quarta-feira, 25 de março de 2009

Sim, são porcos

A Gazeta do Povo de hoje confirma o que foi noticiado por este blog em junho do ano passado: os coxas são mesmo porcos, e não é um apelido pejorativo, mas sim uma analogia comprovada cientificamente. O colunista Fernando Martins explica:
Curitiba completará 316 anos no próximo domingo. Nas comemorações, talvez se fale sobre o mito da fundação da cidade, transposta de um povoado insalubre nas margens do Rio Atuba até a atual Praça Tiradentes. A mudança de endereço teria sido sugestão da santinha que protegia aqueles pioneiros – uma imagem de Nossa Senhora da Luz que sempre aparecia olhando, ao amanhecer, para onde hoje é o centro da cidade, mesmo que fosse mudada de posição todas as noites.
A orientação divina, conta a história, foi corroborada pelo cacique Tindiquera, da tribo dos Tinguis, amigos do homem branco. Ele é que teria escolhido o exato local para erguer a futura vila. Fincou uma vara no chão e disse: “Coré etuba”, ou, em bom português, “muito pinhão” – indicando que naquela região havia fartura daquela semente para alimentar a população.

Esse teria sido o batismo da cidade, a terra dos pinheirais. Ao menos essa é a versão que se tornou mais conhecida. Mas, recentemente, pesquisadores como Francisco Filipak e Valério Hoerner Júnior, ambos da Academia Paranaense de Letras, têm questionado essa interpretação, do mesmo modo que a certeza de que o nome da cidade seria uma alusão à abundância de araucárias.
O argumento é de que o termo “
coré”, em tupi-guarani, significa “porco”. E é “curiy” a palavra indígena para “pinhão” (“tuba” ou “tiba” significa “muito”). Portanto, o cacique queria dizer, ao indicar o local ideal para a nova vila, não aquilo o que os pioneiros conseguiam ver a sua volta: os imensos pinheirais. Mas sim que, nas redondezas, havia muitos porcos para fornecer carne. Diversos relatos de viajantes que passaram pelo Primeiro Planalto do Paraná na época, aliás, fazem menção à profusão de catetos na região.
O fato é que, por muito tempo, a cidade inclusive teve dupla grafia: ora aparecia Curityba (terra dos pinheirais) ora
Coritiba (terra dos porcos – desculpem-me os torcedores do coxa que possam desde já se sentir ofendidos, mas isso é etimologia).
A grafia do nome da cidade só veio a ser definida oficialmente em 1919, por uma resolução da Câmara Municipal. A cidade passou a se chamar definitivamente Curityba – que, após a reforma ortográfica de 1943, virou Curitiba. Assim, por decreto, a cidade ficou sendo a terra dos pinhões e não a dos porcos abundantes.

9 comentários:

christian disse...

"ficou sendo a terra dos pinhões e não a dos porcos abundantes"
Descordo,quando os “Coré etuba”, ganham do FURACÃO vemos muitos Corés vestindo suas camisas com um certo cheiro de naftalina....

Anônimo disse...

SEM FALAR QUE DA ANALISE ETIMOLÓGICA DA PALAVRA GOMYDE DEPREENDE-SE:

GO = ORIFICIO ANAL DOS MAMIFEROS

MYDE= VASILHAME, GARRAFA, RECIPIENTE PROPRIO PARA MEDICAMENTOS

GO + MYDE = CU DE AMPOLA

Anônimo disse...

Os animais citados, os porcos, são criaturas que não merecem ser ligados àquela escória do BAIRRO alto da glória.
Realmente não merecem.

profano.

Anônimo disse...

Porcos vivem em possilga e o pinga mijo é uma possilga, então os porcos estão bem instalados.

Anônimo disse...

HAHAHAHHAHAHAHA

Anônimo disse...

hahahahaha....merece uma matéria no furacao.com...hehehehehehe...mas coitados dos porcos...são mais limpinhos!!!

Anônimo disse...

OWNED NOS COXAS!

Anônimo disse...

Alguem poderia escanear por favor?

Anônimo disse...

Adoro comer um porquinho, hehehehe.