sábado, 8 de junho de 2013

Meus amigos, compadres e confrades,
este guerrilheiro vos escreve para pedir um tempo.
Por motivos justos, dando um tempo nas postagens
do blog.
Seguimos ativos e embaçados nas redes sociais.
Lutaremos e morreremos pelo Atlético.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Inspiração papal





O San Lorenzo da Argentina é o time do Papa, e é na torcida do "Batallón" que buscamos a inspiração para duas novas músicas para a torcida atleticana. Basta ver e ouvir esse vídeo alucinante acima e cantar com a letra abaixo:

MÚSICA I
ôooooooooooooo rubronegro
ôooooooooooooo rubronegro

o furacão é que faz a minha cabeça
porque só o teu jogo me interessa

por ele eu espero toda a semana
sempre queimando toda a marijuana

ôooooooooooo rubronegro
ôooooooooooo rubronegro

MÚSICA II  (a partir dos 3:33)
dale dale furacão
dale dale furacão
dale dale dale dale furacão

Oooooo Atlético cheeegouuuu
Vamos cantar sem parar
Juntos pra cima dos porcos
Sempre cantando sem paraaaar

dale dale furacão
dale dale furacão
dale dale dale dale furacão

sábado, 30 de março de 2013

Nos meus tempos de juventude, a gente se divertia assim



Festa memorável da Fanáticos em 1996 ou 1997, com apresentação histórica do Blindagem e o inesquecível Ivo, maior voz paranaense de todos os tempos, com a peita da torcida.

Relíquia ainda quentinha; foi postada hoje mesmo no Youtube.

Dos tempos que as nossas organizadas só se preocupavam em torcer e criar músicas legais e em rock e tubão - nada desta babaquice de tecer loas a deus ou à pátria. 

Assistam, meus jovens atleticanos, e sintam um pouco do que éramos há duas décadas.

Muito RÓQUE, e depois dos 15 minutos de fita também muito ROMANCE.

Afinal, os guerrilheiros também amam.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Um só

 
 Festa na churrascaria, comemoração regada a muita cerveja 
no Toninho e a "presença" dos ídolos Ziquita, Sicupa e Berg na 
Tia Lili: atleticanos comemoraram o aniversário do clube 
cada um à sua maneira na noite de ontem. 
(fotos do site do clube, do instagram do kike cardoso e enviada pelo torcedor Juvelino)

Ontem foi o Dia Mundial do Atleticanismo e as comemorações ganharam os quatro cantos da cidade.

Churrascarias e botecos escolhidos à parte, o que importa são as demonstrações de carinho extremo pelo Atlético Paranaense.

Afinal, apesar das comemorações em locais distintos, seja em restaurante fino, bar de esquina ou em casa com a família, o objetivo era o mesmo: celebrar o espírito rubro-negro que há dentro de cada um de nós.

E que, acreditem, correntes políticas e preferências cartolísticas à parte, ele é um só. 

Porque o Atlético somos nós. O Atlético é um só. E, sendo único, é gigantesco.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Feliz Dia de Sao Ziquita



Há 34 anos, em 5 de novembro de 1978, o milagre aconteceu no gramado do Joaquim Américo. O Espírito Santo baixou no camisa 9 do Furacão, e Ziquita marcou 4 gols nos 12 minutos finais da partida contra o Colorado, livrando o Atlético de tomar uma goleada histórica em pleno Caldeirão e protagonizando o que foi o mais fantástico jogo de futebol já disputado no Paraná.

São Ziquita, como estamparam em suas manchetes os jornais da época, merece hoje os parabéns e os agradecimentos de toda a Nação Atleticana.


 A foto que ficou para a história como a mais linda do futebol mundial: após marcar seu quarto gol contra o Colorado,
Ziquita comemora como se fosse um demônio a sair do gramado do Caldeirão.

“De tudo aquilo, o que mais me marcou naquele dia foi um senhor humilde que chegou pra mim e disse: ‘esse dinheiro é do leite do meu filho e vou te dar.’ Eu disse que não queria, que não poderia aceitar. Mas ele insistiu porque precisava retribuir tanta alegria que eu tinha dado à torcida.”
Gilberto de Souza Costa, o Ziquita, em entrevista publicada em 2008 pela Gazeta do Povo.
 
* * *
 
Outros depoimentos sobre o épico 4 x 4 contra o Boca-Negra:
 
“Nunca vi alguém ganhar tanto dinheiro. A torcida estava tão feliz que invadiu o vestiário e começou a dar dinheiro para o Ziquita. Ele fez uma trouxa com a camisa do Atlético e encheu de dinheiro”.
Dionísio Filho, comentarista esportivo e na época lateral-esquerdo do Furacão.  
 
“Foi absurdamente extraordinário. Épico. Foi aquela farra no estádio, uma bagunça. Um jogo tão antológico que anos depois as pessoas vinham me contar que tinham se emocionado com o jogo, e nem eram atleticanos, moravam até em outros estados, porque a Rádio Clube era ouvida no Brasil inteiro”.
Carneiro Neto, que narrou a partida.
 
“Foi a atuação mais sensacional que eu vi de um jogador na minha carreira em 40 anos no futebol”.
 Hélio Alves, o “Bruxo”, então supervisor de futebol do Furacão.
 
* * *
 
Você ainda não acredita? Então tá aí, para quem quiser ver e rever:
 

Isso é Atlético

João Paulo: símbolo da virada do Atlético nesta série B.

O Atlético passou por maus bocados  neste ano. Derrapou contra times bizarros; precisou jogar em Paranaguá e lá desperdiçou pontos importantes; parou no meio da tabela da série B. O suficiente para que o time das Mil Cornetas do Apocalipse bradasse ao mesmo tempo e pregasse um fim terrível para o Rubro-Negro.

Em junho a gente já alertava aqui no blog: calma, cornetada! O Atlético é o Atlético.

E, sejamos justos, a Drubsky o que é de Drubsky: a guinada veio, quem diria, com a chegada do treinador. O aproveitamento do técnico no comando do CAP após a demissão de Jorginho é de impressionantes 78,95%. Arrisco dizer, meus amigos, que nunca vi disso por aqui.

Mas não por foi sorte ou apenas supermotivação do elenco. A vinda de reforços ajudou - e bastante - a botar o time na linha. E, aí, destacamos João Paulo, um verdadeiro guerreiro da meia-cancha, atleta importantíssimo para dar equilíbrio ao time. Com Elias e Baier se revezando e uma dupla de ataque que deslanchou, deu-se a química necessária para que o Furacão voltasse. 

Agora, falta pouco.

Uma vitória amanhã contra o América de Natal deixa o Atlético com um pé na Série A. Uma vitória é fundamental, pois depois serão duas partidas fora de casa. 

Além do mais, é a última partida do Furacão no Janguito este ano em dia de semana e em horário útil - depois, apenas contra o Paraná Crub na última rodada, num sábado.

Então se você não gazeou ainda este ano para ver o Furaca, amanhã é o dia.

Todos gazeia, Atlético!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Eleito não tem como mudar verba da Baixada, afirma Ducci

Da Gazeta do Povo:

O prefeito eleito, Gustavo Fruet (PDT), disse ontem que exigirá transparência no financiamento das obras de reforma da Arena da Baixada para a Copa do Mundo e na contrapartida do Atlético para o município. Já o atual prefeito, Luciano Ducci, afirmou que não existe possibilidade de revisão do modelo de financiamento da reforma do estádio, por meio do repasse ao clube de créditos de potencial construtivo emitidos pela prefeitura. “É preciso manter o desenho, já tem até lei aprovada. Pensar em mudança do modelo é correr para trás”, disse ontem Ducci.

O Tribunal de Contas do Paraná (TC) está analisando um relatório que indica que os recursos obtidos com a venda do potencial construtivo são dinheiro público – o que poderia fazer com que a obra tivesse de seguir os procedimentos da Lei de Licitações.

Para Ducci, não se trata de verba pública, pois são recursos que serão obtidos com a iniciativa privada e não fazem parte do orçamento municipal. “Esta é uma obra de interesse público”, disse Ducci. O prefeito ressaltou que a operação é a mesma que viabilizou o dinheiro para a reforma da Catedral de Curitiba. “Nem por isso ela foi fiscalizada pelo TC ou teve que seguir todos os procedimentos da Lei 8.666 [Lei de Licitações]. Esse tipo de entendimento é que se precisa ter.”

****

Para a Catedral pode, para a Baixada não? Se o TC entende que a Cúria Metropolitana pode se beneficiar com potencial construtivo apenas por se tratar de Igreja, então também liberaria o benefício para o Edir Macedo construir suas catedrais da fé? E continuaria a fazer populismo hipócrita pra cima do Atlético?

Relembrando Sancaetano (I)

Neste fim de semana, o povão atleticano vai invadir São Caetano do Sul, onze anos depois de o Furacão ter conquistado, lá no Anacleto Campanela, a sua maior glória. Até sábado, vamos relembrar aqui alguns momentos do Rubro-Negro em Sanca, um aperitivo para a nova invasão:



domingo, 21 de outubro de 2012

No caminho certo


Nos últimos jogos, o Furacão só nos deu alegria.

Desde aquela sofrida vitória contra o América por 5 a 4, no Janguito, foram quatro vitórias seguidas, sempre na cola do São Caetano, e agora a entrada no G4.

Ontem, contra o Vitória, assistimos à apresentação de um time vencedor, coeso, que pressiona e toca a bola mesmo fora de casa, que mesmo com um jogador a menos continuou a praticar futebol e não se encolheu. Um futebol gigante, futebol de quem vai subir. Futebol de Atlético!

Elias foi mágico no Barradão. Comandou o time, cadenciou, deu passes precisos, abriu o placar e puxou o contra-ataque que resultou no segundo gol.

Com ele e o mestre Baier revezando-se no comando do meio-campo, estamos muitíssimo bem servidos. 

Agora é ter foco total para duas partidas seguidas no Ecoestádio, nossa casa alugada.

É a semana "Gua-Gua": contra o Guarani e o Guaratinguetá, concentração máxima pelos seis pontos.

Que, se vierem com o planejado, deixarão o Rubro-Negro eomum pé e meio na série A.

Terça-feira à tarde, no primeiro dos dois desafios, o povãoo já sabe: TODOS GAZEIA, ATLÉTICO!

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Clube rebate as acusações


Na tarde desta quinta-feira (18), o Advogado do Atlético, Antonio Augusto Figueiredo Basto, concedeu entrevista à rádio Transamérica tratando das acusações lançadas pelo vice-presidente do Conselho Deliberativo do Clube, José Cid Campêlo Filho, acerca das obras na Arena da Baixada.

Em pouco mais de 20 minutos, Figueiredo Basto rebateu as denúncias de que o presidente, Mario Celso Petraglia, estaria beneficiando seu filho, sócio da empresa Kango, para o fornecimento das cadeiras que serão instaladas no estádio, bem como da alegada irregularidade na contratação do arquiteto Carlos Arcos Ettlin, primo de Petraglia.

Segundo o advogado, não procedem as afirmações de Campêlo, que foram recebidas como uma investida caluniosa e mal intencionada e darão ensejo à propositura de medidas judiciais contra Cid Campêlo.

Tratando especificamente das denúncias, Figueiredo Basto disse que as cadeiras da Kango são as melhores disponíveis no mercado e as de menor custo, comprometendo-se a demonstrar isso documentalmente às autoridades competentes. Além disso, afirmou que a Kango fornece as cadeiras para a Arena desde 2004 e que a Constituição protege a livre iniciativa, não havendo razão para impedir a aquisição dos produtos que melhor atendem às necessidades do Clube unicamente por serem fornecidos por empresa que tem entre seus sócios o filho do presidente.

Quanto à contratação do arquiteto Carlos Arcos, o advogado ressaltou que o contrato foi assinado na gestão anterior, quando o Atlético era presidido por Marcos Malucelli. Porém, destacou não haver nenhuma irregularidade na contratação e que todos os documentos relativos à obra da Arena estão à disposição das autoridades.

Além da entrevista de Figueiredo Basto, o clube também divulgou em seu site uma nota oficial de solidariedade e repúdio, assinada pelos membros Mesa Diretora do Conselho Deliberativo: Antonio Carlos de Pauli Bettega, Gilberto Giglio Vianna e Aguinaldo Coelho de Farias; pelos membros da Mesa Diretora do Conselho Administrativo: Mario Celso Petraglia, Luiz Sallim Emed, Marcio Lara, Lauri Antonio Pick e Carlos Valdir Henze Junior; pelos membros do Conselho Fiscal: Pedro Augusto Martins Loyola Junior, Fernando Cezar Corrales, Clift Newton Giacomassi Cavet, João Argenta (suplente), Edgar Galdino (suplente) e Alessandro de Assis Matos (suplente); pelos membros do Conselho de Ética e Disciplina: Dionísio Banaszewski, Edison Eduardo Borgo Reinert, Nelson Luiz Barbosa Rebellato, Nelson Rosário de Souza (suplente), Conrado Miranda Gama Monteiro (suplente) e Joel Oliveira Santos (suplente) e; pelo vice-presidente de futebol e membro da CAP S/A, João Alfredo Costa Filho.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Quem quer foder com o Atlético: auditor do TC é ex-diretor do Coxa e membro de torcida organizada


Quem ainda levar a sério qualquer denúncia ou relatório sobre a construção da Baixada após esta é mesmo um panaca.

Basta saber quem está por trás da situação, metendo lenha na fogueira apenas pera ferrar com o Atlético por um ´punico fato: são TODOS ligados ao Coritiba Foot Balls, aquele do anel aberto.

Senão, vejamos.

O "auditor" do Tribunal de Contas responsável pela análise da situação das obras na Arena para a copa é ninguém menos do que um Zé Roela chamado ESPETO, vulgo Luiz Henrique Barbosa Jorge, integrante das torcidas organizadas dos coxas Mancha Verde e Império Alviverde - aquela da quebradeira do Pinga-Mijo. Ele também foi DIRETOR do Coritiba na gestão Gionédis e é conselheiro vitalício do club.


Espeto: da torcida organizada para o TC. 
Esse tem que ser corrido do mapa!


Situação bizarra, que coloca em jogo qualquer traço de seriedade que deminonado Tribunal de Contas possa ter para analisar qualquer fato relacionado ao Clube Atlético Paranaense.

Outro envolvido que apareceu em destaque no noticiário esta semana é o tal do vereador Braga Cortês. Este, senhores e senhoras, tem interesse total em levar investidores para um projeto bizarro no Pinheirão, estádio que ele predentia - ou ainda pretende, pelo jeito - dar de mão beijada  para o Coritiba foot Balls. Uma, digamos, CORTESIA a seu time de coração.

Por mais de uma vez ele tentou, via Câmara de Vereadores, tirar o terreno do Pinheirão das mãos da Federação Paranaense de Futebol e devol vê-lo à Prefeitura para, neste caso, oferecer aos Foot Balls a preço de banana, já que o Pinga Mijo está caindo aos pedaços e os coxas não tem mais como salvar aquela merda. Tá tudo registrado, basta clicar aqui ou aqui e em tantos outros links.

Além de seu trabalho "oficial" na Câmara Municipal, o cortês edil ainda trabalha sorrateiramente nos bastidores, mantendo reuniões com grupos de investidores para tentar levantar este devaneio que ele chama de projeto: o Pinheirão Coxa.

 O vereador Braga, bastante Cortês com os coxas.O senhor 
não fai fazer cortesia com chapéu alheio não, seu otário!

Por aí, meus amigos, a gente começa a entender o que se passa na realidade.

É duro de engolir, e é duro de acreditar que órgãos oficiais e imprensa caia na conversa dessa gentalha.

A Copa em Curitiba não é brincadeira.

E estão querendo utilizar o termo "INTERESSE PÚBLICO" para travestir a única INTENÇÃO REAL, que é foder com todos nós, atleticanos.

Olha, isso tá surreal. Vamos botar a boca no trombone, minha gente! Dar um basta nessapalhaçada e botar essa gentalha no seu devido lugar!

Protestem!

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Emergência: querem foder com o Atlético! Situação requer união de todos

Caros atleticanos.

Todos sabem o quanto este blog já defendeu o Atlético das rasteiras inimigas quando o assunto é estádio para a Copa. Impedir passassem o Rubro-Negro para trás e contruíssem um pinicaço no Pinheirão por R$ 1 bilhão foi uma conquista conseguida a duras penas. Graças à união de todos os atleticanos.

Agora, a situação requer novamente a concórdia e o empenho de todos os irmãos rubro-negros.

Por um lado o Tribunal de Contas, comandado pelo coxa-branca Fernando Guimarães, está questionando a cessão de potencial construtivo para financiar parte da finalização da Arena.


Denúncias estas, diga-se de passagem, que vieram do "fogo-amigo" do vice-presidente do Conselho Deliberativo, José Cid Campêlo Filho. E tratam do seguinte: 1) o arquiteto da Nova Arena, Carlos Arcos, é parente do presidente Mário Celso Petraglia; 2) a empresa que fornecerá as cadeiras para a Baixada pertence ao filho de Petraglia.

Como podem ver, muita coisa ao mesmo tempo.

Querem nos bombardear para rir da terra arrasada. Querem tripudiar sobre os escombros do Joaquim Américo. E isso nós não podemos permitir!

Primeiro, às denúncias: Arcos é o arquiteto da nova Arena há mais de uma década e, me desculpem os "denunciantes", mas ele elaborou o projeto mais tesão de todos os estádios da copa de 2014. Parentesco à parte, a contratação dele vale quanto pesa. E todos sabem disso ha pelo menos 10 anos. Trata-se de acusação requentada e sem qualquer fundamento.

Depois, sobre a cessão das cadeiras. Denúncia velha, que já remonta à época da saída de Onaireves Moura da Federação Paranaense de Futebol. A Kangoo sempre forneceu as cadeiras para a Arena e para outros vários estádios do Brasil - como por exemplo o Mineirão. Parentesco à parte, a confiança na tal empresa se deve aos serviços já prestados anteriormente, com a entrega das cadeiras no prazo e a qualidade atestada. Valeria à pena trocar por outro fornecedor cuja qualidade dos serviços e do material não se tem certeza? Isso já quase em 2013, às vésperas da Copa? Isso por uma diferença banal de valores? Na minha opinião, não. E, mesmo para os que creem que sim, fica o alerta: questionem a moralidade e a ética da operação (algo que não faço, pelos motivos acima), mas jamais a legalidade. Ou seja, se não há ilegalidade, não há porque impedir tais negócios e nem porque a Câmara Municipal meter o bedelho onde não é chamada.

Imoral e ilegal é, isso sim, tentarem cancelar os acordos feitos pela Prefeitura Municipal e pelo Governo do Estado somente agora, com as obras já em andamento, com o clube já tendo feito sua parte nos investimentos, com as máquinas operando a pleno vapor e com a Arena aos pedaços.

ISSO SIM É MAIS DO QUE IMORAL E ANTIÉTICO, ISSO É UMA SAFADEZA DA MAIS BAIXA CONTRA TODA A NAÇÃO ATLETICANA.

Vamos nos unir, povão!

Por enquanto, seguem os contatos de todos os vereadores e do Tribunal de Contas, bem como da Prefeitura de Curitiba. Reclamem, mostrem sua insatisfação, protestem, azucrinem estes hipócritas.

Depois, sugeriremos outras ações mais práticas.

Vamos lá:

 ESTE CORNO DO BRAGA CORTES QUER FERRAR COM O CAP! VAMOS FERRAR COM ELE!








SE VOCÊ NÃO QUER QUE 
FERREM COM O ATLÉTICO, 
PARTICIPE! ATUE! PROTESTE!

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

50 vezes Paulo Baier



Foto: Bruno Baggio/CAP
UPS: Unidade Paulo Baier de Salvamento deixa dois corpos no chão e a 50ª pelota no barbante 
"Será que o velho Baier vai virar mais essa para gente?", perguntou o compadre de arquibancada. Perdíamos o embaçado jogo por 3x2, muito por conta da experiencia dos "macacos-velhos" do América/MG. O calor medonho e o ótimo gramado do nosso Janguitão estavam propícios a malandragem de caras como Fabio Jr. e outros que entraram na nossa área na base do "totó" para fazer dois gols.
Nosso contraveneno, só poderia vir mais uma vez do senhor Paulo César Baier. Duas jogadas. No primeiro minuto do segundo tempo, um toquinho ("faça") de leve, de lado, pro Marcão empatar. No último, a raça e a perspicácia do maior gol de carrinho da história do CAP. "Sim", pude falar para o meu bróder. "Ponha mais uma na conta do véio". Neste últimos quatro anos não foram poucas. E se subirmos moçada, como eu acho que vamos subir, será mais uma. 50 gols de Paulo Baier, a maioria garantindo vitórias.
Valeu velho Maestro.

Da PLACAR


O gol marcado aos 51 do segundo tempo, na vitória do Atlético-PR contra o América-MG por 5 x4 no último sábado (6), foi o 50° gol de Paulo Baier com a camisa do Furacão. Com esse tento, Baier tornou-se o terceiro maior artilheiro do clube neste século.
Desde 2001, só dois jogadores passaram da marca dos 50 gols vestindo a camisa do clube. Os atacantes Alex Mineiro (76 gols) e Kléber Pereira (75 gols) são os grandes artilheiros do clube no século. Na sequência vem o meia Paulo Baier, com 50.
O jogador chegou ao Atlético em 2009 e estreou contra o Sport Recife no dia 13 de junho pela série A do Brasileiro. Dois jogos depois, o meia marcou seu primeiro gol pelo clube. No dia 27 de junho, o Furacão venceu o Corinthians por 1 x 0 no Brasileirão. Baier terminou o ano de 2009 com oito gols, todos pelo Brasileiro.
Em 2010, o camisa 10 do Furacão marcou mais 12 gols (um na Copa do Brasil e 11 no Brasileiro) e em 2011 mais 18 gols (três na Copa do Brasil, 10 no Campeonato Paranaense e cinco no Brasileiro).
Nessa temporada, o terceiro maior artilheiro do Atlético-PR no século já fez 12 gols, sendo cinco no Paranaense e sete no Campeonato Brasileiro da Série B, sendo o vice-artilheiro do clube na competição, somente atrás do atacante Marcelo, com oito gols.






Os números de Paulo Baier são um reflexo de sua principal característica: a bola parada. Dos 50 gols marcados pelo Furacão, o meia fez 28 em cobranças de pênalti ou falta. Os outros 22 gols saíram com a bola em jogo (cinco gols de cabeça, dois em chutes de fora  e 15 de dentro da área).
A especialidade em bolas paradas faz de Paulo Baier o maior artilheiro da era dos pontos corridos no Campeonato Brasileiro da série A. Desde 2003, o jogador marcou 91 gols na série A. A única temporada em que não marcou gols foi justamente a de 2012, em que está disputando a série B. Atrás de Paulo Baier estão os atacantes Borges (Cruzeiro) e Washington (esse aposentado) com 82 gols, seguidos de Alecsandro (Vasc0), com 78 gols.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Sobre o potencial construtivo e a Baixada, por Augusto Mafuz

Bastante lúcida a coluna de Augusto Mafuz na Tribuna do Paraná de hoje. Confira:

Dinheiro público

Potencial construtivo é o direito do município correspondente à capacidade construtiva das áreas vinculadas ao sistema viário. É direito só disponível pelo agente público. Vendido e aplicado na Baixada, será dinheiro público. Se o conceito decorre de lei, não precisa, portanto ser uma autoridade em administração pública ou ficar ansioso por um parecer do Tribunal de Contas para se concluir pela natureza de bem público do potencial construtivo. Esse conceito jurídico, portanto, nessa discussão sobre a garantia dada para tomar o empréstimo do BNDES para a construção da Baixada, é irrelevante.

A questão única, e relevante, é outra. Pode o dinheiro público ser na Baixada, sendo o Atlético uma pessoa de direito privado? A lei diz e os tribunais superiores confirmam, que desde que o investimento do dinheiro público repercuta em benefício do povo, é legal.

Ao fato concreto. O Brasil decidiu sediar a Copa do Mundo de 2014. Se deveria ou não, reclama a opinião pessoal, portanto, razões subjetivas. E seja qual for, está superada, pois a Copa do Mundo é irreversível. Detalhe: não foi o Atlético quem trouxe a Copa do Mundo para o Brasil.

Curitiba foi escolhida como sede. Se deveria aceitar ou não, é questão de ponto de vista pessoal de cada um, portanto subjetiva. E seja qual for a razão, está superada. Curitiba será uma das sedes. Detalhe: não foi o Atlético, quem a escolheu.

O poder público tinha dois caminhos: construir um novo estádio, o que exigiria dos seus cofres um gasto próximo de um bilhão de reais ou fazer uma parceria que iria lhe exigir apenas o equivalente a 12% por cento daquele valor? Os governantes seriam irresponsáveis e deveriam responder por improbidade, se investissem um bilhão ao invés de 130 milhões.

A Copa do Mundo é de interesse público, não é discurso político nem de atleticano. É a expresso conceito na Lei Geral da Copa. Está expresso na Lei Geral da Copa. A expressão “interesse público”, portanto, não pode ser interpretada de acordo com o interesse do intérprete, mas na literalidade da lei. Interesse público, aqui, é o que atende a vontade do povo. Detalhe: não foi o Atlético quem fez a Lei da Copa.

Como se conclui, a questão não é jurídica ou econômica, é política. Da proposição shakespeariana “restaure-se a moralidade ou nos locupletemos todos”, a opção não é a sugestão imediata, mas a condição da imoralidade.

Ao se fazer um estrondo com um eventual parecer do Tribunal de Contas é pretender manipular a opinião pública contra o Atlético. Potencial construtivo é dinheiro público, sim. Tem a mesma natureza do dinheiro que sempre serviu como mamadeira para pagar e aposentar assessores, jornalistas e políticos, e para que sejam aprovadas contas dos pobrezinhos do interior.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Para sempre


O novo uniforme número 2 lançado hoje pelo Atlético e pela Umbro (acima) ficou uma belezura. Uma homenagem ao Internacional, clube fundado por Joaquim Américo Guimarães em 1912 e que deu origem ao Furacão quando, mais tarde, fundiu-se com o América.

Aliás, aproveito para voltar a defender a minha tese: os uniformes números 2 e 3 do Atlético deveriam adotar definitivamente as cores camisas do Internacional e do América (abaixo). E isso deveria constar no estatuto do clube, para que nunca mudassem.
  

Fica a modesta sugestão de um pobre Guerrilheiro.

A história de um guerreiro

Cocito se ajoelha para comemorar a vitória contra o Santos, pela 
Libertadores de 2005: volante incorporou a raça rubro-negra.


O brilhante Círculo de História Atleticana terá mais uma edição, e o convidado da vez é o ex-volante Cocito - campeão paranaense, da Seletiva e Brasileiro, vice da Libertadores e único jogador que participou das três edições da Copa Libertadores da América pelo Atlético.

Segue o serviço: 


Data: 25/09/2012 (terça-feira)

Horário: das 19h às 22h

Local: Alta Voltagem Café – R. Silveira Peixoto, 777 – Água Verde

Tema:
A história do volante Thiago Cocito

Convidados:
Thiago Cocito
Prof. Heriberto Ivan Machado  (historiador do Atlético)

Organização:
Milene Szaikowski

Confirmação de presença:
Para participar do encontro é indispensável a confirmação de presença por e-mail (circuloatleticano@yahoo.com.br) até 24/09/12, véspera do encontro. Somente será permitida a entrada das pessoas que tiverem confirmado a presença por e-mail.
As vagas são limitadas. Não há custo para participação.