segunda-feira, 30 de junho de 2008

Artilheiro

Contra os coxas, Alan marcou seu terceiro gol no Brasileirão.
Você sabe quem é o artilheiro do Atlético neste Brasileirão?
O guerreiro volante Alan Bahia, com 3 gols. Tá mesmo feia a coisa no ataque...

domingo, 29 de junho de 2008

Porcarada quebra cadeiras da Baixada

Segundo informações das rádios, a porcarada que esteve na Baixada mostrou novamente toda a sua irracionalidade suína ao quebrar e arrancar cadeiras da Baixada e até mesmo arremassá-las no gramado.
Incrível, o clube dá todas as condições para o local dos visitantes e os imbecis agem assim.
Talvez seja melhor fazer como eles fazem no chiqueiro: tirar as cadeiras do local dos visitantes. Não sabem ser civilizados, sentem a bunda no concretão gelado.

Um péssimo empate

O Atlético fez um excelente primeiro tempo, mesmo parecendo estar jogando com nove jogadores: Wallyson e Marcelo Ramos não pegaram na bola.
No segundo tempo, os coxinhas acertaram a marcação e o Atlético pouco fez. Mesmo assim, e jogando com um a menos (Valencia foi expulso corretamente), abriu o marcador aos 37 do segundo tempo com o guerreiro Alan Bahia, de pênalti.
Com a vitória nas mãos, o Atlético vacilou novamente num escanteio, de forma inadmissível, e tomou um gol de cabeça, de dentro da pequena área. Depois, tal como na final do Paranaense, não teve disposição nem forças para reagir após o gol.
Com o resultado o Furacão caiu para a 12ª posição, a apenas 3 pontos da zona de rebaixamento.
Detalhe: em seis jogos no comando do time, Roberto Fernandes conseguiu apenas uma vitória. A torcida tem aprovado o trabalho do técnico e está tendo paciência e boa vontade, mas é preciso começar a mostrar resultados. Com urgência, porque a coisa ficou feia e a pressão, a partir de agora, vai ser grande.

O reencontro com Ferreira

A torcida atleticana vai se reencontrar nesta tarde o colombiano Ferreirinha, após cinco meses. Justamente no Atletiba. Nos último clássico que disputou, no primeiro turno do Paranaense, ele marcou um golaço. Aliás, ele balançou as redes nos dois atletibas que teve a oportunidade de disputar. Que consiga repetir a dose hoje!
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O domingão terá uma reestréia e uma estréia: Galatto será titular pela primeira vez diante da torcida.
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O Atlético está praticamente definido para o jogo de logo mais. Pelo que informam os jornais, o técnico Roberto Fernandes deve manter o 4-4-2, com Danilo e Antônio Carlos na zaga e Valencia e Alan como volantes. Eu, particularmente, acho o 5-3-2 um bom esquema, o qual sempre caiu bem no Furacão - na final do Paranaense, por exemplo, na vitória por 2 a 1 contra os coxas, o Atlético jogou com três zagueiros e dois volantes, mas nem por isso deixou de atacar e pressionar o adversário. Até porque temos atualmente, no elenco, dois alas que sabem atacar.
Por outro lado, o esquema de Fernandes parece abrir a possibilidade de reeditar um "quadrado mágico", com Netinho, Ferreira, Julio Cesar e Marcelo Ramos - embora este esteja devendo uma boa apresentaçlão neste Brasileirão.
As dúvidas de Fernandes ainda são Netinho e Julio Cesar, que poderiam ficar de fora por contusão. Caso estejam liberados, o time para enfrentar os coxinhas será este:
Galatto, Nei, Antônio Carlos, Danilo e Márcio Azevedo, Valencia, Alan Bahia, Ferreira e Netinho; Júlio César (Willian) e Marcelo Ramos.
E aí, o que você acha deste time?

sábado, 28 de junho de 2008

E não é que os porcos são mesmo porcos?

Eu pensava que chamar os coxas pela alcunha de "porcos" era apenas uma zombaria, mas na verdade a analogia é plenamente justificável e, mais que isso, comprovada cientificamente.
Chegou-me às mãos um exemplar do livro Curitiba e suas variantes toponímicas, do renomado professor e pesquisador Francisco Filipak, mestre em Letras pela UFPR e membro da Academia Paranaense de Letras. A obra mostra, definitivamente, que chamar os torcedores do time verde de suínos não tem nada de pejorativo e que o termo "coxa porco" é, na verdade, uma redundância:

Ou seja, pode chamar os coxas de porcos mesmo, sem problema algum. Estaremos apenas fazendo jus à história do rival. Isso sim que é tradição!!!!
Portanto, amanhã, na Baixada, vamos pra cima da porcarada!

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Kelly está voltando

Da Gazeta do Povo Online:
A “novela” foi longa, mas o meia Kelly será mais um reforço do Atlético Paranaense a partir da próxima semana. Depois de reuniões e conversas entre o jogador, o seu procurador, Luiz Gustavo Manhães, e o presidente do Conselho Deliberativo rubro-negro, Mário Celso Petraglia, ficou acertada a volta do jogador de 33 anos ao Furacão. O anúncio oficial só deve ocorrer na próxima segunda-feira, após o retorno de Petraglia a Curitiba (o dirigente está viajando) e a assinatura do contrato até o final deste ano.

A imagem

Observado por Djalma Santos, Bellini repete o gesto que ficou para a história
com uma réplica da taça Jules Rimet. Ambos jogaram no Furacão.
Onze atletas campeões do mundo de 1958 foram homenageados nesta quinta-feira pelo presidente Lula, no Palácio do Planalto.
Entre eles, dois jogadores que defenderam o Atlético: Djalma Santos e Bellini.
E, numa daquelas coincidências que só acontecem com o rubro-negro, domingo, no dia em que a conquista completa meio século, o Atlético, que teve dois campeões do mundo daquele ano em suas fileiras, receberá na Baixada o filho sueco de Mané Garrincha, Ulf Lindberg Henrik, que dará o pontapé-inicial no Atletiba.
Ulf está em Curitiba a convite de Arlindo Ventura, o popular Magrão, dono do já tradicional O Torto - um bar na rua Paula Gomes, centro de Curitiba, adornado com cerca de 250 retratos do mulato de pernas tortas.

Atletiba literário

Já que estamos em semana pré-Atletiba, que tal um duelo entre escritores atleticanos e coxinhas?
ATLETICANOS

Dalton Trevisan


— Que tanto chora e treme e se desespera? O que tem de mais? Pensa que é a primeira? E a única? Nem é tão ruim assim. Algumas bem que gostam. Uma ruiva, quando eu saía, pediu que voltasse. E quis me dar uma rosa ou cravo, sei lá.
Ofendido e gaguejando.

— Mas eu avisei: "Macho não ganha flor."

Me olhou de soslaio.

— O que eu quero...

Enxugava a cara molhada de suor — e sem tirar o óculo escuro.

— ...vou lá e me sirvo.

Jogou a toalha num canto.

— Ah, se eu tivesse tempo. Porra. Já te ensinava o que é bom. Porra.

Uma hora tinha se passado. Uma hora que, no relógio parado da memória, se repetiria em mil horas inteiras de tortura e terror. E pelo resto da vida quantas vezes seria eu, indefesa no sonho, o pasto de tal bicho espumante de raiva?

Afinal ele parava de tentar. E fechou o zíper da calça.

Paulo Leminski

"esta vida é uma viagem
pena eu estar
só de passagem"

* * *
"CHUTES DE POETA
NÃO LEVAM PERIGO À META"
* * *
"quero a vitória
do time de várzea
valente
covarde
a derrota
do campeão
5 X 0
em seu próprio chão
circo
dentro
do pão"

Cristóvão Tezza

"A idéia da paixão é poderosa não pelo que ela tem de egoísta, de auto-satisfação, pelo isolamento terrível que contém; a idéia da paixão é grande porque melhora o mundo inteiro. É uma idéia que põe uma finalidade nas coisas e uma ética no mundo. A paixão nos esparrama. A paixão nos distribui, como o pão de Cristo, apenas trigo, sem Deus - e sem sofrimento, porque estamos fartos dele, há que se tirar essa gosma dos séculos das nossas costas. E chega de retórica."


COXINHAS

• René Simões

"Minha primeira pergunta ao Juninho era por que ele estava na enfermaria se todos no Coritiba tem plano de saúde da Amil?! Ele falou que o Dr.Valmir tinha estado lá pela manhã e disse-lhe que providenciaria a troca para o quarto. Disse-lhe que ficasse tranqüilo, pois eu não sairia de lá antes que ele fosse removido para um quarto particular."

(!!!!!)

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Como é bom ser atleticano!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

É campeão!!!

Patrick, o artilheiro dos juniores.
(
Foto: Roberto Souza/site oficial)
Num aperitivo para o clássico de domingo, o Atlético venceu o Coritiba por 1 a 0 na tarde de hoje e sagrou-se campeão da Copa Tribuna de Juniores. O gol foi marcado pelo atacante Patrick, artilheiro da competição. Mais de oito mil atleticanos fizeram sua aposta na Timemania e assistiram à decisão na Arena.
É isso aí, gurizada! É de pequenino que se ensina a coxarada!
Vale recordar que no ano passado o time juvenil do Furacão, o "Furacãozinho", já havia conquistado o título estadual em cima das paquitinhas, com uma humilhante goleada por 5 a 1, também na Baixada. É o surgimento de uma nova geração, uma geração vencedora, que mantém a hegemonia conquistada pelos profissionais: nos últimos três Atletibas realizados pelo Campeonato Brasileiro, por exemplo, o Rubro-Negro foi vencedor; este ano, dos três Atletibas disputados no campeonato estadual, o Furacão venceu dois.
E vamos em busca de mais uma vitória no domingo!

quarta-feira, 25 de junho de 2008

A palavra de quem sabe

Do ex-jogador Tostão, em sua coluna publicada em diversos jornais do país nesta quarta-feira:
"Continua o enorme número de faltas e pênaltis no futebol brasileiro. Dois dos três pênaltis marcados a favor do Grêmio contra o Atlético foram absurdos. O problema não é de diferença de estilos nem de critérios da arbitragem no Brasil e na Europa. É de incompetência, de quem conhece regras, mas não conhece nada sobre um jogo de futebol."

Joãozinho liberado!

O atacante Joãozinho foi liberado hoje pela CBF e já pode fazer sua estréia pelo rubro-negro. Acredito que estará pelo menos no banco de reservas no Atletiba de domingo e será uma ótima opção para o técnico Roberto Fernandes. Aliás, será que o treinador deve manter o esquema com três atacantes contra os coxas? Opine!

Uma fezinha e um programão

Boas idéias precisam ser exaltadas. Amanhã, às 15 horas, na baixada, um Atletiba decide a Copa Tribuna de Juniores, na Baixada. O ingresso: apresentar uma aposta da Timemania onde esteja escolhido o Atlético como "Time do Coração".
Ou seja: você faz uma fezinha, ajuda o CAP e ainda garante um ótimo programa para quinta à tarde. Pena que o horário não ajuda muito; bem que a partida poderia ter sido marcada para as 19 horas ou até mesmo para sábado de manhã...
A primeira partida da decisão, no Couto Pereira, acabou empatada em 1 x 1. Agora, quem vencer leva o caneco.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Ainda sobre o balanço

Reportagem da Gazeta do Povo de hoje sobre o balanço patrimonial do CAP destaca a valorização de quase R$ 100 milhões do patrimônio rubro-negro em relação ao ano anterior (incluindo a Arena e o CT do Caju). Na verdade, o salto nos valores é fruto de uma avaliação atualizada do patrimônio, explica ao jornal o presidente do Conselho Gestor, João Augusto Fleury da Rocha.

Trata-se de um ativo imobilizado, que serve para mostrar aos atleticanos a importância e o resultado de tanto investimento em infra-estrutura. O valor não tem caráter econômico ou especulativo, já que o clube jamais irá vender a Baixada ou o CT.
Ter um patrimônio de R$ 145 milhões é motivo de orgulho para todos os atleticanos. Motivo também para que todos os torcedores zelem por este patrimônio.

Demorou...

O site Parana-Online informa que o o Superior Tribunal de Justiça Desportiva intimou o Atlético a prestar esclarecimentos sobre a venda de cerveja na Baixada. Recentemente, a Associação de Lojistas da Arena conseguiu uma liminar junto à Justiça Comum que permite aos comerciantes a venda do produto dentro do estádio. A CBF, segundo o site, já tentou a cassação dessas liminares.
O procurador geral do STJD, Paulo Schmidt, disse ao veículo que o Atlético tem até esta quinta-feira (26) para explicar porque permite a venda de cerva dentro do seu estádio. Schmidt ainda afirmou que é responsabilidade do Atlético cassar essas liminares. “A CBF determina que os clubes não podem comercializar bebidas (alcoólicas), e não os bares e restaurantes. Então é obrigação do Atlético de impedir que isto continue acontecendo. Os únicos estados em que isso ainda acontece é no Paraná e no Rio Grande do Norte. Temos que acabar com isso”, complementou Schmidt.
Essa frase do próprio procurador, em negrito, me chamou a atenção. Afinal, o Atlético não vende cerveja. Quem vende são os bares que têm contrato com o clube...
O diretor jurídico rubro-negro, Marcos Malucelli, disse que até antes do prazo estipulado o Atlético irá apresentar a sua defesa. “Não posso adiantar o que iremos fazer, mas estamos preparados”, afirmou. Segundo ele, é a CBF que tem que tomar providências em relação ao caso, e não o Atlético. “Nós estamos seguindo uma determinação da Justiça Comum. O Atlético não é parte do processo, e sim a CBF”, salientou.
Ricardo Teixeira, presidente da CBF, saboreia uma
bera gelada. A idéia de proibir a bebida nos
estádios foi dele. Mas pra ele tanto faz, afinal ele
não freqüenta estádios de futebol mesmo!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Saiu o balanço

O Atlético publicou hoje em seu site oficial o Balanço Patrimonial referente ao exercício de 2007, auditado pela Moore Stephens Brasil. Não entendemos bulhufas de contabilidade, mas dá pra fazer a seguinte (e primitiva) leitura:
  • A receita operacional total caiu de R$ 62,7 milhões em 2006 para R$ 53,4 mi no ano passado.
  • A principal queda na arrecadação deu-se na transferência de atletas: R$ 37,2 mi em 2006 contra R$ 29,3 mi em 2007.
  • Sem contar a negociação de atletas, portanto, a receita do Atlético em 2007 foi de R$ 24,1 milhões.
  • As despesas foram de aproximadamente R$ 52 milhões - incluindo os custos de atividade e a aquisição de atletas.
  • O resultado final do ano resultou, portanto, em superávit de R$ 1,59 mi - bem abaixo dos R$ 15,5 milhões de 2006.
  • Assim, nota-se que o Atlético ainda é bastante dependente das receitas advindas de transferências de atletas para não fechar no prejuízo.
Cruzando os dados com o levantamento feito pelo blog Um olhar crônico desportivo sobre os demais balanços já publicados pelos grandes times brasileiros*, nota-se que o Atlético é ainda mais dependente da venda de atletas do que os demais. Levando em conta a receita operacional total, temos o seguinte cenário:
  • São Paulo - R$ 190 milhões
  • Corinthians - R$ 134,2 milhões
  • Grêmio - R$ 109 milhões
  • Flamengo - R$ 89,5 milhões
  • Palmeiras - R$ 83,9 milhões
  • Atlético-MG - 58,3 milhões
  • Atlético-PR - R$ 53,4 milhões
  • Santos - R$ 53,1 milhões
  • Vasco - R$ 51 milhões
  • Fluminense - R$ 39,3 milhões
Mas considerando apenas a receita sem a transferência de atletas, o Atlético cai no ranking:
  • São Paulo - R$ 70,3 milhões
  • Flamengo - R$ 62,5 milhões
  • Grêmio - R$ 51,8 milhões
  • Santos - R$ 51,4 milhões
  • Corinthians - R$ 50,9 milhões
  • Palmeiras - R$ 44,6 milhões
  • Fluminense - R$ 31,2 milhões
  • Atlético-MG - 30,04 milhões
  • Atlético-PR - R$ 24,1 milhões
  • (Vasco - não disponível)
Fica clara a necessidade que o Atlético tem de aumentar suas fontes de receita para não ficar refém da negociação de atletas. Um dos caminhos é arrumar um bom patrocinador - o que o clube está se empenhando para fazer no momento. O outro é o torcedor se associar. Tornando-se sócio, mais do que levar vantagem financeira e não precisar enfrentar filas, você estará ajudando o Clube Atlético Paranaense a ser mais forte. Associe-se!

(*) Não há dados disponíveis, ainda, de Botafogo, Internacional, Cruzeiro, Coritiba, Sport, Goiás e Figueirense.

O Guerrilheiro errou?

Esmagadora maioria da Nação Atleticana acha que foi uma tremenda sacanagem com o Atlético a marcação dos três pênaltis a favor do Grêmio no jogo de ontem. Mesma impressão tiveram o ex-goleiro e comentarista Raul Plasman e o jornalista Sérgio Xavier Filho, editor da revista Placar.
Confesso que comentei os lances aqui no blog ontem, ainda de cabeça quente, segundos após o fim da partida. Hoje, correria o dia todo, não pude conferir os lances nos programas esportivos.
Pode ser, sim, que eu esteja errado. Mas na hora, vendo pela TV, tive a impressão de que as duas primeiras faltas foram mesmo cometidas - a terceira, não. Pensei: se fosse a nosso favor, eu exigiria a marcação do pênalti. Então não posso criticar o juiz só porque o lance foi contra o Atlético. A terceira penalidade sim, foi uma aberração. Mas, àquela altura do jogo, Inês já era morta.
Posso mesmo ter me equivocado. Assim como o árbitro. Mas ainda acho que, se fossem a favor do Atlético os dois primeiros lances, eu pediria pênalti...

domingo, 22 de junho de 2008

Amarga rotina

Fim de jogo no estádio Olímpico, 3 a 0 para os gremistas com 3 gols marcados em cobranças de pênalti. Vi muitos reclamarem da marcação das penalidades, mas eu tive impressão de que realmente ocorreram faltas nos dois primeiros lances. O problema principal do Furacão foi a expulsão prematura de Fahel - que desarmou o esquema com três atacantes - e as poucas oportunidades de gol criadas pelo time.
Não entendi porque o lateral Márcio Azevedo foi substituído no intervalo por Léo Medeiros. Fez um ótimo primeiro tempo. Por outro lado, não vi o Marcelo Ramos tocar na bola - à exceção de um passe que fez para o Júlio César.
É o retorno de uma amarga rotina já experimentada nos últimos Brasileirões: em quatro partidas fora de casa, apenas uma vitória - contra o limitadíssimo Ipatinga - e três derrotas.
Com o resultado, o Atlético estaciona nos 8 pontos conquistados, cai para a 11ª colocação no Campeonato Brasileiro e vê os líderes se distanciarem: agora, está a 8 pontos do primeiro colocado e a 6 da zona de classificação para a Libertadores. Por outro lado, está a apenas 2 pontos da zona do rebaixamento.
Cresce, portanto, a importância do Atletiba do próximo domingo, na Baixada. É bom lembrar que, em casa, o desempenho do Furacão também está abaixo do esperado: apenas uma vitória em três partidas, além de dois empates. Portanto, é hora da torcida fazer sua parte e empurrar o time pra cima da coxarada!

O medonho

11 minutos de jogo, Fahel faz um pênalti bisonho no atacante gremista, que resulta no gol do adversário, e recebe o cartão amarelo.
27 minutos de jogo, Fahel faz uma falta ridícula no meio-campo, recebe o segundo amarelo e é expulso de campo.
Foi esse cara que o Atlético brigou tanto para poder escalar?
Qual é a desse cara?
Que falta faz o Alan Bahia...

sábado, 21 de junho de 2008

Gremistas zombam e dão jogo como ganho

Que a gauchada gosta de se gabar barbaridade, isso todos sabem. Mas a soberba da ala mais gay do Rio Grande, ou seja, dos gremistas, está passando dos limites.
No blog Tricolor Missioneiro, o colunista Bagual, ao invés de enterrar de vez as confusões do ano passado e promover um encontro cordial, incita a gremistada a receber o Furacão de forma truculenta: "Merece um clube assim ser bem tratado em POA?". E prossegue, o Bagual, com sua zombaria: "O Olímpico é um estádio de futebol. A Arena da Baixada é o que? Meio estádio de futebol?" Esquece-se o gaudério que a diretoria do gaymio quer implodir o "ex-monumental", que está caindo aos pedaços, e construir uma arena nos moldes da Baixada. Aliás, como todo mundo sabe que não terão culhões para fazê-lo, a CBF acabou indicando o Beira-Rio para sediar a Copa de 2014. Se liga, Bagual!
Bem, tratando especificamente da partida, e de futebol, a imprensa gaúcha dá como certa a vitória do Grêmio. Veja o que comenta o jornalista Luiz Pires Zini, da RBS: "No topo da tabela, o Grêmio busca contra o Atlético-PR três pontos obrigatórios. Enfrenta no Olímpico um adversário inferior".
De certa forma o Grêmio é favorito nesta partida por jogar em casa e estar na liderança, além de que o Atlético está desfalcado, mas um pouco de modéstia não faz mal a ninguém. Quem sabe a gauchada, que conta com os três pontos antes de começar a partida, não termine com outra "humilhação suprema" no currículo.


sexta-feira, 20 de junho de 2008

Com a bênção de Chilavert

Em sua coluna desta sexta-feira na Tribuna do Paraná, Augusto Mafuz conta que o ex-goleiro paraguaio Chilavert manda os parabéns pela contratação de Julio dos Santos:
Diálogo

Liga-me o paraguaio e amigo Chilavert, o melhor goleiro do mundo em 1998, dando-me parabéns “porque meu time contratou um grande jogador: Julio dos Santos”.

Perguntei-lhe, então, por que não deu certo no Grêmio? Respondeu-me: não lhe deram seqüência de jogo.

E terminou: “Liguei para lhe dar parabéns. Esperem por Julio. Logo, você me ligará para agradecer ao Paraguai”.
O gringo ficou bem na foto com a camisa rubro-negra.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

O exemplo da Microsoft e a vinda da Toyota

O blog Um olhar crônico desportivo traz uma notícia interessante: a Microsoft assinou com o Seatle Sounders, a 15ª equipe da Major League Soccer, dos Estados Unidos, um contrato de patrocínio de US$ 20 milhões, válido por 5 anos. A empresa vai estampar na camisa do time a marca de seu videogame, o Xbox 360.
Até aí, uma mera curiosidade. Mas o detalhe é que a gigante Microsoft poderia patrocinar qualquer clube do mundo. Barcelona, Manchester, Milan, qualquer um. Dinheiro pra isso não falta, e o retorno do investimento seria muitíssimo maior. Mas, então, por que raios patrocinar o Seattle - um clube fundado em 2007 e que só fará sua estréia na próxima temporada, num estado onde ainda são poucos os fãs do "soccer"? Bem, é claro, os Estados Unidos são seu principal mercado. Mas não é só por isso: a Microsoft tem sede na mesma cidade, Seattle, e resolveu prestigiar um time "da casa". "Nunca fizemos nada parecido antes, mas vimos o esforço do Sounder FC em trazer para Seattle o esporte mais popular do mundo, então o patrocínio ao time da nossa casa foi uma combinação perfeita", disse o presidente da Microsoft´s Entertainment and Devices Divison, Robbie Bach.
Uma atitude digna de elogios, convenhamos.
Enquanto isso, por aqui, no Paraná, vimos cada vez mais grandes empresas se estabelecerem às custas de uma série de incentivos fiscais e outros benefícios. A contrapartida para a sociedade da região bem que poderia vir, de maneira benéfica para todos, em forma de patrocínio para os clubes locais.
A Case New Holand, que tem fábrica na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), foi adquirida pelo grupo Fiat em 2000. É uma das unidades de máquinas e implementos agrícolas mais rentáveis do grupo. Mas a empresa prefere investir pesado no Palmeiras. Os clubes daqui ficaram com apenas algumas migalhas.
A Volkswagen e a Renault vieram para São José dos Pinhais no final dos anos 90, graças a uma paternal ajuda do governo estadual, que cedeu terrenos, abriu mão de impostos e ofereceumelhorias de infra-estrutura como a construção de estradas desde a porta das fábricas até as principais rodovias do estado, além de conceder uma redução de 25% na tarifa de energia elétrica por 5 anos.
Nenhuma das duas nunca investiu um real sequer no futebol paranaense.
Deveriam se espelhar no exemplo da Microsoft.
Agora, informam os jornais, a japonesa Toyota também está interessada em construir uma fábrica em São José dos Pinhais. A montadora, como todos sabem, é tradicional investidora em eventos esportivos, tendo patrocinado a Copa Libertadores da América por anos a fio, inclusive adquirindo os naming rights da competição.
Essa sim é uma empresa com a qual vale a pena o Atlético conversar. Até porque o clube já teve uma experiência satisfatória com outra companhia japonesa, a Kyocera.
A Toyota aparece hoje como um parceiro muito mais factível para o Furacão do que, por exemplo, a Emirates - empresa cuja marca alguns torcedores sonham em ver estampada no manto rubro-negro.
Não sei se alguma destas duas empresas virá a patrocinar o Atlético algum dia.
Mas, se fosse para apostar em uma delas, eu apostaria na Toyota.

E os reforços vão chegando

Parece mesmo que teremos um "novo" Atlético para o restante do Campeonato Brasileiro. Vários reforços foram contratados e muitos ainda nem estrearam. O volante Fahel, o lateral-esquerdo Márcio Azevedo e o atacante Júlio César já jogaram - este último, inclusive, foi um dos melhores na derrota contra a Lusa e deve permanecer como titular. Joãozinho ainda não estreou (não sei se já assinou o contrato, parece que a negociação salarial ainda está em andamento), e é um ótimo atacante.
Amanhã serão apresentados o meia paraguaio Julio dos Santos e o atacante Rafael Moura. E, segundo as notícias veiculadas nas rádios e nos jornais, o Furacão pode acertar ainda esta semana a contratação do meia Kelly, que já está treinando no CT, e do jovem volante Moacir, do Central de Caruaru - embora seus empresários estejam emperrando o negócio.
E aí, com esses reforços dá pra pensar em vôos mais altos neste Brasileirão e na Sulamericana?
Opine!

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Dos Santos é rubro-negro

O site oficial do CAP acaba de noticiar a contratação do meia paraguaio Julio dos Santos para o restante da temporada 2008. O jogador, que jogou contra o Atlético na Libertadores de 2005 defendendo o Cerro Porteño e disputou a última Copa do Mundo pela seleção de seu país, se apresenta amanhã no CT do Caju.

terça-feira, 17 de junho de 2008

O gol 1.000

Pelos cálculos dos matemáticos do Departamento de Estatística deste blog, o Furacão já marcou exatos 971 gols em Campeonatos Brasileiros. Portanto, deverá atingir, nesta temporada, a marca dos 1.000 gols em Brasileirões.
Pelos meus prognósticos, considerando a média inicial de 1,5 gol por partida neste campeonato, o milésimo gol atleticano deverá acontecer no início do returno. A questão é: quem será o autor do gol histórico?
Palpite!

Na sessão de cinema

Texto do premiado escritor Cristovão Tezza publicado hoje na Gazeta do Povo:
Indiana Jones em Brasília

Cristovão Tezza

Quis o acaso que me encontrasse súbito sozinho em Brasília numa tarde de domingo, num hotel seco como o ar, à espera do dia seguinte – e pela janela via apenas um deserto de carros cortando o cerrado. Único plano, assistir o jogo do Atlético contra o Goiás pela televisão. Quem sabe transmitissem? Nada, a vida sem assunto, eu atrás de notícias. Pedi à família que me mandasse torpedos dos gols, e me aventurei ao léu. Como todos sabem, Brasília não tem esquina, mas desemboquei num daqueles caixotes horrendos cheios de lojas, que o povo ama e lota nos dias santos.

Entrei na caverna, indeciso entre um pedaço de pizza, um livro ou voltar ao hotel, olhando vitrines sem ver o que olhava, passeando de escada rolante, uma tarde arrastada e sem fim. Acabei num guichê de onde saí com um ingresso para o filme Indiana Jones, o que me deu um surto juvenil: escapar desse domingo abrindo uma porta do tempo, ocupar duas horas vazias, recheá-las de nada e sair dali mais feliz.

A utopia começou bem – mesmo com o barulho da comilança de pipoca, ouvi um torpedo e conferi no escuro: “Gol do Atlético”. Comecei a achar o Harrison Ford um grande herói. Duas fileiras atrás um sujeito animado cantava o filme para a namorada, explicando todos os detalhes assim que eles aconteciam: “É claro, dentro da geladeira o Indiana Jones não vai sentir os efeitos da radiação!” Mas não tive tempo de me irritar – conferi o celular, que apitou discreto: “Gol do Atlético”. Nada mal, dois a zero!

O locutor continuava: “Mas não é que esse gordo é da CIA?! Agora está explicado!” Continuei seguindo o circo de tolices cativantes rolando na tela, ainda que com a sensação de que esse último filme da série parecia mais um churrasco juntando o pessoal antigo para uma pelada de casados contra solteiros, todos usando as velhas fantasias só de farra, e o celular apitou de novo. Suei frio – deve ser deles. Não, era nosso: “Gol do Atlético”. Não consegui mais ver o filme direito, na dúvida: esse celular está com defeito, manda o mesmo gol várias vezes. Mais um pouco – aquela corrida maluca lá na tela (“Ah, agora eles vão cair na cachoeira”, anunciou o locutor, preocupado), e outra notícia que eu não sabia mais interpretar: “Gol do Atlético”. É isso que está acontecendo?!

O poder daquele crânio dolicocéfalo de cristal, igual à caveira gigante da Baixada, parecia surtir efeito lá da tela – me concentrei, olhei fixo para ele e outro torpedo apitou: “Gol do Atlético”. “Nem pense em pegar o chapéu do Indiana, cara!”, torceu o locutor, na cena final. Saí dali nervoso, enquanto subiam os créditos: cinco a zero mesmo?! Um entreouvido de torcedores confirmou a goleada. Foi um dos melhores filmes que já assisti na minha vida.

Já no último sábado, não fui ao cinema e perdemos da Portuguesa. Mas acho que não tem relação. Jogando como jogou, nem o Indiana Jones resolvia.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Semana Gaudéria

A gélida segunda-feira abre a Semana Gaudéria, pois no próximo domingo voltaremos aos pampas para reviver a "Batalha do Olímpico" - aquela famosa partida pelo Brasileirão do ano passado em que os jogadores gremistas desceram a borduna descaradamente nos rubro-negros, quebrando a cara do Alex Mineiro e arrancando uns dentes do pobre Evandro. Tudo bem, sem ressentimentos, afinal a vingança deu-se em forma de "Oléééééé" no jogo do returno na Baixada.
Portanto, bandeira branca, tricolores gaudérios!
E para mostrar como nós atleticanos já nos esquecemos do episódio, segue abaixo uma homenagem: um vídeo com o famoso "Melô do Gremista".

E também uma piadinha para quebrar o gelo, tchê:
Dois gremistas estavam transando entre si, quando um deles começou a gemer.
- Mas por que gemes?
- Porque dói!
- Mas bah! E por que não choras?
- Porque sou é MACHO, tchê!
Conheces mais alguma piada de gremista? Mande para o blog!

domingo, 15 de junho de 2008

Lá, como cá

Fernandão, do Internacional, peça importantíssima do colorado gaúcho, vai jogar no Al-Gharafa, do Qatar. O mesmo Inter que havia perdido, semanas atrás, o técnico Abel Braga - também rumo ao futebol do Velho Oriente.
O Cruzeiro ficou sem um de seus melhores atletas, Marcelo Moreno, negociado com o futebol ucraniano. E pode perder ainda mais jogadores nas próximas semanas, quando abrir a janela de transferências para a Europa. "Não tem como nos segurarmos. O Cruzeiro é um time que tem visibilidade, os jogadores são procurados e as propostas são tentadoras. Temos que trabalhar com isso", analisou o técnico da Raposa, Adílson Batista - campeão paranaense como o Furacão em 1988.
Essa é a realidade do futebol brasileiro. O mundo desabou por aqui quando Ferreira e Claiton deixaram o CAP. Querer que os jogadores fiquem eu também quero, mas não dá pra segurar. Só que, aqui, qualquer negociação de jogadores vira "coisa do Petraglia" - análise simplista e rasteira.
Infelizmente é assim, esse é o cenário. O que fazer, então? Parece óbvio: o que precisa é repor à altura. Júlio César parace ser um bom jogador, e Joãozinho, se ficar, é um ótimo atacante. A imprensa especula a contratação do paraguaio Julio dos Santos, e Borba Filho fez uma "garimpagem" pela América do Sul.
Tomara que com as contratações resolvam e o time engrene de vez.

sábado, 14 de junho de 2008

Mais uma derrota

Não vi a partida, portanto não posso comentá-la; façam isso por mim aí nos comentários.
Só digo o seguinte: se o Atlético, apesar desse começo ruim de campeonato, está na oitava colocação, imaginam como estão os demais times...

A próxima partida será outra pedreira, contra o líder Grêmio, em Porto Alegre. Na seqüência, o Atletiba.
Apesar da oitava posição na tabela, o Furacão já está cinco pontos atrás dos líderes, mas somente três pontos acima da zona de rebaixamento.
Por isso, apesar das dificuldades, não dá nem pra pensar em novos tropeços.

Rubro-negro(s)

Na quarta-feira, os ex-atleticanos Durval e Ígor ajudaram o Sport a vencer o Corinthians e conquistar a Copa do Brasil. Luizinho Neto também participou da campanha. Hoje, outros ex-atleticanos jogam por mais um rubro-negro nordestino. O goleiro Viáfara e o atacante Dinei estão escalados para enfrentar as paquitas, no Tremendão. No banco do Leão estará, ainda, o atacante Rodrigão. Os três são vinculados ao Furacão e estão emprestados ao rubro-negro baiano.
Sorte aos três contra os coxinhas!

E o balanço?

Já está passando da hora do Atlético publicar seu balanço patrimonial relativo ao exercício 2007. A maioria dos grandes clubes do país já o fez. No Paraná, nenhum publicou ainda - embora por aqui só haja um grande clube, o Furacão.
No ano passado, o balanço de 2006, auditado pela consultoria Moore Stephens Brasil, foi divulgado no dia 12 de junho.

Tribuna especula Julio dos Santos no Furacão

A Tribuna do Paraná deste sábado especula a possibilidade da contratação do Paraguaio Julio dos Santos, atualmente no Grêmio-RS, pelo Furacão. O jogador destacou-se no meio-campo do Cerro Porteño, onde atuou de 2001 a 2005 - chegando a marcar dois gols contra o Atlético pela Copa Libertadores. Seu desempenho o levou à seleção do Paraguai, pela qual disputou a Copa América de 2004, o Sul-Americano de 2005 e a Copa do Mundo de 2006. Veja a matéria da Tribuna:

Paraguaio pode pintar no rubro-negro

O Atlético está próximo de acertar a contratação do meia paraguaio Julio dos Santos, de 25 anos. Ele está no Grêmio desde fevereiro, mas não vem sendo utilizado pelo técnico Celso Roth. O clube gaúcho já disse que não pretende permanecer com o jogador.

O interesse do Atlético em Julio dos Santos não é novidade. Em 2005, ele enfrentou o Furacão com a camisa do Cerro Porteño, pelas oitavas-de-final da Libertadores. O Rubro-Negro eliminou o time paraguaio nos pênaltis, mas Julio foi o destaque do confronto e chamou a atenção do clube da Baixada.

Na ocasião, o negócio não evoluiu. Eleito o melhor jogador paraguaio naquela temporada, Julio do Santos foi vendido para o Bayern de Munique, da Alemanha. A esperança dos alemães era que o paraguaio se firmasse como sucessor de Michael Ballack, negociado com o Chelsea, da Inglaterra.

Em 2006, Julio disputou a Copa do Mundo pelo Paraguai, mas não se adaptou ao futebol alemão. Sem conseguir uma boa seqüência de jogos como titular, foi emprestado ao Wolfsburg (ALE) e ao Almería (ESP), antes de acertar com o Grêmio.

O Cerro Porteño já havia manifestado interesse no retorno de Julio do Santos. Porém, segundo apurou a Tribuna, ele deve mesmo acertar com o Atlético. As negociações estariam adiantadas e a expectativa é que ele seja anunciado na semana que vem como novo reforço do Furacão.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Ferreirinha, o retorno


Vídeo enviado ao blog pelo atleticano André Costa: homenagem a Ferreira.
A CBF deu o sinal verde para a volta do meia Ferreira aos gramados brasileiros e o Furacão já pode contar com o colombiano na partida deste sábado contra a Portuguesa, em São Paulo. O técnico Roberto Fernandes não revelou se ele começa a partida como titular ou se entrará no decorrer da partida. Mas que ele joga, joga.
Além dele, dois outros reforços estarão à disposição de Fernandes: o lateral-esquerdo Márcio Azevedo e o atacante Júlio César.

Liminar libera Joãozinho, Júlio César e Fahel

A informação é da Gazeta do Povo Online. Segundo o site, Fahel e Júlio César inclusive estão em São Paulo com a delegação para a partida de amanhã contra a Lusa:
O ataque do Atlético Paranaense vai ganhar duas opções muito boas nos próximos dias. Graças a uma decisão judicial obtida no Rio de Janeiro, os atacantes Júlio César e Joãozinho, que treinam no CT do Caju desde maio, estão liberados para estrear com a camisa rubro-negra. Até o momento, os dois atletas não foram oficialmente confirmados como reforços do clube, e a expectativa inicial era de que só seriam anunciados com a janela de transferências internacionais, em agosto.
“Estou em Curitiba neste momento e vim informar à diretoria do Atlético sobre as duas decisões na esfera civil. Já conversei com o doutor Marcos Malucelli (diretor jurídico do Furacão) e a expectativa é que o nome de ambos apareça no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF ainda hoje (sexta-feira)”, afirmou o advogado dos jogadores, Régis Villas Boas, à Gazeta do Povo Online.
O representante de Joãozinho e Júlio César foi o mesmo que liberou o volante Fahel para atuar pelo Atlético, em abril deste ano. “Felizmente estão reconhecendo a grande injustiça que se pratica diante dos atletas provocando inúmeros desempregos. Estão corrigindo essa ilegalidade de impedimento na inscrição dos jogadores, sem clube, de atuarem no futebol nacional. Mostramos algumas razões importantes para que essa liminar fosse aceita e assim os atletas possam realizar o trabalho deles”, explicou.
A norma RDP 02/2005,da CBF, segue orientação da Fifa e impede jogadores brasileiros que atuaram no exterior até março de se inscreverem imediatamente no Brasileirão do mesmo ano. “Em tese, como a decisão é em caráter liminar, ela pode ser reformada, mas não acredito nisso, até porque o Atlético tem o cuidado de só aceitar jogadores liberados mediante uma fundamentação muito sólida”, disse Villas Boas.
Assim como Fahel, o atacante Júlio César embarcou com a delegação atleticana que seguiu para São Paulo nesta sexta-feira. Neste sábado, o Furacão encara a Portuguesa às 18h20, no Canindé. “O Fahel e o Júlio foram relacionados pelo (técnico) Roberto Fernandes. Já o Joãozinho segue em Curitiba, e ainda depende de alguns detalhes para ficar conosco”, declarou a diretora de comunicação do Atlético, Luciana Pombo. A apresentação oficial de Júlio César já tem data: na próxima terça-feira (17), provavelmente no CT do Caju.

Um torcedor especial

"Não cheguei a jogar com eles (Nei e Pedro Oldoni), mas fico muito feliz por poder atuar ao lado de jogadores do Atlético na seleção. Tornei-me um torcedor do Atlético. Na Ucrânia estou sempre acompanhando as transmissões pela internet. Como todo torcedor, fico orgulhoso em ver nossos atletas na seleção."
Fernandinho, meio-campo do Shakhtar Donetsk, em entrevista à Tribuna do Paraná desta sexta.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Recepção à moda árabe

Abdullah Al-Kamali terá uma repeção à moda árabe em Curitiba, informa a Gazeta do Povo desta quinta-feira:

Árabes preparam repepção para Kamali

Logo que se instalar em Curitiba, Abdullah Al-Kamali deverá ser recebido calorosamente pela comunidade árabe da capital paranaense. E os “brimos”, como são carinhosamente apelidados, já têm duas expressões na ponta da língua. A primeira, já para a chegada: “ahlan wa sahlan”, que significa “bem-vindo” em português. E a segunda, querem usar assim que o atacante pisar o gramado: “hadaf”, o nosso “gol”.

“A vinda do Abdullah vai aprofundar o vínculo entre os árabes que estão aqui com a sua terra. Vamos lembrar muito do nosso arabismo, de nossas origens. E acredito que pode ampliar os laços na área do esporte, entre o Paraná e os Emirados Árabes Unidos. Será um orgulho para todos nós”, declarou Jamil Ibrahim Iskandar, presidente da Sociedade Beneficente Muçulmana do Paraná. “Todos vão querer ver ele jogando com a camisa do Atlético”, completa.

Kamali, o primeiro jogador árabe a atuar por um clube brasileiro, chegou ontem a Curitiba e hoje à tarde será apresentado oficialmente na Arena.

Parabéns ao rubro-negro pernambucano


Hino em ritmo de frevo:
privilégio dos pernambucanos.

Parabéns ao Sport Clube do Recife, legítimo Campeão Brasileiro de 1987 e agora Campeão da Copa do Brasil de 2008; o rubro-negro da terra do frevo e do mangue-beat, do técnico Nelsinho Batista, campeão paranaense de 88, de Luizinho Neto, Igor, Durval, Cléber. Uma justa vitória de um time sacaneado, assim como o Atlético, na divisão do dinheiro da TV, contra um time de segunda divisão que ganha muito mais grana apesar de ter sido rebaixado e dos seqüentes escândalos de corrupção em sua administração; sacaneado, também como o Atlético, quando criaram uma tal de Copa União e jogaram ambos os rubro-negros para uma segunda divisão escamoteada, obrigados a jogar em troca de passagem de ônibus e hospedagem.
Aliás, que lamentável a narração de Kléber Machado na Rede Globo - parecia que estava morrendo, junto com o Corinthians...
Parabéns Sport! Agora é o Atlético fazer sua parte no Brasileirão e também se classificar para a Libertadores 2009!.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Nei e Pedro Oldoni são convocados

Dois atleticanos estão entre os 22 jogadores convocados hoje pelo técnico Dunga para a seleção olímpica: o lateral Nei e o atacante Pedro Oldoni. Eles são os únicos convocados do futebol paranaense e vão se juntar a um ex-atleticano: Fernandinho, atualmente no Shakhtar Donetsk. A seleção enfrentará uma Seleção do Rio de Janeiro no dia 22 de junho no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.
Nei tem realmente feito por merecer. É um dos jogadores mais raçudos do Furacão, com bom desempenho no apoio ao ataque. Já Pedro Oldoni, mesmo sem ser titular absoluto, chama a atenção de Dunga pela eficiência: apresenta a excelente média de 1 gol marcado a cada 90 minutos jogados. No último domingo voltou a guardar o seu, mesmo jogando pouco tempo na partida contra o Goiás.

Carta de um atleticano em Bogotá e as impressões sobre El Paranaense

Don Guerrilheiro,

Tive a sorte de passar os últimos 15 dias em Bogotá e arredores e não poderia me furtar a fazer algumas observações:
Com a morte de Manuel Marulanda, o Tirofijo – líder histórico das Farc – talvez você seja agora o guerrilheiro mais velho do mundo.
Brincadeiras à parte, o negócio é que lá, como cá, todo mundo que se preza é louco por futebol. Andando ao lado de um compadre, elegantemente trajado com a que se veste por amor, éramos parados nas esquinas, neguinho puxava conversa no bar, aquela coisa toda:

– “La camiseta del Paranaense!”

Ficamos putamente orgulhosos quando um malandro num boteco definiu o nosso Furacão como o “club mas colombiano del Brasil”. É por aí.
Lá, do futebol brasileiro os caras conhecem bem (fora a Seleção) o Atlético Paranaense e também o Palmeiras de Freddy Rincon e Faustino Asprilla. Segundo e terceiro melhores jogadores da história do país, pros caras. O melhor foi o “pibe” Carlos Valderrama.
Assisti à pelada entre Colômbia X Irlanda tomando varia doses de néctar – o suave aguardente local – num bareco da quebrada. Foi bom, pois consegui extrair uma média, o senso comum, a opinião deles sobre os colombianos que jogaram e jogam no Trétis. Vê aí se é igual a tua:
- Marin – tem cartaz de grande jogador, é surpreendentemente respeitado.
- Julian Viafara – um dos últimos representantes da velha escola colombiana. Irresponsável, que joga na marca do pênalti. Amado por uns, odiado por outros. O “treineiro” da seleção e os jornalistas da capital são contra. Preferem, hoje, um goleiro mais sóbrio. A galera não. A malandragem gosta do perigo.
- Sergio Herrera“Muy malo” . Revelou-se lá, como cá, uma grande e bem urdida farsa.
- Dayro Moreno – Todos dão aquela risadinha quando falam dele. Como alguém falando do irmão mais novo que é meio malacão: “Sabe como é, joga muita bola mas... é boêmio demais, gosta de umas coisas ...”
- Davi Arturo Ferreira – Nome amaldiçoado em Bogotá. Por cinco anos foi um pesadelo para o Millonarios e Santa Fé. Os caleros dão risada sacaneando os bogotanos, (que tão há anos na fila) lembrando de gols e jogadas decisivas. Os bogotanos reagem com aquele papinho de que o Ferreira só é bom no clube e não é de seleção e coisa e tal... O que, vamos e venhamos, pra nós era bom que todos lá acreditem e, assim, parem de convocá-lo. No fundo, é sacanagem dos millos com o Ferreira que merece jogar a próxima Copa.
- Valencia – Só os iniciados o conhecem. O Borba descobriu-o no meio de sua primeira temporada profissional. Olhando a força e a técnica do Valencia ninguém diz, mas ele tem apenas 23 anos. Verdadeiro achado do Atlético.
O Montoya não é considerado colombiano.
De resto a Colômbia é um baita dum país. Bogotá é um tesão e merece uma mirada.

Grandes mulheres, uma cultura rica e peculiar, muito futebol, cassinos, lugares fodas pra conhecer, muito boa comida, preços amigos, mercado de esmeraldas e outros minérios preciosos, uma tradição espetacular de bilhares, uma história inacreditável de guerra permanente, o melhor café do mundo e... um monte de outras coisas.

Um abraço e fique tranqüilo que a tendência é as coisas melhorarem.
Sandro Moser

Noite de autógrafos

Netinho e Vinícius fizeram sucesso com as rubro-negras na
noite de autógrafos do livro Dez Atleticanas e uma fanática.


A autora Antônia Schwinden autografa a obra para os atleticanos.
Fotos de Felipe Waltrick.

O número 1

Vocês lembram do "número 1" do esquema do técnico Zagallo na Seleção Brasileira? É mais ou menos isso que o técnico Roberto Fernandes espera do colombiano Ferreira, que entra em campo já no próximo sábado se a documentação estiver OK. É o que diz reportagem da Gazeta do Povo desta quarta:
Fernandes admite transformar Ferreira em Acosta da Baixada

Liberado a partir de hoje do contrato de empréstimo ao Al-Shabab, dos Emirados Árabes Unidos, se depender do técnico Roberto Fernandes o meia Ferreira tem reestréia garantida já no próximo sábado, diante da Portuguesa, no Canindé. Resta apenas definir que posição o colombiano irá ocupar em seu retorno ao Furacão.

“Se tudo correr dentro da normalidade, o Ferreira vai jogar. Ele é praticamente um jogador da casa, que foi ali e fez uma escala na Arábia, já está totalmente ambientado”, diz o técnico Roberto Fernandes. A “normalidade” na palavra do treinador é a questão burocrática do contrato, que não deverá ser impedimento. Assim, o importante é encontrar o lugar do baixinho. Dúvida que não se resume ao número da camisa de Ferreira, se a 11 ou a 8, por exemplo. Nem mesmo se ele jogará no meio-de-campo ou no ataque.

O que todos querem realmente saber é se pode estar surgindo uma espécie de Acosta da Baixada. No ano passado, como técnico do Náutico, Roberto Fernandes teve papel importante no ótimo desempenho do uruguaio no clube pernambucano. O atual atleta do Corinthians foi o vice-artilheiro do Nacional de 2007, com 19 gols.

“Para eu dar essa mordomia para o Ferreira, de jogar com total liberdade, ele terá que fazer o que Acosta fez, a diferença. Terá que armar, criar. Farei o que estiver ao meu alcance para ajudar no trabalho dele”, aponta Fernandes. Definição que deve ficar mesmo para o final da semana. E depende de alguns ajustes, o chamado “problema bom” para montar o time. Além de Ferreira, o Furacão passa a contar também com o lateral-esquerdo Márcio Azevedo.

terça-feira, 10 de junho de 2008

A Justiça e a cerveja

Tem dias em nossas vidas que preferimos esquecer.
Pra mim, hoje parece ter sido um desses.
Além dos problemas que se multiplicaram no serviço, uma topada resultou num galo na testa. Depois, o advogado me telefona para avisar que perdi uma causa. Uma derrota daquelas que te arrasa, por você saber que tem razão; te fere na alma por deixar bem claro que nem toda a rigidez do Direito e nem todo o aparato do Judiciário são capazes de fazer justiça em todos os casos. Ou seja, continuamos a ser vítimas impotentes de injustiças.
Logo após, ainda sob o impacto da infeliz notícia, ligo o rádio do carro e ouço uma entrevista com o excelentíssimo procurador-geral do STJD, senhor Paulo Schmitt. Indagado sobre o episódio do copo vazio arremessado no gramado da Baixada durante a partida contra o Goiás, ele explicou que o Atlético pode ser denunciado com base na súmula do árbitro, mas que os boletins de ocorrência sobre a prisão dos autores devem anular a denúncia automaticamente. Schmitt mostrou ainda certa inquietude com a reação da torcida, na visão dele demasiadamente exagerada, ao dar uns tapas e umas cusparadas no imbecil quer jogou o copo.
Até aí, tudo bem. Mas quando ele argumentou que esta reação pode até gerar, também, uma denúncia, encafifei. Cansei de ver nego se esmurrando nos estádios, brigas e confusões homéricas, sem que isso preocupasse os senhores procuradores - sem falar que o caboclo saiu escoltado pelos seguranças da Arena. Por outro lado, esquece-se o sr. procurador que essa reação dos torcedores é motivada justamente pela norma exageradamente rígida criada pela CBF e pela interpretação dada pela Justiça Desportiva de que uma balinha ou um copo plástico vazio representam uma ameaça à integridade dos atletas e pode resultar em perda de mando de jogo. Portanto, mais do que natural a reação da torcida ao ver um babaca jogar algo no gramado, mesmo sabendo do rigor dos órgãos competentes - principalmente (e estranhamente) quando se trata da Baixada.
Por fim, e para fechar o dia, Schmitt demonstrou extrema preocupação pelo fato do Atlético, a exemplo de alguns clubes, estar vendendo cerveja no estádio, mesmo estando os donos de bares amparados por decisões liminares para fazer valer contratos já assinados com o clube. Para o sr. procurador, a CBF e o Ministério Público não querem saber se há decisões judiciais ou não, e o não-cumprimento da proibição pode resultar numa punição no âmbito desportivo.
E mais: mr. Schmitt ainda relacionou o fato de o jaguara que jogou o copo ter levado umas bolachas com o consumo de bebida. Para ele, é tudo uma questão de lógica: o copo foi jogado porque a venda de cerveja continua permitida; os que se revoltaram e xingaram e cuspiram no cretino também só o fizeram por que estavam "com a cara cheia" de cerveja - ou seja, o estúpido só apanhou porque a venda de cerveja continua permitida. Essa lógica me pareceu mais uma piada de português, que em outra ocasião eu conto.
Lógico que a tal entrevista só me deixou ainda mais emburrado e indignado. Algumas perguntas me martelam a cabeça desde então:
1) Pode a CBF legislar e exigir que alguém NÃO CUMPRA uma decisão judicial?;
2) Se as leis vigentes no país garantem às instituições que vendam cerveja em suas propriedades, pode a CBF ou o STJD punir um clube por fazê-lo?;
3) Há uma determinação para que os clubes recorram somente à Justiça Desportiva quando o assunto for, evidentemente, desportivo (leia-se fórmulas de campeonatos, perda de pontos, acesso ou rebaixamento, tabela de competições, etc); agora quando o assunto extravasa a esfera desportiva pode a CBF meter o bedelho? Por exemplo, a questão de contratos com atletas, principalmente em casos de rescisões, há muito tempo passou a ser assunto da Justiça do Trabalho... No caso da venda de cerveja, não é óbvio que é um assunto de âmbito cível?
4) Onde estão nossos juristas? Não há como nós, cidadãos de bem, entrarmos com alguma medida judicial contra a CBF, independente de para qual time cada um torça?
Por último, deixo uma sugestão ao Atlético: pelo menos enquanto essa pendenga pela venda de cerveja não chegar ao fim e os bares da Baixada estiverem se apoiando numa decisão liminar, que se proíba a entrada de copos nas arquibancadas. O clube já tentou isso há alguns anos e a medida resultou numa péssima reação por parte da torcida (eu mesmo fui um dos que criticaram). Mas agora, enquanto vigora essa determinação dos sábios-supremos da CBF e enquanto ainda existirem imbecis que arremessem copos no gramado, me parece ser a melhor solução para o momento. Até porque, na Arena, quem quiser ir até a praça de alimentação para tomar uma gelada não perde um só lance do jogo - pode continuar a assistir a partida pelas câmeras do circuito interno de TV, espalhadas por todos os bares do estádio. Tenho certeza que os Sócios-Furacão iriam entender, e até apoiar.

PS: OK, nem todo o dia foi "un oignon q'on épluche en pleurant"*. A parte bacana foi a noite de autógrafos do livro Dez atleticanas e uma fanática, pela autora Antônia Schwinden, nas Livrarias Curitiba do Shopping Estação. O goleiro Vinícius e o meia Netinho estiveram presentes, e foram assediadíssimos pela molecada. Os meninos e meninas faziam fila para tirar uma foto com os ídolos e pegar um autógrafo. Bacana ver que a molecada atleticana se identifica tanto com os jovens valores do Furacão. Eventos como esse são importantes também para que os jogadores vejam o que eles significam pra esse povo e qual é o tamanho de sua responsabilidade ao vestir a camisa rubro-negra.
(*) "A vida é uma cebola que se descasca chorando" - Armand Masson

Que venha a bambizada!

O Atlético vai enfrentar o São Paulo na primeira fase da Copa Sulamericana 2008. O sorteio foi feito há pouco em Buenos Aires, pela Conmebol.
Ao contrário do que foi divulgado anteriormente, a fórmula da competição continuará a mesma: ou seja, disputas em "mata-mata" desde o início, com brasileiros e argentinos se enfrentando entre si numa fase preliminar.
E, ironia do destino, pegamos justamente os arrogantes paulistas na estréia da competição. Melhor, impossível!
E, desta vez, os bambis não conseguirão fugir do Caldeirão!

Dez Atleticanas hoje no Estação

Elas já garantiram um exemplar. Garanta também o seu!
A autora do livro Dez atleticanas e uma fanática, Antônia Schwinden, receberá hoje amigos e fanáticos por futebol para uma sessão de autógrafos nas Livrarias Curitiba do Shopping Estação. O livro é resultado de quatro décadas de paixão por um dos mais importantes times de futebol do Brasil. A publicação traz depoimentos - e revela hábitos de torcida, superstições e histórias engraçadas - de mulheres de diferentes gerações e atividades que freqüentam o estádio com regularidade e nutrem declarada paixão pelo Clube Atlético Paranaense.
Os jogadores Netinho e Antônio Carlos já confirmaram presença.
Apareçam!
Serviço:
  • Sessão de autógrafos - "Dez atleticanas e uma fanática", de Antônia Schwinden
  • Local: Livrarias Curitiba Shopping Estação
  • Data: 10/06/2008
  • Horário: a partir das 19h30
  • http://www.dezatleticanas.com.br

Boteco da semana

Peçanha manda ao blog a foto de um bar que ele descobriu:
- Vou ali mandar um emeio e já volto!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

A Sula vem aí!

Será dada amanhã a largada para mais uma competição internacional com a participação do Furacão: a Copa Nissan Sulamericana 2008. Às 11 horas, em Buenos Aires, a Conmebol fará o sorteio dos grupos para o torneio - do qual o Atlético será, novamente, o único representante paranaense.
Competição deveras interessante e de saudosas recordações para a Nação atleticana. Quem não lembra das partidas históricas contra o River Plate e o show de bola ante o Nacional, na Baixada? Pena que no meio do caminho havia uma pedra chamada Pachuca. Aliás, um pedregulho.
A Sula começa dia 30 de julho e terá um regulamento diferente neste ano - parecido com o da Libertadores. A fase inicial será disputada em grupos de quatro equipes e os times mexicanos, que participam como convidados, entrarão já na primeira fase. Por isso, esta edição será mais longa, e vai até o dia 3 de dezembro!
No total, 34 equipes participarão da Copa. Mas apenas 28 já estão classificadas: Atlético, São Paulo, Gremio, Palmeiras, Atlético Mineiro, Botafogo, Vasco e Internacional (Brasil); Arsenal, Boca Juniors, River Plate, Estudiantes de La Plata e San Lorenzo (Argentina); Bolívar e Blooming (Bolívia); Ñublense e Universidad Católica (Chile); Deportivo Cali e América (Colômbia); LDU (Equador); Libertad e Olimpia (Paraguai); Sport Ancash e Universitario (Peru); Aragua FC e Maracaibo (Venezuela); Chivas Guadalajara e San Luis (México).
O Atlético estará representado na solenidade de amanhã pelo presidente do Conselho Gestor, João Augusto Fleury da Rocha, e a TV Furacão transmitirá o evento ao vivo. A Fox Sports também transmitirá o evento para todo o continente.
  • Não fique fora dessa! Vire Sócio-Furacão e garanta seu lugar na Baixada!

A missão de Azevedo e a volta do Kelly

Márcio Azevedo tem uma importante missão:
acabar com a maldição da camisa 6.
O lateral-esquerdo Márcio Azevedo, ex-Juventude e Fortaleza, apresentou-se hoje ao Furacão e, segundo a Furacao.com, amanhã já estará à disposição do técnico Roberto Fernandes para participar dos treinamentos com bola. Se for bem, pode aparecer como titular já na partida de sábado, contra a Portuguesa, em São Paulo. É o que deve ocorrer. Embora Piauí tenha se esforçado bastante contra o Goiás, nota-se que o time ainda “pende” para o lado direito, com as descidas do valente Nei. A entrada de Azevedo pode dar equilíbrio ao Atlético, e ao mesmo tempo resolver o problema da posição mais amaldiçoada no rubro-negro nos últimos anos. A torcida está rezando para que isso aconteça.
A outra notícia do dia sobre contratações vem do Paraná-Online: o meia Kelly pode definir nesta terça-feira o seu retorno para o Furacão. Segundo o site, o procurador do jogador, Luiz Gustavo Manhães, irá se reunir amanhã à noite com o presidente do Conselho Deliberativo, Mário Celso Petraglia, para definir a situação do meia. “No máximo na quarta-feira pela manhã já devemos ter uma posição do clube. Mas a tendência é que ocorra o acerto, já que o Atlético já demonstrou interesse no Kelly e o Roberto Fernandes (técnico) já falou que quer contar com ele”, afirmou.
Aos 33 anos, Kelly pode
voltar a jogar pelo Furacão.
O jogador está há dois meses utilizando a estrutura do CT do Caju para se recuperar de uma artroscopia no joelho. Segundo o procurador, o jogador está na parte final de recuperação física e estará à disposição do treinador Roberto Fernandes para o clássico contra o Coritiba, dia 29.
O velho Kelly, do saudoso Quadrado Mágico de 1999/2000, pode ser importante para pôr ordem na meiuca do Furacão, mesmo que de início seja uma opção a mais no banco. Pode se revezar na função de armador com Ferreira, que também sabe jogar mais adiantado.
Enfim, acho uma boa. E você?

domingo, 8 de junho de 2008

Memórias de um 5 a 0

A-Lan Bahia! O Pinduca rubro-negro comemora um de seus gols junto
ao técnico Roberto Fernandes.
(Foto: Pedro Serápio/Gazeta do Povo)
Gostei da atitude do técnico Roberto Fernandes. Jogo dentro da Baixada tem que ter uma escalação diferente de partidas fora de casa. Não há porque jogar dentro da Arena com 3 zagueiros e 2 cabeças de área. Fernandes ousou, e entrou logo com 3 atacantes: Marcelo Ramos, Wallyson e Willian. Mas a formação ofensiva não conseguiu prender o Goiás na defesa - ao contrário, os verdes do Centro-Oeste atacaram bastante no começo do jogo. Por isso, o gol do zagueiro Antônio Carlos, que abriu o placar, foi tão importante.
Mas por quê, afinal, o time não chegou ao ataque como se esperava? A resposta é uma só: Netinho. Não quero crucificar o jogador, mas a torcida espera algo mais do camisa 10 do Furacão; quer alguém que ponha a bola no chão, levante a cabeça, drible os adversários e coloque os atacantes na cara do gol com passes e lançamentos precisos. E Netinho, infelizmente, não está fazendo isso. Ferreira talvez o faça...
■ ■ ■
Alan Bahia voltou a jogar um partidaço, e de quebra ainda marcou dois gols. É hoje, disparado, o jogador mais identificado com o Atlético e com a torcida. Mais até do que o ídolo Ferreirinha, porque é um prata-da-casa. Está numa fase ótima e merece a titularidade (para o desespero dos críticos).
■ ■ ■
Esperava mais de Wallyson. Mas ainda está tímido, parece que tem medo de fazer as jogadas. É o peso da camisa. Acho que, com o tempo, ele ainda vai ganhar confiança e vir a ser um ídolo.
■ ■ ■
O tempo passa, e sempre tem um imbecil que joga um copo no gramado. Faz bem a torcida ao identificar o idiota e indicá-lo aos seguranças. Mas a burrice do cidadão não dá a ninguém o direito de agredi-lo. Entregar o babaca já está de bom tamanho.
■ ■ ■
Já vi muitas coisas bizarras no futebol, e o pênalti cometido pelo zagueiro do Goiás concorre para ser uma das maiores bizarrices. Tá pau-a-pau com o gol de nuca do Manguinha (se não me engano contra o Vitória), no Pinheirão.