sábado, 14 de novembro de 2009

Círculo relembra a história dos Fanáticos

Renato Sozzi com o ex-presidente do CAP José Carlos Farinhaque, em frente ao tobogã da
antiga Baixada - também conhecido como "Farinhacão": esse tem muita história pra contar.
Por e-mail, recebo a notícia: em seu próximo encontro, o Círculo de História Atleticana contará a história da Torcida Organizada Os Fanáticos. O convidado especial do evento será o Renato Sozzi, que dirigiu a TOF por 14 anos seguidos. Grande figura. Também estará presente, é claro, o grande professor Heriberto Ivan Machado, o guardião da memória atleticana.
Foto de 1991, quando os Fanáticos tomavam conta da Baixada abandonada.
O símbolo de concreto atualmente está guardado na sede da TOF.

Pra quem quiser um aperitivo do que será esse encontro, há uma série de textos escritos por Renato num antigo site de torcedores, o RubroNegro.Net. Lá ele conta como foi a história da torcida, ano a ano, de 1977 a 1998. O site está desativado e não é atualizado há anos, mas todo o arquivo permanece lá.
Sozzi foi presidente da torcida em tempo de vacas magras. Sem sede própria, com caixa vazio e um tormento para levar material e os torcedores até o Pinheirão em dias de jogos. A diretoria ia na Kid 2 (uma kombi caindo aos pedaços), o restante se espremia na carroceria do caminhão que levava os instrumentos e as bandeiras. Quem não cabia, ia a pé mesmo.
Por outro lado, eram anos bons. A sede ficava em território sagrado: o próprio Joaquim Américo, logo na entrada do estádio, numa salinha anexa ao ginásio. Na verdade, os Fanáticos tomaram conta da velha Baixada por anos a fio. Eram eles quem cortavam a grama, davam uma retocada na pintura. Até tomaram conta do bar do ginásio, por algum tempo. Em troca, as peladas da torcida eram ali mesmo, no solo sagrado do Caldeirão, todo sábado à tarde. Seguidas sempre de uma linguiçada assada num latão velho, debaixo da cobertura das sociais.
Anos incríveis, meus amigos.
E ninguém melhor do que o Renato para contar essas histórias.
Em 1987, o desafio era fazer festa num longínquo Pinheirão,
que ainda não tinha cobertura nem a mínima infra-estrutura.

O encontro será realizado na próxima quinta-feira, dia 19, das 19 às 22 horas, na Artha (Rua Mateus Leme, 2823 - São Lourenço).
Para participar, é preciso confirmar a presença pelo e-mail circuloatleticano@yahoo.com.br até dia 18. A inscrição é gratuita, mas as vagas são limitadas.

5 comentários:

Mylla disse...

Valeu Guerrilheiro, vê se aparece por lá!!!

Anônimo disse...

Sem dizer que se não fosse a atuação efetiva da TOF e a esperteza do Mafuz que deu um migué no meirinho, aquele terreno onde hoje é a entrada na Getúlio teria sido incorporada pela LBV.

Isso os filhinhos de papai que falam mal da organizada não falam né. Ou não sabem?

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profano

Rodrigo Otavio disse...

deveriam ter chamados uns dos fundadores como o Marcos Mattos

Anônimo disse...

ta explicado por que a TOF não fez a devida homenagem ao maior atleta que o clube já teve!

BARCIMIO SICUPIRA JR.

Porque ela não tem idade o suficiente para ve lo jogar!!!


SICUPIRA ainda é o maior artilheiro da historia, e essa TOF, por BIRRA e falta de educação ainda não homenageou esse gigante!!!

Ta certo o Sicupira em falar que não gosta de torcida organizada!!!

Já fiz parte,já gostei( era moleque) e hoje voto pela extinção delas, não cumprem com sua função social, pelo contrario!

Belezêra disse...

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Tu é mesmo um chato hein. Função social??? Função social é pro Poder Público, pro governo, pro Judiciário, pra Igreja.