sexta-feira, 6 de junho de 2008

Sócio poderá ceder cadeira para o clube quando não for ao jogo

Está na Tribuna do Paraná de hoje:
Atlético planeja novas alternativas para associados

Cahuê Miranda e redação Tribuna

Com a adesão maciça da torcida, a perspectiva de uma Baixada lotada só pelo sócios é real e deve acontecer em breve. Mas o Atlético não teme se tornar um clube exclusivo para associados. “A idéia é vender tudo”, confirma Sousa.

Como nem todos os sócios comparecem em todos os jogos, o Atlético já se preocupa em evitar uma situação inusitada: lugares vazios no estádio e bilheterias fechadas. “Nos baseamos no modelo do Barcelona, em que o sócio que não vai ao jogo liga para o clube e coloca seu lugar à disposição. O valor da venda do ingresso é rateado entre o clube e o associado. Estamos trabalhando, mas sem pressa”, explica o diretor atleticano.
Se os lugares acabarem, o clube não pensa em fechar as portas para novos sócios. “Com certeza lançaremos um plano que desvincule a associação do direito a um lugar. Esses sócios terão prioridade na compra dos ingressos liberados pelos sócios titulares de cadeiras”, revela Sousa.

Acho uma boa. Por exemplo, comprei uma cadeira para meu filho. Mas não é sempre que posso levá-lo ao jogo. E, como é um "sócio-menor", não posso repassar o smart-card para algum amigo meu. Então, por que não dar ao clube a oportunidade de vender o lugar quando o guri não puder ir?
Quando todos os lugares estiverem comprados pelos sócios, esses lugares cedidos farão uma bela diferença e serão a única oportunidade de não-sócios irem aos jogos.
Excelente idéia.

Um comentário:

Sabine Klimt disse...

ahh tb gostei!!!Acho um tremendo desperdício, quando não posso ir (sou sócia ausente), minha cadeira lá vazia e tanta gente querendo ir. Não posso ir a todos os jogos então escolho os que mais me interessam, o que, consequentemente, são os que mais interessam a todos. Por isso mesmo isso deve ser muito bem feito, pra eu não correr o risco de ficar de fora dos jogos que mais quero ver por causa de uma falha na comunicação.