terça-feira, 11 de novembro de 2008

Linha de crédito do governo poderá financiar conclusão da Baixada

Da Gazeta do Povo de hoje:
A passagem do ministro do Esporte Orlando Silva Júnior por Curitiba abriu a possibilidade de o Atlético concluir a Arena da Baixada via financiamento público.
Em visita à capital paranaense para participar da festa de lançamento da agenda do centenário do Coritiba, evento que aconteceu ontem à noite, o político garantiu que haverá investimento direto por parte do governo federal nas cidades escolhidas pela Fifa para abrigar a Copa do Mundo de 2014 apenas em aspectos de infra-estrutura.
Porém, Silva Júnior deixou no ar que o poder público já trabalha com a hipótese de abrir linhas de crédito – por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDS), Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal – para ajudar na modernização dos estádios que receberão partidas do Mundial. Até então, o governo rechaçava a intenção de aplicar dinheiro público em entidades privadas.
“Eventualmente podemos estudar algum tipo de financiamento por parte de alguma instituição governamental. Mas teriam de seguir as mesmas normas do setor privado. Os interessados terão de apresentar todas as garantias, como se fora um financiamento regular em qualquer outra instituição financeira”, explicou ele, logo após reunião, ontem à tarde, no Palácio das Araucárias (sede provisória do governo estadual), com parte da comissão local que trata dos assuntos relativos à Copa em Curitiba. Antes, Silva Júnior já havia participado de um rápido encontro com o prefeito Beto Richa no Palácio 29 de Março.
A afirmativa do ministro veio de encontro a um questionamento anterior do presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, Mário Celso Petraglia. Durante o eve nto, presidido pelo vice-governador e líder da comissão, Orlando Pessuti, Petraglia quis saber se haveria uma equivalência entre os clubes proprietários de complexos esportivos – como Internacional (Beira-Rio), Atlético (Arena) e São Paulo (Morumbi) –, que teriam de investir recursos próprios na adequação das praças, e outras cidades candidatas, cujos estádios pertencem a estados.
“É muito mais fácil para um investidor se interessar por um Maracanã ou Mineirão, por exemplo. A estrutura já estará toda pronta, bancada por governos estaduais ou municipais”, ressaltou o dirigente atleticano, dirigindo-se ao político.

Um comentário:

Anônimo disse...

Guerrilheiro: Por favor!!!
Já dizia o ilustre Aurélio Buarque de Holanda, coritiba sempre se escreve com letras minúsculas!!!

Carlos