sábado, 16 de fevereiro de 2008

O assunto do dia

Os jornais estão monotemáticos hoje. Simplesmente todos os colunistas esportivos da capital estão falando sobre a possibilidade de o Atlético igualar a marca do Furacão de 1949.
Veja o que andam dizendo:

A previsão do Simepar é de furacão na Região Sul do estado, na fronteira entre o PR e SC, às margens do Rio Iguaçu. A última vez que o fenômeno ocorreu foi em 1949. Varreu 11 adversários, impiedosamente. Agora, só a “União da Vitória” pode conter a fúria avassaladora do novo Furacão. O Furacão 2008.
Linhares Junior, na Gazeta do Povo.

Não fosse a possibilidade de o atual time do Atlético igualar o recorde de vitórias consecutivas do Furacão de 1949, o Campeonato Paranaense estaria jogado às moscas. Graças ao trabalho desenvolvido pelo técnico Ney Franco e ao empenho dos jogadores, o Atlético salvou a temporada estadual com essa seqüência de vitórias e a inevitável lembrança do feito de 59 anos atrás. Claro que é absolutamente impossível comparar as equipes, já que o futebol e o próprio homem se transformaram sensivelmente através dos anos.
Carneiro Neto, na Gazeta do Povo.

Chegou o grande dia. Uma vitória nessa noite, em União da Vitória, e o Atlético de hoje vai se encontrar com o Atlético de ontem. Mas não um Atlético qualquer e sim o poderoso “Furacão”, aquele poderoso esquadrão que arrasava tudo o que havia pela frente e que, graças a isso, recebeu pela primeira vez o apelido pelo qual hoje o clube é conhecido até além das fronteiras nacionais. Por essas e outras é que deve ser dada real importância aos dividendos de uma vitória atleticana hoje, em União da Vitória. Afinal de contas, não é fácil fazer história, não é para qualquer um.
Luis Augusto Xavier, na Tribuna do Paraná.

Hoje o fato nuclear que provoca a mídia são os choques de sentimentos, de números, do passado com o presente: o Atlético de 2008 ousado, atreve-se (é o termo dos românticos) a alcançar e bater a marca do Atlético de 1949. O Atlético de Marcelo Ramos quer ser também, e com razão, o Atlético de Jackson do Nascimento, o Furacão. Para arrumar uma graça e um objetivo nesta fase do campeonato, esse Atlético só arrumou um caminho: desafiar a si próprio.

Augusto Mafuz, na Tribuna do Paraná.

Até o tal do Vinícius Coelho está falando sobre o assunto. Mas a coluna deste senhor eu não transcreverei aqui jamais. Até porque é o único que tenta desdenhar da possível conquista de logo mais, em União da Vitória... A inveja é uma merda!

3 comentários:

Anônimo disse...

Pau no cú do Coelho!!!
Coxa dos infernos!!!

Dá-lhe Furacão!

Luiz disse...

O que o Coelhossauro escreveu sobre a Tuna, serve p/ o time dele. Já foi grande, hoje em dia...
Vejam a que nível desceram os trouxas, um dia torceram pelo seu time, depois passaram a torcer p/ times de outros estados ou páises: São Caetano, Santos, São Paulo, Chivas. Hoje estão torcendo p/ Iguaçu.

gilberto disse...

o V.c. é puro mofo, não dá levar em conta.
Vamos respeitar os velinhos, e afinal de contas ele deve ter visto o Furacão de 49 jogar, coitado,

Furacão em dose dupla o velinhho pirou o cabeção.