segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O polivalente

Se precisar, Nei brinca até no gol.
Da Gazeta do Povo:

No Atlético, Nei já foi lateral-direito (sua posição de origem), lateral-esquerdo, volante, meia e até goleiro. Agora, mudou de novo. Nem a baixa estatura (1,75 metro) impediu o jogador de virar zagueiro – para se ter uma ideia, o colega Rhodolfo é 18 centímetros mais alto. Mesmo assim, ele virou a referência do sistema com três defensores, que na vitória de sábado sobre o Botafogo (1 a 0) foi representado também pelos pratas da casa Manoel e Chico.

Nei ajudou a estabilizar a zaga rubro-negra, ponto de desequilíbrio do time na primeira parte do Brasileiro, quando os resultados negativos teimavam em acompanhar a equipe. Há três rodadas, coincidentemente após a substituição de Waldemar Lemos por Antônio Lopes, o Furacão não sabe o é que sofrer gol. A forte marcação ajudou o clube a conseguir três vitórias seguidas, sair da zona de rebaixamento e a encostar no grupo da Sul-Americana.

Tudo isso com o baixinho infiltrado no meio da defesa. O que, de acordo com Lopes, não deve mudar nas próximas rodadas. “O Nei soube sobrar (atuar como líbero), fez muito bem a marcação. Saiu quando tinha que sair e sobrou quando tinha que sobrar”, comenta o Delegado. A alteração tática abre espaço também para o treinador escalar Raul, um dos ídolos da torcida, na ala.

A nova função, porém, não agrada a Nei. O jogador quer mesmo é brigar pela camisa 2. Mas como ordens são ordens e o Atlé­­tico passou a se dar bem com a formação, não será ele a contestar as ordens do técnico. Pelo contrário. “Não sou muito fã de jogar de zagueiro, mas quando o treinador achar que eu devo atuar ali, vou fazer o meu papel. Estou acostumado a jogar de lateral. Lá atrás eu fico impedido de sair”, ressalta. “Deus me deu o dom da versatilidade, tenho de aproveitar”, emenda.

Nei sabe que o deslocamento de função não é o maior dos problemas. O ala sofreu mesmo ao ficar afastado do time por quase um ano. Em agosto do ano passado, o jogador machucou gravemente o joelho direito. Duas cirurgias depois, voltou aos gramados em julho, no triunfo por 3 a 2 sobre o Internacional. Reen­­­contro emocionado, com direito a aplausos da torcida e choro, muito choro. “Que continue dando certo”, diz ele, sem esconder a felicidade de quem pode fazer o que mais gosta. Mesmo que não seja na posição ideal.

8 comentários:

Gustavo GR disse...

Primeiro !!! Hehehehe... Nei é o simbolo da RAÇA do CAP. Nei é da Cavera e SEMPRE que vestiu a camisa rubro-negra, vestiu com amor e honrou de verdade. Nei é titular absoluto por sua RAÇA e por sua ENTREGA 100% ao time. Merece um lugar no time, seja do que for !!!

SDS RN
GUSTAVO

Marcus Vinicius disse...

Nei é o cara!

Bruno disse...

O "Smeagol" da Baixada!!!!hehehehehe...brincadeira Nei!!
A torcida ta contigo meu irmão!!!Aproveita e deixa seu nome na história do CAP!Continue honrando o manto sagrado, como sempre fez mto bem...se não da na técnica, vai na RAÇA!!!

Anônimo disse...

Podem anotar:
O Nei é o novo Daniel Passarela!!!

Anônimo disse...

Nei é o cara! [2]

Anônimo disse...

SINONIMO DE RAÇA NEI!

VC JA É ÍDOLO, MOSTROU ORGULHO EM VESTIR O MANTO!
GARRA NEI!
FORÇA NEI
VAMO ATLÉTICOO!!!

Fran disse...

O Nei voltou mais forte do que nunca. Ele quando veste nosso manto sagrado se transforma em um SuperNei. Você é nosso ídolo e faz tempo.
Continue assim Nei mostrando sua garra, competência, dinamismo e vontade de vencer.
A galera rubro negra te saúda sempre.

Jane disse...

Puxa que emoção!
Quando o Nei se machucou eu até chorei rss porque eu sabia que perderíamos um exelente jogador, não só pelo futebol mas pela raça e amor pela camisa rubro negra!!
Jogue onde quiser Nei, você tem créditos!!!
Saudações Rubro Negras!!!