quarta-feira, 19 de agosto de 2009

O sonho de Petraglia (ou como os atleticanos tiraram o Pavoc dos coxas)

A trilogia de Dante Mendonça e Sandro Moser, completa, aqui no Blog da Baixada:
Ao sugerir a criação de um campo comum a rubro-negros e alviverdes, Mário Celso Petraglia restaura a saga do falecido Aryon Cornelsen e o malfadado PAVOC: das mãos do Coritiba, o projeto foi a alavanca do Atlético que levou João Saldanha a profetizar: “O Atlético, facilmente, está entre os 10 mais”.

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Mário Celso Petraglia não necessita de 15 minutos de fama, extrapolou em muito os poucos minutos concedido por Andy Warhol aos comuns mortais. Ainda sim, chamou para si as manchetes, ao propor a criação de um único estádio para Atlético e Coritiba, justamente no moderno estádio que nasceu de um patrimônio comum a rubronegros e alviverdes.

O sonho de Mário Celso Petraglia tem quatro cores (vermelho, preto, verde e branco) e nasceu de um outro sonho da visionária família Cornelsen que virou pesadelo: o PAVOC, a alavanca que ergueu a Arena e impulsionou o Atlético na vanguarda do cenário brasileiro. Mesmo que pelas linhas tortas por onde passam a política e o esporte paranaenses.

Em parceria com o jornalista Sandro Moser (autor da reportagem nunca publicada), vamos contar neste modesto espaço o sonho do empresário Aryon Cornelsen, o pesadelo de nome de PAVOC (Parque Aquático Vila Olímpica Cornelsen).

É um Atletiba familiar, que teve seu início com a profecia do jornalista e ex-técnico da seleção brasileira João Saldanha:

- O Atlético, facilmente, está entre os 10 mais.

Na profecia escrita no Jornal do Brasil em setembro de 1987, Saldanha admitia com algum orgulho que o Atlético fora o primeiro time de seu coração. A família Saldanha escolheu a calma Curitiba para se refugiar nos conturbados anos 20. O pai de João foi um dos mais importantes quadros maragatos da revolução federalista e, perseguido, saiu com a família pelo país.

Por ter morado menino na região conhecida como "baixada da água verde", Saldanha deve ter lembrado destes tempos ao arriscar o destemido vaticínio.

Tamanho otimismo se justificava. O cronista, "Cavalheiro da Boca Maldita", fora recebido no aeroporto em uma manhã ensolarada de primavera com todas as honras por um comitê de cavaleiros atleticanos. O motivo da viagem era uma visita à recém-inaugurada nova sede social do Clube Atlético Paranaense. Uma sede completa, com campos de treino, piscinas e tudo o que mandava o figurino.

Desde o final da 2.ª Guerra Mundial quem vem de avião a Curitiba desembarca no Aeroporto Afonso Pena. Curiosamente, a antiga estrada que conduzia ao campo de aviação de São José (onde se localizava a tal nova sede do atlético), Saldanha conhecia bem, pois também morara naquela região. A área pertencente ao atual aeroporto se constitui, em parte, de terrenos da Colônia Afonso Pena, ali implantada no início do século XX em homenagem ao sexto Presidente da República. Nessa ocasião, o governo federal desapropriou a área de uma fazenda, e dividiu-a em pequenas chácaras e ali assentou uma colônia de imigrantes.

Entre as inúmeras famílias beneficiadas estava a família Cornelsen. O avô Amaro, primeiro do clã a chegar ao Brasil já possuía um armazém de "secos e molhados" no centro de Curitiba (na região da atual Praça Osório). Ao seu filho Emilio coube o recebimento da escritura do lote destinado aos Cornelsen na beira do Rio Iguaçu.

Acontece que Emilio não teve pressa em ocupar o novo terreno e lá plantar mandioca, batata-doce e criar galinhas como a maioria de seus vizinhos. Foi mais forte a paixão pelo Coritiba Footbal Club, a camisa dos jovens imigrantes europeus. No Coritiba ele foi jogador, técnico e depois dirigente. E fez questão que os três filhos homens de sua prole ali se iniciassem no futebol.

Alcyr e Aryon, os dois mais velhos, jogaram e foram campeões no Coritiba Foot Ball Club. Alcyr pendurou as chuteiras ao abraçar a carreira de médico e passou a ser apenas um torcedor. Já Aryon permaneceu sempre ligado ao futebol, ao mesmo tempo em que mantinha famoso escritório de advocacia na cidade, fazendo "de tudo um pouco" no Clube até chegar a presidência em 1958. Terceiro irmão, o arquiteto Airton (Lolô) se desgarrou por conta de uma briga com o major Couto Pereira num baile de Carnaval.

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Dos três irmãos Cornelsen (Alcyr, Aryon e Airton), Aryon sempre permaneceu ligado ao futebol, ao mesmo tempo em que mantinha famoso escritório de advocacia na cidade, fazendo “de tudo um pouco” no Alto da Glória. Quando chegou à presidência do Coritiba, em 1958, deu início ao plano de construção do novo estádio alviverde. Anos mais tarde, procurando viabilizar a onerosa obra, criou uma espécie de loteria privada. Chamada de Cori-Ação, causou furor em todo o Estado. Funcionava no clássico esquema dos bingos, com sorteios auditados e transmitidos pelo rádio, e pagava prêmios vultosos. A loteria foi o canal para a transformação do acanhado Estádio Belfort Duarte no “gigante de concreto armado” do Alto da Glória.

No ano de 1963, o patriarca Emilio Cornelsen faleceu, deixando a área em São José dos Pinhais de herança aos filhos. O empreendedor Aryon comprou a parte dos irmãos e alguns lotes vizinhos. No final do ano era proprietário de uma área de 400 mil metros quadrados.

Um ano depois, solicitou a seu irmão Airton, o “Lolô”, o projeto da primeira Vila Olímpica brasileira em forma de clube social. Lolô Cornelsen, desgarrado dos coxas, foi ser campeão de 1945 pelo ex-rival Atlético, enquanto arrebanhava fama internacional como arquiteto e urbanista.

O complexo seria construído no terreno de 16 alqueires em São José e, pela ideia de seu criador, faria parte da estrutura esportiva do Coritiba Football Club. A vila comportaria cinco campos de futebol. Um deles, com grama importada do Uruguai e drenagem, serviria para treinamentos dos profissionais, com duas arquibancadas em volta do gramado, uma pista de atletismo e caixas para salto. Tudo de acordo com as normas exigidas pelo comitê do esporte olímpico.

Canchas de basquete, “stand” para tiro ao alvo, arco e flecha, futebol de salão, vôlei, tênis, minigolfe, entre outros esportes, complementariam o conjunto da Vila Olímpica.

Um dos objetivos do projeto era fazer com que o parque esportivo se tornasse autossustentável com a construção de um hotel de categoria internacional (60 apartamentos de luxo e 50 suítes). Posteriormente, novos desejos foram incrementados ao projeto: a construção de um restaurante de 70 metros de altura, tendo um piso giratório e um cinema ao ar livre para 1.300 espectadores.

A partir de 1966, o PAVOC (Parque Aquático Vila Olímpica Cornelsen) se tornou uma referência curitibana. Muito por conta da ousadia do projeto arquitetônico de Lolô, que entre outras realizações é responsável pelo autódromo do Estoril, em Portugal.

Esta era a Vila Olímpica que tanto impressionou João Saldanha em setembro de 1987. Um pouco mais de dez anos atrás ela havia mudado de mãos, passando do mais abnegado realizador coritibano ao patrimônio do arquirrival Atlético Paranaense numa ação rocambolesca, digna da eterna “guerra fria” entre coxas e atleticanos.

Aryon Cornelsen conta que “fez de tudo” para que o Coritiba recebesse o Clube Olímpico, chegando até a planejar a venda dos carnês e das cotas para associados. De seu apartamento no Alto da Glória, repleto de fotos dos tempos gloriosos, relembrou para o repórter Sandro Moser, com um misto de saudade e mágoa, aquela situação:

- Eram 100 metros na Avenida das Torres. Ofereci ao Coritiba 20.000 metros quadrados de graça, mais as mensalidades dos sócios e todo o parque construído, em troca da venda dos 50 mil primeiros títulos patrimoniais.

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O Coritiba não quis bancar o PAVOC (Parque Aquático Vila Olímpica Cornelsen). Os conselheiros da situação achavam que o Aryon ia ganhar muito dinheiro. E de fato ganhou. No tempo das campanhas e loterias, Aryon chegou a ter um helicóptero particular “igual ao do filme do Roberto Carlos”. Entretanto, a construção e manutenção do PAVOC, sem a parceria do clube, acabou sendo a ruína do empresário.

Com um elefante branco faminto em mãos, não restou ao visionário (antes oferecera ao Clube Concórdia, que negou) outra alternativa: levar a mesma proposta ao Atlético Paranaense. O Atlético topou na hora. O contrato firmado com o Atlético era um pouco diferente daquele negado pelo Coritiba, contou o falecido Aryon Cornelsen ao repórter Sandro Moser: - Ao Atlético eu não ofereci de graça, queria os 50 mil títulos e as mensalidades. Então o Atlético impôs uma cláusula, 10 anos de prazo, sendo o negócio bem ou mal sucedido...

Esta cláusula foi a ruína de Aryon. A necessidade fez o experiente advogado aceitar as imposições leoninas, acreditando na boa fé dos diretores do Atlético, e nas boas vendas dos títulos durante o primeiro verão.

Ocorre que o teor do contrato vazou, chegou como um furacão aos ouvidos de rubro-negros oportunistas que resolveram sabotar o projeto: “Quem comprou não pague, quem não comprou não compre, pois o parque já é nosso”.

E durante nove anos as vendas congelaram. Aryon não conseguiu arrecadar o necessário para viabilizar o projeto e, terminado o tempo de contrato, o complexo acabou indo inteiramente de graça para a Baixada da Água Verde.

O Atlético Paranaense, de sua parte nunca soube administrar o espaço conseguido da mão beijada do velho inimigo. Do projeto inicial, restou a intenção de criar um Centro de Treinamento para a formação de jogadores, muito antes do futebol profissional virar este negócio milionário.

O acordo do Atlético com Aryon Cornelsen datava de 1973. A posse atleticana fez-se em 83. O patrimônio era pouco usado. Além dos pedalinhos para casais suburbanos apaixonados, servia mais para impressionar investidores e visitantes como João Saldanha, na tentativa de melhorar a imagem do clube.

Imagem que foi gradativamente se desgastando, até que em 1995, Mário Celso Petraglia promoveu uma verdadeira revolução na estrutura e na administração atleticana. Sempre muito íntimo do poder, Petraglia, já de olho no terreno do antigo hotel Estância João XXIII (no bairro do Umbará), e com o ambicioso projeto da Arena na gaveta, aproveitou-se das grandes inundações acontecidas em Curitiba no ano de 96 e propôs uma composição com o governo estadual. O Estado desapropriaria a área do PAVOC para abertura de um canal extravasor do rio Iguaçu, pagando aos proprietários a devida indenização.

Não foi a única desapropriação da área, mais de cem decretos foram assinados em maio de 1996 pelo governador em exercício, deputado (e ex-presidente rubro-negro) Aníbal Khury. O valor da indenização é que foi efetivamente maior do que os demais. A quantia causou, à época, indignação em setores da imprensa e resultou num processo (arquivado) de crime de responsabilidade contra Khury e o governador Jaime Lerner. Com a soma arrecadada o Atlético Paranaense pode enfim levar a cabo seus planos de reestruturação e crescimento. Viabilizou a construção da Arena e adquiriu a terreno e instalações do hotel, onde instalou o Centro de Treinamento Alfredo Gottardi.

Ao final de todos estes anos, a profecia de João Saldanha se mostrou certeira. O PAVOC, dado de presente pelo Coritiba, foi a alavanca que impulsionou a Arena a ser indicada como o estádio paranaense da Copa do Mundo de 2014. Assim mesmo, pelas linhas tortas por onde passam a política e o esporte paranaenses.

73 comentários:

JMK disse...

No interior desse homem sisudo, bate um coração de pai; não só dos atleticanos e sim, de todos os paranaenses.O senhor Mário Celso Petráglia merece o respeito de todos.
PAVOC, renegado pelos coxas, foi presente divino para o CAP.

Guilherme disse...

na base do atropelo e da falcatrua... mas de qualquer forma também da esperteza rubro-negra, e da burrice dos coxas, não acho que dê para se orgulhar da forma como tudo isso foi conquistado, mas da sem dúvida alguma para apontar MCP como o cabeça pela realização de tudo que temos, enfim... que bom que os coxas não aceitaram o PAVOC!

Juliano Ribas disse...

E com a ideia da arena Atletiba, MCP fez com que o povo atleticano, muito acomodado com a história da Copa (e até abrindo mão dela, sem se importar com o corpo mole do Malucelli), começasse a dizer a plenos pulmões: "A Copa é na Baixada!". Agora, esse é o grande desejo dos atleticanos. Realmente, MCP não dá ponto sem nó.

PAULO MARCH disse...

Acho que o Juliano Ribas acertou na mosca. Acho que é por aí mesmo. Petraglia, o rei da astúcia, ao contar esta historinha de ARENA ATLETIBA, procurou ativar ainda mais a paixão do torcedor atleticano pelo seu templo sagrado, a nossa querida ARENA DA BAIXADA. Com isso, o sonho dos coxinhas em querer os jogos da copa em seu estádio(???) acabou definitivamente.

SAUDAÇÕES RUBRO-NEGRAS

Julio disse...

Muito boa matéria. O Atlético possui uma bela história catalogada. Tenho dois bons livros que mantenho na estante do meu escritório em casa. É sempre bom ter viva a história Atleticana. Mas não concordo com falcatruas, não considero que devamos conseguir o que queremos sem ética. Minha família tinha título no Pavoc para ajudar o clube. Foram duas indignações na época, a sujeirada arquitetada pelo Petráglia, Lerner, Khoury e cia ltda na desapropriação do Pavoc e o não reembolso pelo título. Pelo título tudo bem. É claro que adoro ir na Baixada e cada vez que visito o CT fico mais impressionado com toda sua estrutura, mas não devemos endeusar um cara que usurpou os cofres públicos, ou vcs concordam com a frase "rouba mas faz"? Se for assim, deixamos de lado e beatificaremos os Malufs da vida.

Anônimo disse...

Julio, sinceramente, vá lamber sabão!

Anônimo disse...

Julio vai lamber dois sabão!!!

JMK disse...

PAVOC não era do Atlético. Apena detinha os direitos após 10 anos.
Se Coca Cola falir, Mate Leão tem que pagar?
Sem essa pessoal, o CAP não participou da maracutáia.

Anônimo disse...

Exato. Lamba 3!

Anônimo disse...

Gostaria de agradecer os elogios e criticas e esclarecer alguns pontos. Escrevi esta reportagem em 2007, no momento de definição da indação da Baixada. A reportagem não respeita escorreitamente o rigor tecnico da arte da boa apuração. Eu ouvi apenas os irmãos Lolo e Arion, conselheiros do Atlético na epoca e jornalistas, além de me valer de documentos e jornais. Não ouvi ninguém da direção do CAP ( de ontem e anteontem), dos Coxas, do governo Lerner, do tribunal de contas, por exemplo.
De qualquer forma, trata-se da versão que eu e o Dante conseguimos erigir e cada um que tire as suas conclusões.



Valeu , guerrilheiro. E hoje tem gol do ZULU.

abraço

Sandro Moser

Anônimo disse...

Credo nem vo ler tudo isso!

Anônimo disse...

JULIANO RIBAS, MAIOR PAGA PAU QUE EU CONHEÇO DO PETRAGLIA!!!
SÓ ESCREVE SOBRE O PETRAGLIA, QUE O PERAGLIA É ISSO, QUE O PETRAGLIA É AQUILO, QUE ELE É FODA, QUE ELE NÃO SEI O QUE....

PORRA NAO SABE "APARECER" PARA ESCREVER DEOUTRA COISA???

Julio disse...

Oi anônimo (não se esconda para ofender alguem). Não é do meu gosto lamber sabão, prefiro o sorvete do Fredo. Se nunca comeu, fica minha sugestão.

Anônimo disse...

Julio concordo com vc... sem maracutais é bem melhor...

Diego. disse...

Fredo é lugar pedante. Formiga é bem melhor, old school.

Anônimo disse...

* Quem tem que lamber sabão é o Paulo March!

Anônimo disse...

Senhores atleticanos, devemos concordar que não é nenhum motivo de orgulho, mas os homens fazem a cagada, nao a instituição Cube Atletico Paranaense. Evangelinno fez pelo coxa e o Petraglia fez pelo Atletico, pior são os paranistas que dilapidaram o patrimônio deles mesmos !!!

Flávio Jacobsen disse...

Grande Polaco. Gonzo journalism de prima, com recheio tupiniquim.

Anônimo disse...

Quem tem que lamber sabão é TITIO ENÉAS.

PAULO MARCH disse...

Como já disseram aqui, quem não tem nome(anônimo)não merece nem resposta.

Anônimo disse...

Eu penso o seguinte: sempre sao os mesmos que procuram "falhas" nas coisas do CAP. Se nao gostaram de como as coisas aconteceram, o problema é de vcs. Bom é jogar no Pinheirao de certo! Vao torcer pra outro time. E se nao concordam que vão lamber sabão!!
p.s: o frescão la de cima que citou o Freddo pensa que é melhor que outros, menos né Julio, menos.

Johnny

Anônimo disse...

Que Deus acabe logo com esta agonia dos coxas e das "ajudas" externas.
F O D A - S E o coxa, arena Atletiba e demais "visionários" de plantão

Juliano Ribas disse...

Ao Anônimo que não desliga o "caps lock": vá lamber sabão.

Anônimo disse...

esse negócio de lamber sabão pegou hein..

Anônimo disse...

o coxa vai lamber sabão no centernada

phillip van der wiullt disse...

julio
duvido que va no fredo.. quepor sinal eh com 2 "d". Quer pagar de granfino ein malandrao

va laber sabao [64]

DINDO disse...

NA MINHA OPINIÃO, SE TUDO FOI CONSEGUIDO CONFORME ESTA MATÉRIA SUGERE,CONCORDO QUE FALTOU UMA BOA DOSE DE CORREÇÃO NAS ATITUDES TOMADAS POR QUEM IDEALIZOU, POR QUEM NÃO PAGOU E POR QUEM NÃO COMPROU TÍTULOS DO TAL PAVOC, INFELIZMENTE.
AGORA EU PERGUNTO INDEPENDENTE DISTO, QUEM HOJE NÃO SE ORGULHA DA ARENA DE DO CT DO CAJÚ? QUE ATIRE A PRIMEIRA PEDRA...
SRN

Anônimo disse...

Pedra de sabão?????

Anônimo disse...

Os fins justificam os meios


NICOLAU

Anônimo disse...

Os fins justificam os meios?????????????????????????????????????????????????????????????????

Anônimo disse...

Não vejo nada de ilegal nesta trama toda. Foi o uso da inteligência, cumprimento de contrato. Se o véio coxinha não leu o que assinou, fazer o que. Nas aulas de direito da faculade (e olha que o cara era advogado, esses adEvogados..)me ensinaram a diferença entre justiça e direito, infelizmente ela existe e é bem grande.
Em tempo: o que titio Enéas lambe não é da conta de ninguém, mas usa saia...
SRN
Titio Enéas e sua barba que coça, hehe.

Julio disse...

Não vejo como pagar de gatão comer aquilo que gosta. Outra coisa que também não se discute são ideais, cada um tem o seu. A instituição Atlético não ter nada a ver com isso, como o congresso não é uma instiuição podre, os homens é quem são. Abraço a todos e pra cima do Vitória Furacão!

Anônimo disse...

Arriba Furacón!!

Anônimo disse...

Dá-lhe Furacão!! e o Vitória que vá lamber sabão...

Anônimo disse...

Dá-lhe Furacão!! e o Vitória que vá lamber sabão...

Anônimo disse...

Boa esta!

Anônimo disse...

Na época eu fiquei muito triste pois juntava a minha mesada para pagar o PAVOC do Atlético. Só usava para os pedalinhos e para levar as namoradas atrás das moitas na beira do rio Iguaçú. Quanto susto!!!
Mas depois que vi o que o Deus Petraglia e diretores fizeram, nem me importei em ressarcimento. Olho para a Arena e vejo um pouco do meu suado dinheirinho lá.
Carlos

Anônimo disse...

tudo voltou ao normal. Levamo fumo na bahia.

Anônimo disse...

Não consegui chegar na quarta linha, texto muito longo, alguem pode resumir pra mim.

Anônimo disse...

Verdade tudo igual de novo...voltamos a ser aquele time sem vergonha....

Anônimo disse...

Foi só o Nei não jogar direito que o time parou. Não adianta, vamos lutar para não cair.

Anônimo disse...

Também com aquele ferida do Wesley. Só cabelo e ruindade aquela bosta. Fora Antonio Lopes. Diretoria de merda traz um técnico de verdade!!!!

marco ponta grossa disse...

Mais 2 pra galeria do frangallato.
Num pega nada esse tal de frangallato. No chute do ramon onde estava Frangallato ??? Mal colocado pra variar. Sem goleiro nunca vamos sair da ZR. Alia´s em 5 redadas somos lanternas de novo, podem apostar.

Anônimo disse...

Coxarada fdp infiltrada vao pro inferno!!

Agora puta merda pra que deixa wesley na direita q merda!

Wesley eh um fominha

Anônimo disse...

O Weslley é um dos melhores jogadores nosso e não foi tão mal assim, pra mim a cereja do bolo foi o Nei que levou cartão bobo e ainda falhou no primeiro gol.
Agora quem quiser pode levar o Zulu...Mais um preá da vida....

andré disse...

Lopes viajou geral esse jogo!! brincadeira...
deixar o bruno costa no banco e colocar aquela merda de manoel e brincadeira!!! cara mais lento que já vi!!! e bem dessas...deixar o wesley na direita e colocar o fransergio...nao entendi tambem!! não começa a inventar Lopes..pelo amor de Deus!! outra coisa...marçinho mostrou sua cara...que joga 1 jogo bom a cada 500!!! vá se foder...!!! Zulu então..tá de sacanagem né..parecia um zagueiro isso sim!!!
to bem de cara...pra que jogar devagar sem velocidade alguma esse time!???
vamo ve agora contra os bambi!! sem o nei ainda, que foi expulso sem razão daquela merda de juiz que paro um contra ataque com o wallyson!!!

Anônimo disse...

enquanto isso no maravilhoso CT do caju, o idolo (tsc tsc) Alex "come e dorme" mineiro, continua comendo e dormindo.

Anônimo disse...

Wilson de Souza Mendonca!
Que queime no inferno qndo morrer esse FDP!!

OHh Juizinho sem vergonha, pernambucano safado!!

No contra ataque q ele anulou do walyson a gente podia ter virado o jogo mas que merda!!!

Anônimo disse...

Os corneteiros de plantão não desistem! Não é hora de destruir e sim de apoiar e deixar o treinador trabalhar. Esta cornetagem gratuita aqui no blog chega ao cúmulo
da irresponsabilidade.

DINDO disse...

isto não é cornetagem, é porco infiltrado, que sabe que aqui tem ibope...

Anônimo disse...

Vai durmir anonimo das 22.38, tem de elogiar qdo acerta mas tem que ser criticados qdo erra. Que tipo de torcedor vc. é? Agora pra esse blog então? Só elogiar? Vá a merda.
Semana passada eu fui um dos que elogiei o Nei pelas boas atuações só que hoje ele teve grande culpa na derrota, pelos cartões idiota e pelo lance que ele falhou no primeiro gol.
Vamos pra cima dos bambis.....

andré disse...

esses caras sao uns babaca mesmo!!! cegos ou burros que nao veem que o time jogou mal e teve sim influencia do Lopes!!
vao se foderr...a gente pode reclamar qto quiser aqui!!!
vá a merda!! pelo jeito viu um jogo totalmente diferente do que os atleticanos de verdade viram!! time jogou sem vontade!! e desorganizado!!!
seja realista uma vez na vida!!!

Anônimo disse...

A carapuça serviu sr anonimo das 22h48????? Pergunto que tipo de torcedores sao estes que na primeira derrota pedem a saida do treinador????? Isto Sr.Anonimo e cornetagem gratuita e infundada, nao vejo motivo para tanta indignação! Nao vai adiantar nada ¨ ir pra cima dos bambis ¨ e no primeiro passe errado começar a vaia destes corneteiros irritantes aqui do blog!

Anônimo disse...

A carapuça serviu para o Sr Andre tambem????

Anônimo disse...

Andre, vc quer o Waldemar de novo?
Quando o time ganhou as quatro partidas vc nem apareceu aqui para elogiar. Perdeu e ponto.
Bando de malas! Já querem tirar o técnico.
Paulinho March Filho

Anônimo disse...

O time foi bem. O problema é que o Lopes tirou o Nei da sobra. E o Chico não tem a mesma velocidade que ele. Apenas isso.

Tirar o Marcio Azevedo foi sacanagem.

O Manoel é estupendo. No junior. A cada jogo me parece que ele ainda não está pronto.

O Lopes cheirou cola de sapateiro no vestiário e viajou legal nas substituições. Não acertou uma.

Zulu não dá. Não dá mais, Zulu.

Rafael Miranda também cheirou um pouco da cola do Delegado. Não foi bem.

A dupla de ataque é Alex e Wally.

O Wilson Souza Mendonça é realmente um dos maiores filhos da puta da História da arbitragem mundial.

Rico

PS: Se vc não consegue ler mais de 4 linhas, volte pro site verde, por favor.

Diego disse...

bando filho da puta isso sim, esses bando de cornetas, serio Guerrilha, vamo dar um geito de moder esses merda, soh sabem reclamar.

puta que pariu, vao lamber sabao.

Geraaaaaaaaldo disse...

Cortetada do caraio, vão à merda!

GRANDE DELEGADO 80% DE APROVEITAMENTO ATÉ AGOGRA!

Vão chupar o rabo do Ney Franco, seus suínos!

PAULO MARCH disse...

Concordo com o Geraldo, são 80% de aproveitamento do time no comando do Lopes. Ao anônimo das 23:30, cuidado ,molecagem tem limites, pois usar o nome dos outros é crime.
Guerrilheiro, acho que as coisas aqui tão saindo do limite. Tenho percebido que tem muitos coxas aqui se passando por atleticanos para criar intrigas e ver o circo pegar fogo. Você não acha interessante criar um cadastro, com email válido, para que pessoas possam postar aqui???

SAUDAÇÕES RUBRO-NEGRAS

Anônimo disse...

Titio Eneas, não estamos falando em legalidade ou ilegalidade. Estamos falando em moralidade, Sacou???

Anônimo disse...

Paulo March vc quer criar um cadastro apenas pq eu te chamo de CHATO e vc quer descobrir quem é..

CHATOOOOOO

Anônimo disse...

Uma história que começa com uma pilantragem no acordo e depois no maior roubo da história dos Paranaenses com a desapropriação do banhado não deveria ser motivo de orgulho pra ninguém. Em resumo a Baixada foi finalizada com dinheiro totalmente sujo!

PAULO MARCH disse...

Pois é anônimo das 10:17, uns são chatos e outros são COVARDES ( sem nome ) não é mesmo seu Dr. Anônimo???

andré disse...

diego antes de tudo aprenda a escrever analfabeto!! eu nao xinguei o Lopes seu burro !! eu disse que ele errou nas trocas e que ele escalou mal o time!!! vao se foder!!! e outra, quando o cap ganhou eu escrevi aqui sim e falei muito bem do time!! vao se foder vcs todos antes que me esqueça!! não tenho culpa se tem torcedor que não é realista e nao adimite que o Lopes errou ontem!!!
anonimo das 23:30 coloque seu nome antes de falar sobre alguma pessoa aqui!! babaca

Anônimo disse...

Imoralidade? estamos no BRASIL, um país colonizado por PORTUGUESES e você vem pintar aqui com este papo de imoralidade? Já é muito em estar legal, e os ervilhas que construíram os 3/4 do porcódromo ilegalmente? Ou bingo é legal?Ah, mas não é imoral... Discussão besta, vão torcer pro malutroxa então que o terreno era da "firma", mas será que a firma faz tudo moral, legal e eticamente correto?
Babaquice.
Titio Enéas, cansado deste papo besta de moralista do terceiro mundo, gente que bate palma pro padre, que toma vinho com dinheiro do povo em taça de ouro... prefiro ajudar quem eun posso e ponto.

Anônimo disse...

Em tempo: Paulo Mala não é chato (tá bem, é chato então), só é meio juvenil, parece aqueles piás criados pela tia, no fundo não é culpado, só tá tentando entender o mundo.
Uncle Enéas

PAULO MARCH disse...

Nossa!!!! Quanta sabedoria titio Eneas!!! Depois eu que sou o chato. Você vem com esta filosofia de boteco... mas não me enganas titio... tu és apenas um frustrado vomitando sua inveja e pseudo cultura aqui no blog. Quanta prepotência sua, não é mesmo titio Enéas???

SAUDAÇÕES RUBRO-NEGRAS

Anônimo disse...

Paulo, continuo te achando chato anonimamente!

é uma delícia essa sensação!

Anônimo disse...

Eu tb acho esse Paulo um mala!
E faz tempo!

Anônimo disse...

Hum...é uma delícia esta sensação. O anônimo das 11:39 tá parecendo mais uma anônima baitola,hahahaha

Anônimo disse...

Caro sobrinho Paulo March
Acho que você já deve ter percebido que estou mais perto que imagina, será que faço parte da sua roda de amigos?
Não tem essa de filosofia não, aqui temos em geral discutido argumentos, apresente os seus e quem sabe mudo de opinião na mesma hora, sem a menor vaidade.
Agora que é engraçado você ficar xarope com o anonimato, isso é um barato mesmo.
Acho que vou começar a te defender, não se pode forçar em café com leite.
Bom colégio sobrinho
Uncle Enéas

Milene Szaikowski disse...

Guerrilheiro, no Círculo tanto com o dr. Farracha quanto com o Valmor eles contaram a parte dessa história referente ao Atlético comprar a área do Arion. Não veio de graça. Nós pagamos a ele, como contou o Valmor no Círculo. Segue abaixo:

Valmor – O Parque Aquático foi comprado no período do Lück (Antônio Guimarães Lück), em 80, então foi feito um negócio que era pra pagar o Parque com a venda de títulos. Mas essa venda de títulos acabou não dando certo por N motivos, talvez por mau lançamento, porque o Arion era coxa-branca, esse negócio todo e acabou não dando certo. Então o Arion entrou na justiça pra desfazer o negócio. Aí quando eu assumi o Clube, eu e o Petraglia passamos a trabalhar no sentido de dar uma solução para que o Atlético retomasse o Parque. Aí o Osni Pacheco que era muito amigo do Arion Cornelsen e o Paulo Brofmann, que era o médico cardiologista do Arion, se juntaram a nós e nós trabalhamos em cima e eu acabei acertando a compra do Parque, íamos pagar X pro Arion. Mas o Clube não tinha o dinheiro pra pagar, então eu nós reunimos 10 pessoas (Petraglia, Valdo Zanetti, Onaireves entre outros) e eu acertei 10 pagamentos, onde essas 10 pessoas todo mês pagavam o valor. Quando eu estava pra terminar o meu mandato, o Clube ainda não havia conseguido ressarcir a todos. Então eu tirei dos meus recursos pessoais, mandei corrigir o valor de cada um e paguei pra cada um. Alguns não quiseram, doaram o valor pro Clube.

Prof. Heriberto – Foi aí que foi feito aquele jantar em Santa Felicidade e foi dado uma placa pra cada um.

Valmor – Exatamente. Foram os que participaram da compra do PAVOC, cuja venda permitiu a compra do terreno onde hoje é o CT do Caju.

Anônimo disse...

Ahhh, como tudo fica fácil com dinheiro, né não? E se for dinheiro público então??!!!