Segundo o repórter Osmar Antônio, da rádio Banda B, o meia paraguaio Julio dos Santos estaria insatisfeito no Furacão, devido às poucas oportunidades no time titular, e já prepara seu retorno ao Paraguai. De acordo com o setorista, o próprio jogador já admitiu que algumas equipes de seu país demonstraram interesse na sua contratação. Infelizmente, é mais um meia cuja contratação criou extrema expectativa na torcida e que não conseguiu se firmar. Talvez, se tivesse tido uma sequência maior, pudesse ter assumido de vez uma vaga no time. Mas, no futebol, não existe talvez. Algumas jogadas de Julio ficarão marcadas na memória dos atleticanos, como o fenomenal drible no volante do ABC ou o golaço contra o Foz do Iguaçu. Assim como a ausência de atitude em jogos mais importantes e a costumeira lentidão. Não acredito que, a esta altura, Dos Santos tenha mais oportunidades do que já teve. Portanto, mais do que natural seu desejo de voltar ao Paraguai.
Meus amigos, temos pela frente mais uma Semana Gaudéria, pois no próximo domingo voltaremos ao Rio Grande para jogar novamente contra o Grêmio.
Se já encaramos uma "Batalha do Olímpico" em 2007, e se na Baixada após o famoso jogo do Olé a gauchada partiu para a ignorância, os tempos agora são de paz. Portanto, bandeira branca, tricolores gaudérios!
E, para manter a tradição, em semana de partida contra o time dos pampas nós publicamos o vídeo com o famoso e inesquecível "Melô do Gremista". Curtam esse som!
Após a vitória sobre o Corinthians, no último sábado, na Baixada, os jogadores ganharam dois dias de folga. Porém, o atacante Rafael Moura já iniciou as suas atividades da semana. O jogador sofreu uma entorse no tornozelo direito e teve que ser substituído no segundo tempo da partida contra o Corinthians. Na manhã desta segunda-feira o atleta já iniciou as sessões de fisioterapia no CECAP. "O Rafael (Moura) teve uma entorse na partida contra o Corinthians e está com uma lesão parcial no ligamento interno do tornozelo direito. Ele fará tratamento intensivo de manhã, de tarde e de noite para ter condições de jogo contra o Grêmio, no domingo", revelou o médico atleticano Edílson Thiele.
O vice-presidente de futebol Fernando Carvalho convocou uma coletiva de imprensa na tarde desta segunda para apontar uma série de erros da arbitragem que beneficiaram o Corinthians na Copa do Brasil. Para tanto, o dirigente utilizou um vídeo que reuniu vários lances de jogos da equipe paulista na competição.
A apresentação, que foi acompanhada por dezenas de jornalistas, começou com a exibição do emblemático pênalti sofrido por Tinga, no Pacaembu, no Brasileirão de 2005. Naquela oportunidade, o árbitro Márcio Rezende de Freitas não marcou a penalidade e ainda expulsou o jogador colorado por suposta simulação. Somado ao escândalo da arbitragem na edição daquele ano, que motivou a anulação do resultado de diversas partidas, o equívoco foi extremamente danoso ao Inter, que acabou ficando com o vice-campeonato.
“Na época não reclamamos. Mas agora resolvi pesquisar e percebi que vários erros vêm se repetindo em favor do Corinthians. Por isso fizemos este compêndio, para enfatizar lances que já ocorreram. Nada é novo. Tudo foi repercutido pela crônica especializada, inclusive em São Paulo”, justificou Fernando Carvalho.
Todas as imagens exibidas foram extraídas de programas esportivos. A apresentação começou com o lance do pênalti inexistente marcado contra o Itumbiara, no jogo válido pela segunda fase da Copa do Brasil. Em seguida, o vídeo mostrou que o time do Parque São Jorge foi beneficiado com dois pênaltis inexistentes marcados contra o Atlético-PR, na Arena da Baixada, pelas oitavas de final. O time curitibano vencia por 3 a 0, mas a vantagem foi diminuída para 3 a 2 graças aos erros do árbitro, que também deixou de marcar um pênalti em favor do Atlético-PR.
A apresentação também trouxe à tona a partida contra o Vasco da Gama, na qual juiz deixou de marcar um pênalti claro para a equipe carioca. O resultado de 0 a 0 no Pacaembu acabou servindo ao Corinthians, que avançou à final.
Para encerrar o compêndio, foram mostrados vários lances do primeiro duelo da final da Copa do Brasil, no Pacaembu. A começar pela falta que originou o segundo gol do Corinthians, que foi claramente cobrada com a bola em movimento. Todas as imagens foram exibidas com o áudio original, no qual os comentaristas reiteravam o erro cometido pelo árbitro. A seguir, foi mostrado o pênalti sofrido por Alecsandro, quando o placar ainda estava 0 a 0. Além de um impedimento mal marcado de Taison, a edição também destacou as sucessivas faltas cometidas Elias, Jorge Henrique e Chicão, que nem sequer renderam cartão amarelo.
“O meu objetivo é chamar a atenção da opinião pública. Só posso entender que existe um inconsciente coletivo que beneficie o Corinthians sistematicamente. Sei que vou ser muito criticado, mas é a primeira vez que faço isso. Deixo a pergunta no ar: por que o Corinthians tem que ser beneficiado sempre?”, indagou Carvalho ao final da apresentação.
O dirigente também exibiu uma faixa que recebeu de um torcedor corintiano, que já dá o Corinthians como tricampeão da Copa do Brasil. Por fim, Carvalho fez um apelo: “Espero que o árbitro apite o jogo desta quarta-feira com isenção. Não quero facilitações, mas também não quero que o Inter seja mais uma vez prejudicado contra o Corinthians”, disse.
O trio da arbitragem para a grande decisão da Copa do Brasil será o mineiro Ricardo Marques Ribeiro, o baiano Alessandro de Matos e o paranaense e Roberto Braatz.
Convivendo com sérias leões no joelho direito, o lateral–direito Nei está pronto para tentar mais um retorno aos gramados. Aos 23 anos, o jogador, que já foi convocado por Dunga para a seleção olímpica brasileira em 2008, iniciou nesta segunda-feira (29) um regime de concentração total no centro de treinamento do Atlético. Do CT do Caju o jogador só sairá no próximo sábado.
O objetivo é intensificar os trabalhos técnicos e físicos para que na semana que vem ele possa estar à disposição do técnico Waldemar Lemos. “Não aguento mais isso, cara. Preciso voltar a jogar. Estou animado e acredito que dessa vez não terei problemas”, disse. O lateral-direito avisou que está cansado de ficar apenas na arquibancada sem poder ajudar os companheiros.
Desde que se machucou pela primeira vez, em agosto de 2008, na vitória por 5 a 0 diante do Ipatinga, na Arena, Nei coleciona tentativas de retornos frustradas por dores e nova lesão do mesmo joelho direito que teve o rompimento do ligamento cruzado anterior. “Tentei voltar, mas tive azar de me lesionar novamente no mesmo joelho. Mas o problema é diferente. Agora me recupero de lesão na patela”, explicou o jogador, que ainda tentou voltar após seis meses da primeira operação, mas tornou a sentir dores.
“Olha, vou te falar: Teve momentos que temi pela minha carreira. Além dos problemas no joelho, tive de trabalhar o psicológico. Vivia um momento bom no Atlético, tinham as convocações para a seleção e tudo mais. No começo me revoltei um pouco. Pensava que só acontecia comigo, mas conversando com os médicos e os companheiros fiquei mais tranquilo”, garantiu.
Recuperado da segunda cirurgia para corrigir a fratura de patela do joelho direito, realizada pelo médico do Atlético, Edílson Thiele, no início de junho, o lateral garantiu que está pronto para brigar pela posição no time.
“Bom, a briga será boa na lateral-direita. Tem o Raul, que é um menino que joga muito. Tem o Alberto, que não preciso nem falar da qualidade dele. Não podemos nos esquecer do Zé Antônio, que mesmo improvisado vem dando conta do recado. Eu sou o último da lista. Começo como terceira opção, aliás, quarta porque ainda tem o Douglas Maia que é outro excelente jogador”, enumerou os rivais pela posição.
Estava lendo a reportagem da Gazeta do Povo sobre a violência infiltrada nas torcidas organizadas e me deparei com uma declaração deplorável dada pelo gerente de Marketing dos coxas, Osvaldo Dietrich, mais conhecido como Porks. Diz o trecho da reportagem:
Os “organizados” dizem existir um código de “ética” em relação ao torcedor comum. “Há alguns anos entramos no ônibus em umas 200 pessoas e havia dois atleticanos. Mandamos tirarem a camisa e irem lá para a frente e tudo bem”, exemplificou Osvaldo Dietrich, ex-presidente da Império e hoje no departamento de marketing do Coritiba. Se a dupla fosse da organizada rival? “Porrada”, afirmaram torcedores que acompanhavam a entrevista.
Mas quem é esse infeliz pra “MANDAR” alguém tirar a camisa, seja lá de que time for, e sair do lugar de onde tem todo o direito de ficar sentado dentro de um ônibus, pois pagou para estar ali? Este cara já ouviu falar em direitos individuais? E ele fala isso assim, às claras, na maior cara-de-pau? E ainda se orgulha? Deus do céu, como pode um idiota deste porte ser diretor de um clube de futebol, em plena época em que a sociedade se mobiliza para pôr fim à violência entre torcedores? Pra quem não se lembra, este Porks é o mesmo “gerente de marketing” que autorizou o “espetáculo” de jogar pó de extintor na torcida do Atlético durante um Atletiba no Couto Pereira, ano passado. Atitude idiota que resultou, é óbvio, numa reação violenta e em quebra-quebra no estádio. Também é o mesmo que, no ano passado, aprovou o quebra-quebra promovido pela torcida dos coxas em Florianópolis, e disse que “se lá estivesse faria o mesmo”. Me admira que o presidente dos coxas, um senhor que já passou pelo Ministério Público, mantenha um bolha destes como funcionário do clube. Olha, eu morro e não vejo tudo...
A vitória do Sport contra o Grêmio, no finalzinho da partida, deixou o Atlético em uma situação inusitada na tabela.
O rubro-negro pernambucano chegou aos 8 pontos - assim como o CAP e o Náutico. Como tem melhor saldo de gols, o Sport fica com a 15ª colocação. Já Atlético e Náutico, que empatam em número de vitórias, saldo de gols e número de gols marcados, dividem a 16ª colocação, à frente apenas dos coxas, do Avaí e do Botafogo. Como o próximo critério de desempate no regulamento do campeonato é o confronto direto, e nós entregamos o jogo para o Timbu em plena Baixada, então teoricamente permaneceríamos ainda dentro da malfadada zona de rebaixamento, na 17ª colocação. Mas, ôpa! Ainda tem mais farinha nesse angu! O regulamento também diz que "para efeito do quarto critério de desempate (confronto direto entre dois clubes), consideram-se os resultados dos jogos de ida e volta somados". Portanto, como Atlético e Náutico só se enfrentaram uma vez, e o jogo "de volta" só ocorrerá no segundo turno, este critério já pode ser considerado? Me parece que não. Então, consideremos o próximo critério: menor número de cartões vermelhos recebidos. Aí finalmente estamos melhor; então o Náutico é quem vai pra zona. Por isso, a tabela do Globoesporte.com coloca o Atlético na 16ª colocação, à frente do Náutico. Assim como a do UOL. Pelo menos por isso valeu à pena o fair-play! Entendeu essa zona toda?
O regulamento e os critérios de desempate.
De qualquer maneira tem o seguinte: essa questão é totalmente pro forma neste momento do campeonato. Até porque o próprio regulamento afirma que estes critérios todos só são válidos ao término da competição. O que importa é ter a noção de que o Atlético ainda está ali, com um pé na zona de rebaixamento e a apenas dois pontos do lanterna Botafogo. Pra sair de vez desta situação, só emplacando mais uma boa série de resultados. Waldemar Lemos conquistou 7 em 9 pontos disputados sob seu comando. Se conseguir a proeza de repetir a dose nos próximos 3 confrontos, o Atlético encosta ali no bolo que disputa uma vaga na Libertadores. A missão, frise-se, é bastante difícil. Os próximos adversários são Grêmio (fora), Inter (casa) e Santo André (fora). Conseguiremos conquistar mais sete pontos?
Estava eu dando uma olhada nos álbuns de fotos da Furacao.com e do Atlético Paranaense no Flickr e me deparei com esta raridade:
Não tem data, nem qualquer informação. Dos atletas da foto, reconheço o Nílson "Bocão" Borges (agachado, o último à direita com a camisa do CAP) e Zé Roberto (agachado, ao centro). E você, reconhece mais alguém? Vamos tentar escalar este time!
Para acessar os álbuns do CAP no Flickr e fazer parte das comunidades Furacao.com e Atlético Paranaense clique aqui e aqui.
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Post Scriptum
O leitor César matou a pau na escalação do time da foto:
Em pé: Charrão, Amauri, uma torcedora do CAP, Jair Henrique, Muca, Bellini e Gilberto.
Abaixados: Dorval, Milton Dias, Zé Roberto, Paulista e Nilson Borges.
Foi em 1968, ano que o Furacão fez um grande Brasileiro, que na época chamva-se Torneio Roberto Gomes Pedrosa. Disputamos os jogos na Vila Capanema e vejam só alguns resultados: 3x2 no Santos de Pelé, 4x0 no Corinthians, entre outros.
Um bom público esteve na Baixada para prestigiar a garotada bicampeã. (Foto: Gustavo Rolim/Furacao.com)
Como diz o ditado, é de pequenino que se ensina a coxarada.
E, assim como no ano passado, o Furacãozinho venceu os coxas na final da Copa Tribuna e ficou com a taça. Desta vez por 2 a 0 (gols do artilheiro Eduardo Salles e do zagueiro Ronaldo), para a alegria dos cerca de 5 mil atleticanos que foram à Baixada nesta manhã de domingo.
No primeiro turno, vale lembrar, o rubro-negro já havia vencido os coxinhas por 4 a 0.
O grande destaque da final de hoje foi o meia Gabriel Pimba. Se jogasse metade do que jogou hoje nos time principal, seria titular da meia-cancha. O Furacão jogou com com Neto, Ronaldo, Carlão e Bruno Costa; Bileu, Deivid, Renan, Gabriel Pimba e Alex Sandro (Denis); Eduardo Salles (Éderson) e Patrick (Lucas Sotero).Parabéns, piazada!
Aleluia, conseguimos voltar a vencer em casa, após quase dois meses. E graças a um gol de falta de Paulo Baier. Ainda bem, porque a atuação contra o Corinthians B não foi nada brilhante. Mas o resultado foi importantíssimo pra quebrar essa sina de não vencer em plena Baixada e para chutar novamente para longe a maldita lanterna. Para a próxima partida, contra o Grêmio, em Porto Alegre, o técnico Waldemar Lemos poderá contar com o atacante Wallyson, o meia Rodrigo "Rengo" Díaz e o lateral Alberto, liberados pelo DM, e o meia Marcinho, que estava suspenso.
Troféu ZIQUITA Paulo Baier. Além do golaço de falta, organizou a meia-cancha. Precisa melhorar o condicionamento para aguentar os 90 minutos.
Troféu TIÃO MACALÉ Rafael Moura e Eduardo. Ressalte-se que ambos são centro-avantes de área e a bola pouco chegou por lá. O estreante mostrou-se lento e pesadão.
A lista dos jogadores convocados para a partida deste sábado, contra o Corinthians, divulgada hoje pelo técnico Waldemar Lemos, tem algumas novidades: o goleiro Renan Rocha, o volante Fransérgio e o atacante Kamali voltam a ser relacionados. Nenhum deles, porém, será titular. Confira os convocados:
Goleiros: Renan Rocha e Vinícius. Zagueiros: Antônio Carlos, Manoel, Rafael Santos e Rhodolfo. Laterais: Márcio Azevedo e Raul. Volantes: Chico, Fransérgio, Rafael Miranda, Valencia e Zé Antônio Meio-campo: Paulo Baier. Atacantes: Eduardo, Kamali, Rafael Moura e Wesley.
A lista mostra o quão deficiente está o elenco no setor de criação: sem Marcinho, suspenso, apenas um meio-campista ofensivo está à disposição do técnico...
Assim, o time que deve iniciar a partida de amanhã é este: Vinícius; Antônio Carlos, Rhodolfo e Rafael Santos; Zé Antônio, Valencia, Chico, Paulo Baier e Márcio Azevedo; Wesley (Eduardo) e Rafael Moura.
O site oficial do CAP informa: o ingresso para segundo Atletiba da final da Copa Tribuna de Futebol Junior, às 10h30 de domingo, na Baixada, custará uma aposta no concurso 71 da Timemania. É claro, com o Furacão marcado como clube do coração. O torcedor atleticano pode fazer sua aposta em qualquer lotérica da cidade ou mesmo na entrada da Arena, antes da partida, onde haverá a venda de bilhetes. Taí, uma boa oportunidade de empurrar o Furacãozinho para mais um título e ainda por cima ajudar o CAP a conquistar mais uma posição no ranking da Timemania. Todos à Baixada, no sábado e no domingo!
Mesmo jogando o segundo tempo todo com um jogador a menos, o Atlético conseguiu um bom empate por 0 a 0 no primeiro Atletiba decisivo da decisão da Copa Tribuna de Juniores, na tarde desta quinta, no Couto Pereira.
Agora, o jogo de volta é na Baixada, domingo, às 10h30. Ano passado, a competição já foi decidida entre os dois grandes rivais paranaenses, e na Baixada o Furacão venceu por 1 a 0 e ficou com a taça. Naquela ocasião, em plena quinta-feira mais de 8 mil atleticanos trocaram uma aposta na Timemania por um ingresso e acompanharam o título. Desta vez, a diretoria do CAP ainda não se manifestou sobre o valor da entrada na grande final. Tomara que seja novamente um bilhete da Timemania, e que a torcida, principalmente o povão que nao é sócio e não poderá assistir à partida dos profissionais no sábado, vá em peso à Baixada pra incentivar a piazada! Hoje, o Atlético jogou com Neto, Edgar (Vinicius), Ronaldo, Bruno Costa e Alex Sandro; Deivid, Douglas Maia, Bileu e Gabriel Pimba; Eduardo Salles (Denis) e Patrick (Jhonatan). No domingo, Douglas Mais, que foi expulso aos 44 minutos do primeiro tempo, desfalcará o Furacão.
O Iohann garoto, na época em que balançava as redes da Baixada antes de todas as partidas do CAP...
... e hoje, aos 15 anos, torcedor do Furacão.
Nem Kléber Pereira, nem Alex Mineiro, muito menos Ilan ou Washington. Ninguém marcou mais gols na Arena do que Iohann Rocha da Silva. Mais de 200 em cinco anos. O torcedor pode não reconhecer o nome, mas muitos comemoraram a brincadeira que virou tradição no estádio. A maioria dos atleticanos lembra do garoto que atravessava o campo antes de quase todas as partidas para estufar as redes da nova casa rubro-negra.
Hoje com 15 anos, o estudante lembra de quando era o mascote mais famoso do Furacão. “Era muito legal. A torcida gostava, falava comigo e até pedia autógrafo. Consegui marcar os gols até antes do jogo da seleção. Ficava bravo quando estava chovendo e meu pai não deixava eu ir”, contou.
Iohann andou sozinho pela primeira vez no gramado do “Farinhacão”, no fim de 1994, com um ano e três meses. Já habilidoso com a bola nos pés, estava à beira campo ao lado do pai, Márcio Silva, funcionário do Atlético, antes do primeiro jogo oficial do time no estádio, contra o Flamengo, em 31 de julho de 1999.
“Ele pediu para dar um chute a gol e não permiti. Mas insistiu tanto que quando não tinha ninguém da diretoria ali deixei, desde que fosse bem rapidinho. Mas ao invés de ficar no gol dos vestiários, ele resolveu atravessar o campo. Eu sai atrás, desesperado, pensando que seria demitido”, contou Silva.
Alheio ao sufoco do pai, Iohann correu toda a extensão e chutou a bola no gol da Buenos Aires, arrancando o grito da torcida.
Nessa hora alguns dirigentes presenciaram a ousadia. Mas não houve demissão, nem bronca ao goleador-mirim, e sim um convite para novas aparições antes dos jogos.
Admirado pelos atleticanos, o menino não se importava com as provocações dos rivais coxas-brancas e paranistas. Até gostava e ensaiava novas comemorações para extravasar no estádio, algo que curiosamente não fazia para pequenas plateias por causa da timidez. “Em casa tinha vergonha e na Arena eu criava coragem”, revelou.
Os gols terminaram quando ele completou dez anos. “Meu pai achava que eu estava grande demais.” Iohann passou por escolinhas de futebol e sonhou em marcar um gol de verdade no estádio. Hoje, sente saudades de todas as vezes nas quais ajudou no aquecimento do Caldeirão. (ALM)
Está excelente a reportagem da Gazeta do Povo sobre os 10 anos de inauguração da Baixada, completados hoje (leia mais no post abaixo). Só faltou dar o devido destaque ao pai da criança: Mário Celso Petraglia. O mesmo "pecado" foi cometido por toda a mídia paranaense quando da confirmação de Curitiba como sede da Copa de 2014. Não gostar do homem, por qualquer motivo que seja, é uma coisa; não dar-lhe os créditos por seus próprios feitos e outra. Estas duas grandes realizações são obras dele. Não fosse por ele, não tinha Arena. E provavelmente não tinha Copa em Curitiba. A Arena está de aniversário hoje, e Petraglia também recebe os parabéns.
Marcelo Sebrão, um dos torcedores do Mirante da Baixada.(Foto Gazeta do Povo)
A curiosidade virou compromisso e a rotina transformou-se em devoção. Quase diariamente, o aposentado Marcelo Sebrão saía do Cristo Rei e ia até o Água Verde para acompanhar a construção do templo dos atleticanos. Há dez anos, 750 toneladas de estrutura metálica, 2.450 toneladas de aço, 28.512 m3 de concreto, 142.480 m3 de terra movimentados, 27.142 m3 de alvenaria davam forma à tão esperada Arena da Baixada.
Assim como Sebrão, dezenas de torcedores peregrinavam até a Rua Madre Maria dos Anjos, onde uma plataforma foi erguida dando vista à execução do estádio mais moderno do país.
Em ritmo acelerado, a movimentação dos operários, máquinas e guindastes garantia quase uma novidade por dia. Um piso aqui, uma torre ali, um lance de arquibancada lá e os fiéis olheiros de obra já tinham o que comentar e venerar.
O grupo cresceu e transformou-se no Amigos do Mirante. Um pequeno símbolo da imensa expectativa que durou 627 dias. Ou a vida inteira do Clube Atlético Paranaense.
Eterno trunfo do time – mesmo quando acanhado e improvisado e que chegou a ter a venda cogitada nos anos 70 por causa das dívidas –, o estádio materializava o orgulho atleticano. Era o adeus ao Pinheirão e a outros campos alheios. O fim do estigma de sem-terra, provocação constante dos adversários quando o time precisou ficar exilado do seu reduto.
“Nasci atleticano e sempre fui aos jogos. Acompanhava o Atlético até no maldito Pinheirão, era um dos poucos que se aventuravam até lá. Depois veio o Farinhacão, que mesmo modesto era a nossa casa. Quando o (então presidente) Mário Celso Petraglia veio com a ideia do novo estádio, houve um certo receio de se colocar o estádio recém-reformado no chão. Agora está aí a nossa Arena linda”, comemora Sebrão.
Ele acompanhou tudo. “Muita gente incluiu a obra no seu dia a dia. Foi muito rápido, um ritmo frenético. A cada dia chegávamos imaginando o que iria acontecer. Na data da inauguração, seis horas antes, estavam terminando as calçadas e o revestimento da entrada”, relembrou.
Ninguém reparou nos retoques de última hora naquele 24 de junho de 1999. Arquibancadas lotadas, torcedores extasiados e o show de luzes culminaram na apoteose quando os novíssimos alto-falantes tocaram o hino atleticano, melodia de uma paixão tão antiga.
Dado pelos atleticanos como a primeira praça futebolística do estado, inaugurada em 1914, o estádio iniciava há dez anos uma nova era para o clube. Um boom patrimonial (incluindo o CT do Caju) aliado às maiores conquistas dentro dos gramados. Foi muito graças à Arena que o Rubro-Negro chegou pela primeira vez à Copa Libertadores e também ao ápice dos gramados, empurrado por seus fanáticos torcedores na campanha do título brasileiro de 2001.
O Atlético virava referência, antecipava uma tendência de modernização e tomava o caminho da elite dos estádios mundiais, para chegar no ano do centenário de inauguração da Baixada como palco da Copa do Mundo de 2014.
Os números da Arena: clique para ampliar.
"O estádio explodiu. todo mundo queria voltar a gritar gol na Baixada"
Ele fez o Caldeirão ferver no tão esperado primeiro grito de gol na casa nova. Atacante do Gamba Osaka, do Japão, Lucas (foto acima) lembrou dos primeiros momentos do recém-construído estádio que tanto marcou sua passagem pelo Furacão.
Como era defender o Atlético naqueles meses pré-Arena? Cheguei praticamente um ano antes (abril 1998). Estava tudo demolido. Era difícil jogar no Pinheirão, na Vila Olímpica, Capanema e até no Couto Pereira. Não tínhamos a nossa casa. A torcida até tentava ajudar, mas não era a mesma coisa, ficava distante. A ansiedade dos torcedores era imensa pela inauguração. Vocês passaram por isso também? Eu nunca havia enfrentado o Atlético e não imaginava como era a Baixada. Os jogadores que conheciam me passavam a ideia do que seria o Caldeirão, porque a torcida do Atlético é muito diferente, tem um amor pelo time como se fosse o de marido e mulher. Qual era o clima da equipe no dia da estreia? Nosso time estava um pouco receoso porque havíamos sido eliminados pelo Coritiba no Paranaense e pensamos até que poderia ter vaias. Só de entrar no estádio foi uma emoção indescritível. Não houve críticas, só apoio. Parecia uma final de Copa do Mundo pela emoção de toda a torcida. Hoje conheço muitos estádios modernos, mas a primeira vez você nunca esquece (risos). Havia alguma aposta, alguma brincadeira sobre quem deixaria a primeira bola na rede? O técnico era o (Antônio) Clemente, e acho que se pudesse até ele entraria em campo para tentar fazer o primeiro gol. Todo mundo queria marcar, mas ninguém foi fominha. Ainda vejo o vídeo no (site) You Tube e acho que fui um predestinado. Quando o Luisinho Netto cruzou, havia vários jogadores na área, mas a bola veio bem na minha cabeça. Daí o estádio explodiu, uma loucura. Todo mundo queria voltar a gritar gol na Baixada. Logo depois você deixou sua marca também no primeiro jogo do Brasileiro daquele ano, contra o Flamengo, e acabou ficando conhecido nacionalmente. Eu havia feito seis gols na Copa do Brasil, ficando atrás apenas do Romário. Perguntaram aos jogadores do Flamengo se temiam o garoto Lucas e o (goleiro) Clêmer falou: “Que Lucas? Não conheço nenhum Lucas”. Depois, ele até disse ao Kelly (ex-jogador rubro-negro) que não quis me menosprezar. Hoje acho que tenho de agradecer a ele, pois me motivou muito e eu queria marcar de qualquer jeito e dar uma resposta depois do jogo. Só que na hora do gol eu vi uma câmera e, sem pensar, eu fui lá e gritei: “Eu sou o Lucas!” Até hoje lembram muito daquele jogo. Alguns fazem piada até. Acabei me apresentando para o Brasil inteiro sem querer. Foram dois anos no Atlético nos quais você criou muita identificação com o clube. Pensa em voltar? A vontade de voltar é do mesmo tamanho do receio. Não quero que digam que voltei só por ser atleticano, para encerrar a carreira. Minha história foi tão bonita e não quero manchar jogando abaixo do que posso. Teria de ser daqui a um ou dois anos, mas isso hoje é impossível. Estou até renovando contrato para continuar aqui. Vou ficar torcendo de longe. (ALM)
O meia Marcinho pegou dois jogos de suspensão em julgamento realizado esta tarde pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), devido à violenta falta que resultou em expulsão na partida contra o Atlético-MG. Como já cumpriu a automática, terá que ficar de fora por mais um jogo - justamente o próximo, contra o Corinthians. Resta torcer para que Wallyson esteja totalmente recuperado até o fim de semana. Com Paulo Baier mantido na meia cancha, o time contra os paulistas deve ser este: Vinícius; Raul (Zé Antônio), Antônio Carlos, Rhodolfo (Chico), Rafael Santos e Márcio Azevedo; Valencia, Rafael Miranda (Chico) e Paulo Baier; Rafael Moura e Wallyson (Wesley, Eduardo ou Patrick).
Em entrevista à imprensa no CT do Caju, o novo diretor de Futebol, Ocimar Bolicenho, disse acreditar na recuperação do time, que reforços podem vir na janela de transferências internacionais e que terá carta branca para tomar decisões ligadas aos profisisonais, como contratações. Confira as principais declarações de Bolicenho:
Primeira impressão
"Tudo tranquilo. Tive oportunidade de acompanhar como as coisas funcionam no clube. Conversei com os funcionários e fiquei entusiasmado com a estrutura do Atlético. Em lugar nenhum do Brasil encontrei algo tão grandioso. Para você ter uma ideia, o CT do Santos, que um dos melhores de São Paulo, não chega nem perto do CT do Caju." Contratação de reforços "Vamos aguardar a janela de transferências para o exterior, em julho. Muita coisa pode acontecer. Ainda preciso avaliar o que temos no elenco. Qualquer coisa que eu fale agora pode ser uma avaliação prematura." Lanterna no Brasileiro "Estamos com o alerta ligado, mas acredito na recuperação do time. Ainda está muito equilibrado o campeonato. Pego o exemplo do Santos, onde trabalhei até maio. O time estava ameaçado pelo rebaixamento e levamos o time à final do Paulista." Camisa 1 "É uma situação delicada. Precisamos ter paciência com goleiros. Os melhores goleiros do mundo falham. Temos de avaliar com muito cuidado e dar confiança ao atleta. Ainda precisamos avaliar o que temos na casa e não fazer loucuras." História no Paraná "O Paraná é passado. Renunciei ao cargo para que as pessoas não fiquem falando. Na verdade, eu não faço parte da diretoria paranista desde 2002. Eu só fazia parte desse conselho que é formado por todos os ex-presidentes. Esse conselho não está mais em atividade, não está exercendo nada no clube. Acredito que temos de ser profissionais. Hoje estou no Atlético e quero fazer o melhor aqui dentro. Fiz um trabalho parecido no Santos e no Marília." Carta Branca "Conheço a seriedade da diretoria, do presidente Marcos Malucelli. Além disso, tem um ponto importante: terei poder de decisão. No Santos, por exemplo, eu era muito limitado. No Atlético vou poder tomar decisões importantes e definir contratações e formação do elenco. Isso é o profissionalismo. Temos de recuperar o espaço perdido pelo futebol paranaense nos últimos anos. Ainda é preciso detectarmos nossas falhas. No início da década, brigávamos por títulos e vagas na Libertadores, mas agora houve essa queda. Alguma coisa está faltando e vamos descobrir."
Apenas a torcida do Coritiba poderá acompanhar a primeira partida decisiva da 50ª Copa Tribuna. O jogo acontece às 15h de quinta-feira, no Couto Pereira. Já na segunda partida, apenas a torcida do Rubro-Negro terá o direito de assistir o Atletiba na Arena da Baixada. O jogo acontece no domingo, às 10h30. O Rubro-Negro decide a Copa Tribuna em casa pela melhor campanha durante toda a competição. Porém, em caso de empate em pontos e saldo de gols, a decisão vai para os pênaltis. Em 2008, Atlético e Coritiba também decidiram a Copa Tribuna. No primeiro jogo, empate em 1 a 1. Na Arena, o Rubro-Negro venceu por 1 a 0, com gol do atacante Patrick, e conquistou o título.
O que mais se ouve no futebol são jogadores reclamando que apenas eles, os atletas, são punidos, enquanto os árbitros que erram aos montes, por maldade ou incompetência, sempre saem impunes. Mas, ontem, o presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Sérgio Corrêa, surpreendeu ao inverter esta situação. E, para tal, usou um jogador do Atlético como referência. O questionamento-desabafo veio após ter anunciado uma punição ao bandeirinha da partida entre Atlético x Palmeiras que anotou erroneamente um impedimento de Obina, num lance em que o atacante palmeirense marcou o que seria o gol de empate. Para Corrêa, muito mais grave que a falha do assistente foi a falha do goleiro vinícius: "Qual será a punição para o goleiro que deu o primeiro gol? Será no mesmo nível do bandeirinha? Aos árbitros cobram tudo e com os jogadores não é bem assim. Tem que ter mais calma com os juizes também!".
O novo diretor de futebol do Atlético Paranaense, Ocimar Bolicenho, já está no CT do Caju e será apresentado hoje à imprensa juntamente com a coletiva realizada com os jogadores.
Aos 50 anos, Bolicenho e despontou para o futebol profissional a partir de 1991, no Paraná, clube do qual chegou a ser presidente. Em 1998 e 1999 atuou como Diretor de Relações Internacionais da Federação Paranaense de Futebol, na gestão de Onaireves Moura. Em 2008, Bolicenho trabalhou ao lado do técnico Waldemar Lemos, como diretor de futebol, numa passagem desastrosa pelo Joinville. O trabalho mais recente foi como supervisor de futebol do Santos. Segundo a Gazeta do Povo, para assumir o cargo no CAP Bolicenho renunciou ao cargo de presidente do Conselho Normativo do Paraná, do qual estava licenciado. Ao jornal, ele não quis falar sobre a necessidade de contratações, alegando que ainda haverá uma avaliação mais profunda do elenco. Mas já adiantou o seu veredito: “Estou começando um trabalho com o time em último. Se estamos em último, é porque alguma coisa precisa mudar”.
Qual é sua expectativa sobre o trabalho de Ocimar Bolicenho no Atlético? Opine!
“O patrocínio com a Philco não é tampão. É o início de um relacionamento que pode se estender pelo restante da temporada. Depende da avaliação dos dois lados após esses dois jogos”. Henrique Gaede, diretor de Marketing do CAP, em entrevista à Gazeta do Povo.
Lolô Cornelsen, o atleticano que projetou o estádio dos coxas.
Lolô Cornelsen, o atleticano que desenhou o CAP estilizado em nosso escudo.
Será realizado nesta quinta-feira o sétimo encontro do Círculo de História Atleticana, com o tema A história de Lolô Cornelsen no Atlético. O evento terá, é claro, a presença do próprio Lolô, ex-jogador do Furacão e um dos mais importantes arquitetos paranaenses. A história de Lolô é das mais curiosas. Teve um belo início de carreira como jogador de futebol jogando na lateral-esquerda. Campeão paranaense de 1945, foi eleito o melhor atleta da decisão contra os coxas. Mas parou por aí e resolveu ser arquiteto. Estudou no Rio de Janeiro e tornou-se uma das mais importantes expressões da arquitetura brasileira. Projetista das primeiras casas modernas de Curitiba, Lolô trabalhou teve também grande atuação na área desportiva, tendo projetado 10 estádios - entre eles, ironicamente, o estádio do Coritiba, Belford Duarte, hoje Couto Pereira, durante a gestão de seu irmão Arion na presidência do clube - e três autódromos (Curitiba, Jacarepaguá e Estoril). Torcedor ferrenho do Furacão, sempre acompanhou o clube e foi o desenhista do CAP estilizado do escudo oficial. E ainda foi o responsável pelo fato de o Atlético ter ficado com a área do antigo Pavoc, que pertencia à família Cornelsen e que seu irmão Arion queria negociar com os coxas.
Enfim, o que não falta é história para Lolô contar.
Imperdível.
7º Encontro do Círculo de História Atleticana
Dia 25 (quinta-feira)
Das 19 às 22 horas
Na Artha (Matheus Leme, 2823 - São Lourenço)
Para participar, é indispensável a confirmação pelo e-mail circuloatleticano@yahoo.com.br até quarta-feira. A participação é gratuita.
O Atlético segue melhorando sua colocação na Timemania. No concurso de número 68, o Furacão ficou na 17ª colocação. No acumulado geral do ano, segue na 18ª posição, 10,5 mil apostas atrás do Ceará. Neste último concurso, a torcida atleticana comprou mil bilhetes a mais que os cearenses. Confira a colocação de cada time:
Um torcedor do Atléticofoi espancado no sábado (20) à noite por um grupo da torcida organizada Império Alviverde. O jovem de 17 anos só conseguiu se livrar da agressão por causa da intervenção de um policial do setor de operações veladas da Polícia Militar que estava de folga e por um acaso passava pelo local. Um dos torcedores que provocou a agressão, Wesley Risso Lacerda, 18 anos, foi preso em flagrante e encaminhado ao 12.º Distrito Policial. Lacerda responderá por lesão corporal, dano qualificado e crime contra o patrimônio. De acordo com o policial, que não pode ter a sua identidade revelada, a confusão começou às 19h40 de sábado, quando um ônibus biarticulado da linha Santa Cândida – Capão Raso, ocupado por um grupo de torcedores atleticanos parou num semáforo no cruzamento da Avenida João Gualberto, com a Rua Mauá. O ônibus foi invadido por cerca de 50 integrantes da torcida organizada Império Alviverde. “O rapaz desmaiou e mesmo assim o grupo continuou a chutar e agredir. Nunca tinha visto uma situação assim. O ônibus estava cheio de crianças e idosos”, diz o policial. O presidente da torcida organizada Império Alviverde, Luiz Fernando Corrêa, o Papagaio, defende que os responsáveis por atos de vandalismo e agressão têm de pagar pelos prejuízos causados. “Algumas pessoas ao invés de irem ao jogo torcer, acabam se envolvendo em confusão”, diz. O presidente da Império disse que não tem conhecimento da identidade dos agredidos e dos agressores. “Situações semelhantes têm ocorrido naquele trecho da João Gualberto quando tem jogo do Atlético. A polícia tem que fazer o serviço preventivo. O que temos orientado ao nosso grupo é que esses agressores têm de ser afastado do estádio”, afirma. Já o vice-presidente da torcida “Os Fanáticos” diz desconhecer que fatos semelhantes têm ocorrido naquele local. “Muitas dessas confusões são eventos isolados envolvendo pessoas que nem sabemos se são integrantes ou não da torcida. É lamentável. Atos como esse só mancham nossa imagem”, diz.
Mahara, nome exótico, tem origem havaiana. E significa Anjo do Campo. Mas essa Mahara curitibana, de apenas 18 anos, é o anjo da Baixada. É Musa do Furacão 2009.
De camarote, um doce de coco.
No gramado, bate um bolão.
Na arquibancada, que maravilha. A musa na Baixada: combinação perfeita.
E relaxando na praia, que ninguém é de ferro!
Para ver o perfil de Mahara e dar uma espiada nas outras fotos da Musa do Furacão, clique aqui.
Revi os gols no vídeo do Globoesporte e já tenho minhas dúvidas se o juiz errou ao não dar falta sobre Vinícius, no lance do segundo gol palmeirense. Só não tenho mais dúvidas de que o goleiro falhou novamente, ao sair errado atrás da bola.
Clique aqui para rever os lances e dê sua opinião.
Não foi dessa vez. Quarta partida em casa, nenhuma vitória. Mas hoje, ao contrário dos jogos anteriores, o Atlético jogou bem e um empate em 2 a 2 com o Palmeiras poderia até ser considerado como normal.
Poderia, se não fosse, primeiro, a safadeza do árbitro, que não deu falta no goleiro Vinícius no segundo gol dos visitantes, já nos acréscimos; e também a falha do próprio Vinícius, no primeiro gol por ele sofrido, quando chutou a bola em cima do Obina. E mais: por mais que tenha sido falta no camisa 1 no lance que resultou no empate, Vinícius saiu mal do gol, meio molenga, sem aquela segurança necessária para um guapo decente. Ali na pequena área o goleiro é sobreano meu filho, tem que sair do gol passando por cima de todo mundo e que se dane! Aliás, não foi a única saída do gol em falso na partida. Ou seja: estamos mal de goleiro. Não precisamos de um Van Der Sar, um Buffon, um Dudek, mas no mínimo de um guarda-metas que passe segurança ao time e à torcida. Um cara em quem se possa confiar, pô! Quanto ao jogo, o time me pareceu estar mais compacto hoje, principalmente no primeiro tempo. Até a saída do Zé Antônio - ainda não entendi porque o Waldemar o sacou do time para colocar o Renan Foguinho na lateral. O time até conseguiu completar algumas jogadas bonitas, rápidas e com trocas de passe - talvez fruto da entrada de Paulo Baier na meia-cancha. Mas ainda segue refém das bolas paradas: novamente os gols do Furacão saíram de um escanteio, finalizado com uma cabeçada de Rafael Santos, o zagueiro-artilheiro, e - finalmente, aleluia - em uma bela cobrança de falta de Marcinho. Ah. E se nossa zaga também não transmite aquela segurança toda que a gente gostaria, do outro lado estava um senhor defensor. Marcão foi o melhor do jogo, afastando com total domínio todas as bolas que chegavam à área do porco paulista. Quem dera ter um Marcão na zaga do Furacão. Para finalizar, volto ao começo do texto: o problema do Atlético não foi o empate de hoje, mas sim as derrotas seguidas para Vitória, Náutico e Atlético Mineiro. A tendência, agora, é melhorar. Mas ainda faltam sim, alguns reforços. A começar pelo gol.
Além de estampar sua marca na camisa do Furacão, a Philco também está com um banner no site oficial do CAP, com link para sua loja virtual. Prenúncio de que, realmente, a empresa pode ser um patroxinador fixo do Atlético.
Além disso, nos próximos dois jogos o Atlético terá mais um patrocinador temporário: a Herbarium, maior laboratório brasileiro especializado em medicamentos fitoterápicos e líder no mercado em que atua. A empresa, com sede em Colombo, foi fundada em 1985.
Não “entrar em desespero” e fazer tudo com “muita paz e tranquilidade”. É assim que o técnico Waldemar Lemos quer o Atlético para conseguir vencer em casa no Brasileiro após três derrotas (Vitória, Náutico e Atlético-MG) no jogo de hoje com o Palmeiras, às 16h10, na Baixada. O triunfo, se concretizado, viria em um momento fundamental. Na próxima quarta-feira, dia 24, a Arena da Baixada completa 10 anos e o Rubro-Negro nunca perdeu quatro partidas seguidas no seu estádio. Motivos não faltam para o time não estragar a festa da torcida. Em caso de novo insucesso, a chance de o Furacão passar o aniversário da sua moderna casa na lanterna do Nacional é real – bastaria ao Avaí empatar com o Fluminense, também hoje, em Florianópolis.
“É uma razão a mais para conseguirmos essa primeira vitória em casa”, admite o volante Rafael Miranda. “Estamos muito conscientes de que, independentemente de qualquer coisa, temos de vencer em casa”, reforça o meia Marcinho.
A chance de recuperação diante dos fãs atleticanos ocorre contra um adversário sob intensa pressão. Eliminado da Libertadores pelo Nacional, no meio de semana, no Uruguai, o Porco chegou a Curitiba na quinta e foi recepcionado sob protestos no aeroporto. “Se vencessem, viriam cheio de confiança. Isso também seria ruim. Mas perderam, vêm mordidos. Ou seja, não faz diferença”, comenta Miranda.
No banco de reservas dos visitantes, comandando o Timbu, Waldemar Lemos venceu o Atlético por 3 a 2 no dia 24 de maio. Muito do que sentiu dos rubro-negros naquele jogo, o técnico não quer ver frente aos paulistas.
“Lembro de uma equipe que conseguiu fazer o resultado (2 a 0), mas se desesperou e permitiu a virada”, recorda o treinador.
Lemos estreia diante da torcida atleticana esperando por apoio total para reverter a má campanha. Na entrevista concedida pelo técnico ontem, ele relembrou que, como adversário, já sofreu com a pressão da Arena lotada – especialmente na semifinal do Brasileiro de 2001, quando era auxiliar do irmão Osvaldo de Oliveira, no Fluminense.
“É uma torcida especial. Espero que venham com muito mais amor do que paixão. A paixão nos limita e nos torna violentos”, divaga.
O torcedor que for à Baixada hoje não verá pela primeira vez desde que o estádio foi inaugurado (em 1999) os postes de iluminação que ficavam em frente à reta do antigo Colégio Expoente. Como parte das obras de conclusão da Arena, os refletores foram removidos para as torres já existentes nos setores Buenos Aires e Madre Maria.
Outra novidade é o patrocínio na camisa atleticana. A empresa Philco estampará sua marca no espaço nobre do uniforme (peito) nos jogos contra Palmeiras e Corinthians. Os valores não foram revelados.
Baier e Marcinho jogam juntos novamente
Um reencontro após três anos chama a atenção na escalação do Atlético, hoje, contra o Palmeiras, na Arena. Paulo Baier vai estrear diante do torcedor rubro-negro e vai estar ao lado de Marcinho – seu colega no Alviverde paulista, em 2006. Para a dupla caberá a responsabilidade de criar as jogadas ofensivas do Furacão.
“Para mim o Marcinho é um dos grandes jogadores do futebol brasileiro. Habilidoso, rápido e de ótima finalização”, avalia Baier, sem saber que na Baixada o futebol do colega ainda não desabrochou.
Dos tempos de Palestra Itália ficou a amizade. Nos treinos, os jogadores dizem ter visto um entrosamento de ambos que vem de longo tempo. O bom relacionamento não ocorre apenas dentro de campo.
“O Paulo (Baier) anda meio ‘forgado’. Estou buscando ele todo dia no hotel e não estou cobrando nada. Na segunda-feira isso vai acabar”, avisa Marcinho, escalado após cumprir suspensão na vitória sobre o Sport (foi expulso por uma falta violenta diante do Atlético-MG).
Ao contrário do que ocorria sob o comando de Geninho, Marcinho estará um passo à frente, encostando em Rafael Moura. Mesmo que tenha dito anteriormente que não gosta muito dessa função, o jogador acata a opção de Waldemar Lemos. “Estou disponível em qualquer função”, minimiza.
Outras novidades na equipe são Zé Antônio na ala-direita (Raul está na seleção sub-20) e Rafael Miranda retornando ao setor de marcação na vaga do suspenso Chico.
Atlético - Vinícius; Rhodolfo, Antônio Carlos e Rafael Santos; Zé Antônio, Valencia, Rafael Miranda, Paulo Baier e Márcio Azevedo; Marcinho e Rafael Moura. Técnico: Waldemar Lemos.
Palmeiras - Marcos; Maurício Ramos, Jéci (Souza) e Marcão; Wendel, Pierre, Cleiton Xavier, Diego Souza e Armero; Willians e Keirrison. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
O site Furacao.com e a Arena Store, loja oficial do Clube Atlético Paranaense, estão juntos na campanha de inverno que irá arrecadar roupas (agasalhos, blusas, moletons, cachecol, sapatos, gorros, jaquetas, etc.), além de cobertores para aquecer o frio de crianças carentes no Lar Moisés. Neste sábado, a partir da 09h00, a loja Arena Store receberá as doações até 30 minutos após o jogo. Para participar, basta o torcedor atleticano levar sua doação até a loja e colaborar com as mais de 20 crianças, entre meninos e meninas, que receberão os agasalhos no dia 27 de junho. Além das doações, o site Furacao.com está programando uma tarde de diversão com as crianças.Lar Moises O Lar Moisés abriga crianças órfãs, abandonadas ou em situação de risco, de 1 a 8 anos. O objetivo da casa é acolher, amparar, assistir e educar a criança órfã, abandonada ou carente, confiada à entidade por delegação do conselho tutelar, ministrando-lhe assistência moral, material e espiritual, sem distinção de cor, raça ou religião. Para mais informações sobre o local, o site da entidade é: www.larmoises.com.br. Torcedor atleticano, neste sábado, antes de empurrar o Furacão dentro de campo, marque um gol de solidariedade. As crianças carentes precisam da sua ajuda. Participe!
A torcida Ultras do Atlético dá início hoje ao projeto que prevê a arrecadação de fundos para a construção de uma sede própria. Na partida de logo mais contra o Palmeiras, os atleticanos que quiserem colaborar poderão doar qualquer valor nas urnas que serão colocadas nas entradas da Baixada. Segundo o site da torcida, o dinheiro arrecado será totalmente convertido para a viabilização da sede e na segunda-feira haverá a divulgação da quantia arrecadada. Mais informações pelo e-mail: comunicacao@ultras1992.com
A Arena está prestes a completar 10 anos. E continua se renovando. Um puta presente para comemorar a data será a entrega da nova arquibancada inferior da Brasílio Itiberê. Está quase pronta!
Fotos tiradas nesta sexta-feira e postadas no Fórum Furacao.com mostram como está a obra. Os postes já foram retirados, e todos os lances de arquibancada colocados. Veja agora o que você vai poder conferir de perto, logo mais, durante a partida contra o Palmeiras:
A vista do gramado, já sem as torres de iluminação, é das melhores.
Do outro lado da arquibancada, próximo aos visitantes.
Aqui jaz um poste de iluminação...
Manja a proximidade da arquibancada com o campo de jogo...
Uma larga área de circulação atrás da arquibancada.
Para engenheiros, arquitetos e tarados por obras em geral, a vista por debaixo da arquibancada.
O gigantesco guindaste contratado pelo CAP deu conta do recado e já a partir deste sábado, na partida contra o Palmeiras, a galera não verá mais nenhum poste na lateral do campo do lado da Brasílio Itiberê. Foram todos devidamente enforcados e expostos em praça pública.
O Atlético parece ter aderido à onda dos patrocínios-relâmpago - uma alternativa contra a falta de um parceiro de longo prazo. Segundo o clube anunciou nesta sexta-feira, a Philco, empresa norte-americana de eletroeletrônicos, estampará sua marca na camisa do Furacão nas próximas duas partidas, contra Palmeiras e Corinthians, aproveitando que ambas serão transmitidas pela TV aberta. Uma boa parceria, com uma multinacional centenária, moderna, fabricante de produtos com tecnologia de ponta. Uma marca que agrega valor à camisa rubro-negra. Os valores do patrocínio temporário não foram revelados. Mas, segundo o presidente do Conselho Administrativo do CAP, Marcos Malucelli, há a possibilidade da empresa ser efetivada como o patrocinador oficial do Furacão. "Foi feito um contato com o nosso departamento de marketing e acertamos. A efetivação depende deles. É uma área nova para Philco (o futebol) e eles querem experimentar para avaliar se vale ou não a pena investir", disse.
Segundo o site Futebol Interior, o volante Jairo rescindiu seu contato com o Furacão e está à procura de outro clube para jogar. Porém, não há ainda nenhuma confirmação ofixcial por parte do CAP. Veja a notícia do site: Curitiba, PR, 18 (AFI) – O ex-volante da Ponte Preta, Jairo, rescindiu seu contrato com o Atlético Paranaense e está aguardando propostas de outros clubes. O jogador entrou em um acordo com a diretoria do Furacão, já que vinha sendo pouco aproveitado. No início da temporada, Jairo era titular do Furacão, mas após a chegada de Rafael Miranda, contratado junto ao Atlético Mineiro, e com a volta de Valência, que se recuperou de uma lesão e é titular nas últimas rodadas do Brasileirão. Outro fato foi a chegada do técnico Waldemar Lemos, que ainda não havia dado nenhuma oportunidade para o atleta. Com a saída de Jairo, o Furacão conta agora com sete volantes em seu elenco: Valência, Rafael Miranda, Chico, Renan, Fransérgio, Douglas e Zé Antonio. O volante Chico no começo da temporada estava atuando improvisado na defesa. O Atlético Paranaense está na vice-lanterna do Campeonato Brasileiro, com quatro pontos conquistados. Na próxima rodada, a equipe enfrenta o Palmeiras, no sábado, às 16h10, no Estádio Arena da Baixada.
O Palmeiras tem três novidades para a partida contra o Atlético-PR, às 16h10 deste sábado, na Arena da Baixada, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.
Do lado negativo, Mozart, com terceiro cartão amarelo, e o zagueiro Danilo, que tem vínculo com Furacão, são desfalques para a equipe alviverde.
Já Deyvid Sacconi, que não estava inscrito na Copa Libertadores da América e por isso não fez parte da delegação que foi a Montevidéu, viajou para a capital paranaense e passou a integrar o grupo que joga contra o Furacão.
Como muitos argumentam que os novos cantos da torcida devem ser politicamente corretos, segue uma sugestão mais light para versão de "Tudo vá para o inferno", de Roberto Carlos, feita pelos Fantásticos Compositores da Baixada (as mudanças na segunda linha são de autoria deste guerrilheiro mesmo, e não encontrei nenhuma palavra melhor do que "moda" para fazer a rima...). Só não vão querer censurar também a estrofe que diz que tudo é uma merda quando o Furacão não joga, porque é uma merda mesmo. Aí vai a versão "light":
De que vale a vida, Dinheiro, bebida e moda Tudo é uma merda Quando o Atlético não joga Onde quer que eu ande, Pelo mundo inteiro Sempre vou com ele Meu sangue é rubro-negro Sei que eu vou morrer, O Atlético é eterno! Por isso vou com ele até o inferno!
Se depender dos treinos desta tarde, o Atlético deve enfrentar o Palmeiras com o seguinte escrete: Vinícius; Zé Antônio, Antônio Carlos, Rhodolfo, Rafael Santos e Márcio Azevedo; Valencia, Rafael Miranda e Paulo Baier; Rafael Moura e Marcinho. Parece ser um time mais compacto. A missão é fazer a bola chegar novamente, principalmente pelas laterais, ao artilheiro da temporada, Rafael Moura.
Bastou uma vitória no Brasileirão para o clima no Atlético-PR mudar consideravelmente. Fato esse comemorado pelo técnico Waldemar Lemos, que garante que a união do grupo nos treinamentos será vital para subir na tabela. E, na entrevista coletiva, Waldemar fez questão de garantir que não vê problemas em escalar Paulo Baier e Marcinho no meio-de-campo. Este último não atuou contra o Sport devido ao terceiro cartão amarelo recebido. - Há sempre espaço para o grande jogador e que mostra boa vontade. Os dois têm demonstrado muito isso nas atividades e acredito que podem fazer uma grande partida atuando juntos - completou.
O meia Paulo Baier treina duro no CT. (Foto Gazeta do Povo)
A principal aposta rubro-negra não terá descanso. Para recuperar a forma física e dar a resposta esperada pelo clube e pela torcida, Paulo Baier contará com um planejamento diferenciado do exigente preparador Riva Carli. Por ter ficado dez dias parado, ele mostrou falta de ritmo na estreia de sábado. Contra o Sport, na Ilha do Retiro, o meia pediu para ser substituído e saiu de campo aos 21 minutos do segundo tempo.
“Não estava mais rendendo a mesma coisa e para um jogo pesado, difícil como aquele, você precisa estar bem”, reconheceu o atleta mais experiente do elenco atleticano, com 34 anos.
Riva Carli considera a situação do meia peculiar. A crítica posição do time na zona de rebaixamento e a dura sequência de jogos (Palmeiras, Corinthians, Grêmio e Internacional) não permitem trégua ao principal reforço da temporada.
“Com um jogador como ele, imprescindível ao elenco, temos de adequar os treinamentos com as exigências do treinador e da torcida. Vamos fazer as duas coisas paralelamente. Vai ter de trabalhar fisicamente e dar resultado dentro de campo”, explicou o preparador, que deixou o Flamengo para voltar ao Furacão.
Ele avaliou o elenco rubro-negro positivamente, com uma boa performance, mas com muito a ganhar com o plano de trabalho. Um planejamento que promete fazer o grupo suar.
“O calendário de jogos só nos fins de semana nos dá uma chance de dar um volume maior nos treinos. Mais tarde, com a Sul-Americana e partidas também no meio de semana, não será possível por causa do tempo de recuperação”, explicou.
Os jogadores previam essa rotina intensa quando Riva foi anunciado no CT do Caju. “Ouvi comentários quando ele chegou”, brincou Paulo Baier. “Mas ele é bacana, um grande preparador e a cobrança tem de existir dessa maneira forte para você chegar bem dentro da competição”, endossa o meia.
O preparador considera os comentários apenas brincadeira de quem conhece sua fama. Uma delas de começar os treinos ainda de madrugada. “Quando cheguei ao CT na semana passada, era noite, eu vi as estrelas e lembrei de uma pré-temporada (em 2001) que fizemos aqui há alguns anos, quando treinávamos às 6 da manhã”, recordou. Os jogadores esperam que ele esqueça logo disso.
Meu amigos, recebemos dos Fantásticos Compositores da Baixada sua primeira música para a torcida atleticana cantar no estádio. Trata-se de uma versão para "Que tudo vá para o inferno", de Roberto e Erasmo Carlos - uma de suas mais famosas músicas. A idéia do grupo é justamente essa: utilizar como base canções já conhecidas, para que o ritmo seja rapidamente assimilado, com letras fáceis de decorar. E o refrão desta versão, meus caros, ficou duca. E ainda combina com o lema dos Fanáticos - Atlético até a morte! Confira a letra e, logo abaixo, o vídeo com a canção original cantada por Roberto:
De que vale a vida, dinheiro, mulher e droga? Tudo é uma merda Se o Atletico não joga Onde quer que eu ande, pelo mundo inteiro Eu sempre vou com ele Meu sangue é rubro-negro Eu sei que vou morrer, O Atlético é eterno! Por isso vou com ele até o inferno!
Fácil de decorar, não? Fica a dica aí pra galera da Fanáticos e da Ultras e pro povão em geral.
Daqui a uma semana, dia 24 de junho, a Arena da Baixada completará 10 anos. E para marcar a data, o site oficial do CAP publica a partir de hoje uma série de notícias com dados e curiosidades sobre o melhor estádio do país. Hoje, a matéria é sobre Vanin, o lateral-esquerdo que marcou o gol da vitória na partida comemorativa de inauguração, contra o Cerro Porteño - para ler, clique aqui. Eu estava lá, naquela noite inesquecível. E você, foi um dos privilegiados? Então mande um e-mail para o endereço guerrilheiros.da.baixada@hotmail.com e conte o que significou para você. Os melhores textos serão publicados aqui no blog.
Além de Raul e Gabriel Pimba, convocados para a Seleção Brasileira sub-20, o atacante Marcelo foi convocado pelo treinador Lucho Nizzo para representar a Seleção Brasileira Sub-17 na Copa 2 de Julho, que será realizada em Salvador. Grande Marcelo, que fez uma ótima Copa São Paulo e que já jogou alguns minutos pelo profissional. E, quando tiver nova oportunidade no time principal do CAP, que receba todo o apoio e incentivo do povão. Pega leve, moçada, que o rapaz não tem nem 18 anos ainda.
Osmar Antônio, setorista do Atlético na rádio Banda B, acaba de desmentir a maldosa informação de que Geninho passava horas no CT do Caju empinando pipa com seu neto, enquanto os auxiliares treinavam o time. O repórter, que está diariamente no CT, garante sequer jamais ter visto o neto de Geninho por lá. Uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. Sim, o time estava mal este ano sob o comando de Geninho. Sim, Geninho tinha um salário muito alto para os padrões do clube. Agora, daí a chamá-lo de vagabundo, preguiçoso ou de zombar desta maneira do clube e da torcida, vai uma boa distância. Geninho, aquele mesmo que foi o treinador do único título brasileiro do Furacão, e que salvou o mesmo Furacão da segundona no ano passado, e que foi campeão paranaense há pouco mais de um mês, ainda merece o respeito de toda a nação atleticana. Apesar da má campanha recente no Brasileirão. E apesar das intrigas que foram inventadas e noticiadas por alguns setores da imprensa - sabe-se lá com qual intuito.
O site oficial do CAP informa que a Federação Paranaense de Futebol definiu as datas dos dois jogos finais da Copa Tribuna de Futebol Junior. A primeira partida, com mando dos coxas, será disputada no dia 25 de junho, quinta-feira, às 15 horas. O jogo de volta, na Baixada, será no domingo, 28 de junho, às 10h30. Um dia antes, no sábado, o Atlético recebe o Corinthians, às 16h10, pelo Brasileirão. Bem que a final dos juniores poderia ter sido marcada para sábado, na preliminar.
Bis
No ano passado, Atlético e Coritiba também decidiram a Copa Tribuna. No primeiro jogo, empate em 1 a 1. Na Arena, o Rubro-Negro venceu por 1 a 0, com gol do atacante Patrick, e conquistou o título. Neste ano, o Furacão possui a melhor campanha da competição até agora. Em 18 jogos disputados, venceu 13, empatou quatro e perdeu apenas um. A equipe sofreu apenas seis gols. Por outro lado, balançou as redes adversárias 47 vezes.
Da Gazeta do Povo: O elenco do Atlético se reapresentou nesta segunda-feira, no CT do Caju. A motivação do grupo rubro-negro já é outra após a primeira vitória no Campeonato Brasileiro, e as notícias vindas do departamento médico podem ajudar também o humor do técnico Waldemar Lemos. Duas baixas nas últimas rodadas, o volante Rafael Miranda e o atacante Wallyson devem ganhar condições de jogo para a partida de sábado, contra o Palmeiras. “Acredito que eles devem estar prontos até lá”, disse o diretor médico do Furacão, Edílson Thiele. “O Rafael já treinou com o grupo, enquanto o Wallyson ainda vamos avaliar mais uma vez, porém deverá estar em condições”, complementou o médico Alexandre Cabral. Com estes dois pareceres, o Atlético ganha opções para a equipe, que já sabe que não contará com o volante Chico, suspenso. Miranda pode ser o seu substituto.
Já na lateral-direita, Raul se apresentou junto com o meia Gabriel Pimba à seleção brasileira sub-20, para um período de treinamentos. Ambos voltam na próxima sexta-feira, e se o ala não entrar em campo no sábado, Zé Antônio deverá ser improvisado com a camisa 2 do Rubro-Negro. Nas demais posições, Waldemar Lemos terá todos os atletas à disposição e a tendência é que aproveite a semana toda para observações e treinamentos específicos.
“Começar a semana com uma vitória fica até mais fácil para trabalhar. Vamos continuar focados e o grupo está com uma confiança maior. Temos que começar a focar na partida contra o Palmeiras para vencermos também em casa e embalarmos no Brasileiro”, disse o zagueiro Rhodolfo, em entrevista ao site oficial do Furacão.
Outro a ficar a disposição, mas provavelmente no banco de reservas, é o meia Marcinho, que cumpriu suspensão.
Nei e Netinho podem voltar antes do previsto
Operados recentemente, os alas Nei e Netinho têm previsão de voltar ao futebol na segunda quinzena de julho, mas a recuperação da dupla é tão boa que ambos podem surpreender e voltar a atuar já no início do próximo mês. Por ora os médicos atleticanos preferem manter a cautela, mas não descartam uma antecipação no retorno dos atletas, antigos titulares do Furacão antes de suas respectivas lesões. Nei sofreu uma fissura na patela do joelho, enquanto Netinho corrigiu um problema crônico no púbis.
“É possível que até o fim deste mês o Nei volte, vamos ver a sequência da recuperação. O Netinho também vem em evolução, com a cirurgia corrigimos de vez o problema dele e a volta pode ocorrer antes do que todos pensam também”, comentou Edílson Thiele.
O zagueiro Gustavo Araújo será emprestado ao Vitória de Guimarães, clube português que já havia manifestado interesse em sua contratação no início do ano. Na época, o Atlético estipulou um valor pela transferência em definitivo do atleta (3 milhões de euros), mas o Vitória não tinha recursos suficientes. Agora, Gustavo seguirá por empréstimo de um ano, com opção de transferência definitiva ao final do contrato, em junho de 2010.
Após a primeira vitória no Brasileiro, o Furacão terá um sequência dura no campeonato. Nas quatro rodadas vindouras, o Atlético irá enfrentar times que brigam pela ponta da tabela e são apontados como favoritos ao título.
Nas duas próximas rodadas, o Rubro-Negro recebe na Baixada adversários paulistas. No sábado que vem o adversário é o Palmeiras, o atual 3° colocado. No fim de semana seguinte, será visitado pelo Corinthians, que é o oitavo colocado, mas está a apenas dois pontos da zona de classificação.
Em seguida, o CAP travará duelos contra os gaúchos. No dia 5 de julho viaja a Porto Alegre para enfrentar o Grêmio, atual sétimo colocado, com 8 pontos. Depois volta a atuar em casa, diante do Internacional, vice-líder do campeonato.
Meus amigos, foi santa a vitória do Furacão. Uma verdadeira apoteose rubro-negra, para quem há tanto tempo não ganhava uma partida.
O Atlético voltou a ser o Atlético, ao contrário do que vinha acontecendo recentemente, principalmente nos jogos em casa. A torcida deprimida, pelos cantos, às turras, exalando uma cava depressão. Contra o Sport, em plena Ilha do Retiro onde jamais havíamos vencido, o rubro-negro teve seu grande despertar.
Despertar que já havia sido ensaiado, diga-se, contra o São Paulo no Morumbi - ainda com Geninho no comando.
Mas o futebol é assim. A simples mudança de técnico pode gerar esse tipo de acontecimento. O Sport poderia ter vencido: perdeu dois, três gols na cara do Vinícius, e depois sucumbiu à marcação do Furacão - reforçada com a presença do zagueiro-artilheiro Rafael Santos e com o adiantamento de Chico para jogar como volante ao lado do leão Valencia. Pois que Waldemar Lemos possa manter essa sorte por um bom tempo, e que com ela venham novas vitórias.
PITACOS DO GUERRILHA
◙ Paulo Baier jogou o quanto aguentou e, se não foi soberbo, ao menos fez o que há tempos não se via: com ele o time conseguiu reter mais a bola, mantendo-a sob seus domínios.
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◙ Márcio Azevedo está jogando muito, mas tem ainda muito a crescer. É veloz e tem bom porte físico. Volta e meia chega bem ao ataque. Com treinamento, pode vir a ser um dos destaques da temporada. Precisa caprichar mais nos cruzamentos.
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◙ Por outro lado, Raul ainda não conseguiu se firmar. É um ótimo jogador, mas há que se tomar o cuidado para não queimá-lo como tantos outros já o foram na fogueira da Baixada. Zé Antônio entrou bem e deve ser mantido como titular.
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◙ Volta, Wallyson!
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◙ Além de quebrar um tabu de nunca ter vencido o Sport na Ilha, o CAP atingiu o marco da 100.ª vitória em campeonatos brasileiros, na era dos pontos corridos.
Troféu ZIQUITA
Ao zagueiro-artilheiro Rafael Santos, ao leão Valencia e ao lateral Márcio Azevedo. E pra galera que foi até Pernambuco e fez ecoar os gritos de A-tlé-ticoooooooo nas arquibancadas da Ilha do Retiro.
Troféu TIÃO MACALÉ
Poxa, na primeira vitória do time no Brasileirão, tão suada que foi, ninguém mecece levar o prêmio "Nojeeeeeento". Fica pra próxima.
Meus amigos, já está no iutúbe mais uma sensacional partida do Furacão nos anos 90. Foi no Pinheirão, contra o Paraná Clube, pelo campeonato estadual de 1997. A partida, inicialmente marcada para um domingo, por conta de uma chuva torrencial que alagou o gramado acabou sendo realizada no dia seguinte, com os portões abertos. Em plena noite de segunda-feira, a massa rubro-negra lotou as arquibancadas. Grande lembrança. Foi nesse jogo que Perdigão e Paulo Miranda estrearam no CAP, justamente contra o ex-clube de ambos. Destaque para as bombas do zagueiro Andrey, os gols de Paulo Rink e a velocidade, raça e habilidade de Oséas - que vivia o melhor momento de sua carreira com a camisa rubro-negra. Para rever este jogaço, é só clicar no vídeo abaixo. Bendita tecnologia!
Em tempo: a equipe de Juniores do Atlético Paranaense garantiu na tarde de ontem uma vaga na final da Copa Tribuna. Atual campeão da competição, o Rubro-Negro venceu o Paranavaí, por 1 a 0, na Arena, com gol do atacante Ramon (na primeira partida o Furacão havia vencido por 3 a 0). O adversário da final será o Coritiba, e o Furacão tem a vantagem de decidir em casa por ter a melhor campanha da competição. O Atlético jogou com Neto, Manoel, Pablo e Vinicius (Éderson); Bileu, Deivid, Guilherme (Ramon), Lucas Sotero (Douglas Catita), Willian e Denis; Eduardo Salles. É o Furacãozinho em mais uma final - algo bastante corriqueiro nos últimos anos.
O técnico Emerson Leão confirmou o time titular do Sport no jogo contra o Atlético, neste sábado, na Ilha do Retiro. O Sport vai no 4-4-2, com Magrão no gol, Moacir na lateral direita, Bruno Teles na esquerda, e César e Durval na dupla de zaga. Igor recuperou-se de lesão e foi relacionado para a partida, mas deve ficar no banco. O meio será composto por Hamilton, Sandro Goiano, Fumagalli e Luciano Henrique, e no ataque a mesma dupla do último jogo: Ciro e Weldon.
Diógenes de Sínodo, o filósofo, vagava pelas ruas da Grécia Antiga com uma lanterna acesa, em plena luz do dia, em busca de um homem realmente honesto e virtuoso. Tal qual Diógenes, o Furacão partiu há pouco rumo ao Recife, carregando é claro sua enfadonha lanterna na bagagem. No nosso caso, ela serve para procurar a primeira vitória no Brasileirão. O filósofo morreu sem encontrar o que procurava. Que o Atlético encontre logo a vitória e largue essa lanterna maldita. Sorte para nós contra o Sport! Vamos precisar.
- Aiaiaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... Agora só me resta um carguinho na diretoria dos coxa...
O fato aconteceu durante a semana e este blog não poderia deixar de comentar.
O governador Requião finalmente defenestrou o pseudo-comuna Ricardo Gomyde da Paraná Esporte. Demorou o sr. governador para tomar tal atitude. Gomyde permaneceu mamando nas tetas do governo por uns bons 6 anos. Sempre mantendo cargo diretivo nos coxas simultaneamente, e inclusive viajando para tratar de assuntos relacionados aos coxas em dia de expediente no governo estadual. Jogou contra o próprio estado para qual trabalhava ao se unir com Onaireves Moura para tirar a Copa da Baixada e indicar o Pinheirão. Indicação, diga-se, que poderia ter melado a vinda da Copa para Curitiba. O que se espera é que outros pseudo-comunas, como nellos e luizões, tenham o mesmo destino: a lata do lixo. Espera-se também que os boatos de que prefeito Beto Richa pode abrigar a essa comunistada toda na administração municipal seja mesmo apenas boato. Chega de dar abrigo a essa gente que nunca é eleita mas insiste em ficar mamando numa tetinha pública. Agora, a Paraná Esporte está nas mãos de alguém que entende do riscado de verdade: Marco Aurélio Saldanha da Rocha, ex-goleiro do Atlético e do Flamengo, é seu novo presidente.Relembre alguns dos marcos da passagem de Gomyde pela Paraná Esporte:
A bandeira branca que seria hasteada no Atlético, com a possível volta de Mário Celso Petraglia ao clube, não passou de ensaio. Presidente do Conselho Deliberativo até o fim do ano passado, Petraglia se reuniu na sexta-feira passada com Marcos Malucelli, atual mandatário rubro-negro, e Ênio Fornea, dirigente responsável pela obra de conclusão da Arena. “Nos encontramos a pedido dele”, confirmou Malucelli, ontem. No jantar, Petraglia teria se colocado à disposição para voltar à Baixada, de onde se afastou no começo do ano. A exigência, segundo Malucelli, seria que pudesse trabalhar em oito áreas dentro do Furacão – marketing, relações internacionais, negociações nacionais, departamento financeiro, representação política na CBF, construção da Arena, representação junto ao comitê local para a Copa de 2014 e coordenação do projeto de crescimento do Atlético. Não houve acordo. Malucelli voltou a oferecer os cinco itens (negociações com a televisão, Clube dos 13, CBF, Copa e a venda de jogadores para o exterior) que garante ter acertado com o ex-dirigente na época da eleição, em dezembro de 2008. “Um jantar não quer dizer que o Atlético se reaproximou do Petraglia. Continua tudo igual a janeiro: o Petraglia segue não sendo representante do Atlético para nada”, afirmou, taxativo. Procurado pela reportagem, Petraglia não quis comentar o assunto.
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Tomara que as negociações não cessem. Precisamos de união e Petraglia é importante para atuar em várias dessas áreas. Estranho que entre os 5 itens oferecidos por Malucelli a Petraglia não esteja a conclusão da Baixada, que é diretamente relacionado à Copa de 2014. De qualquer maneira, espero que cada um ceda um pouco e se acertem.
A nova comissão técnica do Atlético começou a trabalhar ontem, no CT do Caju. Após ser apresentado aos jogadores, o técnico Waldemar Lemos já foi para o campo. Quem tinha do treinador a imagem de uma pessoa pacata, paternal e tranquila, surpreendeu-se – ele comanda o Rubro-Negro no jogo de sábado, contra o Sport, às 18h30, no Recife.
Pelo menos durante o treinamento, no meio dos atletas, o comandante dava muitas instruções de uma maneira bem agitada. Às vezes, chegava aos berros no trabalho de ataque contra a defesa. Isso quando não corria junto ao atacante para quase finalizar para o gol.
Certamente sem conhecer pelo nome todos os novos comandados, Lemos foi na base do “zagueirão tem de tirar de chapa” ou o “o cruzamento do lateral tem de chegar aqui”.
O novo chefe também deixou claro para o time que não gosta de corpo mole nos treinos. Se naturalmente os primeiros dias com um novo “professor” já são bem movimentados, imagina após uma forte cobrança. “Não é para ir devagar, não. Tem de chegar junto, não deixa fácil. Tem de dar porrada”, gritou, na linguagem do futebol que nem sempre significa o mesmo da vida cotidiana.
“Queremos que com o trabalho do Waldemar a equipe passe a ganhar os jogos. O que não vinha ocorrendo até agora”, comentou o presidente Marcos Malucelli, único representante do clube a se pronunciar ontem – por ordem da direção, comissão técnica e jogadores só pensam em trabalho até a viagem ao Recife, marcada para esta quinta, às 13 horas, quando ocorrerão as entrevistas no aeroporto.
Junto ao novo treinador, o preparador físico Riva Carli (trocou o Flamengo pelo Furacão) e o preparador de goleiros Marcos Tedeschi (foi promovido dos juniores) também não deram moleza para o elenco. Assim que terminavam uma série de chutes e cruzamentos, os jogadores tinham que vencer um circuito com zigues-zagues e cambalhotas ao redor do campo.
À noite, toda a comissão se reuniu com os profissionais que já estavam na Baixada. Entre estes, André Souto, filho e auxiliar do demissionário Geninho que continua no Rubro-Negro até o fim da semana. Na pauta do encontro, uma avaliação completa do plantel, nome por nome, e a definição de quem viaja e da equipe que joga no Nordeste.
“Só conversarei detalhadamente com o treinador sobre a necessidade de reforços na segunda-feira”, confirmou Malucelli, reconhecendo que nem mesmo a saída de alguns jogadores do elenco está descartada. Baier liberado Com o nome registrado no BID, o meia Paulo Baier será a principal novidade do Atlético, sábado, contra o Sport. “Fiquei 10 dias parado. Estava treinando fora do grupo. Já estou ai e pronto para ir para o jogo sim. Esse negócio de ficar 10 dias treinando (em separado) não funciona comigo. Quero estar no grupo, trabalhando e à disposição. Eu vinha treinando só na sala de musculação, nas bicicletas. Não é a mesma coisa que trabalhar com o grupo. Estou aqui para jogar e, se tiver que ir para o jogo, estou pronto”, declarou. Já o atacante Eduardo, também recém-contratado, está fora da partida. O jogador vai casar no religioso, amanhã, em Belo Horizonte.
Emprestado ao Valladolid, da Espanha, no início de 2009, o atacante Pedro Oldoni não terá o seu vínculo renovado com o time europeu. A decisão foi informada pela diretoria do Valladolid por intermédio do seu site oficial, e o avante já foi visto no CT do Caju. A diretoria atleticana ainda aguarda o fim do contrato de empréstimo, no dia 30 de junho, para então definir o futuro do atleta. Se não conseguir encaixá-lo em outra equipe do exterior, o Furacão deverá reintegrá-lo ao elenco principal.
Curitiba foi uma das cidades protagonistas do último dia do 1° Seminário para as 12 cidades-sedes da Copa do Mundo de 2014, realizado desde a última segunda-feira no Hotel Windsor, no Rio de Janeiro. A capital paranaense apresentou o seu projeto a uma bancada formada por dirigentes do Comitê Organizador do Mundial, ligados à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e à Fifa, e o clima entre a cúpula que viajou ao Rio foi de otimismo após o encontro. Mais do que apresentar todas as características da candidatura de Curitiba, abordando infraestrutura e outros aspectos, a reunião serviu para os dirigentes paranaenses manterem vivos dois sonhos: receber o Centro de Imprensa da Copa de 2014 e participar como sede da Copa das Confederações de 2013, evento que acontece no país-sede um ano antes do Mundial de futebol. “Estamos correndo contra o tempo e, a partir de agora, e todos os esforços devem ser concentrados”, afirmou o vice-governador e presidente do Comitê Executivo da Copa em Curitiba, Orlando Pessuti, após a sua visita ao seminário, na segunda-feira. O assessor de Relações Institucionais da prefeitura, Luiz de Carvalho, compartilha da mesma opinião. “Temos uma responsabilidade muito grande para obter os resultados esperados dos esforços de todos os organismos envolvidos, principalmente da prefeitura de Curitiba, para que a Copa tenha sucesso total e traga benefícios duradouros para a cidade em todos os aspectos”, disse. O dirigente foi escolhido também como o gestor da cidade-sede, cargo necessário para fazer a ponte entre a Fifa, o Comitê Organizador e a candidatura paranaense. De acordo com Carvalho, os próximos passos de Curitiba já estão definidos. “O primeiro passo será enviar uma equipe técnica para a África do Sul, nos próximos dias, buscando a experiência sul-africana na organização da Copa das Confederações, para reduzir ao máximo a possibilidade de erros no projeto curitibano”, explicou. Em solo brasileiro, os dirigentes deverão ser chamados até Brasília, onde haverá um encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a definição dos investimentos e das obrigações de cada esfera – municipal, estadual e federal – nas obras que virão pela frente, as quais deverão compor o PAC da Copa. A Fifa já disponibilizou US$ 407 milhões para a organização do Mundial. “Assim que tivermos a pré-validação do Comitê Organizador daremos sequência ao processo de análises legais, validação e licenciamentos necessários às obras tanto do estádio como da infraestrutura municipal”, declarou a engenheira do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), Susana Costa. Ainda neste mês de junho a CBF deve organizar um encontro apenas com os engenheiros envolvidos com as 12 subsedes da Copa de 2014, dentre os quais estará presente Carlos Arcos, profissional que projetou a Arena da Baixada. “Curitiba tem o único estádio construído dentro do padrão da Fifa, de 1996, e por isso está sendo modelo para o país. Agora vamos remodelar para atender o caderno de encargos de 2008. O comitê pediu atenção basicamente em questões relativas às interfaces externas, que atendem parceiros comerciais e a área de hospitalidade”, declarou.
Nesta terça-feira, durante o segundo dia do Seminário das Cidades-Sedes da Copa do Mundo de 2014, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, os representantes das cidades receberam do Comitê Copa-2014 a recomendação de que revejam suas proibições do consumo da bebidas alcoólicas no entorno e dentro dos estádios.
O comitê evidenciou que os municípios não poderão proibir o consumo para não prejudicar a Fifa, pois uma das patrocinadoras da entidade é uma marca de cerveja - a Budweiser.
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E então? Pra gringo na Copa pode? Pro torcedor brasileiro não pode?
Rumores de que a paz pode estar voltando ao alto escalão da direção do CAP.
Nada confirmado ainda, mas há indícios de que Mário Celso Petraglia estaria voltando ao clube, para cuidar de assuntos como conclusão da Baixada e Copa 2014.
Se se confirmar, ótimo para o Atlético. Seria uma nobre atitude de nossos dirigentes. Como eu disse alguns posts abaixo, o Atlético precisa de união.
Além de preparador, Riva Carli já foi técnico do Atlético e conquistou o Supercampeonato Paranaense de 2002.
Do site oficial do CAP:
O preparador-físico Carlos de Oliveira Carli, mais conhecido como Riva Carli, será o novo preparador-físico do Atlético Paranaense para a temporada 2009. Riva estava no Flamengo e retorna ao Furacão, clube onde trabalhou por vários anos, sendo a última passagem em 2006. Riva foi o preparador-físico do time campeão brasileiro de 2001. O novo preparador-físico do CAP também passou por outras equipes como Bahia, Goiás, Fluminense e Botafogo, além de equipes da China. Riva chega a Curitiba nesta quarta-feira e já se junta à comissão técnica comandada por Waldemar Lemos.
Meus amigos, esse lance de divisão na torcida do CAP já deu no saco.
Petraglistas x Oposicionistas; Malucellistas x Oposicionistas; Oposicionistas x Oposicionistas; Petraglistas x Malucellistas; Organizados da Curva X Acomodados da Getúlio.
Já tá mais do que provado que é na união que o Atlético cresce.
Todo ano tem sido assim. O mesmo desempenho pífio dentro de campo e as mesmas rusgas fora dele.
No final, todo mundo unido pra tirar o Rubro-Negro do buraco. E, unidos, sempre tiramos.
Pô, vamos nos dar uma trégua. E dar um tempo ao Waldemar Lemos, que não pode pagar pelos erros de outros.
Assim como Geninho chegou ídolo e foi-se embora desacreditado, Waldemar pode chegar desacreditado e fazer um bom trabalho.
Pena que ele não tem esse tempo: a necessidade de vitória é urgente. E tomara que ela venha logo, para diminuir a pressão que paira sobre nossas cabeças.
Pra quem vai emendar o feriadão mas permanecerá em Curitiba, um bom programa para sexta à tarde é a partida entre Atlético x Paranavaí, na Baixada, pela semifinal da Copa Tribuna de Juniores. Afinal, se os profissionais do Rubro-Negro estão mal, as categorias de base vêm fazendo bonito, e papando um título atrás de outro. O Furacão venceu o primeiro jogo por 3 a 0 e pode perder por até dois gols de diferença que garante vaga na final para lutar pelo bicampeonato. E o ingresso custa apenas uma aposta na Timemania (concurso 68), co mo Atlético assinalado como time do coração. O torcedor poderá adquirir seu bilhete em qualquer lotérica ou na Baixada mesmo, na hora do jogo. Vendedoras uniformizadas estarão em frente à entrada da Arena na Buenos Aires, a partir das 14 horas. E a partida está marcada para as 15 horas.
Ao contrário do que foi informado no post abaixo, antes de eu corrigir, é claro, o preparador físico Moraci Santanna não vai mais voltar para o Atlético. Ele ligou no final da tarde oara o presidente Marcos Malucelli informando que deve aceitar uma proposta para trabalhar no exterior. Com isso, o Furacão segue na busca de um novo profissional para o setor. Uma pena. Do trio inicialmente dado como certo, Moraci era o mais qualificado.
A Furacao.com informa que o novo técnico do Atlético é Waldemar Lemos, que estava no comando do Náutico. O Furacão também esta acertando a contratação de Ocimar Bolicenho para o cargo de diretor de futebol. Ele é ex-presidente do Paraná Clube e nos últimos anos foi supervisor de futebol do Santos. Histórico
Embora tenha tido pouco trânsito pelos clubes tradicionais no futebol brasileiro, Waldemar Lemos é velho conhecido da torcida do Flamengo. No ano de 2002, Lemos trabalhou no tricolor carioca ao lado de seu irmão Oswaldo de Oliveira. Enquanto este último treinava a equipe principal, que disputava o Torneio Rio-São Paulo, Waldemar comandou o time que participou do polêmico campeonato carioca, que teve o Fluminense declarado campeão. Em 2003, foi contratado na condição de auxiliar técnico de Oswaldo de Oliveira. Devido à má-campanha, o treinador acabou demitido e Waldemar foi efetivado no cargo. Na disputa do Brasileiro daquele ano, o Flamengo terminou na 8ª colocação, melhor campanha no nacional desde 1997. Lemos deixaria o Flamengo ao final de 2003 para retornar em 2006, oportunidade em que levou o clube à final da Copa do Brasil. Apesar disso, foi demitido pela Diretoria, que preferiu apostar em Ney Franco para a disputa do título, conquistado sobre o rival Vasco da Gama. Do Paraná ao Santos Ocimar Batista Bolicenho tem 50 anos e despontou para o futebol profissional como responsável pelo futebol do Paraná Clube em 1991, onde ficou até 1997. Em 1998 e 1999 atuou como Diretor de Relações Internacionais da Federação Paranaense de Futebol e participou da formação e execução da Copa Sul de 1999. Em 2008, Bolicenho trabalhou na direção de futebol do Joinville, ao lado do técnico Waldemar Lemos. O último trabalho foi como supervisor de futebol no Santos, já em 2009.
* Atualizado às 18h37 ** Copyright by Furacao.com e site oficial do CAP.
Acabei de conversar com o presidente Marcos Malucelli e ele me confirmou que Valmor Zimermann não vai mais assumir a direção de futebol do clube. Segundo o dirigente, Valmor disse na quinta-feira que não terá tempo para exercer a função. Outro nome para a diretoria pode ser confirmado ainda nesta semana. Séra que Lopes pode pintar na área?
O repórter Osmar Antônio disse no programa esportivo do final da tarde que a diretoria do CAP deve trazer mais três reforços após a derrocada de ontem. Um meia e dois atacantes. E eu pergunto: pra zaga, nada? O Atlético tomou 13 gols em cinco partidas neste Brasileirão. Quase 3 por jogo. A pior zaga do campeonato, junto com a dos coxas. Não, não acho nossos defensores péssimos. Mas são todos meio iguais, medianos. Sem falar que os italianos estão de olhjo em Chico e Rhodolfo. Mas falta ali um xerifão, um caboclo mais experiente e com mais comando. Que dê tranquilidade aos demais. Aliás, ontem Geninho poderia ter evitado queimar o Carlão, escalando o Rafael Santos - um pouco mais experiente. Enfim, eu invistiria mais uns trocados para trazer mais um zagueiro. Ou melhor, "o" zagueiro.
Hoje é dia de especulação sobre o nome do novo treinador do Atlético. Não sei quem será, mas tenho minha preferência. E eu traria logo uma dobradinha. Gustavo Matosas de técnico e o delegado Antônio Lopes como supervisor.
Bandeiras atrapalharam a transmissão de TV. (Foto: Gazeta do Povo)
Repito que a Fanáticos tem sido excepcional este ano, ao apoiar o time até o último minuto de jogo mesmo nas derrotas - diferentemente do que se via na gestão de Petraglia. Ontem, até mesmo a organizada se encheu. E protestou. Até aí, tudo bem. Mas protestou de forma burra. Foram com suas bandeiras lá na Getúlio Superior - onde os torcedores querem mais é poder assistir aos jogos tranquilamente sentados em seus lugares - agitá-las em frente às câmeras de TV. Resultado: a transmissão foi prejudicada nos últimos minutos da partida. Tem coisa que não dá pra entender. Lutaram durante anos para ter o direito de levar as bandeiras de volta à Baixada. E, quando conseguem, promovem uma atitude besta como essa. Já não é a primeira vez. Há alguns anos, a diretoria deixou que a organizada entrasse em campo junto com o time, com duas ou três bandeiras. Não levou cinco partidas para que arrumassem confusão. Se não me engano, o CAP perdeu até mando de jogo por conta disso. Agora, vão lá impedir a transmissão de TV. Parece que imploram para que as bandeiras sejam novamente proibidas na Baixada. Só pode. É difícil de entender que o direito de protestar não se sobrepõe ao direito da TV de transmitir a partida? Até porque as emissoras pagam por isso aos clubes, e o Atlético depende totalmente desta receita. Difícil é entender o que é que a TV fechada tem a ver com o protesto contra o time. A diretoria do clube procurou uma aproximação com as organizadas, mas precisa botar ordem no coreto. Algumas normas devem ser estabelecidas. Bandeiras, por exemplo, devem ser liberadas apenas na curva da Fanáticos. Senão, vira zona.
A expressão da pequena torcedora aí das fotos, flagrada pelo fotógrafo Franklin de Freitas do portal Bem Paraná, resume bem o sentimento de toda a Nação Atleticana...
O técnico Geninho acaba de anunciar em entrevista coletiva que não é mais treinador do Atlético. A decisão partiu do próprio técnico, e o pedido de demissão foi informada por ele ao presidente Marcos Malucelli logo após a goleada sofrida para o Atlético-MG, agora há pouco, na Baixada. "Agradço a toda a torcida e peço desculpas por estes últimos jogos. Por onde eu for serei um torcedor do Furacão. Mas futebol é resultado. Um fato novo pode ajudar o Atlético a sair desta situação, até porque o campeonato ainda está no começo. A partir de agora o Atlético terá uma nova caminhada e eu vou seguir a minha vida", declarou em entrevista coletiva.
Cinco partidas, quatro derrotas (três delas em plena Baixada) e um mísero empate. E, de quebra, a goleada vergonhosa sofrida há pouco para o Atlético-MG (4 a 0) ainda nos devolveu a lanterna do Brasileirão. Humilhante.
Mas pior que a humilhação é ver que, na 5.ª de 38 rodadas, o Atlético já está lutando para não cair, e sabermos que deverá ser assim durante toda a competição. Desesperança total.
De quebra, como a coisa estará pretíssima no Brasileirão, a Copa Sul-americana será relegada a segundo plano. Ou seja, 2009 não está nem na metade mas já é mais um ano perdido. Troféu Ziquita vai pra quem encarou o frio e foi até a Baixada hoje. E o Tião Macalé vai para Geninho, Marcinho e o time todo, excetuando-se a pizada que está sendo lançada numa fogueira medonha.
Os internautas já escolheram as três classificadas para a fase final do concurso Musa do Furacão deste ano. E as mais votadas foram a Caroline Pires, a Cibele e a Mahara. As três são demais, mas como tinha muita atleticana maravilhosa participando este ano, segue abaixo a Seleção do Guerrilheiro. Olha só:
Aji Luz
Bel
Caroline Pires
Cibele
Gisa
Larissa
Lilian
Mahara
Márcia
Tati Thalita
COM UM TIMAÇO DESSE NA ARQUIBANCADA NÃO DÁ PRA FAZER FEIO NO GRAMADO, NÃO É?
Então bora pro jogo contra o Galo!
Para votar numa das três finalistas e escolher a Musa do Furacão 2009, clique aqui.
Mais um jovem promissor vai ter a missão de envergar a camisa titular numa partida do Brasileirão Série A: o zagueiro Carlão substituirá Rhodolfo, contundido, e começará a partida de amanhã contra o Atlético-MG.
Na frente, com Wallyson ainda em tratamento, Geninho terá de escolher entre Wesley e Patrick para formar a dupla de ataque com Rafael Moura.
Aposto na seguinte formação: Vinícius; Raul, Antônio Carlos, Chico, Carlão e Márcio Azevedo; Valencia, Dos Santos, Marcinho; Rafael Moura e Wesley. Será este o time que terá a missão de conquistar a primeira vitória do Furacão no Brasileirão? Sejam quais forem os titulares, vamos todos à Baixada para empurrar o time pra cima do Galo e melhorar a média de público.
Então, já sabe: Se você é sócio e não poderá ir à Baixada amanhã, empreste seu smart-card!
Você é sócio e não irá ao jogo amanhã? Empreste seu smart a um vizinho, amigo, cunhado, primo... Atleticano por aí é que não falta!
A empolgação do vice-governador Orlando Pessuti – que é figura humana calorosa e esportista sincero, daqueles que não perdem jogo do seu time de coração – e o anúncio de que o Comitê Executivo estadual da Copa de 2014 vai exigir jogos das quartas de final em Curitiba podem politizar perigosamente o planejamento do megaevento no Paraná.
Claro que isso está acontecendo no país inteiro, afinal os políticos só têm olhos para as próximas eleições e, até a Copa de 2014, teremos pelo menos duas de grande porte. Em São Paulo, por exemplo, Corinthians, Palmeiras e Federação Paulista tentam tirar os jogos do Morumbi a fórceps. Por aqui, todo mundo quer ser o pai da criança e o Coritiba não se conforma com os jogos do Mundial na Arena da Baixada. Mas o problema nuclear é impedir a utilização política do empreendimento, mesmo porque se existe um pai da criança este tem nome e sobrenome: Mário Celso Petraglia, ex-presidente do Atlético.Não fosse ele e a sua obstinação, pela indolência dos políticos nativos que nem sequer receberam Ricardo Teixeira em sua primeira visita, Curitiba teria ficado fora da Copa. Tenho divergências com Petraglia – todas no plano futebolístico –, mas devo reconhecer, por imperativo da verdade, que ele foi o grande mentor da materialização dos jogos oficiais da Fifa em Curitiba e na Arena da Baixada. O resto é oportunismo político que deve ser contido para não comprometer a organização e, sobretudo, as obras necessárias para o sucesso da responsabilidade público-privada.
Meus amigos, aqui na Baixada a obra é de verdade, não é para inglês ver! Confira as fotos publicadas nesta quinta no Fórum Furacao.com e veja como está ficando a reta inferior da Brasílio Itiberê:
A curva se unindo ao setor Buenos Aires. Nota-se ali a abertura para a entrada de serviço. Mais um acesso desse será feito na outra curva, entre a Brasílio Itiberê e a Madre Maria, e os atuais, atrás dos gols, serão fechados.
O guindaste funcionando a pleno vapor.
Drenagem do local onde ficarão os novos bancos de reserva.
A armadura da lage acima da arquibancada, que será mais larga e dará acesso a lanchonetes e banheiros do novo setor - provavelmente naquela porta de entrada embaixo do setor dos visitantes.
A obra vista por trás: o escoramento da laje deve ser concluído em 15 dias.
Atrás da arquibancada, no final da laje, será feito um muro de 3 metros de altura. Para o escoamento do público serão colocados portões e construídas rampas que ligarão diretamente ao estacionamento do terreno que era do colégio.Segundo o presidente Marcos Malucelli, o novo setor deverá ser inaugurado no dia 12 de julho, na partida contra o Internacional.
Excelente a cobertura da Furacao.com sobre a contratação dos novos reforços, Paulo Baier e Eduardo. Nada menos do que 11 notícias. Não é preciso ler mais nada sobre o assunto. Aliás, foi lá que eu soube que Paulo Baier é o maior artilheiro da história do Campeonato Brasileiro na era dos pontos corridos, com 68 gols! A lista dos 10 principais artilheiros desde 2003 traz ainda outros 2 ex-atleticanos, Washington e Alex Mineiro. Confira:
01 - Paulo Baier - 68 gols 02 - Edmundo - 59 gols 03 - Washington - 56 gols 04 - Tuta - 55 gols 05 - Alex Dias - 50 gols 06 - Christian - 49 gols 06 - Alex Mineiro - 49 gols 08 - Dimba - 47 gols 08 - Souza - 47 gols 10 - Romário - 45 gols
Esse árbitro mineiro Ricardo Marques Ribeiro deveria ser médico, de tão horrível que é sua letra. Mas dá pra ler na súmula da partida de ontem no pinga-mijo que ele relatou o arremesso de um artefato tipo "rojão" no gramado. E ainda classificou como "ruim" o comportamento da torcida da casa. Bem, quando o árbitro de Atlético x Corinthians relatou na súmula que um imbecil jogou bomba na torcida paulista, fui o primeiro a noticiar aqui mesmo no blog e a admitir que o Atlético estava errado e até defender que o clube fosse punido. Pois foi mesmo: o Rubro-Negro perdeu um mando de campo na Copa do Brasil do ano que vem. Mas não dá parea admitir que apenas o Clube Atlético Paranaense seja punido por qualquer pedaço de papel que invada o campo de jogo sem intenção de atingir alguém ou prejudicar o espetáculo, enquanto outras torcidas têm comportamento reprovável. Os próprios coxas, por exemplo, no último Atletiba na Baixada, jogaram intencionalmente uma dúzia de bombas na torcida do CAP. O fato foi relatado a autoridades do STJD - o procurador Ramon Nogueira e o presidente Ivan Bonilha -, que nem sequer apresentaram denúncia. Uma vergonha. Eu mesmo mandei e-mails a ambos, e sequer fui respondido. Agora, jogaram rojão no campo do Pinga Mijo e o árbitro considerou como ruim o comportamento da torcida local. Só espero que haja igualdade de tratamento. Até porque agora a denúncia vai para o STJD, e lá no Rio o tribunal desportivo não é omisso, submisso e trapalhão como o daqui. É esperar para ver.
Juiz da partida entre coxas x Inter relatou que "aos 34 minutos do segunto tempo foi arremessado no campo de jogo um artefato do tipo rojão" e que este "foi arremessado por um torcedor do Coritiba que estava na arquibancada...".
E ainda classificou como "ruim" o comportamento da torcida da casa, assim como dos médicos do clube. (clique nas imagens para ampliar)
No placar dos 2 jogos, ficou Atlético 3 x 4 Corinthians, finalista da Copa do Brasil. Um golzinho separou o Atlético da classificação. O rubro-negro era eliminado pelo primeiro time da Série A que enfrentou na competição.
No placar dos 2 jogos, ficou Coxas 2 x 3 Internacional, finalista da Copa do Brasil. Um golzinho separou a coxarada da classificação. E os verdinhos foram eliminados pelo primeiro time da Série A que enfrentaram na competição.
Mas, para a nossa imprensa, pelo que li nos jornais de hoje e ouvi nos programas esportivos das rádios, o Atlético foi "atropelado" por Ronaldo e cia. Já os coxas saíram "de cabeça erguida", como verdadeiros heróis.
Sem contar que o Furacão foi garfado pela arbitragem nas duas partidas. Na do Morumbi, com direito a marcação de pênalti inexistente. Mas isso foi fato pouco relevante para a mídia em geral.
Não vou dizer aqui que temos uma "imprensa paquita" ou baboseiras dessas que os coxas vivem falando. Mas que há uma discrepância aí, isso há. Ou não há?
O site oficial do CAP informou há pouco a contratação de dois reforços para o Brasileirão: o meia Paulo Baier e o atacante Eduardo. Confira a nota: O Atlético Paranaense fechou nesta quinta-feira a contratação de dois importantes reforços para a temporada. O meia Paulo Baier e o atacante Eduardo acertaram com o Rubro-Negro e já iniciam os trabalhos com o grupo na próxima segunda-feira.
Paulo Baier tem 34 anos e estava no Sport Recife. O jogador será apresentado oficialmente no domingo e já assiste nas arquibancadas da Arena o jogo do Furacão contra o Atlético Mineiro.
Já Eduardo, 22 anos, foi revelado no Atlético Mineiro mas estava emprestado ao Gaziantepspor da Turquia. O atacante já fez os testes físicos no Clube nesta quinta-feira e retorna ao CAP na segunda-feira para iniciar normalmente os trabalhos com a equipe.
Confira em instantes mais informações dos novos reforços do Furacão.
A CBF realizará nessa quinta-feira, em sua sede no Rio de Janeiro, o sorteio dos mandos de campo das finais da Copa do Brasil entre Corinthians e Internacional. Os confrontos estão inicialmente marcados para os dias 17 de junho e 1º de julho. E o promotor público Paulo Castilho vai pedir à Confederação a realização das partidas com apenas a torcida do clube mandante. A decisão foi tomada devido à morte do torcedor corintiano na noite de ontem, momentos antes da partida entre Corinthians e Vasco, no Pacaembu.
– Vou defender essa tese hoje no sorteio de mandos de jogos da final. Não sou favorável a isso, mas devido ao ocorrido ontem [morte do torcedor], infelizmente essa é a posição da promotoria – explicou Castilho.
Ônibus foi incendiado por "torcedores". Ainda vão querer botar a culpa na Skol...
Um torcedor morreu na noite de ontem após ser agredido em um confronto entre membros das torcidas do Vasco e do Corinthians, na zona norte de São Paulo. A briga ocorreu na marginal Tietê, entre a ponte das Bandeiras e da Casa Verde, antes do início do jogo entre os dois times pela semifinal da Copa do Brasil. Mais tarde, por volta das 23h30, um ônibus da torcida do Vasco foi incendiado na avenida Pacaembu, na zona oeste de São Paulo. Três carros que estavam perto do veículo também foram atingidos. Resta saber de quem é a culpa pelo fato da violência continuar imperando no futebol do País da Copa. Da cerveja, já se sabe que não é. A propósito, não há coisa mais absurda do que proibir a venda de cerveja nos estádios brasileiros mas adorná-los com placas da Skol, patrocinadora do Brasileirão. Soa como uma verdadeira zombaria ao torcedor de bem que está lá na arquibancada seco pra tomar uma bera gelada.
"Pela manhã conversei rapidamente com o presidente do Conselho Administrativo do Atlético, Marcos Malucelli, sobre o meia Paulo Baier. As informações já foram passadas pelo CBN Esporte da manhã, mas vamos lá: Malucelli aguarda uma resposta do empresário do atleta, Neco Cirne, para saber se contará com o jogador já nessa semana. O dirigente revelou que fez uma proposta ontem, e que existe, sim, a possibilidade de o jogador entrar em campo no domingo, contra o Atlético Mineiro. Quando falei do perfil do meia, o presidente me disse o seguinte: "é líder que nós estamos precisando dentro e fora de campo". Mais um reforço pode chegar ainda nessa semana. Malucelli preferiu não revelar nomes, mas negou uma possível troca de Márcio Azevedo pelo atacante Otacílio Neto, do Corinthians. O atacante do Timão interessa, mas só estará disponível depois que o time encerrar a participação na Copa do Brasil. PS - O blog foi o primeiro a trazer a confirmação do interesse do CAP em Paulo Baier. PS 2 - Fontes ligadas à diretorias dizem que Paulo Baier chega à Curitiba na sexta-feira. Vamos esperar."
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* Nota do Guerrilheiro: Nadja é repórter esportiva da rádio CBN. Tomei conhecimento de seu blog hoje, por meio do Fórum Furacao.com. Bastante interessante, por sinal. Enfim, mais uma fonte confiável de informação sobre o nosso futebol!
Peso e altura: 82 kg, 1,79 m. Esta é a “carcaça” do zagueiro atleticano Manoel que impressionou até mesmo o Imperador Adriano. Durante a vitória dos cariocas sobre o Atlético, no Maracanã, o astro flamenguista assustou-se com o tamanho e a disposição do adversário que entrou na vaga de Raul (Manoel também atua como lateral-direito) aos 19 minutos da etapa final.
“Logo que eu entrei teve uma falta para nós e todo mundo se aproximou. Daí o Adriano chegou para mim e perguntou: ‘Quanto anos você tem?’ Eu respondi que tenho 19. Ele não acreditou e falou: ‘Com essa carcaça? Ah, não tem não’”, conta o orgulhoso prata da casa rubro-negro, estreante na equipe profissional na partida do Maraca, garantindo não haver risco de ser mais um gato no futebol.
A revelação ganhou destaque no vice-campeonato da Copa São Paulo, em janeiro. No entanto, o técnico Geninho só subiu o garoto para o elenco principal no início do Brasileiro. Como já havia atuado na lateral nos juniores, Manoel foi utilizado nessa função nos treinamentos. Agradou.
“Tem muita força física e qualidade para chegar à linha de fundo. Agora, quanto a tomar a posição, aí depende de alguém deixar”, afirma o treinador, que tem no também menino Raul (19 anos) seu titular da camisa 2. Os experientes Alberto e Nei estão no departamento médico.
A ideia de atuar na lateral nem de longe assusta Manoel. Para quem já teve de enfrentar muitas outras dificuldades na infância pobre, em Bacabal, no Maranhão, a adaptação dentro de campo é moleza.
Sem ter o alimento em casa sempre garantido, o agora jogador do Furacão se virava como podia. Trabalhava com os pais Odeziro e Antônia na roça. Para completar a renda da casa, onde ainda moram dois irmãos dele, fazia bicos em outras propriedades. Dureza que explica a excepcional condição física do atleta.
“Minha mãe sempre me deu muito peixe com farinha para eu ficar desse tamanho. É muito bom. Nas minhas férias sempre volto para pescar lá”, diz.
Apenas aos 12 anos de idade Manoel passou a pensar exclusivamente em futebol. Jogou em uma escolinha de sua cidade natal e depois transferiu-se para o Uniclinic, do Ceará, que mantinha parceira com o Atlético até o ano passado. Após uma rápida passagem pelo Nacional, de Rolândia, chegou ao CT do Caju com 15 anos.
“Nunca podia imaginar que iria estrear no profissional no Maracanã com tanta gente (71 mil pessoas). Mas estava trabalhando para isso”, comenta ele, desejando além de ganhar novas oportunidades no time, poder ajudar a família, que segue batalhando na dura vida no interior do Nordeste.
Não dá para deixar de comentar e ouvir a opinião da galera. Segundo informações da Gazeta do Povo, a Baixada precisará ficar fechada por um ano para o término do estádio e adequação às normas da Fifa. Embora não haja textualmente uma declaração de diretores do CAP afirmando taxativamente que a Arena não receberá jogos durante as obras, esta é realmente uma possibilidade bastante realista.
A reportagem, porém, não informa se o fechamento provisório do estádio ocorreria em 2010 ou em 2011. Apenas que o CAP teria de aprontar todas as obras até o início de 2013, para poder sediar partidas da Copa das Confederações. A dúvida que fica é: onde o Furacão irá mandar seus jogos se a Baixada ficar realmente fechada? E mais: como se portarão os mais de 20 mil sócios, se o Rubro-Negro tiver de disputar suas partidas longe da Baixada? Bem, difícil responder, sobretudo à primeira questão. Em Curitiba, são poucas as opções. O Pinga-Mijo nem pensar, pois aquilo lá tá quase despencando e seria um risco colocar lá a fanática torcida atleticana. Já o Estádio da RFFSA não comporta todos os nossos sócios. A Vila Olímpica do Pinheiros, idem. Resta o Pinheirão. Ah, Pinheirão véio de guerra. Tanto sofrimento já passamos por lá. Encaramos um esqueleto de estádio bisonho por anos a fio, sem qualquer conforto. No início, nenhuma cobertura sequer. Um buracão de concreto em meio a um mar de lama e pedras, que se transformava em lodo movediço nos dias de chuva em Curitiba. E a neblina, aquela neblina do Tarumã que quase impedia a visão do campo de jogo... Pois é, parece ser a única alternativa. O problema é que a situação lá é precária: tá tudo abandonado, caindo de podre, e sem a menor condição de receber uma partida de futebol. Ou seja, antes de começar a reforma na Baixada o Atlético terá que dar uma garibada no Pinheirão, se quiser poder utilizá-lo. Além, do mais, seria totalmente desconfortável ter que negociar com o presidente da Federação Paranaense de Futebol, o senhor Hélio Cury, que mostrou-se um déspota aproveitador ao aprovar um dispositivo para que possa permanecer no cargo até 2014, além de arrumar uma confusão atrás da outra com o CAP. Sobre a segunda questão, a resposta é mais fácil: tenho certeza que os Sócios-Furacão continuarão apoiando e pagando suas mensalidades mesmo que o Atlético tenha de jogar na PQP. Primeiro, porque os atleticanos terão consciência da importândia de ajudar o clube nesse momento. Segundo, porque ninguém vai querer correr o risco de ficar sem um lugar cativo na Arena da Baixada depois de completa - que será um verdadeiro monumento. Enfim, o negócio mesmo é descolar uma cancha aí pelos arredores. Se tiver que ser o Pinheirão, que seja. Mas que acelerem ao máximo a obra na Baixada, porque ninguém merece!
Hoje o Pinheirão está uma tralha, além de estar pintado com uma combinação de cores de péssimo gosto...
...Mas a galera rubro-negra já viveu grandes alegrias lá, apesar de tudo.
O Pinheirão atualmente tem até uma pobre e abandonada "Calçada da Fama", você sabia? Olha aí as pegadas do Barcímio Sicupira. Eu também não sabia, descobri aqui no blog Capital da Notícia.
E aí, onde o Atlético deve jogar se a Baixada ficar fechada? Você continuaria sócio nesse período? Opine!
A confirmação da Copa na Baixada e os projetos para a conclusão do estádio mais moderno do país deixou a coxarada meio atordoada. Até porque o sonho de construir um Panetone Gigante foi por água abaixo... Perdidos, estão até fazendo uma campanha ridícula do tipo "A praça é nossa". Medíocre demais. Mais ou menos na linha "se nós não podemos levantar o Panetonão (porque a lei orgânica não permite uma obra dessas no local ou mesmo porque o investidor desistiu) então ninguém mais pode fazer obra nenhuma na cidade (porque a gente não quer). Se continuarem com esse tipo de pensamento os coxas vão longe... cada vez mais longe do Furacão.
Da Gazeta do Povo: O Atlético Paranaense já sabe quanto terá de gastar se quiser contar com o futebol do meia Paulo Baier. O presidente do Sport, Silvio Guimarães, afirmou na tarde desta segunda-feira que o jogador de 34 anos será liberado para qualquer clube do país por R$ 300 mil, valor próximo ao que o Leão pernambucano desembolsou para contratá-lo no início da temporada. Além do Furacão, Atlético-MG e Santos estariam de olho no jogador. “O Geninho falou comigo no Rio de Janeiro, se o Atlético-PR estiver interessado ele que me procure. Podemos negociar, mas temos custos que precisamos ser ressarcidos, gastamos um valor com o Paulo. Se acertarmos isso ai, não terá problema para ele sair. Estipulamos o valor de R$ 300 mil para ele sair do Sport, por este preço o liberaremos”, disse Guimarães, por telefone. O mandatário do Sport sabe da notícia que o procurador de Baier, Neco Cirne, estará indo a Belo Horizonte na próxima terça-feira para ouvir a proposta do Galo. Entretanto, por mais que o time mineiro acerte com o meia, o Leão promete endurecer e só liberá-lo diante do valor pré-acertado ou ainda com a cessão de zagueiros, laterais direitos ou meias, posições estas carentes no atual elenco da equipe pernambucana. “Aceitamos negociar também desta forma, mas é preciso recebermos a lista primeiro, vermos se algum nome nos interessa”, resumiu Guimarães. A expectativa do dirigente é resolver a situação de Paulo Baier ainda nesta semana.
O presidente do Conselho Administrativo do Furacão, Marcos Malucelli, disse que o que cabe ao Atlético fazer o clube está fazendo. “Estamos falando com quem é preciso, fazendo um grande esforço”, limitou-se a dizer.
Conta a favor do Rubro-Negro paranaense a amizade entre o jogador e o técnico Geninho, além das boas relações entre os dois clubes. Falta assim o acerto financeiro. "Com diálogo podemos até chegar a um outro valor, mas não muito distante do que passei", finalizou Guimarães.
E aí, vale quanto pesa? Seria uma boa contratação? Opine!
A Agência Estadual de Notícias, veículo oficial do governo do estado, em sua cobertura do anúncio de Curitiba como subsede da Copa de 2014, confirmou que a praça Afonso BNotelho passará por uma reformulação com vistas ao Mundial. “A praça em frente à Arena da Baixada será reformada e mudanças internas devem ser feitas no estádio, como iluminação, cobertura e ampliação de estacionamento e de área para a imprensa. O projeto prevê capacidade para 41.293 pessoas, entre espectadores, jornalistas e convidados na Arena, e estacionamento com 1.153 vagas, além de um telão do lado de fora do estádio”, informa uma notícia publidada pelo site.
Estacionamento e empréstimo do BNDES Também ao site da AEN, o deputado Alexandre Curi (PMDB) afirmou que a Copa do Mundo deve exigir investimentos superiores a R$ 6 bilhões no Paraná, para obras de grande porte como o metrô e reformas nos aeroportos de São José dos Pinhais e de Foz do Iguaçu, entre outras.
Curi adiantou que nos planos do comitê executivo paranaense está a construção de um estacionamento subterrâneo na Praça Afonso Botelho (em frente ao estádio Joaquim Américo), além da conclusão da segunda etapa das arquibancadas, entre outros equipamentos.
A Arena da Baixada - disse Curi - vai receber R$ 376 milhões às reformas necessárias ao redor do estádio. “Somente no estádio serão R$ 138,3 milhões em investimentos, através de empréstimo no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social)”. O presidente do Comitê Executivo da Copa em Curitiba, Orlando Pessuti, promete muito trabalho para viabilizar todas as obras prevista no caderno de encargos. “Hoje vamos comemorar, mas a partir de quarta-feira (3 de junho) já começamos a trabalhar no comitê executivo para cumprir todas as exigências da Fifa em termo de logística e de outras obras necessárias para receber os milhares de turistas, profissionais e as seleções que vão escolher o Paraná para sua preparação ou as que disputarão os jogos neste estádio maravilhoso que é a Arena da Baixada”.
Imagem mostra como será a integração entre o estádio e a praça Afonso Botelho para receber a Copa de 2014.
pessoas se espremeram nas arquibancadas do estádio Couto Pereira para assistir a Atlético x Flamengo, pela semifinal do Campeonato Brasileiro de 1983. Este foi o público total - pagantes, foram 65.491. É o recorde em estádios paranaenses e nunca mais será batido.
Nélio manda a coxarada calar a boca após o seu gol na segunda partida da decisão do Campeonato Estadual de 1998, no Pinheirão. É por essas e outras que os azeitonas são tão magoados.
Roubômetro do Brasileirão
- 2 PONTOS 18/05: São Paulo x Atlético - Pênalti não marcado para o Furacão e um gol impedido do SPFC, aos 43 minutos do segundo tempo, que tirou a vitória do Rubro-Negro. Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio e Marrubson Melo (bandeira)