quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O ingrato "se"

Final de temporada no Brasileirão, mesmo antes da última rodada já dá pra fazer o balanço do "se". Aquele balanço que contabiliza pontos que poderiam ter sido ganhos mas que foram perdidos de forma idiota, por incompetência, ou roubo, ou azar.
Pois neste campeonato eu conto pelo menos seis "ses". Se não fossem eles, o Atlético teria mais 9 pontos na tabela.
Vamos lá:
Se não tivesse tomado um gol no último minuto contra o Cruzeiro (+2 pontos)
Se não tivesse tomado um gol no último minuto contra os coxas (+1 ponto)
Se não tivesse tomado um gol nos últimos minutos contra o Inter (+2 pontos)
Se não tivesse tomado um gol nos últimos minutos contra o São Paulo - e ainda por cima impedido! (+2 pontos)
Se tivesse conquistado ao menos 1 ponto nas duas partidas contra o rebaixado Náutico - nada impossível de se conseguir...
Se tivesse conquistado ao menos 1 ponto nas duas partidas contra o Vitória - nada impossível de se conseguir...
E o Furacão teria hoje 56 pontos, na 6ª colocação, junto com Atlético-MG.
Isso só pegando exemplos mais emblemáticos.
Mas o "se" não perdoa.
É cruel.
Deu bobeira, ele aparece. Quando menos se espera.
Tomara que nos visite menos em 2010.

Marketing de verdade

Não costumo aqui elogiar campanhas de marketing de times rivais. Mas essa que os coxas lançaram ontem está sensacional, não acham?

Pequenas atleticanas

A Bia, de 5 anos, não perde um jogo na Baixada. Mais uma atleticaninha de berço! A foto foi enviada ao blog pelo pai coruja Danilo Vallin.
Se você também quiser publicar a do seu filho, neto ou sobrinho aqui, mande pra nós!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Neto quer mais uma chance

Da Gazeta do Povo:

Foi no dia 16 de agosto que o jovem goleiro Neto, de 20 anos, estreou com a camisa profissional do Atlético. O jogo era válido pela 19ª rodada, exatamente no fecho do primeiro turno do Brasileirão. Agora, 19 rodadas depois, contra o mesmo Barueri – na última rodada do campeonato - ele pode ter a grande chance de mostrar o suas credenciais para almejar a camisa 1 do Furacão na temporada 2010.

A chance de pode mostrar serviço veio na rodada do último fim de semana. Contra o Botafogo, no jogo que garantiu o Atlético na 1ª divisão no próximo ano, ele foi chamado às pressas durante a partida para substituir o titular Galatto, que se teve uma indisposição e precisou abandonar a meta atleticana.

Com personalidade, característica que ele mesmo destaca como sua principal qualidade, Neto assumiu a meta e manteve as redes do seu time intactas até o fim da partida. “Eu acredito que foi uma participação, dentro do que foi exigido pelas circunstâncias, muito boa e segura”, disse.

A indisposição estomacal que tirou Galatto do jogo contra o Botafogo não deve ser suficiente para dar uma nova chance ao jovem goleiro, mas a possível intenção de Lopes em testar opções já pensando em 2010 pode gerar nova oportunidade ao jovem goleiro. “Não posso afirmar que vou jogar. Minha vontade, é claro – como a de qualquer jogador – é estar em campo. Eu ficaria muito feliz em entrar e campo e ter uma sequência. Estou animado. Mas, caso não aconteça, estou sempre à disposição do professor Lopes e do grupo atleticano”, refletiu.

No Atlético desde os 13 anos (no infantil, em 2003), Neto percorreu todas as categorias de base até chegar ao time profissional, em maio deste ano. “Vim subindo devagar, passando por todas as categorias, e sendo campeão de quase todos os campeonatos que conquistamos”, revelou Neto, mineiro de Araxá, que mora em Rio Negrinho-SC desde os dois anos de idade.

Confiança de Lopes e troca de experiências foram fundamentais

Com contrato longo (vence só em 2014), Neto é só elogios ao “chefe” Antônio Lopes. Para ele, o aprendizado é unido. “Realmente é um aprendizado inédito para mim. Cheguei a trabalhar com o Geninho e também com o Waldemar Lemos, que é um excelente profissional. Mas meu primeiro jogo foi com o Lopes, um cara que me deu confiança. É experiente, tem títulos importantes com a seleção brasileira, ganhou Libertadores e outros campeonatos. Tento tirar muito proveito disso pra aprender”, revelou.

Não só a experiência do técnico foi “sugada” por Neto. Para ele, jogar ao lado de jogadores como Paulo Baier, Marcinho e Rhodolfo, que apesar de não ser tão experiente, tem vivência com a camisa atleticana, é um privilégio. “A gente sempre brinca que futebol é troca de informações. Nós que somos mais jovens procuramos ouvir os outros e prestar atenção no que eles falam e fazem em campo”.

Para Neto, o convívio com os companheiros de equipe também funciona muito bem para se amadurecer como atleta. “Galatto e o Vinícius, pro exemplo, já jogaram várias vezes no time de cima e procuro escutá-los”, afirmou, lembrando que o companheiro de função tem jogado muito bem. "Não fosse o Galatto, que é um grande goleiro, poderíamos ter nos complicado em vários jogos".

Confiante, Neto destacou as qualidades que o credenciam a brigar por uma vaga no time titular. “Destaco-me pela boa comunicação que tenho com meus companheiros, pela personalidade e segurança. As vezes isso supera a própria técnica”.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Lopes fica para 2010

O “olhar 43” do delegado para o bandeirinha foi sem dúvida o momento
mais divertido do ano. O treinador ficará no Atlético por mais uma temporada.

A Gazeta do Povo acaba de informar em seu site que o técnico Antônio Lopes e o auxiliar Lopes Júnior renovaram hoje seus contratos até o final da temporada 2010.

Segundo o presidente do Furacão, Marcos Malucelli, “o rubro-negro renovou com o Lopes e o Lopes Júnior porque ficamos muito satisfeitos com o trabalho feito desde quando chegou aqui. E evidentemente porque confiamos na capacidade dele como treinador”.

Pela primeira vez Lopes terá tempo para montar um time iniciar um trabalho no Furacão desde o começo, afinal sempre foi chamado quando o clube já estava com o elenco formado e, normalmente, em situação complicada. “O presidente depositou uma grande confiança em mim. A diretoria nos ajudou muito nesse trabalho de quatro meses e é a primeira vez que vou iniciar uma temporada aqui. Fico muito feliz em renovar este contrato, pois é um clube que está em meu coração”.

Honestamente, eu pensava em uma mudança de ares no comando técnico para o ano que vem. Mas, quem seria essa novidade? Vejo poucas opções, como Silas e Adilson Batista - as duas inviáveis. E, não dá pra negar, Lopes fez um trabalho razoável, obtendo bons resultados na Baixada e dando muita chance para a garotada de base.

Então, que “seje” mesmo o delegado.

E muito chambão em 2010!

E no futuro, quem sabe, ainda veremos o delega como gerente de futebol do Furacão.

No front


Como diz um velho amigo, "aqui o bagúio é lôco"!
Veja mais imagens da festa na Baixada na Furacao.com.

O dia em que Alberto chorou

”Jogadores vêm e passam.
Mas atleticano deixa um pouquinho de si,
fortalecendo o nosso Furacão.”

Texto escrito em homenagem a Alberto em troféu
entregue pelo Atlético.
Ao falar como, mesmo lá da Itália, fez seu filho se tornar um atleticano, Alberto foi às lágrimas. Depois da coletiva, foi ovacionado pela torcida na Baixada. Veja com foi a despedida do lateral do Furacão:


Leia também: Alberto Valentim do Carmo, um atleticano.

Sequencia fantástica

Revendo os lances da partida contra o Botafogo nos programas de TV desta segunda, reparei que Paulo Baier marcou mesmo é um golaço. A bola, tocada para dentro da área por Wallyson, não veio à sua frente, de forma que pudesse dar um impulso para cabeceá-la com força contra a meta. Ao contrário: obrigou-o a dar um passo atrás, para ao menos alcançá-la, e tudo levava a crer que o cabeceio sairia fraco, de fácil defesa. Mas, como são os lances difíceis que separam os craques dos comuns, o camisa 10 recuou, tocou a pelota por cima do zaqueiro e a colocou, mansamente, no único lugar em que o goleiro não alcançaria; e ali ela foi, tranquila, inesperada, iluminada, para o fundo da rede.
Esta fantástica sequencia de fotos, tiradas por Orlando Kissner, que eu encontrei no site do Ze Beto, mostram o gol do Paulo Baier por um privilegiado ângulo.
Mais que isso.
Botando uma lupa sore ela, encontramos no olhar dos atleticanos toda a apreensão, a dúvida e a explosão que a jogada proporcionou.
O GOL




A DÚVIDA


- Será que entrou mesmo?

O ALÍVIO


- É gol, porra!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Atlético e Nei negociam renovação

Nei reza no gramado da Baixada antes da partida contra o Botafogo.
E a sombra dele ainda toma a forma de um tridente, em pleno Caldeirão.
Foto de Marisa Melo, enviada ao blog pelo Raitani (Clique para ampliar)
O Blog da Nadja Mauad informa que o Atlético quer renovar com o guerreiro Nei por mais três anos. Uma primeira conversa entre a diretoria e os empresários do jogador ocorreu nesta tarde, mas as partes ainda não chegaram a um acerto.
“Foi uma conversa muito produtiva, mas ficamos de sentar de novo. Acredito que tem tudo para dar certo para os dois lados. Se fosse por hoje, eu diria que tem 60, 70% de chance de eu ficar aqui”, disse o lateral-direito Nei à jornalista.
Nei preferiu não entrar em detalhes sobre o que falta para ele assinar sua renovação com o Furacão.“Negociação sempre é complicada. O que é bom para um lado, não é bom para o outro. Tem que ver sempre os dois lados. Por exemplo, se você for perguntar para o Atlético o que falta, o clube vai dizer que é o Nei dizer sim. Eu quero ficar, mas tenho que pensar na minha família. Nesses três anos nunca tirei o pé em nenhuma jogada, só quero ser valorizado como todo atleta”.
O jogador também fez questão de esclarecer alguns boatos de que ele estaria pedindo um alto salário para ficar na Baixada. “Nunca reclamei de salário. Mas agora não sou mais uma promessa. Não estou pedindo 100, 80 mil, nada disso. Não estou pedindo nada fora do normal”.
Ainda egundo o Blog da Nadja, a dupla Gre-Nal demonstrou interesse pelo lateral. Mas Nei disse que ele nunca abriu negociações com nenhum clube. “O Inter e o Grêmio já procuraram o Atlético, mas eu não quis conversar com ninguém. Estou esperando o Atlético bater o martelo”.
O lateral-direito aproveitou para manifestar novamente o seu carinho pela torcida. “Hoje eu defendo o Rubro-Negro, essa torcida, é só neles que eu penso. Nunca escondi todo meu carinho, meu amor pelo Atlético. Se o clube me der condições fico aqui para sempre”.
Para finalizar, Nei admitiu à jornalista que prefere jogar na lateral e que não quer mais ser utilizado como zagueiro. “Eu joguei como zagueiro para ajudar o Atlético quando o professor me pediu. Mas eu não quero jogar ali. Apesar de muita gente falar o contrário, acho que isso está me prejuficando. Prefiro ficar no banco, mas na minha posição. Sei que posso ajudar o clube lá”.
Curioso.
Pra mim, Nei se destacou mesmo, este ano, jogando como líbero.
Posição na qual seria titular em qualquer time, não só do Brasil como da Europa.
Seja como for, o polivalente Nei será uma peça importante para a próxima temporada.
Tomara que cheguem logo a um acordo.
  • E você, acha que a diretoria deve renovar com Nei? Opine!

As frases do dia

(I)
O atleticano que não foi ver o jogo na Baixada, é um pobre coitado.”
(II)
A torcida do Atlético não merece sofrer todo o ano.”
(III)
A marca do centenário, depois de frustrar a torcida com a perda do estadual, iludi-la com o engodo do novo estádio, ser incapaz de trazer Cláudia Leitte para cantar o seu hino, pode ser a queda para a segunda divisão.”
As três são da lavra de Augusto Mafuz.

Humor de segunda

E, pelo retrovisor...
Enviada pelo Bruno.
E, no Jornal Nacional...
Publicada no Fórum Furacao.com.
(clique para ampliar)

domingo, 29 de novembro de 2009

Feliz 2010

O povão lotou o Caldeirão...
Que explodiu após o segundo gol do Furacão.
Meus amigos. Que domingo. Estamos salvos. E saiu tudo como esperávamos, tanto do lado de cá quanto do lado de lá.
Mas vamos falar do lado de cá, que é o que nos interessa.
A fantástica e fanática torcida atleticana fez sua parte, lotou a Baixada e deu show para carioca ver.
Mas, por incrível que pareça, o time não correspondia. Pouco chegava ao ataque. Pouco e sem qualidade. Pior: no radinho, ouvia que Fluminense e os coxas saíam na frente.
Até que alguém decidiu resolver a parada.
E só podia ser ele: Paulo Baier.
Deixou Wallyson livre, na cara do gol, como quem diz: toma, faz que é tua piá! Wally fez.
No segundo tempo, antes que os botafoguenses esboçassem uma reação, ele foi lá e definiu o placar. Paulo Baier, de cabeça, Furacão 2 a 0.
A essa altura, os coxas já tomavam uma surra em BH.
E o Caldeirão do Diabo explodiu em vermelho e preto.
Como eu havia dito, com esse povão unido ninguém ganha na Baixada.
O Atlético venceu e deixou o mico na mão de três timecos que existem por aí.
Porque time grande, meu amigo... time grande não cai.

Agora, é pensar em 2010. Para que o sofrimento passe bem longe da Baixada.

Mas isso é tema para os próximos posts.
Ainda temos uma partida a fazer, e disputamos uma vaga na Sulamericana.

Hoje, é só curtição.
E lá vou eu assistir aos mesas redondas da vida.
•••
Troféu
ZIQUITA
Paulo Baier já é hous concours. Prêmio hoje vai para Márcio Azevedo, o guerreiro Nei e Rhodolfo. Jogaram muito.
Nei ainda merece 10 estrelinhas extras, porque quando o narrador da Arena anunciou que os coxas estavam perdendo de quatro ele comemorou pacas.


Troféu
TIÃO MACALÉ
Wilson Cesar Seleme. Parece choro, mas não é. O pênalti que o cara deixou de marcar em cima do Valencia foi absurdo. Nojeeeeeento!

É hoje!

Último jogo do ano na Baixada. Uma linda festa programada. Não dá pra perder. É hora de cantar o tempo todo. E levantar no Caldeirão do Diabo aquela fervura que apavora os adversários. Precisamos de uma vitória hoje, mais que nunca. Concentração, foco e raça!
Pra cima deles, Furacão!

sábado, 28 de novembro de 2009

Lopes, Bolinha e Riva convocam o povão



A frase

Eu estava jogando. O barulho da torcida era tão ensurdecedor que eu não conseguia conversar com o Alan Bahia sobre o posicionamento em campo. A torcida fazia um eco enorme no campo. Poucas vezes vi festas como aquela. Contra o Botafogo não pode ser diferente. Peço ao torcedor para ter paciência se o gol não sair logo no início. É normal, pois será um jogo de muita marcação”.
Alberto, lateral-direito, atualmente afastado do elenco principal. Mas, sobretudo, um grande atleticano. E que esta festa ensurdecedora se repita amanhã, contra o Botafogo.
• • •
PS: Escrevi este post antes de saber que Alberto anunciou, neste sábado, a sua despedida do Furacão. Seu contrato termina agora em dezembro e não será renovado. Amanhã, antes da partida contra o Botafogo, ele dará uma coletiva se despedirá da torcida no gramado da Baixada. Sua última passagem pelo Atlético não foi das mais felizes. Contusões seguidas o impediram de ter uma sequência boa de partidas. No começo do ano, acabou afastado do time junto com alguns outros atletas do elenco. Mas, por todo o seu passado e identificação com o clube, Alberto Valentim do Carmo Neto, um grande rubro-negro, merece ser homenageado por toda a Nação atleticana.

É amanhã!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Um senhor guia

A Furacao.com botou no ar um puta guia de botecos onde os atleticanos podem acompanhar os jogos do Furacão. É só escolher a cidade desejada e o sistema mostra o mapa e os botecos disponíveis. Clique e o mapa te leva até lá e fornece o endereço.
Sensacional.
Pra acessar o guia, clique aqui.

Mano atleticano

Mano Brown é rubro-negro. O rapper, vocalista do grupo Racionais MC's, vestiu ontem a camisa do Furacão para ir assistir à pré-estreia do documentário Entre a Luz e a Sombra, da cineasta Luciana Burlamaqui. A foto dele com a camisa rubro-negra estampa a coluna desta sexta-feira da jornalista Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo.

Brown tem 39 anos e é um dos principais expoentes do rap e do hip hop no Brasil. As músicas dos Racionais MC´s têm como temática questões sociais e da realidade dos moradores das periferias das grandes cidades. Apesar do sucesso comercial que o grupo atingiu, o rapper continua morando no bairro Capão Redondo, em São Paulo, e se nega a conceder entrevistas para veículos da grande mídia.


Como dizem os racionais... mulheres vulgares, uma noite e nada mais...