terça-feira, 20 de novembro de 2007

Superlotação pode interditar o "tremendão"

Como este blog já havia adiantado na noite de sexta-feira, os dirigentes coxinhas venderam mais ingressos do que permite a capacidade do "tremendão" e agora podem ser punidos por isso, como confirma uma reportagem da Tribuna do Paraná desta terça-feira. O jornal lembra também o episódio da final da Libertadores entre Atlético e São Paulo, quando o time verde enviou à CBF um ofício comunicando que reformas haviam reduzido a capacidade do estádio Couto Pereira para 35.750 espectadores e que, desta forma, o Furacão não poderia mandar a partida lá.
Confira as matérias da Tribuna:
Coxa pode perder mando por seis meses
O Coritiba pode se dar mal por causa do público recorde que foi ao Couto Pereira na última sexta-feira. Oficialmente com capacidade para cerca de 37 mil pessoas, o estádio alviverde recebeu mais de 43 mil torcedores. Agora, o Coxa está sendo acusado de permitir uma superlotação das arquibancadas e corre o risco de ficar pelo menos seis meses longe da torcida.
Segundo os dados divulgados pelo Coritiba, 38.689 torcedores pagaram ingresso para assistir à partida contra o Marília, que terminou com vitória dos visitantes por 3 a 2. Já o público total chegou a 43.649. O problema é que, segundo laudos do Corpo de Bombeiros e dados da própria página do clube na internet, a capacidade máxima do Couto é de 37.182 pessoas, 6.467 a menos que o público total anunciado no jogo.
A situação afronta o parágrafo 2.º do artigo 23 do Estatuto do Torcedor (Lei n.º 10.671/2003): “Perderá o mando de jogo por, no mínimo, seis meses, sem prejuízo das demais sanções cabíveis, a entidade de prática desportiva detentora do mando do jogo em que: I - tenha sido colocado à venda número de ingressos maior do que a capacidade de público do estádio; ou II - tenham entrado pessoas em número maior do que a capacidade de público do estádio”.
Ou seja, caso a lei seja aplicada à risca, o Coxa pode sofrer um sério prejuízo. Desde 2005, os clubes que perdem mandos são obrigados a jogar com os portões fechados, sem a presença da torcida. Assim, o Cori pode ficar até seis meses sem o apoio do torcedor e alijado das rendas de todas as partidas nesse período.
Durante o final de semana e nesta segunda-feira, o Paraná-Online recebeu queixas de vários torcedores que dizem ter ido ao Couto e ficaram preocupados com a superlotação. “O que fizeram foi uma irresponsabilidade, um crime. Botaram em risco a vida de pessoas”, diz uma das mensagens recebidas pela Redação. A reportagem procurou a diretoria do Coritiba, em busca de uma explicação. Porém, segundo a assessoria de imprensa do clube, os diretores não vão se manifestar sobre o assunto.
Polêmica da Libertadores volta à tona
O público que foi ao Alto da Glória no sábado reacendeu uma velha polêmica envolvendo a dupla Atletiba. Afinal, se o Couto Pereira comporta mais de 43 mil pessoas, o Coritiba teria mentido à CBF para prejudicar o Atlético, às vésperas da final da Libertadores de 2005.
Naquele ano, o Furacão fez história ao se tornar o primeiro time do Estado a chegar à decisão do principal torneio do continente, contra o São Paulo. Porém, o regulamento da competição previa que apenas estádios com capacidade superior a 40 mil pessoas poderiam receber a final, o que excluía a Baixada.
Antes mesmo que o Atlético solicitasse o estádio, o Coxa enviou à CBF um ofício comunicando que reformas haviam reduzido a capacidade do Couto Pereira para 35.750 espectadores. Assim, nenhum estádio de Curitiba estaria apto a receber o jogo.
O Furacão tentou até o último minuto trazer o jogo para a Arena. Chegou inclusive a construir arquibancadas modulares, que acabaram vetadas pela Confederação Sul-Americana (Conmebol). Sem alternativas e pressionada pelo São Paulo, que queria jogar longe da pressão da torcida rubro-negra, a entidade marcou o jogo para o Beira-Rio, em Porto Alegre.
Jogando no estádio do Internacional, o Furacão contou com a ajuda de milhares de atleticanos, que fizeram uma imensa caravana até a capital gaúcha. Mesmo assim, não conseguiu mais do que um empate em 1 a 1. No jogo de volta, no Morumbi, o São Paulo venceu por 4 a 0 e ficou com o título.

7 comentários:

Anônimo disse...

OLHA PARA O BEM DO FUTEBOL, AQUELA COISA DEVIA SER INTERDITADA SIM, PARABENS A TRIBUNA POR ESSA MATERIA, OS PORCOS DEVEM SIM SER PUNIDOS, EXISTEM PROVAS CONTRA ELES, COMO ESSA DA FINAL DA LIBERTADORES POR EXEMPLO, ONDE MANDARAM UM OFICIO COM A CAPACIDADE DO VASO SANITARIO DE 35 MIL LUGARES, OU SEJA, SE ELES COLOCARAM 43 MIL, ENTAUM COLOCARAM 8 MIL POESSOAS A MASI DO QUE A CAPACIDADE!!! ABSURDO, DEVEM SE PUNIDOS SIM POR COLOCARAVARIAS PESSOAS EM RISCO

Anônimo disse...

Depois não querem que a gente chame os verdinhos de filhos da puta.
Estava na cara que eles não queriam que jogássemos a primeira partida da final no chiqueirão para não verem a festa no salão de festas. Com certeza as coisas seriam diferentes e não ficaríamos no 1 a 1 com os bambis.
A imprensa honesta (sim, exite!) vem pedir mais sentimento de amor ao estado do Paraná. Mas quando teremos novamente a chance de um time paranaense ser campeão da Libertadores?
Quero que GG e sua corja apodreça no mais escuro e fétido lugar do inferno. Porco invejoso e nojento.

Um abraço Guerrilheiro.
Paulo

Anônimo disse...

Mesmo se o jogo fosse no pinga mijo e as cadeiras ?la na quela desgraça não tem.

Anônimo disse...

Anônimo disse...

Depois não querem que a gente chame os verdinhos de filhos da puta.

UHAUHAUHAUHAUHAUHAHUUHAHUAUHUHUHHUAUHAUHA

Carlinhos - Santa Quitéria disse...

Coritiba ? cocha (ou seria coxha) ?
Quem é coritiba ou o que é cosha ?
O que quer dizer estes nomes ?
Por favor, o que é coritiba ?
Ou quem é coritiba ?

Anônimo disse...

vamos rir desses porcos!!!!!!!!!! pois eles não merecem mais do que isto!!!!!!!!!!

Chuck disse...

kra...tenho fontes seguríssimas...de que está história do Coxa mentir pra CBF..foi o maior tiro no pé de Mario Celso Petraglia...que teria pedido ao Giovani Gionédis que soltasse o oficio para forçar a CBF a liberar a baixada...porem...o São Paulo...tinha e tem até hoje gente dentro da Conmebol e a situação não poderia mesmo fugir do que foi...