terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Os parasitas estão se matando

E os parasitas estão se matando, inclusive em programas ao vivo na TV estatal do governo do estado - infelizmente, nós, contribuintes, é que pagamos essa conta. Torcedores, cartolas e até a imprensa tricolor trocam acusações sem o menor pudor nem a mínima compostura. O último "babado" do time das vilas foi a divulgação de uma conversa de diretores do clube, gravada clandestinamente. O autor, ao que tudo indica, é o mesmo que já gravou e divulgou no youtube há pouco tempo uma conversa com o jornalista Augusto Mafuz.
O que o "araponga de araque" não sabe é que divulgar gravações sem consentimento é crime. Gravar as próprias conversas é lícito, mas levar a público uma conversa envolvendo terceiros sem o consentimento de todos os participantes é um ato criminoso. As gravações clandestinas abrangem tanto a telefônica (quando se grava uma comunicação telefônica própria) quanto a ambiental (quando se grava uma conversação entre pessoas presentes num ambiente, sem o conhecimento do interlocutor). A simples gravação não constitui crime, o qual materializa-se, porém, com a divulgação, nos termos do art. 153 do Código Penal.
De qualquer maneira, fica a dica: não converse com um parasita pelo telefone. E, se for falar pessoalmente, reviste-o antes. Por via das dúvidas, jamais revele um segredo a um parasita, por mais que ele se diga seu amigo. Afinal, ele pode ser mais um "araponga de araque" das vilas.

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