quarta-feira, 22 de julho de 2009

Não podemos todos os dias ser românticos

Por Augusto Mafuz:
Há quem censure o treinador Waldemar Lemos, em razão da postura defensiva que o time vem adotando. Como todos, em especial aqueles da minha geração, não gosto de ver um time atrás. Jogar assim, mais do que preocupação, pode revelar medo.
Mas, no caso do Atlético de Lemos, pergunto: há outro jeito de jogar? Expor um time, que é inseguro na função de marcar e frágil na de defender, não seria, aí sim, equivocado?
É princípio elementar de ordem tática, que só é possível projetar-se com normalidade ao ataque, mesmo sendo à base de contra-ataque, se houver retenção de bola, que é ainda a única forma de esperar pela aproximação de quem está atrás. É impossível isso com Rafael Moura no ataque, a inconsciência dos passes despropositados dos zagueiros, e agora, infelizmente, de Paulo Baier.
Hoje, em Santos, o Atlético não terá Alex Mineiro. Mas, a partir de sábado, contra o Avaí, o terá. Assim, haverá quem vai dar o comando técnico e emocional para o time em campo, repercutindo diretamente em Wallyson e Wesley. E quando Claiton jogar, aí sim, todas as gerações poderão exigir de Lemos um Atlético ofensivo.
Na vida, não podemos todos os dias ser românticos.

5 comentários:

Paulo disse...

Nem li o que vai escrito aí, mas é lamentável que passado um tempinho do "tribunaço", já tenham recolocado os pífios artigos desse cara pós-ultrapassado, no blog.

Anônimo disse...

EU AINDA QUERO VER O MARCINHO JOGAR, COISA QUE AINDA NÃO DEU PRA VER DURANTE ESTES SEIS MESES QUE ELE ESTÁ NO CAP, SERÁ QUE VOU VER HOJE????????

Anônimo disse...

Esse colunista não é o cara que disse que ficou de quatro?

Anônimo disse...

Poxa, Guerrilheiro, matéria da tribuna não, né?

Anônimo disse...

Não leio tribosta nem este maluco do mafuz.