sábado, 14 de fevereiro de 2009

As histórias do CAP

O Círculo de História Atleticana, uma iniciativa da atleticaníssima Milene Szaikowski, segue de vento em popa. Suas reuniões são uma oportunidade excepcional para os rubro-negros mais novos conhecerem a história do CAP. Além disso, os debates trazem à tona curiosidades fantásticas sobre o passado do nosso clube. Dando uma espiada no site do Círculo, achei algumas historinhas daquelas que só poderiam acontecer mesmo no Atlético. Veja algumas delas:
Ziquita e o baseado
Ziquita, o artilheiro dos 4 gols:
baseado em festa causou demissão.
Um dia a mulher do Ziquita foi ao Atlético, falar com o presidente, foi pedir dinheiro alegando que estavam passando fome em casa. O presidente Guimarães Lück ficou com pena e prometeu que iria ao banco retirar dinheiro e levaria até a casa deles. Quando Guimarães Lück chegou lá, estavam o Ziquita com outros jogadores fazendo a maior festa, com muita comida e bebida. E pra piorar, Ziquita estava fumando um baseado junto com o Lula. O Lula era tão doido que chegou a pular de cabeça numa piscina vazia no Pavoc. E por isso eles foram mandados embora.
Como diria o Bezerra da Silva... Pô, presidente! É só um baseadinho!

O museu de Zinder Lins

O registro que se tem hoje da história do Atlético, deve-se ao trabalho do Zinder Lins. No ano de 1943, Zinder colocava anúncios na Gazeta do Povo, pedindo que quem tivesse fotos do Atlético que as doasse, para que ele fizesse o álbum do Atlético. Infelizmente, grande parte desse material se perdeu numa enchente que houve no rio Água Verde, na década de 60. Zinder morava perto da Baixada e sua casa foi atingida. Essa é sua grande importância para o Atletico. Mas maior ainda, é de ter feito a letra do hino e posteriormente doado “ad perpetuam” seus direitos autorais para o Clube Atlético Paranaense.

A Kombi da Fanáticos

A Kid-2 ainda existe. E pelo jeito faz um sucesso...

Em 1987, a Fanáticos ganhou uma Kombi, doada por Basílio Vilani, que tinha sido usada em sua campanha eleitoral. O problema é que a Kombi era verde e seu motor não estava lá essas coisas. Então, a torcida mandou a Kombi pro conserto e para que fosse devidamente pintada de vermelho e preto. No dia de buscar a Kombi, o pessoal se reuniu na sede para esperar um dos fanáticos ir buscá-la. Eis, que ele quando chega à Baixada, bateu a Kombi no portão. Carinhosamente, a Kombi ganhou o apelido de Kid 2 e ficou daquele jeito mesmo, amassada. Essa Kombi era o grande meio de transporte da torcida pro Pinheirão. Era nela que a Fanáticos levava seu material pro jogo e vários torcedores. Fazendo com que muitas vezes a Kid 2 não agüentasse a viagem. Se o pneu furava, a galera tinha que erguer a Kombi no braço, pois não tinham macaco. Fora as muitas vezes que a torcida teve que empurrá-la para chegar ao Pinheirão.

6 comentários:

Marcelo disse...

Guerrilheiro, vc viu que o MARCÃO quer sair do Inter ? Não seria uma grande contratação para nossa equipe ? Me parece que a Portuguesa quer levá-lo, brincadeira perder jogador para este time heim ? Valeu !!!!!

Anônimo disse...

legal! como fico sabendo os dias dos encontros com antecedencia? me parece que tem que fazer confirmação via email anets dos encontros.

Saulo disse...

Conhecer a história do seu clube do coração é bem legal.

Aurélio disse...

Conhecer a história do seu clube do coração é bem legal. [2]

Nesse caso, no plural! ^^

Milene Szaikowski disse...

Anônimo,

Eu sempre divulgo no blog os dias dos encontros. E envio e-mail para os que estão no meu mailing. Caso você queira ser avisado por e-mail, é só mandar um e-mail para circuloatleticano@yahoo.com.br.

Guerrilheiro, agradeço a divulgação!

abraços

Anônimo disse...

Guerrilheiro: fui em todos os encontros. Mas foi aqui que fiquei sabendo do primeiro.

Vc estava nesse último?

Precisamos fazer um encontro no CARMEL.

PEDRO