quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Sucessão

Em sua coluna desta sexta-feira na Tribuna do Paraná, Augusto Mafuz comenta as eleições do Atlético, que serão realizadas em dezembro:
Novo presidente
Quem será o presidente do Atlético? Depois que o histórico Valmor Zimermann deu por cumprida a sua missão, e até 1995, a pergunta não tinha só o significado de uma dúvida. Era o próprio drama atleticano.
A partir daquele outono de 1995, nunca mais se fez a pergunta: quem será o presidente do Atlético? Sobravam nomes e fantásticos homens. Revezaram-se Mário Celso Petraglia, Ademir Adur e Marcus Coelho. Cada um deixou a sua marca de independência, embora a decisão fosse por maioria. Coincidência ou não, a maioria quase sempre começava e terminava com Ênio Forneia Júnior, pessoa, aliás, que poderia integrar formalmente o Atlético neste período de finalização da Arena.
Mário Celso ficou. E ficou também a sensação de ausência de quem saiu, mas a obra feita foi tão grandiosa e definitiva que foi capaz de absorver essa ausência.
Em dezembro próximo haverá eleição no Atlético.
Mário Celso Petraglia deverá ser o presidente-presidente, como está sendo desde 2002. Pode até aparecer um João ou José, Joaquim ou João Augusto, que a identidade do cargo é indissolúvel: por mais forte que seja a personalidade de um outro, por mais independência de idéias que possa ter, não adianta agora, e por algum tempo, querer dissociar a figura do presidente que manda e decide de Mário Celso Petraglia.
Petraglia para presidente!

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