quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Falta um atacante

Em sua coluna desta quinta na Tribuna, Augusto Mafuz comenta a partida de ontem contra a Lusinha e a transmissão do Campeonato Paranaense pela TV, sem a presença do Furacão. Confira:

Indagação

Existe expectativa que às vezes custa caro demais. No futebol, às vezes, uma derrota no 1.º tempo é o exemplo. Imagine só uma derrota para a Portuguesinha, que joga em Cambé por não ter nem estádio. Por mais que falte um tempo inteiro para jogar, não se pode deixar de projetar o significado de uma derrota final. Em especial, quando a derrota, mesmo sendo parcial, afasta-se de uma normalidade, mesmo com características de surpresa. A vitória que vem depois, então, provoca uma alegria, mas com um ônus: a decepção que a precedeu deixou, no mínimo, uma dúvida. Por que a derrota parcial?

O Atlético goleou a tal Portuguesinha por 4 a 1, em Cambé. Mas perdia na virada do jogo. Qual seria, então, o tema central para análise: a goleada final, que era uma obrigação, ou a derrota parcial?

Nada supera a importância da vitória no futebol. Existem certos momentos que precisam ser investigados.

Irênio tem que ser titular, Ferreira tem que jogar vindo de trás. Definitivamente, o Atlético está precisando de um atacante para jogar com Marcelo Ramos.

Vazio

Não se pode negar a importância da televisão no futebol. E não é só por ser a maior fonte de renda dos clubes. Mas, também, em razão de valorizar uma competição. O torcedor está tão acostumado com jogos na televisão, que um campeonato sem a transmissão cai no vazio, fica desapercebido.

A RPC, que comprou os direitos de transmissão desse estadual, deve lamentar outra vez a ausência do Atlético. Seria tão sentida como se fosse a do Coritiba. Seria como a ausência do Corinthians, em São Paulo, e do Flamengo, no Rio de Janeiro, ou qualquer time de ponta em qualquer lugar.

A transmissão não consegue preencher o vazio provocado pela ausência. Entendo que, seja como prestação de serviços ou um negócio, fica inacabado. Seria melhor não transmitir.

Mas a culpa esse ano, outra vez, foi do Coritiba. Aceitou ganhar o mesmo valor que foi oferecido ao Paraná, R$ 500 mil. Se exigisse o que o Atlético exigiu, R$ 1 milhão, criaria uma situação definitiva para o presente e para o futuro: rateia-se o dinheiro de acordo com o público da cada um, ou se desliga de uma vez a televisão.

3 comentários:

Anônimo disse...

Acho que a diretoria deveria negociar a Final com a Rede Globo, afinal R$500.000,00 por um joguinho só não iria fazer mal algum, além de não dividir o dinheiro que seria da nossa parte com os rivais.

Roder disse...

Como sempre exelente o comentário do Mafuz, mas o fato é que os coxas vivem de esmolas por seu um clube quase falido, tanto é que sempre cobram a metade do valor dos ingressos do Furacão. O aumento do valor da cota das transmissões só depende do Atlético.

Anônimo disse...

tenho 18 anos to sem clube no momento gostaria de saber se eu teria como fazer parte no otimo elenco do ATLETICO ,queria so um opotunidade ABRIGADO



TEL 93429062 MORO NO RIO DE JANEIRO