sábado, 29 de novembro de 2008

Coluna de Augusto Mafuz deste sábado, na Tribuna:
Se me perguntassem o que cada atleticano deveria fazer amanhã, para o jogo contra o Náutico, em Recife, diria: rezar 2 vezes a Ave Maria e colocar a bandeira rubro-negra na janela, antes das 5 da tarde. Uma Ave Maria para o Atlético, e a outra para os coxas, que jogam contra o Vasco, no Couto Pereira.

Pode crer o atleticano, que rezar por uma vitória do Coritiba, não se trata de um castigo, mas de uma espécie de penitência. Embora dura e pesada, não passa de uma penitência. Existem pecados, que só são perdoados pelo espírito completo de entrega e resignação. E os pecados do Atlético em 2008, convenhamos, não foram poucos.

A bandeira na janela cria uma aura positiva, que se transforma em uma corrente de solidariedade, que se estende até o infinito. Recife acaba chegando até a Baixada.

Se me perguntassem o que o Atlético deve fazer amanhã, contra o Náutico, diria: como Geninho imagina e fará. Técnico como ele, em um momento como esse, não erra. Talvez, jogar no ataque seja o projeto, porque não significa, necessariamente, jogar aberto. O risco da cautela e da espera, em desprezo ao ataque, num campo pequeno como o dos Aflitos, aumenta a pressão do ambiente e do jogo.

A presença de Galatto no gol do Atlético, deve ser o fator de desequilíbrio emocional. Não haverá torcedor nos Aflitos, que irá dissociar Galatto da decisão com o Grêmio, que ele ganhou. Nem o insuperável Rogério Ceni seria tão importante.

Um comentário:

Saulo disse...

Será uma partida complicada.