sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Coadjuvante

Em sua coluna desta sexta-feira na Tribuna do Paraná, Augusto Mafuz analisa a partida de domingo entre Atlético e Paraná:

Risos


Quando os cartolas são transformados em personagens centrais em um jogo, é sinal de que o futebol vai mal. Os simples números de Atlético e Paraná já bastavam para mostrar a importância do jogo.
Mas eis quem assume o comando do espetáculo: de um lado, Mário Celso Petraglia, uma repentina e nova versão de Madalena arrependida; de outro José Carlos de Miranda, trocando o papel de presidente, por pior que o desempenhe, pelo da pior espécie de humorista, que é o do trocadilhos.
E entre os dois, uma mídia pouco inspirada para tratar do jogo como jogo.
Mas, talvez, eu esteja querendo reclamar por uma realidade que não existe. Trata-se, afinal, de um jogo que será ambientado em uma desgraça técnica, pela qual irá se tentar concluir quem é o menos ruim.
Raciocinando para escrever, chego à conclusão que a realidade que provoco não existe. O grande jogo é Atlético e Paraná, domingo na Arena. Mas a grande motivação para ele é a disputa sadia para saber quem vai mais ao estádio: os coxas ou os atleticanos?
O Paraná é transformado em coadjuvante, de um espetáculo em que as estrelas são Atlético e Coritiba, que não se enfrentam no campo.
Não é uma contradição, mas a mais pura realidade em um futebol que determinados lugares são ocupados por casuísmo.
De primeira:
Miranda falou que o Atlético tem três presidentes: Mário, Celso e Petraglia. Um grande paranista me telefonou, e disse: “Gostaria que o presidente do Paraná fosse qualquer um dos dois: Mário ou Celso. Petraglia já seria pedir por um milagre."

Um comentário:

Anônimo disse...

putz, o véio miranda é mesmo igualzinho ao pai do hommer