quarta-feira, 30 de setembro de 2009

A frase

Estou em um clube que paga em dia, que tem uma torcida muito fera, tem uma estrutura bacana. Então não tem por que eu sair. A minha preferência, eu já falei com o meu procurador, a minha intenção é renovar, é ficar aqui, porque as pessoas estão me tratando bem, e isso é importante, você estar feliz. Não foi na emoção do jogo, não foi na emoção por ter feito o gol ou da boca pra fora, na realidade é isso mesmo que eu quero: permanecer aqui.
Paulo Baier, em entrevista à Furacao.com.

Furacão na telinha

Do Círculo de História Atleticana:
A locadora Cinevídeo1 (primeira de Curitiba) conta com um mini-auditório onde frequentemente são exibidos excelentes filmes, gratuitamente. Neste início de outubro, a Cinevídeo1 exibirá filmes sobre o futebol paranaense. As exibições tem início às 19 horas, com entrada franca, mediante retirada de senha na recepção. O auditório tem apenas 25 lugares.

Segue a programação dos jogos memoráveis do Atlético:

01/10 – Atletico Campeão Paranaense de 1988

04/10 – Atletico 2 x 0 Flamengo (1983)

06/10 – Atletico – Campeão Brasileiro (2001)

Mais informações:

Horário: 19h
Local: Instituto Cultural Cinevídeo1 – Auditório Kastrup - Rua Padre Anchieta, 458 – Mercês
Ingresso: Gratuito
Reservas:
(41) 3223-4343

A programação completa você confere aqui.

Melhor do estado na Timemania

Da Furacao.com:
O concurso de nº 83 da Timemania, sorteada no último sábado, colocou o Atlético como a 15ª equipe mais votada no ranking da semana com 14.850 escolhas como “time do coração”, seguido por Goiás, Vitória e Ceará, respectivamente com 14.791, 14.315 e 13.245.
O Coritiba, apesar da promoção de troca de apostas na timemania por ingressos, não passou do 19º lugar com 12.956 apostas. O terceiro colocado no campeonato paranaense realiza essa promoção desde o primeiro turno do campeonato nacional e, mesmo assim, não consegue bater o campeão paranaense no número de apostas, chegando a diferença na casa dos 19 mil no acumulado do ano.
Aliás, o rubro negro fica a frente do Coritiba no número de apostas da Timemania, no número de vendas do pay per view, na média de público do campeonato estadual e nacional (mesmo com estádio com menor capacidade de público) e em todas as pesquisas com torcedores, seja para apurar primeiro nome de clube de futebol na lembrança do entrevistado (top of marketing) ou questionando qual o time de preferência.
No acumulado do ano o Atlético segue em 17º com 541.943 votos, seguido por Ceará com 537.813 e Coritiba com 522.237 escolhas.
Ranking da semana

1º FLAMENGO RJ 62.929
2º CORINTHIANS SP 55.001
3º SAO PAULO SP 46.870
4º PALMEIRAS SP 42.016
5º GREMIO RS 37.289
6º SANTOS SP 33.579
7º INTER RS 32.000
8º VASCO RJ 31.111
9º CRUZEIRO MG 26.609
10º BOTAFOGO RJ 24.938
11º FLUMINENSE RJ 22.044
12º ATLETICO MG 21.826
13º BAHIA BA 19.520
14º FORTALEZA CE 15.267
15º ATLETICO PR 14.850
16º GOIAS GO 14.791
17º VITORIA BA 14.315
18º CEARA CE 13.245
19º CORITIBA PR 12.956
20º AVAI SC 10.965
Acumulado do ano

1º FLAMENGO RJ 2.834.203
2º CORINTHIANS SP 2.503.225
3º PALMEIRAS SP 1.789.252
4º SAO PAULO SP 1.773.674
5º GREMIO RS 1.636.898
6º SANTOS SP 1.506.794
7º INTER RS 1.438.539
8º VASCO RJ 1.347.895
9º CRUZEIRO MG 1.237.145
10º BOTAFOGO RJ 1.133.134
11º FLUMINENSE RJ 1.008.197
12º ATLETICO MG 991.901
13º BAHIA BA 888.853
14º FORTALEZA CE 662.401
15º GOIAS GO 620.902
16º VITORIA BA 617.788
17º ATLETICO PR 541.943
18º CEARA CE 537.813
19º CORITIBA PR 522.237
20º SPORT PE 501.294

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Sem volta

Da Gazeta do Povo:

Há dois meses, enquanto assimilava a derrota por 3 a 0 para o Goi­ás e a saída do técnico Walde­­mar Lemos, a diretoria rubro-ne­­gra to­­mava a medida mais polêmica da temporada: afastar cinco jogadores por problemas de comportamento. Entre eles, o artilheiro do time na temporada com 19 gols, craque do paranaense e uma das referências da equipe, o atacante Rafael Moura. Co­­meçava ali uma revolução no Atlético.

Sem o He-Man, Antônio Car­­los, Alberto, Zé Antônio e Ne­­ti­­nho e com a chegada do comandante Antônio Lopes, o Furacão recuperou o rumo. Em nove rodadas, mais que dobrou o seu rendimento ao saltar de 26,6% para 57,5% e deixou a zona de rebaixamento.

Mas a arrancada perdeu a aceleração. Nos seis últimos jogos, o clube conseguiu apenas uma vi­­tória e, após a derrota para o Pal­­meiras por 2 a 1, o ataque rubro-negro voltou a figurar como o pi­­or do Campeonato Brasileiro. Só o lanterna Fluminense marcou tão poucos gols quanto o Atlético: 26, média de apenas um por jogo. A melhor pontaria é a do Grêmio com 49 tentos (1,8 de mé­­dia por jogo).

Nada disso faz ressuscitar o no­­me de Rafael Moura no clube. “To­­das as conversas sobre isso vêm de fora. Esse assunto aqui é morto, absolutamente morto”, afirmou o diretor de futebol atleticano, Ocimar Bolicenho.

Nem mesmo o recente perdão a Netinho, reintegrado ao time, mudou o posicionamento quanto ao atacante. “A situação do Ne­­tinho foi totalmente diferente. (O afastamento do Rafael Moura) é uma decisão da diretoria e ele não pode voltar”, afirmou o técnico An­­tô­­nio Lopes. “O Netinho aca­­bou entrando no pacote por uma situação ocorrida às vésperas da decisão”, justificou Boli­­ce­­nho, que admitiu o incômodo quanto à situação ofensiva da equipe.

“Claro que estamos preocupado com esse índice. Estamos agora com o pior ataque. Por isso trou­­xemos reforços (Rodrigo Tiuí e Brasão) para melhorar a performance. A parte técnica dele não se discute, mas foram pesados todos os pontos. Com ele, o time estava na lanterna, hoje não está mais. Não podemos ter uma me­­mória tão curta”, ressaltou. Ele citou uma pesquisa recente do site da Gazeta do Povo, em que 89% dos participantes disseram não querer ver o jogador novamente vestindo a camisa do clube.

“Se a comissão técnica pedisse, analisaríamos o caso. Mas para nós essa situação está resolvida desde o dia 29 de julho”, reforçou o presidente Marcos Malucelli.

Rafael Moura permanece treinando no CT do Caju. Em silêncio. Seu empresário, Carlinhos Sabiá, tentou em vão ontem que o jogador desse a sua versão.

“Ele não quer falar nada. Claro que fica chateado. Na mi­­nha opinião, ele não foi valorizado como deveria por tudo que fez no Atlé­tico. Enquanto estava marcando gols, tudo bem. Mas quando caiu de produção junto com todo o time, virou um problema”, afirmou o agente. “Se o Atlético escapou do rebaixamento ano passado foi por causa dele. Se por acaso pedissem para ele voltar, aconselharia a dizer não”, acrescentou.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O ingrato

"A ingratidão é a filha da soberba", já ensinava há séculos o espanhol Miguel de Cervantes.
Pela imprensa, Danilo solta os cachorros no Atlético. Diz que o clube é seu dono, "mas que não me querem lá". Diz que foi execrado e culpou também o técnico Geninho.
Deve ser desmemoriado, o rapaz.
Danilo não foi execrado no clube. Talvez pela torcida, que o aguentou por muito tempo no time mesmo vivendo uma fase horrível. E, quando perdeu a condição de titular, há exatamente um ano, simplesmente abandonou a concentração, com a bênção de seu empresário, às vésperas de um jogo importante contra o Fluminense. Isso mesmo estando com salário (muitíssimo maior que o meu e o de qualquer um de vocês que esteja lendo este blog) rigorosamente em dia.
Fossem outros jogadores, como Alberto, Netinho ou Rafel Moura, que chegaram a ser afastados do grupo após uma grave acusação de formarem uma "panelinha", seria uma situação de certa forma compreensível. Mas Danilo não foi afastado. Recusou-se a sentar no banco de reservas. Já estava tomado pela soberba, o rapaz. Agora, que está por cima, deixou extravasar toda sua ingratidão.
O futebol também pode ser ingrato. Exemplos de jogadores que de uma boa fase caem no ostracismo existem aos montes.
Mas que ninguém deseje mal a Danilo. Que brilhe muito este ano, e que o Palmeiras deposite o R$ 1,5 milhão pela parte dos direitos que ainda pertence ao CAP.
E que um dia, quando estiver consultando o polpudo saldo de sua conta-corrente, se lembre que foi o Atlético que o buscou lá no Paulista de Jundiaí e o colocou para disputar uma primeira divisão nacional.

domingo, 27 de setembro de 2009

Quando só jogar bem não adianta

Chico anulou Vágner Love, em um dos melhores jogos do ano.
Meus amigos, o Atlético fez grande partida no Parque Antartica. Ironicamente, acabou derrotado com um gol de Danilo - o zagueiro defenestrado pela torcida rubro-negra. Logo ele que, momentos antes, desviou a bola cabeceada por Chico, tirando o goleiro Marcos da jogada e empatando o jogo para o Furacão. Também ele que, no primeiro tempo, deu um chutão que resultou no primeiro gol do Palmeiras (um daqueles chutões que nunca resultavam em nada aqui na Baixada - só irritavam a torcida...). Tornou-se o personagem do dia.
Aliás, Marcos foi um outro caso à parte. O goleiro campeão do mundo fechou a meta. Fez defesas espetaculares em tentativas de Paulo Baier, Marcinho, Wesley e Netinho. Garantiu o resultado e a liderança do campeonato para o clube palestrino. Sem dúvida, vive grande fase.
E o líder alviverde acabou "achando" um resultado. Como bem disse o Juca Kfouri, "com a cara de Muricy Ramalho, a cara de quem ganha mesmo quando o adversário joga melhor".
Infelizmente, só jogar bem não adianta. E, apesar de ter jogado bem, o Furacão volta a cumprir sua sina de ser um visitante inoperante - já é a quarta derrota seguida fora de casa neste Brasileirão.
A oportunidade de pôr fim a essa sequência virá logo na próxima rodada, contra o Corinthians, no Pacaembu.
Fácil é claro que não é.
Mas... C'est la vie!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Lopes consegue efeito suspensivo e vai pro banco

Do site Justiça Desportiva:

Três dias depois de suspender o treinador Antônio Lopes por 30 dias, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) concedeu nesta sexta-feira, dia 25 de setembro, um efeito suspensivo para o comandante do Atlético/PR, que assim poderá comandar a equipe à beira do gramado neste sábado, dia 26, contra o Palmeiras, no Parque Antarctica, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O benefício foi concedido pelo auditor Francisco Müssnich, que analisou e deferiu o pedido feito pelo departamento jurídico atleticano na manhã desta sexta. Lopes ficará liberado para comandar a equipe até que um novo julgamento seja realizado, desta vez pelo Pleno. A data ainda será marcada pela secretaria do tribunal.

Antônio Lopes foi suspenso na última terça-feira, dia 22, pela Segunda Comissão Disciplinar, em 30 dias, pela sua expulsão do banco de reservas no jogo contra o Flamengo. Expulso no intervalo, o treinador foi comunicado apenas em sua volta para o segundo tempo, onde acabou reclamando excessivamente com o assistente Altemir Hausmann, a quem chamou de injusto e sem caráter, conforme relato na súmula.

No julgamento em primeira instância, o treinador do Atlético/PR acusou o assistente de ter te dado um “encontrão” durante a partida e ainda disse que fez um Boletim de Ocorrência numa delegacia de Curitiba para dar segmento ao caso também na Justiça Comum. Com Antônio Lopes no banco, o Furacão enfrenta o líder Palmeiras neste sábado no Parque Antarctica e tenta melhorar sua situação no Campeonato Brasileiro, em que ocupa a 14ª colocação com 31 pontos.

Lopes tem melhor desempenho que Geninho, Waldemar e Riva juntos

Da Furacao.com:
Antônio Lopes já supera Geninho, Waldemar Lemos e Riva de Carli, juntos, pelo Campeonato Brasileiro de 2009. O Atlético sob o comando do atual técnico conquistou, em 9 partidas, mais pontos do que com os outros três em 16 jogos.

Lopes assumiu na partida contra o Cruzeiro, no Mineirão, pela 17ª rodada. De lá para cá, a equipe rubro-negra conquistou 16 pontos, aproveitamento de 59,2% - superior ao do vice-líder São Paulo, que tem 58%.

Por outro lado, ainda com Geninho, o Furacão teve um empate e quatro derrotas em cinco partidas, o que representa um desempenho de 6%. O time era o lanterna da competição.

Waldemar Lemos estreou com vitória sobre o Sport, em Pernambuco. Porém, obteve apenas mais dois resultados positivos. No total, o Atlético conquistou 11 pontos em 30 possíveis com o treinador, que deixou o time após a derrota para o Goiás, no Serra Dourada, com a equipe em 18ª.

Entre a saída de Waldemar e a chegada definitiva de Lopes, o Rubro-Negro jogou contra o Fluminense, em Londrina, sob o comando de Riva de Carli, e garantiu os três pontos - venceu por 1 a 0 e subiu para a 17ª posição.

Hoje, o Furacão é o 14° colocado do Brasileirão com 31 pontos em 25 jogos, ou seja, 41% de aproveitamento.

Confira o desempenho atleticano com cada comandante:

1 ponto com Geninho e 20ª posição


Atlético 0x2 Vitória
São Paulo 2x2 Atlético
Atlético 2x3 Náutico
Flamengo 2x1 Atlético
Atlético 0x4 Atlético-MG

11 pontos com Waldemar Lemos e 18ª posição

Sport 0x1 Atlético
Atlético 2x2 Palmeiras
Atlético 1x0 Corinthians
Grêmio 4x1 Atlético
Atlético 3x2 Internacional
Santo André 1x0 Atlético
Atlético 0x0 Coritiba
Santos 1x0 Atlético
Atlético 1x3 Avaí
Goiás 3x0 Atlético

3 pontos com Riva de Carli e 17ª posição

Atlético 1x0 Fluminense

16 pontos com Antônio Lopes e 14ª posição

Cruzeiro 0x2 Atlético
Botafogo 0x1 Atlético
Atlético 3x0 Barueri
Vitória 2x1 Atlético
Atlético 1x0 São Paulo
Náutico 3x0 Atlético
Atlético 0x0 Flamengo
Atlético-MG 2x1 Atlético
Atlético 1x0 Sport

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Arena pode ter verba pública

Da Gazeta do Povo:

Embora o governo federal continue taxativo na norma de que não investirá na construção de estádios, a reunião de ontem reforçou a tendência de que a Arena da Baixada, em Curitiba, pode receber dinheiro público. O gerente do Departamento de Desenvol­vimento Urbano e Regional do BNDES, Rodolfo Torres, confirmou durante encontro em Brasília com o comitê paranaense para a Copa do Mundo de 2014 que devem ser definidas linhas de financiamento para as obras nas três praças privadas – além da Arena do Atlético, o Beira-Rio do Internacional de Porto Alegre e o Morumbi do São Paulo. No Paraná, integrantes do comitê local estudam a hipótese de que governo do estado e prefeitura tomem o empréstimo do banco e repassem ao clube.

A estimativa é de que a Arena precisa de R$ 100 milhões para ser finalizada. A diretoria do Atlético já anunciou que não colocará verba do clube na construção, nem emprestará dinheiro – seja do BNDES ou de qualquer outra fonte. “O impasse é o seguinte: sem estádio pode não haver Copa em Curitiba e, por causa de R$ 100 milhões, ficamos sem os R$ 2,4 bilhões do PAC da Mobilidade”, argumentou o vereador Mário Celso Cunha (PSB), membro do comitê que esteve na reunião de ontem.

O BNDES já definiu uma linha de crédito para os estádios públicos, que depende de uma resolução do Conselho Monetário Na­­cional. A proposta limita o empréstimo a 75% do valor do projeto, com um teto de R$ 400 milhões. Os juros cobrados ficarão entre 7% e 9% ao ano.

Além disso, serão estipulados dois anos de carência e, depois, dez anos de prazo para o pagamento. Todas essas condições serão estendidas para os estádios privados. “Emprestar dinheiro para o clube é uma coisa, outra é investir recurso público da União em uma obra que é privada”, afirmou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.

Outro caminho seria a aprovação de um projeto de lei apresentado recentemente pelo deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS), ligado à diretoria do Inter­na­cional. O texto prevê que o dinheiro aplicado pelos clubes nos estádios seja abatido do pagamento de tributos federais. A matéria está em tramitação acelerada na Câ­­mara desde maio e já foi aprovada, sem emendas, pela Comissão do Turismo e Desporto. (AG)

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Tiuí e Brasão

As notícias são de ontem, mas só agora comentamos por aqui. Tiuí e Brasão são os novos atacantes do CAP para o restante do Brasileirão. Rodrigo Tiuí, cria do Fluminense, estava no futebol português. Já Brasão estava no Atlético-GO, onde marcou apenas 3 gols na Série B.
Em compensação, o também atacante Zulu foi dispensado.
Não conheço nenhum dos reforços para tecer algum comentário minimamente embasado, mas me parece nítido que se tratam der apostas: podem dar muito certo mas também podem ser duas decepções.
O fato é que estão aí, então o negócio é torcer para que tenham sucesso com a camisa rubro-negra.

Lopes pega 30 dias de gancho

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) acaba de punir o técnico Antônio Lopes com uma suspensão de 30 dias por conta das acusações feitas contra o péssimo bandeirinha Altemir Hausmann, que atuou na partida contra o Flamengo. Lopes foi injustamente expulso após o intervalo por ter olhado (!!!) para o bandeira. Revoltado, chamou o assistente de "injusto e sem caráter" - declaração que resultou no gancho.

A confusão causada por Antonio Lopes na partida contra o Flamengo não acabou bem para o treinador. Julgado nesta terça-feira, dia 22 de setembro, pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o técnico do Atlético/PR acabou suspenso por 30 dias após decisão unânime da Segunda Comissão Disciplinar. Porém, o clube se deu bem e livrou-se da punição da perda de mando de campo.
Em compensação, o Atlético foi absolvido pelo fato de um torcedor ter jogado uma revista no gramado. Fato, aliás, que não deveria nem ser objeto de um julgamento, convenhamos...

domingo, 20 de setembro de 2009

Fanáticos, o filme

Aproveitando que Os Fanáticos comemoram 32 anos de vida no próximo mês, aproveito para postar aqui esta preciosidade que encontrei no youtube. Trata-se de um documentário sobre a história da mais fanática torcida do país, lançado no ano passado, com direção de Andre Luiz Raittz B. e direção de arte de Fabiana Schereiber. Vale à pena ver as cinco partes do filme. Confiram:

EXTRAS

Pontos preciosos

Marcinho marcou o gol salvador contra o Sport.
O Atlético não jogou bem, mas venceu. E, na atual conjuntura, o que conta são mesmo os três pontos. E assim continuará sendo daqui para diante; daí a importância desta magra vitória por 1 a 0 contra o Sport, na Baixada, diante de 15 mil espectadores.
O gol salvador foi marcado no primeiro minuto de jogo, por Marcinho.
Com o resultado, o Atlético segue em 14º colocado, com 31 pontos.
Amanhã é dia de secar a turma de baixo: Fluminense, Botafogo, Santo André e, é claro, os coxas.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Memória atleticana

Mais duas imagens históricas do acervo de José Cação Ribeiro Júnior, ambas da década de 50 - uma com a camisa rubro-negra e outra com o uniforme número 2, todo branco, com detalhes em vermelho e preto na gola e nas mangas. E sim, o Boluca que aparece nas duas fotos é aquele mesmo que atualmente tem uma coluna num jornal de Curitiba. Clique para ampliar:
1954
Em pé: Ivan, Juve, NI, Betine, Sano, Cesquim.
Agachados: NI, Sanford, Boluca, Lobato, Erádio e Alcione.

1955
Em pé: Silas, Cesquim, Betine, Ubirajara, Damião e Belfare.
Agachados: Isabelino, Sano, Lobato, Jackson e Boluca.

Festa para todos os gostos

Os Fanáticos preparam uma grande festa no Moinho Eventos, no dia 23 de outubro, para comemorar os 32 anos da torcida. Haverá shows para todos os gostos: Realiza (reggae), Contradição (pagode), Motorocker (rock), Big Ernani (rap) e ainda o DJ Pixotrix. Os ingressos já estão sendo vendidos na sede da tortcida a R$ 32 (1º lote). O segundo lote custará R$ 42 e o terceiro, R$ 52. Além de garantir presença na festa, o ingresso dá direito a uma camisa comemorativa - uma réplica da primeira camisa utilizada pelos Fanáticos.
Para mais informações, clique aqui.
Pelo que pesquisei no site da TOF, acredito que esta deva ser a primeira camisa na história
da torcida: preta com a gola vermelha e o antigo escudo do CAP do lado esquerdo do peito.

Mudanças para enfrentar o Sport

Da Furacao.com:
Sem poder contar com o atacante Alex Mineiro e o ala Wesley, que cumprirão suspensão por terem recebido o terceiro cartão amarelo contra o Atlético-MG, o técnico Antonio Lopes já tem o esboço da equipe que enfrenta amanhã o Sport, na Baixada. Marcinho fará dupla de ataque ao lado de Wallyson, Nei atuará na ala e Fransérgio irá compor a zaga atleticana

“O Marcinho é um jogador rápido e que tem boa técnica, não vamos perder em nada com o desfalque do Alex. O Marcinho irá substituí-lo bem e está em condições de fazer uma boa partida e ajudar a equipe. O Nei mostrou contra o Botafogo que pode ajudar por ali, rendeu mais do que o Raul e fez uma boa partida. Vamos ganhar muito com a presença dele, que tem bastante força e velocidade atuando pelos flancos. Já o Fransérgio vou deixá-lo lá atrás, onde ele já jogou bem contra o São Paulo, onde coincidentemente tivemos o Wallyson e o Marcinho no comando de ataque”, justificou Lopes.

De acordo com o treinador, o Atlético não pode pecar na marcação contra os pernambucanos. “Não pode faltar aquela marcação no campo de ataque e aquela pressão. Após perder a bola acho que isso é muito importante e o time tem feito isso bem. Perdeu a bola já tem que iniciar a marcação, isso precisa ser contínuo. Marcar arremesso lateral, faltas curtas, tudo para que possamos ter um espírito de competitividade grande para sairmos com a vitória”, garantiu o Delegado.

Dificuldades

A partida contra o Sport também é encarada com muita preocupação pelo treinador. “Prefiro jogar contra adversários que estejam no topo e mais acima da tabela, porque eles vêm mais relaxados e tranquilos. Quando você enfrenta um time que está precisando do resultado, numa situação de rebaixamento, eles vêm com tudo, ligados, se doando e correndo o tempo todo. As coisas complicam mais”, disse Lopes. O Sport é a 19ª da competição, com 20 pontos em 24 jogos; marcou 30 e sofreu 44 gols, o que representa a pior defesa do Nacional

Depois de encarar o Sport em casa, o Furacão duela com o Palmeiras e Corinthians fora de casa, confrontos que também devem ter a atenção mais do que especial do treinador. “Todos esses jogos serão difíceis, mas no Brasileiro não tem jogo fácil. O fato de eles estarem brigando pelo G4 ou pelo título não qualifica a equipe, todos são grandes times e apresentam muitas dificuldades, sem dúvidas”, comentou.

Por fim, o técnico disse que o time não deve ser pressionado por atuar dentro de casa. “Não temos que colocar isso para o grupo, essa obrigação toda só pressiona o time e descontrola o grupo. Mas sabemos que em casa temos que fazer o dever”, finalizou.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Déjà vu

A partida era contra o Botafogo, mas parece que eu estava vendo uma disputa contra o Chivas, ou o Vasco, ou o Corinthias alagoano, ou o Corinthians original, ou o Volta Redonda, ou... E, como já virou rotina, o Atlético foi desclassificado da Sulamericana após perder por 3 a 2, no Engenhão.
Bem. Se é para sofrer, que soframos em uma só competição.
O calvário continua, meus amigos.
Sábado tem um jogo crucial, contra o Sport, na Baixada.
Nos vemos lá.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Tiuí a caminho

Do blog da jornalista Nadja Mauad:
O Atlético deve anunciar nos próximos dias a contratação do atacante Rodrigo Tiuí. O jogador já defendeu times como Fluminense, Santos e estava no Sporting de Portugal. Tiúí não joga desde o final de junho e rescindiu no final do mês de agosto seu contrato com o time português.
Para confirmar a informação, conversei agora pouco com o diretor de futebol, Ocimar Bolicenho. Segundo o dirigente, o atleta chega amanhã para fazer exames. "Estamos conversando e se tudo der certo nos exames vamos conversar com ele para que ele possa nos ajudar".
Lúcio

Sobre o atacante Lúcio, do América de Natal, o diretor revelou que o jogador foi oferecido ao Atlético. "Existe a possibilidade dele vir. Foi um jogador oferecido ao clube que estamos estudando se realmente nos interessa".
PS - Algumas pessoas vieram me perguntar e vou tentar esclarecer. Como o Rodrigo Tiuí rescindiu seu contrato com o Sporting antes da janela fechar ele pode sim vir para um clube do Brasil.

Furacão veste o fardo continental

Da Gazeta do Povo:

Eliminar o Botafogo e passar às oitavas de final da Copa Sul-Ame­­ricana pode criar uma dificuldade extra para o Atlético. Continuando no torneio internacional, o Furacão terá de conciliar viagens e partidas desgastantes em mata-matas com jogos decisivos na luta para ficar longe do rebaixamento no Campeona­to Brasileiro.

O encontro de volta entre pa­­ranaenses e cariocas ocorre hoje, às 21h50, no Engenhão. Como fi­­caram no 0 a 0 na Arena, basta um empate com gols para classificar o Rubro-Negro – novo em­­pa­­te sem gols leva a decisão da va­ga aos pênaltis.

Se passar pelo Fogo, provavelmente já na semana que vem (a Conmebol só deve oficializar as datas após o encerramento da pri­meira fase, previsto para amanhã), o time da Baixada já enfrente o Emelec, do Equador. Pela disposição da tabela, o primeiro confronto seria na Arena e o segundo em Guaiaquil. Os dois jogos seriam nas semanas que antecedem aos compromissos diante de Palmeiras e Corin­thians, fora de casa, pelo Na­­cional.

“Se for para pensar assim era melhor nem brigar para se classificar. Temos é de jogar, não fi­­car pensando quando vamos vi­­ajar e nessas coisa de logística. Primeiro vamos classificar, de­­pois pensamos nisso”, argumenta o diretor de futebol Ocimar Bo­­licenho. “Não tem jeito. A se­­quência de jogos é o preço para quem quer continuar na competição”, admite o volante Rafael Miranda, a única novidade em relação à formação que perdeu para o Atlético-MG, no domingo.

Por outro lado, a equipe de An­­tônio Lopes pode angariar al­­go muito positivo para o clube, que não esconde viver problemas financeiros. Só por disputar a primeira fase do Continental, o Atlético receberá cerca de US$ 80 mil. Caso avance, acrescerá um prêmio sempre US$ 30 mil maior a cada etapa. Com esse dinheiro, o clube precisa bancar suas viagens na disputa e a premiação dos atletas sairá de uma porcentagem dessa quantia.

“Quem não quer um agrado a mais? Não corremos mais ou menos por isso, mas é algo im­­portante para nós e para o clube. A Sul-Americana foi vencida pelo Internacional no ano passado e teve uma repercussão muito boa”, pondera Miranda.

O técnico Antônio Lopes também conta com a classificação na Sul-Americana para conseguir um plus de ânimo nos jogos do Brasileiro. Dos últimos nove pontos disputados no Nacional, os atleticanos somaram apenas um. A distância para a zona de rebaixamento está em quatro pontos. No sábado, o Furacão re­­cebe o Sport.

Ao contrário da partida de ida, quando usou só um titular, o Bo­­tafogo deve colocar força máxima no jogo de hoje. O técnico Estevam Soares está pressionado no cargo. Afinal, a equipe alvinegra não vence há dez partidas.

O caminho

Se passar pelo Botafogo, o Atlético estará de um lado da chave teoricamente mais fácil. Adversários como River Plate e Boca Juniors só enfrentam o Rubro-Negro em uma eventual final. No entanto, o Internacional pode aparecer no caminho.

Oitavas de final - Eliminando o Fogo, o mata-mata contra o Emelec já deve começar na semana que vem. O primeiro jogo ocorre no Brasil e o segundo no Equador.

Quartas de final - Quem passar entre Atlético-MG e Goiás enfrenta o Cerro Porteño, do Paraguai. Daí sai o eventual adversário atleticano.

Semifinais - O favorito para chegar nessa etapa como rival rubro-negro é o atual campeão Internacional. Universidad do Chile, Fluminense ou Alianza, do Peru, podem aparecer.

Final - Se os favoritos chegarem, Boca Juniors, River Plate ou San Lorenzo devem pintar contra quem vier do outro lado da chave. O Vitória é o único brasileiro que poderá desafiar os argentinos antes disso.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Atlético abre vantagem sobre rivais na Timemania

Da Furacao.com:
No concurso nº 81 da timemania o Atlético voltou a ter boa diferença sobre o Coritiba. O rubro – negro recebeu 12.311 votos como “time do coração”, ficando na 18ª colocação da semana, enquanto o Coritiba ficou em 19º lugar com 10.361 escolhas. Londrina foi o 27º com 7.691 votos e Paraná 55º com 5.422 escolhas. Porém, o Atlético ficou atrás das equipes melhores colocadas no acumulado do ano. Pior, o Ceará, que disputa a 17ª colocação considerando todo o ano, ficou na frente do Atlético recebendo 12.809 votos e obtendo a 16ª colocação na semana.

Com os dados atualizados do acumulado do ano, o Atlético se mantém na 17ª colocação, agora atingindo 516.039 votos, seguido por Ceará com 511.853 e Coritiba, 494.991 apostas. Fecha o grupo dos vinte primeiros de 2009 o Sport com 480.556 escolhas como “time do coração”. Para ganhar mais uma posição, o Atlético precisa ultrapassar o Vitória, 16º lugar com 589.802 votos.
Resultado da semana

1º FLAMENGO RJ 60.739
2º CORINTHIANS SP 51.295
3º PALMEIRAS SP 41.302
4º SAOPAULO SP 36.641
5º GREMIO RS 35.886
6º SANTOS SP 31.602
7º VASCODAGAMA RJ 28.961
8º INTERNACIONAL RS 28.670
9º CRUZEIRO MG 24.031
10º BOTAFOGO RJ 23.389
11º FLUMINENSE RJ 20.647
12º ATLETICO MG 20.333
13º BAHIA BA 19.024
14º FORTALEZA CE 14.400
15º VITORIA BA 13.388
16º CEARA CE 12.809
17º GOIAS GO 12.696
18º ATLETICO PR 12.311
19º CORITIBA PR 10.361
20º AVAI SC 9.857
21º SPORT PE 9.839
22º JUVENTUDE RS 9.742
23º SANTACRUZ PE 9.329
24º ABC RN 9.147
25º TREZE PB 8.525
26º GUARANI SP 7.718
27º LONDRINA PR 7.691
28º JOINVILLE SC 7.600
29º NAUTICO PE 7.610
30º UBERLANDIA MG 7.088
Acumulado do ano

1º FLAMENGO RJ 2.711.044
2º CORINTHIANS SP 2.395.098
3º PALMEIRAS SP 1.708.565
4º SAO PAULO SP 1.682.561
5º GREMIO RS 1.564.353
6º SANTOS SP 1.440.607
7º INTERNACIONAL RS 1.375.848
8º VASCO DA GAMA RJ 1.286.666
9º CRUZEIRO MG 1.185.636
10º BOTAFOGO RJ 1.084.502
11º FLUMINENSE RJ 965.049
12º ATLETICO MG 949.089
13º BAHIA BA 850.523
14º FORTALEZA CE 632.671
15º GOIAS GO 593.080
16º VITORIA BA 589.802
17º ATLETICO PR 516.039
18º CEARA CE 511.853
19º CORITIBA PR 494.991
20º SPORT PE 480.556
21º SANTA CRUZ PE 425.587
22º JUVENTUDE RS 408.888
23º TREZE PB 398.073
24º ABC RN 393.659
25º AVAI SC 395.045
26º LONDRINA PR 370.565
27º GUARANI SP 357.779
28º NAUTICO PE 351.501
29º JOINVILLE SC 342.149
30º PORT DESPORT SP 331.362

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Netinho is back

Do site oficial do CAP:
O meio-campo Netinho, que estava treinando em separado no CT do Caju, será reintegrado ao elenco principal do Furacão. Depois de vários pedidos insistentes da comissão técnica atleticana e do departamento de futebol profissional pedindo sua reintegração, o jogador fará novamente parte do grupo principal rubro-negro.

O técnico Antônio Lopes confia no futebol de Netinho e acredita que o jogador pode ajudar muito a equipe nesta reta final do Campeonato Brasileiro. O meio-campo atleticano participará de dois treinos com a equipe de juniores do Atlético, para readquirir o tempo de bola. Na tarde de terça-feira, o jogador já iniciará os treinamentos com o time principal, juntamente com os jogadores que estão em Curitiba.

domingo, 13 de setembro de 2009

A volta do calvário

O Atlético não fez uma partida ruim e encarou de igual para igual o xará mineiro. Mas como no futebol quem dá bobeira é castigado, o Furacão foi novamente derrotado e segue ali, pertinho da zona de rebaixamento. Alex Mineiro finalmente voltou a marcar, após bom lançamento de Paulo Baier. O Galo empatou com um gol de cabeça de Renteria e virou numa bobeira geral do Rubro-Negro, quando Fransérgio perdeu a bola lá no ataque e Diego Tardelli foi lançado lá na cara do Galatto. Uma falha de posicionamento foi determinante na jogada: quem estava marcando o rápido Tardelli, numa jogada de velocidade, era o lento Manoel - enquanto Nei é quem deveria estar no combate. O Furacão ainda teve boas chanes com Paulo Baier e Patrick, mas não conseguiu marcar seu segundo gol.
O calvário continua. Próxima parada: sábado, contra o Sport, na Baixada.
Antes disso, na quarta, tem o jogo de volta contra o Botafogo pela primeira fase da Sulamericana.
Troféu
ZIQUITA
O polivalente Nei e o eficiente Paulo Baier.
Troféu
TIÃO MACALÉ
O discreto Wellington e o ineficiente Marcinho.

Furacão tenta repetir jogo contra a Raposa

Da Furacao.com:
O Furacão tenta, diante do Galo, repetir o que fez na partida contra o Cruzeiro. No mesmo Mineirão, pela 17ª rodada, o Rubro-Negro fez um dos melhores jogos como visitante no ano: venceu a Raposa por 2 a 0, com gols de Marcinho e Gabriel Pimba.
Nove jogadores que participaram daquela vitória devem começar como titulares na partida contra o Atlético Mineiro, às 16h deste domingo: Galatto, Nei, Manoel, Márcio Azevedo, Valencia, Paulo Baier, Wesley, Marcinho e Wallyson.

A dúvida na equipe é sobre a dupla de ataque. Na sexta-feira, Wally e Marcinho começaram o treinamento entre os titulares. Depois, o técnico Antônio Lopes colocou Alex Mineiro no lugar do meia-atacante.

O resto do time não deve ter surpresas. Na defesa, Chico substitui o machucado Rhodolfo e forma o trio de defesa com Manoel e Nei. No meio-de-campo, Fransérgio entra no lugar de Rafael Miranda, que não pode jogar contra o Galo por força contratual. No gol, Galatto está confirmado e nas laterais seguem Wesley, pela direita, e Márcio Azevedo, pela esquerda.

O Furacão é o 14° colocado com 28 pontos em 23 jogos. Como visitante, o Atlético conquistou 3 vitórias em 11 jogos, fez 9 e sofreu 18 gols. Se vencer, o Rubro-Negro pode chegar à 11ª posição. Já se perder, fica ainda mais perto da zona de rebaixamento.
Galo tenta voltar ao G4

O Atlético Mineiro precisa vencer o Furacão e torcer contra Goiás e/ou São Paulo para entrar na zona de Libertadores. O Alvinegro é o 5° colocado e tem 37 pontos – destes, conquistou 20 como mandante.

Os únicos desfalques em relação à equipe que venceu o Santo André no último fim de semana são o zagueiro Alex Bruno e o volante Renan, suspensos. Com isso, o técnico Celso Roth escala o Galo no 4-4-2. O lateral-direita Coelho, que deve fazer a estreia pelo time mineiro, falou sobre o jogo. "O pensamento é de vitória. Dentro do Mineirão, não podemos perder pontos e temos que partir para cima com tudo, respeitando o Atlético-PR, mas a vitória tem que ser nossa".

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Fulminante

Meus amigos, prometo que este post é para encerrar o assunto - afinal, já estamos às vésperas da próxima partida e ainda estou falando da anterior. Mas não podia deixar batido um dos episódios mais engraçados do nosso futebol. A feição de reprovação do Antônio Lopes em direção ao (péssimo) bandeirinha Altemir Hausman é um momento memorável.
Nem Clint...
Nem Bond...
Muito menos Pacino...
Olhar fulminante é com Antônio Lopes e suas lentes Ambervision!
Além dos ares de comédia, o episódio comprova também que Lopes foi injustiçado; o Delega não fez nada que justificasse uma expulsão. É a primeira vez que vejo alguém ser expulso por conta do olhar! Uma tremenda babaquice (veja a cena no vídeo abaixo).

E tem mais ainda: narrador & comentarista se arvoram em dizer que Lopes "armou uma confusão". Mas, vem cá: e aquela batelada de repórteres de rádio e TV, cinegrafistas , cabomen e aspones em geral estava fazendo o quê dentro de campo, como mostra o vídeo? Por um acaso esse pessoal também não ajudou a armar a confusão? É claro que sim; muito mais do que o Lopes até. O delegado não deveria estar lá, mas ele é só um. Repórteres e cinegrafistas eu contei uns 20, que também não deveriam estar lá. E aí, cumé que fica?

O homem que revelou o Delegado

Você pode ser um aficionado por futebol e achar que conhece tudo a respeito de Antônio Lopes, mas duvido que saiba quem foi que o revelou, dando a ele a primeira oportunidade de dirigir um time profissional. Garanto que pensou em uma vasta gama de cartolas, mas jamais imaginou que fosse o mesmo figura que revelou também Roberto Carlos, Erasmo, Simonal, Elis Regina, fez cinema, teatro, televisão e o escambau. Era doente pelo Botafogo, mas certa vez acabou como vice-presidente de futebol do Olaria.
Bem, quem nunca ouviu o bordão "10, nota 10!", literalmente berrado toda Quarta-feira de Cinzas na Globo, durante a apuração do desfile das escolas de samba do Rio? Sim amigos, o criador deste bordão foi também o descobridor de Antônio Lopes. Ele mesmo: Carlos Imperial.
A história quem conta é Denilson Monteiro, autor da biografia de Imperial, lançada no começo do ano e que leva o óbvio título de... "10, nota 10":
"Para dar início à sua arrancada rumo a vitória, Imperial decidiu contratar um novo técnico. Sua primeira opção foi Luiz Mariano, que estava no Botafogo treinando o “time do camburão”.
O apelido dado pelo repórter Deni Menezes se devia ao fato de tanto Luiz quanto Hélio Vígio, seu preparador físico, serem delegados. Mariano não aceitou a proposta. Mas indicou um colega da polícia que em 1979 havia trabalhado como auxiliar na Seleção Brasileira Amadora Pan-Americana. Carlos foi a delegacia da Ilha do Governador, onde conversou com Antônio Lopes, a indicação de Jair Mariano. O delegado aceitou dirigir o “Boca Juniors brasileiro”.

O relacionamento de Imperial com Lopes foi ótimo desde o início. Apesar de o técnico precisar usar muito jogo de cintura para descartar algumas das técnicas de treinamento nada ortodoxas que o vice de futebol sugeria.
- Vamos treinar esses jogadores assim: quando eles forem bater escanteio, a gente coloca uns latões de lixo no gol e eles têm que acertar a bola neles. Outra coisa, treinamento com bola tem que ser com a mão. Tem que dar passe com a mão pra ver se não erra.
Pintinho e Lopes ouviam as histórias que Imperial contava sobre ter sido artilheiro do Dínamo, imbatível time de futebol de areia de Copacabana. Mas acreditavam que, na realidade, ele jamais deveria ter jogado bola. Para eles, o Gordo não passava de um grande vibrador. Sua principal virtude era a enorme capacidade de promover muito bem o Olaria.
O Gordo marcava presença em todos os jogos, acompanhado de um time de belíssimas “lebres” reeditando a idéia das “foguetes”. Fazia questão de confraternizar com os torcedores na arquibancada. Parava o vendedor de sorvetes e distribuía picolés a todos.

No final do ano, Imperial deixou o Olaria para ser vice de futebol do Botafogo. Sem ele, o clube conquistou a taça Alfredo de Assis Curvelo, o torneio da morte, que possibilitou ao time da Rua Bariri disputar o campeonato estadual de 1981 entre as equipes da primeira divisão. Devido a sua excelente atuação como técnico do Olaria, Antônio Lopes, que Imperial considerava descoberta sua, acabou despertando a atenção do América, que o contratou."

Bem, o resto aí sim, você já sabe: o Delegado dirigiu quase todos os times do Rio, foi campeão uma batelada de vezes pelo Vasco, no Inter-RS, no Sport-PE, dirigiu também os três times da capital paranaense e agora está em sua terceira passagem pelo Furacão, onde foi vice-campeão das Américas.
Lopes formando em Direito: de lá pra cá, um bilhão de histórias.
Aniversário de 40 anos com Dona Elza. Luxemburgo é o primeiro à esquerda.
Taí mais uma passagem curiosa desse figuraça, assim como foi o dia de fúria de domingo passado na Baixada. Lopes é um grande personagem do futebol, com um bilhão de histórias.
Sua descoberta pelo Carlos Imperial, em 1979, e o chambão do bandeirinha seguido por voz de prisão, no domingo, são apenas mais duas delas.

Vivendo e aprendendo

E há quem ache que sabe de tudo nessa vida.
- E eu, que até domingo não sabia o que era um
chambão!

Furacãozinho segue atropelando

A nova e boa safra de jogadores do Furacão continua fazendo bonito. Na tarde desta quarta, os juniores do Atlético golearam o Paraná por 5 a 1 no CT do Caju e mantiveram a liderança do grupo A do Campeonato Paranaense. O destaque do jogo foi o atacante Éderson, que marcou três vezes. Os outros gols foram marcados por Harrison e Willian - meia que fez uma excelente Copa São Paulo em janeiro.
A propósito, na segunda-feira a Gazeta do Povo já destacava o bom desempenho do Furacãozinho e o surgimento de uma nova promessa. Leia a matéria:
Harrison comanda o melhor do sub-20
O meia Harrison em lance na partida de domingo, quando o rubro-negro
venceu o
falso corinthians no Janguito Malucelli: novo destaque do Furacãozinho.


O acesso em massa dos garotos que brilharam neste ano na Copa São Paulo para o time profissional do Atlético poderia desestabilizar o time de juniores para a disputa do estadual da categoria. En­­­tretanto, em três rodadas da competição, com apenas dois remanescentes da equipe que chegou à inédita decisão da Copinha (perdendo a final para o Co­­rinthians), o Atlético mostra capacidade de renovação e com jovens promessas vindas dos quatro cantos do país lidera o grupo A, com sete pontos.

No sábado, na última apresentação do time, na vitória de 3 a 0 sobre o Corinthians-PR, no Janguito Malucelli, um baixinho habilidoso que cresceu na pequena Santa Fé, interior do Paraná, chamou a atenção e foi responsável por quebrar a monotonia da partida. Enquanto as duas equipes, empatadas até então na primeira posição, travavam um duelo tático, com marcação cerrada e pouca objetividade, o garoto Harrison destoava do futebol pragmático arriscando dribles e chutes de fora da área, invariavelmente perigosos.

Com facilidade em bater na bola, Harrison já havia mandado uma na trave, antes de cobrar uma falta próxima da área e abrir o placar. Ainda juvenil, com 17 anos, o garoto escapava com mobilidade dos marcadores e era um tormento para a zaga adversária. Do outro lado, Leomar, o camisa 10 do Corinthians sumia, sob a vigilância do volante Bruno Testa. Apesar de não ser tão notado pela torcida quanto o companheiro, Bruno, 19 anos, tinha uma torcedora especial nas arquibancadas. “Meu filho está correndo muito, olhe lá”, apontava a mãe do camisa 8, dona Carmem que veio de Rio Claro-SP para prestigiar um jogo do filho.

Sempre que pode, Carmen acompanha de perto os passos do filho na carreira que ele escolheu logo aos 13 anos quando, sozinho, veio para Curitiba para jogar no Coxa.“Ele ficou quatro anos no Coritiba e há dois anos está no Atlético. No último jogo ele estava de capitão”, disse orgulhosa a mãe do jogador.

Mesmo sem a braçadeira, Bruno voluntarioso, e em coro com o goleiro paraibano Santos, orienta o time dentro de campo. Apesar dos vários sotaques, sob a batuta de Harrison, o conjunto atleticano ampliou com Éderson e Edgar Júnior e fechou a tarde sem desafinar.

domingo, 6 de setembro de 2009

“Recolhe o home”

O delegado intimou os policiais: "vocês têm que prender este senhor".
Poderia falar de muita coisa neste domingo estranho. Do jejum de gols do sósia do Alex Mineiro. Do falso futebol do Marcinho. Da vontade de jogar, só comparável à falta de jeito, do Rafael Miranda. De Wallysson, que promete tanto e não consegue cumprir. Dos bravos Valencia e Manoel. De como, pelo retrovisor, percebemos a incomoda chegada de uma gente que não vale nada. Da nova arquibancada - apelidada de “pinheirãozinho” pela galera. Tudo isso me rouba a alegria, incomoda e faz pensar.
Ocorre que o jogo de hoje vai entrar pra história por outro motivo. O grande Antonio Lopes, usando as prerrogativas de sua autoridade de ex-delegado, ordenou que o efetivo da polícia militar privasse da liberdade o mal-intencionado cidadão que bandeirava na Getúlio Vargas. Na entrevista coletiva, justificou em “lopês” castiço:
“O camarada tentou me dar um chambão”.
Este jogo não merece mesmo uma resenha. Merece mais o BO que o delegado vai lavrar.
As coisas tão indo pro lado errado e isso é muito preocupante. Mas o negócio é que essa foi demais. O sonho de todo o torcedor de futebol. Mandar prender o fdp do bandeira. Amanhã, meus amigos, falaremos mais do jogo e do futuro. Um pouco mais “calmos”, se é que vocês me entendem. Até pra não correr o risco de dar um macalézaço pro jogador mais importante da história do nosso Atlético.

sábado, 5 de setembro de 2009

Memória atleticana

Mais duas fotos históricas do acervo de José Cação Ribeiro Júnior. Fantástica a segunda imagem, com o Atlético todo de branco entrando em campo para jogar em Ponta Grossa, com as palmeiras ao fundo. Destaque para as belas camisas negras dos goleiros, com o "ATLÉTICO" destacado em letras maiúsculas. Clique para ampliar:

10 de abril de 1949
Amistoso, inauguração do Estádio Horácio Klabin, em Telêmaco Borba
Atlético 3x3 Corinthians
Em pé: Valdir, Nilo, Caju, Valdomiro, Joaquim e Sanguinetti
Agachados: Valdir, Rui, Neno, Cireno e Jackson


15 de novembro de 1949
Atlético 5x2 Guarani, em Ponta Grossa
Entrando em campo: Cireno, Guará, Neno, Valdir, Jackson, Caju, Délcio, Vilanueva, sem identificação, Valdomiro, Laio e Ivan.

Um freguês sempre muito bem-vindo

Da Gazeta do Povo:

Que o Flamengo é freguês dos times paranaenses no futebol, quase todo mundo sabe. Agora a vantagem que o Atlético tem sobre o rival carioca chega a impressionar. Há exatos 35 anos o Furacão não é derrotado pelo Rubro-Negro carioca jogando em Curitiba. Em todo esse tempo, as equipes se enfrentaram em 14 oportunidades, sendo que em 11 delas o Atlético foi o vitorioso. Três jogos terminados empatados.

Se depender do retrospecto jogando em casa, o Furacão entra em campo como favorito no próximo domingo. A partir das 16 horas, no Estádio Joaquim Américo, as equipes se enfrentam pela 23ª rodada do Brasileirão. Aliás, falando em Arena da Baixada, após sua reinauguração, o Furacão enfrentou o Flamengo nove vezes e venceu oito vezes.

Cada jogo com uma história, cada história recheada de emoções, fatos pitorescos e momentos marcantes. Tanto para os torcedores, como para jogadores e treinadores. Veja, a seguir, alguns deles:

1999 - Atlético 3 x 2 Flamengo. “A reinauguração”

A nova Arena da Baixada era o sonho de todo o torcedor atleticano. Depois de passar por maus bocados precisando se espremer no “velho” Joaquim Américo e piores ainda no alugado Pinheirão, a torcida finalmente pôde voltar para casa. Naquela época o time tinha bons jogadores - que mais tarde levariam o time ao título da seletiva da Libertadores -, entre eles o atacante Lucas.

Dias antes da primeira partida oficial do novo estádio, o goleiro do Flamengo, Clemer, foi perguntado sobre como faria para impedir os gols do jovem Lucas. De bate-pronto, ele respondeu que não sabia nada sobre o atacante atleticano. A declaração repercutiu na cidade. Ao marcar o primeiro gol do jogo, Lucas foi aos microfones das rádios e às câmeras de televisão e disparou, sem necessidade de maiores explicações: “Eu sou o Lucas”.

2000 - Atlético 1 x 1 Flamengo. “O desabafo sem filtros”

No ano em que disputou pela primeira vez a Libertadores da América, o time foi razoavelmente bem na Copa João Havelange (que substituiu o Brasileirão). O jogo terminou empatado (o único “tropeço” da década em casa). Pelo Flamengo jogavam Adriano e Petkovic, ambos de volta ao clube da Gávea em 2009, e o gol do Furacão foi marcado pelo zagueiro Emerson. O jogador não é lembrado pelo futebol que apresentou enquanto vestia a camisa atleticana, mas sim pelo que disse ao marcar o gol daquela partida. Ainda em êxtase pelo feito, ele foi aos microfones e gritou. “Esso gol é para Jesus, p.... c......”.

2001 - Atlético 4 x 0 Flamengo. “Um jogo de seleção”

Não precisa nem mencionar por que 2001 é um ano especial para os atleticanos, afinal pela primeira vez o time conquistou o Campeonato Brasileiro da 1ª divisão. Para um jogador em especial o jogo contra o time carioca teve uma importância ainda maior.

Kleberson, hoje coincidentemente jogador do Flamengo, fez uma partida exuberante. Em entrevistas posteriores, o jogador revelou que a partir daquele dia o técnico da seleção brasileira, Luis Felipe Scolari, começou a prestar a atenção no seu futebol. O resultado foi sua convocação para a Copa do Mundo de 2002, vencida pelo Brasil.

2003 - Atlético 4 x 1 Flamengo. “O passeio de Ilan”

Um dos grandes nomes do Atletico naquela temporada foi o atacante Ilan. O jogador vinha “passando da bola” e dos quatro gols que o time marcou naquele confronto, três saíram dos pés do atacante. Também naquele campeonato, dessa vez contra o Corinthians, ele voltou a marcar três gols em um só jogo. Suas atuações chamaram a atenção do futebol brasileiro e mundial, resultando, em 2004, na sua transferência para o Sochaux, da França.

2004 - Atlético 2 x 1 Flamengo. “Atlético Coração Valente”

Um jogo inesquecível. Após torcer e apoiar o time pela vitória o tempo todo, o torcedor já não acreditava em melhor sorte aos 40 minutos do 2º tempo, com a vitória flamenguista parcial por 1 a 0. Um minuto depois, Washington fez bela jogada e marcou um golaço, empatando o jogo a quatro minutos do fim.

Três minutos mais tarde, ainda no tempo regulamentar, o mesmo Washington aproveitou uma desatenção do goleiro Júlio César e tomou-lhe a bola. O atual camisa 1 da seleção cometeu pênalti. Com precisão, o “Coração Valente” marcou o gol da vitória, comemorada como um título pelo torcedor atleticano. Naquele ano, o atacante se tornaria o maior artilheiro de todos os tempos em uma edição do Brasileirão, com 34 gols.

2005 - Atlético 2 x 0 Flamengo. “Estreia e reestreia”

A vitória sobre o Flamengo em 2005 marcou a vida de duas pessoas. A do técnico Evaristo de Macedo, que estreava no comando da equipe, e a do atacante Dagoberto. Após passar um longo período afastado por uma cirurgia no joelho, a jovem promessa havia retornado oficialmente no Atletiba realizado em julho daquele ano (1 a 0 para o Furacão). Contudo, uma contusão muscular voltou a deixá-lo de fora. Contra o time carioca, ele finalmente voltou a atuar profissionalmente.

2006 - Atlético 1 x 0 Flamengo. “Vitória para sair do sufoco”

O ano foi complicado para o Furacão. Depois de uma série de derrotas e muita pressão, o time trocou de treinador. Em sua estreia, recebido com uma bonita festa nas arquibancadas, Vadão começou com o pé direito a caminhada que evitaria um quase iminente rebaixamento do Furacão para a 2ª divisão.

2007 - Atlético 2 x 0 Flamengo. “Supersequência salvadora”

Mais uma vez em crise, convivendo com um sério risco de rebaixamento, o time troca de técnico. Ney Franco, que ganhou destaque nacional justamente pelo seu trabalho realizado no rival carioca, assumiu o Furacão e conseguiu fazer história.

Além de evitar a queda do time para a 2ª divisão, emplacou uma impressionante sequência nove jogos de invencibilidade na Arena da Baixada, sendo que sete vitórias foram consecutivas. O resultado foi mais uma vez a permanência do time na Série A.

2008 – Atlético 5 x 3 Flamengo. “Redenção na última rodada”

Cansados de tanto sofrimento, muitos torcedores não acreditavam numa melhor sorte para o Atlético no Brasileirão de 2008. Depois de permanecer afundado na zona do rebaixamento durante grande parte da competição, o time conseguiu se salvar da queda no último jogo, em casa, contra o Flamengo.

O sentimento naquela partida mesclava desespero com fé. A vitória salvaria o time do rebaixamento e lhe colocaria na Copa Sul-Americana. O tropeço significaria a queda, a vergonha. Júlio César, Rafael Moura, Toró (contra), Zé Antônio e Alan Bahia marcaram os gols que garantiram o fim da agonia atleticana naquele ano. E reafirmou ainda mais o técnico Geninho como ídolo rubro-negro.

Demais jogos de invencibilidade

Completam a lista da soberania atleticana os seguintes jogos:

1983 - Atlético 2 x 0 Flamengo
1986 - Atlético 2 x 1 Flamengo
1989 - Atlético 1 x 1 Flamengo
1991 - Atlético 3 x 0 Flamengo
1997 - Atlético 0 x 0 Flamengo

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Três propostas para a Arena

Da Máquina do Esporte:
Sede da Copa do Mundo de 2014 no Paraná, a Arena da Baixada, casa do Atlético Paranaense, está prestes a ser rebatizada. O clube estuda três propostas de naming right para o estádio e espera anunciar o nome da vencedora ainda neste ano.

Os nomes das concorrentes são mantidos em sigilo, assim como os valores que devem envolver o contrato. Pelo acordo com a Kyocera, encerrado em abril de 2008, o rubro-negro recebeu R$ 5 milhões por três anos para ceder, além da arena, o peito de sua camisa.

O futuro parceiro, no entanto, terá em mãos um projeto diferente da ex-patrocinadora do Atlético. "A Kyocera não usufruiu todos os benefícios da arena. Estamos tentando mostrar para as empresas todas as plataformas que podem ser exploradas ali. A principal mudança que estamos propondo é uma integração maior entre a empresa e o Atlético, coisa que não acontecia antes", afirma Henrique Gaede, diretor de marketing do Atlético Paranaense.

A Philco, atual detentora da cota máster do clube, não está descartada para o projeto do estádio, mas é vista como uma possibilidade distante. Em contrapartida, a manutenção da empresa na camisa atleticana já está sendo negociada.

"Estamos satisfeitos com o casamento das duas marcas, não apenas pelo aspecto financeiro. Até a composição da camisa ficou boa. Agora precisamos adequar as necessidades do nosso contrato com a Umbro para fecharmos. A Philco tem a prioridade para renovação e vamos respeitar isso. Se não houver acordo, aí vamos para o mercado", completa Gaede.

Segundo o executivo, a negociação pode ser fechada ainda no mês de setembro: "Queremos antecipar a temporada de 2010 e anunciar esses acordos em breve", diz o diretor de marketing.

Com os novos acordos, o clube espera que o próximo ano seja mais equilibrado financeiramente. Em entrevista à rádio "Band News", o presidente Marcos Malucelli disse que o Atlético irá encerrar 2009 com um déficit de R$ 16 milhões e não terá receita suficiente para cobrir as despesas previstas para a temporada.

A previsão, de acordo com o mandatário, é faturar R$ 13 milhões com cotas de televisão, R$ 12 milhões com plano de sócios, e R$ 7 milhões em patrocínios e marketing. Uma boa campanha na Copa Nissan Sul-Americana pode melhorar esse cenário.

"A participação na Sul-Americana ajuda muito, o próprio patrocinador prevê pagar bônus de acordo com a nossa evolução no torneio. Mas é difícil saber quanto vamos ganhar, depende da quantidade de jogos, é complicado. É importante ressaltar que não há dívida, só questões de fluxo de caixa a serem resolvidas, faz parte da mudança de gestão. Não temos desespero", conclui Henrique Gaede.

Curitiba bem na fita

Valor especial Copa: Curitiba com a camisa 10.

Beto Richa pegou carona para aparecer no estádio mais moderno do país.
O jornal Valor Econômico lançou um suplemento especial sobre a Copa de 2014 no Brasil. E Curitiba ficou "bem na fita", sendo considerada "o município mais bem preparado para receber os jogos do Mundial". A Baixada também é destaque na reportagem, sendo citada como "o estádio de futebol mais moderno do país".
Para conferir todo o especial, clique aqui.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Memória atleticana

O Blog da Baixada recebeu algumas fotos antigas fantásticas de esquadrões rubro-negros que fizeram história. As imagens fazem parte do acervo do fotógrafo José Cação Ribeiro Júnior e aos poucos vamos publicá-las aqui, para compartilhar com todos os irmãos rubro-negros. Hoje, seguem duas delas: uma de 1928 e outra de 1944. Clique nas fotos para ampliá-las e, se quiser, baixá-las para o seu micro e quem sabe até mandar fazer uns quadrinhos. Estão em bom tamanho e é possível visualisar detalhes, como os nobres vestidos das donzelas que posam junto à delegação atleticana em Ponta Grossa, no final da década de 20, ou os gorrinhos que mais parecem sacos de limão - uma peça importante da vestimenta dos atletas no início do século.
Deleitem-se!
Amistoso, em Ponta Grossa, 1928
Atlético x Guarani
Em pé: Anjolilo, Falccini, Borba, Guaxupé, Waberski, Maranhão, Marreco e Marrecão
Sentados: Mercer, Levorato, Urbino e Alberto

Atlético, 1944
Esta foto é do "embrião" do Furacão de 49 e, pelo pinheiro ao fundo, deduz-se que tenha sido tirada no Joaquim Américo.
Em pé: Jackson, Batista, Lilo, Vilanueva e Cireno.
Agachados: Campelo, Caju, Nilo, Panchito, Joaquim e Joanino.

Em breve, mais fotos históricas aqui no blog.