terça-feira, 27 de outubro de 2009

Atleticano atropelado é Sócio-Furacão

Da Gazeta do Povo:

Um cara tranquilo, apegado à mãe, fanático pelo Atlético e que não perde um jogo do Rubro-Negro. Esse é o relato que amigos do estudante de Direito João Henrique Vianna, 21 anos, fazem do rapaz atropelado por um torcedor rival quando retornava do Couto Pereira para a Arena, na escolta policial aos fãs atleticanos que foram ao Atletiba, no domingo.

“Ele tem até uma tatuagem em homenagem à mãe (Ana Maria Mendes) nas costas. É muito calmo e tranquilo. Se alguém merecia morrer ali, não era ele. Não participava de festas de torcida e muito menos de brigas”, diz o estudante Eduardo Marques, 19 anos, que estava no mesmo grupo de rubro-negros depois do clássico.

João Henrique não é integrante de torcida organizada, mas é sócio-torcedor do Atlético. Na Arena da Baixada, sua cadeira ficava no setor 104 da reta inferior da Getúlio Vargas. Local onde fez várias amizades durante as partidas do Furacão.

“Conheço ele de conversar durante os jogos. Era mesmo muito calmo. Gostava de comentar o jogo com ele”, conta o torcedor André Maria Fonseca, 21 anos, outro que viu o acidente de perto. “Ele voou uns três, quatro metros para cima. Bateu com a cabeça no alto do parabrisa. Estava com um capuz na cabeça e demoraram para perceber que era ele quem estava caído”, acrescenta o amigo.

Um comentário:

andreraphy disse...

estudei com o Joao no ano de 2000, quando fazia a 6 serie.
Realmente o cara era gente fina....tranquilo na paz.
Ele foi pra uma melhor q esse mundo q nos vivemos eh um lixo.