quinta-feira, 2 de julho de 2009

O desempenho de Waldemar

Da Gazeta do Povo:

Se o Waldemar Lemos Futebol Clube estivesse disputando o Brasileiro, seria o quarto colocado, com 15 pontos e apenas uma derrota em oito rodadas. O aproveitamento do técnico do Atlético no Nacional – somando também as partidas à frente do Náutico – é de 62,5%. Desempenho que se mantido até o fim da competição poderia levar a equipe fictícia à Libertadores.

O treinador comandou o Timbu em cinco partidas e o Furacão em três. Ao todo, contabiliza quatro vitórias, três empates e somente uma derrota. Coincidentemente, o único revés foi exatamente contra o Grêmio (3 a 0, pelo time pernambucano), próximo adversário rubro-negro, domingo, em Porto Alegre.

Waldemar ainda não tinha atendado para o bom retrospecto individual na disputa. Bem humorado, ele sempre considera as entrevistas coletivas como uma prova. Dessa vez, indagado pelos números que ostenta no Brasileirão, crê que passou com louvor no teste.

“Não tinha prestado atenção nisso ainda. Fiquei bem na foto. Passei na prova e sem cola”, brinca o técnico, invicto pelo Furacão com um empate (Palmeiras) e duas vitórias (Sport e Corinthians). “Com certeza isso (bom desempenho) é importante, mas não posso ficar preso apenas nisso”, pondera.

Adepto de um sistema de trabalho que considera diferenciado, o técnico chamou a atenção dos jogadores desde sua chegada (10 de junho). Especialmente pela intensidade e exigência dos treinos. Não há tarde em que as atividades terminem antes de anoitecer no CT do Caju.

“É um ritmo de treino forte, que exige muito, mas que também dá liberdade de tentar, errar, desde que faça o que é pedido. Essa carga está fazendo diferença dentro de campo”, admite o meia Marcinho.

Apesar de nitidamente existirem diferenças nas cargas de trabalho da atual e da antiga comissão técnica, ninguém no Rubro-negro admite criticar o estilo de Geninho. Até mesmo Waldemar Lemos vê na adoção de seus métodos a sequência do que era feito pelo antecessor.

“O Geninho colocava os ingredientes dele. Eu cheguei e coloquei os meus. Somando aos ingredientes dos jogadores, é uma grande sopa que está dando certo”, compara Lemos.

Para não estragar o sabor do sopão, o técnico terá de elevar os números do Atlético para bem próximos dos do Waldemar FC. Afinal, por enquanto, o Rubro-Negro beira a zona de rebaixamento.

4 comentários:

JMK disse...

O futebol é conjunto e como o Geninho foi "obrigado", mandar a campo "sempre" time com muitas aleterações o resultado não poderia ser diferente. Com a vinda de novo técnico, este para conhecer o grupo, geralmente, permite aos atletas jogarem o futebol que sabem e aí o desempenho muda. Resta ao novo técnico no caso Lemos, não impor muitas alterações táticas e não deixar a equipe se abalar com eventual insucesso. Enxergando e corrigindo as deficiências com certeza faremos uma boa campanha.

Anônimo disse...

Basta o Waldemar fazer um feijão com arroz e não inventar moda. Geninho era um covarde que levou de virada na arena porque tirava atacante e colocava zagueiro e recuava o atletico pra tomar pressão dos adversários. Foi tarde "Geniozinho"

Anônimo disse...

O time do geninho não treinava, só faziam recreativo, desde janneiro ele ficou testando jogadores e não chegopu a nenhuma conclusão, Waldemar Lemos está pegando pesado e isto é bom, jogador é cheio de nhe, nhé, nhe..., ganham bem pra caralho e não querem fazer porra nenhuma no treinamento.

Gustavo GR disse...

Com WL, pelo menos o time está entrando ''armadinho'', com esquema e nao um ''amontoado'' como estava com o Geninho. Só o que me assusta um pouco, é que o WL é daqueles treinadores que se o time está ganhando de 1x0, aos 20 do 2o tempo ele já mete volante no time, o que acaba chamando o time adversario para cima. Nao era o tecnico dos meus sonhos, mas nao esta, em partes (salvo algumas substituiçoes equivocadas), comprometendo.

Mas precisamos de reforços em quase TODAS as posiçoes.

SDS RN
GUSTAVO