quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Petraglia diz que não volta e defende estádio único para Atlético e Coritiba

Petraglia: "Ou a gente continua crescendo nesse mesmo ritmo,
de 15% a 20% ao ano, ou amargaremos o ostracismo para o resto da vida."
Já tinha ouvido falar desta entrevista de Mário Celso Petraglia à revista Ideias. Até que encontrei a íntegra no Blog Furacão - que eu também não conhecia. Sempre polêmico, com uma visão mil anos à frente dos demais dirigentes de clubes de futebol brasileiros, o ex-presidente do CAP endossou a decisão de Marcos Malucelli sobre a Baixada e a Copa (o clube não deve mesmo se endividar para atender a todos os encargos da Fifa) e falou sobre custos do futebol nacional, receita dos clubes e o futebol paranaense. E mais: defendeu que Atlético e Curitiba tenham um único estádio para administrar e mandar seus jogos.
E, sobre uma futura volta ao comando do Furacão, ele garante: “Não há a menor possibilidade. Já fiz a minha parte”.
Confira a entrevista, na íntegra:
•••
Em uma mesa de bar, solte o nome Mário Celso Petraglia e a discussão está armada. Há quem o
defenda incondicionalmente como um dos presidentes mais importantes da história do Atlético, senão o mais importante. Para esses, ele é “São Petraglia”.
Na mesma mesa, o mesmo homem é odiado por outros e apontado como arrogante que se achava o dono do clube. Mas mesmo os que não simpatizam com Mário Celso Petraglia têm que tirar o chapéu para este homem.
Assumiu a gestão do clube em 1995 e em menos de dez anos obteve feitos que não podem ser desprezados por nenhum torcedor. Com Petraglia no comando, o Atlético conquistou títulos brasileiros das Séries A e B, quatro títulos estaduais, classificação para duas Libertadores,
incluindo o vice-campeonato, e o clube, finalmente, viu a Arena da Baixada e o Centro de Treinamento (CT) do Caju se transformarem em realidade. Petraglia também foi o primeiro a levantar a bandeira de trazer a Copa do Mundo para Curitiba e quando o fez chegou a ouvir o
que os incréus costumam dizer de quem enxerga mais longe do que a maioria dos políticos.
Petraglia não é mais dirigente do Atlético, mas, nesta entrevista, não esconde os sonhos que tem para o clube do coração. Fala sobre os rumos do futebol brasileiro, as dificuldades dos dirigentes e os salários milionários. “O melhor legado de um clube seria fazer o torcedor responsável pela sua paixão”, defende ele. No bate-papo com Fábio Campana, Nêgo Pessôa e Denise Mello, o ex-presidente do Atlético alerta ainda sobre os riscos de não haver dinheiro para a conclusão da Arena dentro das rigorosas normas da Fifa. Petraglia aponta o problema e traz uma polêmica solução: “Uma só Arena para Atlético e Coritiba”.
Acha loucura ou uma ideia brilhante? Leia
a entrevista a seguir e entenda como pensa Mário Celso Petraglia.
Qual o maior entrave para que o futebol no Brasil seja um negócio lucrativo, sem perder o ingrediente da paixão que motiva o torcedor?
Há um conflito grande, porque futebol é um entretenimento, uma paixão, que no Brasil abrange quase 90% da população. Dificilmente a reforma feita na Europa, que transformou a maioria dos clubes em empresas conduzidas de forma profissional, acontecerá no Brasil, em função de uma cultura que o torcedor se sente dono da marca.
O torcedor corintiano se sente dono do Corinthians. As tentativas no Brasil, como as do Bahia, Corinthians e Vitória foram todas frustradas. O modelo brasileiro deve seguir com essa situação jurídica, dos clubes de futebol sem uma finalidade lucrativa e consequentemente isento
de impostos. É um negócio privado na legislação, mas é público na cultura. Aí está uma das incoerências. Por ser uma atividade protegida e isenta de impostos, o Estado
se sente no poder de legislar sobre ela.
Na época em que você estava no comando do Atlético, de que forma essa mistura de público e privado acabou provocando problemas?
Provoca alguns problemas, mas eu acho que há mais benefícios que prejuízos. A carga tributária no nosso país é altíssima, os clubes sendo isentos é uma grande ajuda. Por
outro lado, temos o estado legislando sobre meia-entrada para estudantes, professores, etc. Eu não acredito que o Brasil caminhe para um modelo de clubes-empresas que paguem todos os impostos e tenham a liberdade de amanhã abrir o capital, ir para a Bolsa, pegar investidor.
Porque também tem o conflito dos objetivos da satisfação do seu acionista.
Em uma atividade econômica a satisfação do seu acionista é o lucro, o desenvolvimento para trazer aquele resultado econômico. Na atividade recreativa e de entretenimento a satisfação do nosso sócio é a vitória, o título. Você vender um jogador faltando algumas partidas por um grande valor econômico, ou perder o negócio e ele permanecer para você ganhar o título é uma situação extremamente conflitante. É possível conciliar, mas em uma estrutura que o Brasil precisa alcançar, que permita você ter as clássicas receitas de bilheteria, merchandising e televisão dos custos do futebol. Você tem que vender o espetáculo e não seus palhaços, e essa frase não é minha, acho que é do Sócrates, o jogador. Somos obrigados a vender o nosso artista, porque a venda do espetáculo não está organizada ainda no Brasil.
Mas para quem é este espetáculo? Existiria aí um conflito do governo entender que esse é um espetáculo para o povão?
É um espetáculo para o povão, não muda. Veja, temos um país de 190 milhões de habitantes, vinte clubes na primeira divisão e vinte na segunda. Como é que você vai dar esse espetáculo ao vivo para a população como um todo? Não dará nunca. A oferta será sempre para uma camada privilegiada. Não há outro jeito. Se for para oferecer de forma massificada, você usa a televisão. Eu fui ver os três tenores nas Termas de Caracala, em 1990, o preço era absurdo. O povão não pode pagar, mas vê no pay per view. O Cirque du Soleil, ao vivo é para privilegiados. Agora, não é por isso que o povo não vai ver na televisão.
Por mais que você massifique, você vai estar sempre injustiçando alguém, porque não cabem todos. O conflito a meu ver não está aí, mas no custo deste espetáculo. Um treinador se acha no direito de ganhar R$ 600 mil/mês. Como é que você tem receita para pagar esse custo? O modelo econométrico da atividade lúdica, mágica do entretenimento futebol está falido. As receitas são insuficientes para os custos de mercado. Os que sobrevivem é porque venderam seus palhaços.
E como elevar a receita dos clubes para bancar o espetáculo?
Faltam ainda duas vertentes no Brasil: bilheteria, a preços compatíveis, e merchandising, pouco explorado pela falta de credibilidade. As marcas não se vinculam aos clubes mal dirigidos, falidos. O futebol é uma atividade extremamente elitizada, com fundamento econômico, ou seja, quem tiver dinheiro, estrutura, faturamento, faz um espetáculo de alto nível porque contrata os melhores artistas. Mas eu tenho certeza de que o futebol vai se manter cada vez mais forte no mundo e no Brasil. E agora com a vinda da Copa do Mundo de 2014 vai ser possível uma revitalização no modelo brasileiro.
E o futebol paranaense terá espaço nessa revitalização?
Temos 12 clubes considerados grandes, respeitados no Brasil. Temos quatro do Rio de Janeiro, quatro de São Paulo, dois de Minas Gerais e dois do Rio Grande do Sul, que se desenvolveram graças à economia e política desses estados. O resto não existe.
Eu vejo o futebol paranaense com viabilidade, principalmente o da capital. O resto esqueça. Não acredito mais nessas competições estaduais, estão falidas. Alguns clubes já participam da terceira e quarta divisão, e porque não criar a quinta e a sexta? Esse é o caminho. Com a disputa de torneios regionalizados, restritos ao território próximo, ligados a um todo.
O que você acha da interferência de empresas públicas como a Petrobras que colocou dinheiro no Flamengo ou a Eletrobrás que patrocinou o Vasco?
Vou falar do Vasco. Um time que, pela gestão que teve, caiu para a segunda divisão, com sérios problemas financeiros, sem infraestrutura, o São Januário necessitando reformas, uma readequação. Mas tem uma função social determinante e fundamental. Então o governador ligou
para o presidente da Eletrobrás e conseguiu um patrocínio para a camisa do Vasco, de vários milhões de reais por ano, fala-se em duas dezenas. E eu acho que está certo. Não podemos deixar o Vasco quebrar, uma coisa é a instituição outra coisa é a competição no campo. São cem anos. Não se cria outro Vasco da noite para o dia.
Mas não dá para esquecer que esse dinheiro de estatais é a eterna solução paliativa. O Estado tem que intervir e obrigar que os clubes se organizem. Não é possível apenas aplicar dinheiro público para salvar os times em alguns momentos. Tem que cobrar e punir os dirigentes
incompetentes.
Enquanto isso, os salários de jogadores e técnicos estão nas alturas. Esse descompasso financeiro não prejudica a gestão dos times no Brasil?
Você encontra técnicos ganhando salários absurdos. Eu nunca aceitei isso. O grande problema é você contratar um técnico não qualificado pagando o que o qualificado ganha. Pagar R$ 200 mil para o Geninho, por exemplo, é um grande erro. Mas é o mercado... Então eu prefiro não ter, do que pagar para quem não merece. Felizmente, conseguimos nesses anos conduzir o Atlético Paranaense de maneira que o nível de endividamento foi decrescente, praticamente zerou. Agora nos outros clubes que continuaram as suas loucuras essa curva foi absurda, com crescimento das dívidas, fiscais, trabalhistas... E eu não vejo solução, nem com Timemanias, que resolva isso aí.
O caminho será uma falência, um trambique geral, uma anistia irrestrita imposta pelos credores e esta marca será conduzida por outro grupo, criando um novo clube utilizando aquela paixão da torcida, então cria-se um novo Botafogo. Começa tudo de novo, com a mesma marca. A razão social não importa, o que o torcedor quer são as cores, o nome e o escudo. E começar um novo ciclo, daí de uma forma mais responsável. Então quebra, acaba e começa uma coisa nova dentro de uma outra regra. É assim que vejo.
Mas daqui para frente meu amigo, vai ter que ser aprovado orçamento pela Liga, você não pode contratar nem prometer aquilo que você não tem dinheiro para pagar. Um clube como o Atlético é isento de todos os impostos, então o Estado está no seu direito de intervir, determinando regras. Ou a própria Liga, como acontece na Europa. Se você chega ao final do ano e está insolvente, cai de divisão.

Para transformar o futebol paranaense em um negócio viável, você chegou a defender, lá atrás, uma possível fusão entre os rivais Atlético e Coritiba. Essa ideia ainda lhe parece viável?
A ideia da fusão não, ficou para trás. Mas temos que ter a sensibilidade, a visão, a consciência e a clareza do nosso tamanho. Curitiba, Paraná, em nível nacional, na atividade futebol, não existe. Não temos torcida, não temos marca, não temos mercado, absolutamente nada. Ou a gente continua crescendo nesse mesmo ritmo, de 15% a 20% ao ano, ou amargaremos o ostracismo para o resto da vida. Mais cem anos pelo menos. Temos, portanto, que fazer algumas coisas que nos tire do atraso, como qualquer outra atividade econômica.
Se, no Paraná, eliminarmos os campeonatos estaduais, fizermos uma grande campanha do paranismo para que os filhos desse estado torçam para clubes daqui, eliminarmos
absurdos como esse do Corinthians Paranaense, que é a entrega do nosso mercado para marcas paulistas, e unirmos as forças maiores do estado, teremos melhores condições de buscar esse crescimento e desenvolvimento.
Se continuar a autofagia, autodestruição, e um querendo trucidar o outro, continuaremos pequenos.
De que forma a inclusão de Curitiba como uma das 12 sedes da Copa do Mundo de 2014, poderá beneficiar a cidade e o futebol paranaense?
Todos sabem as dificuldades, a briga com a Federação, com o Pinheirão, tudo isso para que a Copa do Mundo viesse para Curitiba. O envolvimento do poder político para trazer a Copa foi muito pequeno, não foi no mesmo nível que em outros estados. O trabalho e a existência da Arena, do Atlético Paranaense, possibilitaram a vinda da Copa para Curitiba.
Agora começa para valer. Em agosto, as cidades escolhidas terão que apresentar ao governo e à Fifa as suas viabilidades econômicas. Fontes e origens dos recursos, garantias, tomadores, investidores, quem vai pagar a conta. Ou seja, até agora, passamos no vestibular, estamos
na universidade, mas precisamos comprar os livros, pagar a matrícula, precisamos fazer a lição de casa do segundo momento.
Adequar Curitiba em alguns pontos, como a ampliação do aeroporto, uma rodoferroviária nova, a logística da cidade, melhor segurança, melhorias na parte hoteleira... e a conclusão da Arena. O que nos possibilitou ser escolhidos é que a Arena é uma iniciativa privada, que é o que a Fifa prega. A grande preocupação da Fifa é o legado, é o depois que a Fifa for embora, em julho de 2014, terminada a Copa, o que sobrou? Manaus ficou com um estádio de 60 mil pessoas, fará o que com aquilo? Virou elefante branco. Na Coreia, temos estádios construídos para 2002 que já foram demolidos, porque não serviam para nada. Quando é privado o dono tem o compromisso da solução e como é de um clube de primeira, terminada a Copa o Atlético continuará jogando e a população se servindo, ou seja, tem o depois.
E você acha que haverá dinheiro para a conclusão da Arena, dentro das exigências da Fifa?
Ninguém sabe. O Atlético Paranaense não tem condições nem o direito de que nenhum dirigente proponha terminar a Arena ao seu prejuízo, ao seu sacrifício. O nível de exigência do caderno de encargos da Fifa é leonino. Tínhamos um caderno de 1995, em que o Atlético Paranaense se baseou para fazer o projeto em 1997, que teve a primeira fase inaugurada em 1999. Estávamos
dentro do caderno de exigências. Em 2000, na visita da Fifa, o Brasil postulou ser sede da Copa de 2006, depois acabamos perdendo para a Alemanha. Naquele momento, estávamos plenamente adequados, prontos. Era concluir aquele lado do colégio e fim de papo. Então tivemos a Copa de 2002 na Ásia que já foi um desbunde. Construíram 20 novos estádios. Depois tivemos a Copa de 2006 na Alemanha que foi a Copa das Copas. Em setembro de 2007, depois de todas as brigas para que Curitiba participasse, defendemos que a sede fosse a Arena e não
o Pinheirão. Nosso estádio estava quase pronto e não precisaríamos de dinheiro público – e isso tem que ficar muito claro, porque esse é o meu grande argumento. Eu não tinha conhecimento que em setembro de 2007 a Fifa viria com um caderno novo, o que surpreendeu a todos. O nosso projeto e as nossas afirmações eram baseadas no caderno de 1995.
Eu tenho feito a seguinte analogia, é um Stock Car e uma Fórmula 1. O campeonato do mundo e os estádios eram uma corrida de carros reformados, velhos, adequados e hoje, com as novas exigências da Fifa, são uma Fórmula 1, uma Ferrari. Quem vai pagar essa Ferrari? Quem é o
beneficiado deste espetáculo? É o estado, é a cidade, não é o clube. Porque o Atlético não precisa de uma Ferrari para depois da Copa disputar o campeonato estadual. Dentro dessa comparação, nossa realidade é a Stock Car. E aí? O que fazemos com a Ferrari? O Atlético já decidiu: não põe um tostão para a satisfação das exigências da Fifa. Para quê? Não tem nem razão, nem motivo.
E como resolver isso se a Copa de 2014 será no Brasil e é preciso atender às exigências da
Fifa?
Temos defendido que Minas Gerais tenha um estádio para Atlético e Cruzeiro. São Paulo deveria ser uma só arena para os três, e assim por diante. Uma só Arena para Atlético e Coritiba.
Por um lado, a adequação para os jogos da Copa, na Arena do Atlético, está estimada em mais ou menos R$ 100 milhões. Por outro, o Coritiba precisa revitalizar a praça dele, tentou algumas alternativas, mas não se viabilizou. Porque não unirmos os interesses dos dois em uma só praça esportiva? Cada um fica com seu centro de treinamento, com a sua administração do futebol,
e o nome seria Arena Atletiba. Eles vendem o Couto Pereira, pegam esse dinheiro e a gente termina a arena. Aí o estádio fica exclusivamente privado. Quando um joga fora o outro joga dentro, quando um joga sábado o outro joga domingo. Teremos 70 datas por ano para
viabilizar. É uma equação geométrica, dois mais dois nesse caso serão cinco ou seis. Quando você tem massa, quantidade, você tem 70 jogos por ano, se tivermos os dois clubes. Senão teremos 35 no nosso e 35 no deles. Terão dois investimentos para serem amortizados e para dividir o uso pela metade.
Lá em Munique eles construíram a Allianz Arena, a mais bela de toda Copa do Mundo da Alemanha. É o estádio oficial dos times TSV 1860 Munique e Bayern de Munique. Com uma cobertura de resina inflável, que recebe luz por dentro, ela fica ela fica azul quando joga o TSV 1860, e vermelha quando joga o Bayern.
A proposta de uma Arena Atletiba é bastante polêmica. A rivalidade entre os times não poderia inviabilizar esta ideia?

Precisamos jogar fora a pobreza da aldeia e deixarmos de lado a emoção e a paixão, o fanatismo e a inveja. É preciso trabalhar o futebol, neste momento, como negócio, até para depois aumentarmos tanto o faturamento quanto a paixão.
Você deixou de ser dirigente do Atlético no ano passado. Como torcedor você está sofrendo diante da péssima campanha na Série A?
Muito. Porque com o sacrifício para deixar uma estrutura sem dívidas não era para estarmos sofrendo tanto. O futebol mudou muito nestes últimos cinco anos, tem uma podridão. E as pessoas não estão se dando conta. É diferente você ser dirigente, você tem sobre a cabeça uma pressão. Eu já não me lembrava mais como não era ser dirigente, depois de 14 anos no comando do Atlético. É muito bom não ser dirigente.
E o que você responderia para os torcedores que pedem: “Volta Petraglia”?
Isso não existe, não tem a menor possibilidade.
Por quê?
Porque eu não quero. Eu acho que já passou, já virou a página. O que eu tinha que contribuir já contribuí. Já está aí o legado, nos 14 anos de trabalho: a vinda da Copa, a construção e conclusão da Arena, o campeonato brasileiro, o vice-campeonato da Libertadores, um clube sem dívidas, uma marca reconhecida, um case nacional e mundial. Já fiz a minha parte.

62 comentários:

Anônimo disse...

ã?

Anônimo disse...

Obrigado Petraglia. Você tranformou um time de várzea no Furacão das Américas.

Julio disse...

Sempre polêmico e ousado. Não gostava do estilo Petráglia de administrar, centralizador e muitas vezes prepotente. Mas como no texto, não tem como negar que foi ele que colocou o Atlético neste patamar. Quem sabe em um fututro não volte com a cabeça mais fria para auxiliar este crescimento?

Shanks-sama disse...

sempre Petraglia.... o maior presidente da história do Atlético... quandoe stava no poder todos reclamavam... foi ele sair para acontecer um monte de desastres... como por exemplo... a proibição da imprensa no CT... todos reclamvam... agora que foi liberado os fdp só metem pau no CAP por mais que ganhe tres seguidas... mas é isso ae.... dificilmente teremos um presidente a altura dele... mas vlw por tudo o que ele fez por nós....

Anônimo disse...

Grande Petraglia. Certamente o maior dirigente do futebol paranaense. Pena que quis se eternizar no poder e teve visão centralizadora na reta final.

Concordo com várias passagens do texto, mas essa história de Arena Atletiba é brincadeira. Cada um no seu estádio e ponto final.

O Atlético que corra atrás de investidores e de linhas públicas de financiamento para finalizar o estádio. Os coxas que se virem para terminar ou revitalizar o Pinga-Mijo.

Se queremos ser grandes de verdade, precisamos ser ousados, como foi Petraglia um dia. A Copa é na Baixada!

OBSERVAÇÃO: PRECISAMOS DE UMA CAMPANHA PARA CAPTAR TORCEDORES NO INTERIOR. POR QUE O CLUBE NÃO SE AGILIZA PARA FAZER ISSO?? O PETRAGLIA COMENTOU NA ENTREVISTA, MAS NÃO LEMBRO DE UMA AMPLA CAMPANHA DE MARKETING NESTE SENTIDO NA GESTÃO DELE!!!

É HORA DO POVO PARANAENSE APRENDER A VALORIZAR AS NOSSAS COISAS!!

Naim Oliveira disse...

Sou fã do Petraglia, embora achasse que nos seus ultimos anos a frente do cap, ficou meio (ou muito) "imperialista". Mas essa estória de fazer arena conjunta com os ervilhas???? enlouqueceu. Deixar de lado a paixão??? Paixão é o move o futebol. Se assim não fosse, que mal haveria em fazer um estádio ou parceria como a Jotinha?? NÃO! Essa idéia é absurda. Aliás, não é só o futebol. A paixão move o esporte como um todo. Pelo menos, não corremos o risco disso acontecer.

Drunk disse...

Tá certo Peti. Vai curtir sua vida e se junte a nós nas arquibancadas. Cada um tem seu ciclo.Tu já fez muito. Aparece na caveira pra tomar uma gelada com o povão.
Renovação é preciso.

Diego disse...

Na verdade não é o Povo Parananese, é o povo brasileiro.
É sempre assim. Petraglia é um Visionário e os visionários sempre são mal vistos. Quando acertam, são aplaudidos, com aquele ar de "eu sabia..." 1 mês depois esquecem.
É muita coisa pra se dizer mas só o histórico que ele aponta resume tudo.

Anônimo disse...

Muito obrigado por tudo.

Mas graças a Deus não volta mais. No final estava estragando sua linda historia no CAP.

Marlos disse...

obrigado por tudo e até nunca mais

Jane disse...

Gratidão pelo que fez ao Furacão Sr. Petraglia, não tenho o que reclamar, o que estragou na reta final foi sua paixão e ansiedade em fazer muitas coisas do seu jeito imperialista. Mas entendo, também errei muitas vezes movida pela paixão, sendo assim uma torcedora fanática. Agora essa suposição de unir os clubes e fazer um único estádio futurista onde troca de cor, onde se compartilha a "Arena" só funciona mesmo com a cultura européia. Aqui a paixão é sinistra :)

Muito obrigada por tudo.

Saudaçõe RN

Jane.

Anônimo disse...

Obrigado Deus Petraglia.
Você nos trouxe da lama ao céu.
Se você fizesse sua obra num Corinthians ou Flamengo seria considerado o maior dirigente do futebol brasileiro de todos os tempos, mas para seu azar, foi nascer atleticano e pelo autofagismo paranaense foi tristemente afastado.
Você foi e sempre será o grande presidente que nos trouxe a uma realidade nunca dantes imaginada.
Antes de você eramos amadores e hoje somos a maior força do Paraná e uma das maiores do Brasil.
A diferença entre você e os outros pode ser facilmente observada em seu substituto cuja visão mal ultrapassa a nossa Praça Afonso Botelho.
Mesmo que uns poucos ingratos te hostilizem, saiba que cada vez mais o tempo vai mostrar o grande líder que era você.
Nunca houve e nem haverá um atleticano como Mario Celso Pretraglia.
Obrigado eterno presidente.

Charlie

Anônimo disse...

gostei da idéia da arena ATLETIBA. fortaleceria os dois clubes...

Shanks-sama disse...

só pra cara msm.... fortaleceria o coxa que ta quebrado.... deixa eles que vao p o inferno com o pinga mijo deles.... ou façam uma divida de 700 milhoes p ter um estadio decente p quebrarem e nunca mais voltarem a séria A, ou melhor, que eles n tenham casa, pegue ume stadio do governo p eles... aff... só pra cara...

Anônimo disse...

É uma pena saber que uma pessoa que pensa como o Petraglia dificilmente não retornara ao comando do futebol Atleticano.

Porque ele sabe como ninguem comandar um clube futebol, idéias até eu creio que algumas são loucuras, mas pensando bem porque não?.

O nosso querido Furacão tem o que tem felizmente ou infelizmente graças a ele depende de quem o vê. Mas sem dúvidas Atleticanos do meu Brasil, se nós quisermos tornar esse clube grande teremos que encontrar um novo Petraglia que consiga erguer esse supremacia Rubro Negra que existe hoje.

Nós somos conhecidos porque:

1° - Melhor estádio e mais moderno da América Latina

2° - Melhor CT e mais moderno da América Latina

3° - Berço de novos talentos sendo um deles Penta Campeão Mundial de futebol.

4° - Time com menos endividamento no cenário nacional.

5° - Ascenção de um clube para grandes feitos Títulos das séries A e B, e vice da Libertadores.

Então isso nos faz pensar, será que averia "racha" no elenco se ele e o Fleury estivessem a frente do Furacão?!

Não podemos nos enganar, o Rubro Negro que é o motivo da nossa união é o mais prejudicado com essa perda no comando.

SRN

Ribeiro.

GUERRILHEIRO DA BAIXADA disse...

Entenda-se que Petraglia falou sobre o estádio para a dupla Atletiba em tese. Fosse há 11, 12 anos, seria viável. Hoje, com a Arena consolidada, é inviável.

EMILIO disse...

Valeu Tio Pet!

Mas ninguém esquece a proibição das baterias, os times medíocres pós 2004 (sim, 2005 foi um rabo), briga com todos os outros clubes etc.

E da onde veio a dívida que o Malucelli, Geara, Henrique Gaede e Enio Fornea informaram a imprensa?

Anônimo disse...

eu gostei da arena ATLETIBA. os torcedores que o PETRALIA diz que devem evoluir são os leitores do próprio blog.
grande coisa o pinga mija estar caindo aos pedaços, com um estádio único teríamos um estádio GIGANTE para 90 mil pessoas.
Vamo para de pensar pequeno e regionalizado!!!! vamos crescer, nem que para isso os coxas cresçam juntos!!!! muda a mente que a mente muda o mundo!!!! é melhor a dupla ATLETIBA brigar nas finais NACIONAIS do que ficar nessa MEDIOCRIDADE de campeonato regional!!!

JMK disse...

Não foi citada aqui que o sr Petráglia era pela fusão entre clubes e houve muita especulação sobre Pinheiros/Atlético. Pinheiros era clube que tinha maior patrimônio entre os clubes paranaenses. A união não vingou por exigência do sr Petráglia que só aceitaria se o nome CAP fosse mantido.

Hoje o clube da gralha azul está falido em futebol, mas ainda detém o patrimônio (ou não?), poderia muito bem se diluir no CAP e fazer um Clube Atlético Paranaense da Copa 2014 pós Era Petráglia, por que não?

Pelo Atlético, minha Vida, minha Paixão!

andré disse...

isso ai...teu ciclo já era!!! ajudou muito, transformou o furacao!! agora pode ficar na cadeira que nem um torcedor fanático como sempre foi!!!

Anônimo disse...

O CARA É BOM, JAMAIS IRÁ APARECER UM DERIGENTE IGUAL AO PETRAGLIA QUE MELHORE MAIS AINDA NOSSO FURACÃO!!!!!!!!

Anônimo disse...

É uma pena que não quer voltar, mais a maioria vai sentir a falta, os invejosos estão felizes por sua saída!!!

Shanks-sama disse...

pelo amor de deus.... só pode ser coxa falando em unificar hoje... n da mais... como o Guerrilheiro disse... é inviável... olha o tanto que nós ralamos para construir a nossa gloriosa arena, para simplesmente unificar... n tem dinheiro no mundo que pague isso... não é questão de ser regionalista ou não... pelo contrário.... sou Paranaense e me orgulho... mas uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa... nada de unificar.... salve!

Anônimo disse...

Muito bem o MCP,mas arena atletiba não dá né.

Nós com a nossa ARENA e as paquitas no pinico delas.

DINDO disse...

SEM COMENTÁRIOS...TEM CADA PÉROLA ESCRITA AÍ HEM??

Luiz disse...

Admiro o Petraglia em certos aspectos, mas discordo radicalmente dele em outros. Mesmo assim, não há como negar que ele é um homem com uma visão muito ampla sobre o futebol.

Serei eternamente grato por ele ter fortalecido nosso clube. Infelizmente, nos últimos anos, ele vinha tomando determinadas atitudes desnecessárias e mal sucedidas.

É como dizem: ou você morre como herói, ou vive tempo o bastante para se tornar um vilão.

De qualquer forma, foi uma ótima entrevista.

Anônimo disse...

Petráglia é um poço de idéias,um furacão cerebral; muitas idéias a primeira instância revoltam, chocam, mexem, surpreendem... mas ele sabe muito bem do que fala.
Imagina o cara falando no intramuros que ia demolir nosso único patrimônio, que era o Farinhacão!!!
Tiro meu chapéu, só posso agradecer tudo que fez e ficar resignado por termos ajudado em seu "cansaço de beleza".
Titio Eneás vai continuar lembrando dele nas orações diárias.

JMK disse...

Como o Guerrilheiro disse, Arena Atletiba era idéia do tempo em que Pavoc fora negociado e o Atlético tinha capital imenso. Se fizesse o gosto de uma parte da torcida que só quer ver um Time poderoso e dane-se o resto, o CAP o seria por 2 anos e hoje continuaríamos sendo inferior ao coxa (argh!). Graças à visão grandiosa do sr Petráglia, temos o que temos e deixamos o coxinha lambendo sabão pois os suinos achavam que ficariam na desvantagem se cedessem o pinico para construção da Arena.
Foi ótimo para nós.

Rogério disse...

Vamos sentir muita falta do cara.
Alguma vez foi ouvido nos jogos do coxa "fica Petraglia" como nós dizíamos "fica Gionedis"?
É sinal que eles morriam de inveja do nosso presidente.

Thomaz Campos disse...

Caros atleticanos...

Sei que muitos amam ou odeiam o Petraglia...eu mesmo tinha minhas restrições contra a atuação dele a frente do CAP...

Porém, após analisar bem toda a situação, é impossivel deixar de admirar o enorme trabalho que foi capitaneado por ele e fez do CAP, um clube conhecido nacional e internacionalmente...

Suas idéias, suas ações, não são coisas de amador, de um dirigente-torcedor como sempre foi a caracteristica dos dirigente brasileiros...

MCP construiu uma marca e com ela, o CAP deixou de ser um time de segunda...

Suas idéias ainda estão muito atuais...reclamar dos "times" pós-2004??? Gente...futebol é bem mais do que isso...tudo que foi feito antes, cai por terra pq os times de 2005,2006, 2007 e 2008 não foram campeões??? O CAP era campeão regional apenas, isso só mudou depois de 1995...e sob o comando de MCP!!!

A disscussão é válida, assim como, a entrevista dele é muito importante para que a mentalidade do futebol brasileiro evolua...

Quanto a voltar ao CAP...bem, isso é uma decisão pessoal dele...que o CAP precisa, isso sim...se bem que acredito que MCP poderia ser diretor de qualquer grande clube europeu!!!

Saudações Rubro Negras!!!

leonardof122 disse...

Petraglia
Tome o poder destes incompetentes, e acabe a arena.

Da mesma forma que foi construído todo este patrimônio nos últimos anos, faça o resto.

Venda o terreno do colégio para o poder público (nos moldes do PAVOC), para que eles façam o estacionamento. Com o dinheiro da venda acabe o estádio, o que faltar pegue do BNDS, pagar é outra coisa, empurra com a barriga uns 50 anos talvez, é problema do banco.

Anônimo disse...

POR QUE NAO PERGUNTARAM A ELE, SOBRE OS 25 MILHOES DE DIVIDA NO ANO PASSADO???

Anônimo disse...

A única coisa que se aproveita dessa entrevista foi a resposta dada quando perguntado se ele pode voltar:

"Isso não existe, não tem a menor possibilidade."

Graças a Deus.
__________________
profano

Anônimo disse...

Petralia foi uma pena vc acreditar no traíra do MALU, mas nós torcedores agora temos que aguentar os incompetentes adminitrar o nosso furacao, algum dia o SENHOR VOLTARÁ e colocará o nosso CAP no seu devido lugar.

Luiz Andrade disse...

Desculpe Guerrilheiro, mas creio que você quer amenizar a polêmica declaração do homem.
Eu entendi que ele fala sério e com todas as letras, que sairia mais barato para o coxa e seria vantajoso para o Atlético, se os suínos vendessem a área do pinga-mijo e bancassem a conclusão da Arena dentro das normas da FIFA.
Ele apresenta uma visão puramente administrativa, se é a correta ou não é uma discussão que vai longe.
E não posso deixar de observar que ele como de praxe, não deixa de dar uma cutucada nas torcidas.
Agora é hilário ver tantos de seus fãs que escracharam o Malucelli em termos duros, quebrarem a cara ao ver que a postura de não ser vantajoso construir o estádio dentro das rigorosas normas da FIFA, ja era dele apenas foi mantida.

Anônimo disse...

O Sr. Petraglia diz que já fez sua parte, eu não concordo, pois ele tem muito a fazer pelo nosso CAP, o que ele já fez pelo nosso furacao poucos ou talvez nenhum presidente fará.

Anônimo disse...

'O Sr. Petraglia diz que já fez sua parte, eu não concordo, pois ele tem muito a fazer pelo nosso CAP, o que ele já fez pelo nosso furacao poucos ou talvez nenhum presidente fará." (2)

sobre a arena atletiba? por que não, quem conhece Milão, deve ter ido ao estadio do Milan e do intenacional, o mesmo estadio e funciona bem demais!!!

não está na hora de deixar não, para quebrarmos está facil facil, principalmente com esse bando de amadores por ai.

Relaxe um pouco e volte com a corda toda.

João

Anônimo disse...

O fernando carvalho está na direção do internacional depois de ter sido presidente, quem manda no clube é ele ainda, no SPFC a mesma coisa, só no CAP que os atuais dirigentes chutam o MAIOR PRESIDENTE DA HISTORIA DO CLUBE DESSA FORMA.

UMA PENA, se eu fosse tratado com esse descaso não voltaria também, uns entram para historia pelo que fizeram, MCP fez demais, senão tudo que temos hoje, seus sucessores ainda nada fizeram além de rasgar nosso passado recente que foi sensacional, e correm o risco de quebrar o clube por falta de capacidade.

Anônimo disse...

POR QUE NAO PERGUNTARAM A ELE, SOBRE OS 25 MILHOES DE DIVIDA NO ANO PASSADO???



porque ela não existe desinformado!!!

alias, esclarecido em entrevista reproduzida nesse blog.


a falta de cultura é um problema grande no Brasil, e principalmente em Curitiba, que é um oasis de prosperidade nesse pais.

está respondido anonimo? se informe antes de postar bobagens.

Johnny

Anônimo disse...

Sr. Johnny
Talvez no horário que o sr. postou seu comentário deveria estar com sono e só escreveu bobagens.

Anônimo disse...

Obrigado pelo Sr.

Herança maldita então?
leia o Blog, em julho foi postado uma entrevista do MM, onde ele esclarece bem a invenção criada pela imprensa verde.

mas atleticano ignorantes mas bem acordados acreditaram, a polemica foi levantada em janeiro e esclarecida em julho numa entrevista para Gazeta do Povo, inventora da divida inexistente.

eu com sono leio de tras pra frente se necessario, mas não acreditei em monento algum em 25 milhões de dividas, pois ela não existe, o atual presidente falou "que o clube tem uma despesa anual em trono de 25 milhões" e não uma divida de milhões!!

ah!! ele falou também que esta sob controle!

INTERPRETAÇÃO DE TEXTO SEMPRE FOI UM PROBLEMA GRAVE DO BRASILEIRO.

DESCULPA AI...


Johnny

christian disse...

Petralia o melhor presidente clube de futebol, alguem duvida? BOA Johnny tem uns abobados ou analfa que não consegue ler ou entender deve ser algum problema mental como o pobrezinho anonimo a cima.

Anônimo disse...

Arena Atletiba ????

Será que Petraglia está tomando drogas ?

Arena pros coxas é com a sadia ou perdigão.

Por favor nem vou comentar.

Anônimo disse...

Petraglia é apenas um humano. Tem qualidades e defeitos. Erra e acerta. Como todos nós.

Foi um dos maiores dirigentes da História do futebol brasileiro.

E ainda temos que aguentar os ditos "jornalistas sérios" do Eixo Rio-SP juntos com nossa massa autofágica chamá-lo de Eurico do Paraná! Faça-me o favor...

Comparar um homem que apenas se encostou em um tradicional clube para quebrá-lo e rebaixá-lo; com um homem que assumiu, reformulou e modificou o jeito que o futebol de um continente inteiro enxerga essa equipe. Igualzinho, não?

Hoje, aonde formos, somos respeitados como Clube organizado. Até copiados. Faltam mais títulos expressivos para conquistar mais torcedores.

Discordo em muitos pontos do Petraglia, mas acho-o o maior presidente de nossa História. E quem vem aqui para xingá-lo e diminuí-lo (como alguns tb fazem com o Alex Mineiro) não sabe o que é ver seu time no Pinheirão. Ou ir até a Velha Baixada só para ver a inauguração da nova iluminação contra um time chamado Barra do Garça, lá da casa do c*****.

Realmente, hoje, um estádio único seria inviável. Mas não acho isso uma idéia tão odiosa assim. Questão de custos divididos.
O clássico italiano Inter x Milan. Quando o mando é do Milan o estádio chama-se SAN SIRO. Quando é da Inter chama-se Giuseppe Meaza. Sim até o nome muda. Entra no google e busca nas imagens que verá que é o mesmo estádio. E ninguém morre por causa disso.
Mas agora a coxarada terá que se contentar com o Tremendão maquiado mesmo.

Obrigado por tudo MCP, seja feliz.

Rico

Anônimo disse...

Quem sabe da história, sabe que MCP não e nunca foi atleticano de berço, é empresário, e como empresário quer continuar a lucrar coma galinha dos ovos de ouro, caso essa maluquice se concretize quem vcs acham que será o comandante da nova "Arena Atletiba" (coisa horrorosa), ou vcs também esqueceram quem montou uma empresa fantasma para negociar as cadeiras da baixada...

Anônimo disse...

Quem sabe da história, sabe que MCP não e nunca foi atleticano de berço, é empresário, e como empresário quer continuar a lucrar coma galinha dos ovos de ouro, caso essa maluquice se concretize quem vcs acham que será o comandante da nova "Arena Atletiba" (coisa horrorosa), ou vcs também esqueceram quem montou uma empresa fantasma para negociar as cadeiras da baixada...

Doug disse...

Há muitos adjetivo para o Tio Pet, mas o que melhor encaixa é GÊNIO!

Quem não gostaria de ter um cara como ele administrando qualquer coisa?! Como a própria reportagem diz, ele está anos-luz a frente dos outros dirigentes!

Um dia quem sabe ele volte, ou pelo menos dê conselhos diretos a algum presidente e forme novos Petralias!

Luiz Felipe Rivabem disse...

Independente de gostar ou não da idéia (eu não gosto), independente de apoiar ou não uma campanha(não apoiaria) e independente de achar ruim ou não se virasse realidade(não acharia ruim):

Não existe nenhum argumento racional que torne a proposta ruim.
Todas as desculpas são de rivalidade e paixão.

Rivalidade e paixão é dentro do gramado. Isso não mudaria, continuaria cada clube com seu CT, sua torcida, seus times, seus titulos, sua história.

Pior ainda é ler que boa parte dos comentários acima é "deixe os coxas com o estadio podre deles".

É por isso que o país não vai pra frente, tem gente que acha melhorar morar numa casa de madeira sem pintura, desde que o vizinho que ele não gosta more numa de pau-a-pique.

Pessoal confunde rivalidade com picuínha. Tivessem ambos se unido nos ultimos 4 anos pra negociar o estadual, estaríamos ganhando dobro do que ganhamos hoje, no mínimo. E não ponham a culpa nos Coxas, era só sentarem e conversar que se entenderiam.

Sejamos sinceros, CAP e Coxa são em nivel nacional o que o Rio Branco ou o J.Malucelli (chamo assim e pronto!) são em nivel estadual.

Brigando pra ver quem fica em 11º ou 12º nunca vamos a lugar nenhum. Unidos fora de campo, pra brigar por mais dinheiro e respeito, teríamos mais chances brigar pra ver quem pega libertadores e quem não pega, eu acharia bem mais interessante que me contentar em ver meu adversário ser rebaixado e eu não.

Gustavo GR disse...

Respeito o MCP por tudo que ele fez pelo CAP, mas nos ultimos anos, ele se tornou uma figura a parte do CAP. Com ideias meio esquisitas. Colocou um fantoche na Presidencia, fechou o CT, dividiu a torcida, insultou a torcida, proibiu bumbo, faixas, e chegou ao cumulo de dizer, no ano passado que ''JOGAR A SEGUNDA DIVISAO NAO SERIA DEMERITO NENHUM... FAZ PARTE...''. Por favor... depois que ele disse isso, eu parei com ele. Agora essa ideia de Arena ATLEpigs ??? Sai fora...

SDS RN
GUSTAVO

Jane disse...

A idéia da Arena Atletiba não é ruim.. concordo! Agora quem irá utilizar são os torcedores, como posicionar isso na mente de cada um? deixando rivalidade e "picuinhas" como falaram de lado?
Me diga como seria isso de forma eficaz e derepente os dirigentes de ambos leiam e comprem a idéia, pois estamos precisando.

Anônimo disse...

Petráglia é um entre um milhão, um verdadeiro visionário. É como alguém falou aí acima: só quem já viu o Atlético mandar seus jogos no Pinheirão reconhece a importância desse homem para a história do nosso clube.

A questão posta por Petráglia é que o futebol se racionalizou, não há mais espaço para a paixão na administração dos times (o que não impede o torcedor de ser apaixonado pelo seu time). Vence quem tem mais organização e, sobretudo, dinheiro. Se fizermos os cálculos, veremos que, daqui em diante, Atlético e Coxa voltarão a brigar pra não cair (já que não têm como competir financeiramente com um Corinthians, que vende camisa até no Amapá). Petráglia não defende o estádio único por não ser atleticano, mas pela constatação matemática de que dificilmente há outro caminho.

Só discordo dele em relação ao Vasco. Quer dizer que o Eurico afundou o time e nós temos que pagar a conta? Se o Vasco vai acabar, tanto melhor.

Anônimo disse...
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Anônimo disse...

Talvez seja possível já que se tratam de dois clubes pequenos.

Isso seria impossível para São Paulo e Palmeiras, Grêmio e Inter, Flamengo e Vasco, Cruzeiro e Atlético.

Anônimo disse...
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GUERRILHEIRO DA BAIXADA disse...

◘◘◘ paquitas do pinga-mijo detected ◘◘◘

Anônimo disse...

LAMENTÁVEL QUEM CRITICA E NÃO RECONHECE NADA DA NOSSA LINDA HISTÓRIA PRÉ-PETRAGLIA. CHAMAM NOSSO CAP DE TIME DE VÁRZEA....TUDO TEM LIMITE. PRECISAMOS RESPEITAR NOSSA HISTÓRIA. PETRAGLIA PASSOU, O ATLÉTICO CONTINUA!

Anônimo disse...

O que a falta de dinheiro não faz!

Anônimo disse...

quando eu era adolescente assistia jogos do CAP no pinga mijo, estadio do rival.
me lembro como hoje, conquistamos 2 recordes de publico, um 3 lugar do nacional, o bi de 82/83 entre outros titulos ...

nada mudou na nossa vida naquela epoca.

quem não gosta da ideia não vivenciou isso, tem menos de 35/40 anos.

quem não gosta da idéia, talvez não tenha ido a Milão, uma cidadezinha provinciana no norte da italia

Esse MCP é fogo, e coberto de razão, somos 3o. mundo pensamos como tal, etc...

Acho que deveria ser em outro local, e a ideia deveria surgir antes da reforma do nosso estadio.


sobre ele não ser atleticano de nascenca? ERRADO, ele quando mais jovem, morador do capanema, classe media, arrebentou a cara de muito ferroviario e cocha branca pelo seu fanatismo pelo atletico.

Nossa torcida as vezes exagera pelo diz que me diz, desconhecimento total, infelizmente.

AVE MARIO!!!

só sabe teu valor quem conheceu nosso falido clube antes de vc assumi lo.

Bruno disse...

Não tem como negar, apesar de não ser "Petraglista", o cara tem visão das coisas. Não concordo com 100% do que ele diz, mas com certeza nos leva a pensar e discutir a respeito.

Sobre a influência do CAP no interior; sou do interior, torço pra um time paulista - assim como 99,9% do pessoal do interior não torce pra um time do PR - mas tenho que informar >>>> em 2001, houve uma carreata na minha cidade daquelas que eu só tinha visto quando o Brasil havia sido tetra em 1994, nem quando o corinhtians, o palmeiras ou o SP ganharam titulos nao tinha uma carreata daquelas. Resumindo.... o pessoal do interiorzão tá louco de vontade de torcer pelos times do PR mas não consegue justamente pela falta de competitividade dos mesmos. o campeonato paranaense não é atrativo, não há clássicos atletibas no interior para que o pessoal se envolva, tudo fica muito restrito aos curitibanos. o Campeonato paranaense é considerado um campeonato metropolitano....

Para que os times do PR sejam grandes (diso isso pois o CAP nao conseguira ser grande sem que o coxa seja grande - vide casos de gremio e inter, cam e cruzeiro, etc) e tenham representatividade nacional, primeiros eles tem de ser grandes dentro do estado!! eu iniciaria jááá uma campanha no interior para conquistar o torcedor. Esta campanha deveria envolver Coxa e Paraná.

fica aí minha opinião e sou hoje um paranaense torcedor pelo cap...

abraços
fui.

Phabb disse...

Vamos torcer para que este rato megalomaníaco, lunático e presunçoso nunca mais volte ao Atlético.

Futebol é paixão. Se ele quer fazer negócio$, que vá cuidar das firmas dele!

Geraaaaaaaldo disse...

Phabb, me desculpe mas você está COMPLETAMENTE enganado...

Vá perguntar pros torcedores do América-RJ e do Santa Cruz se apenas a paixão deles pelo clube está sendo suficiente...

Todo time é movido por paixão, e toda torcida é apaixonada por seu time.

O que faz o diferencial pode ser sim a forma de se fazer negócios, aumentar patrimônio, investir em marketing...

Saca?

Robson Diogo disse...

Eu ainda sou jovem, quando o cap foi campeão nacional eu tinha 10 anos e torcia para um clube chamado flamengo, com a festa feita na cidade eu me apaixonei pelo furacão e hoje ate choro se perdemos e sou capas de bater na minha mãe se ele tirar sarro( só espresão minha querida mãe é Atleticana), atualmente fiz a cabeça do meu sobrinho fez que nasceu a ser atleticano( coitado pensa que o atletico é invencivel e o melhor do mundo, fico até com vergonha de falr sobre as derrotas).
A questão é O petralia foi o Melhor que vimos e sem ele quem sabe o atletico ainda estaria como o de 1994/95 E sabe la quantos ATLETICANOS TERIAMOS PERDIDO, pois seria apenas o coritiba o grande da cidade mesmo estando na segunda.
Eu concordo sim em ações conjuntas dos maiores clubes do parana para melhorar nosso futebol.