quinta-feira, 1 de maio de 2008

Oldoni quer ir pro jogo

Se O TJD não aceitar o pedido de adiamento da suspensão do atacante Marcelo Ramos, quem será o responsável por quebrar a invencibilidade do goleiro dos coxas e buscar os gols necessários para que o título fique na Baixada? Ninguém sabe qual será a escolha do técnico Ney Franco, mas Pedro Oldoni quer uma chance, segundo matéria publicada hoje pela Gazeta do Povo:
Oldoni diz ter estrela e sonha com o gol do título

É clássico, final de campeonato e o Atlético tem uma missão complicada pela frente. Em um cenário desse, no esporte em que o “impossível não existe”, nada melhor do que dispor do futebol de um predestinado. E o Rubro-Negro tem o seu. Resta apenas saber se Pedro Oldoni entra ou não em campo no domingo.
Para quem acredita nisso tudo, o primeiro sinal já foi dado com a suspensão de Marcelo Ramos pelo TJD-PR – que tentará ser revertida pelo Furacão, com um efeito suspensivo pedido ontem à tarde no tribunal; a solicitação será respondida pelo presidente do tribunal até amanhã. Se confirmada a ausência do artilheiro do time no Estadual (11 gols), Oldoni tem escalação praticamente garantida.
E aí, aquele que sabe aproveitar as chances terá a maior de sua carreira. “Tenho estrela, já aprendi muito, quem sabe eu possa fazer o gol do título do Paranaense”, diz o atacante.
Com o Coritiba jogando, provavelmente, fechado em sua defesa, Oldoni ainda tem o trunfo da altura (1,90 m) para tentar furar pelo alto o bloqueio. “A bola aérea com certeza será fundamental para o nosso time”, comenta.
Não é por acaso que ele afirma ter estrela. Desde que estreou no Atlético, em março de 2006, ele notabilizou-se por estar sempre na hora certa, no momento certo. Ele já fez 70 partidas pelo Furacão, e em somente oito vezes atuou todos os 90. Foi substituído em 17 oportunidades e entrou no decorrer do jogo 45 vezes. Mesmo assim, quase sempre vindo do banco de reservas, anotou 24 gols.
Número que ganha mais força em uma análise das bolas na rede. Tarefa normalmente inglória para os atacantes, Pedro Oldoni já realizou sete vezes a proeza de substituir um companheiro e, mal ter pisado no gramado, fazer um gol.
Contra o Nacional-URU, na Sul-Americana de 2006, entrou aos 28 minutos da etapa final e aos 29 fez o importante gol de empate (vitória por 2 a 1). Diante do Palmeiras, no Brasileiro do ano passado, foi a campo aos 25 do segundo tempo e aos 37 deu os três pontos ao Atlético (2 a 1). Neste ano, foi o autor do gol histórico diante do Cianorte (1 a 0), no confronto que quebrou o recorde do Furacão de 1949 com a 13ª vitória consecutiva.

2 comentários:

Anônimo disse...

Tem que mandar esse advogado coxa pro tie deles... o CAP ta loco de ter um advogado coxa

Anônimo disse...

ta cada vez mais facil pro coxa, marcelo ramos num jogou nd no primeiro, agora pedro no segundo...
soh c mta reza...