sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Fifa estica prazo e relaxa exigências

Da Gazeta do Povo:

Os representantes do comitê curitibano que participaram do II Seminário das Cidades-Sedes da Copa de 2014, ontem, no Rio de Janeiro, voltaram para casa com o que desejavam: mais prazo para definir financiamento e projeto da Arena da Baixada e o relaxamento das exigências previstas no Ca­­derno de Encargos da Fifa. Se inicialmente exigia-se o planejamento fi­­nanceiro da conclusão até 31 de agosto e o projeto completo em dezembro, agora a única data a ser cumprida é a do início das obras – 1.º de março de 2010. Muitos pa­­­râmetros para a adequação do estádio também estão sendo revistos.

A cobertura em todos os assentos, por exemplo, só será necessária para o jogo de abertura e para a final da Copa. Pela previsão dos paranaenses, a Arena receberá no máximo uma partida de quartas de final. O centro de voluntários não precisa ser anexo ao estádio. A área onde ficava o Colégio Ex­­poente e o espaço da praça Afonso Botelho terão as utilizações reavaliadas.

“Eram 20 mil m² e a Fifa disse que 10 mil está bom. Tirando aqui e ali vai dar para economizar muita coisa”, prevê o vereador Mário Celso Cunha, que, ao lado dos também vereadores Renata Bueno, Pedro Paulo e Pastor Waldenir So­­­ares, completou a delegação curitibana no evento.

Com a missão de detectar o que é “obrigatório” e o que é “recomendável”, o enviado do Atlético ao encontro foi o arquiteto Carlos Arcos. O gestor de Curitiba para a Copa, Luiz de Carvalho, e a assessora técnica do Ippuc, Susana Costa, também participaram, representando a prefeitura. A ex­­pectativa é que o orçamento seja reduzido dos R$ 138 milhões iniciais para um valor entre R$ 80 e R$ 100 milhões.

“Quanto mais barato melhor para conseguirmos o investidor”, pondera o vice-presidente atleticano Enio Fornea, sabendo que angariar o financiador é o próximo desafio da cidade.

Clubes cobram isenção fiscal

Em uma reunião paralela ao seminário, no Hotel Copacabana Palace, as 12 prefeituras das subsedes conversaram com representantes do governo federal para cobrar ajuda financeira à estrutura dos municípios (itens como vias de acesso e transportes, por exemplo). Lá, os clubes que têm estádios particulares envolvidos (Atlético, Internacional e São Paulo) cobraram a prometida isenção de impostos para a compra de materiais, algo que ge­­­raria ainda mais economia.

O vice-presidente de Patrimônio do Internacional, Emídio Marquês Ferreira, ameaçou: "Se não houver isenção de impostos, o Inter não vai se preocupar com a Copa", disse. "Estamos preocupados. Há três meses fomos escolhidos sede do Mundial e não estamos vendo movimentação do governo (em relação à isenção)".

Ferreira não parou por aí. "Dizem que o Inter ganha mídia com a Copa. Mas mídia não garante leite. O que o Inter vai ganhar com o Mundial? Faríamos obras no Beira-Rio com ou sem a Fifa", ressaltou. "Se não tiver seriedade do governo federal, não tem Copa", completou. "Não queremos dinheiro público e sim isenção de impostos. O Atlético Paranaense e o São Paulo também querem".

O dirigente disse que o governo federal "roeu a corda". "Prometeu isenção de impostos no PAC da Copa e voltou atrás", criticou. "O Brasil ganha com a Copa, os clubes não".

São Paulo e Rio de Janeiro encerram nesta sexta o seminário das cidades-sede com a comitiva da Fifa sobre a adaptação dos projetos para o Mundial.

12 comentários:

Julio disse...

E essa história do Atlético fechar o estádio em 1º de março de 2010, segundo a Tribuna de hoje? Ficaremos 4 anos longe da Baixada? Se for assim, o Atlético deve rever a participação do seu estádio. E ai Guerrilha, averigua para nós esta informação?

GUERRILHEIRO DA BAIXADA disse...

Pelo que entendi, as obras devem começar em março de 2010. MAs podem ser obras, por exemplo, no estacionamento. Não é necessário fechar de imediato o estádio.

Lá em Minas, Cruzeiro e Galo terão que jogar por um ano no estádio do Democrata Esporte Clube, de Sete Lagoas, mais conhecido como Arena do Jacaré.

Aqui, provavelmente teremos que nos ausentar da Baixada por um tempo também.

Anônimo disse...

terceroooo \o/

Tony Manero disse...

Será que os pontos cegos continuarão cegos? No meu ponto de vista essa é a única falha da Arena. Sugiro a retirada das cadeiras daquele local e a colocação de 2 postos de polícia, quiosques de venda etc. O que não pode é vender ingresso ali. É sacanagem. Mas acredito que isso será resolvido.
Fato é que nosso estádio continua cada mais mais fantástico.

Anônimo disse...

Será que desta vez o DAGOBAMBI vem? tô loco p/ cantar,

" vaaaaaai toma no cu dago, toma no cu dago, toma no cu dagooooooo"

Anônimo disse...

Nosso time vai de ruim a muito ruim então, todo cuidado ao provocar Dago e Washiton pois eles podem encher nossa sacola de gols.

Anônimo disse...

Tirar os pontos cegos é obrigação nesse projeto, pois o estádio perde muito com isso. O resto já está encaminhado, sem fosso, cobertura nova, acessos melhores e aquelas obras de perfumaria. A Arena é disparado o melhor estádio do Brasil.

Anônimo disse...

Tá, vão começar agora com essa histório de Dagoberto. Deixa o cara pra lá porra! O que importa é o Atlético! Se o cara tava afim de vazar que vaze! A vida é dele! Temos que focar em Baier, Waesley, Walisson etc.
Eu vou pra torcer pro CAP, não pra vaiar um cara que vazou daqui a um tempão.

Anônimo disse...

Ponto cego ou coxinha cego que acha que aqui também somos?
Ainda quero ver ele sem perna, dagobambifdputa.
Gianfranco e sincero

Anônimo disse...

Das duas uma: ou o Dagobambi arrebenta com o jogo ou fecha o toba e mal conseguirá andar...

Aposto na segunda opção. O cara se caga da Baixada. Aliás, todo bambi se caga da Baixada.

Rico

Anônimo disse...

O CAP CONSTRUIU A ARENA TAMBÉM PARA DEFECIENTES VISUAIS, DAÍ CHAMADO DE PONTOS CEGOS, O PETRALIA PENSOU EM TUDO!!!!!

Anônimo disse...

Que piada de mau gosto...
Melhor sorte na próxima...
Enéas