sábado, 16 de fevereiro de 2008

A mesma alma atleticana

Eu acho um espetáculo caso o recorde venha a acontecer. Um clube conseguir duas vezes essa marca é sem dúvida algo muito importante. E na minha opinião, o Atlético de 1949 é o mesmo de hoje. O lugar do estádio é o mesmo, mudou o sentido da camisa (de horizontal para vertical), mas não mudou a alma. Só o futebol atual que eu acho piorzinho. Antigamente, era lindo. Mas, no caso do recorde, os outros também poderiam ter a chance de conseguir, e não fizeram. Espero até que a marca seja superada, pois ela não será quebrada, mas vai representar uma soma na história do Atlético. E além de tudo, é muito gostoso ser lembrado.
Cireno Brandalise, atacante do Furacão de 1949, em depoimento publicado na Gazeta do Povo.

Logo mais, a partir das 20 horas, o Atlético entra em campo contra o Iguaçu para tentar igualar a marca de 11 vitórias seguidas obtida por aquele time histórico.

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