terça-feira, 30 de junho de 2009

Dos Santos quer voltar ao Paraguai

Segundo o repórter Osmar Antônio, da rádio Banda B, o meia paraguaio Julio dos Santos estaria insatisfeito no Furacão, devido às poucas oportunidades no time titular, e já prepara seu retorno ao Paraguai. De acordo com o setorista, o próprio jogador já admitiu que algumas equipes de seu país demonstraram interesse na sua contratação.
Infelizmente, é mais um meia cuja contratação criou extrema expectativa na torcida e que não conseguiu se firmar.
Talvez, se tivesse tido uma sequência maior, pudesse ter assumido de vez uma vaga no time.
Mas, no futebol, não existe talvez.
Algumas jogadas de Julio ficarão marcadas na memória dos atleticanos, como o fenomenal drible no volante do ABC ou o golaço contra o Foz do Iguaçu.
Assim como a ausência de atitude em jogos mais importantes e a costumeira lentidão.
Não acredito que, a esta altura, Dos Santos tenha mais oportunidades do que já teve.
Portanto, mais do que natural seu desejo de voltar ao Paraguai.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Há 20 anos...

Semana gaudéria

Meus amigos, temos pela frente mais uma Semana Gaudéria, pois no próximo domingo voltaremos ao Rio Grande para jogar novamente contra o Grêmio.
Se já encaramos uma "Batalha do Olímpico" em 2007, e se na Baixada após o famoso jogo do Olé a gauchada partiu para a ignorância, os tempos agora são de paz. Portanto, bandeira branca, tricolores gaudérios!
E, para manter a tradição, em semana de partida contra o time dos pampas nós publicamos o vídeo com o famoso e inesquecível "Melô do Gremista".
Curtam esse som!

Contundido, Rafael Moura faz tratamento para poder encarar o Grêmio

Do site oficial do CAP:

Após a vitória sobre o Corinthians, no último sábado, na Baixada, os jogadores ganharam dois dias de folga. Porém, o atacante Rafael Moura já iniciou as suas atividades da semana. O jogador sofreu uma entorse no tornozelo direito e teve que ser substituído no segundo tempo da partida contra o Corinthians.
Na manhã desta segunda-feira o atleta já iniciou as sessões de fisioterapia no CECAP. "O Rafael (Moura) teve uma entorse na partida contra o Corinthians e está com uma lesão parcial no ligamento interno do tornozelo direito. Ele fará tratamento intensivo de manhã, de tarde e de noite para ter condições de jogo contra o Grêmio, no domingo", revelou o médico atleticano Edílson Thiele.

Inter denuncia erros de arbitragem a favor do Corinthians. Inclusive contra o Atlético

Do site oficial do Inter-RS:

O vice-presidente de futebol Fernando Carvalho convocou uma coletiva de imprensa na tarde desta segunda para apontar uma série de erros da arbitragem que beneficiaram o Corinthians na Copa do Brasil. Para tanto, o dirigente utilizou um vídeo que reuniu vários lances de jogos da equipe paulista na competição.

A apresentação, que foi acompanhada por dezenas de jornalistas, começou com a exibição do emblemático pênalti sofrido por Tinga, no Pacaembu, no Brasileirão de 2005. Naquela oportunidade, o árbitro Márcio Rezende de Freitas não marcou a penalidade e ainda expulsou o jogador colorado por suposta simulação. Somado ao escândalo da arbitragem na edição daquele ano, que motivou a anulação do resultado de diversas partidas, o equívoco foi extremamente danoso ao Inter, que acabou ficando com o vice-campeonato.

“Na época não reclamamos. Mas agora resolvi pesquisar e percebi que vários erros vêm se repetindo em favor do Corinthians. Por isso fizemos este compêndio, para enfatizar lances que já ocorreram. Nada é novo. Tudo foi repercutido pela crônica especializada, inclusive em São Paulo”, justificou Fernando Carvalho.

Todas as imagens exibidas foram extraídas de programas esportivos. A apresentação começou com o lance do pênalti inexistente marcado contra o Itumbiara, no jogo válido pela segunda fase da Copa do Brasil. Em seguida, o vídeo mostrou que o time do Parque São Jorge foi beneficiado com dois pênaltis inexistentes marcados contra o Atlético-PR, na Arena da Baixada, pelas oitavas de final. O time curitibano vencia por 3 a 0, mas a vantagem foi diminuída para 3 a 2 graças aos erros do árbitro, que também deixou de marcar um pênalti em favor do Atlético-PR.

A apresentação também trouxe à tona a partida contra o Vasco da Gama, na qual juiz deixou de marcar um pênalti claro para a equipe carioca. O resultado de 0 a 0 no Pacaembu acabou servindo ao Corinthians, que avançou à final.

Para encerrar o compêndio, foram mostrados vários lances do primeiro duelo da final da Copa do Brasil, no Pacaembu. A começar pela falta que originou o segundo gol do Corinthians, que foi claramente cobrada com a bola em movimento. Todas as imagens foram exibidas com o áudio original, no qual os comentaristas reiteravam o erro cometido pelo árbitro. A seguir, foi mostrado o pênalti sofrido por Alecsandro, quando o placar ainda estava 0 a 0. Além de um impedimento mal marcado de Taison, a edição também destacou as sucessivas faltas cometidas Elias, Jorge Henrique e Chicão, que nem sequer renderam cartão amarelo.

“O meu objetivo é chamar a atenção da opinião pública. Só posso entender que existe um inconsciente coletivo que beneficie o Corinthians sistematicamente. Sei que vou ser muito criticado, mas é a primeira vez que faço isso. Deixo a pergunta no ar: por que o Corinthians tem que ser beneficiado sempre?”, indagou Carvalho ao final da apresentação.

O dirigente também exibiu uma faixa que recebeu de um torcedor corintiano, que já dá o Corinthians como tricampeão da Copa do Brasil. Por fim, Carvalho fez um apelo: “Espero que o árbitro apite o jogo desta quarta-feira com isenção. Não quero facilitações, mas também não quero que o Inter seja mais uma vez prejudicado contra o Corinthians”, disse.

O trio da arbitragem para a grande decisão da Copa do Brasil será o mineiro Ricardo Marques Ribeiro, o baiano Alessandro de Matos e o paranaense e Roberto Braatz.

Nei: “Preciso voltar a jogar”

Da Gazeta do Povo:

Convivendo com sérias leões no joelho direito, o lateral–direito Nei está pronto para tentar mais um retorno aos gramados. Aos 23 anos, o jogador, que já foi convocado por Dunga para a seleção olímpica brasileira em 2008, iniciou nesta segunda-feira (29) um regime de concentração total no centro de treinamento do Atlético. Do CT do Caju o jogador só sairá no próximo sábado.

O objetivo é intensificar os trabalhos técnicos e físicos para que na semana que vem ele possa estar à disposição do técnico Waldemar Lemos. “Não aguento mais isso, cara. Preciso voltar a jogar. Estou animado e acredito que dessa vez não terei problemas”, disse. O lateral-direito avisou que está cansado de ficar apenas na arquibancada sem poder ajudar os companheiros.

Desde que se machucou pela primeira vez, em agosto de 2008, na vitória por 5 a 0 diante do Ipatinga, na Arena, Nei coleciona tentativas de retornos frustradas por dores e nova lesão do mesmo joelho direito que teve o rompimento do ligamento cruzado anterior. “Tentei voltar, mas tive azar de me lesionar novamente no mesmo joelho. Mas o problema é diferente. Agora me recupero de lesão na patela”, explicou o jogador, que ainda tentou voltar após seis meses da primeira operação, mas tornou a sentir dores.

“Olha, vou te falar: Teve momentos que temi pela minha carreira. Além dos problemas no joelho, tive de trabalhar o psicológico. Vivia um momento bom no Atlético, tinham as convocações para a seleção e tudo mais. No começo me revoltei um pouco. Pensava que só acontecia comigo, mas conversando com os médicos e os companheiros fiquei mais tranquilo”, garantiu.

Recuperado da segunda cirurgia para corrigir a fratura de patela do joelho direito, realizada pelo médico do Atlético, Edílson Thiele, no início de junho, o lateral garantiu que está pronto para brigar pela posição no time.

“Bom, a briga será boa na lateral-direita. Tem o Raul, que é um menino que joga muito. Tem o Alberto, que não preciso nem falar da qualidade dele. Não podemos nos esquecer do Zé Antônio, que mesmo improvisado vem dando conta do recado. Eu sou o último da lista. Começo como terceira opção, aliás, quarta porque ainda tem o Douglas Maia que é outro excelente jogador”, enumerou os rivais pela posição.

domingo, 28 de junho de 2009

Mais uma do pork

E não é que o Porks
aprontou mais uma?

Estava lendo a reportagem da Gazeta do Povo sobre a violência infiltrada nas torcidas organizadas e me deparei com uma declaração deplorável dada pelo gerente de Marketing dos coxas, Osvaldo Dietrich, mais conhecido como Porks. Diz o trecho da reportagem:

Os “organizados” dizem existir um código de “ética” em relação ao torcedor comum. “Há alguns anos entramos no ônibus em umas 200 pessoas e havia dois atleticanos. Mandamos tirarem a camisa e irem lá para a frente e tudo bem”, exemplificou Osvaldo Dietrich, ex-presidente da Império e hoje no departamento de marketing do Coritiba. Se a dupla fosse da organizada rival? “Porrada”, afirmaram torcedores que acompanhavam a entrevista.

Mas quem é esse infeliz pra “MANDAR” alguém tirar a camisa, seja lá de que time for, e sair do lugar de onde tem todo o direito de ficar sentado dentro de um ônibus, pois pagou para estar ali? Este cara já ouviu falar em direitos individuais? E ele fala isso assim, às claras, na maior cara-de-pau? E ainda se orgulha? Deus do céu, como pode um idiota deste porte ser diretor de um clube de futebol, em plena época em que a sociedade se mobiliza para pôr fim à violência entre torcedores?
Pra quem não se lembra, este Porks é o mesmo “gerente de marketing” que autorizou o “espetáculo” de jogar pó de extintor na torcida do Atlético durante um Atletiba no Couto Pereira, ano passado. Atitude idiota que resultou, é óbvio, numa reação violenta e em quebra-quebra no estádio.
Também é o mesmo que, no ano passado, aprovou o quebra-quebra promovido pela torcida dos coxas em Florianópolis, e disse que “se lá estivesse faria o mesmo”.
Me admira que o presidente dos coxas, um senhor que já passou pelo Ministério Público, mantenha um bolha destes como funcionário do clube.
Olha, eu morro e não vejo tudo...

Fair play tira o Atlético da zona!

A vitória do Sport contra o Grêmio, no finalzinho da partida, deixou o Atlético em uma situação inusitada na tabela.
O rubro-negro pernambucano chegou aos 8 pontos - assim como o CAP e o Náutico.
Como tem melhor saldo de gols, o Sport fica com a 15ª colocação.
Já Atlético e Náutico, que empatam em número de vitórias, saldo de gols e número de gols marcados, dividem a 16ª colocação, à frente apenas dos coxas, do Avaí e do Botafogo.
Como o próximo critério de desempate no regulamento do campeonato é o confronto direto, e nós entregamos o jogo para o Timbu em plena Baixada, então teoricamente permaneceríamos ainda dentro da malfadada zona de rebaixamento, na 17ª colocação.
Mas, ôpa! Ainda tem mais farinha nesse angu! O regulamento também diz que "para efeito do quarto critério de desempate (confronto direto entre dois clubes), consideram-se os resultados dos jogos de ida e volta somados". Portanto, como Atlético e Náutico só se enfrentaram uma vez, e o jogo "de volta" só ocorrerá no segundo turno, este critério já pode ser considerado?
Me parece que não. Então, consideremos o próximo critério: menor número de cartões vermelhos recebidos. Aí finalmente estamos melhor; então o Náutico é quem vai pra zona. Por isso, a tabela do Globoesporte.com coloca o Atlético na 16ª colocação, à frente do Náutico. Assim como a do UOL. Pelo menos por isso valeu à pena o fair-play!
Entendeu essa zona toda?
O regulamento e os critérios de desempate.
De qualquer maneira tem o seguinte: essa questão é totalmente pro forma neste momento do campeonato. Até porque o próprio regulamento afirma que estes critérios todos só são válidos ao término da competição. O que importa é ter a noção de que o Atlético ainda está ali, com um pé na zona de rebaixamento e a apenas dois pontos do lanterna Botafogo.
Pra sair de vez desta situação, só emplacando mais uma boa série de resultados.
Waldemar Lemos conquistou 7 em 9 pontos disputados sob seu comando.
Se conseguir a proeza de repetir a dose nos próximos 3 confrontos, o Atlético encosta ali no bolo que disputa uma vaga na Libertadores.
A missão, frise-se, é bastante difícil.
Os próximos adversários são Grêmio (fora), Inter (casa) e Santo André (fora).
Conseguiremos conquistar mais sete pontos?

Relíquia

Estava eu dando uma olhada nos álbuns de fotos da Furacao.com e do Atlético Paranaense no Flickr e me deparei com esta raridade:
Não tem data, nem qualquer informação. Dos atletas da foto, reconheço o Nílson "Bocão" Borges (agachado, o último à direita com a camisa do CAP) e Zé Roberto (agachado, ao centro).
E você, reconhece mais alguém? Vamos tentar escalar este time!
  • Para acessar os álbuns do CAP no Flickr e fazer parte das comunidades Furacao.com e Atlético Paranaense clique aqui e aqui.
• • •

Post Scriptum

O leitor César matou a pau na escalação do time da foto:

Em pé: Charrão, Amauri, uma torcedora do CAP, Jair Henrique, Muca, Bellini e Gilberto.

Abaixados: Dorval, Milton Dias, Zé Roberto, Paulista e Nilson Borges.
Foi em 1968, ano que o Furacão fez um grande Brasileiro, que na época chamva-se Torneio Roberto Gomes Pedrosa. Disputamos os jogos na Vila Capanema e vejam só alguns resultados: 3x2 no Santos de Pelé, 4x0 no Corinthians, entre outros.
Isso que é conhecer o CAP!
Valeu, César!

Furacãozinho bicampeão

Um bom público esteve na Baixada para prestigiar a garotada bicampeã.
(Foto: Gustavo Rolim/Furacao.com)
Como diz o ditado, é de pequenino que se ensina a coxarada.
E, assim como no ano passado, o Furacãozinho venceu os coxas na final da Copa Tribuna e ficou com a taça. Desta vez por 2 a 0 (gols do artilheiro Eduardo Salles e do zagueiro Ronaldo), para a alegria dos cerca de 5 mil atleticanos que foram à Baixada nesta manhã de domingo.
No primeiro turno, vale lembrar, o rubro-negro já havia vencido os coxinhas por 4 a 0.
O grande destaque da final de hoje foi o meia Gabriel Pimba. Se jogasse metade do que jogou hoje nos time principal, seria titular da meia-cancha.
O Furacão jogou com com Neto, Ronaldo, Carlão e Bruno Costa; Bileu, Deivid, Renan, Gabriel Pimba e Alex Sandro (Denis); Eduardo Salles (Éderson) e Patrick (Lucas Sotero).
Parabéns, piazada!

sábado, 27 de junho de 2009

Enfim, uma vitória em casa

Aleluia, conseguimos voltar a vencer em casa, após quase dois meses. E graças a um gol de falta de Paulo Baier. Ainda bem, porque a atuação contra o Corinthians B não foi nada brilhante.
Mas o resultado foi importantíssimo pra quebrar essa sina de não vencer em plena Baixada e para chutar novamente para longe a maldita lanterna.
Para a próxima partida, contra o Grêmio, em Porto Alegre, o técnico Waldemar Lemos poderá contar com o atacante Wallyson, o meia Rodrigo "Rengo" Díaz e o lateral Alberto, liberados pelo DM, e o meia Marcinho, que estava suspenso.
Troféu
ZIQUITA
Paulo Baier. Além do golaço de falta, organizou a meia-cancha. Precisa melhorar o condicionamento para aguentar os 90 minutos.
Troféu
TIÃO MACALÉ
Rafael Moura e Eduardo. Ressalte-se que ambos são centro-avantes de área e a bola pouco chegou por lá. O estreante mostrou-se lento e pesadão.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Novidades entre os convocados

A lista dos jogadores convocados para a partida deste sábado, contra o Corinthians, divulgada hoje pelo técnico Waldemar Lemos, tem algumas novidades: o goleiro Renan Rocha, o volante Fransérgio e o atacante Kamali voltam a ser relacionados. Nenhum deles, porém, será titular. Confira os convocados:

Goleiros: Renan Rocha e Vinícius.
Zagueiros
: Antônio Carlos, Manoel, Rafael Santos e Rhodolfo.
Laterais
: Márcio Azevedo e Raul.
Volantes
: Chico, Fransérgio, Rafael Miranda, Valencia e Zé Antônio
Meio-campo
: Paulo Baier.
Atacantes: Eduardo, Kamali, Rafael Moura e Wesley.
A lista mostra o quão deficiente está o elenco no setor de criação: sem Marcinho, suspenso, apenas um meio-campista ofensivo está à disposição do técnico...
Assim, o time que deve iniciar a partida de amanhã é este: Vinícius; Antônio Carlos, Rhodolfo e Rafael Santos; Zé Antônio, Valencia, Chico, Paulo Baier e Márcio Azevedo; Wesley (Eduardo) e Rafael Moura.

Juniores: Timemania vale ingresso na final

O site oficial do CAP informa: o ingresso para segundo Atletiba da final da Copa Tribuna de Futebol Junior, às 10h30 de domingo, na Baixada, custará uma aposta no concurso 71 da Timemania. É claro, com o Furacão marcado como clube do coração. O torcedor atleticano pode fazer sua aposta em qualquer lotérica da cidade ou mesmo na entrada da Arena, antes da partida, onde haverá a venda de bilhetes.
Taí, uma boa oportunidade de empurrar o Furacãozinho para mais um título e ainda por cima ajudar o CAP a conquistar mais uma posição no ranking da Timemania.
Todos à Baixada, no sábado e no domingo!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Wally ainda fora

Não será contra o Corinthians, neste sábado, que Wallyson voltará aos gramados.
Wesley ou Eduardo: um dos dois fará a dupla de ataque com Rafael Moura.

Agora é na Baixada

Mesmo jogando o segundo tempo todo com um jogador a menos, o Atlético conseguiu um bom empate por 0 a 0 no primeiro Atletiba decisivo da decisão da Copa Tribuna de Juniores, na tarde desta quinta, no Couto Pereira.
Agora, o jogo de volta é na Baixada, domingo, às 10h30.
Ano passado, a competição já foi decidida entre os dois grandes rivais paranaenses, e na Baixada o Furacão venceu por 1 a 0 e ficou com a taça. Naquela ocasião, em plena quinta-feira mais de 8 mil atleticanos trocaram uma aposta na Timemania por um ingresso e acompanharam o título. Desta vez, a diretoria do CAP ainda não se manifestou sobre o valor da entrada na grande final. Tomara que seja novamente um bilhete da Timemania, e que a torcida, principalmente o povão que nao é sócio e não poderá assistir à partida dos profissionais no sábado, vá em peso à Baixada pra incentivar a piazada!
Hoje, o Atlético jogou com Neto, Edgar (Vinicius), Ronaldo, Bruno Costa e Alex Sandro; Deivid, Douglas Maia, Bileu e Gabriel Pimba; Eduardo Salles (Denis) e Patrick (Jhonatan).
No domingo, Douglas Mais, que foi expulso aos 44 minutos do primeiro tempo, desfalcará o Furacão.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Há 10 anos...

...no intervalo do Jornal Nacional...

Imperdível...

...o especial da Furacao.com sobre os 10 anos da Baixada. Para ler, clique aqui.

Iohann, o maior artilheiro da Arena

O Iohann garoto, na época em que balançava as redes
da Baixada antes de todas as partidas do CAP...
... e hoje, aos 15 anos, torcedor do Furacão.
Nem Kléber Pereira, nem Alex Mineiro, muito menos Ilan ou Washington. Ninguém marcou mais gols na Arena do que Iohann Rocha da Silva. Mais de 200 em cinco anos. O torcedor pode não reconhecer o nome, mas muitos comemoraram a brincadeira que virou tradição no estádio. A maioria dos atleticanos lembra do garoto que atravessava o campo antes de quase todas as partidas para estufar as redes da nova casa rubro-negra.

Hoje com 15 anos, o estudante lembra de quando era o mascote mais famoso do Furacão. “Era muito legal. A torcida gostava, falava comigo e até pedia autógrafo. Consegui marcar os gols até antes do jogo da seleção. Ficava bravo quando estava chovendo e meu pai não deixava eu ir”, contou.

Iohann andou sozinho pela primeira vez no gramado do “Farinhacão”, no fim de 1994, com um ano e três meses. Já habilidoso com a bola nos pés, estava à beira campo ao lado do pai, Márcio Silva, funcionário do Atlético, antes do primeiro jogo oficial do time no estádio, contra o Flamengo, em 31 de julho de 1999.

“Ele pediu para dar um chute a gol e não permiti. Mas insistiu tanto que quando não tinha ninguém da diretoria ali deixei, desde que fosse bem rapidinho. Mas ao invés de ficar no gol dos vestiários, ele resolveu atravessar o campo. Eu sai atrás, desesperado, pensando que seria demitido”, contou Silva.

Alheio ao sufoco do pai, Iohann correu toda a extensão e chutou a bola no gol da Buenos Aires, arrancando o grito da torcida.

Nessa hora alguns dirigentes presenciaram a ousadia. Mas não houve demissão, nem bronca ao goleador-mirim, e sim um convite para novas aparições antes dos jogos.

Admirado pelos atleticanos, o menino não se importava com as provocações dos rivais coxas-brancas e paranistas. Até gostava e ensaiava novas comemorações para extravasar no estádio, algo que curiosamente não fazia para pequenas plateias por causa da timidez. “Em casa tinha vergonha e na Arena eu criava coragem”, revelou.

Os gols terminaram quando ele completou dez anos. “Meu pai achava que eu estava grande demais.” Iohann passou por escolinhas de futebol e sonhou em marcar um gol de verdade no estádio. Hoje, sente saudades de todas as vezes nas quais ajudou no aquecimento do Caldeirão. (ALM)

Crédito

Está excelente a reportagem da Gazeta do Povo sobre os 10 anos de inauguração da Baixada, completados hoje (leia mais no post abaixo). Só faltou dar o devido destaque ao pai da criança: Mário Celso Petraglia. O mesmo "pecado" foi cometido por toda a mídia paranaense quando da confirmação de Curitiba como sede da Copa de 2014.
Não gostar do homem, por qualquer motivo que seja, é uma coisa; não dar-lhe os créditos por seus próprios feitos e outra.
Estas duas grandes realizações são obras dele. Não fosse por ele, não tinha Arena. E provavelmente não tinha Copa em Curitiba.
A Arena está de aniversário hoje, e Petraglia também recebe os parabéns.

10 anos de um sonho

Da Gazeta do Povo:
Marcelo Sebrão, um dos torcedores do Mirante da Baixada. (Foto Gazeta do Povo)
A curiosidade virou compromisso e a rotina transformou-se em devoção. Quase diariamente, o aposentado Marcelo Sebrão saía do Cristo Rei e ia até o Água Verde para acompanhar a construção do templo dos atleticanos. Há dez anos, 750 toneladas de estrutura metálica, 2.450 toneladas de aço, 28.512 m3 de concreto, 142.480 m3 de terra movimentados, 27.142 m3 de alvenaria davam forma à tão esperada Arena da Baixada.

Assim como Sebrão, dezenas de torcedores peregrinavam até a Rua Madre Maria dos Anjos, onde uma plataforma foi erguida dando vista à execução do estádio mais moderno do país.

Em ritmo acelerado, a movimentação dos operários, máquinas e guindastes garantia quase uma novidade por dia. Um piso aqui, uma torre ali, um lance de arquibancada lá e os fiéis olheiros de obra já tinham o que comentar e venerar.

O grupo cresceu e transformou-se no Amigos do Mirante. Um pequeno símbolo da imensa expectativa que durou 627 dias. Ou a vida inteira do Clube Atlético Paranaense.

Eterno trunfo do time – mesmo quando acanhado e improvisado e que chegou a ter a venda cogitada nos anos 70 por causa das dívidas –, o estádio materializava o orgulho atleticano. Era o adeus ao Pinheirão e a outros campos alheios. O fim do estigma de sem-terra, provocação constante dos adversários quando o time precisou ficar exilado do seu reduto.

“Nasci atleticano e sempre fui aos jogos. Acompanhava o Atlético até no maldito Pinheirão, era um dos poucos que se aventuravam até lá. Depois veio o Farinhacão, que mesmo modesto era a nossa casa. Quando o (então presidente) Mário Celso Petraglia veio com a ideia do novo estádio, houve um certo receio de se colocar o estádio recém-reformado no chão. Agora está aí a nossa Arena linda”, comemora Sebrão.

Ele acompanhou tudo. “Muita gente incluiu a obra no seu dia a dia. Foi muito rápido, um ritmo frenético. A cada dia chegávamos imaginando o que iria acontecer. Na data da inauguração, seis horas antes, estavam terminando as calçadas e o revestimento da entrada”, relembrou.

Ninguém reparou nos retoques de última hora naquele 24 de junho de 1999. Arquibancadas lotadas, torcedores extasiados e o show de luzes culminaram na apoteose quando os novíssimos alto-falantes tocaram o hino atleticano, melodia de uma paixão tão antiga.

Dado pelos atleticanos como a primeira praça futebolística do estado, inaugurada em 1914, o estádio iniciava há dez anos uma nova era para o clube. Um boom patrimonial (incluindo o CT do Caju) aliado às maiores conquistas dentro dos gramados. Foi muito graças à Arena que o Rubro-Negro chegou pela primeira vez à Copa Libertadores e também ao ápice dos gramados, empurrado por seus fanáticos torcedores na campanha do título brasileiro de 2001.

O Atlético virava referência, antecipava uma tendência de modernização e tomava o caminho da elite dos estádios mundiais, para chegar no ano do centenário de inauguração da Baixada como palco da Copa do Mundo de 2014.


Os números da Arena: clique para ampliar.


"O estádio explodiu. todo mundo queria voltar a gritar gol na Baixada"

Ele fez o Caldeirão ferver no tão esperado primeiro grito de gol na casa nova. Atacante do Gamba Osaka, do Japão, Lucas (foto acima) lembrou dos primeiros momentos do recém-construído estádio que tanto marcou sua passagem pelo Furacão.

Como era defender o Atlético naqueles meses pré-Arena?
Cheguei praticamente um ano antes (abril 1998). Estava tudo demolido. Era difícil jogar no Pinheirão, na Vila Olímpica, Capanema e até no Couto Pereira. Não tínhamos a nossa casa. A torcida até tentava ajudar, mas não era a mesma coisa, ficava distante.
A ansiedade dos torcedores era imensa pela inauguração. Vocês passaram por isso também?

Eu nunca havia enfrentado o Atlético e não imaginava como era a Baixada. Os jogadores que conheciam me passavam a ideia do que seria o Caldeirão, porque a torcida do Atlético é muito diferente, tem um amor pelo time como se fosse o de marido e mulher.
Qual era o clima da equipe no dia da estreia?

Nosso time estava um pouco receoso porque havíamos sido eliminados pelo Coritiba no Paranaense e pensamos até que poderia ter vaias. Só de entrar no estádio foi uma emoção indescritível. Não houve críticas, só apoio. Parecia uma final de Copa do Mundo pela emoção de toda a torcida. Hoje conheço muitos estádios modernos, mas a primeira vez você nunca esquece (risos).
Havia alguma aposta, alguma brincadeira sobre quem deixaria a primeira bola na rede?

O técnico era o (Antônio) Clemente, e acho que se pudesse até ele entraria em campo para tentar fazer o primeiro gol. Todo mundo queria marcar, mas ninguém foi fominha. Ainda vejo o vídeo no (site) You Tube e acho que fui um predestinado. Quando o Luisinho Netto cruzou, havia vários jogadores na área, mas a bola veio bem na minha cabeça. Daí o estádio explodiu, uma loucura. Todo mundo queria voltar a gritar gol na Baixada.
Logo depois você deixou sua marca também no primeiro jogo do Brasileiro daquele ano, contra o Flamengo, e acabou ficando conhecido nacionalmente.

Eu havia feito seis gols na Copa do Brasil, ficando atrás apenas do Romário. Perguntaram aos jogadores do Flamengo se temiam o garoto Lucas e o (goleiro) Clêmer falou: “Que Lucas? Não conheço nenhum Lucas”. Depois, ele até disse ao Kelly (ex-jogador rubro-negro) que não quis me menosprezar. Hoje acho que tenho de agradecer a ele, pois me motivou muito e eu queria marcar de qualquer jeito e dar uma resposta depois do jogo. Só que na hora do gol eu vi uma câmera e, sem pensar, eu fui lá e gritei: “Eu sou o Lucas!” Até hoje lembram muito daquele jogo. Alguns fazem piada até. Acabei me apresentando para o Brasil inteiro sem querer.
Foram dois anos no Atlético nos quais você criou muita identificação com o clube. Pensa em voltar?

A vontade de voltar é do mesmo tamanho do receio. Não quero que digam que voltei só por ser atleticano, para encerrar a carreira. Minha história foi tão bonita e não quero manchar jogando abaixo do que posso. Teria de ser daqui a um ou dois anos, mas isso hoje é impossível. Estou até renovando contrato para continuar aqui. Vou ficar torcendo de longe. (ALM)


Os "dez mais" da Arena.
Clique para ampliar.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Sem Marcinho, resta torcer pelo retorno de Wally

O meia Marcinho pegou dois jogos de suspensão em julgamento realizado esta tarde pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), devido à violenta falta que resultou em expulsão na partida contra o Atlético-MG.
Como já cumpriu a automática, terá que ficar de fora por mais um jogo - justamente o próximo, contra o Corinthians.
Resta torcer para que Wallyson esteja totalmente recuperado até o fim de semana.
Com Paulo Baier mantido na meia cancha, o time contra os paulistas deve ser este: Vinícius; Raul (Zé Antônio), Antônio Carlos, Rhodolfo (Chico), Rafael Santos e Márcio Azevedo; Valencia, Rafael Miranda (Chico) e Paulo Baier; Rafael Moura e Wallyson (Wesley, Eduardo ou Patrick).

Ocimar chega com carta branca

Em entrevista à imprensa no CT do Caju, o novo diretor de Futebol, Ocimar Bolicenho, disse acreditar na recuperação do time, que reforços podem vir na janela de transferências internacionais e que terá carta branca para tomar decisões ligadas aos profisisonais, como contratações. Confira as principais declarações de Bolicenho:
Primeira impressão

"Tudo tranquilo. Tive oportunidade de acompanhar como as coisas funcionam no clube. Conversei com os funcionários e fiquei entusiasmado com a estrutura do Atlético. Em lugar nenhum do Brasil encontrei algo tão grandioso. Para você ter uma ideia, o CT do Santos, que um dos melhores de São Paulo, não chega nem perto do CT do Caju."
Contratação de reforços

"Vamos aguardar a janela de transferências para o exterior, em julho. Muita coisa pode acontecer. Ainda preciso avaliar o que temos no elenco. Qualquer coisa que eu fale agora pode ser uma avaliação prematura."

Lanterna no Brasileiro

"Estamos com o alerta ligado, mas acredito na recuperação do time. Ainda está muito equilibrado o campeonato. Pego o exemplo do Santos, onde trabalhei até maio. O time estava ameaçado pelo rebaixamento e levamos o time à final do Paulista."

Camisa 1

"É uma situação delicada. Precisamos ter paciência com goleiros. Os melhores goleiros do mundo falham. Temos de avaliar com muito cuidado e dar confiança ao atleta. Ainda precisamos avaliar o que temos na casa e não fazer loucuras."

História no Paraná

"O Paraná é passado. Renunciei ao cargo para que as pessoas não fiquem falando. Na verdade, eu não faço parte da diretoria paranista desde 2002. Eu só fazia parte desse conselho que é formado por todos os ex-presidentes. Esse conselho não está mais em atividade, não está exercendo nada no clube. Acredito que temos de ser profissionais. Hoje estou no Atlético e quero fazer o melhor aqui dentro. Fiz um trabalho parecido no Santos e no Marília."

Carta Branca

"Conheço a seriedade da diretoria, do presidente Marcos Malucelli. Além disso, tem um ponto importante: terei poder de decisão. No Santos, por exemplo, eu era muito limitado. No Atlético vou poder tomar decisões importantes e definir contratações e formação do elenco. Isso é o profissionalismo. Temos de recuperar o espaço perdido pelo futebol paranaense nos últimos anos. Ainda é preciso detectarmos nossas falhas. No início da década, brigávamos por títulos e vagas na Libertadores, mas agora houve essa queda. Alguma coisa está faltando e vamos descobrir."

Juniores: final com torcida única

Da Furacao.com:
Apenas a torcida do Coritiba poderá acompanhar a primeira partida decisiva da 50ª Copa Tribuna. O jogo acontece às 15h de quinta-feira, no Couto Pereira.
Já na segunda partida, apenas a torcida do Rubro-Negro terá o direito de assistir o Atletiba na Arena da Baixada. O jogo acontece no domingo, às 10h30.

O Rubro-Negro decide a Copa Tribuna em casa pela melhor campanha durante toda a competição. Porém, em caso de empate em pontos e saldo de gols, a decisão vai para os pênaltis.

Em 2008, Atlético e Coritiba também decidiram a Copa Tribuna. No primeiro jogo, empate em 1 a 1. Na Arena, o Rubro-Negro venceu por 1 a 0, com gol do atacante Patrick, e conquistou o título.

O levante dos árbitros

O que mais se ouve no futebol são jogadores reclamando que apenas eles, os atletas, são punidos, enquanto os árbitros que erram aos montes, por maldade ou incompetência, sempre saem impunes.
Mas, ontem, o presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Sérgio Corrêa, surpreendeu ao inverter esta situação. E, para tal, usou um jogador do Atlético como referência.
O questionamento-desabafo veio após ter anunciado uma punição ao bandeirinha da partida entre Atlético x Palmeiras que anotou erroneamente um impedimento de Obina, num lance em que o atacante palmeirense marcou o que seria o gol de empate. Para Corrêa, muito mais grave que a falha do assistente foi a falha do goleiro vinícius:
"Qual será a punição para o goleiro que deu o primeiro gol? Será no mesmo nível do bandeirinha? Aos árbitros cobram tudo e com os jogadores não é bem assim. Tem que ter mais calma com os juizes também!".

Bolicenho começa a trabalhar

O novo diretor de futebol do Atlético Paranaense, Ocimar Bolicenho, já está no CT do Caju e será apresentado hoje à imprensa juntamente com a coletiva realizada com os jogadores.
Aos 50 anos, Bolicenho e despontou para o futebol profissional a partir de 1991, no Paraná, clube do qual chegou a ser presidente. Em 1998 e 1999 atuou como Diretor de Relações Internacionais da Federação Paranaense de Futebol, na gestão de Onaireves Moura. Em 2008, Bolicenho trabalhou ao lado do técnico Waldemar Lemos, como diretor de futebol, numa passagem desastrosa pelo Joinville. O trabalho mais recente foi como supervisor de futebol do Santos.
Segundo a Gazeta do Povo, para assumir o cargo no CAP Bolicenho renunciou ao cargo de presidente do Conselho Normativo do Paraná, do qual estava licenciado. Ao jornal, ele não quis falar sobre a necessidade de contratações, alegando que ainda haverá uma avaliação mais profunda do elenco. Mas já adiantou o seu veredito: “Estou começando um trabalho com o time em último. Se estamos em último, é porque alguma coisa precisa mudar”.
  • Qual é sua expectativa sobre o trabalho de Ocimar Bolicenho no Atlético? Opine!

A frase

O patrocínio com a Philco não é tampão. É o início de um relacionamento que pode se estender pelo restante da temporada. Depende da avaliação dos dois lados após esses dois jogos.
Henrique Gaede, diretor de Marketing do CAP, em entrevista à Gazeta do Povo.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Lolô no Círculo de História Atleticana

Lolô Cornelsen, o atleticano que projetou o estádio dos coxas.
Lolô Cornelsen, o atleticano que desenhou
o CAP estilizado em nosso escudo.

Será realizado nesta quinta-feira o sétimo encontro do Círculo de História Atleticana, com o tema A história de Lolô Cornelsen no Atlético. O evento terá, é claro, a presença do próprio Lolô, ex-jogador do Furacão e um dos mais importantes arquitetos paranaenses.
A história de Lolô é das mais curiosas.
Teve um belo início de carreira como jogador de futebol jogando na lateral-esquerda. Campeão paranaense de 1945, foi eleito o melhor atleta da decisão contra os coxas. Mas parou por aí e resolveu ser arquiteto. Estudou no Rio de Janeiro e tornou-se uma das mais importantes expressões da arquitetura brasileira.
Projetista das primeiras casas modernas de Curitiba, Lolô trabalhou teve também grande atuação na área desportiva, tendo projetado 10 estádios - entre eles, ironicamente, o estádio do Coritiba, Belford Duarte, hoje Couto Pereira, durante a gestão de seu irmão Arion na presidência do clube - e três autódromos (Curitiba, Jacarepaguá e Estoril).
Torcedor ferrenho do Furacão, sempre acompanhou o clube e foi o desenhista do CAP estilizado do escudo oficial.
E ainda foi o responsável pelo fato de o Atlético ter ficado com a área do antigo Pavoc, que pertencia à família Cornelsen e que seu irmão Arion queria negociar com os coxas.

Enfim, o que não falta é história para Lolô contar.

Imperdível.

7º Encontro do Círculo de História Atleticana
  • Dia 25 (quinta-feira)
  • Das 19 às 22 horas
  • Na Artha (Matheus Leme, 2823 - São Lourenço)
  • Para participar, é indispensável a confirmação pelo e-mail circuloatleticano@yahoo.com.br até quarta-feira. A participação é gratuita.
  • Para acessar o site do Círculo, clique aqui.

Subindo na Timemania

O Atlético segue melhorando sua colocação na Timemania. No concurso de número 68, o Furacão ficou na 17ª colocação. No acumulado geral do ano, segue na 18ª posição, 10,5 mil apostas atrás do Ceará. Neste último concurso, a torcida atleticana comprou mil bilhetes a mais que os cearenses. Confira a colocação de cada time:
Concurso 68

Colocação Time UF Nº de Apostas Percentual
FLAMENGO RJ 100.433 6,55 %
CORINTHIANS SP 91.464 5,97 %
PALMEIRAS SP 67.560 4,41 %
GREMIO RS 60.921 3,97 %
SAO PAULO SP 59.658 3,89 %
SANTOS SP 55.800 3,64 %
INTERNACIONAL RS 55.365 3,61 %
VASCO DA GAMA RJ 49.300 3,21 %
CRUZEIRO MG 46.875 3,06 %
10º BOTAFOGO RJ 39.573 2,58 %
11º ATLETICO MG 36.388 2,37 %
12º FLUMINENSE RJ 36.104 2,35 %
13º BAHIA BA 31.434 2,05 %
14º FORTALEZA CE 25.512 1,66 %
15º GOIAS GO 24.734 1,61 %
16º VITORIA BA 21.788 1,42 %
17º ATLETICO PR 20.012 1,30 %
18º CEARA CE 19.024 1,24 %
19º SPORT PE 19.042 1,24 %
20º CORITIBA PR 18.603 1,21 %

Acumulado de 2009
Colocação Time UF N° de apostas Percentual
FLAMENGO RJ 1.808.098 6,83%
CORINTHIANS SP 1.613.843 6,10%
SAO PAULO SP 1.168.566 4,41%
PALMEIRAS SP 1.143.513 4,32%
GREMIO RS 1.049.198 3,96%
SANTOS SP 968.507 3,66%
INTERNACIONAL RS 928.717 3,51%
VASCO DA GAMA RJ 864.615 3,27%
CRUZEIRO MG 804.977 3,04%
10º BOTAFOGO RJ 739.458 2,79%
11º FLUMINENSE RJ 654.679 2,47%
12º ATLETICO MG 637.158 2,41%
13º BAHIA BA 575.991 2,18%
14º FORTALEZA CE 426.208 1,61%
15º GOIAS GO 404.877 1,53%
16º VITORIA BA 392.028 1,48%
17º CEARA CE 344.505 1,30%
18º ATLETICO PR 334.040 1,26%
19º SPORT PE 327.424 1,24%
20º CORITIBA PR 326.959 1,23%

Mais um quebra-quebra

Da Gazeta do Povo:
Um torcedor do Atlético foi espancado no sábado (20) à noite por um grupo da torcida organizada Império Alviverde. O jovem de 17 anos só conseguiu se livrar da agressão por causa da intervenção de um policial do setor de operações veladas da Polícia Militar que estava de folga e por um acaso passava pelo local. Um dos torcedores que provocou a agressão, Wesley Risso Lacerda, 18 anos, foi preso em flagrante e encaminhado ao 12.º Distrito Policial. Lacerda responderá por lesão corporal, dano qualificado e crime contra o patrimônio.
De acordo com o policial, que não pode ter a sua identidade revelada, a confusão começou às 19h40 de sábado, quando um ônibus biarticulado da linha Santa Cândida – Capão Raso, ocupado por um grupo de torcedores atleticanos parou num semáforo no cruzamento da Avenida João Gualberto, com a Rua Mauá. O ônibus foi invadido por cerca de 50 integrantes da torcida organizada Império Alviverde. “O rapaz desmaiou e mesmo assim o grupo continuou a chutar e agredir. Nunca tinha visto uma situação assim. O ônibus estava cheio de crianças e idosos”, diz o policial.
O presidente da torcida organizada Império Alviverde, Luiz Fernando Corrêa, o Papagaio, defende que os responsáveis por atos de vandalismo e agressão têm de pagar pelos prejuízos causados. “Algumas pessoas ao invés de irem ao jogo torcer, acabam se envolvendo em confusão”, diz. O presidente da Império disse que não tem conhecimento da identidade dos agredidos e dos agressores. “Situações semelhantes têm ocorrido naquele trecho da João Gualberto quando tem jogo do Atlético. A polícia tem que fazer o serviço preventivo. O que temos orientado ao nosso grupo é que esses agressores têm de ser afastado do estádio”, afirma.
Já o vice-presidente da torcida “Os Fanáticos” diz desconhecer que fatos semelhantes têm ocorrido naquele local. “Muitas dessas confusões são eventos isolados envolvendo pessoas que nem sabemos se são integrantes ou não da torcida. É lamentável. Atos como esse só mancham nossa imagem”, diz.

domingo, 21 de junho de 2009

Senhoras e senhores, a Musa do Furacão 2009

Mahara, nome exótico, tem origem havaiana. E significa Anjo do Campo.
Mas essa Mahara curitibana, de apenas 18 anos, é o anjo da Baixada.
É Musa do Furacão 2009.
De camarote, um doce de coco.

No gramado, bate um bolão.
Na arquibancada, que maravilha.

A musa na Baixada: combinação perfeita.

E relaxando na praia, que ninguém é de ferro!
Para ver o perfil de Mahara e dar uma espiada nas outras fotos da Musa do Furacão, clique aqui.

E lá vamos nós

Firmes com a lanterna.

Falha dupla

Revi os gols no vídeo do Globoesporte e já tenho minhas dúvidas se o juiz errou ao não dar falta sobre Vinícius, no lance do segundo gol palmeirense. Só não tenho mais dúvidas de que o goleiro falhou novamente, ao sair errado atrás da bola.
Clique aqui para rever os lances e dê sua opinião.

sábado, 20 de junho de 2009

Segue o jejum

Não foi dessa vez. Quarta partida em casa, nenhuma vitória. Mas hoje, ao contrário dos jogos anteriores, o Atlético jogou bem e um empate em 2 a 2 com o Palmeiras poderia até ser considerado como normal.
Poderia, se não fosse, primeiro, a safadeza do árbitro, que não deu falta no goleiro Vinícius no segundo gol dos visitantes, já nos acréscimos; e também a falha do próprio Vinícius, no primeiro gol por ele sofrido, quando chutou a bola em cima do Obina.
E mais: por mais que tenha sido falta no camisa 1 no lance que resultou no empate, Vinícius saiu mal do gol, meio molenga, sem aquela segurança necessária para um guapo decente. Ali na pequena área o goleiro é sobreano meu filho, tem que sair do gol passando por cima de todo mundo e que se dane!
Aliás, não foi a única saída do gol em falso na partida.
Ou seja: estamos mal de goleiro. Não precisamos de um Van Der Sar, um Buffon, um Dudek, mas no mínimo de um guarda-metas que passe segurança ao time e à torcida. Um cara em quem se possa confiar, pô!
Quanto ao jogo, o time me pareceu estar mais compacto hoje, principalmente no primeiro tempo. Até a saída do Zé Antônio - ainda não entendi porque o Waldemar o sacou do time para colocar o Renan Foguinho na lateral. O time até conseguiu completar algumas jogadas bonitas, rápidas e com trocas de passe - talvez fruto da entrada de Paulo Baier na meia-cancha.
Mas ainda segue refém das bolas paradas: novamente os gols do Furacão saíram de um escanteio, finalizado com uma cabeçada de Rafael Santos, o zagueiro-artilheiro, e - finalmente, aleluia - em uma bela cobrança de falta de Marcinho.
Ah. E se nossa zaga também não transmite aquela segurança toda que a gente gostaria, do outro lado estava um senhor defensor. Marcão foi o melhor do jogo, afastando com total domínio todas as bolas que chegavam à área do porco paulista.
Quem dera ter um Marcão na zaga do Furacão.
Para finalizar, volto ao começo do texto: o problema do Atlético não foi o empate de hoje, mas sim as derrotas seguidas para Vitória, Náutico e Atlético Mineiro.
A tendência, agora, é melhorar.
Mas ainda faltam sim, alguns reforços. A começar pelo gol.

Troféu
ZIQUITA
Márcio Azevedo
e Rafael Santos.
Troféu
TIÃO MACALÉ
Vinícius.

Patrocínios também no site e no calção

Philco: também no site oficial do CAP.
Além de estampar sua marca na camisa do Furacão, a Philco também está com um banner no site oficial do CAP, com link para sua loja virtual. Prenúncio de que, realmente, a empresa pode ser um patroxinador fixo do Atlético.
Além disso, nos próximos dois jogos o Atlético terá mais um patrocinador temporário: a Herbarium, maior laboratório brasileiro especializado em medicamentos fitoterápicos e líder no mercado em que atua. A empresa, com sede em Colombo, foi fundada em 1985.

Herbarium: parceria por duas partidas.

A honra em jogo

Da Gazeta do Povo:
Não “entrar em desespero” e fazer tudo com “muita paz e tranquilidade”. É assim que o técnico Waldemar Lemos quer o Atlético para conseguir vencer em casa no Brasileiro após três derrotas (Vitória, Náutico e Atlético-MG) no jogo de hoje com o Palmeiras, às 16h10, na Baixada.
O triunfo, se concretizado, viria em um momento fundamental. Na próxima quarta-feira, dia 24, a Arena da Baixada completa 10 anos e o Rubro-Negro nunca perdeu quatro partidas seguidas no seu estádio.

Motivos não faltam para o time não estragar a festa da torcida. Em caso de novo insucesso, a chance de o Furacão passar o aniversário da sua moderna casa na lanterna do Nacional é real – bastaria ao Avaí empatar com o Fluminense, também hoje, em Florianópolis.

“É uma razão a mais para conseguirmos essa primeira vitória em casa”, admite o volante Rafael Miranda. “Estamos muito conscientes de que, independentemente de qualquer coisa, temos de vencer em casa”, reforça o meia Marcinho.

A chance de recuperação diante dos fãs atleticanos ocorre contra um adversário sob intensa pressão. Eliminado da Libertadores pelo Nacional, no meio de semana, no Uruguai, o Porco chegou a Curitiba na quinta e foi recepcionado sob protestos no aeroporto. “Se vencessem, viriam cheio de confiança. Isso também seria ruim. Mas perderam, vêm mordidos. Ou seja, não faz diferença”, comenta Miranda.

No banco de reservas dos visitantes, comandando o Timbu, Waldemar Lemos venceu o Atlético por 3 a 2 no dia 24 de maio. Muito do que sentiu dos rubro-negros naquele jogo, o técnico não quer ver frente aos paulistas.

“Lembro de uma equipe que conseguiu fazer o resultado (2 a 0), mas se desesperou e permitiu a virada”, recorda o treinador.

Lemos estreia diante da torcida atleticana esperando por apoio total para reverter a má campanha. Na entrevista concedida pelo técnico ontem, ele relembrou que, como adversário, já sofreu com a pressão da Arena lotada – especialmente na semifinal do Brasileiro de 2001, quando era auxiliar do irmão Osvaldo de Oliveira, no Fluminense.

“É uma torcida especial. Espero que venham com muito mais amor do que paixão. A paixão nos limita e nos torna violentos”, divaga.

O torcedor que for à Baixada hoje não verá pela primeira vez desde que o estádio foi inaugurado (em 1999) os postes de iluminação que ficavam em frente à reta do antigo Colégio Expoente. Como parte das obras de conclusão da Arena, os refletores foram removidos para as torres já existentes nos setores Buenos Aires e Madre Maria.

Outra novidade é o patrocínio na camisa atleticana. A empresa Philco estampará sua marca no espaço nobre do uniforme (peito) nos jogos contra Palmeiras e Corinthians. Os valores não foram revelados.

Baier e Marcinho jogam juntos novamente

Um reencontro após três anos chama a atenção na escalação do Atlético, hoje, contra o Palmeiras, na Arena. Paulo Baier vai estrear diante do torcedor rubro-negro e vai estar ao lado de Marcinho – seu colega no Alviverde paulista, em 2006. Para a dupla caberá a responsabilidade de criar as jogadas ofensivas do Furacão.

“Para mim o Marcinho é um dos grandes jogadores do futebol brasileiro. Habilidoso, rápido e de ótima finalização”, avalia Baier, sem saber que na Baixada o futebol do colega ainda não desabrochou.

Dos tempos de Palestra Itália ficou a amizade. Nos treinos, os jogadores dizem ter visto um entrosamento de ambos que vem de longo tempo. O bom relacionamento não ocorre apenas dentro de campo.

“O Paulo (Baier) anda meio ‘forgado’. Estou buscando ele todo dia no hotel e não estou cobrando nada. Na segunda-feira isso vai acabar”, avisa Marcinho, escalado após cumprir suspensão na vitória sobre o Sport (foi expulso por uma falta violenta diante do Atlético-MG).

Ao contrário do que ocorria sob o comando de Geninho, Marcinho estará um passo à frente, encostando em Rafael Moura. Mesmo que tenha dito anteriormente que não gosta muito dessa função, o jogador acata a opção de Waldemar Lemos. “Estou disponível em qualquer função”, minimiza.

Outras novidades na equipe são Zé Antônio na ala-direita (Raul está na seleção sub-20) e Rafael Miranda retornando ao setor de marcação na vaga do suspenso Chico.

Atlético - Vinícius; Rhodolfo, Antônio Carlos e Rafael Santos; Zé Antônio, Valencia, Rafael Miranda, Paulo Baier e Márcio Azevedo; Marcinho e Rafael Moura. Técnico: Waldemar Lemos.

Palmeiras - Marcos; Maurício Ramos, Jéci (Souza) e Marcão; Wendel, Pierre, Cleiton Xavier, Diego Souza e Armero; Willians e Keirrison. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.