quinta-feira, 31 de julho de 2008

Poema

Paulo Leminski, atleticano.

Essa não!

À venda nos melhores estádios do país.
O Atlético fechou um acordo judicial com os lojistas da Arena para cumprir a determinação da CBF que proíbe a venda de cerveja nos estádios. O acerto prevê que as bebidas alcoólicas só poderão ser vendidas por mais duas partidas: contra o Botafogo e contra o Náutico. Depois, só ki-suco, wimi ou fanta uva.
Aí, eu choro.

Maldição

O Atlético conseguiu perder pra filial desfalcada... Pior que, desta vez, não dá nem pra botar na conta do técnico Roberto Fernandes - o time jogou bem e Anderson Aquino, novamente, deixou de marcar na cara do gol. Em outros lances o Furacão poderia ter ampliado o placar quando a partida estava 1 a 0 pra nós... mas a bola, caprichosa, teimou em não entrar. Às vezes, parece que tudo conspira contra.
O Rubro-Negro só não está na zona de rebaixamento graças ao saldo de gols - tem 17 pontos, junto com Santos e Goiás (este último na zona de descenso).

Aliás, o Atlético está seguindo a sina de campeonatos passados: costuma passar o primeiro turno na zona de rebaixamento, ou perto dela, para se recuperar no segundo turno.
A pergunta que não quer calar é: tem sempre que esperar ir até o inferno para reagir? Não dá pra começar o campeonato com força máxima e prosseguir assim até o fim?
Mas, apesar da revolta da galera, sou um otimista e acredito numa reação.
O Atlético tem agora duas partidas seguidas em casa, contra Botafogo e Náutico. É ganhar ou ganhar!!

terça-feira, 29 de julho de 2008

Desfalque cá, desfalque lá

Amanhã Atlético e Vitória duelam para ver quem tem mais garrafa vazia pra vender. Literalmente, as garrafas de ambos estão vazias: se o Atlético não conta já há algumas rodadas com uma penca de jogadores, o Vitória não terá Dinei, Viáfara, Rodrigão e Carlos Alberto - todos pertencem ao Furacão e não estão impedidos de jogar por acordo contratual. Além destes, Marco Aurélio cumpre suspensão.
Time B por time B, o nosso pelo menos deve estar mais entrosado. Será?
Não dá é pra se acovardar e ficar só se defendendo. Quem sabe conseguimos beliscar 3 pontinhos fora de casa pela segunda vez no Brasileirão...

A bruxa está solta

O site oficial do CAP informa: "A Comissão Técnica Profissional do Clube Atlético Paranaense teve ontem a confirmação de que não terá condições de contar com atletas como Netinho, Júlio Cesar, Joãozinho, Valência e Kelly num prazo inferior ao de quatro semanas."
Oremos!

domingo, 27 de julho de 2008

Se nem a Baixada lotada resolve....

... é porque a coisa tá feia mesmo. Além de não vencer, não marcamos mais gols em casa. E olhe que os Fanáticos, e a torcida em geral, apoiaram até não aguentar mais.
Isso contra um time medonho como o Figueirense.
Aliás... não tem uma defesa pior que a do Figueira (a mais vasada do campeonato) por aí pra jogar contra o Atlético?
Simplesmente não tem mais o que dizer. É dose.
Alguém aí, em sã consciência, acredita que o Atlético vence o Vitória na quarta-feira? Nem o mais otimista dos atleticanos!
O negócio é ajoelhar e rezar pra que aconteça um milagre.
Valei-me Minha Mãe, Nossa Senhora da Salette, Padroeira do Furacão! Rogai por nós!

sábado, 26 de julho de 2008

A pior defesa do Brasileirão

Um alento para os atacantes: o Furacão encara amanhã a pior defesa do campeonato. E bota pior nisso: o Figueirense já tomou nada menos do que 30 gols em 14 rodadas deste Brasileirão.

Quem sabe assim o Atlético, que tem o terceiro pior ataque da competição, com 14 gols (apenas Santos e Sport marcaram menos do que nós), melhore seu desempenho ofensivo. E quebre o tabu de nunca ter vencido o Figueira na Arena.
Pra cima da catarinada, Furacão!

Só Julio não basta

Vendo os comentários no Fórum Furacao.com sobre o paraguaio Julio dos Santos, reparei que ele, mesmo sem saber, e apesar de estar há pouco tempo no clube, já é motivo de polêmica entre a torcida rubro-negra.
Uns acham que ele, mesmo ainda sem estar 100%, é um craque, capaz de passes precisos e de jogadas brilhantes como aquela contra o Sport, quando enfiou uma bola no travessão; outros o criticam por ser demasiado lento, por ter dificuldades em dominar a bola quando recebe os passes e por ser pouco efetivo ofensivamente.
Amado ou odiado, Dos Santos será, principalmente com a ausência de Ferreira - suspenso -, o responsável pela criação de jogadas na partida de amanhã, na Baixada, contra o Figueirense.
Roberto Fernandes ainda não revelou a escalação, mas acredito que deva manter o paraguaio na meia e colocar Anderson Aquino ao lado de Joãozinho, no ataque.
Resta saber se, precisando da vitória a qualquer custo, o treinador vai manter o 3-5-2 ou vai tirar um zagueiro para a entrada de mais um meia-cancha (Pimba ou Thiago, que volta a ser relacionado após quase um ano fora do time) ou de um terceiro atacante (Pedro Oldoni ou Wallyson).

Fosse eu o técnico, daria uma chance a Pimba ao lado de Julio. E você, como escalaria o Furacão?

Solução

Peçanha, colaborador e conselheiro do blog, observa:
- O problema é falta de testosterona? Então contrata a Rebeca Gusmão!

Concentração de renda

Segundo o blog Um olhar crônico desportivo, os clubes assinaram este mês o contrato referente aos direitos de transmissão do Brasileirão pelas emissoras de sinal fechado e, principalmente, pelo pay-per-view. O acordo, fechado para o período 2009/2011, garante aos clubes R$ 120 milhões por ano, em média. Mas o que chama mais a atenção são as novidades discutidas e aprovadas, segundo o blog, para esse novo contrato: 1) Remuneração dos clubes de acordo com seu percentual de participação nas vendas de pacotes; 2) Transferência do valor que exceder ao mínimo para a cota de premiações do Campeonato.
Ou seja, se na TV aberta já existe uma diferença gritante e absurda na distribuição do dinheiro pago pelas emissoras, o mesmo tende a ocorrer agora com a TV a cabo. Segundo o blog, este era um desejo antigo dos "grandes" clubes e enfrentava obstáculos na própria Globosat, que alegava dificuldades técnicas para fazer a venda de pacotes por clubes. Neste ano, para contornar esse problema e fazer a divisão do bolo já em 2009, a empresa fará uma pesquisa junto aos assinantes para estabelecer o percentual de cada uma das torcidas na base de compradores do pay-per-view.
O que vai acontecer, então? O óbvio: times considerados médios como Atlético, Sport, Náutico, Figueirense, Vitória, Coritiba, Goiás, que possuem torcidas regionais, vão passar a receber ainda menos dinheiro do que os paulistas e cariocas - é óbvio que no estado de São Paulo deve estar a maior base de assinantes de TV a cabo e de pay-per-view, pois é o estado mais populoso e mais rico do país. Nem precisa fazer pesquisa.
Enquanto não distribuírem os recursos do negócio futebol de forma eqüânime, haverá sempre esse apartheid no futebol brasileiro, com os ditos grandes sempre levando mais grana - por mais calote que dêem na praça, por mais impostos que tenham deixado de pagar, por menos investimento que façam em estrutura - e os ditos times médios ou pequenos se apequenando cada vez mais, ganhando um campeonato aqui, outro ali, de forma esporádica, para no ano seguinte ser obrigado a vender todo o elenco novamente atrás de migalhas.
Critica-se muito a diretoria do Atlético por ver o futebol como um negócio. Mas não é o Atlético quem está impondo isso; é o mercado. E o mercado, no caso, é extremamente bondoso com Flamengos e Fluminenses da vida e extremamente duro conosco.
Por isso, cresce, cada vez mais, a importância da torcida. Hoje, não basta mais apenas torcer. Pelo jeito, no Brasil, a participação dos fãs será fundamental na divisão do bolo. Timemania, pay-per-view, planos de sócios, é preciso participar e ajudar da forma que for possível. A torcida do Atlético está dando um ótimo apoio, associando-se em massa ao clube. Mas dá pra ajudar ainda mais. Todo o apoio é necessário, independente da fase que o time está passando.
•••
A segunda novidade sobre distribuição de valores, de acordo com o desempenho dos times, já é mais interessante - e justa. Funciona assim: o valor excedente ao mínimo garantido por contrato (ou seja, novas aquisições de pay-per-view durante o período acordado), seria destinado a uma premiação no final do campeonato. E os prêmios não estarão limitados ao campeão e vice: cobrirão do 1º ao 16º colocados. Tal como na Fórmula 1, explica o Olhar crônico, o campeão terá uma boa diferença para o vice, e deste para o terceiro, diminuindo a diferença gradativamente à medida em que vai avançando rumo ao fim da fila. Estima-se que campeão de 2008 já deve abocanhar R$ 5 milhões.
Ou seja: vale à pena investir no futebol, em jogadores que dêem o resultado dentro de campo. O retorno virá no final.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Os números não mentem

Está no UOL:

"De acordo com levantamento do Datafolha, o Furacão está entre os times de pior aproveitamento ofensivo da Série A. Em 14 jogos, marcou apenas 14 gols, média de um por jogo, ficando à frente somente de Sport (13) e Santos (12) e empatando com o Fluminense.

O Rubro-Negro tem um dos mais baixos índices de finalizações por jogo, no campeonato, conforme o levantamento. Sua média é de 11,9 chutes a gol, o que o coloca em 18º lugar no ranking, acima de Fluminense e Vasco, que dividem as últimas colocações, com índice de 10,6 finalizações.

Ao mesmo tempo em que pouco ataca, o time fica exposto aos arremates dos adversários. De acordo com o Datafolha, o Rubro-Negro sofreu uma média de 15,6 finalizações por jogo, nas primeiras 14 rodadas. Pior que o time paranaense estão apenas a Portuguesa (15,8) e o Figueirense (16,7), equipes que têm as defesas mais vazadas da competição, com 28 e 30 gols respectivamente."
Só para arrematar: fora de casa, o Atlético marcou um mísero gol em sete partidas...

quinta-feira, 24 de julho de 2008

"Faltou testosterona"


Derrota anunciada

Durante a semana, meninos, eu ouvi. Não é mentira não; eu ouvi o senhor Roberto Fernandes justificar a derrota para o Sport mesmo antes do time viajar para o Recife. Eu não quis "cornetear" antes do jogo, por isso engoli a seco as declarações do treinador e nem comentei aqui no blog. Mas as palavras foram exatamente estas: "Se o Atlético perder não será nenhuma novidade, o Atlético nunca conseguiu ganhar lá, então se não ganhar é normal e não é coisa minha".
Agora, ouço a coletiva do senhor Roberto Fernandes após a derrota anunciada e novamente ele usou o retrospecto negativo como desculpa para a vergonheira. Uma desculpa que ele já havia arrumado mesmo antes do time entrar em campo.
Repito: não sou de cornetear técnicos. Ao contrário; acho que nunca pedi a cabeça de nenhum. Mas esse episódio foi lamentável. Eu nunca tinha visto um treinador preparar o time para uma derrota anunciada.
Talvez seja por isso que os jogadores tenham entrado em campo assim, já derrotados.
* * *
Sem falar na parte tática. Fernandes sacou do time o lateral Márcio Azevedo, que era o melhor atleticano em campo.
O Atlético terminou a partida com quatro atacantes (Joãozinho, Willian, Aquino e Oldoni), mas com apenas um meia e nenhum lateral! E quem armava as jogadas para os quatro atacantes? Ninguém!
Aí, é dose.

Sinistro

Ver o Atlético jogar longe de seu estádio e de sua fanática torcida é pedir pra sofrer. Puro masoquismo. Como pode um time que joga com tanta vontade na Baixada ser tão medroso longe dela? E jogar tão mal?
Bem... a derrota de hoje para o Sport fez a água bater na bunda... o Atlético está a apenas um ponto da zona de rebaixamento... Está com 16, junto com a medíocre Portuguesa. Logo atrás, o Atlético Mineiro é o primeiro da "zona", com 15.
Algo precisa ser feito.

Rumo aos 18.000 sócios

Ainda dá pra reservar seu lugar no estádio mais temido do país. Mas corra!
O Placar do Site do Atlético informa: os sócios já ocupam 17.941 cadeiras na Baixada (o número de sócios é um pouco menor que o de cadeiras comercializadas, mas considero o número de cadeiras como o número de sócios, pois ninguém adquire uma cadeira se não tem ninguém que a ocupe; e sócio pra mim é quem ocupa, e não quem paga o boleto).
Portanto, nesta sexta-feira ou no máximo até sábado a Arena terá 18.000 lugares reservados exclusivamente para os sócios.
Restam, assim, pouquíssimos lugares.
Motivos para reservar um deles não faltam.
Domingo, o Atlético encara o Figueirense em casa. Depois, em agosto, serão nada menos do que cinco partidas na Baixada: Botafogo, Náutico, Ipatinga e Palmeiras, pelo Brasileirão, e São Paulo, pela Sul-Americana.
Corra e garanta o seu lugar!

Onde ver Sport X Furacão

Tia Lili, na Manoel Ribas: excelente pedida.
Bar da Tia Lili

Av. Manoel Ribas, ao lado do Fornão.

Bar do Toninho
Também conhecido como Mercearia Stella. Na Angelo Sampaio.
Bar do Carioca
Silva Jardim.
Moreira Lanches

Rua Erasto Gaertner - em frente à lombada eletrônica.

Ball Bull
Fica na Avenida Água Verde, 82 – pertinho da Baixada. tem ótimos petiscos, mas a gauchada tomou conta do bar recentemente.

Beck’s
Brasílio Itiberê, 3645 – também lá pelas bandas do Joaquim Américo.
Zezito’s
Um dos meus preferidos. Fica na Bento Vianna, 118 – Água Verde.
Aos Democratas
Dr. Pedrosa, 485 – Batel. Mais central e um pouco mais refinado.
Beps
Esse é pra quem mora do outro lado da cidade. Fica na rua Lívio Moreira, 443 – São Lourenço.
  • E você, tem alguma dica de boteco pra ver os jogos do Furacão? Mande sua sugestão!

Expectativa

Como diria o site oficial, estou confiante para o jogo desta noite contra o Sport.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Quem é que falta?

Essa foi enviada pelo rubro-negro Tavico Mota.
Clique para ampliar
"Fala, Guerrilheiro!

Tenho esta foto em casa dada pela minha vó Siroba (que dia 02/08 completa 98 anos). Ela foi esposa do meu vô, o Motta que jogou no primeiro time do Atlético em 1924 e foi campeão em 25. Na verdade ele já era jogador do Internacional. E um fato marcante que gosto de divulgar é que no primeiro Atletiba da história, em um torneio início, ele marcou o 2° gol nos coxas (fechando o caixão), 2 x 0 pra nós. Ele era ponta esquerda. Bem, nesta foto no verso tem a escalação, só que falta o nome de um jogador que tentei descobrir e não consegui. Queria que divulgasse pra ver quem é que falta.
Está assim:
Agachados: Haroldo, Tapir, Marrecão e Motinha (está certo).

De pé: Ari, Marrequinho, Nano, Urbino, Falcine e Maneco (falta um nome).
Fico no teu aguardo.

Abraço,

Tavico Mota"
* * *
Nota do Blog: Caro Tavico, já matei a charada. Quem está faltando é o Bororó. É o terceiro da direita para a esquerda
(entre o Urbino e o Falcine). Achei a escalação no livro Atlético, a paixão de um povo, de Valério Hoerner Júnior e Heriberto Ivan Machado. Legal saber que você é descendente do Motta e que tem o original dessa foto. Guarde para doar, um dia, ao Museu do Furacão. Espero que no futuro nosso Atlético tenha um memorial do tamanho de sua grandeza.
Saudações rubro-negras!

Nostalgia

O pequeno atleticano assiste a um treino na velha Baixada. Década de 80. Ano desconhecido. Foto enviada pelo colaborador do blog Olavo Brás.

As obras seguem

Chegaram hoje ao canteiro de obras as brocas que irão perfurar o terreno (foto). Amanhã, todo o maquinário será montado e a na sexta-feira iniciam-se os trabalhos de estaqueamento. Esta fase deverá levar cerca de 20 dias e será a base para todo o processo de construção das novas arquibancadas.

terça-feira, 22 de julho de 2008

A força da Baixada

"Sem dúvida é a Arena do Atlético Paranaense; lá parece que a torcida está dentro do campo... É muito complicado jogar lá."


Léo Moura, lateral do Flamengo e um dos melhores jogadores em atividade no futebol brasileiro, ontem, no programa Bem Amigos, do SporTV, quando questionado sobre qual é estádio do Brasil mais difícil de se jogar devido à pressão da torcida.


Não parece não, Léo Moura. Aqui o povão ENTRA EM CAMPO MESMO!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Dá pra armar uma fuzarca

O Atlético pode encerrar a fiasqueira de só perder fora de casa contra o Sport, quinta-feira, na Ilha do Retiro. O rubro-negro pernambucano, que não está nada bem no campeonato, terá três desfalques: o zagueiro César Lucena e o lateral-direito Diogo, ambos suspensos pelo terceiro cartão amarelo, e o volante Sandro Goiano, que bateu a cabeça durante a última partida do Leão e está entregue ao Departamento Médico. Na lateral, Nelsinho Batista deve escalar um velho conhecido: Luizinho Neto.
Por outro lado, o Furacão - que deverá jogar novamente com a camisa da sorte - não contará com Nei e Antônio Carlos, suspensos. Devem entrar no time Chico e Douglas Maia, que fizeram uma boa partida quando foram titulares no empate contra o Inter.
Desfalques à parte, e com todo o respeito que merece o Sport, é uma oportunidade de tirar o pijama e voltar a ganhar fora da Baixada. Embora os pernambucanos tenham um desempenho equivalente ao do Furacão jogando em casa - foram três vitórias, dois empates e uma derrota jogando na Ilha -, depois de conquistar a Copa do Brasil a coisa desandou de vez: perdeu cinco das oito partidas disputadas. E a batata do Nelsinho tá assando mais que a do Fernandes.
Então, bora lá aprontar uma fuzarca em plena Ilha do Retiro! (*)
* Fuzarca: Farra, Folia, Festança, Pagode (Michaelis). A palavra faz parte do grito de guerra da torcida do Sport: "Cazá, cazá,
cazá, cazá, cazá! A turma é mesmo boa! É mesmo da Fuzarca! Sport! Sport! Sport!

A imagem da rodada

Gallato pega o pênalti cobrado por Leandro Amaral. Foto de Orlando Kissner (clique para ampliar).
Detalhe: belíssima a camisa vermelha do goleiro.

Camisa da sorte

Joãozinho comemora seu primeiro gol com a camisa do
Atlético - mas não a rubro-negra.
(Foto: Jonathan Campos / Gazeta do Povo)

O Atlético estreou hoje seu uniforme número 3. Aquele que tradicionalmente é branco, que no ano passado tinha detalhes em preto e que agora ganhou listras vermelhas.
Se quisesse, o Furacão, como mandante, poderia ter usado seu tradicinal uniforme rubro-negro. Mas parece ter aproveitado que o Vasco veio com a camisa preta para estrear o traje reserva.
Não sei se essa foi a intenção, mas foi uma estréia de sorte. Já vi alguns uniformes reservas do Atlético serem abandonados por superstição. Aquele dourado, por exemplo - pra mim o uniforme "b" mais bacana que o CAP já teve -, foi sepultado porque o time só perdeu quando o usou.
Essa camisa "número 3" já é a mais vendida nas lojas do Atlético. E mostrou-se também ser uma camisa "pé-quente".

A força do nome

Os coxinhas estavam ganhando por 2 a 0, mas deixaram o adversário virar... sabe por quê? por causa do nome... ATLÉTICO! Tudo bem que era o genérico mineiro, mas era Atlético... e aí, a coxarada já se borrou toda.
Se as paquitas jogarem 100 vezes com o Atlético de Ibirama, perdem umas 99.
É a força do nome.

domingo, 20 de julho de 2008

A frase

“Quero agradecer essa torcida que me acolheu com tanto carinho. Vou fazer de tudo pra ajudar o Atlético nesse campeonato. Se depender de mim e se precisar dar a vida pelo Atlético, eu vou dar.”
Galatto
, goleiro do Furacão, após a vitória contra a bacalhoada.

Alívio!

Galatto pegou o pênalti cobrado por leandro Amaral.
(Foto: Jonathan Camps / Gazeta do Povo)

Após o tropeço contra o Internacional, o Furacão voltou a vencer em casa, para um público de 19 mil fanáticos torcedores. E com méritos - embora o Vasco seja um time bastante fraco e quase tenha chegado ao empate.
O Atlético esteve firme defensivamente e finalmente começou a mostrar perigo no ataque, com boas jogadas de Joãozinho e Ferreira e uma boa jornada dos laterais.
Ferreirinha, aliás, foi um dos destaques do time, ao lado de Márcio Azevedo, Valencia e Galatto. O colombiano voltou a jogar "pracacete" e, pra mim, foi o melhor em campo. No segundo tempo, quando a coisa quase ficou preta, foi o único jogador a pôr a bola no chão e levar o Rubro-Negro ao ataque.
Apesar de ter cometido um pênalti, Azevedo está entre os destaques por ter feito uma precisa assistência para o gol de Joãozinho - o primeiro do jogo -, além de ter feito ele mesmo o segundo gol. O que foge ao entendimento é como um cara capaz de fazer um cruzamento tão supimpa com a bola rolando, como foi aquele que resultou no primeiro gol, possa cobrr tantos escanteios medíocres, na altura da canela dos zagueiros adversários. Mas sobre isso volto a falar depois.
Valencia voltou a ser o leão-de-chácara da meia-cancha.
E Galatto salvou a lavoura, ao defender um pênalti quando a partida estava em 2 a 1 pra nós. Se sai aquele gol, acho que o Atlético perdia a partida. Mas não só por esta jogada: o goleiro foi muito bem e fez também outras defesas importantes.
Resumindo, o Atlético cumpriu o seu dever em casa, contra um time fraco como é esse Vasco da Gama. Mas não pode tomar o sufoco que levou, após abrir dois gols de vantagem sobre o adversário.
Agora, precisa é de uma nova vitória fora de casa. O adversário é o brioso Sport, na Ilha do Retiro. Um Sport cheio de ex-atleticanos.
Beliscar os três pontos é fundamental para o Furacão sair de vez de uma posição incômoda e passar a lutar por uma vaga na Libertadores.

sábado, 19 de julho de 2008

Pra cima da bacalhoada!

O povão atleticano vai, como sempre, empurrar o Furacão pra cima do adversário.

Furacao.com:
"A hora é de união. Os vinte mil torcedores que estarão na Arena da Baixada deverão encarnar o espírito guerreiro. Quem estiver na arquibancada não pode chegar predisposto a xingar o técnico Roberto Fernandes logo na entrada do time ou qualquer jogador no primeiro passe errado. Dar munição ao adversário não pode ser o objetivo. A velha e já conhecida frase da Torcida Os Fanáticos continua sendo fonte de inspiração: "O Atlético nos une. A união nos fortalece".
Vá ao campo pintado de vermelho e preto. Leve os seus filhos, amigos e familiares. A volta por cima do Atlético Paranaense vai começar."
Os Fanáticos:
"Há muito tempo não estamos tão unidos assim. Diretoria, torcida, time, todos estamos caminhando juntos. Precisamos aproveitar esse momento e utilizar a nosso favor. A galera tem aderido em peso ao Sócio-Furacão. A torcida tem proporcionado um espetáculo mais belo que o outro em casa. Temos jogadores para estrear e o elenco em geral é bom. Não falta nada para esta mistura começar a dar certo! Vamos nos mobilizar e começar uma reação no jogo deste domingo, contra o Vasco!"

Blog da Baixada:
"Vamos com tudo pra cima da bacalhoada, pooooooorra!"

Pato velho X pato novo

Antônio Lopes, o "Pato Velho", vai reencontrar a Baixada.
Muitos torcedores não podem nem ouvir falar em Antônio Lopes. Eu sou um dos que gosta do Pato Velho, do seu estilo delegado. Sua passagem pelo Furacão em 2005 foi quase brilhante. Mas, como técnico que se preza gosta de reinventar a roda, justamente na final contra o São Paulo ele colocou o André Rocha como titular, sacando o Alan Bahia do time. Uma erro imperdoável. Se resultado seria outro com o Alan em campo eu não sei. Mas que não se deve inventar moda numa final de Libertadores, disso eu tenho certeza.
Mas ele é, definitivamente, o treinador mais figura do futebol nacional e o mais folclórico entre os que estão em atividade. Cheio de manias, credos e superstições, sempre com suas correntinhas e crucifixos e a camisa sempre da mesma cor. Sem falar nos gritos esganiçados à beira do gramado. E quem não se lembra do teatro por ele protagonizado, quando era técnico dos coxas, e saiu rolando pelo gramado da Baixada para "segurar" o jogo na final de 2004?
Esteve de volta ao Furacão há um ano. Comandou o Atlético por 16 partidas, mas não resistiu à derrota para o Vasco por 4 a 2, em plena Baixada, pela Copa Sul-Americana, sendo demitido após o empate em 1 a 1 com o Figueirense, na largada do segundo turno – resultado que colocava o clube cada vez mais na zona de risco do rebaixamento na competição.
Naquela partida, Lopes substituiu Netinho, que era o melhor jogador em campo, por Fernando Mineiro, mantendo no jogo os fracos atacantes Dinei e Marcelo. Imediatamente, a Kyocera Arena explodiu naquele já famoso coro de "Fora, Antonio Lopes".
Realmente, esta última passagem foi péssima. Com Lopes no comando, o aproveitamento do Furacão foi de somente 31,25%. O time perdeu sete partidas, empatou outras seis e conseguiu somente três vitórias.
Na partida de amanhã, os técnicos também serão protagonistas de uma curiosidade: aos 67 anos, Lopes é o mais experiente entre os treinadores do Brasileirão. Já Roberto Fernandes, com 37, é o mais novo.
Será uma reedição do duelo "pato velho" X "pato novo".
Que dessa vez o pato novo saia vencedor. Até porque seu aproveitamento no Atlético não é muito superior ao que Lopes conseguiu no ano passado, quando acabou demitido.

Dejà vu

"A gente trabalha a semana toda, treinando bolas paradas, ai chega no jogo e toma um gol assim, é f..."
Não, ninguém falou isso depois da partida de quarta, contra o Cruzeiro. O desabafo foi feito há exatamente um ano, pelo goleiro Guilherme, após a derrota do Atlético para o lanterna América de Natal, pelo Brasileirão.
No primeiro turno do campeonato o Atlético não ser encontrou. Só levou bucha.
Mas chegou um momento em que o time se acertou, a sorte também começou a nos sorrir e o Atlético começou a vencer.
Esse momento sempre chega. Tem sido assim há anos.
Em 2007, tivemos que sofrer durante todo o primeiro turno.
Este ano, que a virada comece antes. De preferência amanhã, contra o Vasco.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Furacão no azul

Apenas seis clubes brasileiros não fecharam 2007 no vermelho, segundo levantamento publicado hoje no Globoesporte.com. Veja a arrecadação e os gastos de cada um no ano passado:
O FATURAMENTO DOS CLUBES EM 2007 (em R$ mil)

Receita Gastos Balanço
São Paulo 190.081 186.233 3.848
Internacional 155.881 136.953 18.928
Corinthians 134.627 157.891 -23.264
Grêmio 109.031 94.333 14.698
Flamengo 89.499 148.732 -59.233
Palmeiras 86.290 110.479 -24.189
Cruzeiro 77.650 80.500 -2.850
Juventude 62.147 51.572 10.575
Atlético-MG 58.326 85.909 -27.583
Atlético-PR 54.091 52.492 1.599
Santos 53.102 89.714 -36.612
Vasco 51.079 60.331 -9.252
Botafogo 41.160 44.893 -3.733
Fluminense 39.335 178.792 -139.457
Paraná 24.910 25.298 -388
São Caetano 23.252 23.467 -395
Barueri 21.004 18.995 2.009
Náutico 19.561 23.853 -4.292
Figueirense 18.981 19.467 -486
Coritiba 14.916 26.324 -11.408
Vitória 11.215 20.582 -9.367

Coisas que nunca devemos fazer

Por Mauro Singer:
Seguindo a linha “ajudando aos nobres leitores”, segue relação com atitudes que não podemos tomar, pelo menos na frente dos outros:
1 - Dedo no nariz, principalmente ao volante do automóvel, quando pensamos estar em segurança pela escuridão da película do vidro. Sempre tem um enjoado ao lado que fica nos julgando.

2 - Campeonato de arrotada na frente das meninas. Nada melhor do que expelir os gazes estomacais via aérea, logo após um belo refrigerante. Porém algumas madames fazem carinha feia ante essa bela competição. Deve ser porque elas também queriam participar mas têm vergonha porque não alcançariam o pódio.

3 - Tirar atacante e colocar cabeça de área. SEMPRE DÁ CAGADA.

4 - Encher a cara de cachaça e ficar falando : “me queira bem que não te custa nada”.

5 - Olhar a bunda da mulher do amigo quando ele está perto de você. Melhor do que todos, ele sabe a potencia do turbo. Então não adianta dar aquela virada de pescoço, se fingindo de vitima da torcicolo. Ele sabe que é tudo disfarce para dar uma olhada na delícia.

6 - Tirar atacante e colocar cabeça de área. SEMPRE DÁ CAGADA.

7 - Chamar a sogra de mãezinha. A vampira sabe que é falsidade.

8 - Nunca pergunte para o sujeito que você não vê faz tempo se ele lembra quem você é. Ninguém lembra da gente depois de algum tempo.

9 - Tirar atacante e colocar cabeça de área. SEMPRE DÁ CAGADA.

10 - Querer dar uma de modernão na frente do futuro sogro e dar uns pegas mais fortes na eleita. Você corre o risco de tomar porrada ao mínimo descuido.

11 - Tomar água e expeli-la pela fresta dos dentes, brincando de chafarizinho. Que é bacana e gostoso se sentir uma mangueirinha não tem dúvida, mas alguns idiotas têm ciúmes de suas qualidades hidráulicas.

12 - Tirar atacante e colocar cabeça de área. SEMPRE DÁ CAGADA.

13 - Nunca faça confusão com profissionais do sexo em seu local de trabalho. O que elas querem é justamente uma chance pra fazer um escândalo e te tomar uma graninha rapidinho para não continuar com os gritos.

14 - Não adianta colocar meia soquete dentro do calção na praia, para parecer mais maludo. As pequeninas conseguem perceber que o volume é artificial.

15- Tirar atacante e colocar cabeça de área. SEMPRE DÁ CAGADA.

16- Em caso de dúvida, não exite em tomar viagra. Ta todo mundo tomando mesmo e nesse jogo não tem anti-doping.

17-18-19-…………………..636-637-638………1725… TIRAR ATACANTE E COLOCAR CABEÇA DE ÁREA. SEMPRE, SEMPRE, SEMPRE, SEMPRE, SEMPRE... TERMINA
EM UMA ENORME CAGADA!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Química

Considero Geninho um bom técnico. Por aqui, é até idolatrado. Durou quantas partidas no comando do Botafogo?
Também acho o Cuca um bom treinador, manteve o Botafogo sempre nas cabeças por um bom tempo. Durou quantos jogos no Santos?
Não tenho nada contra o Roberto Fernandes. Um cara jovem, trabalhador, fez um bom trabalho no Náutico. Chegou no Atlético e eu o elogiei por armar o time de maneira ofensiva. Chegou a jogar com 3 atacantes em alguns jogos - algo que eu não via desde 1990 no Furacão!!!
O problema são os resultados. É aquela química: ou dá certo no clube, naquele determinado momento, ou não dá. Cuca não deu certo no Santos; Geninho não deu certo no Botafogo.
Também sou contra ficar mudando de treinador a cada mês. Está mais do que provado: os times que sempre estão na ponta da tabela são aqueles em que os técnicos estão há muito tempo no comando, que conhecem bem o elenco. E que têm, é óbvio, esta química com o clube. Justamente por isso, o Atlético não deveria nem ter demitido o Ney Franco. Mas já o fez, isso é uma outra história. Agora, precisa de alguém que dê certo.
O aproveitamento do time com Fernandes no comando é terrível. Pode dar certo ainda? Sim, pode. Mas precisa começar já, contra o Vasco, no domingo, porque o tempo está se esgotando e a zona do rebaixamento com as portas escancaradas.
No domingo, caro Fernandes, a fanática torcida vai estar lá para apoiar o Furacão, como sempre. Vamos empurrar os jogadores pra cima do bacalhau. Mas esperamos em troca um time que jogue com raça, pra cima, que não erre tantos passes, que ofereça um mínimo de perigo nos escanteios a seu favor, que chute a gol à exaustão e que ganhe bem a partida.
O tempo está acabando e a paciência do povão está no limite.

A versão de Fernandes

Acabo de ouvir a coletiva do técnico Roberto Fernandes e ele alega que: 1) tem um caminhão de gente no DM, como Júlio César, Netinho e Pedro Oldoni; 2) Ele está tirando o máximo que pode da garotada - Anderson Aquino, Chico, Douglas Maia, Wallyson, etc, e que tem como opção no banco apenas estes jogadores recém-promovidos da categoria de base; 3) Ele ainda não pode contar com reforços como Kelly e Rafael Moura.
Ou seja, indiretamente, está dizendo que o elenco, no geral, é bastante inexperiente - apesar de contar com Danilo, Ferreira, Dos Santos e Antônio Carlos.
É mesmo dura a vida de treinador, mas há aqueles que fazem de um limão uma limonada.
Hoje, Fernandes não inventou.
Mas também não venceu...
Triste sina.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Comentar o quê?

Comentar o quê de um time que em SEIS partidas fora de casa marcou apenas UM mísero gol?
Ah, mas hoje o Atlético não merecia perder!!!! É, como não merecia perder para a Lusa... nem para o Grêmio, pois foi roubado! E para o Palmeiras, quanta injustiça! Não merecia perder pra ninguém!!! Mas porra, um time que não marca gol nenhum vai ganhar de quem? Do time do asilo?
Não vou fazer nenhuma análise técnica, nem tática, sobre a partida de agora há pouco contra o Cruzeiro.
Nem vou analisar se Roberto Fernandes é bom ou mau técnico.
Mas não deu certo, fazer o quê?
O Atlético está hoje na 15ª posição, com 13 pontos conquistados em 12 partidas, a dois míseros pontos da zona de rebaixamento.
Só que dois times que estão atrás na tabela jogam amanhã: Atlético-MG (com 12 pontos) e Goiás (com 11). Graças a Deus, ambos jogam fora de casa. E ainda bem que Santos e Fluminense perderam hoje.
Não dá pra se desesperar, ainda tem muito campeonato pela frente, mas o que esse time está fazendo com a torcida é sacanagem. Ainda mais num ano em que os atleticanos já compraram quase 20 mil cadeiras na Baixada - que, orgulham-se os dirigentes no site oficial, tem "a maior taxa de ocupação do país".
O que fazer? Não sei.
Tragam o Geninho, o Cuca, o Parreira, o Luxemburgo, o Felipão, qualquer um que tenha o mínimo respeito dos jogadores e dos adversários (como sempre, outra aposta em um técnico "emergente" não deu certo, e agora vão ter que abrir os cofres pra trazer alguém mais experiente - e caro).
E, de preferência, tragam um craque. Um lôco qualquer.
Porque esse time está pra lá de previsível.

Edinho volta ao Atlético, agora como consultor técnico

Edinho e Petraglia: de volta ao
Furacão, agora como consultor.

Edinho Nazareth Filho está de volta ao Atlético. Em 2005, ele foi contratado para o cargo de treinador e acabou tendo uma "passagem-relâmpago" pelo clube. Após uma semana, foi campeão paranaense em cima dos coxas. Menos de um mês depois, uma goleada sofrida em casa para o América de Cáli, pela Libertadores, decretou sua demissão do cargo.
Agora, ele volta com outra função: será consultor técnico do futebol do Atlético, segundo divulgado pelo site oficial do CAP, "com o intuito de ajudar a fazer um grande time capaz de ganhar títulos em todas as categorias, principalmente no time principal". Ele também terá como atribuição angariar parceiros nacionais e internacionais para os projetos de formação de atletas.
Edinho é um cara trabalhador, conhecedor de futebol, já passou por grandes clubes e tem o respeito da mídia nacional.
Me parece ser uma boa.
E você, o que acha? Opine!

Timemania: dá pra melhorar

Chegamos ao 20º concurso da Timemania. O Atlético segue como time paranaense mais apostado na nova loteria. Mas ainda muito abaixo na classificação geral, na 18º posição, com 351.129 apostas. É importante, como todos sabem, se manter sempre entre os 20 primeiros. Mas dá pelo menos para brigar com Fortaleza, Goiás e Sport pela 15º colocação. Já vi muito torcedor dizer que não gosta de apostar e ponto final. Mas se todo rubro-negro que apostasse na Mega-Sena, por exemplo, aproveitasse o embalo para fazer uma fezinha na Timemania, a colocação do Furacão melhoraria muito. Espero também que o Atlético continue com promoções vinvuladas à nova loteria. Uma sugestão é sortear algumas camisas oficiais do CAP e outros produtos durante os jogos, apenas para aqueles torcedores que levarem um comprovante de aposta daquela respectiva semana.
Aliás, prêmio da Timemania desta semana acumulou. O próximo sorteio será neste domingo (20 de julho) e a loteria pagará cerca de R$ 2 milhões. Portanto, aposte apostando e marque o Atlético Paranaense como Time do Coração.
Confira a classificação da Timemania:

  • 20º CONCURSO

Colocação

Time

UF

Nº de Apostas

Percentual

FLAMENGO

RJ

102.962

8,48%

CORINTHIANS

SP

75.283

6,2%

PALMEIRAS

SP

57.803

4,76%

SAO PAULO

SP

51.442

4,23%

GREMIO

RS

50.961

4,19%

SANTOS

SP

47.482

3,91%

INTERNACIONAL

RS

44.787

3,69%

VASCO DA GAMA

RJ

40.892

3,36%

CRUZEIRO

MG

36.058

2,97%

10º

BOTAFOGO

RJ

32.941

2,71%

11º

FLUMINENSE

RJ

32.846

2,7%

12º

ATLETICO

MG

29.133

2,4%

13º

BAHIA

BA

27.140

2,23%

14º

VITORIA

BA

19.698

1,62%

15º

FORTALEZA

CE

16.799

1,38%

16º

SPORT

PE

16.384

1,35%

17º

GOIAS

GO

15.188

1,25%

18º

ATLETICO

PR

15.008

1,23%

19º

CORITIBA

PR

14.831

1,22%

20º

CEARA

CE

13.713

1,13%


  • ACUMULADO- 20 CONCURSOS

Colocação

Time

UF

Nº de Apostas

Percentual

FLAMENGO

RJ

2.824.977

8,6%

CORINTHIANS

SP

2.218.838

6,8%

PALMEIRAS

SP

1.718.279

5,2%

SÃO PAULO

SP

1.574.437

4,8%

SANTOS

SP

1.364.775

4,2%

GRÊMIO

RS

1.291.820

3,9%

INTERNACIONAL

RS

1.132.881

3,4%

VASCO DA GAMA

RJ

1.115.807

3,4%

CRUZEIRO

MG

958.897

2,9%

10º

BOTAFOGO

RJ

927.289

2,8%

11º

FLUMINENSE

RJ

860.848

2,6%

12º

ATLÉTICO

MG

780.264

2,4%

13º

BAHIA

BA

700.768

2,1%

14º

VITÓRIA

BA

451.200

1,4%

15º

GOIAS

GO

416.912

1,3%

16º

SPORT

PE

416.198

1,3%

17º

FORTALEZA

CE

410.562

1,2%

18º

ATLÉTICO

PR

351.129

1,1%

19º

CORITIBA

PR

338.445

1,0%

20º

TREZE

PB

334.370

1,0%