinando, chutando a bunda de um pork. E esse é dos grandes!

Wally é relacionado

Apesar de não ter treinado durante a semana, o atacante Wallyson está entre os atletas relacionados pelo técnico Waldemar Lemos para o Atletiba deste domingo. Veja a lista:
Goleiros
: Galatto, Vinícius e Neto
Zagueiros: Carlão, Manoel, Rafael Santos e Rhodolfo
Laterais: Alex Sandro, Márcio Azevedo e Nei
Volantes: Chico, Rafael Miranda, Valencia e Zé Antonio
Meias: Jhonatan, Marcinho e Paulo Baier
Atacantes: Eduardo, Kamali, Patrick, Rafael Moura e Wallyson

Gazeta: Alex fecha com o Furacão

Da Gazeta do Povo:

A novela parecia tee terminado de forma infeliz para a torcida do Atlético Paranaense, mas menos de 24 horas foram suficientes para mudar a situação de Alex Mineiro e o atacante virá para o Furacão na próxima semana. A informação foi confirmada à Gazeta do Povo pelo presidente do Conselho Administrativo do clube, Marcos Malucelli, no início da tarde deste sábado. O acordo foi fechado com o presidente do Grêmio, Duda Kroeff.

“Já aceitei tudo com o presidente e só ficou faltando nós conversarmos uns poucos detalhes e assinarmos o acordo. Com o Alex já está tudo ok, tratei diretamente com ele, mas a chegada ainda não está definida”, declarou Malucelli, por telefone. Na sexta-feira, a diretoria gremista havia dito categoricamente que o atacante não sairia do clube, salvo algum time pagasse a multa rescisória de R$ 700 mil. A história mudou com uma reunião entre Alex Mineiro, o técnico Paulo Autuori e a cúpula gaúcha.

“O que mudou neste tempo é que o atleta se mostrava insatisfeito, tinha este interesse em sair e jogar no Atlético. Nós então entendemos isso e o jogador já está fora do grupo do Grêmio, em disponibilidade no mercado. Acertamos um valor para ele sair, menor do que a multa rescisória, e qualquer equipe que faça o pagamento ficará com ele”, contou o diretor de futebol do Grêmio, Luiz Onofre Meira. O dirigente mostrou-se desconfortável com a insatisfação de Alex Mineiro e resolveu ceder.

Apesar do valor acertado entre Grêmio e Atlético para a transação não ter sido revelado oficialmente, comenta-se que estaria um pouco acima dos R$ 250 mil firmados previamente entre os dois clubes, há uma semana, e o time gaúcho agora estaria apto a aceitar o pagamento de forma parcelada. Este ponto foi o da discórdia e o que gerou a novela, segundo Meira.

“Tínhamos feito uma condição antes do jogo do Corinthians, de que o pagamento teria de ser rigorosamente à vista, mas o Atlético não cumpriu esta parte e o negócio tomou outros rumos. Mas o futebol é dinâmico...”, completou o dirigente gaúcho. Marcos Malucelli negou esta informação e resumiu o caso. “Sempre estive tratando tudo diretamente com o presidente do Grêmio, isso ai não tem nada a ver”, concluiu o mandatário rubro-negro.

Alex Mineiro segue em Porto Alegre e na segunda-feira os presidentes deverão se encontrar não se sabe ainda se será na capital gaúcha ou em Curitiba. Após esta assinatura do acordo é que o atacante será oficialmente anunciado e deverá chegar para sua terceira passagem pelo Furacão. Na primeira, em 2001 e 2002, ele atuou 92 vezes e marcou 38 gols. Na segunda, em 2007, apenas no Brasileirão ele marcou nove gols e 19 partidas.

Dia de lotar a Baixada

Não pode ir ao Atletiba amanhã? Empreste seu smart card! Vamos ocupar todos os lugares da Baixada e empurrar o Atlético pra cima da porcarada!

E não é que, no final das contas, Alex Mineiro deve mesmo vir?

Do ClicRBS:
O assunto parecia encerrado, mas não está. Na noite desta sexta-feira, o presidente do Grêmio, Duda Kroeff, admitiu a ida do centroavante Alex Mineiro para o Atlético-PR. O jogador estaria forçando uma saída, descontente com a posição de reserva no tricolor:
– Vamos retomar este assunto na semana que vem. A gente pretendia que ele ficasse, mas ele se mostra com muita vontade de jogar, de ser titular absoluto em uma equipe. Mas aqui no Grêmio não dá para garantir isto – revelou o presidente do Grêmio.
Mesmo com a saída de Alex Mineiro, dificilmente um novo atacante será contratado pelo Tricolor:
– Temos bons atacantes no grupo. O Maxi, o Jonas, Herrera, Perea e o Roberson, que é um garoto que está surgindo e que o Paulo Autuori deposita muitas esperanças – encerrou Duda.

O Ministério da Saúde adverte

"A coxarada que for ao estádio Joaquim Américo neste domingo deve necessariamente estar equipada com máscaras cirúrgicas de forma a evitar a transmissão da gripe suína. Cumpra-se".

Corrida

A partir das 10 horas deste sábado, vai ser aquela correria na rua Buenos Aires. O Atlético vai vender ingressos para as 300 cadeiras não-ocupadas pelos sócios, ao valor de R$ 40 e R$ 20 a meia. Além desses, os mais abonados podem partie pra um lugar em um dos camarotes da Baixada. Os preços variam de R$ 150 a R$ 250.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Wally ainda é dúvida

Da Furacao.com:
O volante Rafael Miranda treinou como titular do Atlético nesta sexta-feira. Sem poder contar com Wallyson, poupado dos treinos, o técnico Waldemar Lemos escalou o ataque com Rafael Moura e Marcinho. Com Marcinho jogando mais adiantado, a vaga aberta no meio-campo ficou com Rafael Miranda.

O Atlético treinou com: Vinicius; Nei, Rhodolfo, Rafael Santos e Márcio Azevedo; Valencia, Chico, Rafael Miranda e Paulo Baier; Marcinho e Rafael Moura.

Durante a tarde desta sexta, Wallyson fez um trabalho com o preparador físico Riva de Carli. Ele fará testes neste sábado pela manhã, quando então a comissão técnica saberá se o atacante terá condições de enfrentar o Coritiba no domingo.

A formação para o clássico

Um Atletiba, por si só, já traz a obrigação de vitória. Mas, pela situação do Atlético no Brasileirão, a apenas um ponto da zona de rebaixamento e a dois pontos do lanterna, a necessidade de um resultado positivo é ainda maior.
O técnico Waldemar Lemos não tem tantas opções assim pra montar o time. Além disso, não tem o costume de inventar. Portanto, não esperemos surpresas na escalação.
Quem deve jogar, então?
Na melhor apresentação do ano, contra o Corinthians, o CAP entrou em campo no 3-5-2, com Galatto, Raul, Rhodolfo, Antônio Carlos, Chico e Márcio Azevedo; Jairo, Fransérgio e Marcinho; Wallyson e Rafael Moura.
Na pior apresentação do ano, contra os Coxas, a formação também foi um 3-5-2: Galatto, Raul, Rhodolfo, Antônio Carlos, Chico e Netinho; Jairo, Julio dos Santos e Marcinho; Julio César e Rafael Moura.
Dois times bastante parecidos, mas com duas grandes diferenças: contra o Corinthians, Jairo não ficou sozinho na marcação do meio-campo. E Wallyson deu vida ao ataque, fazendo Rafael Moura crescer de produção.
Nas últimas partidas, Waldemar tem optado pelo 4-4-2.
Seja qual for o esquema, o importante é reforçar a pegada pra não deixar os caras soltos no meio-campo. No Atletiba do Paranaense, Marcelinho jogou sem marcação, fez o que quis e acabou com o jogo.
É óbvio que isso não pode acontecer de novo.
Essa será a difícil missão do Chico: não deixar o "Edinanci" jogar.
Pelo jeito, o Atlético vai para o clássico com Vinícius; Nei, Antônio Carlos, Rafael Santos e Márcio Azevedo; Valencia, Chico, Marcinho e Paulo Baier; Wallyson e Rafael Moura.
A não ser que Wally não seja liberado pelo DM.
Aí, seja qual for a opção do técnico para substituí-lo, o negócio vai ficar bem mais difícil...

Mais um Atletiba

Post publicado em janeiro de 2008:

Meus amigos, vem aí mais um Atletiba.
Nunca contabilizei quantos clássicos eu já assisti na minha vida, mas minhas lembranças me dão a certeza de que a minha geração ganhou muito mais do que perdeu contra os coxinhas. Principalmente nos jogos decisivos. Das seis finais de Campeonato Paranaense que eu pude assistir, por exemplo, o Furacão saiu campeão em 5 delas (83, 90, 98, 2000 e 2005). E se deu mal em 2004 e em 2008. Teve também a seletiva da Libertadores, em 99, que não deixou de ser uma decisão.
Enfim, já perdi as contas de quantos Atletibas eu assisti. Mas sempre tem aquele mais marcante para cada um. Pra mim, os cinco Atletibas inesquecíveis são os seguintes:
1)
1990. Final do Campeonato Paranaense no Couto Pereira. 2 a 2, Atlético campeão graças a um gol contra do zagueiro Berg. Sim, o melhor Atletiba da minha vida não terminou em vitória, mas foi inesquecível tirar o doce da boca dos coxinhas, que já gritavam "é campeão" feito paquitas loucas;
2)
1996. Brasileirão. A antiga Baixada lotada. 1 a 0, aos 46 do segundo tempo, com o Oséas escalando o alambrado;
3)
1997. Campeonato estadual. Pinheirão. O que era pra ser uma partida sem maiores pretensões acabou se transformando no "jogo da vingança": 5 x 2, com direito a dois gols de Jorginho Pé Murcho;
4)
1999. Seletiva da Libertadores no Couto. Esse eu não fui, mas assisti na TV. 4 a 1, de virada, com um golaço do Cocito e gols dos carrascos Adriano Gabiru, Luizinho Neto e Kleberson;
5)
1998. Segunda partida da final do Paranaense no Pinheirão. 4 a 1, uma verdadeira festa rubro-negra com direito a gol olímpico e um cala-a-boca do Nélio.
  • E para você, quais foram os seus Atletibas inesquecíveis?
•••
Leia mais sobre Atletibas:

Troca

Pedro Oldoni vai para o Atlético-MG. Eduardo veio do Atlético-MG.
Nessa troca, quem perdeu foi o Furacão.
Ou não?

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Michel Bastos pode render bolada ao Furacão

A informação ainda é extraoficial, mas dizem que o Atlético ainda detém 20% dos direitos sobre qualquer negociação com o lateral Michel Bastos. O jogador jogou no Furacão Atlético em 2003 e 2006, quando foi vendido ao Lille, da França. Agora, está sendo comprado pelo Lyon pela bagatela de 18 milhões de euros.
No site oficial do CAP, a notícia referente à sua venda, em 2006, não fala nada sobre percentuais.
Mas era uma estratégia comum de Mário Celso Petraglia manter o Atlético com algum vínculo contratual.
Se for esse o caso agora, o Rubro-Negro receberá 3,6 milhões de euros - quase R$ 10 milhões.
Uma bolada que seria muito bem vinda.

Predador 11 x 4 Alex Mina

Claiton: na moral com os atleticanos.
Em sua página no twitter, a Furacao.com perguntou a quem estava acompanhando o lance-a-lance da partida contra o Santo Andre qual contratação deveria ser priorizada pelo CAP: Claiton ou Alex Mineiro.
O resultado, pra minha surpresa, foi este: 11 votos para o predador e 4 pro Alex Mina.
E você, quem contrataria?

Mais uma derrota na bagagem

O Atlético voltou dando uma de bom moço como visitante, fazendo a alegria do time da casa. E, assim, voltou com mais uma derrota na bagagem, desta vez para o Santo André.
Agora, é concentração total para o Atletiba de domingo, na Baixada.
Como não assisti à partida, não posso escolher quem leva os troféus Ziquita e Tião Macalé. Blogueiros, escolham vocês!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Dia de tentar uma beliscada

Estádio Bruno José Daniel, palco da partida desta noite em Santo André.
Meus amigos, negociações à parte o Atlético joga hoje à noite (21 hs) contra o perigoso Santo André, no interior paulista, com a missão de tentar beliscar mais três pontinhos fora de casa - algo que só conseguiu por uma vez nesse Brasileirão. Missão difícil, mas não impossível. Neste ano, o Rubro-Negro não está tendo um desempenho tão ruim longe de seus domínios - excetuando o jogo contra o Grêmio, que foi um desastre. Nos demais, um empate contra o São Paulo, quando deveria ter vencido; uma vitória contra o Sport e uma derrota para o Flamengo. Este ano, o que nos empurrou para o fundo da tabela foram as derrotas dentro da Baixada.
Já o "Ramalhão" (alguém aí sabe por que este é o apelido do Santo André? Ganha um doce), que está na 10ª posição com três pontos a mais que o Atlético, coincidentemente tem um desempenho ruim dentro da própria casa: já disputou cinco partidas no estádio Bruno José Daniel, com apenas uma vitória - contra o Sport -, três empates e uma derrota (para o Flamengo). Em compensação, o time do ABC paulista tem sido um visitante incômodo: venceu o Fluminense e os coxas e arrancou empates contra Atlético-MG e São Paulo.
Bem, voltando ao Atlético.
Contra o Grêmio, nossa última partida e também nosso maior fiasco atuando fora de casa, o time entrou em campo com três zagueiros e dois volantes. Levou 3 gols em 12 minutos.
Talvez o segredo, hoje, seja esse: prender a bola lá na frente, e não ficar encolhido esperando o adversário atacar.
Em relação ao time que venceu o Inter, o técnico Waldemar Lemos terá que fazer alterações na lateral-direita e no ataque. Raul, convocado para a seleção sub-20, dá lugar a Nei ou Alberto; no ataque, Rafael Moura volta ao time no lugar de Wallyson, poupado. Do lado de lá, olho aberto para as descidas do lateral Gustavo Nery e as cobranças de falta de Marcelinho Carioca. Não dá pra bobear.
E que venha mais uma vitória na bagagem!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Diretor do Grêmio diz que Alex não será liberado; Maluceli negociará diretamente com o presidente do clube

O vice de Futebol do Grêmio, Luiz Onofre Meira, desembarcou hoje em Curitiba e mostrou-se disposto a melar o retorno de Alex Mineiro para o Furacão. Em entrevista ao ClicRBS, ele garantiu que o atacante volta a Porto Alegre com a delegação após o jogo de amanhã contra os coxas:
"O Grêmio não está negociando. Sofremos assédio do clube, o atleta tem destaque aqui (no Paraná) porque iniciou sua careira aqui. O Alex tem passagem de ida e volta, retorna conosco para Porto Alegre, está integrado ao grupo do Grêmio e tem todas as condições para reverter o quadro negativo que passou. Contra o Corinthians ele superou dificuldades. Fizemos investimento alto e temos certeza que ele vai dar a volta por cima
", afirmou.
A decisão, porém, pode não estar mais sob a alçada de Meira.
Segundo o confiabilíssimo blog da jornalista Nadja Mauad, o presidente do Atlético Marcos Malucelli irá negociar diretamente com o presidente gremista, Duda Kroeff. A conversa entre os dois deve acontecer nesta quarta, ou talvez somente na quinta-feira. Neste dia, o empresário de Alex Mineiro, Bruno Paiva estará na capital paranaense para acertar os últimos detalhes da contratação.
Só então a galera saberá se essa história tera um final feliz.

Setores unidos

Caíram os tapumes: o novo setor da Brasílio Itiberê já está unido com o da Buenos Aires, no gol de entrada da Baixada. Agora, sí faltam as cadeiras. (Foto: site oficial)

Wally será poupado contra o Santo André

Nem só boas notícias estão vindo à tona nesta terça. Segundo informações da rádio CBN, o Departamento Médico do CAP achou melhor poupar o atacante Wallyson na partida de amanhã, contra o Santo André, no ABC paulista. O Possesso está com "fadiga muscular", segundo as informações da rádio, e com o repouso terá condições normais de jogo no Atletiba.
Com isso, Rafel Moura deve voltar a ser titular contra o Ramalhão.
* Atualizado às 11h53.

Se a patroa falou...

Então tá falado!
Clique para ampliar

Projeto de Alex é mesmo voltar à Baixada

Deu na Zero Hora desta terça:
O Atlético-PR ainda não decidiu se vale a pena pagar R$ 400 mil para tirar Alex Mineiro do Grêmio. A multa rescisória é de R$ 700 mil, mas o Grêmio aceita negociá-lo pela metade do valor. O atacante tem interesse em voltar à Arena. Ontem, a direção do Atlético-PR teve uma longa reunião, mas ainda não bateu o martelo. De acordo com Bruno Paiva, empresário de Alex Mineiro, o gol marcado contra o Corinthians não muda em nada o projeto do jogador.
É, meus amigos, entre hoje e amanhã deveremos mesmo receber uma ótima notícia.
Vem pra cá Alex, que aqui tu é ídolo!

Sapporo libera o Predador

Claiton era o camisa 10 num time de japas-emos! Manja os tipos dos figuras!
(Clique para ampliar)
Deu na Furacao.com: o Consadole Sapporo informou nesta terça-feira que o contrato do volante Claiton foi rescindido. De acordo com o clube, a decisão foi tomada de comum acordo. A decisão favorece uma possível volta do Predador ao Furacão.
Fui dar uma olhada no site do Consadole. Não entendi bulhufas do que estava escrito lá, mas descobri que o Claiton jogava num time de japas-emos! Perto dos modelitos dos penteados dos caras, o do Predador é fichinha!
Tomara que venha logo. Mas, ainda segundo a Furacao.com, uma lesão no tendão de aquiles deve mantê-lo em tratamento médico por pelo menos um mês.

Jesuis!

Meus amigos, já vi foto de muita candidata a Musa do Brasileirão. Mas este ensaio de Mahara Oliveira - a Musa do Furacão 2009 - para o Globoesporte.com está de cair o queixo. É demais para um velho guerrilheiro! Se essa mulher não ganhar o concurso do Luciano Huck este ano, é porque os jurados lá do programa são muito perebas! Fiquem com uma amostra que depois dessa eu vou dormir...





Para acessar o ensaio completo, clique aqui.

Dia D para acertar a volta de Alex

Da Gazeta do Povo:

Alex Mineiro tem um clássico agendado no próximo domingo. Só ainda não sabe qual. Enquanto a diretoria rubro-negra sonha com a reestreia do ídolo no Atletiba, a cúpula gremista prevê sua escalação no Grenal. A definição ocorre hoje (terça) à noite, em Curitiba. O presidente Marcos Malucelli aproveitará a presença da delegação gremista na capital para o jogo de amanhã, com o Coritiba, para tentar sacramentar o retorno do ídolo.

Em uma reunião com o presidente gremista, Duda Kroeff, saberá o impacto exato na negociação da atuação do camisa 9 domingo, contra o Corinthians. Chamado às pressas para substituir o gripado Maxi Lopez, reabriu as portas no Olímpico ao marcar o primeiro gol na vitória por 3 a 0 e encerrar 133 dias de jejum sem balançar a rede. Exibição capaz de por em risco o esforço para reduzir a um terço a pedida gaúcha de R$ 750 mil pela liberação e o acerto salarial com o atacante.

“Havíamos acertado o valor, mas vamos ver como fica após a atuação dele”, afirmou Malucelli, que diz não ter mantido contato com Kroeff ontem.

Do lado gremista, há indícios de que a negociação será endurecida.

“Diante da insistência do Atlético, demos um valor para a negociação (na sexta-feira). Mas isso foi antes (do jogo de domingo). Para nós, está definitivamente descartado. Ele vai para Curitiba amanhã (hoje) para o jogo contra o Coritiba. E volta para Porto Alegre”, disse, no meio da tarde de ontem, o diretor de futebol do Grêmio, Luís Onofre Meira.

Ao mesmo tempo, o clima na Baixada era diferente. O diretor de futebol Ocimar Bolicenho confirmava que o clube estava perto de um acerto e que Alex Mineiro poderia ser uma atração a mais no Atletiba. No estádio onde reina como o segundo maior goleador (com 50 gols, atrás apenas de Kléber), o atacante teria a chance de enfim marcar contra o maior rival no fim de semana.

A aposta técnica para repatriá-lo exigiu uma manobra de caixa. Malucelli descartou a ajuda de um parceiro para bancar o negócio, o montante seria de levantado no próprio clube.

O empresário do atacante, Bruno Paiva, também assegurou serem boas as chances de o jogador voltar a vestir a camisa rubro-negra e de o anúncio oficial ser feito hoje. A intenção do Grêmio em manter o jogador o pegou de surpresa.

Outros negócios

Além de Alex Mineiro, o Atlético avalia a proposta do italiano Bologna pelo zagueiro Rafael Santos e deve se pronunciar até amanhã. Caso o negócio se concretize, o clube vai apostar em Carlão e Manoel, promovidos do time júnior.

Outro sondado na zaga seria Rhodolfo, que interessaria ao Dínamo de Kiev. Somente no caso da saída de um segundo defensor o Rubro-Negro buscaria algum jogador no mercado.

Quanto ao possível retorno de Claiton, Malucelli disse aguardar a abertura da janela no futebol japonês, em agosto.

“Antes disso eles não vão aceitar negociar”, explicou.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Tá na cara

Duas impressionantes imagens da vitória contra o Inter:
Uma bolada desfigura por um instante o rosto de
Marcinho, durante disputa com o jogador adversário.

(Albari Rosa/Gazeta do Povo)
Chico tem o rosto desfigurado pelo próprio esforço,
num carrinho que arrancou grama da Baixada.
(Orlando Kissner)
É isso aí, moçada. É assim que se ganha a torcida: jogando com vontade, como ontem.
E se ganha jogos também.

Falta pouco para a volta de Alex. Claiton também pode vir

A Furacao.com informa que o presidente Marcos Malucelli confirmou nesta noite de domingo as negociações com o atacante Alex Mineiro, e é muito possível que já nesta semana o atacante desembarque em Curitiba para assinar com o Furacão. Segundo o presidente, o Atlético recusou ceder na troca o jogador que os gaúchos queriam - o lateral Raul - e deverá pagar o valor pedido pela rescisão contratual.

Malucelli também acenou com a possibilidade de outro retorno. Após as negociações frustradas do começo do ano, o volante Claiton acertou de manter novo contato com o clube agora em julho. Por isso, a expectativa é de que o jogador retorne ao clube na janela de transferências internacionais, em agosto. Mas, segundo o blog da jornalista Nadja Mauad, ainda esta semana o Predador pode pintar em Curitiba.
Falando em Claiton, um anônimo enviou aí num dos comentários o link para esta reportagem com o Predador. Muito engraçada, por sinal:


CRAITON! KOTOKARA!
  • E aí? Alex Mina e o Predador têm lugar no Furacão? Palpite!

domingo, 12 de julho de 2009

Que beleza

"Rasta" Wesley e Marcinho, na foto com Paulo Baier, marcaram os gols do Furacão.
(Foto Gazeta do Povo)
Meus amigos, o sistema doblevê deu certo! E o Furacão conseguiu arrancar a segunda vitória em casa neste Brasileirão, mesmo jogando contra o líder do campeonato e apesar da incredulidade de boa parte dos críticos e mesmo dos torcedores.
E, para nossa surpresa, o time conseguiu reagir e virar uma partida que começou perdendo. Aliás, num gol injusto de Nilmar, que desviou na zaga e matou o goleiro Vinícius.
Mas já era hora da fórmula Caldeirão+Torcida voltar a dar resultados. E foi o que aconteceu: a massa rubro-negra não se abateu com o gol dos gaudérios, e empurrou o time pra frente até o gol de empate de Marcinho, após bela jogada de Wallyson. O mesmo Marcinho, quem diria, que marcaria também o gol da virada, de pênalti. E o agora rastafari Wesley ampliou, chutando com precisão no cantinho do goleiro Lauro.
O Inter ainda marcou mais um, assustando a galera. Mas desta vez o Rubro-Negro não deu aquela molezinha de final de jogo e conseguiu sair vitorioso - resultado que nos tira novamente do atoleiro da zona de rebaixamento.
E quem foi à Baixada ainda teve a oportunidade de presenciar um momento emocionante: o retorno do lateral Nei aos gramados, após quase um ano de tratamento no joelho.
Enfim: hoje, meus amigos, podemos assistir sem temor a todos os mesas-redondas da vida!
Troféu
ZIQUITA
Marcinho, que marcou dois gols e ainda meteu uma bola na forquilha, "no gogó da ema" como diria o Silvio Luiz, mas ela caprichosamente beijou a trave e saiu pela linha de fundo. Menções honrosas para a dupla Doblevê: Wesley e Wallyson.

Troféu
TIÃO MACALÉ
Vai para os agourentos que davam a partida como perdida mesmo antes dos times entrarem em campo.

Jogo aberto

O Atlético vai no 4-4-2. Com dois leões marcadores na cabeça-de-área (Valencia e Chico) e dois laterais que gostam de subir ao ataque. Desfalcado de seu principal atacante na temporada, Rafael Moura, e do zagueiro Antônio Carlos, titular absoluto. Mas com um ataque rápido, formado pela dupla doblevê, Wesley e Wallyson.
O Inter também vem desfalcado, mas com um time que mantém a característica de ir à frente em velocidade. E também deve jogar no 4-4-2, com dois leões na cabeça-de-área (Guiñazu e Magrão) . Estará sem dois de seus principais jogadores, o lateral Kleber e o meia D'alessandro. E com um ataque veloz e perigosíssimo, formado por Nilmar e Taison (este não marca um gol há 45 dias, que não me venha querer desencantar justamente aqui!).
No Furacão, uma boa oportunidade de ver uma zaga "oxigenada", pela primeira vez sem Antonio Carlos e Rhodolfo.
O Inter tem mais conjunto, mas o Atlético terá a força da torcida.
Honestamente, serão dois times equivalentes em campo.
A grande diferença estará mesmo é nas peças de reposição. O técnico do Rubro-Negro, Waldemar Lemos, praticamente não tem opções para mudar o panorama do jogo, caso seja necessário. Nenhum meia no banco, e apenas um atacante - Patrick. E dois laterais com características parecidas com aqueles que começarão jogando (Nei e Alex Sandro). Enquanto, do lado de lá, Tite conta com pelo menos dois jogadores que poderiam ser titular em qualquer time: Bolaños e Alecsandro.
Portanto, o negócio é rezar pra que essa turma que começará jogando aguente os 90 minutos sem botar a ingua pra fora e torcer para que ninguém se machuque.
Então, bora pra Baixada que vai ser um jogão!

sábado, 11 de julho de 2009

Numa tarde chuvosa de sábado...



Silvio Luiz, o narrador "de olho no lance", no twitter. O figuraça narra até jogos inteiros por lá. E já tem mais de 8 mil seguidores!

Wally pronto para o retorno


Presságio

O Furacão a Allianz ainda não está patrocinando. Mas a Furacao.com, sim:
Tá certo que é pelo do adsense do Google, mas bem que pode ser um bom presságio.

Dupla Doblevê

Meus amigos, sem Rafael Moura uma dupla estilosa deve assumir o comando do ataque contra o Inter, no domingo. Wesley e Wallyson. Uma dupla doblevê*. De fazer inveja a muito César Menotti e Fabiano que têm por aí.
Brincadeiras à parte, a Furacao.com informa que os dois devem ser mesmo os titulares, com Marcinho voltando ao meio-campo para atuar ao lado de Paulo Baier, no esquema 4-4-2. Valencia e Chico devem ser os volantes. E, na zaga, Manoel atuará ao lado de Rafael Santos ou Rhodolfo.
Outra novidade: Raul deve voltra à lateral-direita.
Pelo menos aparentemente, um time mais qualificado no meio e rápido no ataque e nas alas.
  • E aí, o que você acha? Palpite!
(*) A forma mais usual do nome da letra W é dáblio, embora também apareçam, nos dicionários, as formas paralelas dable-u, dabliú, doble-vê, doblevê ou até vê-duplo...

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Um Atlético vogal

Por Flávio Jacobsen:
Ele não tinha os dentes da frente. Por isso, era impossível pronunciar as letras T e L. Não conseguia gritar “Atlético!”. Surgia lá dos confins do antigo ginásio de esportes, com estádio ainda vazio e soltava “Aaa ééé iii ooo!”. Ecoava por toda Baixada ainda de arquibancada com tijolinhos à vista, e as sociais de madeira em estilo art noveau. O estádio mais bonito que já vi.

Nós ainda garotos ríamos. Lá vinha o Coronel. Vendia amendoim, algodão doce, iguarias de arquibancada. Fosse o jogo que fosse, amistoso, campeonato, o Coronel ia onde o Atlético estava, por toda cidade.
O Atlético era a coisa mais importante da minha vida. Eu vivia dentro da Baixadinha. Até treino assistia. Chegava cedo aos jogos e era o último a sair. E lá vinha o
“Aaa ééé iii ooo!” retumbante. Coronel tinha este apelido não sei por quê. Era um velho polaco branco de ficar rosado.
Depois veio a juventude e a vida adulta e outras coisas tomaram meu tempo e minha alma. A minha vida e a do país mudou muito. Prioridades, dizem. Mas sou disso não. Sei lá. É a vida, e pronto. Por uns tempos o Atlético virou só um quadro na parede. Certo que eu ganhava um leve sorriso contemplativo cada vez que olhava a foto, ante o bigode do Roberto Costa e os olhos cínicos de Assis.
E vinha de memória o grito do Coronel arrepiando minha espinha. De pronto tomava outros afazeres, geralmente à máquina de escrever ou um antigo computador.
Já neste século, voltei à Baixada. O grito deste Atlético vogal, sem consoantes, já não existe mais. A impressão que tive é aquela de que a vida me tirou de lá, mas aquilo tudo não saiu de mim. Até hoje acho que o Coronel é um símbolo da alma atleticana, de um Atlético que a gente sempre acha que é só nosso. Bobagem, talvez.
Me disseram, sei lá quando, que o Coronel morreu. Sei lá se teve minuto de silênciou ou não, mas um dia quero conclamar o grito da moçada, o grito do Coronel. Ele deve estar bradando sobre as nuvens de algodão doce que vendia, lá no céu de Caju e Jofre Cabral.
Hoje tem um outro quadro na parede: Gabiru, Geninho, Gustavo, Kleber e os olhos igualmente cínicos de Alex. E vem o grito de novo.
“Aaa ééé iii ooo!”. Olho para o caos do trânsito lá em baixo e volto ao teclado.
Mas es
tou definitivamente de volta.
Flávio Jacobsen é escritor e compositor.

Uma dica

Allianz Arena, em Munique: empresa amplia atuação em Curitiba.
Já que a onda é dar dicas à diretoria do CAP, segue uma modesta contribuição deste blog.
A Allianz, uma das maiores seguradoras do mundo, está ampliando sua atuação em Curitiba "para dar conta do crescimento que espera obter com a venda de apólices para obras da Copa do Mundo de 2014".
As informações estão na Gazeta do Povo de domingo passado.
"Aumentamos o espaço do escritório, que também é a sede da Região Sul, porque estamos crescendo no estado. Recentemente abrimos filiais em Cascavel e Maringá, de olho na diversidade da economia do Paraná. E também tem a Copa do Mundo de 2014", disse ao jornal o diretor comercial da Allianz, Carlos Ronaldo Ferreira.
"A Copa do Mundo é um evento ligado ao setor de seguros em todas as suas partes. Há apólices que garantem a entrega das obras no prazo, seguros do risco de engenharia e responsabilidade civil das obras, e, depois de tudo pronto, há o risco operacional de toda essa infraestrutura. Também há seguros para o próprio evento. Em Curitiba, haverá investimentos em rodovias, aeroporto, metrô, hotelaria, estádio, áreas em que pretendemos ter alguma participação", concluiu.
Vale lembrar que a Allianz é responsável por um dos maiores contratos de naming rights de estádios do mundo, emprestando seu nome ao estádio de Munique, na Alemanha - que também sediou jogos da Copa do Mundo.
Por outro lado, o Furacão atualmente estampa em suas camisas o patrocínio da HDI, outra gigante mundial do setor. Mas o contrato vai apenas até o final de 2009.
E, como o Atlético já anunciou que busca uma parceria mais sólida e financeiramente interessante aproveitando o fato de a Baixada ser uma das sedes da Copa de 2014, inclusive tentando acertar um novo vontrato de naming rights para a Arena, esta parece ser uma grande oportunidade.
Ou não é?

Casa cheia

Apesar das duas perdas de títulos consecutivas (Copa do Brasil e Recopa Sulamericana), a torcida do Inter já comprou todos os ingressos colocados à venda para a partida de domingo, na Baixada, pelo Brasileirão.
Segundo o site oficial do CAP, para a torcida atleticana a venda continua normalmente e ainda restam alguns ingressos para o jogo. A bilheteria estará aberta até às 18h.

Atrás de recursos para trazer Alex

Da Gazeta do Povo:

A cruzada do Atlético para repatriar o ídolo Alex Mineiro continua e agora pode envolver mais do que jogadores em uma troca com o Grêmio. A cúpula rubro-negra está correndo atrás de dinheiro para conseguir a liberação do atacante – vinculado à equipe gaúcha até o final do ano.

Após ver descartada a hipótese de mandar o lateral-direito Raul para o Olímpico (já estourou o limite de jogos pelo Furacão na Série A), a diretoria da Baixada partiu para outra estratégia: arrumar dinheiro para trazer o jogador.

A verba viria de um investidor ou de algum patrocínio acertado especificamente para viabilizar o reforço. Desde o início do ano, o clube gaúcho já investiu cerca de R$ 1,5 milhão no jogador (somando as luvas de R$ 500 mil e o salário que beira os R$ 200 mil).

O diretor de futebol gremista, Luís Onofre Meira, assegura que nenhum outro nome no elenco atleticano além de Raul interessaria para ser trocado. Assim, fica descartada a hipótese do zagueiro Rafael Santos estar nos planos tricolores. Portanto, só resta pagar pela liberação de Alex.

“Nenhum jogador do Grêmio é inegociável. O valor que pediríamos é uma coisa interna, mas creio que um negócio neste sentido (financeiro) seria o melhor para todas as partes”, comenta Meira, negando que o presidente atleticano Marcos Malucelli tenha feito novo contato depois de quarta-feira.

Alex solicitou a seus procuradores que esgotem todas as tratativas com o Furacão antes de ouvir proposta de qualquer outro clube. Fora dos planos no Olímpico, o atacante passou a semana fazendo reforço físico só será relacionado para o banco do Grêmio no jogo do fim de semana (domingo, contra o Corinthians) se não houver outra opção.

“Uma hora a coisa vai acabar se definindo, mas agora está emperrada pelo preço que o Atlético está pagando. Em outros momentos, o Atlético sempre fez jogo duro para liberar jogadores. Em 2007, o Grêmio já queria o Alex e ofereceu o Felipe Mattioni (lateral-direito, hoje do Milan) que estava na seleção sub-20 em troca. Não quiseram nem conversa e sempre pediam quantias altas”, revela Marcelo Robalinho, um dos agentes do artilheiro.

De graça, o Grêmio aceita liberar outros cinco jogadores: o lateral-direito Joílson, o esquerdo Jadílson, o zagueiro Rafael Marques, o volante Makelele e o atacante Jonas. No entanto, segundo o diretor de futebol Ocimar Bolicenho, nenhum deses interessa ao Atlético.

Fará falta

Rafael Moura não anda muito em alta com a torcida. Sina de atacante: para de marcar gols, pedem logo sua cabeça.
Mas, podem anotar: fará falta na partida de domingo contra o Inter.
Não só no ataque, onde em boa ou má fase é um motivo de preocupação para a zaga adversária, mas também lá na defesa - afinal, ele é o jogador que mais corta cruzamentos alçados na área atleticana, principalmente em escanteios.
Zagueiro quando marca um ou outro gol é ovacionado.
Atacante quando se desdobra lá atrás, mesmo não sendo sua obrigação, passa despercerbido.
Resta saber ainda quem o substituirá.
Tomara que Wallyson esteja liberado.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

É sério?

E o grupo de torcedores que vai fazer cobranças da diretoria ganha manchetes nos sites da imprensa paranaense. Parece que houve até entrevista coletiva.
Aliás, é a primeira vez que vejo jornalistas como protagonistas de uma coletiva.

Atleticanos por esse mundão de Deus


Wesley, o craque atleticano do campinho de Coqueiros,
com os amigos e dominando a surrada pelota de capotão.

Meus amigos, tem mesmo atleticano em tudo quanto é canto.
Como por exemplo na comunidade quilombola de Coqueiros, na Batuba, em Guaraqueçaba. Lá, a piazada joga bola de pés descalços no campinho local. Repare só: o garoto, que parece bom de bola, está vestindo a rubro-negra.
O moleque tem até nome de jogador: Wesley.
Aliás, dizem as boas línguas da redondeza que ele é melhor do que o xará que veio de Santos.
Wesley Althendorff da Silva é filho de um dos líderes do quilombo, um sujeito chamado Exodo, e não está usando o uniforme por mero acaso. O moleque já assistiu a alguns jogos do Furacão pela TV e conta que seu sonho é era ver o Trétis ao vivo, na Baixada.
Para chegar à comunidade dos descendentes de escravos, a cerca de 40 quilômetros de Guaraqueçaba, é necessário viajar por aproximadamente uma hora para vencer o terreno acidentado, o que só é possível com veículos apropriados, como jipes ou caminhonetes.
O flagrante fotográfico é de José Gomercindo , o Gogô. E a história foi enviada pelo Polaco.

Alex Mineiro na mira. Mas tá difícil

Da Gazeta do Povo:
Os 17 minutos jogados por Raul contra o Corinthians, dia 27 de junho, na Arena, emperraram a volta de Alex Mineiro ao Atlético. Com a participação na vitória por 1 a 0 (a única do Rubro-Negro em casa pelo Brasileiro), o lateral-direito estourou o limite de seis partidas estipulado pela CBF para que um jogador possa se transferir dentro da mesma divisão do Nacional.

O camisa 2 era a moeda de troca desejada pelo Grêmio para permitir o retorno do herói do maior título da história atleticana à Baixada. Sem o envolvimento de um atleta que cubra as carências do clube gaúcho (um lateral-direito, um meia canhoto e um atacante de velocidade), não há negócio.

A diretoria atleticana voltou à carga para ter o artilheiro decisivo do Brasileiro de 2001 no início dessa semana. Primeiramente, através dos procuradores do camisa 9. Depois, em um telefonema do presidente Marcos Malucelli para o diretor de futebol gremista Luís Onofre Meira.

“O Atlético não fez nenhuma proposta efetiva e não podemos ceder o jogador assim. Financeiramente, no momento, nada nos interessaria. Só uma cessão de jogador mesmo”, diz Meira, que ainda sonhava com Raul, sem saber que a revelação não pode mais atuar por outro time no Nacional.

Com a eliminação gremista da Libertadores, Alex foi um dos jogadores mais cobrados no Olímpico, especialmente pelo gol perdido contra o Cruzeiro em Belo Horizonte, e solicitou a transferência para a Baixada. No entanto, será preciso algo significativo para fazer frente aos R$ 500 mil de luvas e cerca de R$ 200 mil mensais pagos ao camisa 9 em Porto Alegre.

“Nós não temos interesse em nos desfazer do Alex, que ainda é um jogador importante no cenário nacional. Por isso precisamos de algo muito bom em troca”, afirma Meira, apesar do insucesso do ídolo atleticano nos Pampas.

Segundo os empresários do atacante, há mais clubes de expressão no Brasil atrás do jogador (um deles é o Santos, que teria o zagueiro Fabiano Eller a oferecer). Porém, a certeza de carinho da torcida do Furacão pesa na escolha, mesmo com o Rubro-Negro em situação ruim na tabela.

“O que falta é o acerto entre as diretorias. O Alex já demonstrou o interesse em voltar para o Atlético. Agora, quando o Grêmio quer alguém do Atlético as exigências são grandes. Então, do outro lado a situação é a mesma”, diz Marcelo Robalinho, agente do avante. “O Alex sabe que pode mudar essa situação do Atlético”, emenda.

Segundo informação da Rádio Transamérica, Alex Mineiro teria estado em Curitiba e, inclusive, matriculado o filho em um colégio particular da cidade. No domingo, quando ficou no banco na vitória gremista sobre o Furacão, o jogador já havia dito a radialistas paranaenses sobre a intenção de voltar.

A torcida Os Fanáticos, maior organizada do clube, publicou uma nota no seu site exigindo a contratação de reforços. A facção também pede “todos os esforços” pelo retorno de Alex Mineiro.

“A vontade de termos o Alex de volta existe, mas a conversa não está assim tão avançada como imaginam. A operação não é fácil”, contesta o diretor de futebol Ocimar Bolicenho, alegando que o presidente Marcos Malucelli é quem está tocando as tratativas.

Ontem, durante todo o dia, Malucelli não atendeu às ligações da reportagem para comentar o assunto.
Raul, Renan e Pimba na seleção

Nome apontado como ideal pelo Grêmio para entrar no negócio por Alex Mineiro, o lateral-direito Raul irá defender a seleção brasileira sub-20 no Torneio Cidade de Puerto La Cruz, de 19 a 28 de julho, na Venezuela. Ele, o volante Renan e o meia Gabriel Pimba foram convocados ontem pelo técnico Rogério Lourenço. A disputa serve como preparação para o Mundial do Egito, que ocorre de 24 de setembro a 12 de outubro desde ano.

O grupo se apresenta no Rio dia 15 de julho e viaja para a Venezuela dois dias depois. Além do Brasil e do país-sede, Paraguai, Costa Rica, Trinidad e Tobago e Honduras disputam o torneio.

Pimba e Raul já haviam sido convocados em outras oportunidades, mas Renan ganha uma chance pela primeira vez. “É um reconhecimento do meu trabalho dentro do clube e todo atleta sonha com a seleção, mesmo sendo na base. A oportunidade está sendo dada. Só dependo de mim para ter êxito e ser lembrado na convocação do mundial”, disse o jogador, ao site do Atlético.

Os outros dois atleticanos, embora não tenham sido utilizados com frequência no time principal, esperam chamar a atenção do técnico do Furacão, Waldemar Lemos, com suas atuações na seleção.

“Representar a seleção é sempre um orgulho. Quero ir bem neste torneio, para quando retornar ao Atlético ter mais oportunidades e poder aproveitar essas chances”, explicou Gabriel Pimba.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Lemos espera por Wally; Geílson e Ticão estão de volta

Da Gazeta do Povo:

Para tentar tirar o Atlético de uma vez por todas da zona do rebaixamento do Brasileirão, o técnico Waldemar Lemos torce para que o atacante Wallyson chegue sem dores até o treinamento da próxima sexta-feira (10). Isso porque Rafael Moura, artilheiro do time na temporada 2009 com 19 gols, está suspenso e não poderá atuar na partida contra o Internacional, a partir das 16h de domingo (12).

Sem opções confiáveis para o ataque – que marcou 10 gols, mas ainda não convenceu a torcida – Lemos comemorou a volta de Wallyson. “Ótimo. Estamos fazendo treinos para readaptar o jogador. É muito bom contar com ele. Tomara que ele repita a atuação que teve contra o Náutico. Lembro muito bem dos dois gols que ele fez contra nós na época. Hoje ele foi bem no treino e vamos aguardar para ver como ele reage”, disse o treinador atleticano, em entrevista coletiva.

Recém-recuperado de uma lesão, o atacante participou nesta terça do seu primeiro treinamento coletivo e, mesmo sentindo um pouco de desconforto, promete trabalhar para poder ajudar à equipe. “Vou trabalhar forte e se der vou para o jogo. Hoje foi meu primeiro treino coletivo, corri bastante, mas senti um pouco ainda, o que é normal. Foi uma lesão grave né, mas melhorei e vou ver ainda se dá para jogar ou não”.

Independente de quem vá formar o ataque rubronegro, o técnico Waldemar Lemos pede que o time tenha a mesma postura que teve no segundo tempo do jogo contra o Grêmio (vencido pelos gaúchos por 4 a 1. “Mostramos no próprio domingo o que precisamos fazer. No segundo tempo o time teve mais atenção e conseguiu reagir, mostrando porque estava lá. Se mantiver esse espírito, vai ser muito bom para nós”.

Para tentar segurar o Inter, o treinador projeta algumas possibilidades e cogita até alterar o esquema tático antes ou durante o jogo. “Vamos fazer o que sempre fazemos, focando os treinamentos no jeito e no estilo do adversário jogar, sem esquecer de manter o nosso jogo. Se houver a possibilidade (de alterar o esquema tático), assim como fiz no Náutico contra o próprio Atlético jogando com 4 ou até 5 zagueiros, alteramos”.

Lemos reintegra dois jogadores

O atacante Geílson e o volante Ticão estão de volta ao elenco principal do Atlético. Depois de ficarem um tempo treinando em separado do elenco titular, os dois agradaram o técnico Waldemar Lemos e terão uma chance a mais de mostrar serviço neste Brasileirão.

“É uma alegria muito grande estar de volta a minha terra, ao time que me formou. Passei algum tempo fora e volto motivado. Vim aqui para trabalhar, dar o meu melhor e ajudar a equipe no que for possível", afirmou Ticão, que jogou o Paulistão pelo Ituano.

Por outro lado, outros dos jogadores que estavam treinando em separado vão jogar na Europa. Anderson Aquino, Choco, Jonatas, Alex Fraga e Gerônimo foram emprestados ao Olimpi Rustavi, novo parceiro do Furacão, terceiro colocado da última edição do campeonato nacional da Georgia.

Roda viva

Por Augusto Mafuz, comentando o solidarismo atleticano e a “geração Arena”:
Em 1995 pensei que havia superado meus traumas e desencantos no futebol. Mais ainda em 1999, com a inauguração da Arena da Baixada, e com o título de 2001.
Mas as lições diárias me ensinaram que o pensar nesse caso, e em especial tratando-se de Atlético, tem muito sentimento e pouca razão. É mais ou menos como Chico Buarque, o maior brasileiro vivo, escreveu na sua obra imortal Roda viva: “O samba, a viola, a roseira, um dia a fogueira queimou, foi tudo ilusão passageira que a brisa primeira levou”.
O que eu quero dizer pode até maltratar o passado, do qual participei intensamente. Mas é que antes de 1995 as derrotas eram a regra. E por ela, o atleticano era solidário a qualquer estado. E nem por isso era triste. É fácil ser feliz quando respeitamos os nossos valores, temos consciência dos nossos limites.
Mas no caso do Atlético é diferente: o CT do Caju, a Arena da Baixada, os títulos estaduais, as duas Libertadores, e nelas um vice, um título brasileiro, um vice brasileiro por pontos corridos, os negócios fabulosos, a presença extraordinária de Kléberson, no título mundial de 2002, e um sem-número de fatos provocantes do orgulho.
De repente, o Atlético começou um processo de esvaziamento gerencial. Acabaram os títulos, os ídolos, os negócios, tendo como resultado a luta anual para não ser rebaixado para a 2.ª divisão.
A minha geração também sofre, porque o sentimento por nossos valores não envelhece. Mas a geração Arena, cuja idade média está nos 18 anos da idade, não foi acostumada no regime do simples idealismo, da pobreza, da Baixada simplesmente romântica. Foi forjada com a audácia futurista de alguns homens, resultando no currículo impecável que o Atlético adquiriu a partir de 1995.
Eu e atleticanos da minha geração sabemos como as coisas acontecem. Mas essa juventude não, daí, no mínimo, ter o direito de ficar triste e, de vez em quando, gritar: “Queremos jogador”.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Antídoto

Da Gazeta do Povo:
Clique para ampliar.

CAP manda 5 para a Geórgia

Da Gazeta do Povo:

Estão definidos os primeiros cinco jogadores do Atlético que irão para o Olimpi Rustavi, da Geórgia. O lateral-direito Gerônimo, o zagueiro Alex Fraga, o meia Choco e os atacantes Anderson Aquino e Jonatas participarão da segunda eliminatória da Liga Europa (ex-Copa da Uefa). Antes disso porém, sem os atleticanos, o time georgiano precisa vencer o B36 Torshavn, das Ilhas Faroe, no dia 9.

A parceria do Rubro-Negro com a equipe do Leste Europeu prevê porcentagens em futuras negociações dos atletas. Todos estavam treinando com a equipe B atleticana.

“São jogadores que continuam sendo do Atlético. É o início de uma parceria que tem tudo para gerar bons frutos para o clube”, afirma o diretor de futebol Ocimar Bolicenho.

Se há jogadores deixando o CT do Caju, por ora, ainda não há ninguém chegando. O atacante Alex Mineiro, insatisfeito no Grêmio, não foi contactado. Bruno Paiva, procurador do camisa 9, alega que Alex só deixa o Olímpico para algum clube que possa dar algo em troca para o Tricolor gaúcho. Segundo Bolicenho, “existe apenas a vontade de ter o jogador, mas é uma operação muito complicada por causa dos valores”. (RL)

Comentando os comentários

Meus amigos, uma famosa frase diz que "o mineiro só é solidário no câncer". É atribuída por muitos a Nelson Rodrigues, porque citada em Bonitinha, mas ordinária, mas na verdade a autoria é de Otto Lara Rezende, jornalista e escritor mineiro. Amigo de Nelson, aliás. Há sempre a dúvida, se se trata de uma piada ou de uma verdade inapelável. Pra mim, uma galhofa. Otto estava zombando da falta de consideração dos conterrâneos, que se lixavam para o próximo. Só no câncer, e na iminência da morte, aí sim é que estendiam a mão amiga.
Deixemos os mineiros pra lá. Até porque estamos em meio a uma "semana gaúcha", cujo primeiro ato não foi nada agradável.
O fato é que os atleticanos, ao que parecem, só somos solidários na cornetagem. E participativos na derrota. Veja o post abaixo, após o fiasco de Porto Alegre: quase 100 comentários. Quanto maior a derrota, a humilhação, a dor, mais gente extravasando nos comments. Após a goleada sofrida para o Atlético-MG, foram 101 comentários.
Claro, o grito de revolta é válido, desde que coerente e respeitoso.
Mas são opiniões demais para ler todas e comentá-las.
Entre elas, muitas das mesmas sugestões de protestos daqueles que nunca se concretizam, com caminhadas épicas rumo ao CT para inquirir atletas, comissão técnica e diretoria - ainda bem, porque acho tal medida de uma inutilidade rotunda.
Um ou outro citaram matéria publicada na Furacao.com a respeito do Movimento Atlético Mais Futebol, criado por um grupo de sócios com o objetivo de "cobrar todas as promessas feitas pela direção do Atlético Paranaense durante a campanha para as eleições do clube no final do ano passado".
Fica dado aqui o recado sobre a ação do grupo oposisionista, embora ache o momento inoportuno para lançar tal iniciativa, aproveitando a fragilidade da direção diante de momento tão ruim do time no campeonato.
E, no geral, inúmeras mensagens de indignação com a esquadra rubro-negra. Que, apesar da troca de peças partida atrás de outra, não se encontra. Não tem um padrão tático. Toma gols bisonhos. E que cria tão pouco.
Protestos e ações oposicionistas à parte, fica aqui a dica deste modesto guerrilheiro à diretoria. É tão fácil resolver tudo isso. São duas ou três contratações. Apenas isso: duas ou três. Um zagueirão, um segundo-volante e um bom meia, ou atacante. Parece que Julio dos Santos vai embora. Pois que não se acanhem: podem dispensar mais uns 5 do elenco, tranquilamente, desde que tragam alguém melhor para o lugar. E não fazer como foi feito recentemente, quando foram embora os "meia-boca" e trouxeram como reposição os "boca nenhuma". Pra se ter uma ideia, acho que nenhum dos atacantes contratados até agora substituem à altura o Lima, ou mesmo o Julio César. Talvez Eduardo queime minha língua. Mas, pelo pouco que pude ver, não é melhor do que nenhum dos atacantes dispensados.
Às vezes, é preciso de um "choque de gestão", termo tão na moda no poder público.
No caso do futebol atleticano, um choque de qualidade técnica.

domingo, 5 de julho de 2009

Mais um fiasco para a coleção

É, meus amigos, tivemos que assistir neste domingo a mais um grande fiasco destes jogadores que vestem a camisa do Atlético. Vou te contar: levar três gols nos primeiros 12 minutos de partida não é pra qualquer um não, tem que fazer muito esforço!
Com a goleada sofrida diante do Grêmio hoje no Olímpico, o Furacão assume a ponta quando o quesito é a pior defesa do campeonato: foram 19 gols tomados em 9 rodadas. Que beleza.
Só sei que, enquanto em mais de meio time, dos laterais, passando por volantes, meias e chegando aos atacantes, já foram trocadas as peças por várias vezes atrás da melhor formação, a nossa zaga continua lá, impávida, intocável. Hoje Rhodolfo foi muito mal, e nem vi a cor do Antônio Carlos nos lances dos gols do adversário. Pelo menos o jovem Manoel, que começou meio perdido, logo tomou conta do pedaço e já mostra que tem condições de ganhar uma vaga como titular.
Mesmo assim, como eu já disse há mais de um mês, ainda falta um zagueirão, tipo xerife mesmo, um cara experiente, que organize a casa ali atrás, que tenha voz de comando, que passe tranquilidade aos mais jovens.
Mudanças são necessárias, senão vamos seguir como a pior zaga do Brasileirão até o seu final.
Infelizmente, não é só de um zagueiro que o Atlético precisa. Nem vou começar a enumerar quais são os reforços necessários porque a lista é grande.
E vamos nós, seguindo novamente o nosso calvário, receber na próxima rodada um dos líderes do campeonato, o Inter. Com o garrote no pescoço e mais do que nunca pressionados para conquistar uma vitória - até porque seguimos na maldita zona de rebaixamento e vemos nossos adversários subirem na tabela a cada rodada.
Pelo menos teremos a volta do Leão Valencia e possivelmente do possesso Wallyson. Mas Rafael Moura, suspenso, não enfrentará o Inter.
Troféu
ZIQUITA
Márcio Azevedo.
Troféu
TIÃO MACALÉ
Rhodolfo e Zé Antônio.

sábado, 4 de julho de 2009

Uma certa tarde de domingo na Baixada...



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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Dois Rafas e um Manolo contra o Grêmio

Manoel, o "Manolo", será titular contra os gaudérios.
Da Gazeta do Povo:
O técnico Waldemar Lemos definiu nesta sexta-feira (3) o time titular do Atlético que enfrenta o Grêmio, domingo (5), a partir das 16h, no estádio Olímpico. Totalmente recuperado de uma lesão no tornozelo, Rafael Moura, o artilheiro do time na temporada com 18 gols, foi confirmado pelo comandante rubro-negro no ataque ao lado de Marcinho.

As mudanças no time não param por aí. No sistema de contenção o time terá a presença de Rafael Miranda no lugar de Valencia, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Outro que também não poderá jogar por suspensão é o zagueiro/artilheiro Rafael Santos, que abre espaço no sistema defensivo para o jovem Manoel, destaque atleticano na Copa SP de juniores.
Com 19 anos, 1,79m e 82kg, o jovem de Bacabal (MA) dribla a saudade da família para aproveitar a boa chance no time principal do Furacão. "Todo domingo eu ligo para falar com a minha família, mas só no final do ano que passo um mês de férias lá e vejo todo mundo. Ainda mais hoje que dei entrevista, vou falar para a minha mãe que estou feliz e acho que ela vai até chorar", brincou o jogador durante a coletiva.
O comandante rubronegro pediu a Manoel tranquiilidade para que o jogador renda o que dele se espera. “Ele pediu para termos tranquilidade. Não precisamos ter medo deles e é para jogar tranquilo, assim como se estivesse no júnior. Ele me passou moral, então estou bem confiante para jogar", disse.
Neste sábado (4) o time realiza um treino recreativo e viaja para Porto Alegre no período da tarde.
O time que treinou nesta sexta foi a campo com Vinícius, Rhodolfo, Antônio Carlos e Manoel; Zé Antônio, Chico, Rafael Miranda, Paulo Baier e Márcio Azevedo; Rafael Moura e Marcinho.

De malas prontas

Do blog da jornalista Nadja Mauad:
O Furacão prorrogou automaticamente o contrato com o meia Julio dos Santos por dois anos e ele será emprestado por um ano para o Cerro Porteño. O objetivo é que o meia volte a atuar bem para defender a Seleção do Paraguai na Copa do Mundo de 2010. Com a saída de Julio dos Santos, o Atlético já está atrás de outro meia.

Philco patrocinará o CAP até o final do ano

Parceria mantida: a logomarca Philco ficará estampada na camisa rubro-negra até o final do ano.
A boa notícia vem do site oficial do CAP:
O Atlético Paranaense e a Philco oficializaram nesta sexta-feira uma parceria para estampar a marca Philco na camisa do Furacão até o final do ano. Essa é a continuação da parceria realizada para as partidas contra Corinthians e Palmeiras, pelo Brasileiro.
Para o presidente do CAP, Marcos Malucelli, "essa conquista é muito importante para o Atlético Paranaense. Esse patrocínio comprova que estamos no caminho certo e sabemos onde queremos chegar", disse Malucelli.

A união entre Atlético Paranaense e Philco se encaixa na prática do Clube de associar sua marca à empresas conceituadas e referências no mercado em que atuam. "O CAP tem um planejamento a longo prazo. Temos uma estratégia de marketing que está dando certo. Nosso interesse é promover parcerias duradouras e que acarretam benefícios para ambas as partes", afirmou Henrique Gaede, diretor do Departamento de Marketing do Atlético Paranaense.
  • E aí, gostou? Opine!

Atlético pega o Botafogo na Sula

Da Furacao.com:
O primeiro adversário do Atlético na Copa Sul-Americana de 2009 será o Botafogo. O sorteio foi realizado na tarde desta sexta-feira no centro de convenções da competição, em Luque (Uruguai). Se passar pela equipe carioca, o Rubro-Negro enfrenta o vencedor de Zamora (VEN) e uma equipe equatoriana, ainda não definida.

A Copa Sul-Americana não terá a participação de times da Concacaf (Confederação de Futebol Norte-Centro-Americana e do Caribe). A tabela com horário e dia das partidas ainda não foi divulgado pela Conmebol.

Dos times do Brasil, o Internacional já está garantido nas oitavas de final por ter sido o campeão no ano passado. Confira os confrontos dos brasileiros na Copa Sul-Americana de 2009:

Atlético-PR x Botafogo

Vitória x Coritiba
Fluminense x Flamengo
Atlético-MG x Goiás
Retrospecto

A melhor campanha do Atlético na Copa Sul-Americana aconteceu em 2006. Na 1ª fase, o Furacão passou pelo Paraná Clube com duas vitórias - 3 a 1 no Pinheirão e 1 a 0 na Arena. Depois, eliminou o River Plate com uma vitória na Argentina e um empate em Curitiba. Nas quartas de final, o Rubro-Negro venceu duas vezes o Nacional do Uruguai - 2 a 1 e 4 a 1. Nas semifinais, porém, o Rubro-Negro perdeu para o Pachuca, que se tornaria o campeão daquela edição.

Nas outras participações, o Atlético foi eliminado logo no início. Em 2008, o Furacão passou pelo São Paulo nos pênaltis após dois empates sem gols. Porém, o Rubro-Negro caiu já na fase seguinte. Após empate com o Chivas por 2 a 2 no México, o Atlético perdeu por 4 a 3 na Arena.

No ano de 2007, o desempenho do Furacão foi ainda pior. Ele perdeu as duas partidas para o Vasco - 4 a 2 na Arena e 2 a 0 em São Januário - e foi eliminado já na primeira fase.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Moura se recupera bem e deve jogar

Da Gazeta do Povo Online:

O tratamento fisioterápico superintensivo encarado pelo atacante Rafael Moura nos últimos três dias para tratar uma lesão no tornozelo parece ter dado resultado. O jogador do Atlético não participou do treinamento coletivo realizado na manhã desta quinta-feira (2) no CT do Caju, mas treinou normalmente no período da tarde, não sentiu dores e está praticamente liberado pelo departamento médico do Furacão.

Em entrevista à Gazeta do Povo On-line, o médico rubronegro Edilson Thiele garantiu que se não sentir dores nesta sexta, Moura está liberado para jogar contra o Grêmio. “A melhora do Rafael foi impressionante. Fizemos alguns trabalhos, trocamos a palmilha que ele vinha usando e melhoramos sua pisada. Ficamos surpresos com a rápida recuperação e tenho certeza de que ele vai para o jogo”, disse.

A melhora de Moura não aconteceu apenas pelos trabalhos de recuperação enfrentados pelo jogador. Para Thiele, a dedicação do atacante durante a semana foi a chave do sucesso de sua recuperação. “Ele trabalhou de manhã, a tarde e a noite. Tem jogadores que não dão muita importância, mas ele teve muita vontade de melhorar para ajudar o time e isso ajudou muito em sua melhora”.

O médico atleticano revelou ter se tornado um admirador de Rafael Moura. Para Edilson Thiele, ao contrário do que muita gente pensa, o atacante tem um comportamento exemplar no elenco rubronegro. “Por ele ser tímido e ficar na dele, o pessoal o taxa de antipático e displicente. Mas o Rafael é 10. Ele, assim como Valência, é um dos caras mais raçudos para jogar, treinar e se recuperar que já vi”, elogiou.

Sem saber ainda se poderia contar com Rafael Moura, o técnico Waldemar Lemos escalou Eduardo no ataque ao lado de Wallyson. Com a liberação de Moura, a dupla de ataque de domingo deve ser novamente formada por Rafael Moura e Wallyson.

Uma nova dupla de ataque

Da Furacao.com:
Com a lesão de Rafael Moura no ligamento do tornozelo, o técnico Waldemar Lemos optou por escalar o atacante Eduardo nos trabalhos de hoje.

Outra novidade, com relação ao time que venceu o Campeão da Copa do Brasil no último final de semana, foi a saída de Wesley para a entrada de Marcinho.

O onze titular dos treinamentos de hoje foi formado por Vinícius, Rhodolfo, Antônio Carlos e Manoel, Zé Antônio, Rafael Miranda, Chico, Paulo Baier e Márcio Azevedo, Marcinho e Eduardo.

Rafael Moura será reavaliado nesta sexta-feira quanto às condições físicas. Se não houver liberação do Departamento Médico, o atleta fica à disposição do técnico Waldemar Lemos. Entretanto, a situação não é das melhores para o artilheiro do Paranaense 2009, pois Rafael Moura passou a semana inteira realizando tratamento médico e ainda não participou de nenhuma atividade tática com o grupo. A comissão técnica ainda não definiu a participação de He-man na importante partida diante do Grêmio, neste domingo, às 16h00, em Porto Alegre.

Choco espera uma chance

Do Bem Paraná:
Recuperado da lesão que o afastou por sete meses dos gramados, o meia-atacante Choco espera ganhar uma chance no Brasileiro. Ele passou por uma cirurgia de ligamento cruzado em 7 de dezembro de 2008 e agora está treinando no CT do Caju. “Não aguento mais ficar sem jogar. Infelizmente sofri essa lesão no fim do ano passado, mas agora tudo passou e quero recuperar meu espaço, primeiro no Atlético e depois quem sabe na seleção”, lembrou o jogador numa referência ao mundial sub-20, que irá acontecer em setembro no Egito. Choco já foi convocado várias vezes para as seleções sub-15 e sub-17. Jogou até o Pan-Americano do Rio, em 2007.
Encostados

Além de Choco, outros cinco jogadores continuam treinando em um grupo separado no CT do Caju. São eles os atacantes Anderson Aquino, Geílson, Jonatas e Pedro Oldoni e o lateral Gerônimo (revelado nos juniores). Oldoni acabou de retornar de empréstimo ao Valladolid, da Espanha.

O desempenho de Waldemar

Da Gazeta do Povo:

Se o Waldemar Lemos Futebol Clube estivesse disputando o Brasileiro, seria o quarto colocado, com 15 pontos e apenas uma derrota em oito rodadas. O aproveitamento do técnico do Atlético no Nacional – somando também as partidas à frente do Náutico – é de 62,5%. Desempenho que se mantido até o fim da competição poderia levar a equipe fictícia à Libertadores.

O treinador comandou o Timbu em cinco partidas e o Furacão em três. Ao todo, contabiliza quatro vitórias, três empates e somente uma derrota. Coincidentemente, o único revés foi exatamente contra o Grêmio (3 a 0, pelo time pernambucano), próximo adversário rubro-negro, domingo, em Porto Alegre.

Waldemar ainda não tinha atendado para o bom retrospecto individual na disputa. Bem humorado, ele sempre considera as entrevistas coletivas como uma prova. Dessa vez, indagado pelos números que ostenta no Brasileirão, crê que passou com louvor no teste.

“Não tinha prestado atenção nisso ainda. Fiquei bem na foto. Passei na prova e sem cola”, brinca o técnico, invicto pelo Furacão com um empate (Palmeiras) e duas vitórias (Sport e Corinthians). “Com certeza isso (bom desempenho) é importante, mas não posso ficar preso apenas nisso”, pondera.

Adepto de um sistema de trabalho que considera diferenciado, o técnico chamou a atenção dos jogadores desde sua chegada (10 de junho). Especialmente pela intensidade e exigência dos treinos. Não há tarde em que as atividades terminem antes de anoitecer no CT do Caju.

“É um ritmo de treino forte, que exige muito, mas que também dá liberdade de tentar, errar, desde que faça o que é pedido. Essa carga está fazendo diferença dentro de campo”, admite o meia Marcinho.

Apesar de nitidamente existirem diferenças nas cargas de trabalho da atual e da antiga comissão técnica, ninguém no Rubro-negro admite criticar o estilo de Geninho. Até mesmo Waldemar Lemos vê na adoção de seus métodos a sequência do que era feito pelo antecessor.

“O Geninho colocava os ingredientes dele. Eu cheguei e coloquei os meus. Somando aos ingredientes dos jogadores, é uma grande sopa que está dando certo”, compara Lemos.

Para não estragar o sabor do sopão, o técnico terá de elevar os números do Atlético para bem próximos dos do Waldemar FC. Afinal, por enquanto, o Rubro-Negro beira a zona de rebaixamento.

Sete bobagens capitais

Peçanha, colaborador e conselheiro do blog, está indignado. Leu, através da Furacao.com, uma reportagem da ex-grande revista Placar que traz os "Sete pecados capitais" do Furacão. Segue o e-mail enviado por ele ao blog:

Caro Guerrilha
Não sei se já leste esta reportagem da Placar. Uma análise pobre como há tempos eu não via. Pois bem, segue abaixoa tal matéria com meus comentários em vermelho. Faça bom proveirto. Abs, Peçanha.


No olho do Furacão

As primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro apontam o Atlético-PR como candidato ao rebaixamento. Clube exemplar até 2005, o Furacão entrou em queda livre por cometer sete pecados capitais que a bola não perdoa. Saiba quais são eles:

1. Menores abandonados: Opção por parcerias fez o clube descuidar das categorias de base. Caiu a qualidade das revelações.
Descuidar das categorias de base?? O Atlético foi vice-campeão da Copa SP de Juniores 2009, bicampeão da Copa Tribuna de Juniores 2008-2009, Campeão da Copa Belo Horizonte 2006, campeão estadual juvenil, campeão da Copa Saprissa... O cara que escreveu esta asneira só pode estar louco ou mal-informado!
2. Dança dos técnicos: Métodos de trabalhos diferenciados criaram times sem um padrão tático e com jogadores mal preparados. Entre 1995 e 2009, foram 49 treinadores, média de um técnico a cada três meses.
Times sem padrão tático e com jogadores mal preparados entre 1995 e 2009? Justamente nesse período o Atlético conquistou seus principais títulos: campeão brasileiro séries A e B, vice-campeão da América, tricampeonato estadual. Nesse período, foi um dos principais reveladores de talentos do país, vários deles chegando à seleção. Se foram mesmo 49 técnicos no período (não parei pra contar, mas aposto que estão contabilizando os auxiliares que ocuparam o cargo interinamente por uma ou duas partidas, inflacionando a estatística) há que se concordar com o exagero, mas não há qualquer base para afirmar quer isso criou times sem padrão e com jogadores mal preparados.
3. Tijolos em vez de chuteiras: A reforma da Arena da Baixada para a Copa de 2014 não sairá por menos de 150 milhões de reais. Com investimento em tijolos, as chuteiras ficam em segundo plano.
O Atlético investiu na construção da Baixada em 1999 e em 2000 se classificou pela primeira vez para a Libertadores. No ano seguinte, em 2001, foi campeão brasileiro.
4. Guerra dos cartolas: O atual presidente, Marcos Malucelli, e o ex-manda-chuva, Mário Celso Petraglia, viraram inimigos. A política tumultuou o clube.
No ano passado o Atlético já era apontado como favorito ao rebaixamento. E em 2007 também. Antes da cisão entre Petraglia e Malucelli. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.
5. Dívida: O Atlético sempre apresentou superávit. No entanto, em fevereiro, veio a tona um déficit de quase 25 milhões de reais.
Assim como a maioria dos clubes. O Flamengo, por exemplo, tem déficits anuais secessivos e crescentes desde que me conheço por gente.
6. Amadorismo: Cargos como vice-presidente de futebol e diretor de futebol foram abolidos por anos a fio no Atlético. Outros setores do clube se profissionalizaram, mas o futebol não.
Ocimar Bolicenho é o quê? E Alberto Maculan? E Edinho Nazareth? E o Luiz Fernando Cordeiro? E o próprio Malucelli, no final do ano pasado?
7. Panelinhas: Jogadores mais antigos no clube não têm convivência fácil com os novatos. Faltam líderes que unam o elenco.

Com base no quê essa afirmação? Quem são os "novatos" que não se adaptam com os "mais antigos"?
Como se vê, caro Guerrilha, essa reportagem foi, como diria Requião, movida por má fé cínica ou por ignorância cega. São sete grandes bobagens, escritas ao mesmo por uma só pessoa. Pecado capital é uma revista que se diz especializada publicar uma análise ordinária dessas. Realmente a queda de qualidade técnica do time nos últimos anos merece uma profunda reflexão. Mas não essa porcaria que saiu na Placar.
•••
Pois não é que, novamente, o Peçanha tem razão?

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Furacão em Porto de Galinhas

Enviado por Mohamad Youssef:
Olá Guerrilheiro

Sou acompanhante assíduo de seu blog e o parabenizo pelo excelente trabalho.

Tenho uma contribuição a fazer, no mês passado passei uma semana em Recife, Pernambuco.
Na praia de Porto de Galinhas, que usava este nome pois durante a escravatura os navios traziam negros escravos via tráfico e falavam que os navios apenas continham galinhas atracavam no porto desta região.
Para burlar esta imagem ruim da escravatura a população local resolveu encher as avenidas com várias esculturas gigantes de galinhas.
Na frente de um restaurante japonês uma galinha de olho puxado esculpida, na frente de um cabeleireiro uma galinha de bobs no cabelo e assim por diante. Existem várias delas esculpidas na cidade e eis que me deparei na frente de um bar chamado, BarCaixeira com uma galinha de 1,5 metro com a camiseta do Atlético Paranaense, a única galinha com a camiseta de um time de futebol. Obviamente entrei no bar e o garçom falou que era um fanático de Curitiba o dono do bar.
Eis as fotos em anexo para vc se quiser postar. É o Atlético criando amor do Oiapoque ao Chuí.
Abraço
Mohamad

•••

Valeu, Mohamad!

Te cuida, Ceará

O Furacão teve um expressivo número de apostas no concurso nº 70 da Timemania, ficando na 14ª colocação na semana passada. O total de apostas não contempla os bilhetes comprados no domingo, dia da final da Copa Tribuna, em frente à Baixada - estes já são referentes ao concurso 71.
No acumulado do ano o Furacão não saiu da 18ª posição, mas aproximou-se ainda mais do 17º colocado, o Ceará. Veja os números:
Concurso 70
Colocação Time UF Nº de Apostas Percentual
FLAMENGO RJ 53.954 7,57
CORINTHIANS SP 46.808 6,57
GREMIO RS 31.060 4,36
PALMEIRAS SP 31.053 4,36
SAO PAULO SP 28.310 3,97
SANTOS SP 28.205 3,96
INTERNACIONAL RS 28.092 3,94
VASCO DA GAMA RJ 24.096 3,38
CRUZEIRO MG 22.386 3,14
10º BOTAFOGO RJ 20.146 2,82
11º ATLETICO MG 18.949 2,66
12º FLUMINENSE RJ 18.649 2,61
13º BAHIA BA 15.312 2,14
14º ATLETICO PR 11.424 1,60
15º FORTALEZA CE 11.277 1,58
16º CORITIBA PR 11.098 1,55
17º VITORIA BA 11.010 1,54
18º GOIAS GO 10.089 1,41
19º CEARA CE 9.233 1,29
20º SPORT PE 9.002 1,26

Acumulado 2009

Colocação Time UF N° de apostas Percentual
FLAMENGO RJ 2.063.186 6,81%
CORINTHIANS SP 1.848.173 6,10%
SAO PAULO SP 1.315.105 4,34%
PALMEIRAS SP 1.309.600 4,33%
GREMIO RS 1.204.248 3,98%
SANTOS SP 1.108.667 3,66%
INTERNACIONAL RS 1.067.829 3,53%
VASCO DA GAMA RJ 988.098 3,26%
CRUZEIRO MG 924.263 3,05%
10º BOTAFOGO RJ 839.225 2,77%
11º FLUMINENSE RJ 746.504 2,47%
12º ATLETICO MG 730.884 2,41%
13º BAHIA BA 654.613 2,16%
14º FORTALEZA CE 489.393 1,62%
15º GOIAS GO 462.646 1,53%
16º VITORIA BA 447.244 1,48%
17º CEARA CE 392.152 1,30%
18º ATLETICO PR 385.573 1,27%
19º CORITIBA PR 376.089 1,24%
20º SPORT PE 374.700 1,24%

Vamos continuar apostando, moçada!