quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Adiós, Grêmio. Nos vemos na Sula

O fato: o Atlético colocou o grêmio no seu devido lugar, venceu bem, com direito a Olé, sem ter de partir para a violência e com um show de sua fanática torcida. Quanto ao que ocorreu após o jogo, tudo é muito claro. O próprio técnico gremista, Mano Menezes, criticou a falta de estrutura emocional por parte de seus jogadores, principalmente do meia Tcheco. E todos viram um jogador do Grêmio começar a confusão nos vestiários, agredindo Claiton covardemente.
Bem, o que eu queria mesmo era que o Furacão ajudasse a tirar o Grêmio da Libertadores, porque já mostrou ser um time que não merece. Nossa parte nós fizemos. E se os gaúchos, em franca decadência técnica e desequilíbrio emocional, conseguirem uma vaguinha na Sul-Americana, será muito bom. Quem sabe eles ganham uma nova chance para tentar ganhar do Furacão - desta vez jogando como homens, e não como moleques.

Claiton "Predador" e o gremista covarde

Falou & disse

"Perderam, levaram chapéuzinho, levaram um chocolate e depois vem querer agredir igual um covarde???"
"Se fosse homem, que esperasse para brigar comigo. Dentro de campo, ele não me achou. Ninguém do Grêmio achou os jogadores do Atlético."
"Eu tomei olé do Náutico e não fiz nada. Os caras vibraram e eu não bati em ninguém. Isso aí é o futebol"
Claiton
, meia atleticano agredido por um jogador gremista.

Imprensa do RS prova que gremista começou a confusão

Segundo o portal ClicRBs, pertencente ao maior grupo de comunicação do Rio Grande do Sul, foi um jogador gremista quem começou toda a confusão nos vestiário após o jogo.
Segundo o site, "o volante Claiton recebeu uma voadora nas costas de Eduardo Costa, segundo a reportagem da Rádio Gaúcha".
Para ver a matéria, clique aqui.

A Zero Hora Digital também afirma que Tcheco e Eduardo Costa criaram toda a confusão. Para ver a reportagem, clique aqui.

Acabou. E quebra o pau na Arena

Acabou a partida: 2 a 0 para o Atlético. E, segundo as rádios, fechou o tempo na sala de imprensa da Arena. A confusão é gereralizada, envolvendo atletas, dirigentes e imprensa. Tudo provocado por um jogador do Grêmio, Eduardo Costa, que ficou escondido e agrediu o meia Claiton. A polícia precisou intervir para acalmar os ânimos. "Esta é a escola gremista", disse o presidente do conselho Deliberativo do Atlético, Mário Celso Petraglia.

Dois a zero, com Olééééééé

O Furacão trocou mais de 20 passes sem deixar o violento time gaudério pegar na bola, até que Alex Mineiro rolou para trás e Michel emendou uma bomba de fora da área: 2 a 0 Furacão.

O castigo vem a cavalo. E pilchado!

Dia 28 de julho, no estádio Olímpico, Tcheco, imprudentemente, enfiou um chute no rosto de Alex Mineiro, que saiu de maca com várias fraturas na face. Nem falta o juiz marcou, e o gremista sequer cartão amarelo levou.
Dia 31 de outubro, na Arena da Baixada. Tcheco continua a abusar de jogadas violentas, reclama com o juiz e é expulso.
Nada como um dia após o outro.

Ferreira abre o placar

No comecinho do segundo tempo, Ferreira - sempre ele - tirou o zagueiro para dançar e bateu no canto, sem chances para o arqueiro Saja. Um a zero para o Furacão.

Gremistas em peso. No xilindró

Vândalos gremistas que estavam a caminho de Curitiba para a partida desta noite foram parar na delegacia. Em dois ônibus revistados pela Rone (Rondas Ostensivas de Natureza Especial) foram encontrados armas, drogas e até uma mira laser.
Terão que fazer avalanche no xadrez, bem apertadinhos.

O horário certo para o futebol

Tudo bem, o advento da TV a cabo trouxe aos amantes do futebol uma facilidade jamais imaginada há alguns anos. Aqueles mais tarados que gostam de acompanhar até a segundona podem assistir a uma peleja às terças, quartas, quintas, sextas, sábados e domingos, para o desespero da patroa.
O que não dá pra aceitar é que essa facilidade toda dificulte a vida do torcedor que gosta de acompanhar o time no estádio. Porque, convenhamos, o horário de jogo noturno tem que ser entre 20 e 21 horas. Antes disso, é cedo demais. Depois disso, tarde demais.
Hoje, por exemplo. A partida contra o Grêmio começa às 19h30, em pleno dia útil. Quem sai do trabalho às 18, 18h30, já sabe: vai ter que correr para a Baixada e ainda vai encontrar filas pra entrar, porque vai chegar todo mundo ao mesmo tempo. Só por isso, devia ser proibido pelo Código do Torcedor. Sem falar naquele trabalhador mais humilde, os porteiros, vigias e plantonistas em geral, que ainda perdem meia hora de jogo para a Voz do Brasil.
Tempos modernos...

Chama o Bin!

A imprensa gaúcha diz que o técnico do Grêmio, Mano Menezes, deve utilizar sua arma secreta contra o Furacão: as "torres gêmeas", como estão se referindo aos atacantes Tuta e Marcel.
Pois bem, o que ele não esperam é que o Furacão adote um esquema à la Al Qaeda. Quando os gaúchos menos esperarem, pode aparecer o Bin Laden...

Atenção gremistas: "Bin" é atleticano, volta-e-meia aparece
na Baixada e pode pôr abaixo as "torres gêmeas dos pampas".

Simule a classificação

O site Globoesporte bolou uma ferramenta muito legal. Você "chuta" os resultados da rodada e vê, automaticamente, como ficará a classificação do campeonato caso você acerte. E você pode seguir "chutando" até a última rodada. Pelos meus prognósticos, o Furacão termina a rodada na sétima colocação. Para fazer sua simulação, clique aqui.

Túnel do tempo

Atlético 2 x 0 Grêmio, em agosto de 2001, rumo ao título nacional. Kléber e Kleberson marcaram para o Furacão.

Eles disseram

"Tudo indica que o jogo desta noite, ao contrário do que muitos imaginam, será disputado na bola, com muita pegada, ataques de lado a lado, daqueles que deixam o torcedor com o coração na mão e sem saber o que vai acontecer até o apito final".
Adroaldo Guerra Filho, em sua coluna "Guerra total", publicada nesta quarta-feira no Diário Gaúcho, de Porto Alegre.

Governo do estado, agora, diz querer brigar pela Copa

Após não ter enviado nenhum representante para o anúncio oficial do Brasil como sede da Copa 2014 em Zurique, o governo do estado parece dar sinais de que vai entrar de verdade na briga para trazer a competição para Curitiba. Pelo menos é o que garantiu o vice-governador Orlando Pessuti à Gazeta do Povo. “Temos de ter uma postura mais agressiva, estar de corpo presente em todas as movimentações que levem à definição das sedes e não confiar só no que os outros dizem”, revelou. Segundo ele, já está prevista uma reunião na CBF assim que a cúpula da entidade voltar da Europa.
Também em entrevista à Gazeta, o presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, Mário Celso Petraglia, criticou a apatia política na defesa da capital paranaense como sede do Mundial. “É a sedimentação de um comportamento de desmotivação política. O governo não tem demonstrado, pelos seus atos, o interesse, o objetivo real e profundo da vinda da Copa para Curitiba”, reclamou.
Agora, resta saber se a intenção de Pessuti se concretizará. Pois o governador Roberto Requião, até hoje, nunca se manifestou sobre o assunto. Espera-se mais, também, da Prefeitura de Curitiba. Afinal, os maiores beneficiados com um evento deste porte, seja quem for que esteja no poder político em 2014, seriam justamente os curitibanos.

Jogo jogado

Coluna de Augusto Mafuz desta quarta-feira na Tribuna do Paraná fala sobre a partida entre Atlético e Grêmio:
Jogão

Existe uma condição para que Atlético e Grêmio façam um jogo histórico hoje à noite na Arena: a renúncia ao espírito de revanche, que naturalmente deve existir entre os atleticanos em razão da violência no jogo do Olímpico.
Em um jogo jogado, como ensina o professor Otacílio Gonçalves, gaúcho, mas colorado, o Atlético pode definitivamente projetar a sua vida para 2008. Está jogando tão bem quanto o Grêmio. E com o efeito Arena pode ser melhor.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Vote na Baixada

O Globo Online quer saber quais são os 10 estádios preferidos dos brasileiros para sediar jogos da Copa do Mundo de 2014. Para votar na Arena da Baixada, clique aqui.

Que peninha

O tão aguardado Tcheco pode ficar de fora da partida de amanhã, na Baixada. Hoje, ele participou somente da metade do treinamento do Grêmio. Motivo: "problemas estomacais".

Enquanto isso, por aqui...

Doze governadores acompanharam em Zurique o evento que confirmou a copa de 2014 no Brasil (foto). Cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte fizeram festa quando a Fifa oficializou o país como sede do Mundial.
Nos sites das prefeituras das cidades que pretendem seu sub-sedes do evento, o assunto está em destaque. Porto Alegre, por exemplo, já anuncia a formação de um comitê organizador, coordenado pela Secretaria Municipal de Esportes, Recreação e Lazer, para qualificar os serviços e infra-estrutura da cidade. Fortaleza também correu e lançou a campanha “Tô na torcida”, com diversos representantes da sociedade civil engajados em brigar para que um dos jogos da Copa aconteça no Ceará.
Por aqui, nada. O governador Roberto Requião não foi ao evento. O prefeito de Curitiba, Beto Richa, nem se manifesta sobre o assunto. A Paraná Esportes, autarquia equivalente a uma secretaria de estado, que outrora se empenhou para indicar o sucateado Pinheirão como sub-sede do Mundial, agora ignora solenemente o evento.
Parece que o Atlético está sozinho nesta luta. E, mesmo assim, vai vencê-la. Para a sorte de todos os paranaenses.
As 12 sub-sedes serão definidas até outubro do próximo ano.

Sugestões para 2008 ainda podem ser enviadas

O torcedor atleticano ainda pode enviar suas sugestões para a política de preços dos ingressos epara o Sócio Furacão de 2008. A princípio sertiam aceitas as sugestões encaminhadas até ontem (segunda), mas o clube decidiu que não haverá mais prazo para o recebimento dos e-mails.

Participe, mande um e-mail para o endereço sugestoes2008@atleticopr.com.br e ajude a construir o futuro do Atlético.

Um duro golpe nos Massas, Malaquias, Rabelos e LAs da vida

A melhor notícia da semana veio direto de Zurique. Além do fim do rodízio de continentes para sedes da Copa do Mundo, o Comitê Executivo da Fifa tomou uma decisão que passou ao largo do noticiário mas que é de extrema importância para o futebol brasileiro: a partir do ano que vem, entrerá em vigor uma nova norma para regulamentar a relação entre atletas e empresários.
Parece que a Fifa que acabar com a "farra" que há hoje em cima dos direitos federativos dos jogadores. A idéia é acabar com a força dos empresários, agentes e "fundos de investimento" e a "divisão" dos direitos sobre os atletas. "Nenhum clube pode assinar contrato com um jogador que permita a outra parte, ou uma terceira parte, adquirir habilidades na transferência que interfiram na independência e no desempenho dos times. O Comitê Disciplinar da Fifa pode punir os clubes que não seguirem essa norma", diz o comunicado.
Como não pode agir retroativamente, essa nova norma estipulada pela Fifa passa a ter validade no próximo ano. Casos recentes, como o de Thiago Neves, ex-Paraná Clube e atualmente no do Fluminense, não poderão mais acontecer de acordo com esse novo regulamento. O jogador tem dois empresários diferentes, cada um com uma parte de direito em seu contrato. O Paraná também tinha parte dos direitos do jogador, mas acabou ficando sem nada.
* * *
A propósito, a imprensa já se esqueceu do escândalo das propinas envolvendo a LA Sports? Vai ficar tudo por isso mesmo? Só mesmo no Brasil para um corruptor assumido não sofrer nenhum tipo de punição.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Confraria do Furacão em BH

O usuário Toncap, do Fórum Furacao.com, anuncia a criação da Confraria Atlético Paranaenserra, em Belo Horizonte, com sede na Mercearia da Serra. O movimento foi fundado pelo radialista Jeferson Gomes e Silva, torcedor do Atlético. No domingo, os rubro-negros reuniram-se lá para assistir ao jogo contra o Cruzeiro e foram sorteados camisas e chaveiros do Furacão. O local tem tudo para ser um ponto de encontro da família atleticana em Minas Gerais.
Na foto, detalhe da caixa registradora do bar, com adesivo da campanha pela Copa de 2014 na Baixada (clique para ampliar).

Atleticano deve compor comissão que analisará o "PAC do Esporte"

Segundo o jornal Folha de São Paulo desta segunda-feira, o governo federal criará uma comissão encarregada de estabelecer um plano de investimentos com vistas a preparar a infra-estrutura para a Copa do Mundo de 2014. Dentre os integrantes da comissão, um atleticano: o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo (foto), um dos membros mais importantes e influentes do governo Lula.
Confira a reportagem:
Lula criará comissão por "PAC da bola"

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O governo ainda não sabe quanto gastará nas obras de infra-estrutura necessárias para que o Brasil sedie a Copa do Mundo de 2014. O presidente Lula criará uma comissão interministerial para estabelecer um plano de obras e apresentar uma estimativa de gastos.
Integrantes do governo dizem que a Copa -realizada pelo Brasil uma única vez, em 1950, quando a seleção foi vice-campeã- consumirá mais recursos públicos do que o Pan-Americano, que aconteceu em julho deste ano, no Rio. O repasse estatal final aos Jogos foi de R$ 3,7 bilhões. A comissão do governo deverá ser integrada pelas pastas da Casa Civil, Planejamento, Esporte, Turismo, Cidades, Cultura e Transportes, segundo apurou a Folha. Há possibilidade de que representantes da CBF sejam convidados para acompanhar o planejamento.
Obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), projeto para melhorar a infra-estrutura e a oferta de energia no Brasil durante o segundo mandato de Lula, poderão ser carimbadas como preparatórias para a Copa, mas Lula quer um plano específico para o evento. O Planalto já admite antecipar investimentos previstos no PAC para acelerar obras de infra-estrutura fundamentais para a realização da Copa.
Lula também deseja evitar que haja uma grande disparidade entre o orçamento apresentado para o evento e a execução final. Em relação ao Pan, por exemplo, estavam previstos investimentos públicos da ordem de R$ 350 milhões. No entanto, a conta final foi bem maior. A previsão dos gastos hoje feita pelo governo é assim dividida: uma parte deverá vir da iniciativa privada, principalmente no que se refere à construção e ampliação de estádios, além de modernização da rede hoteleira.
Só para construção e modernização de estádios no Brasil, a CBF, em relatório entregue à Fifa (entidade que comanda o futebol), estima um gasto de cerca de R$ 2,8 bilhões. Caberá ao governo atividades típicas do Estado, como segurança pública e investimentos em infra-estrutura, como portos e aeroportos. Também há previsão de parcerias público-privadas nessa área -exemplo das concessões de estradas federais.
Um evento como a Copa é uma oportunidade de negócios para empreiteiras, que já fazem lobby na CBF e no Planalto com o argumento de que o evento será uma grande oportunidade de geração de emprego. (KA E LS)

Folha: Curitiba é candidata forte para a Copa

Matéria publicada hoje no jornal Folha de São Paulo coloca Curitiba como uma das cidades favoritas para sediar jogos da Copa de 2014. Confira:

Eliminatórias são mimo de quem ficar sem jogos

CBF quer reparar cidades preteridas para 2014 com o qualificatório para 2010

KENNEDY ALENCAR
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Para enfrentar a previsível guerra entre capitais para sediar jogos da Copa do Mundo de 2014, que deverá ter o Brasil confirmado pela Fifa como sede amanhã, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Ricardo Teixeira, pretende usar partidas das eliminatórias sul-americanas para compensar cidades que não participarão das finais do torneio.
Ou seja, partidas do Brasil no qualificatório para 2010 contra adversários tradicionais, como Argentina e Uruguai, deverão acontecer em capitais que ficarão fora do Mundial.
Outra medida de caráter político, segundo a Folha apurou, é a intenção de Teixeira de criar uma comissão para decidir em quais cidades se realizará a competição.
O principal dirigente do futebol brasileiro e integrantes do governo federal que estarão em Zurique, na Suíça, para o anúncio da Fifa, já estão preocupados em elaborar estratégias para lidar com a pressão política para que capitais sediem os grupos do torneio.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e uma comitiva de governadores irá à cidade européia para faturar politicamente com a escolha do Brasil como sede da Copa de 2014. O país é o único candidato a sediar o evento, o que o torna virtual sede da competição.
Seguindo seu estilo centralizador, o presidente da CBF será o comandante-em-chefe da organização da Copa, mas ele pretende usar uma comissão para escolha dos municípios, a fim de administrar melhor pressões políticas.
Os principais critérios para selecionar as cidades que abrigarão as partidas serão importância política, estádios modernos e infra-estrutura turística e urbana para um evento de repercussão mundial.
O formato dessa comissão ainda não está definido. Há sugestão para que seja composta por dirigentes esportivos da confiança do presidente da CBF, além de representantes do poder público (governo federal, Estados e capitais).
A reportagem apurou que o discurso de Lula e Teixeira amanhã deverá ser o de enfatizar a conquista de trazer uma Copa para o Brasil depois de 57 anos e minimizar disputas imediatas entre cidades para sediar partidas do evento.
A intenção do presidente da CBF é definir quais capitais sediarão os jogos do Mundial apenas no ano que vem.
Há capitais que obviamente serão escolhidas pela importância política e turística que têm: Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Salvador.
Amigos do presidente da CBF sustentam que Fortaleza, Porto Alegre, Curitiba e Goiânia são fortes candidatas a hospedar partidas da Copa. Para que as cinco regiões brasileiras estejam representadas, faltaria escolher uma cidade do Norte -além das capitais de Amazonas e Pará, Rio Branco (AC) se ofereceu para hospedar confrontos do Mundial.
Dirigentes esportivos dizem, por exemplo, que Manaus teria melhor infra-estrutura do que Belém. No Nordeste, Recife e Natal deverão tentar entrar na disputa para sediar jogos (Maceió também se candidatou).
Brasília também aspiraria integrar o grupo. No Centro-Oeste, Campo Grande e Cuiabá, também candidatas, correm por fora.

Pedreira no Pacaembu

O jogo de domingo, contra o Corinthians, tem tudo pra ser uma pedreira. O Corinthians, com a corda do rebaixamento no pescoço, precisa da vitória a qualquer custo. E é o jogo do "sopão" - ou seja, o Pacaembu estará abarrotado.
Confesso estar ansioso por este duelo. Será uma oportunidade ímpar de deixar o "todo-poderoso" Corinthians, um dos queridinhos da mídia nacional, mais perto do inferno da segundona. E parece ser um jogo bem propício para isso, com a cara do Furacão: explorando os contra-ataques, jogando em cima do desespero do adversário.
Pressinto que jogaremos a última pá de cal sobre o time do Parque São Jorge...

Sobre a Copa 2014

O anúncio oficial do Brasil como sede da Copa de 20014 será feito oficialmente amanhã, em Zurique. Mas o presidente da Fifa, Joseph Blatter, já adiantou hoje que não tem como o país não ser aprovado. "A equipe da Fifa fez um relatório detalhado do Brasil após a visita ao país. Não sei como o Brasil pode perder amanhã. Não sou profeta e não sei qual a decisão que vai ser tomada amanhã pelo comitê, mas não sei como eles podem dizer não. O Brasil só pode perder para o Brasil ou se futebol não fosse mais jogado no Brasil. Você consegue imaginar isso?", disse Blatter, em entrevista coletiva na sede da Fifa.
A comitiva brasileira para o evento, encabeçada pelo presidente Lula, virou também uma romaria de políticos. Estarão lá nada menos do que 12 governadores de estados interessados em sediar o mundial (Amazonas, Mato Grosso, Ceará, Acre, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo).
Mas... e o Paraná? Não se sabe. O governador não vai. O prefeito da capital, também não. Por um lado, é louvável a atitude de tais autoridades em não fazer do anúncio um trampolim político. Por outro, é totalmente reprovável a falta de empenho do setor público em trazer um evento como deste porte para Curitiba. E não é de agora. Não fosse o esforço do atleticano Alexandre Curi, que convenceu Requião a não cometer a sandice de indicar o Pinheirão à CBF, certamente o mundial não viria mesmo.
As únicas coisas que nos fazem crer que Curitiba será mesmo sede da Copa 2014 são a infra-estrutura da cidade e a Arena da Baixada, que já é o melhor estádio do país e cujo projeto de finalização é o mais fácil de ser concretizado, a um custo muito menor do que estão apregoando por aí.

Só até hoje

Termina à meia-noite de hoje o prazo para que os torcedores do Furacão encaminhem ao clube sugestões sobre os preços dos ingressos e os pacotes para sócios na termporada 2008. As opiniões devem ser encamiinhadas para o e-mail sugestoes2008@atleticopr.com.br.

Alex abre o jogo

A Tribuna do Paraná desta segunda-feira traz uma entrevista com o artilheiro Alex Mineiro, o "matador" da Baixada. Entre outras coisas, o ídolo diz que quer lutar para conquistar a Chuteira de Ouro como artilheiro do Brasil deste ano, que a torcida do Furacão faz a diferença e que quer ficar no Atlético em 2008.
Confira a entrevista:
Tribuna: Como está se sentindo física e tecnicamente e qual sua expectativa de voltar a jogar?

Alex Mineiro: Fisicamente estou bem melhor. Dá pra jogar um pouquinho. Meu objetivo é ir voltando aos poucos. Este ano, nesses seis jogos, não sei se vai dar pra fazer muita coisa. Mas minha vontade e alegria de estar atuando pelo Atlético vão me ajudar a superar a minha falta de ritmo.
Infelizmente ocorreu esta lesão na batalha do Olímpico. Guarda alguma mágoa do Tcheco?
De maneira nenhuma. Sei que ele não quis me acertar. Foi muito difícil ficar longe dos gramados. Ver os companheiros jogando e você em férias forçadas me incomodou muito. Mas isso é passado. Estou de volta para ajudar o Atlético da melhor maneira possível.
No prêmio concedido pela revista Placar ao maior artilheiro do Brasil no ano, a Chuteira de Ouro, você está em 3.º lugar, a quatro gols do Dodô, do Botafogo. Ainda dá pra buscar esse prêmio?
É um dos meus objetivos agora. Eu tenho chance, por que não tentar? Quero voltar a marcar gols o mais rápido possível, para buscar isso aí ainda.
Por tudo o que passou no Atlético e por ser o principal herói do título de 2001, você é o ícone de uma geração. Como você convive com essa fama?
Fico muito feliz em saber que o torcedor confia no meu futebol. Deus me abençoou ao me dar a oportunidade de vestir a camisa do Atlético naquele momento. Passávamos por uma grande fase em 2001, e a confiança e a vontade que eu tinha de ser campeão brasileiro eram muito grandes. Trabalhei bem, me dediquei bastante durante aquele ano e acredito que fui recompensado por isso naquelas últimas partidas. A torcida fez a diferença e ajudou bastante. Inclusive eu tenho o DVD daqueles jogos e, sempre que posso, assisto, porque foi uma coisa impressionante mesmo.
O que o Atlético representa na sua vida?

Todo o tempo em que atuei pelo clube fui muito feliz. Os torcedores confiam em mim e isso me incentiva bastante para continuar trabalhando, me dedicando pra honrar a camisa do Atlético da melhor maneira possível, como sempre fiz.
Devido à sua performance na temporada, inúmeras propostas devem surgir no final do ano. Às vezes a parte financeira não é o mais importante, mas é determinante. Você quer permanecer no Atlético para o ano que vem? Há essa possibilidade?
Quando renovei no meio do ano, já havia muitas propostas. O Atlético fez o possível para que eu pudesse permanecer. Meu contrato termina no final do ano e a prioridade é do Atlético. Sempre foi. Todos sabem que eu tenho um carinho enorme pelo clube, minha família está muito bem adaptada à cidade. Vamos sentar e conversar pra tentarmos chegar a um acerto. Eu não tenho pressa e nem estou muito preocupado em sair daqui.

Os piores e os melhores

Em sua coluna desta segunda-feira na Tribuna do Paraná, Augusto Mafuz comenta o empate contra o Cruzeiro:
Meditação
E esse Atlético!
Agora deu para jogar bem. Às vezes vai além de um simples jogo brilhante: comove tanto que se, de repente, tomar um gol, é injustiça.
No empate do Mineirão com o Cruzeiro foi assim. Estava o time de Ney Franco jogando como nunca. Irrepreensível. E então ocorreram dois fatos injustos: um sósia intrometido e mal-acabado de Ferreira perdeu com o gol escancarado. Digo sósia porque Ferreira, o verdadeiro, não perde um gol como aquele.
E aí a injustiça, que se tornou justiça: Michel não marcou Leandro Domingues, que entrou livre para vencer Viáfara. Com Michel e Jancarlos no time nada é injusto. São absurdamente medíocres. Mas o Atlético estava tão correto, mesmo sem ter na prática os dois laterais, que no intervalo tranqüilizei Javier, o segundo: não perde.
Sob o comando de Valencia, o Furacão fez o seu torcedor outra vez meditar, e provocar-se: sabendo jogar tanto, por que razão ainda está jogando para sair da zona cinzenta em que está? E depois que Alex Mineiro e Evandro entraram, jogou tanto, e empatou o jogo com Ferreira, que o empate deixou de ser um consolo. Valencia e Rhodolfo foram os melhores.

Semana farroupilha (II)

Estava assistindo na tarde de ontem à partida entre Grêmio e Náutico, em Porto Alegre. E pude reparar o seguinte: a tal da "avalanche" na hora do gol não passa de uma desculpa pro pessoal ficar se encoxando. É uma feroz disputa para ver quem vai na frente. Viadagem sem tamanho, tchê!
Não é à toa que são mais conhecidos como "gaymistas" por torcedores do país afora. Estes fazem jus à fama!

Semana farroupilha

Enfim, está chegando a hora de rever o Grêmio. Três meses se passaram após aquela fatídica partida. Foram três meses em Alex Mineiro no time. Evandro, que na época estava recuperando seu bom futebol, também acabou se apagando. Vale lembrar um techo da coluna da Augusto Mafuz no dia seguinte à "barbárie" do Olímpico:
"O franzino Tcheco, que por essas bandas onde nasceu nunca foi macho, de repente surpreendeu pela inusitada coragem: vindo por trás, o que não é da cultura gaúcha, deu um chute no rosto de Alex Mineiro, quebrou-lhe o nariz e tirou-o da batalha. Logo depois, Gavilán, parecendo ser de alguma tribo das margens do Paraguai, querendo afiar a faca, levantou Evandro, quebrou-lhe os dentes e, enquanto limpava a lâmina, viu o menino atleticano sair de campo para não voltar."
Pois bem. Tcheco deverá estar em campo. Gavillán não, pois voltou a agredir um jogador numa outra partida e está afastado do campeonato por decisão da justiça desportiva. Mas o ex-coxinha não precisa se preocupar. Se há algum um sentimento de vingança entre os atleticanos, há também o consenso de que esta deva se consumar na bola. Na bola e na pressão do Caldeirão lotado. O castigo para o time gaudério será ficar de fora da Libertadores. E o Atlético fará sua parte para que isso aconteça.

domingo, 28 de outubro de 2007

Alex deve ser titular?

Ney Franco começa a semana com um dilema. Com a recuperação de Alex Mineiro, ele deve voltar a ser titular já na partida contra a violenta equipe do Grêmio? Creio que o treinador optará por manter a formação que vem jogando, com Alex ficando no banco inicialmente.
E você, acha que Alex deve sair jogando? Neste caso, ele entraria no lugar de quem?

Ingressos para Atlético x Grêmio a partir de amanhã

O site oficial do Atlético informa: os ingressos para Atlético x Grêmio começam a ser vendidos amanhã nas bilheterias da Baixada e demais postos de venda. A expectativa é de lotação total. Quarta-feira é dia de Caldeirão fervente, e de mostrar aos gaudérios como é que se torce de verdade. Portanto, corra e garanta o seu lugar na Arena.

Furacão acaba a rodada na nona colocação

Terminadas todas as partidas da 33ª rodada do Brasileirão, o Atlético subiu uma posição na tabela, ficando na 9ª colocação. Passou apenas o Figueirense, que foi derrotado pelo Corinthians por 2 a 1. O Rubro-Negro segue mais firme do que nunca rumo à classificação para a Copa Sul-Americana de 2008.

Justificando o apelido


Recentemente, começaram a chamar os coxas de "paquitas". Uma referência às brilhantes coreografias e gritinhos que mostram no estádio. Achei que fosse exagero, mas vi que não é. Os próprios coxas justificam o apelido (clique acima para ampliar).
Primeiro, lançam a "promoção sergay". Depois, um coxinha admite no orkut que rola a maior "encoxação" debaixo do camisolão da torcida...
Realmente, percebi que a alcunha de "paquitas" cai como uma luva para os coxas... Pois, se é assim que eles querem, que assim seja!

Vem aí uma nova Furacao.com

O melhor do Atlético na internet vai ganhar uma cara nova. A Furacao.com volta ao ar nos próximos dias, com um novo design e novidades no conteúdo.

sábado, 27 de outubro de 2007

Um (bom) pontinho

O Atlético traz um pontinho de Belo Horizonte após o empate em 1 a 1 com o Cruzeiro, em uma partida onde os principais destaques do Rubro-Negro foram novamente os três colombianos (Ferreira foi o autor do gol) e o meia Claiton. Resultado bom para o Furacão, que segue na briga pela classificação à Sul-Americana, e péssimo para a Raposa, que perdeu a vice-liderança para o Santos e que já vê ameaçada a vaga na Libertadores, até então tida como certa.
Motivo de comemoração para todos os atleticanos foi, também, o retorno de Alex Mineiro aos gramados após 3 meses afastado.
De negativo, fica a constatação de que o Atlético simplesmente não tem laterais...
Outra grande notícia do dia, segundo a Furacao.com, é a possibilidade cada vez mais real de que haja um acerto para a renovação do técnico Ney Franco, o que deve se concretizar no início de novembro. Se isso ocorrer realmente, dá pra sonhar com vôos bem maiores para 2008. Que assim seja!

Melhor de todos os tempos

Coluna de Augusto Mafuz, hoje, na Tribuna do Paraná:
Convite

O jornal Gazeta do Povo me inclui como convidado para participar da escolha do maior Atlético de todos os tempos. Não é uma tarefa que pode ser desenvolvida só com lembranças. É necessário estudo. Lembranças, às vezes, tornam a escolha por sentimento. Não é fácil por uma razão: tratar com o passado existe sempre o risco do erro e da ofensa, principalmente, quando se trata com uma paixão que não envelhece, como a atleticana.
Mas estou trabalhando.
Para o “meu Atlético” está faltando pouca coisa. Um zagueiro-zagueiro, e estou quase optando pelo Nem, o capitão do maior título da história. Confuso mesmo estou para indicar o companheiro de Alex Mineiro.
Um time como esse não pode ser escolhido pelo comodismo de “escolhi o que vi jogar”. A verdadeira história de um clube não é aquela vista, mas aquela contada. Então, “o maior Atlético de todos os tempos” tem que ser escalado por lendas, ídolos, vistos e contados.
Existem três no Atlético. Contada pela história: Caju e Jackson. Vista pelos olhos: Alex Mineiro.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Vídeo da CBF pela Copa 2014 mostra a Arena e a torcida do Atlético

A CBF divulgou hoje em sua página oficial na internet o vídeo mostrado na apresentação da candidatura brasileira para sediar a Copa do Mundo de 2014. Ao som de trechos de músicas da Nação Zumbi e Jorge Benjor, imagens de paisagens tanto urbanas quanto naturais são entrecortadas com informações sobre a situação do país. Muitos dados sobre a economia, a saúde e o turismo. Mais do que eu esperava. E algumas imagens e dados sobre o futebol nacional. Menos do que eu esperava.
Entre os atrativos, o vídeo mostra alguns poucos estádios. Entre eles, o Maracanã, o Morumbi e a Arena da Baixada. Além de mostrar a torcida vibrando pela Seleção Brasileira, o documento mostra ainda, em alguns poucos trechos, cenas de torcidas de alguns clubes brasileiros. Entre eles, o Flamengo, o Corinthians e o Furacão.
Para assistir, clique aqui. O vídeo está no alto da tela, à esquerda.

Estrutura do Furacão é destaque na ESPN

A estrutura do Clube Atlético Paranaense foi destaque ontem na programação da ESPN Brasil. Na reportagem, o meia Ramon sentencia: "Em 3 ou 4 ou 5 anos, o Atlético será a maior potência do futebol brasileiro". Confira:


quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Basta ser atleticano!

Taí o Furacão representado na maior rave de Curitiba. Pra fazer sucesso com a mulherada, não precisa ser bonito. Basta ser atleticano.



* * *

Em compensação... torcedores de um certo time precisam de agência de encontros pra arrumar mulher... Sem comentários.


O "orçamento participativo" do Atlético

Numa atitude inédita, a diretoria do Atlético abriu um canal para que o torcedor rubro-negro opine sobre as decisões que precisam ser tomadas para o ano de 2008, em relação a temas importantes como valor dos ingressos e os planos para sócios.
A medida lembra, guardadas as devidas proporções, o Orçamento Participativo, implantado de forma pioneira em 1989 pela administração municipal do PT em Porto Alegre. É uma oportunidade de ouro para que a Nação atleticana se manifeste, dê suas sugestões e ajude o clube a formatar o seu futuro. Mas, atenção: as sugestões devem ser encaminhadas até segunda-feira.
Confira a nota publicada no site oficial:
CAP cria e-mail para opinião dos torcedores

O Atlético Paranaense sabe da importância de sua imensa torcida para os bons resultados do clube. Isso se reflete dentro e fora de campo, por isso o CAP quer que os torcedores do Furacão participem com sugestões para as campanhas do ano de 2008.

Desta forma, o torcedor atleticano poderá participar diretamente das decisões do clube, mandando sua opinião sobre o valor dos ingressos para a temporada 2008 e de como deve ser o plano de sócios-torcedores.

Para participar é fácil, basta encaminhar um e-mail para
sugestoes2008@atleticopr.com.br. O clube solicita ainda que o torcedor assine sua sugestão e além do e-mail deixe telefone para posterior contato. Para um melhor aproveitamento das sugestões, as respostas aos ítens abaixo devem ser respeitadas:
  • Sugestão de valores de ingressos (bilheteria)
  • Sugestão de categorias/modalidades de sócios-furacão
  • Sugestão de valores a serem pagos mensalmente pelos sócios-furacão
  • Demais vantagens que poderiam ser oferecidas aos sócios-furacão
As respostas devem ser enviadas para o e-mail
sugestoes2008@atleticopr.com.br até a meia-noite o dia 29/10/2007 (segunda-feira).

O matador está de volta?

A boa notícia vem da Furacao.com: com uma recuperação excelente, o departamento médico e a comissão técnica podem antecipar a volta do artilheiro Alex Mineiro aos gramados. Nesta sexta será batido o martelo, e são grandes as chances do ídolo viajar a Belo Horizonte para a partida de sábado contra o Cruzeiro.

Sucessão

Em sua coluna desta sexta-feira na Tribuna do Paraná, Augusto Mafuz comenta as eleições do Atlético, que serão realizadas em dezembro:
Novo presidente
Quem será o presidente do Atlético? Depois que o histórico Valmor Zimermann deu por cumprida a sua missão, e até 1995, a pergunta não tinha só o significado de uma dúvida. Era o próprio drama atleticano.
A partir daquele outono de 1995, nunca mais se fez a pergunta: quem será o presidente do Atlético? Sobravam nomes e fantásticos homens. Revezaram-se Mário Celso Petraglia, Ademir Adur e Marcus Coelho. Cada um deixou a sua marca de independência, embora a decisão fosse por maioria. Coincidência ou não, a maioria quase sempre começava e terminava com Ênio Forneia Júnior, pessoa, aliás, que poderia integrar formalmente o Atlético neste período de finalização da Arena.
Mário Celso ficou. E ficou também a sensação de ausência de quem saiu, mas a obra feita foi tão grandiosa e definitiva que foi capaz de absorver essa ausência.
Em dezembro próximo haverá eleição no Atlético.
Mário Celso Petraglia deverá ser o presidente-presidente, como está sendo desde 2002. Pode até aparecer um João ou José, Joaquim ou João Augusto, que a identidade do cargo é indissolúvel: por mais forte que seja a personalidade de um outro, por mais independência de idéias que possa ter, não adianta agora, e por algum tempo, querer dissociar a figura do presidente que manda e decide de Mário Celso Petraglia.
Petraglia para presidente!

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Não foi desta vez

O tabu está mantido e futebol brasileiro passa mais um ano sem conseguir o título da Copa Sul-Americana. Vasco e São Paulo foram eliminados esta noite por América-MEX e Millonarios-COL, respectivamente.

Cresce ainda mais a expectativa de que o Atlético conquiste a vaga para a edição 2008 da "Sula". No ano passado, o Rubro-Negro foi semi-finalista. Em 2007, um fiasco: não passou da primeira fase.

Fica a esperança de que o primeiro título de uma equipe brasileira na competição venha no ano que vem. Para o Furacão.

* * *

Detalhe: Dagobambi não jogou nada, nadinha, e a torcida bambi já está pedindo sua cabeça. É... o mundo dá voltas...

Quem segura o foca?

No coletivo desta tarde, o técnico do Cruzeiro, Lourival Junior, barrou o meia Wagner e colocou o polêmico Kerlon entre os titulares. Sim, ele mesmo, o jovem inventor do "drible da foca". Trabalho dobrado para os zagueiros Danilo, Rhodolfo e Antônio Carlos.
Além disso, Dorival sacou o atacante Roni, que deu lugar a Guilherme. Outra novidade foi a improvisação do meia-atacante Maicosuel na lateral direita.
As informações são do site Superesportes.

Ah, bom!

Finalmente, consegui descobrir o que é este tal de "Torneio do Povo" de que tanto falam os coxas. A resposta está aqui.

Um xerifão inspirado em Aldair

Matéria publicada hoje na Gazeta do Povo:
Antônio Carlos vira o novo Nem
por ANDRÉ PUGLIESI
Há apenas 12 jogos vestindo a camisa do Atlético, já tem torcedor chamando o zagueiro Antônio Carlos de “o novo Nem”, em uma lembrança do capitão e um dos destaques da equipe campeã brasileira de 2001. Não por acaso. Embora de estilos quase opostos – Nem era espalhafatoso, dentro e fora de campo; Antônio Carlos é discreto –, os dois têm na eficiência a marca principal.
Do ajuste do carioca de 24 anos na função de líbero – a mesma que Nem, atualmente no rival Paraná, exerceu na Baixada – está muito da melhora significativa da defesa do Atlético no Campeonato Brasileiro de 2007. Até o momento, a oitava melhor da competição, com 44 gols sofridos e há quatro partidas invicta. Invencibilidade alcançada após Ney Franco definir a defesa com Antônio Carlos, Rhodolfo e Danilo. Rogério Corrêa, testado antes, acabou na reserva – além dele, Gustavo, João Leonardo e Marcão atuaram na zaga atleticana no Nacional. “Ele faz o papel do zagueiro de sobra muito bem, tem muita qualidade. O Atlético fez uma grande contratação”, avalia Ney Franco.
Bem adaptado a Curitiba nos três meses de nova cidade, Antônio Carlos acredita que o bom momento veio em virtude do tempo para entrosar o sistema defensivo. “Estamos muito bem. Tivemos dificuldades no começo para atuar no sistema de três zagueiros (3–5–2), pois há muito tempo o time não jogava assim, mas aos poucos foi dando certo”, aponta o jogador, que veio do Ajaccio da França e tem contrato até 2011.
A temporada fora, segundo ele, foi proveitosa para o seu futebol. Porém, vivendo no frio da Europa, a cabeça esteve sempre voltada para o Brasil. “Valeu pela experiência. Lá a bola corre muito, a força é o que conta. Em muitas partidas eu saía todo marcado de campo”, relembra Antônio Carlos.
Tendo iniciado a carreira no Fluminense, ele não pensou duas vezes quando recebeu a proposta do Atlético. “Estou muito feliz aqui, me identifiquei com o clube, minha mãe gostou bastante de Curitiba, quero cumprir meu contrato”, revela o jogador, fã do ex-zagueiro da seleção brasileira Aldair. “Ele passava muita confiança para o time e foi vitorioso, por isso me espelho nele. Quem sabe eu consiga a mesma coisa por aqui”.

Os fantásticos Fanáticos, 30 anos

A torcida Os Fanáticos está completando hoje 30 anos de vida. Três décadas de incentivo ao Furacão em tudo quanto é canto do país e no exterior. E quem é o atleticano que nunca teve ao menos uma camisa da Caveira?
Para comemorar a data, não vai ter apenas um evento, mas três dias inteiros de festa, no mês que vem. Informações no site da torcida.

Piadas do dia

1) O Fluminense quer trocar Ferreira por Soares para a próxima temporada. "De mano". Fala sério...
2) Os coxas querem botar uma segunda estrelinha amarela na camisa por causa da conquista do fantástico "Torneio do Povo". Deviam colocar logo mais três. Vai ver o Corisco é tetracampeão nacional e ninguém sabia. Podiam fazer um evento com jantar no Madalosso e chamar o Galvão Bueno para gritar "É tetraaaaaaaaaaaa! É tetraaaaaaaaaa!".
3) Os paranistas ainda acreditam que não vão cair para a segundona...
Por hoje chega, já rimos bastante.

Chama o segurança!

Essa é mesmo pra dar risada. O Grêmio, cujos atletas estão literalmente "quebrando" jogadores de tudo quanto é time neste Brasileirão - vide o que fizeram com Alex Mina e com Evandro -, agora estão pedindo à CBF e ao Clube dos 13 "que adotem medidas especiais de segurança" para a partida de quarta-feira que vem, na Baixada.
Mas bah, tchê! Estes gremistas estão cada vez mais parecidos com os bambis. Até uma auditora do STJD acusou o time gaudério de ser violento, e agora querem se fazer de vítimas antecipadamente, tentando causar um clima tenso para o jogo na Arena.
Pois bem, caros gremistas. Podem vir sem preocupações. Aqui, o negócio é paz. A partida vai ser, sim, um inferno para vocês. Mas vai ser na bola, na raça e no gogó da torcida fanática. Fiquem tranqüilos, até porque não temos nenhum Tcheco em nosso time...
Aliás, e falando bem sério, sugiro à direção do Atlético que tome, aí sim, as devidas providências para adotar "medidas especiais de segurança" no local reservado à torcida visitante, pois os vândalos farroupilhas do Grêmio são terríveis, perigosos e irresponsáveis - vai que ficam "loucas" e decidem tacar fogo em tudo, como fizeram aquela vez no Beira Rio, lembram? Foi um dos espetáculos mais deprimentes da história do futebol brasileiro. E o presidente do Grêmio, Paulo Odone, ainda tem a coragem de criticar o STJD, que teria dado uma punição "muito severa" para o clube por causa desse episódio... Quaquaquá!
Te cuida, Diogo Portugal. Esses gaúchos são bons de piada.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Relações perigosas: LA Sports e Nello Morlotti são sócios

O site Futebolpr, apesar de inexpressivo, é um velho conhecido da torcida atleticana. Sempre que possível, procura veicular matérias inverídicas e difamatórias sobre o Furacão e sua torcida. Chegou a levantar uma campanha despudorada para tentar derrubar a candidatura da Arena como sede da Copa de 2014.
Pois bem, o que se sabia até agora é que o site pertence a Nello Morlotti, aquele paranista que faz uma ponta num programa de TV e que se passa por relações públicas da Federação Paranaense de Futebol.
Mas a história não termina aí. O site http://www.registro.br/ mostra que a empresa proprietária do site Futebolpr tem endereço na Av. Sete de Setembro, 4214, sl 303. Pois bem, este é O MESMO ENDEREÇO da LA SPORTS, empresa destinada à administração de carreiras de jogadores e que se envolveu recentemente num escândalo de pagamento de propinas a diretores do Paraná Clube. O telefone das duas empresas também é o mesmo (clique na imagem acima para ampliar).
Ou seja, das duas, uma: Nello e LA Sports são sócios, ou a LA “banca” o site do Nello, que seria um “pau-mandado” dos empresários.
Curiosamente, pouco antes de estourar o escândalo das propinas pagas pela L.A.Sports ao “professor” Miranda, presidente do Paraná, um dos diretores da empresa foi entrevistado justamente pelo site Futebolpr e, vejam como o mundo dá voltas, posou de arauto do moralismo no futebol e atacou o envolvimento entre dirigentes de clubes e empresários. “Evidentemente que todos os escândalos, e todas as situações que não são colocadas de forma séria, quando vêm a público servem para que as empresas tomem mais cuidado para evitar de produzir ações ilícitas, ações ilegais”, respondeu, quando questionado sobre o caso Corinthians-MSI. “Eu parto da seguinte premissa: ainda não está no ponto que nós gostaríamos, mas esta existindo um afunilamento para que as empresas sérias e que trabalham dentro da ética com os clubes tendam a se estabelecer”, disse, quando questionado sobre as relações entre empresários e clubes.
Esta entrevista foi publicada em 18 de setembro. Um mês depois, a Gazeta do Povo revelou que a LA pagava propinas, em cheques nominais, ao presidente do Paraná Clube.
Mas porque raios estamos escrevendo isso num blog destinado tão somente a falar das coisas do Atlético? Por um simples motivo: este site Futebolpr vem sendo utilizado sistematicamente para atacar o Atlético e sua torcida. Por isso, vamos a fundo. Até agora, apenas o professor Miranda queimou-se com a descoberta do esquema de corrupção. Mas ele já afirmou ter sido subornado pela LA. E o corruptor é tão (ou mais) culpado do que o corrompido.

Mesmo parado por 90 dias, Alex ainda está na briga pela Chuteira de Ouro

Reportagem da Tribuna do Paraná desta terça-feira lembra que falta pouco para o retorno do ídolo Alex Mineiro aos gramados.
Provavelmente estará liberado para a partida contra o Grêmio, dia 31 deste mês, na Baixada. Justamente o Grêmio... Ironia do destino.
“É um jogador que requer um certo cuidado, pois teve uma lesão grave. Prefiro não colocar data para ele voltar. Está tendo uma evolução satisfatória. Se o departamento médico e a comissão técnica acharem interessante ser usado contra o Grêmio e se o atleta estiver confiante, talvez possa jogar. Pela qualidade do atleta, quanto mais rápido puder utilizá-lo, melhor. Mas temos que avaliar qual é o melhor momento”, disse o técnico Ney Franco em entrevista ao jornal.
Mas o mais interessante disso tudo é que, mesmo após 90 dias (18 rodadas) afastado devido ao pontapé na cara que levou do Tcheco, Alex continua firme no páreo para conquistar a Chuteira de Ouro da revista Placar: está a apenas quatro pontos (o equivalente a dois gols) do segundo colocado, Josiel, e seis pontos (3 gols) do primeiro, Dodô. A conquista do troféu seria mais do que um prêmio, seria uma homenagem a este que é o grande artilheiro do futebol brasileiro na atualidade, o matador do título brasileiro do Rubro-Negro. Pois, se não tivesse ficado parado por tanto tempo, "Mina" já teria aberto pelo menos uns 10 pontos na primeira colocação.
Torçamos, pois, por uma recuperação rápida e plena para Alex Mineiro. Que ele possa voltar o quanto antes a vestir a camisa rubro-negra, marcar seus gols, ajudar o Furacão a conquistar a vaga na Sul-Americana e ainda de quebra conquistar a Chuteira de Ouro.
Seria um final de temporada para salvar o ano.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Grande Ney

O técnico Ney Franco contabiliza 7 vitórias, 1 empate e 4 derrotas à frente do Atlético no Brasileirão. O aproveitamento do mineiro é de 61,1%. Uma marca excepcional.

Outra vez na América

Muito boa a capa da Tribuna de hoje, lembrando que o Furacão está novamente "com um pé na América". Realmente. Se as chances de classificação para a Libertadores são apenas remotas, a Sul-Americana parece estar cada vez mais perto.
Caso atinja este objetivo, o Atlético participará pela sexta vez de uma competição continental - já foram duas Sul-Americanas (da qual chegou à semi-final) e três Libertadores (onde chegou ao vice-campeonato). É disparado o clube paranaense com maior destaque internacional.
Fruto, é claro, de um bom desempenho no cenário nacional. Afinal, o Furacão é o clube paranaense com maior número de participações em campeonatos brasileiros da Série A, com maior número de vitórias e maior número de gols marcados na competição se compararmos com os rivais regionais. É, disparado, o melhor do Paraná.

Aprendizado

Excelente a coluna de Augusto Mafuz desta segunda-feira na Tribuna do Paraná:

1.ª divisão
Quando o jogo já estava 2 a 0 para o Atlético, e num desses repentes de contra-ataques praticados por Ferreira, me perguntei: e se o Furacão não tivesse perdido um ano insistindo em Vadão? Não se trata de uma dúvida por hipótese, mas uma dúvida por números. E o futebol hoje são números, a sua lógica são só números.
Bastou Ney Franco assumir o comando, e eis um novo Atlético: seis vitórias em casa, e agora, ao invés de correr contra o rebaixamento, já pode correr pela Sul-Americana. Para chegar a ela, matematicamente vai afastar qualquer risco.
E se tem alguém que não pode bater no peito e maldizer os que viam um futuro infeliz para o Atlético, é o comando. Ao contrário, quem foi rebaixado foram os princípios de comando: o de que o Atlético não precisa da torcida, o de que a torcida atleticana é uma falácia, o ingresso é caro porque futebol tem que ser para rico, e o de que o gerenciamento do futebol sempre esteve correto.
A permanência de Vadão durante um ano tornou o futuro temerário. O simples que se precisa para um time jogar, depende de inteligência, como Ney Franco fez. Provou-se que o trabalho de base é uma falácia, pois teve que se repor com jogadores veteranos como Ramon e Marcelo Ramos, manter Ferreira, ir buscar Valencia na Colômbia, e investir caro com esse excepcional Antônio Carlos. Provou-se que a paixão do torcedor não é imposta pelo ouro, mas é espontânea desde que seja incentivada.
O Atlético ganhou ontem do América de Natal: 2 a 0. Antes do jogo, uma tormenta. E mesmo assim, 16 mil pessoas foram à Arena. Resta saber se Petraglia vai continuar humilde e resignado. Se estiver, é certo que antes de a bola rolar em 2008, todos estarão na 1.ª divisão.

No ritmo do colombiano

Matéria de hoje na Gazeta do Povo:
“Ferreira é da Caveira” embala rubro-negros
El delantero colombiano David Ferreira fue más una vez el mejor jugador del Atlético, que ganó ante América-RN, 2-0. Ou traduzindo: Ferreira decidiu mais uma vez. O torcedor atleticano já se acostumou a ver o baixinho levando o Furacão aos triunfos, bem como ouvir o portunhol presente na primeira frase.
Sem Ferreira, o ataque do rubro-negro foi improdutivo. Na última rodada, o 0 a 0 com o Juventude mostrou que o colombiano faz falta. Sem o Atlético, Ferreira também não pôde comemorar um gol. A seleção da Colômbia não passou de dois empates por 0 a 0 contra Brasil e Bolívia.
O reencontro foi feliz: aproveitando-se de uma falha da zaga potiguar, Ferreira abriu o marcador na Baixada. Eram 19 do primeiro tempo. Além de artilheiro, Ferreira ainda foi solidário. Aos 25, poderia ter dominado uma bola na área e marcado o segundo. Preferiu deixar a bola passar para Marcelo Ramos, que perdeu o gol.
Jogando assim, tanto faz se ele atua como atacante ou meia, como atuou após a entrada de Taílson. “Também gosto de jogar na meia”, disse, prosseguindo: “Não vejo nenhum problema”.
Compartilhando o sucesso, o motorzinho do Furacão assumiu que está em um momento brilhante. “Estou muito feliz e gosto de ajudar o time. Esta boa fase só existe porque o time ajuda muito”. Ídolo da galera, Ferreira é sempre agraciado pela torcida com o grito “Ferreira é da Caveira”. A devoção fez alguns atleticanos torcerem pela Colômbia contra o Brasil, o que podia ser visto em fóruns pela Internet. Nos mesmos fóruns, os torcedores pensam em homenagear Ferreira (e os conterrâneos Viáfara e Valência) confeccionando camisas da seleção colombiana com o escudo do Atlético bordado no peito. Se nas competições deste ano “El Paranaense” fracassou no projeto de internacionalização do clube, Ferreira da Caveira trouxe para a Baixada um pedaço da Colômbia, já enraizado no coração atleticano. (AP, MR, NA)

domingo, 21 de outubro de 2007

Deu pro gasto

Marcelo e Rhodolfo comemoram o segundo gol do Furacão.
Numa partida "morna", o Atlético cumpriu a obrigação e venceu o lanterna América-RN, por 2 a 0. Com o resultado, saltou para a décima colocação e entrou novamente na zona de classificação para a Copa Sul-Americana. A próxima partida do Furacão é contra o Cruzeiro, no Mineirão.
Esta foi a sexta vitória consecutiva na Baixada, onde o Rubro-Negro está invicto há 13 rodadas. Mas isto não é novidade. O que causou espanto mesmo foi o desempenho pífio obtido no início no Brasileirão, onde várias equipes, como Náutico e Goiás, tiraram pontos importantes do Furacão dentro da Arena. Se tivesse feito valer o mando de campo e o "fator Baixada" desde o início, certamente estaria hoje disputando uma vaga na Libertadores.

sábado, 20 de outubro de 2007

Inspiração

“O Taffarel é a pessoa que eu cresci vendo jogar. E me espelho nele. Acho que tenho essa tranqüilidade que ele apresentava, em não querer enfeitar e ser objetivo”
Vinícius, o jovem goleiro atleticano que substituirá Viáfara (contundido), na partida deste domingo contra o Mequinha.

Vitória imprescindível

Coluna de Augusto Mafuz deste sábado na Tribuna do Paraná:
Silêncio inocente
Fala-se pouco do Atlético. Às vezes é ruim. O Atlético é daquelas instituições que necessitam de pressão, seja para alcançar o bem ou para se afastar do mal. E essa semana nada se falou do grande clube.
Às vezes é bom. O Atlético é daquelas instituições que, pela natureza passional, é capaz de mudar a versão de um fato. E para absorvê-la é preciso de pressão.
Parece que a vida atleticana está resolvida sem rebaixamento. E não está, porque no caso entre o céu e o inferno o caminho não é maior do que a espessura de um fio.
E uma vitória amanhã é imprescindível, mesmo que pouco decida: é que o jogo é na Arena, contra o América, que já está rebaixado. Em tese, é a de que todos que jogarão contra o América irão vencê-lo. O grande exemplo é o Paraná, pois são exatamente os pontos perdidos em Natal é que colocaram entre os últimos.
É uma pena que não joga Viáfara. O menino Vinícius é excepcional, mas é reserva. E goleiro reserva é mais reserva do que qualquer outro jogador. Compensa-se com a volta de Ferreira.
O que o Atlético deve lembrar é que o seu jogo em Caxias foi péssimo. Se lembrar, então será pressionado e aí poderá ganhar sem traumas.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Casa cheia

Segundo informações do site oficial do Furacão, é intenso o movimento nas bilheterias de Baixada para a compra de ingressos para a partida de domingo, contra o Mequinha. A expectativa é que o estádio esteja novamente lotado, como aconteceu nos últimos jogos do Rubro-Negro em casa.

Times rebaixados são pedra no sapato do Atlético

Reportagem da Gazeta do Povo desta sexta-feira lembra que o Atlético sempre sofre quando joga contra times que estã o lá embaixo na classificação:
Decepções do passado servem de alerta para o Rubro-Negro
por ANDRÉ PUGLIESI
Jogo na Arena, estádio cheio e contra a pior equipe do campeonato, já rebaixada à Segunda Divisão com sete rodadas de antecedência. Moleza? Aparentemente, sim. Mas da teoria à prática, no futebol tudo pode acontecer (a tal “caixinha de surpresas”). É o que comprova o retrospecto recente do Atlético. Em alguns momentos, quando os três pontos pareciam na conta, veio a decepção.
Não é por acaso, portanto, que o Furacão trata o confronto com o América-RN, domingo, às 17 horas, como compromisso de alto risco. Na Baixada, ninguém quer reviver resultados desagradáveis como nos empates com o Grêmio em 2004, São Caetano (2005) e Ponte Preta (2006). Times já condenados à Segundona que complicaram para o Rubro-Negro.
A mais célebre escorregada aconteceu em Erechim, há três anos. O Atlético rebaixava o Grêmio ao vencer por 3 a 1, faltando um minuto para o término do tempo regulamentar. Em três minutos, os gaúchos empataram: 3 a 3. A igualdade custou o bicampeonato nacional, com a taça ficando com o Santos. Nas outras duas oportunidades, 2 a 2 com o São Caetano na Arena, e 1 a 1 com a Ponte no Moisés Lucarelli, era a vaga para a Sul-Americana que estava em jogo. Ela acabou vindo no fim dessas campanhas. Menos mal para o clube, ficou o susto. “Temos que respeitar sempre os jogadores que estão do outro lado. Mas não podemos perder esses pontos. Com a volta do Ferreira, temos tudo para fazer um bom jogo”, aponta o zagueiro Danilo. Formando a zaga com Antônio Carlos e Rhodolfo, além da vitória ele espera manter a invencibilidade da defesa, que não tomou gols nos últimos três duelos.
“Todos os jogos são difíceis. O Palmeiras teve dificuldade com o América-RN; com o Internacional, mesmo jogando em casa, foi equilibrado; com o Atlético-MG também, que venceu só no final. É preciso encarar como se estivéssemos enfrentando o líder do campeonato”, declara o técnico Ney Franco.
No entanto, como Danilo, Franco não esconde que é obrigação derrotar o Dragão. “Pela nossa situação, temos que manter a performance. Entrar com o mesmo empenho, concentração, como vem acontecendo nas partidas em casa”, diz. Desde que o treinador mineiro assumiu o Atlético, foram cinco jogos na Arena e cinco vitórias – sobre Atlético-MG, Palmeiras, Paraná, Botafogo e Vasco.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Constrangimento eterno!

Vejam bem, não sou eu que estou fazendo tal afirmação. É a revista VIP, uma das principais do país, pertencente à editora Abril. O quadro acima está na na seção "Preliminares" da edição de outubro de 2007.
Precisa dizer mais alguma coisa?

Hot site traz detalhes do projeto de conclusão da Arena

O Atlético lançou um "hot site" sobre o projeto de conclusão da Baixada e a candidatura para sediar a Copa de 2014. Dentre os destaques, o vídeo apresentado à Fifa e um PDF de 74 páginas esmiuçando o projeto de finalização do estádio, inclusive com as plantas arquitetônicas.
O endereço é o http://www.caparanaense.com.br/projetoarena/. Vale a pena visitar.

Atenção máxima contra o Mequinha

“Não tem como perder pontos. Temos que respeitar os jogadores que estão do outro lado, mas temos que vencer. A Arena vai estar lotada e os torcedores vão querer uma grande apresentação”
Danilo, zagueiro rubro-negro, em entrevista à Tribuna do Paraná, sobre a partida contra o América-RN, o popular "Mequinha", já matematicamente rebaixado à Série B
“Temos que encarar o América como se fosse o líder da competição. Agora, por jogarmos na Arena, temos a obrigação de vencer. Entrar focados, com o mesmo empenho e concentração dos outros jogos. No futebol sabemos que não existe vitória antes do jogo. Camisa e mando de campo também não vencem jogos”
Ney Franco, técnico, também comentando a partida de domingo

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Coxas finalmente voltam ao cenário nacional

Agora temos que dar o braço a torcer. Após anos relegados ao ostracismo, os coxas finalmente voltaram a ser notícia no cenário nacional. Conseguiram ser destaque até no Fantástico! Não pelo camisolão novo, nem pelo bom desempenho na "segundona". Mas sim por uma jogada "de mestre" executada na partida contra o Criciúma. Confira:


Dois anos de espetáculo na Baixada

A data estava passando batida, mas dando uma olhada no site Mosaico Furacão, notei que há dois meses o primeiro mosaico de torcidas já feito no Brasil completou dois anos. Foi em agosto de 2005, numa partida contra o São Paulo, que um grupo de abnegados rubro-negros resolveu encarar o desafio e pôr em prática a idéia.
De lá para cá, já foram 10 edições do mosaico. Algumas inesquecíveis, como a bandeira do Brasil na partida contra o Nacional do Uruguai, pela Copa Sul-Americana, ou os proféticos "3 a 0" na partida contra o Vitória, pela Copa do Brasil.
O trabalho da rapaziada não é fácil: o torcedor brasileiro não é acostumado a ficar no seu lugar, não gosta muito de regras e também não tem familiaridade alguma com a formação de um mosaico. Por isso tudo, os integrantes da Comissão de Mosaicos estão de parabéns: Thiago Henk, Silvio Toaldo Junior, Patrícia Bahr, Thiago Luis Caetano e todos os demais conselheiros.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

15 dias para o retorno do matador

Matéria publicada na edição desta segunda-feira da Gazeta do Povo fala sobre o eminente retorno de Alex Mineiro aos gramados:
Sem mágoa ou receio, Alex conta os dias para o retorno
Artilheiro atleticano na temporada deve voltar a campo dia 31 de outubro, contra o Grêmio

por CARLOS EDUARDO VICELLI

“Ô, ôô, Alex matador”. A torcida do Atlético já pode começar a ensaiar a canção que embala a entrada em campo do principal ídolo rubro-negro da atualidade. Se tudo der certo, Alex Mineiro reaparecerá com a camisa 9 no dia 31 de outubro, contra o Grêmio, na Arena.
Justamente o Grêmio de Tcheco, responsável pela mais grave lesão na carreira do jogador de 32 anos. No empate por 1 a 1, em Porto Alegre (28/7), Alex saiu de campo aos seis minutos do primeiro tempo após levar um chute no rosto do armador tricolor. Resultado: 15 fissuras, três fraturas, quatro placas de titânio e intermináveis três meses de recuperação. “O pior já passou. Não existe mágoa porque sei que ele não teve intenção de me acertar. Foi um lance casual que ficou no passado. Agora é bola para frente”, afirma o artilheiro do Furacão na temporada, com 29 gols.
O centroavante está quase na ponta dos cascos. Nesta semana ele deve iniciar os trabalhos com bola após 15 dias de treinos físicos. O rosto inchado e uma pequena cicatriz acima do nariz são os sinais externos que ainda restam da “Batalha do Olímpico”. “Graças a Deus tudo ocorreu bem, até melhor do que eu esperava”, diz ele, que se queixa apenas do regime forçado a que teve de se submeter – foram 45 dias ingerindo apenas líquidos e alimentos pastosos. “Na hora do almoço eu até saía de casa. Tinha muita vontade de comer feijão, arroz e bife”, revela.
Atacante que faz da frase “viver de gols” o seu mantra, Alex não agüenta mais esperar pelo reencontro com a principal especialidade. A saudade é tão grande que o jogador chega a sonhar com o barulho da bola estufando a rede, e ao fundo, o grito dos atleticanos saudando mais uma obra do artilheiro. “Acredito que não vai haver problema. A preocupação com a lesão terminará logo no primeiro gol de cabeça. E se eu sentir algum receio, mato a bola no peito e faço o gol do mesmo jeito”, prega.
Mineiro de Belo Horizonte, o matador adota o estilo “come quieto” quanto fala do futuro. Cobiçado pelo Palmeiras, que elegeu a contratação de Alex como uma das prioridades para 2008, ele apenas sorri discretamente quanto questionado sobre assunto. Ao mesmo tempo em que não esconde o carinho pelo Furacão, usa a diplomacia para não fechar portas. “Ainda faltam três meses para acabar o ano e não há nada definido. Quero apenas mostrar que estou bem, recuperado. O resto é questão de negociar. Já deixei claro que gostaria de permanecer, mas a renovação do contrato depende do Atlético”, afirma ele, cujo vínculo com o Rubro-Negro terminará daqui a pouco mais de dois meses, no fim de dezembro.

Homenagem aos parasitas

E o time das vilas, hein? Caindo aos pedaços rumo à segundona. A kombi está ladeira abaixo, e sem freios.
Nunca desejei o mal do Paraná Clube, o "primo pobre" da capital. Afinal, está para a dupla Atletiba assim como o América-MG está para Galo e Cruzeiro: não fede, nem cheira.
Mas o mundo gira, e as coisas mudam. Um dia Mário Celso Petraglia sugeriu ao Clube dos 13 que aceitasse a inclusão do pobre clube paranaense no seleto grupo dos principais times do país. É lógico que a maioria não aceitou. Mas Petraglia tentou... Depois, quando o Paraná resolveu reformar a Vila Capanema, Petraglia foi um dos primeiros a comprar um camarote, para ajudar o clube co-irmão a finalizar a obra, mais conhecida como "puxadinho" da Vila.
Passado o tempo, e o presidente do Paraná, Professor Miranda, se uniu a Onaireves Moura e Giovani Gionédis para tentar tirar a Copa do Mundo da Baixada, apoiando um projeto fictício para ressucitar o Pinheirão. E o torcedor-símbolo dos parasitas, o "Nello", aproveitou para usar seu site para atacar também a candidatura da Arena. Noutra ocasião, numa partida entre os dois times na Vila, os convidados de Petraglia foram hostilizados em seu camarote.
Pagaram com traição a quem um dia lhes estendeu a mão.
Por isso, fica esta singela homenagem deste blog aos parasitas: o samba Vou festejar, na inconfundível voz de Beth Carvalho:

domingo, 14 de outubro de 2007

O jogo foi Viáfara

Em sua coluna de sábado na Tribuna do Paraná, Augusto Mafuz comenta a partida contra o Juventude e a boa atuação do goleiro Viáfara:
Milagres
A impressão que ficou foi a de que o Atlético conheceu a sorte ontem em Caxias. Empatou um jogo, sem gols, que merecia ter perdido.
Ou não merecia?
Sejamos justos: não merecia perder, embora jogasse mal. Seria injusto perder, embora jogasse com medo.
Mas a derrota, como toda a derrota no futebol, faria esquecer uma das mais belas atuações que se tem notícia de um goleiro: Viáfara fez defesas, que quem se sustenta na fé para pedir coisas, à certa altura não estava vendo defesas, mas milagres.
O colombiano fez de tudo: pegou na direita, na esquerda, à queima-roupa, por cima, por baixo. E, quando parecia vencido no último minuto, e quando a derrota era inapelável e justa, e quando o corpo de Viáfara já havia passado da bola, eis o que fez: salvou com o pé. O jogo foi Viáfara.

Novidade na praça

Estreou um novo uniforme na praça neste fim de semana. Seria o time do presídio do Ahu?

A frase

"Creio que a qualquer momento vamos ter que conversar sobre isso, tem que ver se o clube quer que eu continue. Até novembro, no máximo dia 10, defino a minha situação da ida para o Japão. E não confirmando isso, ou até mesmo se houver a proposta, há a possibilidade real de eu continuar no Atlético."
Ney Franco,
técnico do Furacão, em entrevista publicada neste domingo pela Gazeta do Povo

As capas da Placar

Em seu site na internet, a revista Placar colocou à disposição dos leitores todas as capas de seus 37 anos de história. Uma verdadeira viagem no tempo. Tarefa ingrata é procurar capas dedicadas ao Atlético: 95% delas estampam assuntos relacionados a Flamengo, Corinthians, São Paulo e à Seleção Brasileira.
Mas, com um pouco de paciência, você encontra o Furacão em destaque na principal revista esportiva do país, apesar do bairrismo assumidíssimo - que pode até ser interpretado como uma discriminação com o futebol fora do eixo Rio-SP. Como, por exemplo, estas sobre o bicampeonato paranaense de 1983 e após o título brasileiro de 2001, com destaque para o artilheiro Alex Mineiro.
Quer procurar mais? Clique aqui.

sábado, 13 de outubro de 2007

Ferreiradependência

Sem Ferreira, o Atlético apenas empatou sem gols com o Juventude em Caxias do Sul. Grande jornada do goleiro Viáfara e do meia Claiton, os melhores em campo. Com o resultado, o Furacão manteve-se na décima colocação no Brasileirão, mas pode ser ultrapassado, neste sábado, por Vasco, Internacional e Flamengo.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Com superação, ganha

Coluna de Augusto Mafuz neste sábado na Tribuna fala sobre o jogo de logo mais, em Caxias do Sul:

Humildade
Já ouvi atleticano admitindo que o empate com o Juventude, em Caxias, mesmo que seja contra um dos prováveis rebaixados, já seria interessante.
Não me surpreende tamanha humildade. E no caso, é até interessante. Só é possível ser humilde com a consciência exata dos limites, que estreitam ainda mais sem Ferreira.
São nesses momentos que deve prevalecer a capacidade de um treinador. No caso de Ney Franco, diminuir ao máximo a dependência que o time tem de um jogador, que já se sabia bem antes que não iria jogar.
E o Atlético ainda não está no estágio que possa reclamar da falta de alguém, mesmo que seja o melhor do time. É que para se afastar da zona de rebaixamento, é preciso criar situações diferentes para suprir falta e deficiências, que só se consegue com superação.
O Atlético não ganha na Baixada porque joga bem, mas porque se supera. Se fizer isso em Caixas, e o que não fez em Recife contra o Náutico, pode até ganhar o jogo.
Humildade não significa submissão.