domingo, 30 de novembro de 2008

A análise da rodada decisiva

É evidente que o jogo contra o Flamengo não será fácil.
Mas o Atlético conta com dois aliados no próximo domingo: a tabela e o sistema de som da Baixada.
Explico.
Os concorrentes diretos do Flamengo pela vaga na Libertadores, Palmeiras e Cruzeiro, jogam em casa contra Botafogo e Portuguesa, respectivamente.
Dois jogos relativamente - e teoricamente - fáceis.
Aposto que até o segundo tempo da partida na Baixada, com Palmeiras e Cruzeiro vencendo seus adversários, o rubro-negro carioca estará em campo já sem qualquer pretensão. Talvez, uma única: rebaixar o arquiinimigo Vaishco.
Sem contar que o urubu não contará com três de seus principais jogadores: Kleberson, Ibson e Obina, suspensos.
Por isso eu digo: é fé no taco e empurrar o Furacão pra cima do Flamengo.
Pessimistas e derrotistas, fiquem em casa.
A hora é de mobilização total.

Domingo terrível

O domingão foi assustador, o pior possível para o Furacão. Além de perder de virada para um concorrente direto, os demais times que lutam para não cair, Vasco e Figueirense, venceram seus jogos fora de casa.
O Atlético não jogou bem, mas a derrota pode ser debitada da conta do seu Gaciba, que expulsou injustamente o Ferreira ainda no começo do jogo e matou qualquer possibilidade de contra-ataque do rubro-negro. enquanto isso, faltas muito mais violentas por parte dos alvirrubros foram punidas apenas com cartão amarelo.
Por outro lado, o time de Geninho preocupou-se apenas em se defender, até tomar o gol de empate e a virada.
O Atlético está fora da zona de rebaixamento por um ponto apenas, e depende apenas de si para permanecer na primeira divisão. Para isso, terá que vencer o Flamengo domigo que vem, na Baixada, no jogo mais importante do ano. Dos últimos anos, eu diria.
Confira a classificação:

TIMEPGJVEDGPGCSG
1São Paulo723720125653629
2Grêmio69372098573522
3Palmeiras653719810554411
4Cruzeiro643720413554312
5Flamengo643718109644321
6Internacional54371591347443
7Goiás5337141112574611
8Paquitas533714111252448
9Botafogo50371481550446
10Vitória49371471646442
11Sport493713101444422
12Atlético-MG48371212135059-9
13Fluminense443711111548471
14Santos44371111154453-9
15Náutico43371110164454-10
16Atlético4237119174051-11
17Figueirense41371011164672-26
18Vasco4037117195670-14
19Portuguesa3837911174766-19
20Ipatinga-MG343797213666-30

Próxima rodada:
Atlético x Flamengo
Fluminense x Ipatinga-MG
Grêmio x Atlético-MG
Goiás x São Paulo
Santos x Náutico
Sport x Paquitas
Vasco x Vitória
Figueirense x Internacional
Cruzeiro x Portuguesa
Palmeiras x Botafogo
Hoje, estamos na primeira divisão.
Agora, é corrente positiva e jogar tudo contra o Flamengo para que possamos continuar lá.

Corrente positiva

Hoje é dia de torcer como nunca. Uma vitória contra o Náutico, a partir das 17 horas, e a Nação atleticana pode respirar aliviada - e comemorar.
Vale lembrar que, mesmo que não vença, o Atlético pode garantir ainda hoje sua permanência na Série A. Veja quais são as combinações de resultados necessárias:
Se vencer...
Estará salvo, independentemente dos outros resultados.
Se empatar...
Precisará que Figueirense, Vasco e Portuguesa empatem ou percam contra Botafogo, Coritiba e Sport, respectivamente.
Se perder...
Precisará que Figueirense, Vasco e Portuguesa percam para Botafogo, Coritiba e Sport, respectivamente.
Como é improvável que ocorram todas estas combinações, o negócio é vencer logo o Timbu e jogar a nhaca pra bem longe.
Que o espírito dos grandes atleticanos esteja com os guerreiros de Geninho e que o Furacão conquiste a vitória!
Leia mais sobre a partida:

sábado, 29 de novembro de 2008

Coluna de Augusto Mafuz deste sábado, na Tribuna:
Se me perguntassem o que cada atleticano deveria fazer amanhã, para o jogo contra o Náutico, em Recife, diria: rezar 2 vezes a Ave Maria e colocar a bandeira rubro-negra na janela, antes das 5 da tarde. Uma Ave Maria para o Atlético, e a outra para os coxas, que jogam contra o Vasco, no Couto Pereira.

Pode crer o atleticano, que rezar por uma vitória do Coritiba, não se trata de um castigo, mas de uma espécie de penitência. Embora dura e pesada, não passa de uma penitência. Existem pecados, que só são perdoados pelo espírito completo de entrega e resignação. E os pecados do Atlético em 2008, convenhamos, não foram poucos.

A bandeira na janela cria uma aura positiva, que se transforma em uma corrente de solidariedade, que se estende até o infinito. Recife acaba chegando até a Baixada.

Se me perguntassem o que o Atlético deve fazer amanhã, contra o Náutico, diria: como Geninho imagina e fará. Técnico como ele, em um momento como esse, não erra. Talvez, jogar no ataque seja o projeto, porque não significa, necessariamente, jogar aberto. O risco da cautela e da espera, em desprezo ao ataque, num campo pequeno como o dos Aflitos, aumenta a pressão do ambiente e do jogo.

A presença de Galatto no gol do Atlético, deve ser o fator de desequilíbrio emocional. Não haverá torcedor nos Aflitos, que irá dissociar Galatto da decisão com o Grêmio, que ele ganhou. Nem o insuperável Rogério Ceni seria tão importante.

Chapa de Fanaya terá José Henrique de Faria; situação ainda não revelou nomes

Da Tribuna do Paraná deste sábado:
O Atlético está perto de viver sua primeira disputa eleitoral direta. O ex-presidente Nelson Fanaya confirmou ontem sua candidatura à presidência do conselho deliberativo. Ele encabeçará uma chapa alternativa à atual diretoria.
“Quero ser o Barack Obama do Atlético”, afirma. Mas uma costura com José Henrique de Faria, ex-reitor da Universidade Federal do Paraná - UFPR, e ex-presidente do deliberativo e membro da diretoria entre 1995 e 96 estaria sendo selada na noite de ontem, e poderia inverter o comando da oposição rubro-negra.

“Estamos conversando. A intenção é manter o que está bem feito, mas temos que ter uma mudança profunda no futebol profissional, e de base”, disse ontem por telefone José Henrique, que acredita que já na próxima segunda-feira poderá divulgar os nomes dos demais membros da chapa. “São rubro-negros respeitados, históricos que nos ajudarão a restabelecer o diálogo com a imprensa, e com os demais clubes”, afirmou o ex-reitor da UFPR. José Henrique diz que o Atlético passou os últimos três anos “brigando para não cair”. “Temos que disputar títulos, estar entre os primeiros”, completa.

Já Fanaya garante que já reuniu os 150 sócios necessários para montar uma chapa. Os dois devem voltar a se encontrar hoje para novas conversas. O grupo que dirige o clube atualmente ainda não se manifestou, mas articula nos bastidores uma candidatura de situação. O prazo final para inscrição das chapas é no dia 3 de dezembro, próxima quarta-feira.

Se mais de uma candidatura for confirmada, será a primeira vez, em seus 84 anos de história, que o Furacão terá um bate-chapa na escolha de seus novos dirigentes. As eleições estão marcadas para 8 de dezembro, no Salão Vip da Arena.

Fanaya, 65 anos, foi presidente do Atlético em 1999. Ele prefere não ser rotulado como oposição, mas fala em “mudança” e “novas idéias” na condução do clube. “Vamos buscar um novo enfoque. Não somos inimigos da situação e nem contra o que já foi feito. Somos irmãos que buscam o mesmo objetivo, mas de maneiras diferentes”, afirma.

Segundo Fanaya, seu objetivo é manter as conquistas da atual diretoria, mas com resultados mais expressivos do time de futebol. “Patrimonial e administrativamente, o Atlético cresceu muito. Queremos manter e melhorar o que está bom, mas com resultados muito melhores dentro de campo”, ressalta.

O grupo de Fanaya quer a união de todas as correntes de oposição. E ontem à noite conseguiu mais um apoio. Marcelo Lopes, o Rato, da torcida Ultras do Atlético, que também articulava a montagem de uma chapa, disse à reportagem do
Paraná-Online, que “estava aderindo ao grupo José Henrique-Fanaya”.
Aptos

O Atlético divulgou ontem a lista dos sócios aptos a votar e se candidatar. São 2.425 associados com mais de um ano no clube e com suas mensalidades em dia.

Eles escolherão, no dia 8 de dezembro, os membros do conselho deliberativo. Cada sócio vota de acordo com o número de cadeiras ou poltronas de camarotes que possui. Assim, o total de votos pode chegar a 3.379.

Segundo Gil Justen Santana, assessor jurídico do Atlético, esses números não são definitivos. Se algum sócio cumprir os requisitos estatutários para participar da eleição e não tiver seu nome na lista, deve procurar a secretaria do clube, que avaliará a situação.

Indireto
Os novos conselheiros serão os responsáveis pela escolha do conselho administrativo, que irá comandar o clube nos próximos três anos. Esta eleição será realizada no dia 10 de dezembro, no CT do Caju.

O grupo de situação ainda não revelou quem irá indicar. Comenta-se que João Augusto Fleury, atual presidente do conselho administrativo, passaria para a presidência do deliberativo. A administração clube ficaria a cargo de Marcos Malucelli, atual diretor de futebol.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Obama rubro-negro?

Do Paraná-Online:
O candidato independente para a eleição do Conselho do Atlético, Nélson Fanaya, confirmou em entrevista à Rádio CBN que reuniu 150 nomes e que na próxima quarta-feira (3) irá inscrever a chapa. "Eu já tenho o nome de 150 pessoas que se manifestaram a favor da candidatura e estão nos apoiando. A partir de hoje estamos colhendo todas as assinaturas para até segunda feira estar pronto", disse. As eleições serão no dia 8 de dezembro das 10h as 19 horas.
O candidato não quis confirmar os nomes que farão parte da sua chapa, mas disse que o objetivo é melhorar a administração da atual diretoria. "Ainda estamos em fase de negociação para finalizar esses nomes. Vamos buscar um novo enfoque para a administração do clube. Queremos uma renovação, uma mudança. Não somos contra ao que já foi feito, queremos apenas melhorar. Vamos dar um
upgrade, principalmente no campo e em outras áreas", salientou Fanaya. "Buscamos o mesmo objetivo, mas com enfoques diferentes. Somos irmãos que buscam a mesma coisa. Estamos oferecendo opções para os sócios", complementou se referindo a chapa da situação.
Nelson Fanaya, que já foi presidente do clube em 1999, pede o apoio da torcida para vencer a eleição. "Tenho a impressão de que vou contar com o apoio da torcida. Todos os torcedores que quiserem se comunicar comigo mandem um e-mail para fanaya@brturbo.com.br. Estou buscando um novo caminho para o Atlético. Não sou comovido pelo poder.
Quero transmitir algumas idéias novas para o clube. Quero ser um Barack Obama para o Atlético", finalizou.
De acordo com Luciana Pombo, chefe de comunicação do Furacão,
a chapa da situação irá concorrer, mas faltam apenas alguns detalhes como a definição dos cargos. "Ainda estão definindo esse quesito", disse. Uma coisa é certa: Mário Celso Petraglia não irá concorrer. "Ele me disse que não iria (concorrer), mas que tinha o desejo de permanecer no clube para tratar de fatos como o término da Arena e sobre a Copa do Mundo", reiterou Luciana.

Luta contra o rebaixamento: Renato pede que coxas entreguem o jogo

O pavor de ser rebaixado leva as pessoas a atitudes inacreditáveis. De um torcedor que vê o time caindo pra segundona, é claro, pode-se esperar de tudo. Mas de um profissional do futebol, é no mínimo curioso - para não dizer patético.
Pois hoje o técnico do Vaishco, Renato Gaúcho, praticamente implorou para que os coxas entreguem a partida de domingo no Pinga Mijo. "Espero que a torcida do Coritiba pense bem. Eles devem ter sofrido bastante quando o time foi rebaixado. E deve ter sido bastante sacaneada pela torcida do Atlético. Então eles que pensem bem", disse o polêmico e caricato treinador - o mesmo que já prometeu sair pelado em Copacabana certa vez se o time que dirigia, o Fluminense, fosse rebaixado (o time caiu e ele não cumpriu a promessa).
Mas o pior mesmo é que é bem provável que a coxarada entregue o jogo. Afinal, todos conhecem a índole dos coxas...

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

O melhor paranaense na Timemania

Aposte na Timemania e ajude o Atlético a ficar entre os 20 primeiros times mais apostados no ano e manter-se como o clube paranaense melhor colocado. No último concurso, o Furacão ficou na 16ª colocação:
Colocação Time UF Nº de Apostas Percentual
FLAMENGO RJ 62.894 8,40
CORINTHIANS SP 45.765 6,11
SAO PAULO SP 36.302 4,85
PALMEIRAS SP 34.344 4,59
GREMIO RS 34.327 4,58
SANTOS SP 28.225 3,77
INTERNACIONAL RS 27.862 3,72
VASCO DA GAMA RJ 25.288 3,37
CRUZEIRO MG 22.908 3,06
10º BOTAFOGO RJ 21.490 2,87
11º ATLETICO MG 19.945 2,66
12º FLUMINENSE RJ 19.278 2,57
13º BAHIA BA 16.564 2,21
14º VITORIA BA 11.923 1,59
15º CEARA CE 11.286 1,50
16º ATLETICO PR 11.087 1,48
17º FORTALEZA CE 10.218 1,36
18º SPORT PE 9.910 1,32
19º GOIAS GO 9.654 1,29
20º SANTA CRUZ PE 9.004 1,20

No acumulado do ano, o Furacão está em 18º:

Colocação Time UF Nº de Apostas Percentual
FLAMENGO RJ 4.401.759 8,41%
CORINTHIANS SP 3.410.579 6,52%
PALMEIRAS SP 2.654.882 5,07%
SAO PAULO SP 2.445.077 4,67%
GREMIO RS 2.176.992 4,16%
SANTOS SP 2.101.930 4,02%
INTERNACIONAL RS 1.854.840 3,55%
VASCO DA GAMA RJ 1.775.732 3,39%
CRUZEIRO MG 1.549.401 2,96%
10º BOTAFOGO RJ 1.495.755 2,86%
11º FLUMINENSE RJ 1.365.639 2,61%
12º ATLETICO MG 1.251.508 2,39%
13º BAHIA BA 1.139.640 2,18%
14º VITORIA BA 769.665 1,47%
15º GOIAS GO 681.808 1,30%
16º FORTALEZA CE 674.709 1,29%
17º SPORT PE 673.881 1,29%
18º ATLETICO PR 582.427 1,11%
19º CORITIBA PR 576.634 1,10%
20º CEARA CE 553.672 1,06%
É praticamente impossível de conquistar mais uma posição nos 5 concursos que ainda serão realizados este ano, mas dá para manter-se na 18º colocação, sendo o clube paranaense melhor colocado.
Vale lembrar que os 20 melhores colocados na média deste ano passa a receber a maior fatia do bolo da arrecadação a partir de 2009.
O próximo concurso, cujo sorteio acontece no domingo, var pagar cerca de R$ 1,2 milhão.

Quem você contrataria?

Se o Atlético fosse fazer uma contratação de peso para 2009, uminha só, em quem você votaria?
Meu voto vai para Jadson. Um meia daqueles que não temos mais por aqui, que armas jogadas, coloca os atacantes na cara do gol e que marca gols ele mesmo - inclusive de falta.
E o seu voto, iria para quem?

Piada

Os coxas não conseguem pagar os salários dos jogadores e culpam... a crise mundial! E ainda sonham em construir o Pinga Mijo II... Só se for no Ahú!

Uma história

Coluna de Augusto Mafuz de hoje na Tribuna do Paraná:
Se o Coritiba não ganhar do Vasco, no Couto Pereira, e se o fracasso repercutir na situação do Atlético, a rivalidade histórica vai assanhar os coxas, de que o resultado não foi voluntariamente natural. Não será verdade, mas dirão. E os atleticanos, como todos os passionais, podem até não acreditar, mas irão exclamar: “Os coxas entregaram”.
Esse ambiente de ironia e desconfiança, me fez lembrar de um fato ocorrido em 1985. Se ganhasse o 2.º turno, o Atlético seria o campeão direto do Estado daquele ano. Já havia ganho o 1.º turno. Do contrário, haveria um quadrangular. O Coritiba já estava eliminado.
Na penúltima rodada, o Atlético jogou à tarde e não ganhou em Apucarana. Bastava, à noite, no Couto Pereira, o Pinheiros ganhar do Coritiba para vencer o 2.º turno e provocar uma final. Angustiado, retornava de Apucarana com o então presidente Valmor Zimermann, no carro do atleticano Onaireves Moura. Quase chorando, perguntei: “E agora, Valmor?”. “Espere e veremos”, respondeu.
Noite fria no Couto Pereira. Os coxas gritavam “entreguem, entreguem”. Comovido pelo apelo da torcida, o grande Evangelino Costa Neves reuniu os jogadores na boca do túnel e disse: “Sei que, acima de tudo, está o moral de todos os profissionais. Mas a vontade da instituição é que o Pinheiros ganhe o título”.
De repente, se tem um jogo jogado, mordido, cavado. Os jogadores do Coritiba pareciam já se preparar para o título brasileiro, que o clube ganhou naquele ano. E 0 a 0, e a torcida coxa insistia: “Queremos o Pinheiros campeão. Entreguem”.
Quando parecia inevitável um gol do Pinheiros, para acalmar os coxas, eis que o ponta-esquerda Edson Gonzaga chuta da entrada da área, no ângulo de Toinho: Coritiba 1 x 0 Pinheiros. O Pinheiros, se não me engano, acabou empatando o jogo.
Mas não adiantou, porque no domingo, na última partida na velha Baixada, entupida por 20 mil rubro-negros, antes da desventura do Pinheirão, o Atlético ganhou do Londrina por 3 a 0 e foi campeão. Carneiro ainda gritava: “É disso que o povo gosta”, e o fez em dois gols de Camargo e um de Dicão.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Jogos do Atlético no Paranaense serão transmitidos

O site oficial do Atlético confirmou que o clube negociou com a rede Paranaense de Comunicação os direitos de transmissão de seus jogos no campeonato estadual. Ou seja, os atleticanos poderão assistir na telinha às as partidas do Furacão no interior do estado.
Segundo o diretor de Marketing do Atlético, Mauro Holzmann, o Clube aceitou ter seus jogos transmitidos na RPC e conseguiu uma proposta financeira melhor do que a que vinha sendo praticada nos últimos campeonatos estaduais. "Nós fizemos um trabalho muito bom lá com a Globo e conseguimos uma melhora financeira para a transmissão do Paranaense de 2009, por isso vamos entrar no contrato desta vez", afirmou.

Para quebrar um tabu

Que eu me lembre, o Atlético não conseguiu quebrar nenhum tabu este ano. Quase o fez contra o Vasco - pois o Furacão nunca venceu em São Januário, e estava ganhando a partida do returno até os 45 do segundo tempo. Não quebrou o tabu, mas o empate foi um bom resultado, no fim das contas.
Agora, o Rubro-Negro encara uma parada que sempre lhe foi indigesta. De quatro partidas disputadas contra o Náutico no Recife (três pelo Brasileiro e uma pela copa do Brasil), foram quatro derrotas. Detalhe que nem todos os jogos foram disputados nos Aflitos - dois deles tiveram como palco o Mundão do Arruda, estádio do Santa Cruz.
Três derrotas por 1 a 0 e uma, a do ano passado, por um humilhante 5 a 0.
Nunca marcamos um gol sequer contra o Náutico lá pelas terras de Pernambuco.
Pois a hora para se quebrar um tabu não poderia ser mais propícia.
Se o Atlético vencer o Timbu, estará na série A de 2009 e ainda disputará, na última rodada, uma vaga na sul-Americana.
Curioso é que, sob o comando de Bob Fernandes, hoje no comando do adversário de domingo, o Atlético perdeu todas as 7 partidas que disputou fora de casa. Agora, com Geninho, o Rubro-Negro não perdeu as 3 últimas (venceu uma em Floripa e empatou duas no Rio).
É, pelo menos agora não entramos mais derrotados em campo, como nos tempos de Bob. Sinal de que o tabu pode, finalmente, ser quebrado.

Mudança no estatuto

Da Gazeta do Povo de hoje:
O Atlético publicou no site oficial o seu novo Estuto Social, reformado no início do mês. Com uma alteração importante. No texto inicial, previa-se quatro anos de vínculo para que os associados concorressem nas eleições. Assim, grande parte dos sócios (cerca de 16 mil), que já não participará do pleito em dezembro (por não ter um ano de associação), ficaria impedida de ser votada também na disputa seguinte, em 2011. O Rubro-Negro reviu essa posição e agora todos os torcedores que aderiram ao plano Sócio Furacão antes de 3 de novembro terão direitos plenos daqui a três anos. Poderão concorrer e também votar na escolha do Conselho Deliberativo do Rubro-Negro.

Eleições: Geara e Malucelli cotados

Da coluna de Augusto Mafuz de hoje, na Tribuna:
"As reuniões no Atlético são diárias, em busca do comando do clube, que será eleito no dia 8 de dezembro. Para presidente do Conselho Deliberativo está indicado Gláucio Geara e para o Conselho Administrativo, Marcos Malucelli, que ficaria responsável pelo futebol. Seja quem for, Enio Fornéa Júnior e Mário Celso Petraglia integrarão o Conselho Administrativo."

terça-feira, 25 de novembro de 2008

CAP arrecada donativos para desabrigados da enchente em SC

O Atlético Paranaense iniciou nesta terça-feira a coleta de suprimentos para auxiliar os afetados pela pior enchente da história de Santa Catarina. Poderão ser doados alimentos, água, cobertores e materiais de construção no Espaço Sócio Furacão, localizado na frente da Arena, na rua Buenos Aires.
Os suprimentos serão direcionados à prefeitura de Itajaí, cidade mais atingida pela enchente e pelos deslizamentos de terra. A principal necessidade, segundo a Defesa Civil, é de água potável já que em muitos locais as redes de abastecimento estão danificadas. Na última segunda-feira, a Companhia de Saneamento de Santa Catarina doou 40 mil copos e uma empresa 15 mil litros.
De acordo com levantamento da Defesa Civil de SC, 22.776 pessoas estão em abrigos e outras 29.543 precisaram ir para casas de parentes e amigos (desalojados). O total de pessoas fora de casa chega a 52.319. Já foram confirmadas 65 mortes. No total, mais de 1,5 milhão de pessoas foram afetadas pelas chuvas.
Quatro municípios já decretaram estado de calamidade pública: Gaspar, Rio dos Cedros, Nova Trento e Camboriú. Os municípios de Blumenau, Tijucas e Brusque também informaram que irão decretar calamidade pública, mas o documento ainda não chegou à Defesa Civil do Estado.
* Do site oficial do CAP

"Náutico tem mais time que o Atlético", cutuca zagueiro do Timbu

Os jogadores do Náutico, pelo jeito, estão certos da vitória no domingo.

O zagueiro Vágner, em entrevista ao repórter Leonardo Boris, da Rádio JC/CBN, declarou que "bola por bola, o Náutico é mais time do que o Atlético e tem tudo para vencer o Furacão" nos Aflitos.

As informações são do Blog do Torcedor, do JC Online.

O sentimento parece que é comum não só aos jogadores. Para o blogueiro, "o Atlético apresentou uma certa evolução desde a vitória sobre o Sport, mas vai ter que jogar mais do que sabe se quiser arrancar pontos do Timbu nos Aflitos".

  • E aí, o que acha? Comente!

Torcemos para sofrer, e sofremos mesmo

Crônica de Cristovão Tezza publicada hoje na Gazeta do Povo:

Um osso duro para receber homenagem. Um pouco por timidez e muito por autocrítica (a sensação de que quem me homenageia está de fato levando gato por lebre), acabo ficando quieto no meu canto. Bicho-grilo anos 70, não fui nem à minha própria formatura. Mas ser homenageado pelo Atlético Paranaense, meu time do coração, isso é irrecusável.
Na verdade, peguei carona na homenagem ao Felipe, meu fil
ho. Tudo bem – a malandragem quase inocente faz parte da cultura do futebol, o pai explorando o filho, de modo que lá fomos nós, no jogo crucial contra o Vitória, onde recebemos, num encontro de uma simpatia e de uma simplicidade maravilhosas do Departamento de Imprensa do clube, uma placa muito bonita, que já está em lugar de honra aqui em casa. E mais duas camisas personalizadas e autografadas, que, junto com a placa, têm sido objeto de veneração dos atleticanos amigos, veneração regada a cerveja e a gritos em cada lance emocionante, que têm sido em grande número – é verdade que em geral mais de susto que de alegria, mas vamos levando.
E que jogo contra o Vitória! Como se repetiria contra o Botafogo, tudo certo, o time jogando razoavelmente, exceto aquele chute final que põe a bola na rede, mas que para nós se recusa a entrar. Uma tortura chinesa. Antes de começar, perguntaram ao Felipe qual seu ídolo, e ele tascou imediatamente “Alan Bahia!” – justíssimo, afinal, porque foi o Alan Bahia que fez o gol da vitória e o milésimo gol atleticano nos brasileirões, além de nos salvar, com um golaço, de uma derrota contra o Botafogo.
Mas eu acho que o verdadeiro herói atleticano desse ano, dentro de campo, foi o Galatto
, que com a ponta dos dedos vem nos resgatando de um desastre muito maior; e, fora do campo, nosso São Geninho, esse técnico extraordinário cuja misteriosa alquimia com o rubro-negro em poucas semanas transformou uma nau de desesperados em alguma coisa sólida parecida com um time de futebol e até com momentos verdadeiramente bons. O homem certo, no lugar certo, na hora certa – poderia ter sido já lá naquela fatídica terceira rodada para nos poupar de um ano tão ruim, mas nesse caso o futebol teria lógica e perderia a graça.
Parece que alguma substância masoquista faz parte inseparável desse esporte. Torcemos para sofrer, e sofremos mesmo – não é brincadeira.
Mas sofreríamos muito mais, por 2009 inteiro, se não tivéssemos o Geninho para acertar o time. Pela primeira vez levar um gol já não é derrota certa; pela primeira vez, duas vitórias seguidas; pela primeira vez, uma boa seqüência sem perder.
Ainda estamos a perigo, mas não tenho nenhuma dúvida de que nos livramos da queda.

As razões técnicas ficam para os especialistas em futebol da Gazeta, dos quais sou leitor aprendiz e atento. Falo como torcedor mesmo, dos tribais, que tentam desviar a bola para a rede só com a força do pensamento.
Cristovão Tezza é escritor e atleticano fanático.

Três anos depois, Galatto revê palco da consagração

Da Gazeta do Povo desta terça:

Se o jogo com o Náutico, no próximo domingo, no Recife, tem tu-do para ser uma verdadeira guerra pela fuga do rebaixamento, o Atlético não poderia estar melhor armado. Afinal, tem vestindo a sua camisa 1, Galatto, o goleiro que virou sinônimo da “Batalha dos Aflitos”.

Porém, curiosamente, o que se espera dele agora é justamente o contrário do que o imortalizou, atuando pelo Grêmio, no estádio do Alvirrubro pernambucano – documentado no filme Inacreditável – A Batalha dos Aflitos. “Estamos todos torcendo para que ele nem apareça, não precise fazer nada e o Atlético conquiste a vitória”, revela João Galatto, 62 anos, pai do atleta.

Em 2005, já no finalzinho da partida, Galatto defendeu um pênalti fundamental para a ascensão do Tricolor à Primeira Divisão. Cobrança de Ademar mandada com as pernas para escanteio que terminou, um minuto depois, no gol da classificação, marcado por Anderson após puxada de contra-ataque.

Ele já voltou ao palco da consagração, no ano passado, mas na reserva de Saja. “Foi uma sensação gostosa, tenho muitas recordações boas. Caminhei até a trave em que tudo aconteceu. Mas agora vai ser diferente. Jogando é outra coisa”, afirma o goleiro, que tem contrato com o Rubro-Negro até 31 de dezembro de 2011.

Com todo mundo torcendo pa-ra que não se reprise o desespero de quase três anos (completados amanhã), e Galatto titular, a única coisa que os atleticanos desejam repetição é a tranqüilidade demonstrada pelo jogador, que lhe valeu o apelido de Homem de Gelo.

Característica que ficou evidente no histórico lance da marca fatal. Quando Ademar partiu para a batida – depois de mais de 15 minutos de confusão entre os gremistas e o árbitro Djalma Beltrami, que deixou os gaúchos com apenas sete jogadores –, Galatto encostou-se ao lateral e disse: “Deus te abençoe”.

Em meio à tensão quase insuportável, o gesto calmo, completamente inesperado, desnorteou o oponente. “Quem me conhece, sabe que eu sou assim, é o meu estilo, mas sei gritar também. Estava muito concentrado, pois sabia que tinha mais tempo ainda. Espero que isso ajude mais uma vez”, afirma o arqueiro do Furacão, que antes havia visto Bruno Carvalho chutar um pênalti na trave para o Timbu, na etapa inicial.

“A mãe dele (Ivanira) até brinca às vezes, fala ‘menino, fica aí parado, quieto, não diz nada’. Meu filho sempre teve essa personalidade e isso é bom para goleiro”, conta João. No domingo, ele passará por uma pequena cirurgia na perna, o que não o impedirá de ficar na torcida. “Se não der para assistir na tevê, vou dar uma secadinha no rádio.”

Embaixada de Itajaí pede ajuda aos desabrigados

Da Furacao.com:

"Como todos devem saber está ocorrendo a pior enchente da história do Vale do Itajaí. As cidades de Itajaí, Brusque, Blumenau, Luiz Alves, Piçarras, Navegantes, Rio dos Cedros, Penha e outras estão em baixo d'água. A situação está triste mesmo. Eu mesmo fui afetado, perdendo praticamente a casa, mas graças a Deus eu pelo menos tenho condições de me recuperar. Todos estão sem água ou em racionamento, mesma coisa a luz e o gás. Assim como estamos na luta pelo nosso Atlético
Como ajudar

Peço que se puderem ajudem essa região. Trabalho na Alfa Transportes. Essa empresa atua em totalidade no RS, SC, PR e SP. Então quem puder ajudar com roupas, cesta básica, colchões procurem a Alfa na sua região. Acessem o site
www.alfatransportes.com.br e vejam as cidades pólos que a Alfa está.
Assim quando amenizar a Situação nas estradas esses mantimento podem chegar até mim. Só na empresa aqui em Itajaí existem mais de 35 funcionários (35 famíllias). No total são mais de 30 mil desabrigados em Itajaí e mais de 60 mortes no Vale.

Agradeço a todos.

O ATLÉTICO NOS UNE E A UNIÃO NOS FORTALECE."

Antonio Carlos

embaixada.itajai@atleticopr.com.br

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Decisão e batalha

Estádio dos Aflitos é marcado por confusões e maus-tratos aos times visitantes:
Atlético se prepara para uma batalha, mas não teme o inimigo.

Caros amigos atleticanos, esta será uma semana daquelas. Domingo o Furacão disputará a partida mais importante deste Brasileirão. Tá certo que, de um tempo para cá, mais precisamente desde a derrota em casa para o Fluminense, todo jogo é decisão. Mas este contra o Náutico representa ainda mais que uma final de campeonato: representa uma batalha.
Nas minhas contas, o Atlético pode decidir nesta partida sua permanência na Série A. E, pelos cálculos deste aprendiz de Oswald de Souza, um empate pode até ser um grande resultado se os coxas vencerem o Vasco. Mas como as paquitas costumam afinar na hora "H", é bom lutar por uma vitória e poder voltar a Curitiba já sossegado.
Não vai ser nada fácil.
Além do Timbu ter crescido de produção nas últimas rodadas, o estádio dos Aflitos conquistou a fama de ser um alçapão não apenas pela pressão da torcida, mas pelo péssimo tratamento dado aos times visitantes. Este ano já houve casos de agressões por parte da PM, gás no vestiário, o escambau.
A batalha tem ainda outros ingredientes. O técnico do Náutico é ninguém menos do que Bob Fernandes, aquele mesmo que esteve por aqui e largou o Atlético na porta da zona de rebaixamento. E ainda disse, sapiamente, que estava "roendo o osso" - num claro desrespeito aos jogadores que ele mesmo mandou a campo.
Mais recentemente o presidente do Timbu acusou o Atlético de tramar um conluio com o Vitória, quando os dois rubro-negros se enfrentaram na Baixada, apenas com o intuito de prejudicar o time pernambucano.
E, por fim, uma coincidência incrível: o personagem principal da primeira "Batalha dos Aflitos" que ganhou repercussão nacional, aquele famoso Náutico x Grêmio, foi justamente o goleiro Galatto, hoje um dos principais nomes do Furacão. Naquela ocasião, ele defendeu um pênalti que levou o tricolor gaúcho de volta à primeira divisão e manteve os pernambucanos na segundona.
Pois, caros irmãos rubro-negros, podem esperar: a palavra "batalha" será a mais ouvida por nós esta semana.
E que os jogadores vão com este espírito guerreiro para Pernambuco, acabem com a agonia e tragam na bagagem a vaga na série A de 2009.
Afinal, para o Atlético nada nunca foi fácil. Não é desta vez que seria diferente.

Corações a perigo

Augusto Mafuz, hoje, na Tribuna do Paraná:
Se eu morrer num próximo amanhã, por uma dessas coisas que atribuem ao coração, não culpem o Pedro Oldoni, centroavante do meu time. Um equívoco do coração a essa altura da vida pode ter vários motivos, mas todos serão simples coincidência com os gols perdidos pelo menino do meu time.
Mas, ainda, mesmo que seja de arrasto, quero levar esse amanhã para bem longe. Sei que as coisas que provocam equívocos ao coração são tão frágeis, que se alienam ao mais estranho sentimento.

Ao sentimento de um gol do menino Pedro Oldoni, por exemplo. Com um deles, o próximo amanhã ficará bem longe. E, então, as coisas do coração vão ficar em repouso.

Mas minha morte não tem importância nenhuma. Como escreveu Fernando Pessoa, “o que for como for, é que será o que é”.

Quem não pode morrer é o messiânico Geninho. Como sofre o grande homem. Dá pena vê-lo ser maltratado a cada bola rifada, a cada bola perdida, a cada gol jogado fora, a cada lance, assim primário. Geninho por não poder só chorar, chora em forma de grito.

Quem não pode morrer é Geninho. Nem amanhã nem depois de amanhã. Geninho é a realidade que o meu time precisa.

domingo, 23 de novembro de 2008

É de pequenino que se ensina aos porquinhos

Da Furacao.com e do site oficial do CAP:
Atlético bate os coxas e é campeão juvenil
O Atlético venceu o Coritiba por 2 a 1 na final do Campeonato Metropolitano Juvenil 2008 disputado na manhã neste domingo na Arena da Baixada e conquistou mais um título nas categorias de base. Na primeira partida da final, o Coxa havia vencido por 1 a 0 e, por isso, jogava por um empate neste domingo para ficar com o título.

Aos 15 minutos do primeiro tempo, o alviverde marcou o primeiro gol, através de Do Vale. Mas o Furacão mostrou sua superioridade e chegou ao empate ainda na etapa inicial, com um gol do meia Marcelinho. Aos 37 do segundo, um gol contra do zagueiro coxa-branca, no melhor estilo Berg, garantiu a virada e a vitória no tempo normal.

A decisão do título foi então para os pênaltis. Os jogadores do Atlético (Guilherme, Lucas Sotero, Jair, Dennis e Janio) acertaram todas as cobranças e o Rubro-Negro venceu por 5 a 4. O goleiro Luciano defendeu a quarta cobrança do Coritiba, do jogador Do Vale, que havia marcado o gol do coxa no tempo normal, e garantiu o título ao Atlético.

Marquinhos

O jogo marcou a despedida do técnico Marquinhos Santos da categoria juvenil. Com a contratação do novo supervisor do departamento de formação, Ricardo Drubscky, Marquinhos foi promovido ao time júnior. O novo técnico do time juvenil do Atlético será Paulinho.

Mais um pontinho e o calvário continua

A essas alturas do campeonato e com a ansiedade de se livrar de vez do fantasma do rebaixamento, o resultado pode não parecer tão bom. Mas um empate fora de casa contra um Botafogo querendo mostrar serviço não é nada mau, e o Furacão conquistou mais um pontinho precioso para se livrar da degola.
Com mais dois pontos nas duas rodadas restantes o Atlético se mantém na Série A.
O calvário continua. Próxima parada: Aflitos, no Recife, contra o Náutico.

Troféu
ZIQUITA

Alan Bahia e Netinho

Troféu
TIAO MACALÉ

Júlio César

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Por uma vitória salvadora

Do Paraná-Online:
Das sete equipes que brigam contra o rebaixamento, o Atlético é a única que pode nesta rodada atingir o número mágico de 44 pontos, que segundo os matemáticos é o suficiente para se manter na primeira divisão ado no que vem. O técnico Geninho irá repetir a mesma escalação que venceu o Figueirense e o Vitória para o jogo contra o Botafogo, neste sábado, no Engenhão.
A equipe carioca convive com muitos problemas internos. O mais grave deles é que os atletas não recebem os salários há mais de três meses. Alheio aos problemas do adversário, o pensamento do grupo rubro-negro é um só: vencer e espantar qualquer perigo de descenso. "Nós temos que jogar bem e fazer por merecer a vitória. Temos que estar tranqüilos, focados, porque não tem nada definido e ainda não tiramos o Atlético dessa situação delicada no Brasileiro", afirmou Rafael Moura, um dos destaques da equipe, ao site oficial do Atlético.
Quem está envolvido com o mundo do futebol certamente já ouviu falar na famosa "mala branca". Sobre a possibilidade de o Botafogo estar recebendo algum incentivo extra de equipes interessadas na derrota do Atlético, o He-Man acredita que jogadores profissionais não precisam de incentivo para exercer seu trabalho. "Eu prefiro acreditar que a hombridade e a vontade de jogar futebol é maior e por isso,
vamos com tudo para tentar antecipar nossa permanência na Série A", relatou Moura.
Para o volante Alan Bahia, artilheiro do Furacão com oito gols no campeonato, a equipe está crescendo de produção e o objetivo é a vitória, mesmo jogando longe de casa. "Temos a responsabilidade de ganhar. A gente sabe que será um jogo difícil, mas temos nosso objetivo que são os três pontos", destacou Alan. Segundo ele, o astral do grupo é bom e os jogadores estão passando por um bom momento dentro da competição. "Vamos repetir o time, vamos pegando entrosamento, está no final do campeonato, mas vamos pegando ritmo", analisou.
"O grupo está consciente. O time deles tem jogadores com muita qualidade, será um jogo dificil. Falta pouco para conseguir nosso objetivo", finalizou o volante.
Botafogo x Atlético. Sábado, 18h30. Ao vivo no SpotTV.

O sonho não acabou

Augusto Mafuz informa em sua coluna de hoje na Tribuna:
"Fui o 1.º a dar a notícia da relação negocial entre Coritiba e a empresa de consultoria WTorre para a construção de um novo estádio, de preferência, no Alto da Glória. Pois agora, sou o 1.º a noticiar de que o sonho está praticamente fulminado. A WTorre entendia que o seu projeto para o Alto da Glória poderia ser vendido em condições regulares de mercado. Mas agora, as condições são outras: investir em um complexo esportivo, mesmo que tenha segmentos comerciais, passou a ser um excesso. E a crise mundial, que já havia retraído investimentos prioritários, mesmo de execução inadiáveis, não permite gastos excepcionais à espera do retorno em 20 anos.
Dos sete projetos que a WTorre fez e ofereceu, só o do Palmeiras, ainda, pode ser viabilizado. E assim mesmo, porque José Serra, palmeirense de geral, colocará o governo de São Paulo para colaborar na busca dos investidores".
Mas o que Mafuz não sabe é que o sonho não acabou. O Blog da Baixada já desvendou o Plano B dos coxas. Sem a W-Torre, já fizeram contatos com duas empresas do ramo que prometem erguer um novo estádio no lugar do pinga-mijo sem custo algum para o clube: a Encol e a Cidadela.
Coxinhas e Derci: 100 anos fazendo a gente rir!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Nova dobradinha

Gigi-Onaireves, em 2007: sucessores querem manter a tradição de conchavos.
Lembram-se da patuscada coordenada pela dupla Gigi-Onaireves no ano passado com o único intuito de prejudicar os planos do Atlético? Bem, parece que agora temos uma outra "parelha": Cirino-Cury começam a mostrar que querem substituir à altura os seus antecessores.
O presidente dos coxas Jair Cirino anunciou que o clube está abandonando a Futpar - Associação das Entidades de Prática de Futebol Profissional do Estado do Paraná, entidade que reunia os 24 clubes da primeira e segunda divisão do futebol paranaense. Segundo ele, a decisão foi motivada "com o intuito de dar apoio às ações da nova gestão da Federação Paranaense de Futebol" e de seu presidente, Hélio Cury - mais um "zero à esquerda" do futebol paranaense elevado ao cargo de cartola-mor do futebol da terrinha.
Bom, nem é preciso dizer que a FPF é uma sucursal dos coxas há tempos. Se na gestão anterior o secretário comunista Ricardo Gomyde mantinha uma teta na direção da federação, agora a entidade tem um tal de André Macias na vice-presidência, um coxinha assumido que só está lá com o único objetivo de olhar para os interesses dos coxas - inclusive mantendo acesa a estapafúrdia idéia de levar uma copa do mundo para o pinga-mijo. Para se ter uma idéia das relações perniciosas, Macias também é filiado ao partido comunista, e foi candidato a vereador pela mesma chapa de Gomyde e Luizão Stelfeld.
Em correspondência enviada ao Blog do Campana, Macias faz questão de dizer que é coxinha.

Pois, em troca do apoio dos coxas, o sr. Helio Cury anda falando bobagens por aí, dando esperanças às paquitas de que podem sim tirar a Copa da Baixada. E mais: indicou o sr. Macias para fazer parte do Comitê Pró-Copa 2014.
Uma vergonha fenomenal!
Onde está a ética desta gente?
Bem, a liga foi formada para colocar os clubes à frente de importantes negociações, como contratos envolvendo a comercialização do campeonato estadual e das transmissões dos jogos por rádio, TV e internet.
Mas parece que os coxinhas, mais uma vez, vão aceitar trocar tudo isso por de migalhas, como fizeram há alguns anos à empresa "Comfiar" criada por Onaireves, unicamente com o objetivo de tentar isolar politicamente o Atlético.
É bom que a Nação Atleticana fique atenta ao está se passando nos corredores desta malfadada Federação e mostre que não vai aceitar conchavos que prejudiquem o Clube Atlético Paranaense. Disputas internas motivadas pelas eleições no clube são democráticas e importantes, mas devem ficar em segundo plano quando há um inimigo externo comum.
  • Meta a boca no trombone e mostre que estamos de olhos bem abertos! Para mandar sua mensagem à FPF, clique aqui. Ou pelo e-mail contato@federacaopr.com.br ou pelo telefone da entidade: (41) 3071-3277.

Os 30 embaixadores

Em pouco tempo, o excelente projeto das embaixadas criado pela diretoria de Relacionamento do CAP já conta com 30 embaixadores, inclusive no exterior (Lisboa, Portugal, e Oxford, Inglaterra).
A lista completa com os embaixadores e seus contatos vai ficar de forma permanente na coluna aí da direita.

O primeiro paranaense a alcançar o gol mil

Da Tribuna do Paraná de hoje:
O Atlético é o primeiro time do Paraná a completar 1.000 gols em campeonatos brasileiros da 1.ª divisão e também a 14.ª equipe do País.

A expressiva marca dos mil gols atleticanos começou com
Buião, em 1973. Depois passou pelos pés de muitos jogadores, habilidosos ou não, mas que de alguma forma ajudaram a escrever a história do Furacão.

Alan entra para a história
Com a proximidade do milésimo gol atleticano em campeonatos brasileiros da 1.ª divisão, muitos torcedores se perguntavam quem seria o merecedor de tal homenagem.
No último domingo, a marca histórica foi alcançada e o “escolhido” foi o volante Alan Pereira Costa, 25 anos, ou simplesmente Alan Bahia, jogador que tem feito boas atuações pelo Furacão e tem sido marcante na temporada, revelando inclusive uma outra face: a de artilheiro.
No Brasileirão, ele já balançou as redes oito vezes e, em toda a temporada, é o segundo maior artilheiro (11 gols), atrás apenas de Marcelo Ramos que, não veste mais a camisa rubro-negra, marcou 12 gols no Estadual.
Ontem, Alan Bahia foi agraciado com um troféu por ter gravado o seu nome na história do Furacão com o gol 1.000. A homenagem partiu dos jornais
Tribuna do Paraná e O Estado do Paraná, da Rádio Banda B e do site Furacão.com, e contou com a presença de representantes dos órgãos de comunicação envolvidos na promoção.
O prêmio está em boas mãos. Alan Bahia é o jogador do atual elenco que tem mais história no clube e se identifica com o Atlético. Em suas trajetórias, ambos vivem momentos bons, dão uma decaída, mas demonstram força para se reerguer nas dificuldades.
Assim como o clube, Alan Bahia também tem uma forte ligação com a torcida. E não é para menos. O atleta é oriundo das categorias de base do Furacão. Já atuou por 314 partidas e marcou 39 gols em 11 anos de clube.

Mafuz e a eleição de dezembro

Coluna de Augusto Mafuz desta quinta-feira na Tribuna:
Risco de Conduta
Soube que o Atlético já licencia 400 itens com a marca CAP. E que no próximo ano irá bater na casa dos 600 produtos. A notícia não me surpreendente. Ao contrário, já a tenho como antiga: o Atlético, em matéria de exploração da marca, só é superado pelo São Paulo no futebol brasileiro. Neste segmento, é a melhor administração do nosso futebol, inclusive em relação ao São Paulo, que só licencia mais por ser um dos maiores do mundo, em razão de resultados de campo.

É aí que surge uma grande contradição: o que impediu a marca CAP de crescer mais foi o desprezo com que a administração central tratou o futebol. Não o desprezo no sentido de ignorar ou se omitir, mas de praticar erros na escolha de profissionais, que diminuísse a margem de equívocos na formação de jogadores e de um grande time. Fatos que, inclusive, um espírito de renuncia que parecia não existir, passou concordar.

Alcanço a questão central do meu tema. O conselheiro Nelson Fanaya e o sócio Rato anunciam que serão candidatos nas eleições do clube no próximo dezembro. Por força dos estatutos, os dois têm a faculdade de exercer esse direito.

Mas o direito individual não significa, necessariamente, que possa ser exercido, em prejuízo do direito da torcida. O que eu quero escrever é isso: Fanaya e Rato não têm condições de exercer um cargo de comando no clube. Só para não ser injusto, me imagino com esse mesmo querer. Não teria essa condição.

Ser candidato para, simplesmente, mostrar uma reação contrária à situação atual, é temerário. Talvez, até irresponsável, porque no futebol muitas decisões são produzidas pela emoção, que estão atreladas aos resultados de campo.

O Atlético, quando ainda era de uma natureza amadora, já teve experiências terríveis, improvisando como presidente o 1.º que apareceu. Agora que se tornou um dos maiores do Brasil, não pode correr o mínimo risco.

Quero dizer mais uma coisa: Mário Celso Petraglia é ainda o mais especial, e por isso, o maior dirigente do futebol brasileiro. Seus erros históricos no futebol não o tornaram um dirigente comum. Os atleticanos, que pelos diversos motivos, é que não lhe dão o direito de errar.
O Atlético, ainda, não se tornou auto-suficiente e independente de Petraglia.
Não se pode romper uma dependência, só tendo como motivação a hipótese de mudança.
Petraglia para presidente!

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