segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Os piores e os melhores

Em sua coluna desta segunda-feira na Tribuna do Paraná, Augusto Mafuz comenta o empate contra o Cruzeiro:
Meditação
E esse Atlético!
Agora deu para jogar bem. Às vezes vai além de um simples jogo brilhante: comove tanto que se, de repente, tomar um gol, é injustiça.
No empate do Mineirão com o Cruzeiro foi assim. Estava o time de Ney Franco jogando como nunca. Irrepreensível. E então ocorreram dois fatos injustos: um sósia intrometido e mal-acabado de Ferreira perdeu com o gol escancarado. Digo sósia porque Ferreira, o verdadeiro, não perde um gol como aquele.
E aí a injustiça, que se tornou justiça: Michel não marcou Leandro Domingues, que entrou livre para vencer Viáfara. Com Michel e Jancarlos no time nada é injusto. São absurdamente medíocres. Mas o Atlético estava tão correto, mesmo sem ter na prática os dois laterais, que no intervalo tranqüilizei Javier, o segundo: não perde.
Sob o comando de Valencia, o Furacão fez o seu torcedor outra vez meditar, e provocar-se: sabendo jogar tanto, por que razão ainda está jogando para sair da zona cinzenta em que está? E depois que Alex Mineiro e Evandro entraram, jogou tanto, e empatou o jogo com Ferreira, que o empate deixou de ser um consolo. Valencia e Rhodolfo foram os melhores.

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