A equipe de Juniores do Atlético Paranaense garantiu vaga na semifinal do Campeonato Estadual da categoria. No segundo jogo das quartas-de-final da competição, o Furacão empatou com o Iraty em 0 a 0, nesta tarde de quarta-feira, no CT do Caju. O adversário atleticano será o Coritiba, que venceu o Rio Branco nos pênaltis. O jogo foi de muita marcação e o adversário, que precisava da vitória, partiu para o ataque. No primeiro tempo, o time do Iraty teve mais posse de bola e volume de jogo, porém, não conseguiu levar perigo a meta do goleiro Santos. As principais jogadas foram de bolas jogadas na área, mas o arqueiro atleticano mostrou muita segurança. Cada equipe teve uma grande chance. O Furacão, aos 15 minutos. O atacante Éderson recebeu bola na área, fintou o zagueiro e chutou no canto, boa defesa do goleiro adversário. O time do Iraty assustou aos 42 minutos, após boa troca de passes, o zagueiro Bruno travou de carrinho dentro da pequena área. No segundo tempo, o adversário tentou manter a pressão e o Rubro-Negro, que teve excelente atuação defensiva, apostou nos contra-ataques. E por duas vezes, o Furacão quase marcou. Aos 18 minutos, em uma jogada de muita velocidade, o atacante Éderson tocou para o meia Harrison, que chutou para bonita defesa do goleiro, com os pés. E aos 48 minutos, após jogada individual, Harrison chutou da entrada da área e novamente o arqueiro fez linda defesa. O Atlético Paranaense jogou com Santos, Vinicius, Bruno e André; Edgar, Danilo, Bileu (Rafael Rueda), Harrison e Heracles; Éderson (Lucas Sotero) e Dennis (Bruno Furlan).
É bastante óbvio que durante o horário de verão as partidas das 16 horas, com o sol a pino das 15 horas, castigam os atletas. Mas precisou o técnico do Palmeiras, Muricy Ramalho, meter a boca ao vivo na Globo após o jogo de domingo retrasado contra o Corinthians em Presidente Prudente, debaixo de calor escaldante, para a CBF tomar alguma atitude. E, é claro, para a Globo - que na verdade é quem determina os horários das partidas - concordar. Afinal, melhor mexer na grade de programação do que correr o risco de tomar outro esporro ao vivo, como o de Muricy. Após acordo com a emissora, a Confederação anunciou hoje que as partidas originalmente programadas para as 16 horas passam para as 17 horas e as marcadas para as 18h30 passam para as 19h30. Assim, a partida entre Furacão e Fluminense, no domingo, será as 19h30, no Maracanã. Bem como o jogo do sábado seguinte, contra o Cruzeiro, na Baixada, também será neste horário. Também, com este calor... Agora, só falta liberar a cerveja. Se liga, CBF!
Meus amigos... com a volta do calor cresce a vontade de tomar uma berinha gelada. Por isso, vale à pena dar um replay aqui neste post de agosto do ano passado. Até porque, como vimos recentemente, as confusões dentro e fora dos estádios continuam rolando solta em ritmo alucinante. Aí vai:
Nos EUA, vendedores de cervejas nos estádios têm associação e até site.
Minha vida de torcedor sempre foi acompanhada da velha e boa cervejinha. Na Baixada, sempre geladíssima e com a possibilidade de se escolher entre tantas marcas, nos bares da praça de alimentação. Clara ou escura. Bock ou malzbier. Bohemia, Skol ou a velha e boa Caracu. Nem sempre foi assim. Lembro-me dos tempos de vacas magras, quando o Atlético jogava no Pinheirão inacabado, onde vendiam, sabe Deus porquê, o precioso líquido em saquinhos plásticos com canudinhos! Nunca vi na vida coisa mais sem sentido, os caras não eram capazes de fornecer sequer um copo plástico ao consumidor, a cerveja vinha num saco! E, geralmente, ainda vinha quente. Mas o povo, sem escolha, mandava ver assim mesmo. Afinal, futebol combina com cerveja, não é mesmo? Combinava. Hoje, pela última vez em competições organizadas pela CBF, haverá venda de cerveja na Baixada. O clube e os lojistas da Arena tiveram que sucumbir à nova determinação da Confederação, que, para passar uma imagem politicamente correta à opinião pública, resolveu proibir a venda de bebida alcoólica nos estádios de futebol de todo o país. Mais um factóide ridículo que criaram nesse país de Deus. Engraçado é que, em países civilizados, se alguém apronta, estando bêbado ou não, vai preso e é punido. Arrumou briga, é detido. Arremessou algo no campo? É detido. Aqui, a saída encontrada foi proibir todo mundo de tomar sequer uma latinha de cerveja e ponto final. Mas é claro, temos que dar o exemplo para estes países atrasados, como os Estados Unidos, não é mesmo? Lá, nos EUA, cumpre-se a lei: aprontou, vai em cana. Mas respeita-se também o direito de quem quer vender e de quem quer consumir uma cervejinha honestamente. Aliás, alguns vendedores de cervejas nos estádios por lá são famosíssimos, e têm até um site (www.beervendors.com). Quem não lembra daquele tio do sorvete dos estádios aqui de Curitiba, aquele do "Chocolate, côco e mangaaaaaa"? Pois é, lá existem vários figuraças como esse, que vendem cerveja pra galera sedenta. Existe até um concurso pra ver quem é "o mais rápido no gatilho" e serve a Bud em menor tempo para o torcedor-freguês. Quer conhecer alguns deles? Aí estão: O mais rápido no gatilho:
O gritão:
Dose dupla:
Ice COOOOOLD Beeeeeeeeeeeeeeeeer (o "chocolate, côco e mangaaa" deles):
Figurão cantor dos Yankees:
Ópera beer:
É... quem sabe um dia a gente possa voltar a beber nossa cerveja em paz, sem incomodar nem ser incomodado. Como no primeiro mundo.
A torcida segue dando baile nos rivais na Timemania e, a poucas semanas do final do ano, praticamente assegurou o Atlético entre os 20 primeiros que receberão a maior fatia da arrecadação no ano que vem. Veja o resultado do último concurso e o acumulado do ano:
Marcinho comemora com Baier o primeiro gol do Furacão.
Meus amigos, o Atlético voltou a jogar bem, venceu o Goiás, adversário perigoso, e deu mais um bico na chance de rebaixamento. Matematicamente o Furacão ainda não está livre, mas abriu sete pontos da ZR e agora bastam, nas minhas contas, 3 pontos em 4 partidas restantes.Foi mesmo uma bela apresentação, daquelas que fazem a torcida jogar junto com o time. O rubro-negro foi coeso, e esteve bem em todos os setores - do goleiro ao ataque. No primeiro tempo, Paulo Baier - sempre Paulo Baier - serviu com maestria a Marcinho na área, que inteligentemente deu um toque sutil por detrás do zagueiro e do goleiro, matando a ambos e abrindo o placar.
No segundo, Wallyson tabelou com Rafael Miranda e marcou mais um para o Furacão. Dois a zero, vitória consolidada, foi só botar o Goiás na roda. No geral, a rodada foi boa para o Atlético. Afinal, três dos times da zona temida perderam (Sport, Náutico e Santo André). Apenas o Fluminense venceu, e é justamente contra o ascendente e empolgado tricolor carioca que o Rubro-Negro joga agora. Fácil não vai ser: a partir de agora, o time das Laranjeiras vai receber ajuda de tudo quanto a jeito. Podem se preparar para uma batalha no Maraca. Mas que seria bom demais vencer, afastar de vez as chances matemáticas de rebaixamento e, principalmente, mandar o Fluminense para o lugar que merece, ah isso seria.
Troféu
ZIQUITA Manoel, um gigante, o Anjo Negro. Jogou demais. Não perdeu nenhuma bola. Nenhuma! Botou no chinelo os perigosos atacantes esmeraldinos. E para Paulo Baier e Marcinho, que jogaram muito. Menções honrosas para Valencia, Rafel Miranda, Nei e Galatto.
Troféu TIÃO MACALÉ Antes de ir para a Baixada, estava assistindo a Atlético-MG x Flamengo. Evandro atropelou o jogador flamenguista no meio-de-campo. O árbitro marcou a falta e mostrou o amarelo para o meia do Galo. Na Arena, no primeiro tempo, Tiuí ultrapassou o zagueiro do Goiás na velocidade e foi atropelado, já dentro da área. Lance idêntico. Pênalti claro. Mas o juiz Sálvio Spinola Fagundes Filho nada marcou. Além disso, amarrou demais o jogo, marcou faltas em demasia e foi conivente com o jogo violento esmeraldino. Por isso tudo, leva o Macalé. Nojento!
Leio no site oficial do CAP que o time junor do Furacão venceu ontem o Iraty por 3 a 1, fora de casa, pelas quartas-de-final do Paranaense sub-20, e está agora a um passo da semifinal. Os gols do Rubro foram marcados pelo meia Harrison, o lateral-esquerdo Heracles e o atacante Dennis.
Mas o que me chamou a atenção mesmo é a ausência de Marcelo no time, que jogou com Santos, Edgar, Vinicius, André e Heracles; Danilo, Bileu (Diogo), Matheus e Harrison (Rafael Rueda); Éderson (Bruno Furlan) e Dennis. Por onde anda o atacante que brilhou na Copa SP e é uma das grandes promessas do Furacão?
Jorge Preá, Lima, Eduardo, Zulu, Patrick, Wallyson e Alex Mineiro. Esses são atacantes que foram apostas do Atlético na temporada 2009 e não agradaram. Rodrigo Tiuí, dono da camisa 9 na partida de hoje, contra o Goiás, não quer ver seu nome incluído na relação.
Pela primeira vez como titular do Furacão, Tiuí ganha a oportunidade do técnico Antônio Lopes no momento em que o ataque atleticano tem a segunda pior média de gols do Brasileiro. Em 33 jogos, apenas 36 bolas na rede. No quesito, apenas o Santo André está atrás (com 35).
“Fico chateado porque os atacantes daqui têm qualidade. Falta de trabalho não é. É falta de sorte. Espero entrar e poder ajudar marcando gols”, comenta o jogador.
Com característica mais de movimentação do que de ficar fixo na área, Tiuí terá a parceria de Wesley na linha de frente. A ideia é fazer muitas trocas de posições para confundir a defesa rival.
“O Lopes pediu para ajudarmos bastante na marcação. Se movimentar muito, fazer revezamentos e ter a posse da bola”, lista. (RL)
Eles não eram muitos, mas deram um belo exemplo. E mostraram que no futebol ainda há espaço para a rivalidade sadia, sem ignorância e sem violência. Cerca de 100 torcedores de Atlético, Coritiba e Paraná participaram hoje da Caminhada pela Paz, no Centro de Curitiba. Além de mostrar que é possível manter a camaradagem, o grupo tambem cobrou das autoridades o cumprimento de leis já existentes contra a violência no futebol. Um exemplo é o artigo 39 do Estatuto do Torcedor, que prevê registro de ocorrência e punição a quem provocar distúrbios em estádios e no raio de 5 quilômetros do campo. Como também a instauração de Juizados Especiais para cuidar especificamente de crimes em praças esportivas e pela cidade relacionados a partidas de futebol. Confira algumas fotos da caminhada publicadas pelo blog Espaço Atlético:
O técnico Antônio Lopes relacionou 21 jogadores para o jogo do Furacão contra o Goiás, neste domingo, às 18h30, na Arena, pela 34ª rodada do Brasileirão.
O zagueiro Rhodolfo, recuperado de lesão no ombro, e o volante Valencia, que cumpriu suspensão diante do Avaí, estão à disposição e enfrentam o time goiano. Já o lateral-esquerdo Márcio Azevedo, que fez o último jogo há um mês, e o volante Chico, que foi desfalque nas duas últimas partidas, realizam trabalhos físicos específicos e seguem de fora.
Confira a lista dos convocados: Goleiros: Galatto e Neto Zagueiros: Bruno Costa, Manoel, Ronaldo e Rhodolfo Laterais: Alex Sandro, Nei e Raul Volantes: Rafael Miranda, Renan e Valencia Meias: Gabriel Pimba, Marcinho, Netinho, Paulo Baier e Wesley Atacantes: Alex Mineiro, Patrick, Rodrigo Tiuí e Wallyson
Logo após o acidente com o torcedor atleticano João Vianna, ocorrido no último dia 25/10 após o clássico Atletiba, torcedores dos três times da capital resolveram trabalhar em conjunto para dar um basta na violência dentro e fora dos nossos estádios de futebol.
A ideia inicial era fazer uma passeata que passasse pelos três estádios da capital (Arena da Baixada, Durival Britto e Silva e Couto Pereira), porém, após uma conversa com a Polícia Militar e com a Diretran, a organizadora da passeata, Camila Lopes Ferreira, resolveu em conjunto com os órgãos estatais diminuir este percurso e fazer a manifestação pelas ruas centrais da nossa cidade.
Portanto, a Campanha pela Paz irá acontecer amanhã (sábado), dia 07/11, com concentração às 10h na Praça Santos Andrade, em frente à Universidade Federal do Paraná. A passeata seguira por toda a Rua XV de Novembro e terá seu término previsto para o meio-dia na Praça Osório.
Segundo a organizadora da Campanha pela Paz, Camila Ferreira, o principal objetivo desta campanha é cobrar do Governo do Estado do Paraná uma ajuda para a Polícia Militar que há mais de 10 anos está com o seu efetivo defasado.
De acordo com Camila, em dias de clássicos a Polícia Militar não tem efetivo suficiente para fazer a segurança da população da nossa cidade. Além disso, incidentes ou acidentes como o que vitimou o jovem torcedor atleticano João Henrique Vianna poderiam ser evitados.
As pessoas que estiverem participando da passeata ou passeando pela Rua XV de Novembro e apoiarem a ideia poderão ainda participar do abaixo-assinado, feito pela organização da Campanha pela Paz e que será encaminhado posteriormente para os nossos governantes.
Quem quiser obter mais informações sobre a Campanha da Paz e sobre a manifestação que será realizada neste sábado, o telefone para contato da organizadora do evento, Camila Ferreira, é 9643-0627.
Hegemonia, esta é a palavra. O Clube Atlético Paranaense faturou, pela décima vez consecutiva, o prêmio Top of Mind Paraná, da Revista Amanhã - o mais tradicional ranking dos nomes mais lembrados do estado em várias categorias. A informação foi publicada hoje pela Gazeta do Povo. O estudo completo já está na última edição da revista, mas ainda não está disponível no site da publicação. Para definir as marcas que nõa saem da cabeça dos paranaenses, o instituto Bonilha realizou mil entrevistas nas 10 mesorregioes do estado, conforme delimitação do IBGE. O universo da pesquisa foi constituído por pessoas de ambos os sexos, com idade entre 16 e 69 anos, de todas as classes sociais. Assim que conseguirmos o estudo completo, publicamos maiores detalhes.
Para conferir a lista das marcas mais lembradas do estado, clique aqui.
A cinco rodadas do fim do Campeonato Brasileiro, a situação do Atlético não chega a ser crítica, mas é preocupante. O time, que não vence a três rodadas na competição, ocupa a 15ª colocação, a cinco pontos do Santo André, que hoje abre a relação das quatro últimas equipes na tabela de classificação. O sinal de alerta se acendeu e mais uma vez, você, torcedor atleticano, pode fazer a diferença. Fazer a diferença de um time comum para um time imbatível. Fazer a diferença de um time que mais perdeu na competição (foram 15 derrotas, 11 vitórias e 7 empates) se acostumar com a rotina de vitórias. Fazer a diferença de um time que às vezes parece descompromissado, sem tanta dedicação nas jogadas, para um time com brios, vontade, raça, dedicação – que sempre foram características do Atlético Paranaense. Chegou, mais uma vez, a hora de reforçarmos o time e na base do grito, do incentivo, da torcida... mudar a trajetória atleticana no Campeonato Brasileiro. Domingo, contra o Goiás, temos a primeira das cinco batalhas que nos aguardam até o fim do Campeonato Brasileiro. São cinco decisões. Se elas não valem título (e já faz um bom tempo que o Furacão não briga por um título nacional) essas decisões valem a honra, a dignidade, o desejo de que ao menos o clube permaneça na elite do futebol nacional, entre os melhores clubes do futebol brasileiro. Por isso, mais do que nunca é hora de deixarmos críticas, descontentamentos, diferenças de lado. Não importa se você é oposição ou situação. Não importa se você concorda ou não com este ou aquele jogador em campo. Não importa se você é favorável ou contra à comissão técnica. Não importa se você é Malucelli, Petraglia, ou oposição. O que está em jogo, agora, é o nosso nome: Clube Atlético Paranaense! O que está em jogo é a nossa tradição. Em campo não entram bandeiras ideológicas ou da preferência individual de cada um, mas sim a camisa atleticana – que deve sempre ser vestida com amor, por todos nós! O Atlético precisa de todos nós. Por isso, cada um de nós, seja jogadores, comissão técnica, diretoria ou torcedores devemos mais do que nunca dar o nosso melhor, a nossa inteira dedicação, raça, amor e trabalho para o melhor do nosso Atlético. Faltam cinco jogos, cinco decisões. Vamos, Furacão!
O Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná sepultou nesta quinta-feira (5) aquela que deve ser a penúltima tentativa dos clubes de futebol paranaense acabarem com o supermando. Por 5 votos a 4, os auditores rejeitaram a ação que pedia a nulidade do artigo 9º do regulamento do Campeonato Paranaense, que por sua redação mal feita dá ao time mais bem classificado na primeira fase do estadual o direito de mandar as sete partidas decisivas da fase final em seu estádio.
Na opinião da maioria dos auditores votantes, a matéria sequer deveria ter sido julgada nesta noite. Isso porque a tese defendida pelo advogado Luiz Carlos de Souza, que representava 13 clubes da Série Ouro e Divisão de Acesso (Iguaçu, Paranavaí, Cascavel, Foz do Iguaçu, Leão do Vale - Cianorte, Londrina, Nacional, Operário, Paraná, Rio Branco, Corinthians-PR, Serrano e Toledo), segundo os auditores, já havia sido julgada anteriormente, no começo do ano, no próprio TJD e também no STJD como recurso.
A entidade máxima da Justiça Desportiva determinou que fosse mantida a integralidade da interpretação do artigo 9º, ou seja, a manutenção do supermando. Como não se contesta e nem se julga teses que já têm sentença das esferas superiores, o auditor Sérgio Sinhori (que foi quem levantou a questão) “não conheceu a ação”. Antes dele, o relator do processo Alessandro Fernandes e o auditor Paulo Gradella haviam votado o processo como improcedente.
Depois de Sinhori o ex-presidente do TJD, Otácilo Sacerdote também votou pela improcedência. Os auditores Peterson Morosko e Lis Bedin aceitaram a denúncia, deixando o “placar” em 3 a 2 para o supermando. A explanação de Davis Bruel veio a seguir e roubou a cena. Seus argumentos de que o TJD não poderia julgar o caso, pois o STJD já tinha feito isso, convenceram outros três auditores a abandonarem a tese de julgar o processo improcedente para torná-lo sem validade, assim como defendeu Sérgio Sinhori. O placar ficou, portanto, 5 a 2. Vinícius Borba decidiu acatar a denúncia e o presidente do TJD, Ivan Bonilha, após longa explanação, também aceitou o pedido de anulação.
Por maioria dos votos, o TJD decidiu não acatar o pedido de anulação do artigo 9º.
Supermando em 2010
Para o presidente do TJD, Ivan Bonilha, hoje o supermando segue vivo. “Com essa decisão obtida por maioria dos votos, a liminar expedida sobre o assunto fica caçada e o regulamento, tal qual foi feito lá em 2008, seja mantido. E com o supermando. Agora cabe ao STJD julgar o recurso, isso, claro, se ele for protocolado pela parte interessada. Foi uma bela discussão, com todos se manifestando e expondo suas ideias”.
Segundo o advogado Luiz Carlos de Castro, que representou os 13 clubes requerentes, a derrota não abalou muito, pois o TJD concordou com alguns de seus argumentos. Para ele, a prova de que houve erro material na formulação do regulamento foi consentida por todos. “Sentimos que não fomos desprestigiados, pois uma das nossas teses teve a concordância de todos. Na votação a gente realmente achava que poderia vencer. Não fomos felizes”.
Agora os requerentes da ação negada nesta quinta pelo TJD vão discutir se entram ou não com o recurso no STJD. “Devemos nos reunir com os clubes que representamos para ouvir os dirigentes. Hoje meu pensamento é recorrer, mas vamos aguardar esses encontros”, explicou, completando que também estuda alguma medida que busca a unanimidade dos clubes, fato que segundo ele teria mais simpatia do STJD.
O recurso, contudo, corre o risco de nao ser julgado a tempo. Isso porque o arbitral da competição esta marcado para o próximo dia 12 e a tabela deve ser divulgada impreterívelmente até o dia 17 de novembro. Isso porque o Estatuto do Torcedor prevê que a tabela seja divulgada com no mínimo 60 dias de antecedência ao início da competição, marcada para começar dia 17 de janeiro de 2010.
O meia Paulo Baier participou normalmente do treino do Rubro-Negro nesta quinta-feira, no CT do Caju. O jogador de 35 anos, que tinha sido poupado tanto do treinamento de terça quanto do de quarta-feira porque sentia dores musculares, enfrenta o Goiás no próximo domingo. O capitão atleticano já disputou 26 partidas desde que chegou ao Furacão, no dia 4 de junho. Com a camisa rubro-negra, ele balançou as redes adversárias sete vezes e deu seis passes que resultaram em gols. O jogo entre o Furacão e time goiano, válido pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, acontece no domingo, às 18h30, na Arena da Baixada.
Muito já foi falado do problema ofensivo atleticano, mas pouco foi feito até o momento para concretamente dar ao Furacão um ataque digno daquele cuja história eternizou Jackson & Cireno, Sicupira & Nilson Borges, Washington & Assis, Oséas & Paulo Rink, Lucas & Kléber e este com Alex Mineiro. A bola da vez parece estar com Rodrigo Bonifácio da Rocha, o Rodrigo Tiuí. Criado nas categorias de base do Fluminense, o atacante de 23 anos já rodou pelo Noroeste de Bauru, Santos e Sporting (POR) antes de aportar na Baixada, em 21 de setembro deste ano. Ele estreou somente aos 26 minutos da segunda etapa na vitória por 3 a 0 diante do Santo André, no último dia 18 de outubro. Nos treinamentos da semana, o treinador Antonio Lopes colocou Tiuí no comando do ataque e o jogador correspondeu. No treino coletivo de terça, o atacante marcou os 3 gols dos titulares e se manteve no time principal, tanto nos treinos táticos de ontem como na movimentação feita na manhã desta quinta-feira. Com apenas 36 gols marcados em 33 partidas, o Atlético está somente à frente do Santo André nos gols pró, este com 35. O desempenho ofensivo do Furacão já está devendo desde 2007, último ano em que o clube fez mais de 100 gols na temporada. De lá para cá, e não coincidentemente com o clube fazendo péssimas campanhas, o Furacão marcou 98 gols em 2008, e até o momento não mais que 95 gols somando-se todas as partidas do ano. Tiuí ainda não marcou pelo Atlético, que tem como artilheiro o afastado Rafael Moura com 19 tentos marcados. O meia avançado Marcinho fez 15 tentos e o atacante Wallyson marcou 9 gols até o momento.
E aí, Tiuí pode ser a solução para o ataque Rubro-Negro? Palpite!
No saguão principal do CT, busto homenageia Caju, a Majestade do Arco.
Muito tem se falado sobre a vinda da seleção brasileira para se preparar no CT do Caju para a Copa de 2010.
Nas matérias de jornais, sites e rádios pouco se lembrou, entretanto, do pai da matéria: Mario Celso Petraglia - mentor, idealizador e empreendedor do melhor centro de treinamentos do país. Provavelmente, ele já previa há uns 10 anos que isso, mais cedo mais tarde, fosse acontecer. Aliás, sempre pensou na frente dos demais dirigentes. De todos eles. E esta escolha da CBF não deixa de ser um reconhecimento a isso tudo. Bem que Petraglia poderia ter sido chamado para ciceronear a delegação da Confederação e apresentar o recinto aos visitantes. Seria justo. E seria também uma boa oportunidade para aparar as arestas e unir forças em prol do clube. A vinda da seleça não deixa também de ser mais uma homenagem para o eterno Caju. No ano que vem, quando o país todo se perguntar por que este é o nome do CT, terão de conhecer a grande história da Majestade do Arco.
pessoas se espremeram nas arquibancadas do estádio Couto Pereira para assistir a Atlético x Flamengo, pela semifinal do Campeonato Brasileiro de 1983. Este foi o público total - pagantes, foram 65.491. É o recorde em estádios paranaenses e nunca mais será batido.
Nélio manda a coxarada calar a boca após o seu gol na segunda partida da decisão do Campeonato Estadual de 1998, no Pinheirão. É por essas e outras que os azeitonas são tão magoados.
Roubômetro do Brasileirão
- 2 PONTOS 18/05: São Paulo x Atlético - Pênalti não marcado para o Furacão e um gol impedido do SPFC, aos 43 minutos do segundo tempo, que tirou a vitória do Rubro-Negro. Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio e Marrubson Melo (bandeira)