quarta-feira, 11 de junho de 2008

O número 1

Vocês lembram do "número 1" do esquema do técnico Zagallo na Seleção Brasileira? É mais ou menos isso que o técnico Roberto Fernandes espera do colombiano Ferreira, que entra em campo já no próximo sábado se a documentação estiver OK. É o que diz reportagem da Gazeta do Povo desta quarta:
Fernandes admite transformar Ferreira em Acosta da Baixada

Liberado a partir de hoje do contrato de empréstimo ao Al-Shabab, dos Emirados Árabes Unidos, se depender do técnico Roberto Fernandes o meia Ferreira tem reestréia garantida já no próximo sábado, diante da Portuguesa, no Canindé. Resta apenas definir que posição o colombiano irá ocupar em seu retorno ao Furacão.

“Se tudo correr dentro da normalidade, o Ferreira vai jogar. Ele é praticamente um jogador da casa, que foi ali e fez uma escala na Arábia, já está totalmente ambientado”, diz o técnico Roberto Fernandes. A “normalidade” na palavra do treinador é a questão burocrática do contrato, que não deverá ser impedimento. Assim, o importante é encontrar o lugar do baixinho. Dúvida que não se resume ao número da camisa de Ferreira, se a 11 ou a 8, por exemplo. Nem mesmo se ele jogará no meio-de-campo ou no ataque.

O que todos querem realmente saber é se pode estar surgindo uma espécie de Acosta da Baixada. No ano passado, como técnico do Náutico, Roberto Fernandes teve papel importante no ótimo desempenho do uruguaio no clube pernambucano. O atual atleta do Corinthians foi o vice-artilheiro do Nacional de 2007, com 19 gols.

“Para eu dar essa mordomia para o Ferreira, de jogar com total liberdade, ele terá que fazer o que Acosta fez, a diferença. Terá que armar, criar. Farei o que estiver ao meu alcance para ajudar no trabalho dele”, aponta Fernandes. Definição que deve ficar mesmo para o final da semana. E depende de alguns ajustes, o chamado “problema bom” para montar o time. Além de Ferreira, o Furacão passa a contar também com o lateral-esquerdo Márcio Azevedo.

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